Um repórter da Record de Brasília foi preso no último domingo (23) após um acidente de trânsito. Paulo Vitor Gomes, conhecido popularmente como Tatuzinho, estava bêbado e acabou atropelando três pessoas, dentre elas um agente do DER (Departamento de Estradas de Rodagem). Mesmo com o impacto, nenhuma das vítimas se feriu gravemente. Elas foram encaminhadas ao hospital, mas já receberam alta e passam bem. De acordo com o Notícias da TV, Paulo perdeu o controle de seu carro após tentar fugir de uma blitz da Lei Seca. O plano não deu certo e ele acabou capotando seu automóvel, atingindo as três pessoas e mais cinco carros. Encaminhado ao Instituto Médico Legal, o jornalista foi submetido a um teste de alcoolemia que constatou embriaguez. Ele foi encaminhado a uma delegacia, mas pagou fiança de 3 mil e foi liberado no dia seguinte. De acordo com a Polícia Civil, o profissional foi autuado por “embriaguez ao volante em concurso com lesão culposa”. Paulo Vitor Gomes é um nome bastante conhecido localmente. Ele é repórter do Balanço Geral e há dois anos e também faz reportagens para o Cidade Alerta, além de apresentar o Record nas Cidades aos sábados. Segundo o advogado do jornalista, Mauro do Nascimento, Paulo ficou nervoso com a blitz e acabou perdendo o controle de seu automóvel. Um processo está em andamento e o profissional assinou um termo se comprometendo a não deixar o Distrito Federal enquanto a ação estiver aberta. Como é uma figura pública e possui residência fixa, o juiz aceitou seu pedido de liberdade provisória mediante o pagamento da fiança. Procurada, a Record Brasília disse que suspendeu Paulo do trabalho. Além disso, enviou um comunicado. “Fomos surpreendidos e ficamos perplexos com este grave acidente envolvendo o repórter Paulo Vitor, conhecido como Tatuzinho. Poderia ter sido uma tragédia muito maior. Acreditamos na Justiça e esperamos que nosso repórter responda pelos seus atos em um processo isento e duro. E, com isso, repense a maneira de como usa um automóvel”. Paulo, por sua vez, ainda não se pronunciou sobre o fato. Segundo amigos próximos, ele está arrependido e sabe que sua ação foi errada, mas está ciente que uma pessoa de bem.
O cliente de uma boate, que foi esfaqueado na cabeça no final de semana por um cantor sertanejo após ter supostamente assediado a mulher do músico, em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, está internado em estado grave. Sandro Mendes Figueiredo, de 31 anos, está internado no Hospital Regional de Sorriso, a 420 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, Léo Henrique, de 27 anos, que faz dupla com o cantor Leandro, pegou um facão e golpeou Sandro depois de vê-lo assediar a mulher dele durante a apresentação do músico no local. Ele se comprometeu em ir até a delegacia, mas ainda não foi localizado pelos policiais. Em conversa pelo aplicativo WhatsApp, o cantor confessou ter esfaqueado a vítima. A mensagem viralizou na internet e foi confirmada pela Polícia Civil. A direção do hospital disse ao G1 que Sandro está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele passou por cirurgia e teve uma parte do crânio retirada depois que os médicos encontraram um inchaço no cérebro dele. Sandro teve perda de parte da massa encefálica. Ainda conforme a direção do hospital, Sandro está sedado com ventilação mecânica.
O resultado do exame toxicológico realizado em Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, comprovou que a jovem, que estava grávida, foi dopada horas antes de morrer em uma praia de Mongaguá, no litoral de São Paulo, em julho deste ano. A Polícia Civil trabalhava com a hipótese de ela ter sido vítima de um afogamento acidental, mas concluiu que a menina foi morta pelos próprios patrões após ser descoberto que ela tinha em seu nome um seguro de vida no valor de R$ 260 mil. Os documentos obtidos pelo G1 comprovam que Atyla, antes de morrer, ingeriu várias substâncias de uso controlado, além de apontarem para uma quantidade excessiva de álcool no sangue. De acordo com a advogada da família de Atyla, Patrícia Vega, o exame comprovou que o casal Sergio Ricardo Re da Mota, de 47 anos, e Simone Melo Koszegi, de 41, envenenaram Atyla antes de levá-la à praia, onde ela foi encontrada morta. "As subtâncias encontradas no exame são de medicamentos para epilepsia e antidepressivos. Segundo apuramos, são quatro tipos de medicamentos diferentes que só podem ser comprados nas farmácias com receita azul, de controle especial", explica a advogada, que também estranhou a quantidade de álcool encontrada no sangue da garota que, segundo familiares, não bebia.
Uma jovem de 17 anos morreu afogada após cair em uma cachoeira na cidade de Santa Margarida, na Zona da Mata. O incidente aconteceu no último sábado (22).Segundo informações da Polícia Militar, Taynara Claudina Ferreira estava com duas primas na cachoeira do Fabinho, quando tentou tirar uma selfie com o telefone celular em uma área mais perigosa do córrego e acabou escorregando. As parentes da vítima contaram à polícia que, na queda, Taynara bateu a cabeça e foi levada pela água por aproximadamente cinco metros, até ficar submersa, presa nas pedras. As primas dizem que não conseguiram salvar a vítima e foram buscar ajuda. Voltaram 20 minutos depois com outro parente que resgatou a jovem das pedras. Taynara foi levada ao Hospital Dr. Jatyr Guimarães de Paula, mas já chegou sem vida. Amigos e familiares prestaram homenagens em sinal de luto nas redes sociais da vítima. Ainda de acordo com os militares, apesar de a cachoeira onde aconteceu o afogamento ser muito frequentada, não há outros registros de acidentes graves no local.
Após ter se manifestado através de um vídeocontra o candidato de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República, a cantora Marília Mendonça recebeu ameaças e decidiu apagar a gravação publicada em seu perfil no Instagram. Em uma nova publicação, a sertaneja postou uma foto em que aparece ao lado da mãe e do irmão e lamentou o ocorrido após seu posicionamento aderindo à campanha “Ele Não”. “Essa sou eu, aquela é minha mãe e aquele é meu irmão. Minha família é constituída dessas 3 pessoas, que juntas acreditaram nas promessas de Deus e nos seus sonhos. Eu sou uma menina de 23 anos, cheia de amigos das mais variadas formas e conceitos que sempre respeitou o seu espaço, e construiu com apenas algumas boas torcidas e muita fé, o que tenho hoje. Em uma noite, tudo o que foi construído com amor e carinho foi apagado na mente de algumas pessoas. Me sinto mal e minha cabeça dói por imaginar que anos de luta se basearam nisso, no final das contas”, iniciou. “Deixo aqui o meu pedido de desculpas a todas as mulheres que acreditei estar defendendo naquele momento. Deixo aqui o meu pedido de desculpas a todos os homens, por em um instante de loucura acreditar que uma opinião não feriria vocês. Eu realmente achei que poderia. Minha mãe tem recebido ataques tanto quanto o restante da minha família que nem compartilham da mesma opinião que a minha”, continuou. “Deixo aqui essa mensagem e o meu profundo silêncio em qualquer questão que seja política. A gente pede encarecidamente PAZ! É isso que eu busco! Não posso opinar já que não sei do que o Brasil precisa! Tá na mão de vocês, galera! Boa sorte a todo mundo! Que Deus nos abençoe!”, finalizou Marília Mendonça.
Desde criança a publicitária Camila Alvarenga de Paula Pinto, hoje com 37 anos, alimenta uma certeza na vida: quer ser mãe. Ela tem como referência a sua própria mãe, Denise, que teve três filhos e ao mesmo tempo construiu uma carreira sólida e de sucesso. A diferença é que a mãe de Camila deu à luz aos 30 anos de idade, no auge da fertilidade, e a publicitária já está com 37 anos e ainda não pretende engravidar. A alternativa para Camila adiar mais um pouco o sonho da maternidade foi congelar seus óvulos - técnica existente há mais de dez anos e cada vez mais comum diante da mudança de comportamento da mulher. Influenciada por uma amiga, Camila passou pelo procedimento no início do ano e disse que o incômodo maior foi receber as doses de hormônio durante 12 dias. "Ao final do período, nos últimos três dias, nem eu me suportava", brinca ela, que está num relacionamento estável mas ainda não sabe quando será mãe. "Meu namorado entendeu e apoiou a minha decisão. Nós sempre conversamos sobre ter filhos, só não sabemos a hora ainda", diz ela. Camila conseguiu coletar 24 óvulos e 18, por terem qualidade, foram congelados. Quem fiscaliza as clínicas de reprodução assistida no Brasil é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a agência não possui números oficiais de óvulos congelados no país com o objetivo de prolongar a "janela de oportunidade" das mulheres para a maternidade. A Anvisa tabula e monitora apenas a quantidade de embriões - segundo o Sistema Nacional de Produção de Embriões, o SisEmbrio, em 2017, 75.557 embriões foram congelados no Brasil, um aumento de 13% em relação ao ano de 2016, quando 66.597 embriões foram congelados. Levantamento feito pela BBC News Brasil em seis clínicas de reprodução assistida em São Paulo e no Rio de Janeiro confirma essa tendência de aumento de casos de congelamento para preservar a fertilidade. A Clínica Huntington, por exemplo, uma das maiores de São Paulo, praticamente triplicou o número de pacientes que congelaram seus óvulos em cinco anos: em 2012, 122 mulheres passaram pelo procedimento; em 2017 foram 353 - um salto de 189%. O mesmo aumento foi verificado na clínica Fertility, também em São Paulo. Em 2013, 65 mulheres congelaram seus óvulos na unidade, contra 180 no ano passado, o que representa um aumento de 176% na procura pelo serviço. "Em 2013, 5,5% dos procedimentos da clínica eram congelamento de óvulos. Em 2015, eles já representavam 9,4%. Em 2018, 1 em cada 5 procedimentos realizados na Fertility são de criopreservação de óvulos. Isso mostra claramente uma mudança de conduta da mulher", afirma Edson Borges. Nas Clínicas Mãe e Engravida, o salto foi de quase cinco vezes: saiu de 32 casos em 2012 para 188 casos cinco anos depois.
A Polícia Federal (PF) afastou a suspeita de que Adélio Bispo de Oliveira, que no último dia 6 tentou matar o candidato Jair Bolsonaro (PSL-RJ) em Juiz de Fora (MG), tenha recebido pagamento em sua conta bancária para executar o crime. A investigação concluiu que o dinheiro localizado com Oliveira tem apenas "origem sustentável", como uma rescisão recente pelo trabalho em um escritório de advocacia, e remuneração pelo trabalho de garçom, pelo qual recebia cerca de R$ 70 por dia. A PF apurou que o cartão de crédito internacional encontrado em poder de Oliveira na verdade nunca foi utilizado e foi emitido automaticamente pelo banco logo após o valor da mesma rescisão trabalhista ter sido depositado em sua conta. Em teorias conspiratórias compartilhadas em redes sociais, o cartão também foi citado como suposta evidência de que Oliveira teria recebido dinheiro de origem suspeita. A PF também concluiu que o computador pessoal localizado com Oliveira não era recente nem caro, ao contrário do propagado em redes sociais. O aparelho era antigo e estava quebrado, tendo sido usado pela última vez no ano passado. Dos quatros telefones celulares encontrados com Oliveira, apenas dois estavam em atividade, e nenhum foi comprado nas semanas anteriores ao crime.Segundo outra conclusão da PF, em razão dos acertos trabalhistas recentes Oliveira tinha condições financeiras próprias de pagar adiantado R$ 400 por hospedagem numa pensão em Juiz de Fora, onde ele disse que procurava emprego. Foi apreendido com Oliveira um recibo que comprova o pagamento. Também foram investigadas todas as pessoas citadas em redes sociais como supostos cúmplices que teriam repassado a faca a Oliveira no dia do atentado. A PF descartou todas as informações, que eram falsas. Pelo menos uma mulher inocente marcada em redes sociais foi perseguida, recebeu ameaças e teve que procurar a PF para obter proteção. A opção de Oliveira por usar uma faca para tentar matar o presidenciável pode ser explicada por outro aspecto da vida do preso levantado durante a investigação da PF. Em um açougue em que Oliveira trabalhou em Curitiba (PR), a PF apurou que Oliveira era conhecido por manejar muito bem facas. Normalmente um novo contratado recebia um "padrinho", responsável por tutelar o novo cortador de carnes. No caso de Oliveira, o próprio açougue dispensou o uso do "padrinho", ao constatar que ela sabia usar as lâminas. Oliveira também teria trabalhado como sushiman, preparador de carnes de peixe em restaurantes japoneses, o que também demanda um bom uso de facas. Sobre a faca, um exame feito por peritos criminais federais do Instituto Nacional de Criminalística apontou traços de DNA de Bolsonaro na lâmina, de cerca de 20 centímetros, o que confirma que a faca foi a mesma usada no crime. Oliveira tinha a faca consigo muitos meses antes do crime. Em um dos três depoimentos que prestou à PF, Oliveira disse que decidiu esfaquear Bolsonaro três dias antes da chegada do presidenciável a Juiz de Fora e que soube que ele estaria na cidade porque viu um outdoor numa rua da cidade. Ele afirmou ter feito uma fotografia do painel. Ao analisar a memória do telefone celular de Oliveira, a PF de fato encontrou a fotografia, tirada no mesmo dia indicado por Oliveira. O presidente do inquérito e também delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF de Minas Gerais, Rodrigo Morais, informou que o inquérito que trata do ato do crime em si deverá ser finalizado até a próxima sexta-feira (28), mas ao mesmo tempo será aberto um novo inquérito para investigar supostos mandantes ou pessoas que teriam instigado o crime, ainda que não exista nenhuma indicação sobre isso até o momento. A PF adotou essa estratégia porque legalmente há um prazo de 15 dias, renovável por mais 15 dias, para o final das investigações. O primeiro prazo acabou na última sexta-feira (21), quando a PF pediu mais duas semanas. O relatório final, contudo, deve ser entregue uma semana antes. Com o novo inquérito, a PF espera aprofundar a investigação. "Não há como esgotar toda a análise de conteúdo num prazo de 30 dias. Obtivemos uma farta informação em computadores, mensagens de aplicativos, telefones. Tudo isso requer uma análise mais acurada. Com o outro inquérito, vamos poder investigar sem estarmos premidos pelo prazo do inquérito inicial", disse Morais. No material a ser analisado estão cinco discos rígidos apreendidos numa lan house frequentada por Oliveira. O primeiro inquérito será relatado e entregue ao Ministério Público Federal, que pode ou não oferecer a denúncia contra Oliveira. Ele foi indiciado pela PF por infração ao artigo 20 da LSN (Lei de Segurança Nacional). Segundo a PF, Oliveira confirmou em depoimento que agiu movido por razões políticas ou religiosas, o que deu base ao enquadramento legal. O artigo prevê inicialmente pena de três a dez anos de reclusão, porém ela é aumentada para de seis a 20 anos caso o crime envolva "lesão corporal grave". O artigo prevê o crime de "devastar, saquear, extorquir, roubar, sequestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas". Desde o crime, a PF recebe e está averiguando as diversas informações e teorias conspiratórias que circulam na internet e também tem recebido outra parcela de "dicas" para averiguação. O delegado Morais disse que todas as informações são levadas em conta e estão no radar da PF. "Algumas são esdrúxulas e não merecem nem consideração. Outras vamos olhar com mais atenção", disse o delegado da PF.
Um ônibus que transportava passageiros para a cidade de Guanambi, no Sudoeste da Bahia, se evolveu em um acidente na tarde de sexta-feira, 21 de setembro, na MGC-122, próximo a Capitão Enéas, região Norte de Minas Gerais. De acordo informações, o acidente ocorreu após o condutor perder o controle da direção do ônibus e colidir contra o fundo de uma carreta. No impacto o motorista sofreu graves ferimentos e foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado a um hospital da cidade de Janaúba. Dois passageiros do coletivo, sendo um idoso de 60 e 74 anos também tiveram ferimentos. A rodovia ficou parcialmente interditada por algumas horas, sendo o trânsito liberado por volta das 17h20. Segundo informações, o ônibus pertence à empresa Edson Turismo, o qual possuía sede na cidade de Euclides da Cunha (BA). Ônibus havia saído da cidade de América (SP) e tinha como destino a cidade de Guanambi. O motorista da carreta não sofreu ferimentos, e segundo a Polícia Militar, ele se apresentou e deve ser ouvido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Um jovem de 18 anos morreu nesta quarta-feira (19) durante a prova prática para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na sede do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT). Conforme nota encaminhada pelo governo estadual, Daniel de Oliveira Rodrigues de Souza sofreu uma parada cardíaca enquanto realizava a prova para habilitação de carro e de moto. De acordo com testemunhas, Daniel já havia feito praticamente toda a prova. Já tinha passado pela '‘baliza’' e seguia para o próximo setor, quando se sentiu mal e desmaiou. Durante o teste, o jovem começou a passar mal e foi socorrido por instrutores e técnicos do Detran. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e, ainda por telefone, os profissionais da autarquia foram orientados a retirar o jovem do veículo e a realizar manobras de ressuscitação. Duas equipes médicas foram enviadas até o local, enquanto uma médica do Samu, que atendeu a ocorrência ao telefone, orientou que fossem realizadas manobras de ressuscitação até a chegada das equipes. Daniel foi atendido pelos médicos do Samu e levado ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá ainda com vida, porém, não resistiu e morreu na unidade hospitalar.
A extinção em definitivo do horário de verão em todo o território nacional está sendo analisada na Comissão de Infraestrutura (CI). A proposta (PLS 438/2017) é do senador Airton Sandoval (MDB-SP) e está sendo relatada pelo senador Valdir Raupp (MDB-RO). Sandoval questiona a alegação de que, ao se adiantar o horário legal em parte do território nacional, proporciona-se maior aproveitamento da luz solar, o que reduz o uso de energia com iluminação artificial. Para o senador, essa tese não sobrevive a uma análise econômica mais ampla. Na justificativa do projeto, ele cita vários estudos feitos em países diversos que vinculam a adoção do horário de verão com o desenvolvimento de doenças e problemas de saúde, como aumento de infartos do miocárdio, aumento da pressão arterial e agravamento do diabetes mellitus tipo 2. Segundo o autor, a privação do sono causada pelo horário de verão tem vários efeitos: irritabilidade, comprometimento cognitivo (aprendizagem), perda ou lapsos de memória, comprometimento do julgamento moral (que levaria à prática de crimes), sonolência, bocejos, alucinações, comprometimento do sistema imunológico, agravamento de doenças cardíacas, arritmias cardíacas, redução no tempo de reação (causa acidentes no trânsito), tremores, dores, redução da precisão (leva a acidentes de trabalho), aumento dos riscos relacionados com a obesidade e supressão do processo de crescimento (em adolescentes). Neste ano, o horário de verão está previsto para começar em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro. Até o ano passado, o início da mudança de horário era em outubro, mas um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez com que o presidente Michel Temer editasse um decreto alterando para novembro, com intuito de evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. O ajuste nos relógios vale para as Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e vigora até 17 de fevereiro do ano que vem. O projeto será analisado também pelas Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), cabendo à última a decisão terminativa.
Xuxa Meneghel afirmou por meio de sua rede social que um fã, identificado pelo nome de Hernan Mondragon, morreu depois de encontrá-la no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, nesta quarta-feira (19). Segundo a apresentadora, Mondragon teria se emocionado e passado mal ainda no local. “Quando eu deixei de fazer o programa na Argentina eu fiquei dias com a carinha de Herna (sic) Mondragon na minha cabeça… sempre que me via era emoção pura. Hoje, na chegada do aeroporto, ele se emocionou tanto que passou mal e inacreditavelmente se foi. É, meu seguidor , meu fã e amigo, virou anjo … meu coração está apertado por não poder fazer nada pra tê-lo ao meu lado, desculpe. Voy te guardar en mi alma”, escreveu ela, no Instagram. A assessoria de imprensa da apresentadora informou que Mondragon já sofria de problemas cardíacos. “Estamos apurando e cuidando do enterro. Xuxa ficou muito mal”, disse. No Twitter, Mondragon se apresentava como fã ativo de Xuxa e a acompanhava de perto, pelas redes sociais. Em janeiro de 2017, por exemplo, escreveu. “Estou feliz porque te vejo mesmo que seja pela TV. Tenho muitas saudades. Eu te amo”, declarou. Mais recentemente, o rapaz também postou a notícia sobre a morte da mãe de Xuxa, dona Alda. A apresentadora brasileira foi à Argentina para a inauguração de sua primeira clínica, a Espacolaser, na região
Imagens que circulam em redes sociais mostram um professor sendo agredido e humilhado na sala de aula do Ciep Municipal Mestre Marçal, em Rio das Ostras, no interior do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (18). Durante três minutos de filmagem, alunos ofendem o professor, que demonstra calma em todos os momentos. Um dos adolescentes chega a arremessar uma pochete na direção do professor quando ele escrevia no quadro. O professor questiona se a intenção era atingi-lo e outro aluno responde: "'Peraí' que agora vai acertar". O aluno chega a fazer ameaças graves quando é questionado por um colega. "Vai matar o professor, cara? Faz isso não. O cara te dá aula, o cara é maneiro", diz o colega, que recebe a resposta: "O cara nunca mais vai dar". Os vídeos foram filmados por um estudante do colégio enquanto a turma fazia prova. Em outro momento do vídeo, o mesmo adolescente que arremessou a pochete amassa a prova na frente do professor. O jovem também tenta destruir as provas dos colegas e quando rasga uma folha, o colega debocha: "Aí, professor, acabou a prova!". As imagens mostram ainda que um dos jovens chega a empurrar o professor exigindo que a porta ficasse aberta. A gravação, que foi editada, mostra outro rapaz quebrando o quadro. Durante todo o tempo em que os jovens cometem os delitos, os colegas brincam e estimulam os atos. Uma funcionária que trabalha no Ciep conversou com a equipe de produção da TV Globo. Ela disse que o professor pediu demissão e vai continuar dando aulas em um colégio no Rio de Janeiro.
Uma apresentadora de TV que não teve o nome revelado foi presa na manhã da última segunda-feira (17) pela Seção de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial, que cumpriu mandato de busca e apreensão e de prisão temporária expedidos pelo Juízo da 3ª Vara criminal de Ponta Grossa, Paraná.A apresentadora é acusada pela morte da transexual G. S., que ocorreu no dia 23 de Junho. Como a prisão é temporária a delegada responsável pelo caso, Tânia Sviercoski, informou que a identificação da suspeita não será divulgada. Caso que pode mudar caso a prisão se torne preventiva. Segundo informou a Polícia Civil, testemunhas teriam visto a apresentadora obrigando a transexual a entrar em seu veículo, momentos antes de seu corpo ter sido encontrado nas margens da rodovia que liga os municípios de Castro e Ponta Grossa. A vítima sofreu dois disparos de arma de fogo e, ao pedir ajuda, acabou atropelada por um veículo que passava pela rodovia. A condutora que acabou atropelando a vítima por volta das 22h30 parou para prestar socorro. Ela chegou a ser submetida ao teste do bafômetro que registrou negativo.
A Polícia Civil prendeu 27 suspeitos de estelionato no Rio de Janeiro e no Paraná, nesta segundafeira (17). Entre os detidos está o cantor sertanejo Rick Ribeiro, de Ponta Grossa, que participaria do esquema que roubou mais de R$ 30 milhões de contas bancárias no período de um ano. Segundo o Ministério Público do Paraná, Luiz Henrique Ribeiro da Costa Lesniovski, o Rick, era um dos hackers da quadrilha e utilizava o dinheiro arrecadado com os golpes para bancar seus videoclipesO grupo tinha alvo pessoas físicas e empresas de grande porte. O procedimento adotado pelos estelionatárias era entrar em contato com as vítimas e faziam com que elas deixassem seus computadores vulneráveis para a ação deles, que conseguiam os dados bancários “vítimas” tanto pessoas físicas, quanto grandes empresas. Os criminosos se faziam passar por funcionários de bancos e entravam em contato com as vítimas. Com a desculpa de atualizar cadastro, conseguiam com que elas deixassesm seus computadores vulneráveis a ataques, de maneira a conseguir os dados bancários em cerca de 20 minutos. O grupo se concentrava principalmente na região de Barra Mensa, Sul do estado do Rio de Janeiro. O dinheiro roubado das vítimas era transferido para contas de laranjas e outra parte da quadrilha ia ao banco efetuar os saques. Cerca de 240 suspeitos estão sob investigação. Uma segunda fase da operação, batizada de Open Doors, vai cumprir 43 mandados de prisão e outros 40 de busca em apreensão em sete estados brasileiros.
A dupla Sertaneja Ivis e Carraro moveu um processo de plágio contra Marília Mendonça e os autores da música “Ciumeira”, que foi lançada em agosto deste ano, na 13ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia.De acordo com o site Extra, os cantores alegam que a rainha da sofrência teria copiada a melodia de uma música deles, “Panfleto de Rua”, gravada em 2009 e composta por Anair de Paula Silva. A ação está sendo movida pelo autor de “Panfleto de Rua” contra Marília e os seis compositores da canção gravada por ela. Entre os documentos do processo que comprovariam o plágio das melodias, está o laudo de três produtores. “Afirmo que as canções, 'Panfleto de rua', interpretada pela dupla Ivis e Carraro, e de autoria de Anair de Paula Silva, e a música 'Ciumeira', interpretada pela cantora Marília Mendonça, são bem similares, no solo e na parte A (início), da música, e no meio, depois o interlúdio", afirma o diretor da gravadora Acorde Music Rogério Fuziwara, que foi um dos responsáveis pela análise das músicas. Segundo o Extra, a assessoria de imprensa de Marília Mendonça se pronunciou sobre um assunto afirmando que a cantora está “judicialmente calçada por ter a cessão de direitos e autorização autoral de interpretação da obra devidamente assinada pelos autores”. Leia o comunicado na íntegra: "A Marília Mendonça teve seu primeiro contato no universo da música como compositora, função que ainda exerce com maestria. Marília jamais causaria danos a um companheiro de profissão ou a qualquer outra pessoa. A cantora recebeu a música dos compositores que assinam a versão gravada por ela, inclusive com arranjo. Juridicamente, Marília Mendonça está totalmente calçada por ter a cessão de direitos e autorização autoral de interpretação da obra, devidamente assinada pelos autores. Por fim, ela lamenta ter seu nome sendo usado de maneira indevida, por algo que não lhe cabe responsabilidade e deseja que tudo seja esclarecido de maneira justa".