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Manusear o celular também será considerado infração (Foto: Reprodução / EPTV)
As multas de trânsito ficarão mais caras a partir do próximo dia 1º. O aumento é de até 66% e os valores irão de R$ R$ 88 (infração leve) a R$ 293,47 (gravíssima). Algumas infrações serão agravadas: usar o celular ao volante, por exemplo, que é enquadrado como "dirigir com apenas uma das mãos", passará de grau médio para gravíssimo. Assim, a multa saltará dos atuais R$ 85,13 para R$ 293,47, e os pontos na carteira de habilitação subirão de 4 para 7. Ainda para o celular, o texto da lei passa citar que é infração segurar ou manusear o aparelho. Assim, o motorista que manda mensagens de texto ou fica olhando sites ou redes sociais também poderá ser punido, mesmo quando estiver parado no semáforo. Veja o que mudará nos valores de multas a partir de 1º de novembro:
Infração leve
- De R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%)
Exemplos: parar sobre a faixa de pedestres ou calçada, usar a buzina em local ou horário proibidos pela sinalização.
Infração média
- De R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%)
Exemplos: transitar em horário ou local proibidos (o "rodízio" em São Paulo, por exemplo), dirigir com o braço para fora, farol ou lanterna queimados.
Infração grave
- De R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%)
Exemplos: estacionar sobre faixa de pedestres ou ciclovia, não dar seta, conduzir o veículo em mau estado de conservação (pneu careca, por exemplo).
Infração gravíssima
- De R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%)
Exemplos: falar ou manusear celular ao volante, estacionar em vagas reservadas para deficientes e idosos, dirigir sem carteira de habilitação, disputar racha, forçar a ultrapassagem em estradas e recusar fazer o teste do bafômetro.
Por que vai subir?
As multas básicas não sofriam reajustes desde 2000, quando o antigo indexador do valor das multas (Ufir) foi extinto. Em 2002, uma resolução fixou o valor atual em reais. Desde então, não houve correção. As elevações que ocorreram foram para certas infrações consideradas mais perigosas e por meio de um fator multiplicador. O aumento foi anunciado em maio último, com prazo de 180 dias para começar a valer. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda poderá corrigir os valores das multas anualmente, com reajuste máximo dado pela inflação (IPCA) do ano anterior.
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Comprovante do depósito da doação mostra que candidata foi beneficiada com R$ 750 (Foto: Caren Diniz/TV Asa Branca)
A doação de R$ R$ 75.000.844,36 a uma candidata a vereadora em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, é na verdade de R$ 750, segundo a candidata Maria Geni do Nascimento e o técnico contábil Advilson Florentino de Souza. Eles disseram que o engano ocorreu após um erro de digitação. "Pode puxar em banco, pode puxar em todo lugar. Quem fez errado é quem tem que se explicar. Eu acho que não tenho que explicar nada. O menino bateu lá, coitado, errado os números", disse a candidata Maria Geni do Nascimento ao G1, referindo-se ao erro do técnico. Advilson Florentino de Souza disse que foi o responsável pela prestação de contas e a quantia correta da doação foi de R$ 750. Por meio de nota, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) disse que "as informações constantes das prestações de contas [...] são de inteira responsabilidade dos candidatos e de suas assessorias". Já o Tribunal Superior Eleitoral esclareceu - por telefone - que o erro de digitação realmente ocorreu e que o TSE não pode fazer a correção. "A candidata é quem deve corrigir", explicou a assessoria de imprensa ao G1. "Quem errou fui eu e não a candidata.
A culpa foi minha. Na verdade, a doação era de R$ 750 reais e quando fui fazer a prestação de contas acabei errando a digitação", afirmou o técnico contábil. Segundo Souza, mesmo que ela tivesse recebido o dinheiro não poderia ter utilizado, já que o limite de gasto para um candidato a vereador no município era de R$ 10.803,91. A candidata, de 57 anos, teve 13 votos, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral. Ela é agricultora e não chegou a concluir o ensino médio, conforme o TSE. Na segunda-feira (17), quando a doação milionária foi divulgada, o Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a afirmar que o suposto doador seria um beneficiário do Bolsa Família. Por e-mail, o Tribunal informou ao G1 que "o trabalho que o TCU tem realizado sobre este tema compreende o cruzamento de dados, que foi disponibilizado ao TSE e que não foi realizado um relatório de fiscalização". Em nota, o diretório do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Pernambuco - ao qual a candidata é filiada - informou que "a questão neste caso foi um erro de digitação. O erro já foi notificado pelo Tribunal Eleitoral e foi corrigido". A informação da doação dos mais de R$ 75 milhões consta no site do Tribunal Superior Eleitoral. Conforme o TSE, não há informações sobre despesas da candidata. A única doação feita a ela é que está com o suposto erro e consta do dia 30 de setembro. Ele disse que levou o caso à Justiça Eleitoral no município, notificou o erro e corrigiu a informação na prestação de contas da candidata. "Questionei à Justiça o porquê de terem visto o erro e não ligarem. Eles mesmos não tinham constatado o erro, só viram após a repercussão", explicou.
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O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse nesta quarta-feira (19) que ocupações em 181 escolas do país podem comprometer a realização da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 para 95 mil alunos participantes. As ocupações ocorrem em 82 cidades de 11 estados, segundo relatório do Ministério da Educação (MEC) com dados atualizados nesta tarde. Mendonça Filho disse que, se as escolas não forem desocupadas até 31 de outubro, a prova será cancelada para os inscritos nesses locais. Segundo Mendonça, o MEC já tomou a decisão de aplicar nova prova do Enem em data posterior para esses alunos que eventualmente sejam prejudicados por ocupações em escolas. Ele descartou a possibilidade de realocar a prova para outras escolas por problemas de logística. As ocupações em diversos estados são motivadas pela rejeição à medida provisória que trata da reforma do ensino médio e também contra a PEC do teto de gastos públicos.
O ministério da Educação liberou, na tarde desta quarta-feira (19), a consulta aos locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016. Os candidatos e candidatas já podem consultar, pelo sitehttp://enem.inep.gov.br/participante/, seu cartão de confirmação, para saber qual é o endereço em que farão as provas.O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que há 181 escolas listadas como locais de prova do Enem e que, segundo monitoramento do MEC, estavam ocupadas nesta tarde por estudantes secundaristas em protestos contra a reforma do ensino médio e a PEC 241, que trata do teto dos gastos públicos.
O ministro ameaçou cancelar o Enem nessas escolas caso elas não sejam desocupadas até 31 de outubro. Os alunos afetados teriam que fazer os exames, ainda neste ano, em data posterior. De acordo com o governo federal, essas 181 escolas estão em 82 cidades de 11 estados brasileiros, e 95 mil candidatos inscritos no Enem podem ser afetados pelos protestos. Neste ano, uma novidade é que será possível checar o endereço da prova pelo aplicativo oficial do MEC, disponível gratuitamente para iOS, Android e Windows Phone. O cartão de confirmação do Enem também será ainda enviado por e-mail e SMS, usando os dados de cadastro dos participantes Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em alguns cartões os alunos poderão encontrar a informação “Aguarde a confirmação do seu local de prova. Efetue nova consulta nos próximos dias”. Segundo o Inep, isso significa que o estabelecimento previsto foi comprometido por reformas ou circunstâncias naturais. Nestes casos, a organização do Enem afirma que o dado será atualizado nos próximos dias, com a realocação dos alunos. A presidente do Inep, Maria Inês Fini, informou que duas escolas em Alagoas, por exemplo, já tinham sido descartadas até esta quarta em razão das chuvas.
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(Foto: Reprodução)
O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19), em Brasília, segundo a GloboNews. A previsão da Polícia Federal (PF) é a de que Cunha chegue a Curitiba no fim desta tarde. A prisão dele é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. Na terça (18), juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça, determinou a prisão de Cunha. O G1 tenta contato com a defesa do ex-presidente da Câmara. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Cunha, em liberdade, representa risco à instrução do processo e à ordem pública. Além disso, os procuradores argumentaram que "há possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior" e da dupla nacionalidade. Para embasar o pedido de prisão do ex-presidente da Câmara, a força-tarefa da Operação Lava Jato listou atitudes, que conforme os procuradores, foram adotadas por Cunha para atrapalhar as investigações. Entre elas, a convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista e colaborador da Lava Jato Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras. O peemedebista perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pelo plenário da Câmara. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado, que é o direito de ser processado e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).
(Foto: Reprodução)
A seca no Nordeste pode levar a um aumento no custo da energia no mercado a partir de novembro. De acordo com despacho publicado na edição desta terça-feira (18) do Diário Oficial da União, a partir de novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel vai considerar o volume efetivo de vazão das hidrelétricas da Bacia do Rio São Francisco para fazer o planejamento e operação do sistema elétrico. Na prática, a defluência dos reservatórios das hidrelétricas da região já está inferior aos valores normalmente programados, mas esse cenário não está refletido nos programas que dão base para o cálculo do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). Com o despacho, o programa será atualizado de acordo com as recomendações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que pode elevar o custo da energia na região, disse o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.
“Agora, o modelo vai representar a defluência de maneira realista. Isso tem efeito de aumentar o PLD, sim”, disse. Segundo ele, a mudança vai aperfeiçoar o modelo e já foi feita em outros momentos no passado. “Por essa razão, isoladamente, o PLD tende a aumentar”, acrescentou. Segundo Rufino, com vazões menores, a geração de energia dessas hidrelétricas será reduzida no submercado Nordeste e terá que ser compensada por usinas localizadas em outros submercados, como o Sudeste/Centro-Oeste, Norte ou Sul. Embora não haja risco de faltar energia, a preocupação está no abastecimento de água na região. “Não adianta secar os reservatórios, tem que regular o uso”, explicou Rufino. A decisão envolve as usinas de Sobradinho, Luiz Gonzaga, Complexo Paulo Afonso/Moxotó e Xingó. Nos próximos dois meses e ao longo de 2017, o modelo de médio prazo vai considerar uma vazão de 800 metros cúbicos para as usinas. Para a usina de Três Marias, a vazão defluente fixa deverá ser definida pelo grupo gestor de recursos hídricos da bacia do Rio São Francisco.Caso o grupo não estabeleça um valor, será considerada a vazão mínima de 420 metros cúbicos por segundo. De acordo com a nota técnica do ONS, a seca que atinge a bacia do Rio São Francisco pode levar a bacia ao colapso. “Terminado o período de chuvas na região neste ano de 2016, há perspectiva de que o ano de 2016 venha a se configurar como o pior do histórico, completando um ciclo de 4 anos desfavoráveis no histórico de vazões naturais afluentes na bacia”, diz a nota. “Desta forma, a eventual ocorrência de mais um período chuvoso desfavorável que conduza a vazões naturais afluentes muito abaixo da média histórica, como as que tem se verificado ultimamente, pode levar ao colapso o sistema de reservatórios da bacia no ano de 2017 se não forem adotadas medidas adicionais as já implementadas, enquanto se aguardam condições que permitam implementar mudanças estruturais na gestão dos recursos hídricos na bacia do rio São Francisco”, diz o documento. De acordo com o documento, a sugestão do ONS era reduzir a vazão das usinas a 700 metros cúbicos por segundo. Porém, a Chesf, dona das usinas, questionou a medida, o que adiou a decisão. A recomendação do ONS já foi aprovada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia. O caso também já foi levado à Casa Civil da Presidência da República.
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(Foto: Reprodução)
As fraudes no Imposto de Renda investigadas pela Polícia Federal (PF) e a Receita em um dos maiores grupos empresariais de forró do país podem chegar a R$ 500 milhões, segundo divulgou a PF em coletiva nesta terça-feira (18). Pelo menos quatro bandas administradas pela A3 Entretenimento são investigadas, entre elas a Aviões do Forró. O grupo alvo da operação "For All", deflagrada nesta manhã, é responsável por famosas bandas de forró e casas de show no Ceará. Segundo a PF, as bandas declaravam apenas 20% do que ganhavam. Os vocalistas Xand e Solange Almeida foram ouvidos na sede da PF, em Fortaleza. Segundo a polícia, eles não foram indiciados formalmente, apenas prestaram esclarecimentos. Os empresários Isaías Duarte e Carlos Aristides, do grupo A3 Entretenimento, também foram levados para prestar informações na PF. O G1 entrou em contato com a A3, mas recebeu a informação de que a empresa não iria comentar o assunto. (veja acima o vídeo da TV Diário do momento em que Solange deixa a PF por volta do meio-dia) Ao G1, por e-mail, a banda Aviões do Forró informou "que está à disposição da Polícia Federal e da Justiça e que colaborará com todos os questionamentos em relação à operação". A banda Aviões do Forró informou que a agenda de shows do grupo segue inalterada. Solange Almeixa e Xand viajam nesta terça-feira para fazer um show na cidade de Floriano (PI). Na quarta-feira (19) a banda retorna ao Ceará, onde faz show no município de Lavras da Mangabeira, a cerca de 340 km de Fortaleza.
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Justiça pretende lançar, na próxima quarta-feira (19), um novo plano nacional para combater a criminalidade e o alto índice de homicídios no país. A informação foi dada nesta segunda (17) pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, no Rio de Janeiro. O plano está em elaboração em parceria com as secretarias estaduais de Segurança Pública e quatro procuradorias-gerais de Justiça. De acordo com Moraes, o plano nacional de segurança coordenado pelo Ministério da Justiça foi submetido aos secretários nacionais de Segurança e vem sendo discutido desde maio. O programa compreenderá ações para combater homicídios e o que o ministro chamou de "criminalidade organizada", incluindo o enfrentamento ao tráfico de drogas e de armas no país. Segundo o ministro, o plano é resultado de um vasto mapeamento de crimes no último ano. Nos próximos dias, a minuta do plano será apresentada aos próprios secretários, aos procuradores de Justiça e ao Ministério Público Federal para ajustes finais, antes da assinatura de protocolos de adesão. "Vamos apresentar o plano para que possamos dar uma resposta efetiva, coordenada", afirmou Moraes. "Não é possível que o Brasil continue a conviver com 50 mil homicídios por ano", disse.
Estudantes brasileiros de Harvard, Yale e Stanford vão dar mentoria gratuita a alunos da rede pública brasileira (Foto: Divulgação)
Cerca de 40 estudantes brasileiros das universidades Harvard, Yale e Stanford, nos Estados Unidos, vão oferecer mentoria gratuita a alunos de escolas públicas ou bolsistas em escolas particulares. A segunda edição do Brasilitas tem inscrições abertas até o dia 31 pelo site brasilitas.org. Segundo os jovens, cerca de 20 projetos serão contemplados com a mentoria gratuita. O objetivo do programa, de acordo com os mentores voluntários, não é ajudar alunos do ensino médio a conseguir uma vaga de graduação em universidades americanas, mas oferecer a experiência dos brasileiros que estudam lá fora no desenvolvimento de projetos no Brasil. Segundo Gabriel Saruhashi, um dos mentores da edição de 2016 do programa, todas as mentorias serão oferecidas de forma gratuita. O programa, que no ano passado teve a participação apenas de estudantes de Harvard, agora conta com o apoio dos clubes de brasileiros de Harvard, Yale e Stanford, além de outras organizações. Os estudantes tentam buscar patrocínio para gastos com o desenvolvimento dos projetos. Para se inscrever, é preciso preencher um formulário e produzir três redações, além de produzir um curto vídeo "vendendo" a ideia de projeto. Segundo os organizadores, também podem participar estudantes que já tenham algum projeto em andamento.
(Foto: Divulgação)
O cartão de confirmação com o local de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 estará disponível aos candidatos a partir do dia 18 de outubro. A informação é da diretora de gestão de planejamento do Ministério da Educação, Eunice Santos, que esteve nesta quarta-feira (5) em São Paulo para a cerimônia que marcou o início da distribuição das provas no 4º Batalhão de Infantaria em Osasco.As informações estarão disponíveis pelo aplicativo do Enem do governo federal, pelo site, e além disso, o ministério enviará e-mail aos inscritos, de acordo com Eunice. Assim como no ano passado, os cartões não serão impressos e só estarão disponíveis na versão digital.Nesta quarta, a presidente do Inep, Maria Inês Fini, assinou a autorização para expedição das provas. Caminhões saíram de Osasco levando os pacotes para a distribuição, que será feita pelos Correios com escolta policial. São 75 mil malotes, fechados por lacres eletrônicos, que serão distribuídos para 1,7 mil cidades. Neste ano, todos os candidatos, no momento em que assinarem a lista de presença dentro das salas, terão de passar pela biometria (reconhecimento das digitais) para evitar fraudes. Segundo o governo federal, 22 mil servidores federais vão trabalhar como certificadores com o coordenadores de prova em cada ponto de aplicação.
(Foto: Reprodução)
A maioria dos pais e das pessoas que têm contato com crianças entre 3 e 12 anos de idade não gostaria que eles seguissem a mesma profissão que elas, aponta pesquisa da Catho. De acordo com o levantamento, 74,77% dos pais não gostariam que seus filhos seguissem a sua carreira. Entre os adultos que convivem com crianças, esse percentual é de 58,35%. A pesquisa também mostrou que 80% dos pais já conversaram com os filhos sobre futuro profissional. Entre as pessoas com contato cotidiano com crianças, 73% disseram já ter tocado no assunto. Quando questionados se seus filhos já demonstraram interesse em seguir suas profissões, 32,98% dos pais entrevistados declararam que sim. A afirmação também foi feita por 42,98% dos entrevistados que tem contato cotidiano com crianças. “As futuras gerações vão olhar o mercado de trabalho de uma maneira cada vez mais diferente, seja pela escolha da profissão ou pelo aspecto que mais vão valorizar na vida profissional”, afirma Murilo Cavellucci, diretor de gente e gestão da Catho.
Embora muito pais digam não querer que seus filhos sigam suas profissões, 66,39% admitem já terem sugerido que o filho ou a filha seguisse uma determinada carreira. Esse percentual é de 64,14% entre os que convivem com crianças entre três e 12 anos de idade. Em relação à idade ideal para começar a falar sobre o tema, 17% dos pais acredita que o assunto deve ser trazido à tona a partir dos 5 anos. Já outros 20% acreditam que as conversas sobre trabalho só devem começar a partir dos 7 anos. Para 19% dos adultos que têm contato com crianças, a idade certa para falar do futuro profissional é a partir de 12 anos. Entre os aspectos mais valorizados no mercado de trabalho, 75,09% dos pais gostariam que a qualidade de vida fosse o elemento mais importante para seus filhos na escolha por um emprego. Esse também é o item que 74% dos adultos de uma maneira geral gostariam que as crianças mais valorizassem na vida profissional. A pesquisa foi feita com mais de 4 mil pessoas.
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A cada 3 vereadores eleitos neste ano, 1 não tem o ensino médio completo, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números mostram ainda que 26,1% dos candidatos têm superior completo – percentual maior que o da eleição passada, em 2012, quando 23,7% tinham completado um curso universitário. Outros 4% iniciaram uma faculdade, mas ainda não a concluíram. A principal parcela dos vereadores eleitos declarou ter o ensino médio completo. São 21,4 mil dos 57,7 mil candidatos eleitos, o que representa 37% dos total. O índice subiu, pois, há quatro anos, o percentual de eleitos com o mesmo nível de escolaridade era de 35,5%. Já o grau de instrução mais baixo, o de candidatos que apenas leem e escrevem, caiu. Em 2012, 2,3% dos vereadores eleitos se enquadraram nesta categoria; em 2016, o percental é de 1,8% – ou 1.016 novos vereadores.
Proporção das eleições
A proporção de vereadores eleitos que não têm ensino médio completo é parecida com a encontrada considerando todos os candidatos das eleições de 2016. Dados do TSE mostram que 37,1% dos candidatos não têm o ensino médio completo. O índice de candidatos que dizem apenas ler e escrever, porém, é mais elevado: 3% do total. A média dos políticos, no entanto, está acima da brasileira. Segundo o IBGE, metade da população não tem o ensino médio completo e só 12% têm ensino superior.
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A Petrobras informou nesta sexta-feira (14) que reduzirá o preço da gasolina e do diesel nas suas refinarias, pela primeira vez desde 2009. A diretoria executiva da companhia aprovou na véspera a implantação de uma nova política de preços para esses combustíveis, considerando o mercado internacional. O G1 havia antecipado que a queda ocorreria ainda neste ano. A companhia decidiu reduzir o preço do diesel em 2,7% e da gasolina em 3,2% na refinaria. Esses preços entrarão em vigor a partir da zero hora de sábado (15). "Pode-se esperar um maior número de reajustes. A expectativa é que a gente possa fazer uma avaliação mais rápida dos nossos preços", disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Segundo a petroleira, se a redução aplicada na refinaria for integralmente repassada ao consumidor final, na bomba dos postos, o diesel pode cair 1,8%, ou R$ 0,05 por litro. Já a gasolina pode cair 1,4%, ou R$ 0,05 por litro. "Commodities são precificadas pelo mercado. Nós vamos nos referenciar pelo preço de mercado", disse o diretor de refino e gás natural, Jorge Celestino, ao explicar a base da nova política de preços. De acordo com comunicado da Petrobras, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a decisão considerou "o crescente volume de importações, o que reduz a participação de mercado da Petrobras, e também a sazonalidade do mercado mundial de petróleo e derivados".
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O presidente Michel Temer declarou em entrevista à Globo News que considera possível uma revisão do teto dos gastos federais daqui "quatro, cinco anos". Segundo ele, a mudança poderia acontecer caso a economia brasileira retomasse o crescimento. Temer ainda avaliou que a PEC 241, aprovada em primeiro turno na Câmara na última segunda-feira (11), não engessa o país. "Corre a ideia que você está engessando as coisas de uma tal maneira que o Congresso Nacional jamais vai poder modificar aquilo que foi fixado agora. Nós fixamos 20 anos, que é um longo prazo, mas eu pergunto: não se pode daqui, quatro, cinco, seis anos...de repente o brasil cresce, aumenta a arrecadação e pode modificar? Pode. Você propõe uma nova emenda constitucional que reduz o prazo para quatro, cinco anos. O país não ficará engessado em função do teto", assegurou. O presidente ainda afirmou que o governo federal tem como objetivo prestigiar as áreas de saúde e educação. A PEC 241 estipula que, a partir do próximo ano, as despesas da União não poderão crescer mais do que a inflação do ano anterior. "O teto é para as despesas em geral. Não é um teto para educação, um teto para saúde, um teto para cultura, um teto para justiça. Quando nós dizemos que ele será revisável em cada orçamento apenas pela inflação, não significa que não pode ser além da inflação [em cada área]", explicou Temer.
- Bahia Notícias
- 13 Out 2016
- 19:02h
(Foto: Reprodução)
Dados do governo federal preveem que o Nordeste terá a pior seca dos últimos anos. Temendo ser responsabilizado pelo problema, o presidente Michel Temer prepara uma campanha publicitária para minimizar reações negativas. Segundo o Estadão, a equipe do presidente avalia que, se a população for avisada, a reação pode ser minimizada. O ministro da Integração, Helder Barbalho, diz, contudo, que não tem informação sobre o assunto. Em 2017, o prolongamento da estiagem chegará ao sexto ano consecutivo. Ainda conforme o Estadão, a última crise foi entre 1910 e 1915. Na região, obras estruturantes e novas adutoras não ficarão prontas a tempo de resolver o problema. Para diminuir o problema, o governo tem usado carros-pipa. São 6,8 mil atendendo 3,5 mil localidades.