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Luiz Carlos Bassuma descarta retorno à política e declara apoio a ACM Neto e Flávio Bolsonaro

  • Por Daniel Araújo/Bahia Notícias
  • 15 Set 2026
  • 16:51h

Foto: Daniel Araújo / Bahia Notícias

O ex-deputado federal Luiz Carlos Bassuma, afastado da vida pública desde 2016, quando concorreu a vice-prefeito de Salvador na chapa do pastor Sargento Isidório, declarou ao Bahia Notícias que não tem mais interesse em concorrer a cargos eletivos. Ele também opinou sobre o atual cenário político e afirmou apoiar candidaturas de oposição, tanto no âmbito federal quanto estadual.

 

Luiz Carlos esteve na rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), acompanhando o convidado do programa Bahia Notícias no Ar, o senador Eduardo Girão (Novo), candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema (Novo).

 

O ex-vereador de Salvador relatou ter amizade de longa data com o senador cearense e afirmou que auxilia o mandato e a campanha de Girão por afinidade política. “Eu acompanho e ajudo, na medida do possível, porque temos as mesmas bandeiras, como a defesa da vida e o combate à corrupção”, declarou.

 

CRÍTICAS AO PT E AO STF
Ao tratar do combate à corrupção, Bassuma demonstrou preocupação com a crise no STF e estendeu as críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT), do qual é ex-integrante. Segundo ele, a atuação do Senado diante de denúncias envolvendo ministros da Corte deveria ser mais efetiva, enquanto uma eventual reeleição de Lula poderia ampliar a influência do governo sobre o Supremo com novas indicações.

 

Bassuma integrou o PT de 1995 a 2009, período em que se elegeu vereador de Salvador (1997-1999), deputado estadual (1999-2002) e deputado federal (2003-2011).

 

“Na época, como eu costumo dizer, eu fui candidato pelo velho PT. Era o PT que era um partido ótimo de oposição e tinha como grande bandeira a ética. [...] Quando eu fui eleito deputado federal, em 2005, aconteceu o primeiro grande escândalo do PT, que é o Mensalão. Eu disse: ‘Não dá mais para eu continuar no partido, estou fora, vou procurar outra alternativa’”, afirmou.

 

CONFLITO COM O PARTIDO
O então deputado Luiz Bassuma, adepto da Doutrina Espírita, entrou em conflito com o PT após se posicionar contra a descriminalização do aborto e defender a criação de uma “CPI do aborto”, posição contrária à decisão do partido aprovada em seu congresso de 2007.

 

Em 2009, teve as atividades partidárias suspensas por um ano e perdeu direitos internos e espaços na Câmara ligados à legenda. Bassuma recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando violação à liberdade de convicção religiosa e filosófica, e posteriormente deixou o PT para se filiar ao PV, partido pelo qual concorreu ao governo estadual em 2010.

 

APOIO A ACM NETO
Devido à sua postura crítica ao PT, no atual cenário eleitoral, Bassuma apoia a oposição no âmbito estadual, onde elogiou a gestão de ACM Neto (União) como prefeito de Salvador e o apontou como alternativa a Jerônimo Rodrigues (PT).

 

“É preciso ter uma mudança. E, para mim, ACM Neto tem seus defeitos, mas é muito melhor do que o que está aí. É uma mudança positiva. Quando ele foi prefeito de Salvador, pegou uma cidade destruída pelo governo anterior e fez uma das melhores gestões do país e mostrou que tem capacidade. É isso que a Bahia precisa, começar a ser reestruturada. Então, eu sou favorável a essa mudança na Bahia”, afirmou.

 

POSIÇÃO NACIONAL
Seu posicionamento é o mesmo no âmbito nacional, onde ele se inclui entre aqueles que se opõem a Lula.

 

“No segundo turno, eu acredito que a tendência é reunir todos contra a continuidade, porque não é nem só contra Lula, é contra a continuidade do governo do PT. Acho que isso une todo mundo, na minha opinião. Eu me incluo, claro, sem dúvida”, afirmou Bassuma, ao sinalizar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno.

 

SEM RETORNO À VIDA PÚBLICA
Por fim, Luiz Carlos Bassuma afastou um possível retorno à vida pública. “Decidi sair da política entendendo que meu ciclo na política havia terminado. Minha consciência está em paz, porque cumpri meu dever”, concluiu.

Servidores baianos terão acesso a empréstimos consignados após acordo com novo banco

  • Por Victor Hernandes/Bahia Notícias
  • 15 Set 2026
  • 14:50h

Foto: Imagem Ilustrativa. Divulgação

O Governo da Bahia, por meio da Secretaria da Administração, firmou um acordo de cooperação com a cooperativa Sicoob Inova para beneficiar servidores públicos da rede estadual, além de policiais militares aposentados e pensionistas. A medida estabelece que essas categorias tenham acesso a empréstimos consignados, com desconto direto em folha de pagamento por meio da instituição financeira.

 

A publicação acessada pelo Bahia Notícias aponta que a parceria busca oferecer taxas de juros diferenciadas e condições de pagamento exclusivas para funcionários de diversas áreas da administração estadual. O acordo permitirá a consignação — desconto direto em folha — de empréstimos, juros e amortizações nos pagamentos dos beneficiários. A cooperativa se comprometeu a oferecer taxas de juros e encargos contratuais diferenciados aos servidores e policiais.

 

A iniciativa também beneficiará pensionistas dos órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional, além de empregados de empresas públicas e sociedades de economia mista do Estado da Bahia cuja folha de pagamento seja processada pelo Sistema de Gestão de Folha de Pagamento. 

 

O contrato terá prazo de 12 meses, contados a partir da data de publicação, ou até o surgimento de um novo padrão contratual. O acordo foi assinado em 11 de setembro de 2026. A Secretaria da Administração ainda não especificou os percentuais ou as tabelas de juros que deverão ser praticados pelo Sicoob Inova durante a vigência do contrato.

Mega-Sena acumula para R$ 95 milhões; confira os números sorteados

  • Bahia Notícias
  • 14 Set 2026
  • 16:39h

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.057 da Mega-Sena, realizado neste domingo (13), em São Paulo. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 95 milhões para o próximo sorteio.

 

Os números sorteados foram: 02 - 04 - 16 - 21 - 48 - 53.

 

Oitenta e seis apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 31.872,72 cada

 

APOSTAS

O próximo concurso acontece na terça-feira (15).  As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (15) em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

 

5.234 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 863,24 cada

TH Joias intermediou venda de droga após posse como deputado e armazenou 200kg de maconha, diz MPF

  • Por Italo Nogueira | Folhapress
  • 14 Set 2026
  • 12:17h

Foto: Divulgação / Alerj

O ex-deputado Thiego de Oliveira Santos, conhecido como TH Joias, manteve 200 kg de cocaína armazenados e tentou intermediar a venda de drogas quando já havia assumido uma cadeira na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
 

As informações constam da denúncia contra o ex-deputado e outros quatro acusados na Operação Zargun, recebida nesta sexta-feira (11) pelo TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região). Com a decisão, foi retirado o sigilo sobre o processo.
 

O advogado Rafael Faria, que representa o ex-deputado, disse que não iria comentar as acusações. Em declarações dadas durante a investigação, ele negou a participação do réu em vazamentos ou informações a organizações criminosas.
 

A denúncia descreve a atuação de TH Joias em três datas distintas, a partir da troca de mensagens entre o ex-deputado e o traficante Gabriel Dias de Oliveira, conhecido como Índio do Lixão. O ex-deputado é acusado de tráfico de drogas, contrabando, corrupção ativa e organização criminosa.
 

Uma das trocas de mensagens ocorreu em 27 de junho de 2024, 15 dias depois de TH Joias tomar posse como deputado estadual pelo MDB.
 

O texto indica que TH buscou intermediar a venda de cocaína de um intermediário não identificado para Índio do Lixão.
 

"Muito embora não se possa afirmar que a transação tenha se concretizado, ainda assim o delito de tráfico restou configurado na modalidade oferecer, cuja consumação independe da efetiva entrega das drogas", afirma o Ministério Público Federal.
 

TH Joias se tornou deputado em 12 de junho de 2024, após a morte de Otoni de Paula Pai. Ele era segundo suplente da vaga e o primeiro, Rafael Picciani, foi nomeado secretário na gestão Cláudio Castro (PL).
 

O MPF também descreve atuação anterior do ex-deputado.
 

Em fevereiro de 2024, TH Joias enviou um vídeo para Índio do Lixão com a sala cheia de sacos com maconha. Logo em seguida, escreveu: "Tem 200 kg".
 

"Isso não é bom de vender não", respondeu Índio.
 

Em novembro de 2023, os dois também conversaram sobre uma planilha de pagamento. A tabela tinha o nome de "Pó amigo do TH" e listava valores a serem abatidos do que parece ser uma dívida. Naquela data, o texto indica um saldo devedor de R$ 96.190
 

"A planilha com as datas dos pagamentos e o saldo devedor, intitulada 'Pó amigo do TH', que foi encaminhada por TH para Índio, confirmam não só a venda do entorpecente, como a função de TH Joias na intermediação do negócio, controle e recebimento dos pagamentos", escreveu o MPF.
 

Todos os diálogos ocorreram quando TH Joias já era suplente de deputado estadual. Ele concorreu pelo MDB em 2022 e obteve 15 mil votos. Após sua prisão, em setembro de 2025, o ex-deputado foi expulso do partido.
 

TH Joias já havia sido preso em 2017 e condenado por lavagem de dinheiro. A investigação da época afirmava que ele usou uma joalheria para lavar dinheiro do tráfico e atuou repassando informações que recebia de policiais para diferentes facções, sob pagamento de R$ 11 mil por semana. Ele ficou nove meses preso.
 

Antes de ser empossado como deputado, em junho de 2024, TH Joias era conhecido por fazer joias personalizadas para celebridades, como cantores e jogadores de futebol.

Eleições 2026: Mercado financeiro já doou R$ 11,8 mi para campanhas eleitorais

  • Bahia Notícias
  • 14 Set 2026
  • 10:52h

Foto: Gerada por IA

Dezoito nomes ligados a bancos, gestoras, corretoras e empresas de investimentos já destinaram R$ 11,84 milhões a campanhas eleitorais em 2026. O valor corresponde a 13,9% dos R$ 85,36 milhões doados pelos 100 maiores doadores pessoas físicas registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo levantamento do BP Money.

 

Entre os financiadores estão executivos, empresários, herdeiros de instituições financeiras e ex-dirigentes de bancos. A lista inclui o ex-presidente do Banco Central (BC) Armínio Fraga, que doou R$ 750 mil, e Ricardo Lacerda, fundador e CEO do BR Partners, responsável por R$ 1 milhão. O maior valor entre os integrantes do mercado financeiro foi destinado por Hélio Seibel. Fundador da HS Investimentos e dono do Grupo Ligna, ele repassou R$ 1,12 milhão às campanhas.

 

Também aparecem Ricardo Annes Guimarães, controlador e vice-presidente do conselho do Banco BMG, com R$ 950 mil; Beatriz Sawaya Botelho Bracher, filha de Fernão Bracher, fundador do BBA, com R$ 905 mil; e Carlos Geo Quick, ex-controlador do Banco Neon, que doou R$ 900 mil.

 

Quick está entre os nomes de maior destaque do levantamento por responder a uma ação penal na Justiça Federal relacionada a supostos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O Banco Neon foi liquidado pelo Banco Central (BC) em 2018. A lista também reúne integrantes de famílias tradicionais do setor bancário.

 

Três nomes ligados ao Itaú somam R$ 2,01 milhões: Beatriz Bracher, Teresa Cristina Botelho Bracher, casada com o ex-CEO do Itaú Unibanco Candido Bracher, e Walter Moreira Salles Junior, herdeiro do bloco de controle do banco. Gestores e empresários ligados a casas independentes de investimento também aparecem entre os maiores financiadores. Hélio Seibel, Haakon Lorentzen, Manuela Kayath, Richard Ionescu e Juliano Custódio, juntos, destinaram R$ 3,22 milhões.

 

No total, o ranking dos 100 maiores doadores reúne R$ 85,36 milhões, de um montante de R$ 313,09 milhões registrado em doações de pessoas físicas no momento do levantamento. Pela legislação eleitoral, empresas não podem financiar diretamente campanhas. As contribuições privadas são feitas por pessoas físicas e estão sujeitas ao limite de 10% dos rendimentos brutos obtidos pelo doador no ano anterior à eleição.

Justiça: Dino levanta sigilo de investigação que cita Mário Frias e aponta elo com PCC

  • Bahia Notícias
  • 13 Set 2026
  • 14:25h

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, levantou neste domingo (13) o sigilo de documentos enviados pela Justiça de São Paulo e unificou sob sua relatoria investigações que apuram um suposto esquema de desvio de recursos públicos envolvendo emendas parlamentares federais, contratos ligados à Prefeitura de São Paulo e pessoas vinculadas ao deputado federal Mário Frias (PL-SP).

 

Na última quinta-feira (10), Mario Frias classificou como “cortina de fumaça” a operação da PF que realizou buscas em sua residência. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar negou irregularidades, afirmando que vai colaborar com as investigações e entregar todos os documentos necessários e disse acreditar no arquivamento do caso. Foi a primeira manifestação de Frias sobre a operação.

 

Na decisão divulgada neste domingo, Dino afirma haver indícios de conexão entre os inquéritos e menciona a hipótese investigativa de uma organização criminosa voltada à captação, circulação e ocultação de recursos públicos. O ministro também registra uma linha de investigação que apura possíveis vínculos do grupo investigado com a facção PCC (Primeiro Comando da Capital).

 

Segundo o despacho, a Complexsys Soluções Integradas Ltda., empresa de tecnologia contratada pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama e beneficiária de recursos oriundos de emendas parlamentares, recebeu transferências do deputado federal Mário Frias (PL-SP), que, segundo a Polícia Federal, teria papel central na suposta engrenagem investigada, e também repassou recursos de volta ao próprio instituto.

 

De acordo com o documento, a empresa ainda transferiu valores para a Academia Nacional de Cultura (ANC), organização sem fins lucrativos também presidida por Karina Gama. Para a Polícia Federal, a circulação de recursos entre Frias, a Complexsys, o ICB e a ANC sugere a existência de um "circuito financeiro fechado", compatível com a atuação coordenada de um mesmo núcleo.

 

"Essa circulação de recursos entre o parlamentar, a entidade executora, a empresa contratada e outra organização beneficiária não se compatibiliza com relações negociais independentes e economicamente justificadas. Ao contrário, evidencia um circuito financeiro fechado, característico de estruturas destinadas à circulação, fragmentação e reintrodução de valores entre integrantes de um mesmo núcleo de atuação", diz o despacho do ministro.

 

Segundo a Polícia Federal, outro conjunto de evidências aponta para uma possível "confusão patrimonial" entre o Instituto Conhecer Brasil (ICB), empresas contratadas pela entidade e pessoas ligadas ao grupo investigado.

 

De acordo com a representação reproduzida no despacho de Flávio Dino, os investigadores identificaram vínculos societários cruzados, proximidade entre sócios e administradores, empresas com faturamento declarado incompatível com os valores movimentados e sucessivas devoluções de recursos sem justificativa econômica aparente. Para a PF, esses elementos indicam a possível atuação coordenada de pessoas físicas e jurídicas formalmente distintas.

 

"Tais circunstâncias afastam a hipótese de relações comerciais ordinárias e indicam, em tese, a utilização de pessoas jurídicas como instrumentos de circulação patrimonial e ocultação de valores. Em vez de agentes econômicos independentes contratando entre si em condições de mercado, o que se observa é a atuação coordenada de entes formalmente distintos, mas materialmente integrados por interesses comuns e por um fluxo financeiro sem justificativa negocial consistente", diz o documento.

Morre Coronel Antônio Carlos Nunes, ex-presidente da CBF, aos 87 anos

  • Bahia Notícias
  • 13 Set 2026
  • 12:12h

Foto: Divulgação / CBF

O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Antônio Carlos Nunes de Lima, popularmente conhecido como Coronel Nunes, morreu neste domingo (13), aos 87 anos, em Belém. O dirigente teve longa atuação no futebol paraense e chegou ao comando da principal entidade do futebol brasileiro após construir trajetória na Federação Paraense de Futebol (FPF).

 

Coronel Nunes presidiu a FPF por quase duas décadas e passou a integrar a cúpula da CBF em 2015. Com o afastamento de Marco Polo Del Nero, assumiu o comando da confederação e permaneceu à frente da entidade até a eleição de Rogério Caboclo, em 2019. Anos depois, em 2021, voltou a assumir interinamente a presidência após o afastamento de Caboclo.

 

A causa da morte não foi divulgada até a publicação desta matéria.

 

CBF E PAYSANDU LAMENTAM MORTE
Atual presidente da CBF, Samir Xaud divulgou nota lamentando a morte de Coronel Nunes e destacou a contribuição do dirigente para o futebol paraense e nacional.

 

“A CBF lamenta o falecimento do coronel Nunes, com uma história pautada pelo fortalecimento do futebol no seu Estado, Pará, e no Brasil. Neste momento de profunda dor e tristeza, manifestamos nossos sentimentos aos seus familiares e amigos”, disse.

 

O Paysandu também se manifestou. A relação de Nunes com o clube começou ainda na década de 1980, inicialmente como conselheiro. Em 1991, integrou a diretoria de futebol na campanha do primeiro título do Papão na Série B do Campeonato Brasileiro. Posteriormente, presidiu o Conselho Deliberativo e passou a integrar o quadro de conselheiros natos.

 

 

PASSAGEM PELO COMANDO DA CBF
No período em que esteve à frente da CBF, Coronel Nunes representou a entidade em competições internacionais e comandou a confederação durante a Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

 

Um dos episódios de maior repercussão da gestão ocorreu justamente naquele ano. Na eleição da sede da Copa do Mundo de 2026, Nunes votou no Marrocos, contrariando o acordo da Conmebol para apoiar a candidatura conjunta de Estados Unidos, Canadá e México.

 

O dirigente também voltou ao centro do noticiário da CBF em 2025. Sua assinatura em um acordo relacionado ao estatuto e às eleições da entidade tornou-se alvo de questionamentos judiciais e teve participação no processo que culminou no afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência. À época, a defesa informou que Coronel Nunes enfrentava problemas de saúde.

 

VELÓRIO E SEPULTAMENTO

O velório de Coronel Nunes acontece neste domingo, a partir das 13h, no Memorial Max Domini, em Belém. O sepultamento está marcado para esta segunda-feira (14), às 11h, no Cemitério Recanto da Saudade, também na capital paraense.

Inflação oficial de agosto fecha em -0,32%, menor taxa em quatro anos

  • Bahia Notícias
  • 11 Set 2026
  • 18:16h

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

O Bônus de Itaipu e a queda de preço dos alimentos e dos transportes fizeram a inflação oficial de agosto fechar em -0,32%, a menor taxa desde agosto de 2022, quando o índica alcançou -0,36%. Em julho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi 0,07%. Em agosto de 2025, -0,11%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

 

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todo, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços). Os valores são apurados em dez regiões metropolitanas, sendo elas Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre; além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. 

 

Segundo a Agência Brasil, a variação negativa de agosto fez o índice acumular 4,22% em 12 meses – menor valor desde março de 2026 (4,14%). Em julho, a soma estava em 4,44%.

 

O IPCA do mês passado veio abaixo da estimativa do mercado. O Boletim Focus da última terça-feira (8), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, projetou a inflação de agosto em -0,23%. Para o fim de 2026, a expectativa do mercado é de 5%.

 

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

 

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

 

Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, quatro apresentaram deflação em agosto.

 

  • Alimentação e bebidas: -0,34% (impacto de -0,07 ponto percentual);
  • Habitação: -1,87% (-0,29 p.p.);
  • Artigos de residência: 0,64% (0,02 p.p.);
  • Vestuário: 0,12% (0,00 p.p.);
  • Transportes: -0,86% (-0,17 p.p.);
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,23% (0,03 p.p.);
  • Despesas pessoais: 1,30% (0,13 p.p.);
  • Educação: 0,47% (0,03 p.p.);
  • Comunicação: -0,09% (0,00 p.p.).

 

O grupo habitação teve a deflação mais profunda desde o início do Plano Real, em 1994. 

 

A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto que os consumidores receberam na conta de luz do mês, que caiu, em média 7,63%. O bônus consiste na distribuição do saldo positivo da conta de comercialização de Itaipu, hidrelétrica estatal, que vira crédito nas contas de energia.

 

A queda de preços em alimentação e bebidas foi a terceira seguida. Em julho, havia recuado 0,67%; em junho, 0,24%. Os alimentos são o grupo de maior peso do IPCA, representando 21,5% da cesta mensal de consumo dos brasileiros. As principais quedas no grupo foram:

 

  • batata-inglesa: -19,89%;
  • cenoura: -11,22%;
  • cebola: -11,07%;
  • tomate: -10,94%;
  • ovo de galinha: -4,15%;
  • café moído: -1,86%.

Fachin dá 24 horas para Mendonça retirar sigilo total de processo do caso Master

  • Bahia Notícias
  • 11 Set 2026
  • 16:22h

Fotos: Reprodução / Ascom do STF / Agencia brasil

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (11) que o ministro André Mendonça levante o segredo de justiça das investigações do caso Master no prazo de 24 horas, após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). O presidente do Supremo foi pressionado por outros membros da corte a revelar o processo na íntegra. 

 

A material deverá ser remetido em um HD próprio. A medida é mais uma que o presidente da casa busca em colocar ordem na crise do poder judiciário. Dessa vez, a medida visa garantir o acesso total dos magistrados e das partes aos documentos do processo antes do julgamento agendado para a próxima terça-feira (15). As informações foram reveladas pelo G1.  

 

O próximo julgamento é considerado inédito no STF por envolver a possibilidade de investigação de um integrante da própria Corte e pode ter repercussão pelo envolvimento direto do candidato Flávio Bolsonaro (PL) com financiamento do Dark Horse. Nos bastidores, há seis votos considerados mais definidos: Gilmar Mendes, Flávio Dino e Zanin são apontados como favoráveis a Moraes, enquanto Mendonça teria o apoio de Fux e Nunes Marques.

Moraes fala em 'escolha seletiva' e pede a Fachin retirada de sigilo de todos documentos do caso Master

  • Bahia Notícias
  • 11 Set 2026
  • 12:57h

Foto: Antonio Augusto / STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta sexta-feira (11) um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.

 

Moraes pediu a derrubada imediata de todo e qualquer sigilo dos documentos. O ministro também solicitou o julgamento conjunto de duas petições que tramitam no tribunal sobre o caso:

  • a que trata das mensagens trocadas por Daniel Vorcaro com o próprio Alexandre de Moraes;
  • e a que reúne representações que apontam suposta quebra de imparcialidade e suspeitas de improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e abuso de autoridade por parte de Mendonça na condução das operações "Sem Desconto" e "Compliance Zero".

 

"O julgamento fracionado das PETs 16.704 e 16.662 (...) somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos de cada PET deverão ser entregues aos Ministros julgadores, com a supressão de 180 (cento e oitenta) documentos, obstaculiza gravemente a análise probatória", escreveu Moraes.

 

No ofício a Fachin, Moraes anexou uma tabela comparativa detalhando a diferença entre as peças disponibilizadas e as registradas no sistema eletrônico do tribunal.

  • Inquérito 5026: 61 peças pendentes (1.025 disponibilizadas de 1.086);
  • PET 15556: 54 peças pendentes (504 disponibilizadas de 558);
  • Reclamação (RCL) 88121: 35 peças pendentes (413 disponibilizadas de 448);
  • PET 15198: 23 peças pendentes (1.049 disponibilizadas de 1.072);
  • PET 15978: 7 peças pendentes (392 disponibilizadas de 399).

 

Segundo o ministro, das 4.514 peças constantes no sistema para os 15 procedimentos listados, apenas 4.334 foram tornadas acessíveis.

 

Ele pediu ainda que a Diretoria de Tecnologia da Informação (TI) do STF certifique a quantidade exata de procedimentos existentes relacionados à investigação.

 

JULGAMENTO CONJUNTO COM MENDONÇA

Moraes também criticou o fato de ter sido pautada apenas a análise da PET 16.662, deixando de fora a PET 16.704.

 

Esta última reúne representações que apontam suposta quebra de imparcialidade e suspeitas de improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e abuso de autoridade por parte de Mendonça na condução das operações "Sem Desconto" e "Compliance Zero".

 

Entre os pontos citados por Moraes contra Mendonça na comunicação original de 3 de setembro estão:

 

  1. Usurpação da direção das investigações policiais com quebra da cadeia de custódia;
  2. Condução irregular de tratativas de colaboração premiada;
  3. Suposto direcionamento de alvos (incluindo o próprio Moraes e o senador Davi Alcolumbre) por motivações pessoais e políticas

 

CRISE MASTER NO STF

O embate ocorre após André Mendonça retirar, na quinta-feira (10), o sigilo das principais apurações envolvendo o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro a pedido de Fachin.

 

Contudo, a liberação manteve em segredo outras frentes, como apurações ligadas ao senador Jaques Wagner (PT-BA) e ao financiamento do filme "Dark Horse" — produção cinematográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro que colocou sob apuração da Polícia Federal conversas entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

 

A disputa expôs divergências públicas entre integrantes da Corte, a Procuradoria-Geral da República e a direção-geral da PF.

PF revela detalhes de articulações de Vorcaro dias antes de prisão; banqueiro sabia de operação

  • Bahia Notícias
  • 11 Set 2026
  • 10:02h

Fotos: Reprodução / Agência Brasil / Master

A Polícia Federal (PF) apresentou um documento, cujo sigilo foi retirado na noite desta quinta-feira (10), com detalhes das articulações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro nos dias que antecederam a deflagração da Operação Compliance Zero, que resultou em sua prisão.

 

Segundo publicação do G1, Vorcaro teve conhecimento sobre a operação policial que estava para ser deflagrada e que reforçam a tese de fuga, "sendo improvável que sua viagem ao exterior, na noite imediatamente anterior à data do cumprimento dos mandados, seja mera coincidência". Os documentos da PF apontaram uma sequência de fatos associados a Vorcaro. 

 

No dia 21/10/2025  ele registrou, no aplicativo “Notas”, os nomes de representantes da Polícia Federal que participaram de reunião reservada com o Banco Central, indicando acesso antecipado a informações reservadas. Já no dia 16 de novembro, dois dias antes da operação, Vorcaro registra nova nota perguntando sobre eventual proximidade de terceiro com o juiz federal Ricardo Soares Leite, responsável por autorizar medidas contra ele. Como o inquérito era sigiloso, isso reforça a suspeita de vazamento de informações;

 

No dia seguinte, que seria antes da deflagração da operação, Vorcaro recebe, às 07h28min, mensagens urgentes de seu advogado, Walfrido Warde. Após isso, muda seus planos e, às 08h48min, informa que agendaria voo saindo de Congonhas.

 

No mesmo dia ele conversa com o jornalista Diego Escosteguy sobre reportagem que seria publicada; após as 11h, recebe o link da matéria e o repassa imediatamente a Warde. A reportagem menciona a existência de inquérito na 10ª Vara Federal de Brasília;

 

Warde protocola petição na 10ª Vara Federal do DF, pedindo acesso ao conteúdo da investigação, citando expressamente a reportagem como fonte da informação. Ao longo do dia, ele e Vorcaro seguem tratando do assunto, com insistência sobre contato com o juiz do caso;

 

De acordo com o G1, também nesse dia, surgem elementos de que Vorcaro divulgou à imprensa a notícia de que o Grupo Fictor teria interesse na aquisição do Banco Master. Vorcaro manteve contato com servidores do Banco Central, Paulo Sérgio e Belline. Depois, eles consideram “fundamental” que ele fale com o diretor do BC, Ailton Aquino;

 

Uma reunião é articulada para o próprio dia. Vorcaro propõe 13h; Paulo Sérgio confirma 13h15min; e Belline envia o link às 13h35min. Depois da reunião, inicia a circulação de reportagens sobre a venda do Banco Master ao Fictor, sem surpresa dos servidores, sugerindo alinhamento prévio. No entanto, as forças policiais interceptam Vorcaro no aeroporto de Guarulhos/SP, quando ele estava prestes a embarcar em jato particular com destino final aos Emirados Árabes.

 

Já no dia 18 de outubro, é oficialmente deflagrada a operação policial COMPLIANCE ZERO – fase I, após decisão judicial favorável aos pedidos da Polícia Federal. A PF explicou que o panorama demonstra que Vorcaro estava "ciente da futura e iminente atuação policial, se utiliza de servidores do Banco Central que lhe são subalternos (em razão do pagamento de vantagens indevidas) para forçar uma reunião virtual, no dia imediatamente anterior à operação policial".

 

"Diante de todo o exposto, conclui-se pela existência de fortes elementos indicativos de condutas de Daniel Vorcaro e associados direcionadas a proteger o núcleo dirigente da organização criminosa, mediante conhecimento antecipado de atos processuais e articulações com interlocutores em órgãos de controle, ao lado de planejamento logístico para saída do país em janela próxima à deflagração de medidas, o que, somado às comunicações com autoridades e ao acompanhamento de procedimentos internos, compõe o retrato dos “tentáculos” em estruturas públicas e privadas", afirma a Polícia Federal. 

 

Os documentos também apontaram informações entre troca de mensagens entre Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Daniel Vorcaro. Foi sinalizado que o ministro discutia com o ex-dono do Banco Master a possibilidade de a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que teria o ex-banqueiro como alvo. Os diálogos constam em um relatório enviado pela Polícia Federal (PF) ao STF, que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça no dia 1º de setembro.

 

Vorcaro faz um questionamento no dia 15 de novembro de 2025  a Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Quarenta e oito horas depois, na noite de 17 de novembro, o banqueiro foi preso pela PF.

Mendonça mantém sigilo sobre informações do filme "Dark Horse" e investigação que envolve Jaques Wagner

  • Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
  • 11 Set 2026
  • 08:03h

Foto: Assessoria de Imprensa STF / Divulgação

O ministro André Mendonça, conforme determinado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, levantou no final da noite desta quinta-feira (10) o sigilo de diversas investigações relacionadas ao escândalo do Banco Master. Mendonça, entretanto, manteve em segredo de justiça algumas delas, como a petição que investiga o repasse de recursos por Daniel Vorcaro para um fundo de investimento nos Estados Unidos com o objetivo de financiar a produção do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

O presidente do STF, na decisão em que solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte, autorizou André Mendonça a manter em sigilo o que poderia prejudicar investigações futuras operações e diligências sobre o caso.

 

Nesse sentido, Mendonça manteve fechadas as informações sobre o repasse para o filme “Dark Horse” e também a petição que investiga a relação entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima. Outra investigação mantida em sigilo por Mendonça foi aquela revelada pela Polícia Federal no relatório de inteligência enviado para o ministro Alexandre de Moraes, sobre Antônio Rueda e ACM Neto.

 

Os documentos relacionados à relação entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro estão na lista de processos que se tornaram públicos após determinação de André Mendonça. Os documentos desse processo, entretanto, já tinham sido liberados na última semana por decisão do próprio Mendonça.

 

Na noite desta quinta, o ministro André Mendonça tornou público 14 procedimentos sob sua relatoria no STF. Entre eles estão dois dos principais inquéritos que detalham a engenharia financeira que levou ao rombo bilionário do Banco Master. 

 

O principal deles é o inquérito 5026, da Operação Compliance Zero. Ele foi criado quando o processo ainda estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, momento em que o magistrado determinou a remessa do inquérito que tramitava na Justiça Federal contra Daniel Vorcaro e outros suspeitos.

 

É a partir deste inquérito que outras investigações foram ramificadas. Entre as que tiveram o sigilo levantado por André Mendonça, cinco tratam direta ou indiretamente das operações de prisão e busca e apreensão contra os envolvidos no grupo chamado “A Turma”, utilizado por Vorcaro para intimidação e perseguição de adversários e desafetos.

 

Outro inquérito, que investiga a cooptação de influenciadores, o chamado “Projeto DV”, para influenciar a percepção pública sobre Vorcaro e o Banco Master, também teve seu sigilo levantado pelo ministro André Mendonça.

 

Também consta no material liberado por André Mendonça as informações sobre o pagamento de viagens e jantares internacionais por Daniel Vorcaro para os dois servidores do Banco Central acusados de atuar para favorecer o Banco Master. É o que afirma a Polícia Federal nos relatórios enviados ao STF.

 

De acordo com a investigação, Vorcaro teria custeado parte de uma viagem do ex-chefe de Supervisão Bancária do BC, Belline Santana, junto com a esposa para Paris, assim como do ex-diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza para a Disney, nos Estados Unidos.

 

Segundo a investigação, Vorcaro teria organizado uma viagem de Belline e da esposa para Paris. O ex-banqueiro “tratou diretamente com prestadores de serviços no exterior sobre reservas de restaurantes, recepção e logística, chegando inclusive a encaminhar o contato pessoal do servidor para que a programação fosse finalizada”, diz a PF.

 

A decisão tomada por Edson Fachin sobre as investigações do Banco Master ocorre às vésperas da sessão extraordinária do Supremo marcada para 15 de setembro. O plenário deverá analisar a controvérsia envolvendo o relatório da Polícia Federal que revelou diálogos entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) questiona a validade dessa parte da investigação e pediu a nulidade do relatório.

 

O levantamento do sigilo, na visão de Fachin, teve como objetivo permitir que os demais integrantes do STF tenham acesso ao conjunto de informações relacionadas ao caso antes da sessão. 

Polícia Civil prende suspeito de estuprar criança de 10 anos em Guanambi, no interior da Bahia

  • Bahia Notícias
  • 10 Set 2026
  • 16:26h

Foto: Reprodução/Bahia Notícias

Um homem, de 26 anos, investigado por estupro de vulnerável, crime cometido contra pessoa incapaz de consentir, no caso uma criança de 10 anos, foi preso pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (9), em Guanambi. Segundo as investigações, iniciadas em janeiro deste ano, o crime ocorreu em contexto familiar, de maneira reiterada, por aproximadamente 3 meses.

 

Após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, o investigado passou pelos procedimentos legais de praxe e permanece custodiado, à disposição da Justiça. A vítima foi encaminhada para acompanhamento pelo serviço de atendimento psicossocial do município, conforme as medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

A prisão aconteceu no âmbito da Operação Malhas da Lei e foi realizada por equipes do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Semiárido) e da Delegacia Territorial (DT/Guanambi), unidades vinculadas à 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Guanambi).

Agerba revoga licitação de consultoria para fiscalizar concessões de rodovias na Bahia

  • Por Maurício Leiro / Francis Juliano/Bahia Notícias
  • 10 Set 2026
  • 12:24h

Linha Verde / Foto: Reprodução / Google Maps

A Agerba [agência que regula transportes na Bahia] revogou uma concorrência que previa a contratação de uma empresa de consultoria e assessoria para apoiar as atividades de fiscalização do órgão nas BAs 099 e 093. Publicada nesta terça-feira (8), a decisão foi assinada pela diretora-executiva da Agerba, Tahis Flores Nunes Soares.

 

Conforme o comunicado, a licitação tinha como objetivo contratar serviços especializados para auxiliar a Agerba no acompanhamento das obrigações das empresas responsáveis pelas concessões dos sistemas rodoviários BA-099 e BA-093.

 

A primeira é administrada pela Concessionária Litoral Norte (CLN) e abrange o trecho entre a ponte sobre o Rio Joanes, em Lauro de Freitas, até a divisa com Sergipe.

 

Já a BA-093 é gerida pela Concessionária Bahia Norte (CBN), que responde também pelas rodovias BA-526 (CIA-Aeroporto) e BA-535 (Via Parafuso). Não há informações sobre os motivos que levaram à suspensão da concorrência.

PSOL enfrenta disputa difícil por vaga federal e mira ampliar bancada na AL-BA

  • Por Paulo Dourado / Lucas Vieira/Bahia Notícias
  • 10 Set 2026
  • 10:36h

Foto: Antonio Queirós / CMS e Luan Guerra / Divulgação

A federação PSOL-Rede enfrenta um cenário considerado difícil para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026, segundo apuração do Bahia Notícias. Entre os nomes cotados para a disputa estão Hamilton Assis, Eliete Paraguassu, Professor Reginaldo Alves e Uldurico Pinto.

 

Na corrida por uma vaga considerada internamente como um "sonho distante", Hamilton Assis e Eliete Paraguassu são vereadores de Salvador, enquanto Professor Reginaldo Alves atua como diretor sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB). Já Uldurico Pinto, da Rede, é ex-deputado federal - e pai do ex-deputado federal Uldurico Jr., preso pela Operação Duas Rosas.

 

O quadro é mais favorável na disputa pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). As projeções apontam que a federação pode eleger pelo menos dois deputados estaduais, com possibilidade de chegar a três cadeiras. Atualmente, a legenda conta somente com o deputado Hilton Coelho na Casa, que aparece como principal nome para a reeleição.

 

Para a segunda vaga, Kleber Rosa, ex-candidato a prefeito de Salvador, desponta à frente, mas ainda disputa espaço com Jonatas Monteiro, ex-vereador de Feira de Santana. 

 

Também está no radar Magno Lavigne, da Rede, ex-presidente da União Geral dos Trabalhadores na Bahia e ex-secretário nacional de Qualificação, Emprego e Renda do Ministério do Trabalho.