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Mãe fez postagem sobre a descoberta em rede social — Foto: Facebook/ Reprodução
Uma moradora de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, fez uma postagem em uma rede social sobre a descoberta de que o filho, que hoje tem 23 anos, não é biológico. A suspeita da auxiliar administrativo Gislene Diogo da Silva, de 38 anos, é de que o bebê tenha sido trocado na maternidade da Santa Casa de Misericórdia do município, em fevereiro de 1995. O hospital alega que tem tomado todas as medidas para colaborar com as investigações sobre o caso. A mãe afirmou que os exames de DNA foram feitos há oito anos a pedido do próprio filho Wandré Pohl Moreira de Castilho e, desde então, ela procura o filho biológico, que nasceu no mesmo dia e não tem nenhuma pista da localização dele. A publicação feita no último dia 31 já tem mais de 6 mil compartilhamentos e 13 mil comentários. “Depois de 15 anos, descobrimos que meu filho não é meu filho biológico”, diz Gislene, na postagem. Desde criança, segundo ela, Wandré ouvia dos irmãos por parte de pai que ele era filho 'bastardo' devido às características físicas diferentes. Os irmãos diziam que ele não era filho do mesmo pai e que eles eram mais brancos. A dúvida foi alimentada no rapaz até os 15 anos, quando pediu à Gislene que fosse feito um exame de DNA para comprovar que os irmãos estavam errados. “Aos 15 anos, ele chegou da escola e perguntou quanto custava para fazer um exame de DNA. Ele dizia que queria mostrar para os irmãos que era realmente filho do pai dele”, recordou a mãe. Gislene diz que não tinha dúvidas da paternidade e se prontificou a fazer o exame a pedido do filho, que seria fruto do relacionamento de curta duração com o advogado Sival Pohl Moreira. Wandré passou a maior parte do tempo com o pai, apesar de sempre visitar a mãe. No entanto, ao contrário do que mãe e filho imaginavam, veio o resultado surpreendente: o então adolescente não era filho do advogado e nem dela. “Eu fiquei em prantos. Na hora passou muita coisa na minha cabeça, pensava que a criança precisava de mim. Na época, não quis expor, mas hoje fiz a postagem para tentar uma solução”, afirmou. A família fez dois testes de DNA para ter certeza do que estavam para enfrentar. “Na época foi como se eu tivesse sido atingida por um 'Tsunami'. Fiquei com medo de perder meu filho”, lembrou. Tem oito anos que a família vive uma busca incessante para tentar descobrir quem são os pais verdadeiros do jovem e quem é o filho ou a filha de Gislene. Desde 2010, eles fazem exames e procuram famílias que possam estar com o filho de Gislene. Na postagem que fez no Facebook, Gislene explica que deu à luz um menino no dia 13 de fevereiro de 1995 na Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis. Era segunda-feira e o parto normal tinha sido feito às 19h50 daquele dia. A suposta troca começou a ser alvo de duas investigações: uma na Polícia Civil de Mato Grosso e outra em um processo judicial, acompanhado pelo Ministério Público Estadual (MPE). A demora em se resolver a situação que paira sob a família é alvo de crítica da mãe. Para ela, a história já deveria ter tido uma solução. Em nota, a Polícia Civil de Mato Grosso informou que o inquérito em que se apura a suposta troca de bebês foi aberto em 2012 pelo delegado João Paulo Andrade Farias, após solicitação de Wandré. A pedido do delegado, o hospital forneceu uma cópia da lista de crianças que nasceram na unidade em fevereiro de 1995. Foram feitos exames de DNA e todos deram negativos. O período de pesquisa então foi ampliado depois que a polícia soube que as pacientes ficavam três dias internadas no hospital após o parto. Passaram a ser identificadas outras pessoas, nascidas nos dias 12 e 14 de fevereiro daquele ano. Essas pessoas ainda devem ser submetidas a exames com as respectivas genitoras. A Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis emitiu uma nota alegando que, logo após o parto, os bebês recebem uma pulseira de identificação, que somente é retirada na saída da maternidade após a alta médica. Afirmou ainda que não se pode descartar a hipótese da criança ter sido trocada após a saída da maternidade, pois a criança nasceu no dia 13 de fevereiro de 1995 e teve o registro de nascimento feito em 12 de agosto de 1996.
- Folhapress
- 13 Set 2018
- 16:12h
(Foto: Reprodução)
As operadoras de telefonia Oi, Claro e Vivo foram condenadas a pagar R$ 9,3 milhões por violar direitos dos consumidores. Essa é a maior multa já aplicada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, órgão ligado ao Ministério da Justiça. Segundo o relatório do órgão, as empresas cometeram irregularidades na venda dos chamados serviços adicionados -por exemplo, aplicativos de jogos pagos, contratação de notícias por SMS, horóscopo diário ou espera telefônica personalizada com músicas. Além disso, são apontadas cobranças erradas, muitas vezes superiores ao que foi efetivamente entregue ao cliente ou por serviços nunca contratados. Para o departamento, anúncios de produtos das operadoras induziam o consumidor ao erro. A diretora do departamento Ana Carolina Caram avaliou que as companhias deveriam ser responsabilizadas mesmo que os serviços de valores adicionados fossem oferecidos por terceiros. "O Código de Defesa do Consumidor estabelece que todos os fornecedores respondem solidariamente pela prestação dos serviços e pelos danos daí advindos, para os consumidores", diz ela. As empresas, que ainda poderão recorrer da decisão, teriam 30 dias para o pagamento das multas. Também foi determinada a suspensão imediata do fornecimento de serviços de valores adicionais sem o prévio e expresso consentimento do consumidor. Caso as medidas não sejam cumpridas, o departamento diz que poderá "suspender temporariamente a atividade" das companhias. Procuradas pela reportagem, as três operadoras ainda não se manifestaram.
- iBahia
- 13 Set 2018
- 13:09h
Um homem matou o próprio filho, um bebê de 6 meses, na madrugada desta quarta-feira, com um tiro no peito, no município de Luziânia, em Goiás, por ter se irritado com a recusa da mulher para fazer sexo com ele. Maycon Salustiano, de 25 anos, foi preso em flagrante e confessou o crime. A criança chegou a ser levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos. À polícia, Maycon afirmou que tinha intenção de transar com a mulher, mas ela não quis. Ao ser contrariado, ele foi para outro cômodo e pegou uma garrucha calibre 22 e ameaçou atirar no bebê, que estava no berço no quarto do casal. De acordo com a delegada Caroline Matos, responsável pelo caso, Maycon perguntou se a mãe da criança duvidava de que ele seria capaz de disparar. Ela pediu para o marido manter a calma, mas não adiantou. Após dar seu depoimento, a mulher foi liberada.— Os pais do Michael contaram ter ingerido drogas e bebidas alcoólicas antes de dormir. A mãe do bebê disse que seu marido acordou e falou nada com nada, tentou manter relação sexual com ela, e ela negou. Os dois começaram a discutir, quando o homem pegou uma arma, uma garrucha calibre 22, e voltou para o quarto. Primeiro apontou para a mulher, que pediu para ele manter calma, e depois apontou para criança, que estava no berço. O Maycon teria ficado indagando a Jennifer se ela duvidava do que ele faria — disse Matos.
- Folhapress
- 12 Set 2018
- 17:10h
A Polícia Federal avalia abrir um novo inquérito sobre o ataque ao candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro (RJ). O objetivo é investigar a possibilidade de que um terceiro tenha incentivado Adelio Bispo Oliveira, preso desde a última quinta (6), a cometer o crime. A informação foi confirmada à reportagem por um envolvido na investigação. Por ora, a PF mantém como principal tese a de que Oliveira agiu sozinho, pois não foram encontrados indícios da existência de um possível mandante. A hipótese de um coautor ou instigador, no entanto, ainda não foi desconsiderada porque não foi concluída a análise de mídias apreendidas com Oliveira e de dados sobre suas informações financeiras. Os investigadores já descartaram o envolvimento de um homem que estava próximo ao local do atentado, em Juiz de Fora (MG). Ele prestou depoimento nas primeiras horas após o ataque e foi liberado. Também não foram encontradas evidências da participação de uma mulher, que, segundo mensagens nas redes sociais, teria entregado a faca a Oliveira. Diante dos boatos que circulam na internet, a PF estuda, inclusive, a publicação de um comunicado desmentindo informações que não se confirmaram. O inquérito atualmente em curso tem de ser tocado com celeridade, já que apura crime envolvendo um suspeito preso. O prazo para conclusão é de 15 dias, prorrogável por mais 15. A ideia de instaurar uma nova investigação, para avaliar a possível interferência de terceiros, visa evitar eventual atraso na apuração principal, que tem como foco o ato praticado por Oliveira. O caso está sendo conduzido pela Superintendência da PF em Minas, que colhe depoimentos e se debruça sobre o material apreendido. A PF em Brasília fará perícia na faca, analisando as digitais e o DNA do sangue presentes no objeto.
Luiz Fernando Lara é suspeito de forjar a tentativa de sequestro do próprio filho — Foto: Reprodução/ TV Globo
Um homem de 30 anos foi preso por inventar a tentativa de sequestro do filho. Luiz Fernando Lara aparece em um vídeo publicado na internet com a camiseta rasgada. Ele chegou a registrar o suposto crime na 53ªDP (Mesquita), na Baixada Fluminense. Em depoimento, ele afirmou que estava na rua quando uma mulher em um carro vermelho saiu do veículo e tentou roubar a criança do colo dele. Os policiais acharam a história estranha e começaram a investigar. Os agentes perguntaram sobre vários detalhes do caso e o levaram até o local apontado por ele onde teria acontecido a tentativa de sequestro. Quanto mais ele tentava se explicar, maiores eram as contradições. Os policiais começaram a desconfiar e Luiz foi obrigado a confessar que forjou o caso. Ao apontar os motivos de ter inventado o crime, os policiais se surpreenderam. Luiz Fernando contou que dividia a tarefa de cuidar da criança com a mãe, mas não queria mais cuidar do menino. Ele acreditou que, inventando a história do suposto sequestro, ela ia ficar assustada e cuidaria sozinha do menor. Assim, ele teria mais tempo livre. Luiz Fernando foi preso em flagrante por falsa comunicação de crime. A pena vai de um a seis meses de prisão.
Imagens mostram a advogada Valéria dos Santos no chão, algemada por policiais (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Policiais militares algemaram e prenderam uma advogada durante audiência no 3º Juizado Especial Cível de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Tudo começou depois que uma juíza leiga e uma advogada discutiram se incluiriam ou não uma contestação no processo. A discussão foi gravada em vídeos. Juízes leigos atuam em juizados especiais e audiências de conciliação, mas não precisam ser togados - ou de Direito. Imagens mostraram a advogada Valéria dos Santos discutindo com uma mulher durante a audiência. A juíza leiga afirmou que queria encerrar a audiência, mas ela afirmou que ainda não tinha terminado o trabalho dela e feito as contestações do caso. “Eu tenho que ver a contestação. Não, não encerrou nada. Não encerrou nada”, afirmou Valéria. A discussão continuou, e a juíza pediu que ela se retirasse da sala. A advogada afirmou que não sairia antes da chegada do delegado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), responsável por atuar em casos de suspeita de desrespeito ao trabalho dos advogados. “Quem diz isso sou eu”, afirmou a juíza leiga. “Tá bom, tudo bem. Espera o delegado chegar. Você está com pressa? Você vai esperar aqui”, destacou Valéria, referindo-se à cliente. “Tá liberada”, disse a juíza em seguida. “Não, a gente vai esperar aqui o delegado da OAB”, insistiu Valéria. A juíza afirmou que ela tinha que esperar o delegado da OAB fora da sala. Com a persistência do impasse, a juíza resolveu chamar a polícia, e a discussão continuou. Há uma interrupção na gravação. No vídeo seguinte, a advogada aparece de pé discutindo com a juíza e um policial militar que está dentro da sala. “Eu estou calma! Eu estou calmíssima! Agora, eu estou indignada de vocês, vocês - e essa senhora também - como representantes do Estado, 'atropelar' a lei. Eu tenho direito de ler a contestação e impugnar os pontos da contestação do réu. Isso está na lei”, protestou Valéria dos Santos. E o policial responde: “A única coisa que eu vou confirmar aqui é se a senhora vai ter que sair ou não. Se a senhora tiver que sair, a senhora vai sair!” “Não, eu tenho que esperar o delegado da OAB. Quero fazer cumprir o meu direito”, retruca a advogada. “A senhora vai sair quando a gente... Quando eu concluir aqui, a senhora vai sair”, afirmou o policial. Novamente, a gravação é interrompida. No vídeo seguinte, a advogada já aparece no chão, algemada. “Eu estou trabalhando! Eu quero trabalhar! Eu tenho direito de trabalhar! É meu direito como mulher, como negra, é trabalhar! Eu quero trabalhar!”, afirmou Valéria. Ainda com as algemas, a advogada foi levada para o corredor. Ela chegou a ser levada para a delegacia de Duque de Caxias e só foi libertada quando o delegado da OAB mandou retirar as algemas. A Ordem afirmou que vai pedir o afastamento da juíza e dos dois policiais que aparecem nas imagens. O presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB do Rio marcou reunião para cobrar resposta da Justiça. “Eu nunca vi algo tão bizarro, tão dantesco acontecer dentro de uma sala de audiência. Estou realmente estarrecido e por isso que a resposta da Ordem dos Advogados, da advocacia, tem que ser muito firme, contundente porque isso jamais pode se repetir”. O Tribunal de Justiça do Rio afirmou que a juíza chamou a polícia porque a advogada não acatou as orientações na sala de audiência. De acordo com o TJ-RJ, ela resistiu e, por isso, foi algemada e levada para a delegacia. O nome da juíza leiga não foi divulgado. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Núcleo Contra a Desigualdade Racial, considerou a prisão "ilegal, arbitrária, desproporcional e vexatória" e manifestou solidariedade à advogada presa. A Polícia Militar ainda não se manifestou sobre o caso.
Acidente entre ônibus e caminhão ocorreu na Avenida Alberto Craveiro, em Fortaleza, nesta segunda-feira (Foto: Arquivo pessoal)
Uma mulher morreu em uma colisão entre um caminhão e um ônibus em Fortaleza na manhã desta segunda-feira (10), momentos após ela arremessar uma criança para um passageiro do coletivo em que estava. Conforme testemunhas, o motorista do ônibus mudou de faixa bruscamente e colidiu com o caminhão, que estava parado na Avenida Alberto Craveiro, no Bairro Dias Macêdo. A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) informou que o caminhão estava parado na faixa exclusiva de transporte coletivo aguardando o fluxo de veículos diminuir para fazer uma manobra e entrar em um galpão. Thaís Silva de Almeida, de 27 anos, que morreu no acidente, estava com a criança no colo e conseguiu evitar que ela tivesse ferimentos graves, conforme os passageiros que estavam no veículo. A criança e outras cinco pessoas tiveram ferimentos, mas não correm risco de morrer. Após a colisão, a mãe ficou presa às ferragens e morreu antes da chegada de profissionais do Corpo de Bombeiros. A AMC informou que o ônibus estava a 49 km/h e a velocidade permitida na via é 60 km/h. O caso está sendo investigado pelo 16º Distrito Policial.
- iBahia
- 10 Set 2018
- 08:06h
O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) apresenta leve anemia em decorrência do sangramento causado pela facada, mas seu quadro de saúde "continua em evolução", informou o boletim médico divulgado na tarde deste domingo pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O candidato segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ainda de acordo com o comunicado, a previsão é que nos próximos dias a função intestinal se normalize e Bolsonaro possa começar a ingerir alimentos. Por ora, ele segue em jejum oral e com alimentação intravenosa. Os médicos informaram que a circulação do intestino para o fígado está preservada e a paralisia intestinal decorrente da facada está regredindo.O boletim frisou que o presidenciável segue fazendo fisioterapia, que incluem pequenas caminhadas no quarto e exercícios diários, e não apresenta dor. O relatório médico de Bolsonaro, assinado pelos médicos Antonio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Santini Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, diretor superintendente do hospital, foi divulgado neste domingo às 17h, uma hora antes do horário previsto. Mais cedo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável, disse que o pai está evoluindo bem, mas segue debilitado. - Está evoluindo bem, mas (o ataque) foi muito sério. Está todo arrebentando. Não estamos aumentando para gerar comoção pública. Ele quase morreu. Não há previsão de saída da UTI. Ainda está com anemia. Ele andou hoje com andador. Não conversa normalmente, a voz tá debilitada. Bolsonaro foi atingido por uma facada na última quinta-feira, quando participava de uma caminhada no Centro de Juiz de Fora. Na ocasião, foi submetido a uma cirurgia de emergência para estancar uma hemorragia em um hospital da cidade. No dia seguinte, o candidato foi transferido para o Einstein.
O agressor de Jair Bolsonaro (PSL), Adélio Bispo de Oliveira, acreditou que seria morto após atacar o candidato à Presidência com uma facada na última quinta-feira (6) durante um ato de campanha em Juiz de Fora, no Sul de Minas Gerais.De acordo com a reportagem do Fantástico exibida neste domingo (10), Adélio achou que seria fuzilado pela polícia, e que não sairia vivo do local. A revelação foi dada pelo agressor em depoimentos à Polícia Federal. Na tarde deste domingo (9), o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, divulgou um novo boletim sobre o estado de saúde de Bolsonaro. De acordo com o documento, o quadro do deputado está "em evolução", mas ele ainda apresenta uma "leve anemia", por conta do sangramento causado pela facada que levou no abdômen.
Mr. Catra no carnaval de Salvador (Foto: Márcio Reis /Ag Haack)
O cantor de funk Wagner Domingues Costa, o Mr. Catra, de 49 anos, morreu neste domingo (9), por volta das 15h20. Natural do Rio de Janeiro, ele estava internado no hospital Hospital do Coração (HCor), na capital paulista. Catra deixou três esposas e 32 filhos. A assessoria de imprensa do cantor disse que "com enorme pesar", comunica o falecimento de Catra, "em decorrência de um câncer gástrico". O funkeiro emagreceu mais de 30 kg nos últimos meses. O velório do cantor começa na madrugada desta segunda-feira (10), em Guarulhos, na Grande São Paulo. Depois, o corpo será enterrado no Rio de Janeiro. Ele havia declarado ser doador de órgãos, mas como faleceu por falência múltipla de órgãos, não será possível. Os médicos ainda avaliam a possibilidade da doação apenas das córneas.
Os serviços de telefonia móvel atingem 98,2% da população brasileira, de acordo com levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados nesta quinta-feira (6) pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Ainda assim, 3,8 milhões de brasileiros, que vivem em distritos fora da sede dos municípios, não têm acesso aos serviços de telefone celular. Apesar da abrangência do serviço de telefonia móvel, os dados mostram que ainda existem municípios no país que contam apenas com a tecnologia 2G, que não permite o acesso à internet. Segundo a Agência Brasil, com relação às tecnologias 3G e 4G, que permitem acesso móvel à internet, os dados mostram que a cobertura de 3G está em 5.301 municípios, onde moram 99,3% da população brasileira, e o 4G já chega em 4.122 municípios brasileiros, onde moram 94,4% da população, segundo a Telebrasil. A associação justificou o fato de ainda não haver a universalização dos serviços 3G e 4G, com o argumento de que as regras definidas pelo órgão regulador preveem o atendimento de 80% da área urbana do distrito sede e mais uma faixa de 30 quilômetros além dos limites do distrito sede. “Distritos que estiverem fora dessa área não estão nas obrigações de cobertura”, disse a Telebrasil.
Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, "apresenta nítida melhora clínica e laboratorial", informou boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na manhã deste domingo (9). De acordo com o comunicado, não há "nenhuma evidência de infecção"."O quadro abdominal apresentou melhora nas últimas 24 horas e o paciente persiste em cuidados intensivos e com progresso do tempo de permanência fora de leito e caminhada. Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa", completa o boletim, assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Einstein.O presidenciável está internado desde sexta-feira (7) no hospital na Zona Sul de São Paulo se recuperando de uma facada levada durante ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG), na tarde de quinta (6).O boletim médico anterior, divulgado na noite de sábado, informou que o candidato não apresentava sinais de infecção e que tinha se movimentado. "O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, passou um pequeno período do dia sentado na poltrona (30 minutos), além de caminhar no quarto auxiliado por fisioterapeuta, enfermeira e médico por 5 minutos. O tempo será gradualmente aumentado nos próximos dias conforme a tolerância do paciente às atividades", diz o comunicado. Na tarde de sábado, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidenciável, postou nas redes sociais uma foto do pai em uma poltrona na UTI. Na imagem, ele aparece fazendo sinal de armas com as mãos. Questionado na porta do hospital sobre o gesto, outro filho do candidato, Eduardo Bolsonaro, disse que o sinal já é uma marca registrada do pai devido à sua posição contra o desarmamento. Eduardo disse também que não vê nada de prejudicial no gesto ou algo que possa gerar violência. Em sua conta no Twitter, Bolsonaro afirmou que está bem e se recuperando e agradeceu à família e aos médicos. Neste sábado, voltou a agradecer na rede social as orações e o apoio. Segundo a cúpula do Einstein, os principais riscos que serão monitorados são pneumonia (pois o candidato ficou muito tempo em choque e perdeu cerca de 2 litros de sangue) e infecção (por causa do vazamento de massa fecal na cavidade abdominal). A previsão de internação é de sete a dez dias. A retomada das atividades só deve ocorrer em 20 dias.
O ex-presidente Lula em 7 de abril, em São Bernardo do Campo (SP), poucas horas antes de se entregar à PF (Foto: Andre Penner/AP Photo)
A defesa de Luiz Inácio Lula da Silva pediu na noite deste sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender a decisão que rejeitou a candidatura do ex-presidente. Na madrugada do último dia 1º, o TSE rejeitou a candidatura de Lulapor seis votos a um com base na Lei da Ficha Limpa .Os advogados de Lula, então, recorreram ao Supremo Tribunal Federal, pedindo que a decisão do TSE fosse suspensa para o ex-presidente concorrer nas eleições. Ao analisar o caso, o ministro Celso de Mello rejeitou o pedido da defesa, mas acrescentou que os advogados poderiam recorrer ao TSE. Agora, caberá à presidente do tribunal, ministra Rosa Weber, decidir sobre o caso.
Associação dos Surdos de Vitória diz que intérprete fez sinais errados e inexistentes em propaganda na TV (Foto: Reprodução/ Propaganda Eleitoral Gratuita)
As propagandas eleitorais que foram ao ar na TV com o intérprete de Libras Cássio Veiga, acusado pela Associação de Surdos de Vitória de inventar sinais, foram suspensas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nesta sexta-feira (7), até que os partidos apresentem novas peças. A decisão é da juíza auxiliar do TRE-ES Maria do Céu Pitanga de Andrade. O problema surgiu após reclamações de telespectadores de que a interpretação de Libras de feita por Cássio nas propagandas eleitorais não batia com o que candidatos falavam. Cássio foi contratado por pelo menos quatro partidos para traduzir o que os candidatos diziam para as pessoas surdas.
(Foto: GloboNews)
Os peritos da Polícia Federal já sabem onde começou o fogo no Museu Nacional. Mas, para evitar especulações sobre a causa da tragédia, ainda não divulgaram o local exato. A hipótese de incêndio criminoso não está descartada pelos investigadores, conforme apurou o RJTV. O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, foi destruído por um incêndio de grandes proporções no dia 2 de setembro. Nesta sexta-feira (7), muita gente aproveitou o feriado para passear na Quinta da Boa Vista. Foi lá, no palácio que abrigava o Museu Nacional, que teve início o processo de independência do Brasil. Em agosto de 1822, Dom Pedro viajou para São Paulo e nomeou a princesa Leopoldina regente interina do Brasil. Dez dias depois, ela recebeu uma carta de Portugal com péssimas notícias. As medidas anunciadas acabavam com o poder de Dom Pedro e ainda ameaçam dividir o Brasil. Leopoldina não pode esperar pela volta do príncipe e, após uma reunião com o conselho de ministros, assinou a declaração de Independência do Brasil dentro do palácio da Quinta da Boa Vista. O famoso Grito do Ipiranga só aconteceu cinco dias depois.