Apenas cinco seções terão mudança de local de votação em três municípios da Bahia; confira

  • Bahia Notícias
  • 21 Out 2026
  • 16:40h

Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) publicou uma nota informando sobre as mudanças dos locais de votação para o segundo turno das Eleições Gerais de 2026. Segundo o TRE, no Estado, apenas cinco seções de votação, em três municípios do interior, passaram por alterações. As mudanças decorrem de inadequações estruturais dos imóveis utilizados no primeiro turno, com o objetivo de assegurar mais conforto e segurança ao eleitorado no dia do pleito. 

 

A Bahia possui 199 zonas eleitorais, sendo 19 delas em Salvador e 180 no interior do estado. Destas, apenas a 63ª zona (município de Lagoa Real); 184ª (Conceição do Almeida); e 185ª (Itanagra) promoveram algum tipo de mudança, feita pelo próprio Cartório.  Ainda assim, as distâncias entre os locais antigos e os novos são próximos, sejam eles imóveis vizinhos, ou com distâncias que variam de 5 a 350 metros. 

 

COMO CONFERIR

É importante que a eleitora e o eleitor consultem o local de votação com antecedência, especialmente aquelas pessoas que não votaram no primeiro turno, e dessa forma evite contratempos e deslocamentos desnecessários. A consulta pode ser feita pelo e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral, baixado gratuitamente; site do TRE-BA, no autoatendimento eleitoral; e WhatsApp, por meio da  assistente virtual Maia no contato (71) 3373-7000, que também funciona como central de atendimento telefônico.


 

ALTERAÇÕES 

  • Em Lagoa Real, as seções 64 e 65 passaram do PSF - Unidade de Saúde da Família – Riachão para o Grupo Escolar Donerio Aguiar.
  • Em Conceição do Almeida, as seções 50 e 51 mudaram da Escola Dr Djalma Rocha Galvão  - sede -  para a Creche Antonio Ribeiro Falcão.
  • Já em Itanagra a seção 86 saiu do Colégio Angelina Garcia Avena e foi para a Escola Municipal Recanto do Saber.

 

As mudanças ainda podem ocorrer até 25 de outubro, data do segundo turno, caso surjam situações excepcionais, que exijam providências da Justiça Eleitoral.

Pesquisa da Palver, a única que cravou Flávio com 47% no 1º turno, mostra o senador com 50% contra 48% de Lula

  • Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
  • 21 Out 2026
  • 16:36h

Foto: Reprodução Band Youtube

O instituto Palver, que no primeiro turno foi o único que acertou o percentual de 47% dos votos válidos para o candidato Flávio Bolsonaro, divulgou sua nova pesquisa nesta quarta-feira (21), e o resultado mostra o senador do PL com dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste segundo turno. 

 

Segundo a pesquisa do Palver, Flávio Bolsonaro registra 50% das intenções de voto, enquanto Lula marca 48%. Eles estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,4 pontos percentuais.

 

Na rodada anterior da Palver, divulgada na última quinta (15), Flávio tinha 50%, e Lula, 49%. Seis dias depois, o senador do PL ficou estável e o líder petista oscilou um ponto para baixo.

 

Na véspera da votação em primeiro turno, a Palver mostrava Flávio com 47% e Lula com 43%. Nas urnas, no dia 4 de outubro, o senador teve 47,03% e o presidente, 45,16%.

 

A pesquisa Palver também mediu a rejeição de ambos. Questionados em quem não votariam “de jeito nenhum”, 49% dos eleitores apontam Lula, e 47% citam Flávio Bolsonaro.

 

Por outro lado, 49% afirmam que votariam “com certeza” no candidato do PL, ante 47% que garantem o voto no atual presidente. Os que dizem que “poderiam votar” somam 2% para Flávio Bolsonaro e 1% para Lula.

 

Outro ponto abordado pela pesquisa Palver foi a certeza do voto no segundo turno. Questionados sobre o que poderia fazê-los mudar de candidato, a grande maioria respondeu que nada alteraria a escolha.

 

Entre os eleitores de Lula, 79% dizem que nada os faria mudar de voto. Entre os de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%.

 

O levantamento foi realizado com cinco mil entrevistados pela Palver de 18 a 20 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo próprio instituto. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,4 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-04612/2026.
 

MPE cobra medidas do TSE para garantir voto de indígenas no segundo turno

  • Bahia Notícias
  • 21 Out 2026
  • 14:09h

Foto: Agência Pública / Divulgação

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, providências para garantir o direito ao voto da população indígena no segundo turno das eleições, marcado para domingo (25). O órgão recebeu relatos de dificuldades de transporte e falta de mesários que falem línguas indígenas durante a votação do primeiro turno.

 

Segundo o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, os problemas foram registrados em Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco, Amazonas e Pará. O MPE solicitou apoio institucional para corrigir os obstáculos e evitar novas restrições ao exercício do voto. Um dos casos envolve a Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.

 

A Justiça Eleitoral negou um pedido da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) para disponibilizar transporte fluvial gratuito, água e alimentação a eleitores de 43 aldeias durante o segundo turno. Na decisão, a juíza Dálethe Borges Messias, da 42ª Zona Eleitoral do Amazonas, reconheceu a importância de garantir o voto dos indígenas em condições de igualdade, mas afirmou que a solicitação foi apresentada fora do prazo necessário para organizar a operação.

 

A magistrada também apontou falta de recursos da Justiça Eleitoral para custear o transporte e a alimentação. A Univaja afirmou que, em eleições anteriores, houve articulação com a Justiça Eleitoral para viabilizar o deslocamento dos eleitores, mas que a logística não foi garantida neste ano. Segundo a entidade, a abstenção indígena no primeiro turno ficou entre 30% e 35%, e a negativa preocupa diante das dificuldades de acesso às seções eleitorais.

 

A Terra Indígena Vale do Javari tem cerca de 8,5 milhões de hectares e abriga mais de 6 mil indígenas, distribuídos em 74 aldeias e sete povos. Localizada no oeste do Amazonas, na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, a região também concentra povos indígenas isolados e enfrenta ameaças como narcotráfico, garimpo ilegal e extração clandestina de madeira.

Doações a Flávio quase triplicam no 2º turno e chegam a 26 vezes o valor recebido por Lula

  • Por Luana Lisboa | Folhapress
  • 21 Out 2026
  • 12:21h

Foto: Vittor Sales / Divulgação

As doações à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) somaram R$ 20,3 milhões de 5 a 16 de outubro no segundo turno. O valor é quase o triplo dos R$ 7,5 milhões recebidos em todo o primeiro turno.

 

No mesmo período, a campanha à reeleição do presidente Lula (PT) recebeu R$ 772,5 mil em doações. O montante arrecadado pelo senador é 26 vezes o do petista.
 

Os dados foram extraídos às 15h desta terça-feira (20) do Divulgacand, sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e incluem receitas lançadas até sexta-feira (16). A conta considera doações feitas diretamente por pessoas físicas e por financiamento coletivo.
 

Todas as doações a Flávio no segundo turno vieram diretamente de pessoas físicas. Lula recebeu R$ 678,9 mil por financiamento coletivo e R$ 94 mil diretamente de eleitores.
 

Na arrecadação total, no entanto, que inclui os recursos públicos repassados pelos partidos, o petista lidera. Lula soma R$ 118,4 milhões, e Flávio, R$ 95,5 milhões. A diferença vem do fundo eleitoral, do qual o PT transferiu R$ 115 milhões à campanha do presidente, e o PL, R$ 47 milhões à do senador.
 

Flávio terminou o primeiro turno, em 4 de outubro, à frente de Lula. O senador obteve 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% do petista. Os dois disputam o segundo turno neste domingo (25).
 

A maioria das doações a Flávio se concentrou nos últimos dias do levantamento. De 13 a 16 de outubro, a campanha recebeu R$ 17,5 milhões de pessoas físicas, 85,6% do total do segundo turno. Não há receitas registradas entre os dias 10 e 12.
 

Ao longo de toda a campanha, Lula teve mais doadores, 571, ante 462 de Flávio. As contribuições ao senador, porém, são maiores. Metade dos doadores de Flávio deu até R$ 5.000, e metade dos de Lula, até mil reais.
 

As doações ao candidato do PL também são mais concentradas. Dezessete doadores deram R$ 500 mil ou mais cada um e somam R$ 12,9 milhões, 46% de tudo o que o senador recebeu de pessoas físicas. Na campanha de Lula, apenas uma pessoa física doou mais de R$ 100 mil.
 

O maior doador de Flávio é o empresário do agronegócio Elói Vitório Marchett, com R$ 2 milhões, em 15 de outubro. Nelson José Vigolo, também empresário do ramo, doou R$ 1,1 milhão no dia 13.
 

Angela Cristina Cattozatto Fortunato, esposa de Francisco Fortunato, presidente e acionista do Grupo OCQ, do setor químico, doou R$ 1 milhão.
 

O maior doador de Lula é o empresário Erasmo Carlos Battistella, fundador e CEO da Be8, empresa de biodiesel, que deu R$ 500 mil ainda no primeiro turno, em 4 de setembro. O valor equivale a um quarto de tudo o que o petista recebeu de pessoas físicas. No mesmo dia, ele doou o mesmo valor a Flávio.
 

No segundo turno, os maiores doadores do petista foram Guido Mantega, ministro da Fazenda nos dois primeiros mandatos do presidente, e Luis Alberto de Mendonça Sabanay, pastor presbiteriano e militante, com R$ 20 mil cada. A doação de Sabanay foi estimável em dinheiro, ou seja, feita em bens ou serviços. Os demais aportes do período foram de até R$ 10 mil.
 

Na arrecadação total, liderada pelo petista, o valor vem dos fundos públicos repassados pelos partidos. A maior vantagem do mandatário vem do fundo eleitoral, verba pública distribuída aos partidos em anos eleitorais.
 

O PT transferiu R$ 115 milhões do fundo à campanha, 97% de tudo o que o presidente arrecadou. Desse valor, R$ 30 milhões chegaram depois do primeiro turno, em repasses nos dias 8 e 16 de outubro.
 

O PL repassou a Flávio R$ 47 milhões do fundo eleitoral, todos antes do primeiro turno, além de R$ 13,7 milhões do Fundo Partidário. Somados a outros R$ 7 milhões em recursos da sigla, os repasses do partido representam 71% da arrecadação do senador.
 

Desses R$ 7 milhões, R$ 6 milhões foram registrados como doações estimáveis da direção nacional do PL. A prestação de contas não informa a que bens ou serviços eles correspondem. Os valores não incluem doações feitas diretamente aos partidos.
 

Desde 2015, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), empresas não podem doar a campanhas eleitorais. Pessoas físicas podem contribuir com até 10% dos rendimentos brutos declarados no ano anterior à eleição.
 

Segundo o TSE, os recursos arrecadados podem ser usados em despesas como produção de material gráfico, propaganda eleitoral, aluguel de espaços para eventos, deslocamento de candidatos, funcionamento de comitês, contratação de pessoal e uso de carros de som.

AGU busca recuperar R$ 190 milhões de integrantes do PCC e do CV

  • Bahia Notícias
  • 21 Out 2026
  • 10:24h

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou quatro ações civis, nesta terça-feira (20), para recuperar bens, no valor de R$ 190,3 milhões, de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho. Segundo a Agência Brasil, as ações são baseadas na Lei 15.358 de 2026 (Lei Antifacção), que permite o perdimento civil de bens de origem ilícita independentemente de condenação criminal prévia.

 

“A iniciativa representa uma nova frente de atuação do Governo brasileiro no combate ao crime organizado, com o objetivo de identificar, bloquear e recuperar patrimônio de origem ilícita.”, destacou o governo federal, em nota. 

 

Três das ações envolvem 87 réus e estão relacionadas a investigações sobre organizações criminosas vinculadas ao (PCC), especialmente em esquemas de contrabando de cigarros paraguaios e agrotóxicos proibidos. As investigações ocorreram no âmbito das operações Marola, Delivery e Contaminatus. 

 

A quarta ação decorre da Operação Hinterland e busca recuperar patrimônio relacionado ao tráfico internacional de cocaína para a Europa e à lavagem de capitais. As investigações identificaram movimentações financeiras vultosas além da comercialização de aeronaves, veículos de luxo, empresas e pedras preciosas.

 

“A estratégia da AGU busca ultrapassar a responsabilização individual dos autores dos crimes, alcançando também financiadores, beneficiários econômicos, empresas de fachada, familiares e terceiros utilizados para ocultar patrimônio ilícito. Para isso, a AGU atua no rastreamento de ativos, na identificação dos verdadeiros beneficiários dos bens”, destacou o governo, em nota.

 

As ações foram propostas pela Procuradoria-Geral da União (PGU/AGU) em varas da Justiça Federal nos estados do Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul.

 

Os recursos e os bens recuperados ou confiscados das organizações criminosas serão investidos principalmente no fortalecimento do aparato de segurança pública por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública ou dos fundos de segurança pública estaduais.

Roger Waters chama Jair e Flávio Bolsonaro de "babacas" e pede que brasileiros votem em Lula "por Marielle"

  • Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
  • 21 Out 2026
  • 08:37h

Foto: Ricardo Stuckert

Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta terça-feira (20), o músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, manifestando seu apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fez duras críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

 

O músico disse no vídeo que adora o Brasil, que conheceu Lula e que ele “é um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”. Waters incentivou os brasileiros a votarem no líder petista e pediu que haja um forte comparecimento nas urnas no próximo domingo (25). 

 

“Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”, afirmou.

 

Em relação ao senador Flávio Bolsonaro, Roger Waters falou dos vínculos do candidato do PL com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O músico também criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “asshole”, ou “babaca”.  

 

“[Flávio] Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, disse.

 

Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018 pelos milicianos Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. O músico fez uma vinculação entre o assassinato com o candidato Flávio Bolsonaro. 

 

“Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou Roger Waters. 

Justiça do Rio encerra recuperação judicial da Americanas após fraude

  • Por Diego Felix | Folhapress
  • 20 Out 2026
  • 16:28h

Foto: Reprodução/Bahia Notícias

A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira (19) o encerramento da recuperação judicial da Lojas Americanas, quase três anos após a varejista pedir proteção contra credores na esteira de um dos maiores escândalos de fraude contábil do varejo brasileiro.
 

O juiz Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, da 4ª Vara Empresarial do Rio, considerou cumpridas todas as obrigações do plano de recuperação que venciam em até dois anos após a homologação, ocorrida em fevereiro de 2024. A administradora judicial e o Ministério Público do Rio apoiavam o fim da recuperação da rede, que ainda incluía as subsidiárias B2W Digital Lux, JSM Global e ST Importações.
 

Segundo o magistrado, o encerramento da recuperação não afasta a insatisfação de credores, que ainda podem apontar descumprimento do plano ou pedir a falência da empresa.
 

Hoje, a principal resistência é de credores com títulos em moeda estrangeira, os chamados bondholders, que alegavam que seus créditos foram convertidos de dólares para reais sem autorização, o que teria resultado em pagamento menor.
 

O juiz, no entanto, rejeitou o argumento e disse que esses credores aprovaram o plano em assembleia sem ressalvas, assinando os documentos de adesão à modalidade de pagamento escolhida.
 

"Não se pode admitir que o credor se beneficie da modalidade e, depois de receber, conteste o critério que a viabilizou", disse Ferreira na decisão.
 

Credores menores, como fornecedores de tintas e medicamentos, reclamavam de não ter recebido ou pediam informações sobre os pagamentos. Para o magistrado, esses casos seguem as regras gerais do plano e não impedem o encerramento, com disputas sobre o valor dos créditos correndo normalmente na Justiça.
 

Em fato relevante ao mercado, a Americanas disse que o encerramento da recuperação judicial representa um "marco importante na trajetória da companhia" e inaugura uma nova etapa de seus negócios.
 

CEO da Americanas S.A., Fernando Soares afirma que nos últimos dois anos a companhia implementou um plano de readequação e apresentou indicadores crescentes de rentabilidade. No período, o ganho operacional subiu R$ 500 milhões, com crescimento de 9,3% no primeiro semestre de 2026 e aumento de 10,3% na receita bruta por m² no mesmo período.
 

"A Americanas sofreu com todo o processo, mas sai mais forte e com fôlego renovado para retomar a posição de relevância no varejo físico brasileiro", disse Soares.
 

No pregão desta segunda-feira na B3, a Americanas encerrou o dia com as ações negociadas a R$ 5,97, alta de 6,99%
 

RELEMBRE O CASO
 

Quando pediu recuperação, em janeiro de 2023, a Americanas reportou uma dívida de cerca de R$ 43 bilhões, sendo mais de 16,3 mil credores. A ação foi protocolada dias após a revelação de "inconsistências contábeis" de R$ 20 bilhões em seu balanço.
 

À época, o então CEO do grupo, Sérgio Rial, anunciou seu desligamento da empresa menos de duas semanas após assumir o posto e revelou o tamanho da fraude. Desde então, uma investigação de mais de três anos teve início e seus desdobramentos seguem movimentando o judiciário brasileiro.
 

Com dificuldades decorrentes da alta dos juros, as fraudes contábeis eram uma forma de manter linhas de crédito abertas junto a bancos e governo. Essa maquiagem de balanço era feita através da criação de créditos fictícios em contratos de verba de propaganda cooperada (VPC), que reduziam a contabilização de obrigações com fornecedores.
 

Ao mesmo tempo, a companhia também operava com um grande volume de operações de risco sacado, em que um banco antecipa ao fornecedor o valor que a varejista deveria pagar e se torna o credor da loja, cobrando um juro por isso.
 

Como as operações de risco sacado foram ficando cada vez maiores, a diretoria do grupo foi, ao longo dos anos, maquiando os balanços divulgados ao mercado.
 

Só com os contratos de VPC, a Americanas manipulou mais de R$ 21,7 bilhões. Com o risco sacado foram outros R$ 18,4 bilhões, além das operações de financiamento de capital de giro (R$ 2,2 bilhões).
 

As investigações apontam que as fraudes foram "executadas e mascaradas" pela diretoria da companhia, que apresentava relatórios maquiados aos conselheiros. Na semana passada, a Justiça do Rio de Janeiro acolheu denúncia do MPF (Ministério Público Federal) e tornou réus 12 ex-executivos da companhia por envolvimento na fraude.
 

Segundo os procuradores, nenhuma das delações ou provas obtidas nos mais de três anos das investigações apontava que os acionistas tivessem ordenado ou tomado ciência do cometimento de fraudes.
 

O trio de bilionários Beto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles, acionistas de referência, nunca foi denunciado formalmente.
 

Em junho deste ano, no entanto, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra Sicupira, Paulo Alberto Lemann (ex-conselheiro e filho de Jorge Paulo) e Eduardo Saggioro (atual presidente do conselho de administração) por suposto conhecimento das fraudes.
 

Na ocasião foram bloqueados bens em até R$ 54 bilhões, porém um grupo de procuradores do MPF pediu o desbloqueio alegando que nenhuma delação ou prova obtida apontava que os acionistas soubessem do cometimento de fraudes da diretoria, liderada pelo ex-CEO Miguel Gutierrez -o que ele sempre negou.

Filho de Daniela Mercury oferece pix para quem apresentar proposta de Flávio Bolsonaro a favor do trabalhador

  • Bahia Notícias
  • 20 Out 2026
  • 14:15h

Foto: Instagram

O cantor e compositor Gabriel Mercury, filho da cantora Daniela Mercury, viralizou nas redes sociais com um desafio para virar votos em Salvador. O artista escolheu um dos lugares mais movimentados da capital baiana para propor aos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) que mostrassem um projeto do candidato à favor do trabalhador.

 

Com uma placa em uma das escadarias da Estação da Lapa, o artista oferecia um pix de R$ 150 para quem conseguisse apresentar um projeto do filho de Jair Bolsonaro, que disputa com Lula (PT) o cargo de presidente do Brasil no segundo turno das eleições.

 

Nos comentários da postagem feita no Instagram, os seguidores de Gabriel pontuaram a falta de participação dos eleitores. "É mais fácil o Saci-Pererê cruzar as pernas!", escreveu uma internauta. "Mais fácil tirar na mega-sena", comentou outro. 

 

Gabriel integra o grupo 'Estação Vira-Voto', que tenta conseguir mais votos para Lula. "Faço parte de um grupo que vai as ruas conversar com as pessoas com o intuito de trazer a verdade para o eleitor. Estamos precisando de mais pessoas com urgência para atuarmos a semana inteira", convocou o artista em uma outra postagem.

 

Assim como a mãe, Gabriel se engajou em causas políticas. O artista participou do Ato Pela Democracia, que foi realizado no último domingo (18), em Salvador, e também participou da campanha em vídeo com artistas de todo o Brasil a favor da reeleição de Lula.

Fátima Bernardes surpreende, revela posicionamento político nas redes sociais e faz apelo: "Eu tô preocupada"

  • Bahia Notícias
  • 20 Out 2026
  • 12:21h

Foto: Multishow

A jornalista Fátima Bernardes revelou nas redes sociais seu voto para o segundo turno das eleições. Após 37 anos de Globo, respeitando uma regra da própria emissora de não se pronunciar politicamente, a ex-âncora do Jornal Nacional e apresentadora do 'Encontro', declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente.

 

Por meio de um vídeo publicado no Instagram, Fátima defendeu seu voto e explicou o motivo pelo qual escolheria Lula. 

"Oi, o vídeo é longo, mas eu peço que você fique comigo até o fim. Afinal, somos amigos e, principalmente, amigas de longa data. Sempre me senti respeitada e tive grande respeito pelo que nós construímos juntos na TV e, agora, nas diversas plataformas. Você não precisa ser lulista nem petista para votar no Lula e no Alckmin. Basta você ser um defensor da democracia, das liberdades, dos direitos que já conquistamos, do respeito a todas as famílias e credos”, afirmou.

 

A apresentadora pontuou ainda que sua escolha era baseada nos ensinamentos recebidos dos pais. “Diante de tudo que eu aprendi com meu pai militar e com a minha mãe dona de casa, eu tô preocupada. Com eles aprendi sobre respeito ao próximo, sobre trabalhar pela minha independência, pela minha liberdade, sobre viver e resolver os problemas na base da conversa sem violência”, declarou.

 

Fátima não foi a única ex-jornalista da Globo a se posicionar politicamente. O ex-apresentador do Bom Dia Brasil declarou apoio ao presidente e participou do Ato Pela Democracia no último domingo (18).

 

Os posicionamentos só puderam ser feitos após deixar a emissora. Entre os princípios editoriais da Globo está escrito de forma explícita:

 

"Os jornalistas do Grupo Globo na?o podem se engajar em campanhas poli?ticas, de forma alguma: nelas trabalhando, anunciando publicamente apoio a candidatos ou usando aderec?os que os vinculem a partidos. Em seus manuais de redac?a?o, os vei?culos devem criar normas de quarentena para receber de volta jornalistas que tenham pedido demissa?o a fim de trabalhar para partidos, candidatos ou governos."

Big Data: Flávio mantém liderança no segundo turno, marcando 52% contra 48% de Lula em votos válidos

  • Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
  • 20 Out 2026
  • 10:06h

Foto: Reprodução Band Youtube

Faltando apenas seis dias para o segundo turno das eleições 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue liderando a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora com margem no limite da margem de erro. É o que mostra a nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (20), que apresenta o candidato do PL com 52% das intenções de voto contra 48% do líder petista. 

 

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, a diferença de quatro pontos percentuais entre Flávio e Lula representa um empate técnico no limite da margem de erro do levantamento Big Data.

 

Na modalidade estimulada, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro alcança 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Os votos brancos e nulos representam 5% das respostas, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

 

Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, o senador também aparece numericamente à frente. Flávio Bolsonaro registra 47% nas menções espontâneas, enquanto Lula alcança 44%.

 

Nessa modalidade da pesquisa Big Data, 5% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco ou anular o voto. Outros 4% não souberam responder.

 

O levantamento revela que, entre os homens, o candidato Flávio Bolsonaro registra 52% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 41%. A vantagem numérica do senador nesse segmento é de 11 pontos percentuais.

 

No eleitorado feminino, entretanto, este cenário se inverte. O presidente Lula alcança 49% das intenções de voto, contra 45% do candidato do PL, uma diferença de quatro pontos percentuais favorável ao petista.

 

A renda dos entrevistados também apresenta relação com as preferências eleitorais. Lula obtém seu melhor desempenho entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, segmento no qual registra 54% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 39% nesse grupo.

 

Entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos, o senador do PL apresenta uma vantagem numérica mais expressiva. Flávio alcança 61% das intenções de voto, enquanto Lula registra 33%, uma diferença de 28 pontos percentuais.

 

A pesquisa também avaliou a rejeição aos dois candidatos que disputam a Presidência da República. Nesse indicador, Lula registra 35%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. A diferença é de dois pontos percentuais.

 

Outros 28% dos entrevistados afirmaram rejeitar tanto o presidente quanto o senador. Já 4% declararam não rejeitar nenhum dos dois candidatos.

 

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o território nacional entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02952/2026.

Permissão a bets fez afastamentos do trabalho por vício em jogo aumentar mais de 400% em dois anos

  • Por Luany Galdeano | Folhapress
  • 20 Out 2026
  • 08:31h

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O número de afastamentos no trabalho provocados pelo vício em apostas cresceu 441% em dois anos, a partir da regulamentação das bets, em dezembro de 2023. Naquele ano, 67 pessoas receberam auxílio por incapacidade temporária do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devido à ludopatia, número que saltou para 363 em 2025, segundo dados do Ministério do Trabalho.

 

No período analisado, houve também alta no total de desligamentos entre pessoas com ludopatia que já estavam temporariamente afastadas do trabalho para tratamento, de acordo com estudo antecipado à Folha pela pasta.
 

A fatia de contratos formais encerrados entre trabalhadores desse grupo passou de 35% do total em 2023 para 42,5% em 2025. Ou seja, 4 em cada 10 beneficiários do auxílio por ludopatia saíram de seu emprego formal ao término do ano passado.
 

A maioria, quase 70%, foi a pedido dos trabalhadores ou sem justa causa, seguindo uma tendência padrão do mercado de trabalho.
 

Paula Montagner, subsecretaria de Estatísticas e Estudos do Trabalho e autora do estudo, diz que não há dados suficientes para confirmar que a alta no número de demissões foi provocada pelo vício em jogos.
 

Mas ela afirma que os poucos dados disponíveis são bastante claros em relação ao vício que os jogos eletrônicos criam.
 

"A restrição aos jogos é uma medida que busca recuperar a saúde mental dos brasileiros, em especial dos trabalhadores que, na busca de alguma ajuda financeira, terminam endividados em proporções desesperadoras", afirmou.
 

O levantamento foi feito pela Subsecretaria de Estatísticas e Estudos do Trabalho, com base em informações do Ministério da Previdência Social e do Ministério do Trabalho. O auxílio é concedido quando o segurado fica temporariamente incapaz de trabalhar devido ao vício em jogos, com necessidade de ser afastado para tratamento médico ou psiquiátrico.
 

Ainda segundo o estudo, homens foram os principais afetados e correspondem a 7 em cada 10 beneficiários do auxílio ligado à ludopatia. Por faixa etária, quase 67% têm entre 30 e 49 anos.
 

A ludopatia é descrita como transtorno mental pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A comprovação decorre de perícia médica oficial do INSS atestando que o vício impede o exercício do trabalho.
 

"Estes dados iniciais ainda precisam ser tomados com bastante cuidado, na medida em que representam grupos reduzidos que têm acesso a esse benefício. No entanto, ilustram os problemas associados à patologia do jogo que precisa ser combatida de forma bastante radical", afirma trecho do estudo.
 

As casas de apostas foram regulamentadas no fim de 2023, quando puderam ampliar a publicidade para conquistar novos jogadores. Em 2024, primeiro ano de vigência das regras, o total de afastamentos do trabalho por vício em bets saltou para 136, mais que o dobro do registrado no ano anterior.
 

Segundo o levantamento, a legalização dos jogos mostra associação estreita com o aumento de casos de ludopatia na população. Há, no entanto, poucos estudos nacionais sobre essa comorbidade.
 

As bets foram proibidas no Brasil em 25 de setembro deste ano, a nove dias do primeiro turno das eleições, como uma aposta para alavancar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Até a proibição, o governo havia vendido 85 outorgas a R$ 30 milhões cada com permissão para explorar a atividade por cinco anos.
 

Como mostrou a Folha, 43,8 milhões de brasileiros já tinham apostado até o fim de agosto deste ano. A quantidade de jogadores ativos vinha em queda até a proibição, devido a restrições já implementadas contra beneficiários de programas sociais e do programa Desenrola, contra o endividamento.
 

Os brasileiros depositaram R$ 220,6 bilhões nas bets em 2025. Do total, R$ 36,9 bilhões representaram perdas para os apostadores, que se converteram em receitas para as empresas.
 

O veto às apostas online pode liberar até cerca de R$ 40 bilhões por ano no orçamento das famílias, segundo levantamento feito pela Folha. A estimativa leva em conta o montante da receita bruta obtido em um ano pelas empresas de apostas online até então autorizadas. Ou seja, o valor perdido pelos apostadores.
 

Procurado nesta segunda-feira (19), o IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável) não respondeu ao pedido de manifestação da reportagem.

 

Dois terços dos brasileiros apoiam a mudança da jornada de trabalho 6x1, segundo pesquisa BTG/Nexus

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 19 Out 2026
  • 18:25h

Foto: Pedro Gontigo/Senado Federal

Um percentual de 66,2% dos eleitores apoia a aprovação do projeto que modificou a jornada de trabalho 6x1, enquanto 26,4% não concordam com a decisão do Congresso de aprovar a matéria. A visão positiva dos brasileiros sobre a redução da jornada foi apurada pela pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (19). 

 

O projeto que modifica a jornada 6x1 foi aprovado no Senado na última quarta (14). Em sessão solene convocada pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), na última sexta (16), e que contou com a presença do presidente Lula, a emenda constitucional da mudança de jornada foi promulgada e já está valendo.

 

Entre os eleitores que dizem votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, o apoio ao projeto da jornada 6x1 chega a 91,4%, contra apenas 5,35% de desaprovação. Já entre os eleitores do senador Flávio Bolsonaro (PL), a aprovação cai para apenas 41,1%, enquanto a desaprovação é de 48,6%.  

 

O levantamento apurou que o maior apoio à aprovação do projeto de mudança da jornada se deu em meio a quem declara ser trabalhador doméstico, com 81,7% de aprovação à mudança de jornada. Veja abaixo como se colocou o apoio entre divisões de pessoas por trabalho remunerado:

 

Sou trabalhador doméstico - 81,7%
Sou empregado do setor público - 75,9%
Sou empregado do setor privado - 67,3%
Trabalho por conta própria - 58,5%
Microempreendedor individual (MEI) - 50,8%
Sou empresário - 36,1%

 

Na estratificação de eleitores por diversos recortes, é possível avaliar que a mudança na jornada de trabalho tem mais apoio entre as mulheres, em meio aos mais jovens, junto a quem tem apenas o ensino fundamental e recebe apenas um salário mínimo, e mais forte na região Nordeste.

 

Confira abaixo como é colocado o apoio ao projeto da jornada 6x1 em meio aos diversos estratos da população:

 

Mulheres - 70,9%
Homens - 61%

 

16 a 24 anos - 72,6%
25 a 40 anos - 63,8%
41 a 59 anos - 66,3%
60 anos ou mais - 66%

 

Ensino fundamental - 73,1%
Ensino médio - 62,3%
Ensino superior - 63,2%

 

Católicos - 68,8%
Evangélicos - 60%
Outras religiões - 62,9%
Sem religião - 73,7%

 

Até 1 salário mínimo - 78.3%
De 1 a 2 salários mínimos - 72,7%
De 2 a 5 salários mínimos - 62,9%
Acima de 5 salários mínimos - 57,7%

 

Região Norte/Centro-Oeste - 66,9%
Região Nordeste - 78,8%
Região Sudeste - 62,4%
Região Sul - 54,1%

 

Capital - 68,8%
RM - 65%
Interior - 65,4%

 

A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.002 eleitores de 16 a 18 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04499/2026.

Flávio mantém liderança nos votos válidos, mas com margem apertada contra Lula, diz AtlasIntel

  • Bahia Notícias
  • 19 Out 2026
  • 16:30h

Foto: TV Band

A nova rodada da  AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta segunda-feira (19), aponta que o senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro soma 51,1% dos votos válidos e segue a frente do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

 

Ainda segundo o levantamento, Lula alcança 48,9% dos votos válidos. Considerando a margem de erro de 1 ponto percentual, Flávio varia entre 50,1% e 52,1% dos votos válidos, ao passo que Lula oscila entre 47,9% e 49,9%. 

 

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18 de outubro e traz Flávio numericamente à frente do petista na disputa presidencial. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi realizado com 4.998 respondentes em todo o território nacional, através de recrutamento digital aleatório, sob o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE): BR-02418/2026.

 

No levantamento dos votos totais, que contabiliza indecisos, votos brancos e nulos, Flávio Bolsonaro registra 49,8% das intenções de voto, contra 47,6% de Lula. Os eleitores que declararam voto em branco, nulo ou que não souberam responder somam 2,6%.

 

Na pesquisa anterior, do dia 8 de outubro, logo após o primeiro turno das eleições, Flávio tinha 51,1% das intenções de voto, contra 45,7% de Lula. A série temporal mostra que o petista encurtou a diferença do adversário em 2 pontos percentuais em dez dias.

Anitta entra com ação na Justiça contra Luiz Bacci após ofensas em programa por apoio a Lula

  • Bahia Notícias
  • 19 Out 2026
  • 14:10h

Foto: Globo/ Record

Anitta entrou com uma ação contra o jornalista Luiz Bacci, ex-Record, após o apresentador divulgar em seu canal no YouTube ofensas contra a cantora pelo posicionamento político dela. As informações são da coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo'.

 

Na ocasião, o jornalista acusou a artista de pôr “macho no palco para chupar sua xereca” durante o programa 'Show do Bacci'. A declaração foi dada por Anitta se posicionar a favor de Lula e declarar voto ao candidato petista no segundo turno das eleições.

 

A defesa da cantora pediu para que os conteúdos ofensivos sejam removidos imediatamente. Segundo a publicação, Anitta não estabeleceu, até o momento, um valor na ação por danos morais e materiais.

 

Partido Novo aciona o TSE para tentar barrar shows de artistas em atos pró-Lula

  • Bahia Notícias
  • 19 Out 2026
  • 14:08h

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Partido Novo entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar barrar os atos musicais com participação de artistas que aconteceram em apoio ao presidente Lula (PT), candidato à reeleição, em todo o país no domingo (18).

 

De acordo com o Novo, os atos seriam showmícios em favor de Lula, o que é vedado pela legislação eleitoral. Para o partido, a divulgação de peças com o número 13, a articulação entre atos estudantis e a participação de artistas conhecidos configuram elementos de showmício.

 

A ação também pediu que os organizadores apresentem contratos, notas fiscais, comprovantes de pagamento e comunicações relacionadas à realização dos eventos.

 

“Usar showmício em período de campanha eleitoral é contra a lei e as regras eleitorais precisam ser respeitadas. O que estamos pedindo é transparência sobre a finalidade dos eventos, seus custos e quem está pagando a conta. A Justiça Eleitoral deve esclarecer se houve uso de estruturas externas para promover uma candidatura fora das regras de financiamento e propaganda,” afirmou o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro.

 

DECISÃO

No entanto, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral, rejeitou o pedido do Partido Novo para suspender as manifestações. Para ele, eventos convocados por organizações da sociedade civil e coletivos de artistas não se transformam automaticamente em showmício, nem podem ser presumidos como ilícitos. Eles podem ocorrer no exercício da liberdade de manifestação.

 

“A Justiça Eleitoral não pode impor proibições gerais e antecipadas ao exercício de direitos fundamentais com fundamento tão somente na presunção de que determinadas manifestações poderão resultar em práticas ilícitas,” disse o relator.

 

ATOS

No Rio de Janeiro, o evento contou com a participação de Caetano Veloso, Djavan, Chico Buarque, Marisa Monte, Marina Sena, Xamã e Jão. Em Salvador, o ato foi liderado pela cantora Daniela Mercury e teve a participação de Gilberto Gil, Liniker e BaianaSystem. Já em São Paulo, estavam presentes Emicida, Rashid, Karol Conká, Jotapê e Projota.