Musk volta a assessorar governo Trump em estudo sobre futuro das guerras

  • Bahia Notícias
  • 02 Out 2026
  • 18:25h

Foto: Divulgação / Casa Branca

O bilionário Elon Musk voltará a atuar oficialmente como assessor do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um estudo sobre o futuro dos conflitos militares.

 

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30) pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, durante um discurso na base militar de Quantico, na Virgínia.

 

Segundo Hegseth, Musk será um dos responsáveis pelo chamado “Projeto Meridian”, iniciativa que pretende reunir especialistas para analisar como as guerras devem evoluir nos próximos anos.

 

“Estamos aproveitando uma fonte única de vantagem americana, uma que nossos adversários não têm: nossos inovadores, nossas grandes lideranças e nossos tecnólogos”, afirmou o secretário.

 

O projeto marca uma nova aproximação formal de Musk com o governo Trump após o bilionário ter deixado, em 2025, a função de conselheiro especial da administração.

Drogas e munições são apreendidas pela PM no bairro da Mata Escura, em Salvador

  • Bahia Notícias
  • 02 Out 2026
  • 16:01h

Foto: PM/BA

Militares da 48ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM-BA) apreenderam drogas e munições na localidade do Bate-Folha, no bairro de Mata Escura, em Salvador, na noite desta quarta-feira (30). A ação ocorreu durante patrulhamento dos agentes no local. Na ocasião, eles foram recebidos a tiros por cerca de quatro indivíduos armados. Houve o devido revide e, após cessar os disparos, os suspeitos fugiram em direção a uma área de mata.

 

Durante a varredura no local, foram encontrados e apreendidos 306 pinos de cocaína, 11 sachês e 2 porções de maconha, 58 munições calibre 5,56, uma munição calibre 7,62, dinheiro em espécie e uma roupa camuflada.

 

Os suspeitos não foram localizados e nenhum policial ficou ferido. Todo o material apreendido foi apresentado à autoridade policial competente, onde foram adotadas as medidas cabíveis.

Fachin nega pedido de suspeição contra ministro Flávio Dino feito por Flávio Bolsonaro

  • Por Luísa Martins e Anna Júlia Lopes | Folhapress
  • 02 Out 2026
  • 14:45h

Foto: Bruno Moura / STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou nesta quinta-feira (1º) o pedido de suspeição feito pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ministro Flávio Dino.
 

A defesa do senador havia feito o pedido na quarta-feira (30) para que o magistrado fosse declarado suspeito para tratar de processos relativos ao próprio Flávio, e também ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à disputa presidencial.

Trajetória de Leonardo após morte de Leandro vai virar filme; confira

  • Bahia Notícias
  • 02 Out 2026
  • 12:28h

Foto: Divulgação/Bahia Notícias

Os testes para a formação do elenco do longa “Não Aprendi a Dizer Adeus”, cinebiografia sobre a trajetória de Leandro e Leonardo, já começaram. O filme será dirigido por Jayme Monjardim e conta com a produção da Paris Filmes.

 

Luiz Carlos Vasconcelos, Cyria Coentro, Eduardo Borelli e João Henrique são alguns dos nomes cotados para o longa. Enquanto Alessandra Maestrini está sendo pensada como uma possível “Ede Cury”, assessora de imprensa, que faleceu em 2025, que trabalhou com Leonardo desde a época com Leandro. A equipe de produção está nos preparativos para o filme, enquanto o elenco é escolhido. O início das filmagens está previsto para o começo de novembro. 

 

O roteiro focará na trajetória de Leonardo após a morte de Leandro, em 1998, vítima de um tumor de Askin, com os acontecimentos posteriores à perda do irmão ocupando um espaço central. A cinebiografia já era comentada no mercado musical, porém nunca foi confirmada oficialmente.

Caiado diz que o STF e o TSE "destruíram o processo eleitoral" e Zema afirma que "o povo dará a resposta"

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 02 Out 2026
  • 10:25h

Foto: Reprodução Redes Sociais

Em entrevista e vídeos postados em redes sociais, os candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões da Justiça que acabaram levando ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). 

 

Para Ronaldo Caiado, o cancelamento do debate foi um “atentado à democracia brasileira”. O candidato também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

“Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, afirmou Caiado. 

 

O ex-governador de Goiás usou a expressão “ditadura da toga” ao criticar as decisões do ministro GIlmar Mendes e da ministra Estela Aranha, na noite desta quinta. 

 

“As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, disse Caiado.

 

Na mesma linha, o candidato Romeu Zema criticou o cancelamento do debate da TV Globo e afirmou que a falta de um confronto de ideias representa uma perda para o país e para a democracia. 

 

“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, disse Zema ao comentar a decisão. 

 

Para Zema, o Brasil vive uma situação de “vergonha nacional”. O ex-governador de Minas Gerais citou reportagens da imprensa internacional sobre a atuação do STF. O candidato ainda criticou o ministro Flávio Dino e disse acreditar que sua atuação busca beneficiar o presidente Lula, que o indicou ao STF. 

 

“Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, completou Zema, que garantiu que não irá desistir de sua candidatura.

No Flow, Lula ironiza Luciano Huck e Globo por relação com Vorcaro e diz que

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 02 Out 2026
  • 08:36h

Foto: Reprodução Youtube

Durante sua entrevista ao podcast Flow, na noite desta quinta-feira (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ironizou o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, ao comentar sua relação com Daniel Vorcaro. Na conversa com o apresentador Igor Coelho, Lula disse que “está ficando todo mundo nu”, e citou viagens em avião do banqueiro e o patrocínio ao programa de Huck.

 

“Até o Luciano Huck, que aparece de vez em quando querendo ser político, o cara moderno, que não tá na política, que é de fora, fez um curso não sei aonde”, afirmou. O podcast Flow chegou a ter mais de 1,6 milhão de pessoas simultaneamente a entrevista.

 

Lula afirmou que o apresentador Luciano Huck utilizava o avião de Vorcaro “para baratear os custos do programa dele junto à Globo”. O presidente também mencionou o financiamento da atração do apresentador na TV Globo por um banco ligado ao empresário. “Então, tá ficando todo mundo nu diante da sociedade”, declarou.

 

O comentário ocorre após a divulgação de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro. Os registros mostram que Luciano Huck utilizou uma aeronave fornecida pelo banqueiro para viajar à Europa e entrevistar Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, em 2024. O avião levou o apresentador até Varsóvia, na Polônia, de onde ele seguiu para Kiev.

 

As conversas também detalharam negociações para o patrocínio do Will Bank ao “Domingão com Huck”. Nas mensagens, o apresentador menciona R$ 83 milhões em mídia para a Globo e R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, valores vinculados ao acordo de publicidade. 

 

Depois de citar Huck, Lula ampliou a crítica a senadores e deputados e classificou o conjunto das revelações como “uma putaria”. Em seguida, defendeu o aprofundamento das apurações:

 

“A gente descobre uma sequência de senadores, deputados, tudo com as meninas da Suíça, da Suécia, sei lá. Ou seja, virou uma putaria, desculpa o palavrão”, afirmou Lula.

 

Em outro momento da entrevista, o presidente Lula também ironizou a TV Globo por suposta defesa da manutenção das apostas e das bets. Lula disse que a emissora não gostou da medida provisória que proibiu as bets no Brasil.

 

"A Globo vai ficar chateada comigo com o fim das bets, porque é dona da BetMGM", colocou.

Fogo na Serra das Éguas acende alerta em Brumado durante período de calor intenso

  • Brumado Urgente
  • 01 Out 2026
  • 18:32h

Foto: Laércio de Morais

Um incêndio atinge a Serra das Éguas, em Brumado, durante este período de forte calor. O fogo na vegetação chama a atenção para os riscos ambientais e os cuidados com a saúde. A situação exige atenção, especialmente pela possibilidade de propagação das chamas. A origem do incêndio ainda precisa ser esclarecida pelas autoridades competentes.

As altas temperaturas podem favorecer o ressecamento da vegetação e o avanço do fogo. Entretanto, o calor, por si só, não permite afirmar o que provocou o incêndio. A população deve evitar queimadas e nunca descartar cigarros acesos na vegetação. Ao identificar focos de fogo, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Durante o calor intenso, beber água frequentemente é essencial para evitar a desidratação. Também é recomendado evitar exposição prolongada ao sol e exercícios nos horários mais quentes. Roupas leves e a permanência em ambientes frescos ajudam a reduzir os efeitos das altas temperaturas. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção especial.

A fumaça das queimadas também pode provocar irritação nos olhos e agravar problemas respiratórios. Por isso, é importante reduzir a exposição à fumaça e evitar atividades físicas em áreas atingidas. Falta de ar, desmaio ou confusão mental exigem atendimento médico imediato. A prevenção e os cuidados diários ajudam a proteger a saúde neste período.

Após depoimento, defesa de Vorcaro diz que conversas com 'A Turma' eram desabafos de indignação

  • Por Constança Rezende | Folhapress
  • 01 Out 2026
  • 18:08h

Foto: SAP-SP/EFE

A defesa de Daniel Vorcaro, do Banco Master, relacionou falas encontradas no celular do ex-banqueiro investigadas pela Polícia Federal como possíveis ameaças a inimigos como "desabafos, oriundos de recortes maliciosos de mensagens privadas".

 

A afirmação foi feita, por meio de nota, após o ex-banqueiro prestar depoimento de cerca de duas horas à Polícia Federal, nesta quarta-feira (30), de forma virtual. Vorcaro foi ouvido no inquérito sobre "A Turma", grupo que seria utilizado para intimidar pessoas consideradas adversárias do banco.
 

"Foi irrefutavelmente esclarecido que o investigado jamais praticou, determinou ou se envolveu em qualquer ato de violência, intimidação, perseguição ou ameaça contra quem quer que seja", diz o comunicado.
 

Ainda de acordo com os advogados de Vorcaro, as falas do ex-banqueiro no grupo "foram proferidas em momentos de indignação" e "jamais redundaram em consequências práticas ou em qualquer risco real a terceiros".
 

A decisão de prender novamente Vorcaro, em março deste ano, do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), cita falas encontradas no celular de Vorcaro em tom de ameaça contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
 

Nos diálogos, Vorcaro, referindo-se a Lauro, afirma que "tinha que colocar gente seguindo esse cara. Pra pegar tudo dele". Em seguida, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário e integrante do grupo, responde: "Vou fazer isto".
 

Em outra troca de mensagens citada, Vorcaro diz "Esse lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto".
 

A PF relata que Sicário recebia R$ 1 milhão por mês pelo trabalho, que incluía acesso de informações sigilosas, coação e fabricação de dossiês.
 

Mourão cometeu suicídio na cela da Superintendência da PF de Minas Gerais em 4 de março, logo após ser preso durante uma das fases da operação Compliance Zero, que investiga o banco.
 

A defesa de Vorcaro afirmou que ele conhecia apenas Mourão da chamada "A Turma" e que teria um contrato formal e lícito com ele de prestação de serviços de inteligência e segurança digital.
 

"Ficou comprovado que tais expressões jamais designaram grupos específicos ou estruturas organizadas, evidenciado que não há qualquer tipo de ilicitude ou prática criminosa que possa ser atribuída a Daniel Vorcaro", sustentou a defesa.
 

A Polícia Federal também detectou que o grupo obteve informações de processos sigilosos por meio de consultas registradas nos logins funcionais de servidores do MPF (Ministério Público Federal).
 

A defesa, porém, afirmou que o depoimento evidenciou, de forma contundente, que Vorcaro sempre buscou a adoção de medidas jurídicas e oficiais cabíveis em situações de contrariedade, "sem jamais solicitar acesso indevido a sistemas restritos ou qualquer tipo de providência ilegal".
 

Os advogados também afirmaram que ficou demonstrada a inexistência de qualquer plano de fuga de Vorcaro. O dono do Master foi preso na noite de 17 de novembro de 2025, quando se preparava para embarcar em um jato particular com destino a Malta.
 

A defesa alegou, porém, que "há provas cabais" de que ele havia feito prévia comunicação da viagem a diversas autoridades, "bem como reservas antecipadas de hotel e salas de reunião e registro de plano de voo".
 

Por fim, a defesa declarou que "causa enorme perplexidade que mensagens protegidas por sigilo legal, entre Daniel Vorcaro e seus advogados, sejam ilegalmente devassadas, vazadas e utilizadas para narrativas fantasiosas".
 

Também pediu que ele aguarde o desfecho das investigações em liberdade, "pois não haveria qualquer acusação formal ou denúncia em seu desfavor e que os motivos que ensejaram a prisão não mais persistem".

Em 2º turno, Flávio marca 49% contra 43,5% de Lula, que perde também para Caiado e Cury, mostra pesquisa

  • Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
  • 01 Out 2026
  • 16:20h

Foto: Montagem com fotos Agência Brasil, Agência Senado e redes sociais

Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (30), revela um cenário em que os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante) aparecem à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos cenários de disputa em segundo turno.

 

A melhor posição foi registrada pelo candidato Flávio Bolsonaro. O senador do PL aparece nos cenários de segundo turno com 49% das intenções de voto, contra 43,5% do presidente Lula.

 

Já o candidato Ronaldo Caiado (PSD) tem 45,6% de intenções de voto em um eventual segundo turno contra Lula. Na disputa contra Caiado, Lula registrou 42,4% neste cenário, o que significa um empate técnico dentro da margem de erro.

 

Contra o escritor Augusto Cury, o presidente Lula também sofre derrota no segundo turno, apesar de haver empate técnico. De acordo com a pesquisa, Cury acumula 45,1% das intenções de voto, enquanto o líder petista tem 42%.

 

No embate contra o candidato Romeu Zema (Novo) em um possível segundo turno, Lula está na frente, mas também em situação de empate técnico. Neste confronto, o petista soma 45,1% das intenções de voto, ante 42,2% do ex-governador de Minas Gerais.

 

Lula também lidera o cenário contra Renan Santos: o presidente tem 44,6% das intenções de voto, contra 40,7% do candidato do partido Missão.

 

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 25 e 29 de setembro, por meio de entrevista telefônica. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

O levantamento foi contratado pela Futura e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01122/2026.
 

Eduardo Bolsonaro ameaça retaliar diplomatas que 'sabotaram' governo de seu pai caso Flávio seja eleito

  • Por Patrícia Campos Mello | Folhapress
  • 01 Out 2026
  • 14:27h

Foto: Agência Câmara

Em vídeo publicado na tarde desta quarta-feira (30) em suas redes sociais, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro prometeu fazer "uma faxina" no Itamaraty caso seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), vença a eleição.
 

Aumentando temores de que haveria uma "caça às bruxas" no Ministério das Relações Exteriores em um governo de Flávio, Eduardo afirmou que "mapeou" todos os embaixadores que saíram e entraram em postos no governo Lula e que estará "na cola" dos servidores que "sabotaram" o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
 

"Então, meu caro servidor do Itamaraty, se você ajudou a sabotar o governo Bolsonaro, preocupe-se de verdade, porque eu vou estar na sua cola", diz Eduardo no vídeo. "Se você não fez isso, parabéns, você fará parte do time que vai resgatar a credibilidade do Itamaraty, que vai virar a página, de serem servidores de corruptos e filhos de corruptos para passar a servir o povo brasileiro."
 

O ex-deputado inicia o vídeo mostrando um áudio de uma suposta mensagem de um diplomata brasileiro oferecendo ajuda da embaixada do Brasil na Espanha para encontrar uma escola para os filhos de Lulinha, que se mudou para Madri, em 2025.
 

"Eu não tive recepção de embaixador, de diplomata, nem nada [quando mudei para os EUA]", diz Eduardo. "O dinheiro do brasileiro não é para proteger filho do presidente."
 

Ele prometeu retaliação contra o embaixador do Brasil na Espanha, o ex-chanceler Luiz Alberto Figueiredo. "Flávio Bolsonaro sendo eleito, certamente um dos primeiros a sair do posto será o embaixador do Brasil na Espanha para dar o exemplo de que isso não acontecerá."
 

Eduardo vive nos EUA desde março de 2025, quando deixou o Brasil afirmando que o Supremo Tribunal Federal (STF) recolheria seu passaporte para impedir sua articulação internacional contra o julgamento do pai no caso da trama golpista.
 

Naquele momento, licenciou-se por quatro meses do mandato de deputado e, encerrado o afastamento, permaneceu no exterior e passou a acumular faltas na Câmara. Em dezembro, perdeu seu mandato por excesso de ausências.
 

Já em junho deste ano, o STF o condenou a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, por articular nos EUA medidas de pressão contra autoridades brasileiras para interferir no processo contra o pai. Em setembro, ainda perdeu seu cargo de escrivão da PF por abandono de cargo.
 

Como mostrou reportagem da Folha de S. Paulo, em caso de vitória de Flávio, há uma avaliação de que Eduardo sairia muito fortalecido, após o lobby por medidas de Trump contra o governo Lula, e seria difícil negar o comando do Itamaraty se ele quiser. Mas uma alternativa em discussão seria Eduardo assumir a Embaixada do Brasil em Washington.
 

No vídeo, Eduardo afirma que houve uma "sabotagem" ao governo Bolsonaro por parte dos diplomatas e que "eles ficaram tão à vontade que colocaram isso na matéria do Jamil Chade de maneira heroica".
 

A reportagem do então colunista do UOL relata a existência de uma rede clandestina de diplomatas do Itamaraty que, durante o governo Jair Bolsonaro, teria atuado para conter ou contornar diretrizes da política externa do governo.
 

"[A faxina] é para evitar esse tipo de coisa e relembrar que diplomatas, embaixadores e qualquer cargo dentro do Itamaraty são de servidores públicos, que servem ao público, não a seus próprios gostos, inclusive isso configura o crime de prevaricação."
 

Em conversas fechadas, Marcos Degaut, braço direito de Eduardo em política externa, afirmou que há o plano de implementar o "Marco Rubio overhaul" (reforma do Marco Rubio), uma ampla reestruturação das carreiras no Itamaraty.
 

Os diplomatas passariam a estar focados em regiões geográficas e temas específicos e teriam de cumprir metas de exportação, investimentos e inserção comercial, entre outras. Haveria também uma reforma total do sistema de promoções, fonte de insatisfação disseminada no Itamaraty hoje.
 

No Departamento de Estado, o "overhaul" de Rubio levou à eliminação de 1.300 vagas, fechamento de departamentos e postos, estabelecimento de metas quantitativas e qualitativas (com critérios como fidelidade à agenda de Donald Trump).
 

Rubio decretou que mérito seria o principal critério para promoções, não tempo de carreira. Sob seu comando, o Departamento de Estado atingiu número recorde de indicados políticos em substituição a funcionários de carreira -apenas 9% dos embaixadores vêm do serviço diplomático. Durante os 50 anos anteriores, esse percentual variou de 57% a 74%.
 

Degaut afirmou a interlocutores ouvidos pela reportagem que haveria necessidade de atribuir funções a algumas pessoas de fora do Itamaraty. Mas disse que não haverá uma caça às bruxas com perseguição por motivos políticos.
 

PROPOSTAS DE POLÍTICA EXTERNA DE LULA E FLÁVIO BOLSONARO
 

_Resumo dos programas de governo entregues pelas campanhas à Justiça Eleitoral_
 

LULA (PT) - FLÁVIO BOLSONARO (PL)
 

Tratar como prioridade a implementação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e o combate à crise climática, inclusive o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), ambas iniciativas criadas pelo governo Lula - Abertura comercial: quer evitar a dependência de áreas críticas, como cadeias de suprimentos e de tecnologia
 

Fortalecer setor de inteligência para proteção de soberania e ameaças geopolíticas, cibernéticas e do crime organizado transnacional - Retomar cronograma de adesão à OCDE
 

Fortalecer vigilância territorial, proteção de recursos naturais e combate ao crime organizado transnacional - Encerrar gradualmente o IOF sobre o câmbio
 

Fortalecer Mercosul e aprofundar redes multimodais, em especial conexões com o Pacífico e o Caribe - Buscar soluções diplomáticas eficazes contra sanções dos Estados Unidos, da China e da União Europeia aos produtos nacionais
 

Fortalecer a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) - Implementar plano nacional de integração às cadeias globais de valor, tendo como prioridade agroindústria avançada, minerais críticos, saúde e economia digital
 

Aprofundar relações com a África e a cooperação na área do Atlântico Sul e com os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), assim como a União Africana e a Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático) - Colocar Brasil entre os principais destinos mundiais de investimento em transição energética até 2030
 

Defender reforma da ONU e maior representatividade do Conselho de Segurança, assim como da OMC e de instituições financeiras globais, como FMI, Banco Mundial e o chamado Banco do Brics; aprofundar aproximação ao Brics, ao chamado Sul Global e ao G20 - Combate ao crime organizado é tratado como questão de segurança e defesa nacional
 

Quer liderar governança internacional para tecnologias digitais e inteligência artificial - Incentivar tecnologias como drones e inteligência artificial.
 

_Fonte: Tribunal Superior Eleitoral_

Lula e PT ampliam votação do 1º para o 2º turno na Bahia desde 2002; veja números

  • Por Lucas Vieira/Bahia Notícias
  • 01 Out 2026
  • 12:25h

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os candidatos petistas à Presidência ampliaram a votação na Bahia do primeiro para o segundo turno em todas as eleições desde 2002, quando Lula venceu pela primeira vez a disputa pelo cargo. Segundo o levantamento feito pelo Bahia Notícias, o crescimento ocorreu em todas as seis eleições realizadas no período, embora em diferentes proporções.

 

Em 2002, Lula recebeu 2.899.280 votos no primeiro turno e saltou para 3.710.900 no segundo, um aumento de 811.620 votos. Naquele ano, o petista venceu a eleição nacional contra José Serra (PSDB) com 61,27% dos votos. Na disputa pelo Governo da Bahia, o representante da direita, Paulo Souto (PFL), venceu o petista Jaques Wagner no primeiro turno. Souto obteve 2.871.025 votos (53,69%), contra 2.057.022 (38,47%) de Wagner.

 

Em 2006, Lula foi reeleito com 60,83% dos votos no segundo turno, superando seu atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSDB), que obteve 39,17%. Na Bahia, o petista passou de 4.293.200 votos no primeiro turno para 5.188.314 no segundo, um salto de 895.114 votos. 

 

Na disputa pelo Governo da Bahia, o PT também saiu vencedor. Jaques Wagner alcançou 3.242.336 votos (52,89%) e superou Paulo Souto no primeiro turno, que ficou com 2.638.215 (43,03%). 

 

Indicada por Lula, Dilma Rousseff também venceu a eleição presidencial de 2010, com 56,05% dos votos no segundo turno, contra 43,95% de José Serra. Na Bahia, a petista teve 4.188.099 votos no primeiro turno e 4.737.079 no segundo, resultando em um crescimento de 548.980 votos. 

 

Na disputa pelo Governo da Bahia, o “Galego” Jaques Wagner foi reeleito no primeiro turno, com 63,83%, contra 16,09% de Paulo Souto (DEM).

 

Em 2014, Dilma Rousseff foi reeleita com 51,64%, vencendo Aécio Neves (PSDB), que teve 48,36% no segundo turno. Na Bahia, a petista ganhou 767.010 votos de um turno para o outro, passando de 4.292.850 para 5.059.860. Na disputa estadual, Rui Costa (PT) garantiu 54,53% dos votos e superou Paulo Souto, que ficou com 37,39% no primeiro turno, sendo eleito governador.

 

As eleições de 2018 representaram o maior ganho de um candidato petista de um turno para o outro na Bahia. Fernando Haddad recebeu 1.042.946 votos a mais, passando de 4.441.955 no primeiro turno para 5.484.901 no segundo. Mesmo com o crescimento na Bahia, aquela foi a única eleição do século XXI em que o PT perdeu a Presidência da República.

 

Jair Bolsonaro (PL) alcançou 55,13% dos votos válidos no segundo turno, contra 44,87% de Fernando Haddad. Na corrida pelo Governo da Bahia, Rui foi reeleito no primeiro turno com 75,50% dos votos, contra 22,26% de José Ronaldo (DEM).

 

O menor crescimento ocorreu em 2022, com o próprio Lula, que ganhou 224.734 votos entre os dois turnos. Ainda assim, a eleição registrou os maiores números do PT na Bahia nos dois turnos, com 5.873.081 e 6.097.815 votos, respectivamente. 

 

Naquele ano, Lula conquistou 50,90% dos votos válidos e superou Jair Bolsonaro, que teve 49,10%. A eleição também foi a única do período a ser decidida em segundo turno para o Governo da Bahia no período. Na disputa estadual, Jerônimo Rodrigues (PT) superou ACM Neto (União), com 52,79% contra 47,21%, respectivamente.

 

Foto: Ricardo Stuckert

Agora, Lula disputa seu quarto mandato à Presidência da República, com o primeiro turno marcado para o próximo domingo (4). As principais pesquisas eleitorais divulgadas até o momento apontam o presidente à frente de Flávio Bolsonaro (PL), mas indicam também um provável segundo turno.

Com parecer favorável de ex-ministro do STF, Muniz articula recondução à presidência da CMS; entenda o cenário

  • Por Mauricio Leiro / Paulo Dourado/Bahia Notícias
  • 01 Out 2026
  • 10:43h

Fotos: Reprodução | Reginaldo Ipê / CMS | Rosinei Coutinho/STF |

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), obteve um parecer jurídico favorável à possibilidade de ser reconduzido ao cargo para o biênio 2027-2028. Segundo apurou o Bahia Notícias, o documento foi produzido pelo escritório de advocacia do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto, um dos primeiros indicados ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em seu primeiro mandato.

 

O BN também apurou que Muniz pretende levar a tese defendida pelo escritório ao ministro Kássio Nunes Marques, do STF, na tentativa de obter uma espécie de aval de bastidores para o parecer.

 

Ainda de acordo com a apuração, um grupo de 3 a 5 vereadores da CMS prometeu apoiar Muniz na disputa pela presidência caso ele consiga esse respaldo informal do STF.

 

Apesar da articulação, ainda há dúvidas na Casa sobre o que acontece caso Muniz não obtenha esse aval do Judiciário. Em reunião de líderes na última quarta-feira (23), o próprio presidente afirmou aos demais que, caso não possa concorrer, vai se sentar com o prefeito Bruno Reis (União) para escolher, ao lado dele, o nome que terá o apoio da base do prefeito, majoritária na Casa, sobre o qual Muniz teria poder de veto. "Vai passar pelo papai aqui", disse ele na reunião, segundo relatos.

 

De olho na possibilidade de Muniz manter a candidatura mesmo sem o aval do STF, três vereadores disputam internamente a primeira vice-presidência da Casa, posto que seria o caminho alternativo para chegar à presidência. Ricardo Almeida (DC) é apontado como favorito, mas há relatos de que Sidninho e Maurício Trindade também estariam de olho no cargo.

 

A situação de Muniz guarda semelhança com um caso recente na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Adolfo Menezes (PSD) presidiu a Casa por três biênios seguidos: foi eleito em 2021, ao vencer Hilton Coelho (PSOL) por 60 a 1; reeleito em fevereiro de 2023, com 61 dos 63 votos; e eleito pela terceira vez em 2025, novamente com 61 votos. Uma semana depois dessa terceira eleição, o ministro do STF Gilmar Mendes determinou o afastamento de Menezes, ao lembrar que a Corte já firmou entendimento de que a eleição de membros da mesa diretora das casas legislativas estaduais não pode ultrapassar o limite de uma reeleição ou recondução consecutiva para o mesmo cargo.

 

Essa posição foi firmada pelo STF em dezembro de 2022, no julgamento de nove ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) sobre a reeleição de mesas diretoras de assembleias legislativas estaduais. Por maioria, os ministros decidiram que só cabe uma reeleição ou recondução, independentemente de os mandatos consecutivos se referirem à mesma legislatura. Ficou definido ainda que a vedação vale apenas para o mesmo cargo, sem impedir que um integrante da mesa anterior ocupe outra função na direção da Casa.

 

Segundo interlocutores da CMS, Muniz também se apoia no regimento interno da Câmara para defender que existe uma brecha em seu caso. A primeira vez que ele assumiu a presidência foi por sucessão, após a renúncia de Geraldo Júnior, poucos dias antes de o então presidente tomar posse como vice-governador da Bahia. Como essa passagem é vista por Muniz como um mero cumprimento da linha sucessória, e não como uma eleição, ele considera que uma eventual recondução em 2027 seria apenas a segunda vez em que ocupa o cargo por votação direta, já que enxerga a eleição de 2025 como a primeira.

 

Os encontros da reunião de líderes e as conversas com outros vereadores tornaram pouco provável qualquer acordo entre os dois principais nomes na disputa, o que abre espaço para uma eleição concorrida na Câmara, com chapas rivais. A avaliação é de vereadores ouvidos pelo BN sob reserva.

 

Além de Muniz, o outro principal nome cotado é o do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Alexandre Aleluia (Novo). Os dois protagonizaram, na mesma reunião de líderes de quarta-feira que resultou no cancelamento da sessão desta segunda-feira (28), um embate que colegas descreveram como "muito feia." Segundo vereadores, o motivo real da discussão era a disputa pela presidência, e não a pauta de votação apresentada oficialmente.

 

Há ainda, de forma mais remota, a possibilidade de os 10 vereadores de oposição lançarem candidatura própria, na tentativa de se colocar como um "voto de minerva" em uma eventual disputa entre chapas. O grupo, no entanto, prega cautela: quer ouvir os dois lados antes de tomar uma posição e pretende negociar espaços em comissões da Casa em troca de um eventual apoio a uma das chapas.

Número de eleitores de 16 e 17 anos cai 22,8% desde 2022

  • Bahia Notícias
  • 01 Out 2026
  • 08:00h

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O Brasil tem 1,6 milhão de eleitores de 16 e 17 anos cadastrados para as eleições de 2026, cerca de 500 mil a menos do que em 2022, quando o número chegou a 2,1 milhões. A redução é de 22,8%, enquanto o eleitorado brasileiro, no total, continuou crescendo.

 

A queda entre os adolescentes supera a redução da população nessa faixa etária. Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros de 16 e 17 anos diminuiu 5,6% desde 2022.

 

Considerando apenas os eleitores registrados no Brasil, a proporção também caiu. Em 2022, havia aproximadamente 34 jovens com título para cada 100 habitantes de 16 e 17 anos. Em 2026, são cerca de 28.

 

NÚMERO HAVIA CRESCIDO EM 2022

Em 2018, o eleitorado de 16 e 17 anos era de aproximadamente 1,4 milhão. Quatro anos depois, o número ultrapassou 2,1 milhões, crescimento de 51,1%.

 

A eleição de 2022 foi acompanhada por campanhas de incentivo ao alistamento eleitoral, ações nas redes sociais e pela Semana do Jovem Eleitor. Na época, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atribuiu parte do aumento às iniciativas de mobilização.

 

Para 2026, o TSE voltou a promover ações voltadas ao público jovem, inclusive em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O número de eleitores de 16 e 17 anos, no entanto, voltou a cair.

 

VOTO É FACULTATIVO

O voto é facultativo para adolescentes de 16 e 17 anos. Por isso, o alistamento eleitoral depende da decisão do próprio jovem e de fatores como mobilização, ambiente familiar e escolar e percepção sobre a importância da participação eleitoral.

 

Uma pesquisa Datafolha realizada em agosto apontou que 48% dos eleitores de 16 a 24 anos afirmaram que votariam caso o voto não fosse obrigatório. Entre os eleitores com 60 anos ou mais, o índice foi de 61%. No conjunto do eleitorado, 56% disseram que iriam às urnas mesmo sem obrigatoriedade.

 

Apesar da redução no número de adolescentes com título, a participação desse grupo nas eleições de 2022 foi superior à dos eleitores com 70 anos ou mais. No primeiro turno daquele ano, 82,9% dos eleitores de 16 e 17 anos compareceram às urnas, contra 41,1% dos eleitores com 70 anos ou mais.

 

ELEITORADO MAIS VELHO CRESCE

Desde 2022, o número de eleitores com 70 anos ou mais aumentou em aproximadamente 2,4 milhões, chegando a 17,3 milhões em 2026.

 

A participação desse grupo no eleitorado também cresceu. Em 2010, os eleitores com 70 anos ou mais representavam 6,9% do cadastro eleitoral. Atualmente, correspondem a 10,9%.

 

Apesar da maior taxa de comparecimento entre os adolescentes em 2022, o tamanho do eleitorado mais velho fez com que o número absoluto de votantes fosse maior. Naquele primeiro turno, 6,13 milhões de eleitores com 70 anos ou mais compareceram às urnas, ante 1,75 milhão de jovens de 16 e 17 anos.

Pablo Marçal anuncia apoio a Flávio Bolsonaro e passa a colaborar com campanha

  • Bahia Notícias
  • 30 Set 2026
  • 18:22h

Foto: Vittor Sales / Campanha Flávio Bolsonaro

O empresário Pablo Marçal (PRTB) anunciou, nesta terça-feira (29), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e informou que passará a integrar a equipe de campanha do senador. O anúncio ocorreu durante um encontro em uma academia de jiu-jitsu, em São Paulo.

 

Segundo Flávio Bolsonaro, Marçal deverá colaborar na elaboração de propostas relacionadas ao empreendedorismo e à mobilidade social. O candidato afirmou que o empresário poderá contribuir para incentivar uma cultura de empreendedorismo e autonomia financeira entre as famílias.

 

“Pablo Marçal está vindo para nos ajudar nessa parte de empreendedorismo e de mobilidade social. É alguém que é um grande empreendedor, e está unindo forças nessa grande coalizão”, afirmou Flávio.

 

Marçal declarou que aceitou o convite para participar da campanha e manifestou apoio à candidatura de Flávio. Durante o anúncio, afirmou que seu objetivo é “aposentar Lula” e disse que outro candidato à Presidência deverá declarar apoio a Flávio ainda nesta semana.

 

“Eu cheguei a convite do Flávio e reafirmo a vocês que todos estão contra o PT agora, e é hora de salvar esse país”, declarou.

 

Apesar do apoio a Flávio, Marçal não disputa mais a Presidência da República. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu, em 11 de setembro, o registro da chapa formada por Marçal e Leonardo Avalanche, do PRTB. Segundo o tribunal, a candidatura foi negada por falta de comprovação de filiação de Marçal ao partido dentro do prazo legal.

 

Com o indeferimento da chapa, o PRTB passou a ter Leonardo Avalanche como candidato à Presidência. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.

Mendonça vota a favor do apagamento dos posts sobre polêmica de Nossa Senhora Aparecida

  • Bahia Notícias
  • 30 Set 2026
  • 16:20h

Foto: Rosinei Coutinho / STF

O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou a favor da manutenção da proibição dos posts que traziam informações falsas sobre a retirada de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil em caso de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro. A votação acontece nessa quarta-feira (30) por meio do plenário virtual. Os ministros têm até 23h59 para inserir seus votos.

 

Em seu voto, Mendonça afirmou que a suspensão dos posts não caracteriza censura prévia. "As decisões não instituíram controle estatal antecedente sobre o que pode ou não ser publicado, nem submeteram manifestações futuras a prévia autorização judicial", declarou. 

 

O ministro alega que não houve suspensão de perfis, contas ou canais de usuários, que nenhum perfil foi impedido de continuar publicando conteúdos, críticas, opiniões, sátiras, manifestações religiosas ou manifestações políticas. 

 

"As determinações recaíram exclusivamente sobre publicações que reproduzissem o núcleo factual especificamente delimitado nas decisões, preservando-se integralmente a possibilidade de continuidade da atuação dos usuários nas plataformas", completa.