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O relator da proposta que altera o Código de Trânsito Brasileiro, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), disse que vai propor em seu relatório, que deve ser protocolado na próxima terça-feira (26), uma série de mudanças na proposta original do governo, apresentada em junho. Entre os pontos alterados está o que trata do uso da cadeirinha no transporte de crianças. O texto do governo previa mudança na punição pelo transporte irregular de crianças, de multa e retenção do veículo para advertência. O relator retirou a possibilidade de advertência nesses casos e propõe ampliar o uso da cadeirinha. O deputado propõem ainda novas regras para o sistema de pontos por conta de multas de trânsito e nas normas para a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. O projeto de lei foi apresentado pelo governo federal em junho deste ano. A entrega do texto foi feita pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro. Na primeira etapa de tramitação, na Câmara, a proposição foi enviada para a análise de uma comissão especial. O projeto recebeu 228 emendas, de 68 deputados. A comissão especial realizou seis audiências públicas com especialistas, representantes do Departamento Nacional de Trânsito e da Polícia Rodoviária Federal. O relator vai entregar o seu parecer, na semana que vem, com as seguintes propostas: Ampliação do uso da cadeirinha para o transporte de crianças. Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito detalha as regras para o uso de equipamentos adequados para o transporte de bebês e crianças - conhecidos genericamente como "cadeirinhas". A resolução determina qual o equipamento apropriado de acordo com a idade: bebê conforto, assento de elevação, cadeirinha. O uso destes equipamentos é atualmente obrigatório até os 7 anos e meio. Entre 7 anos e meio e 10 anos, as crianças devem ser transportadas no banco traseiro, com cinto de segurança. O relator quer que o uso do equipamento ocorra até os 10 anos, ou para crianças com até 1,45m de altura. O deputado Juscelino Filho explicou que, desta forma, atende a recomendações de especialistas na área de trânsito. O texto original do projeto do governo prevê mudança na punição para o transporte irregular de crianças. Segundo o projeto, "a violação do disposto no art. 64 será punida apenas com advertência por escrito." Isso quer dizer que a advertência poderá substituir a multa e a medida administrativa (retenção do veículo) aplicadas atualmente.
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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (21) que enviou ao Congresso Nacional projeto de lei com regras para isentar de eventuais punições, por meio do chamado excludente de ilicitude, militares das Forças Armadas e integrantes de forças de segurança, como policiais civis e militares, que atuam em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Bolsonaro comunicou o envio do projeto durante discurso na convenção de lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. Porém, o Palácio do Planalto não divulgou o texto do projeto de lei até a última atualização desta reportagem. Segundo Bolsonaro, o projeto contempla as as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e os órgãos de segurança listados no artigo 144 da Constituição, que são:
- Polícia federal;
- Polícia rodoviária federal;
- Polícia ferroviária federal;
- Polícias civis;
- Polícias militares;
- Corpos de bombeiros militares.
O "Diário Oficial da União" publicou nesta quinta, em edição extra, um despacho presidencial com a mensagem do envio ao Congresso de projeto de lei que “estabelece normas aplicáveis aos militares em operações de Garantia da Lei e da Ordem e aos integrantes dos órgãos a que se refere o caput do art. 144 da Constituição e da Força Nacional de Segurança Pública, quando em apoio a operações de Garantia da Lei e da Ordem". As operações de GLO são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência e ocorrem nos casos de esgotamento das forças tradicionais de segurança pública. O presidente autoriza o emprego dos militares, a exemplo do que já ocorreu no Rio de Janeiro. De acordo com a Constituição, esse tipo de operação concede provisoriamente às Força Armadas – por tempo e local determinado – o poder de polícia. Nas ações, as forças de segurança, como as polícias, atuam em apoio ao trabalho dos militares. Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro afirmou que, caso Câmara e Senado não aprovem o projeto, ele só assinará decretos de GLO de interesse do governo federal, já que as ações nos estados precisam do pedido formal de governadores. “Se o Congresso não aprovar, não tem problema. Eu não assino GLO. A não ser a que interesse particularmente ao governo. Como por exemplo a GLO do Brics. A gente não podia, tem um problema com autoridade aqui. A GLO de Rondônia, quando nós mandamos para lá, no começo do ano, o Marcola. Fora isso não tem GLO”, disse.
(Foto: Reprodução)
A situação de Gugu Liberato é irreversível, de acordo com uma fonte que acompanha o apresentador no hospital em Orlando. Desde a sua entrada, na noite de quarta-feira (20), o estado de saúde do apresentador é considerado muito grave. Rose Miriam Di Matteo, mãe dos três filhos de Gugu, chegou a desmaiar ao saber da gravidade do caso. Na semana passada, Gugu chegou em São Paulo, após uma temporada em Singapura. Na quarta-feira (20), ele embarcou para sua recém-comprada casa em Windermere, nos arredores de Orlando, onde mora seus três filhos, João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Sofia e Marina, de 16. Ao subir para arrumar o ar-condicionado, Gugu caiu de uma altura de cerca de quatrquatro metros. A queda resultou com a batida da sua cabeça na quina de um móvel. Rose Miriam e um amigo de confiança, responsável pela casa, levaram o apresentador até o hospital. Na manhã desta quinta-feira (21), os familiares, incluindo a mãe Maria do Céu (de 90 anos), embarcaram do aeroporto de Guarulhos para Orlando. De acordo com a assessora de imprensa do apresentador, "Gugu Liberato sofreu um acidente em sua casa em Orlando e encontra-se internado em observação por 48 horas. Voltaremos a informar assim que um boletim médico for emitido e contamos com o profissionalismo de todos os amigos da imprensa.
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O ministro Sérgio Moro vê indícios de fraude no inquérito que investiga a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. 'Há 'um possível envolvimento fraudulento do nome do presidente', disse ao Jornal da CBN. Ele lembra que, no passado, já havia sido implantada uma testemunha falsa no processo para desviar o curso das investigações em relação aos verdadeiros assassinos e mandantes e que isso foi resolvido através de investigação da Polícia Federal. "Vendo esse novo episódio, em que se busca politizar a investigação indevidamente, a minha avaliação é que o melhor caminho para que possamos ter uma investigação exitosa é a federalização". O ministro da Justiça ainda fez questão de reconhecer os méritos da Polícia Civil, mas destacou que investigação já dura um bom tempo e não chega ao final. "Não é um demérito das autoridades estaduais, mas é uma avaliação objetiva de que o melhor para esse caso seja a federalização", diz. Moro ainda declarou que não sabe de onde Gustavo Bebianno tirou a história de que Bolsonaro havia feito o convite ao Ministério da Justiça enquanto ele ainda julgava casos do PT. Diferentemente do que o presidente do PSL afirmou, o ministro da Justiça alega que só se encontrou com Bolsonaro para definir sua participação no governo depois do resultado das eleições. No entanto, Moro admitiu um contato anterior com Paulo Guedes. Mas o ex-juiz afirma que Guedes queria apenas sondá-lo para saber qual seria sua reação caso fosse convidado a ser ministro. Sérgio Moro também falou sobre as iniciativas no Congresso para tentar retomar a prisão após condenação em segunda instância. Ele ressaltou que a decisão do Supremo tem que ser respeitada, mas que isso não impede que o Congresso altere a norma que o STF interpretou. O ministro destacou que há dois caminhos: um deles é o que pretende alterar alguns artigos da Constituição e o outro é de alteração da lei do código de processo penal. Questionado sobre qual deles possui um ambiente mais favorável para ser aprovado, Moro afirmou que apoia "qualquer caminho que volte à execução em segunda instância" e que a avaliação política cabe aos deputados e senadores. Em relação ao pacote anticrime, Moro reconheceu que a agenda do Congresso acabou sendo dominada pela pauta econômica, mas afirmou que há expectativa para que haja votação ainda este ano em uma das Casas. Sobre as duras críticas realizadas por Lula, o ministro afirmou que "o ex-presidente faz parte do meu passado" e que não quer entrar em bate-boca, mas destacou que todo político processado se disse vítima de corrupção. "É muito fácil dizer que é perseguição política, difícil é explicar os fatos", afirmou.
( Foto: Reprodução/Redes sociais)
A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta quinta-feira (21), que o corpo encontrado no 300º dia de buscas em Brumadinho é do jovem João Marcos Ferreira da Silva, de 25 anos. Ele é a 255ª vítima identificada na tragédia da Vale. Outras 15 pessoas continuam desaparecidas. O local onde o corpo foi encontrado fica a 5,5 km de distância da barragem B1, que se rompeu no dia 25 janeiro. A área fica próxima ao bairro Parque da Cachoeira, uma das localidades atingidas pelo mar de lama. Ainda segundo a polícia, João Marcos era funcionário terceirizado da Vale. A identificação foi feita pela equipe de antropologia e odontologia forense do Instituto Médico-Legal (IML) através da análise da arcada dentária.
( Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
A audiência pública na Câmara dos Deputados com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, nesta quarta-feira (20), foi marcada por bate-boca e provocações entre os presentes. Marcelo Álvaro Antonio foi chamado a explicar as denúncias de envolvimento em candidaturas-laranja de mulheres no PSL de Minas Gerais, cujo diretório ele presidiu. Desde que surgiram as primeiras denúncias, o ministro nega as acusações. No mês passado, o Ministério Público Eleitoral denunciou Marcelo Álvaro à Justiça por suposto envolvimento nas irregularidades. Candidatas do partido no estado dizem ter sido usadas para desviar dinheiro do fundo eleitoral. Na audiência pública, da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, o ministro refutou as acusações e disse que não há nada que aponte "diretamente qualquer ilícito ou procedimento inadequado" por parte dele. Esta foi a primeira vez em que o ministro ficou, publicamente, diante da deputada Alê Silva (PSL-MG), uma das pessoas que denunciaram o suposto esquema de candidaturas-laranja. Ela também acusa o ministro de tê-la ameaçado de morte.
(Foto: Reprodução)
A assessoria de Gugu Liberato lançou novo comunicado sobre o estado de saúde do apresentador, que sofreu um grave acidente em sua casa nos Estados Unidos nesta quarta-feira (20). A representante oficial afirma que os boatos de morte de Gugu Liberato "são inverídicos" e ele está na UTI de um hospital em Orlando, na Flórida, em observação pela equipe médica do local. Os familiares de Gugu, entre eles a mãe, Maria do Céu, de 90 anos de idade, chegaram na cidade por volta das 19h30 e já estão acompanhando o apresentador. Um novo boletim médico deve ser publicado nesta sexta-feira (22), apenas após a família ser comunicada sobre as atualizações. De acordo a repórter de Quem, a mãe e a mulher de Gugu estavam muito abaladas. Dona Maria do Céu, mãe dele, chegou em uma cadeira de rodas e foi vista constantemente com as mãos na cabeça, em estado de choque, na recepção do hospital onde ele segue internado. Gugu caiu de uma altura de 4 metros em sua casa em Orlando, na Florida, e bateu a cabeça em um móvel, sendo internado inicialmente para observação que iria durar 48 horas. Mais tarde, foi confirmado que o estado do apresentador era "muito grave".
(Foto: Reprodução)
WhatsApp avisará se conta está sendo invadida, algo que não ocorre atualmente Clonagens ou invasões do perfil no app de bate-papo são difíceis de notar Nova função, porém, é primeiro passo do aplicativo para uma novidade maior Mensageiro está criando modo de uma só conta funcionar em vários smartphones. A invasão de contas do WhatsApp deixou de ser um golpe destinado a atingir apenas figuras públicas, como deputados, senadores e prefeitos. Hoje em dia, qualquer um pode ser um alvo em potencial. Empregado para extorquir dinheiro de conhecidos da vítima, o ataque conta com um trunfo: é quase imperceptível. Só que isso está com os dias contados, já que o aplicativo de mensagens está testando uma função que pode acabar com esse efeito surpresa. O WhatsApp liberou em sua versão de testes para o iOS, da Apple, uma espécie de aviso de conta invadida. Funcionará assim: todas as vezes que alguém estiver tentando usar o número de um usuário para ativar a conta em outro aparelho, o app vai mandar uma notificação. Este, no entanto, é o primeiro passo para um plano maior do mensageiro: permitir que um perfil funcione em múltiplos aparelhos.
(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
O porteiro do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa no Rio prestou novo depoimento à Polícia Federal. A informação foi publicada nesta quarta-feira (20) pelo colunista Ancelmo Góis, do jornal "O Globo". O Jornal Nacional apurou que, no depoimento desta terça-feira (19), o porteiro voltou atrás sobre a informação que tinha dado anteriormente à Polícia Civil, nos dias 7 e 9 de outubro. Como o Jornal Nacional revelou no dia 29 de outubro, o porteiro disse nos depoimentos que em 14 de março de 2018, dia do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, um dos acusados do crime, Élcio Queiroz, entrou no condomínio dizendo que ia para a casa 58, que pertence ao presidente Jair Bolsonaro, na época deputado federal. Élcio é acusado pela polícia de ser o motorista do carro usado no crime. Naqueles depoimentos iniciais, o porteiro disse ainda que ligou para a casa 58 duas vezes e que a autorização para a entrada de Élcio no condomínio veio de alguém cuja voz, segundo ele, era a do "Seu Jair". O Jornal Nacional também mostrou desde a primeira reportagem que, naquele dia, Jair Bolsonaro estava em Brasília e registrou presença em votações no plenário da Câmara. Fontes ouvidas pelo Jornal Nacional informaram que, à Polícia Federal, o porteiro voltou atrás no novo depoimento: disse que errou ao dizer que havia falado com o "Seu Jair" e que se equivocou ao anotar o número 58 no registro do condomínio. Segundo essas mesmas fontes, o porteiro alegou que, quando chamado a depor pela Polícia Civil nos dias 7 e 9, ficou nervoso e não se corrigiu, mesmo sabendo que tinha errado ao anotar como sendo a casa 58 o destino de Élcio. A Polícia Federal apenas confirmou que o porteiro deu o depoimento, mas não deu detalhes sobre o que ele falou. O depoimento desta terça do porteiro à Polícia Federal faz parte do inquérito que apura se ele cometeu crimes de obstrução da Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa contra o presidente. O inquérito, que está em sigilo, foi aberto a pedido do Ministério Público Federal, depois de um ofício encaminhado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao procurador-geral da república, Augusto Aras. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro declarou que acompanhou o porteiro no depoimento desta terça à PF, mas não quis comentar o que ele disse aos investigadores.
(Foto: Reprodução)
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (20) um projeto de lei que permite que condenadas gestantes ou que com filhos de até 6 anos tenham a prisão substituída por penas alternativas. O texto altera o Código Penal e o Código de Processo Penal e foi aprovado por 20 votos a 1. Por ter caráter terminativo, o projeto segue, agora, para a Câmara dos Deputados. A relatora do projeto, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), determinou que a substituição da pena não será concedida a condenadas que integrem facções criminosas e em caso de crime cometido com violência ou grave ameaça. O relatório destaca que “as vantagens da presença da mãe na criação do filho superam em muito a necessidade de encarcerá-la”. “A mulher é a principal responsável pela educação e pela criação dos filhos [...] Essa maior responsabilidade que recai sobre a mulher resulta de uma cultura machista ainda fortemente arraigada em nossa sociedade”, argumenta a senadora. Embora o autor do projeto, senador Telmário Mota (PROS-RR), sugerisse que a substituição pudesse ocorrer independente da pena aplicada, a relatora definiu que, para ter direito ao benefício, a mulher deve ter sido condenada a penas de até oito anos. “Nos parece, todavia, que deve haver uma delimitação. Caso contrário, pode ocorrer de uma mulher ser condenada a 12 anos de reclusão – por corrupção por exemplo – ter sua pena privativa de liberdade convertida em restritiva de direitos e, passados alguns anos, mesmo não estando mais grávida ou com filho de até 6 anos de idade, continuar se beneficiando da regra proposta pelo projeto”, justificou a relatora no parecer. Inicialmente, Mota propôs que a pena restritiva de direito não fosse permitida para crimes hediondos. No entanto, essa exceção foi retirada pela relatora sob o argumento de que, de acordo com o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias Infopen Mulheres, 62% estão presas por tráfico de drogas, considerado crime hediondo. “Caso seja mantida a referida exigência, o número de mulheres que poderão se valer do benefício será ínfimo, o que por certo não era a intenção do autor da proposição”, argumentou. As penas restritivas de direito são: prestação de serviço à comunidade ou a entidades públicas; prestação pecuniária (pagamento de dinheiro à vítima, a seus dependentes ou a entidade); perda de bens e valores; limitação de fim de semana; e a interdição temporária de direitos. O texto também estende as possibilidades de prisão preventiva para casos de crimes dolosos, punidos com mais de oito anos de prisão, caso a mulher esteja grávida ou tenha filho de até seis anos e não integre facção criminosa.
( Foto: Reprodução/TV Globo)
O corpo da menina de 3 anos que morreu após ser espancada é velado na tarde desta quarta-feira (20), no Cemitério de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. A mãe e o padrasto da criança são suspeitos do crime e estão presos temporariamente por 30 dias. Ewerton Queirós Laurenço, de 30 anos, é o principal suspeito pelas agressões. Ele e a mãe da criança, Isadora Pereira de Souza, de 20 anos, levaram Micaelly Luiza de Souza Santos, já morta, ao Hospital Planalto, na Zona Leste. Do hospital, o casal foi encaminhado para o 22º Distrito Policial de São Miguel. Segundo a polícia, eles não confessaram o crime. O delegado afirmou que está aguardando o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para saber a causa da morte. José Simão, pai de Micaelly, afirmou que não sabia das agressões e que viu a filha pela última há um mês. "Eu não sabia de nada. A única notícia que eu tive foi da minha filha morta já. Não sabia nada. Não sabia o endereço dela, não sabia de nada." Após uma agressão anterior, a avó materna recebeu a guarda provisória da criança. No entanto, ao ser ouvida na delegacia, ela disse que entregou a neta à filha porque não sabia que oficialmente já possuía sua guarda. Ela disse que pediu que a filha arrumasse as coisas de Micaelly porque retiraria o documento da guarda e buscaria a neta. “Eu não agi de maldade, eu não agi de louca, eu não agi de ruindade. Jamais. Ela [Micaelly] pedia tanto para ir embora comigo.” Maria José Francisca dos Santos, avó paterna, disse que chegou a criar a criança por oito meses. "Desde os quatro meses eu cuido dela. Ela morou comigo, também deixei a mãe dela morar comigo."
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O “Diário Oficial da União” publicou nesta quarta-feira (20) a sanção pelo presidente Jair Bolsonaro da lei 13.903, que autoriza o governo a criar a empresa NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea. A nova estatal do país será resultado da divisão da Infraero. A autorização para criar a empresa pública foi proposta pelo próprio governo, por meio de uma medida provisória, aprovada pela Câmara e pelo Senado. A lei sancionada abre espaço para que a empresa se torne sociedade de economia mista, com a participação de capitais privados. A NAV Brasil será vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica. Sua sede será no Rio de Janeiro e todo o capital social será da União. Segundo o texto sancionado, a divisão parcial da Infraero será definida por meio de deliberação da Assembleia Geral da empresa, após manifestação do Conselho de Administração e ouvido o Conselho Fiscal. Com a divisão, a Infraero cuidará da administração da infraestrutura dos aeroportos, enquanto a NAV Brasil terá o objetivo de “implementar, administrar, operar e explorar industrial e comercialmente a infraestrutura aeronáutica destinada à prestação de serviços de navegação aérea”. A nova estatal terá como fonte de recursos, entre outras, as tarifas de navegação aérea; recursos originados por suas próprias atividades e convênios, além de rendas patrimoniais. Os trabalhadores da empresa serão regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, mas serão selecionados em concurso público.
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O porteiro do condomínio onde a família Bolsonaro tem casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, prestou depoimento à Polícia Federal nesta terça-feira (19). A informação foi publicada pelo jornal O Globo, na coluna do jornalista Ancelmo Gois. Foi o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, como revelou o Jornal Nacional. A PF entrou no caso após pedido do ministro Sérgio Moro, que foi acionado pelo presidente, feito à Procuradoria-Geral da República. O objetivo é apurar se houve obstrução de Justiça ou falso testemunho por parte do porteiro contra o presidente. O teor do depoimento não foi divulgado e o G1 não localizou a defesa do porteiro. À Polícia Civil, o funcionário do condomínio relatou que o ex-PM Élcio Queiroz disse que iria à casa do presidente e não à casa de Ronnie Lessa horas antes do assassinato da parlamentar e seu motorista no dia 14 de março de 2018. Élcio e Ronnie são os únicos presos pelo duplo assassinato. Como o nome de Bolsonaro foi citado, a lei obriga que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise a situação. Com isso, a investigação em curso no Rio de Janeiro poderia ser transferida para a Polícia Federal Na declaração feita à Polícia Civil, o porteiro disse que Élcio se apresentou na portaria dizendo que iria à casa 58, de Jair Bolsonaro, e anotou o número no livro de registros do condomínio. Afirmou ainda que identificou a voz de quem autorizou a entrada como sendo a do "Seu Jair". Mas o Jornal Nacional mostrou em reportagem de 29 de outubro que registros da Câmara dos Deputados apontam que o então parlamentar Jair Bolsonaro estava em Brasília. No dia 30 de outubro, Carlos Bolsonaro divulgou em rede social o áudio do condomínio em que um porteiro fala com Ronnie e este autoriza a entrada de Élcio. A gravação foi periciada pelo Ministério Público Estadual (MPE), que concluiu que o porteiro que depôs à polícia pode ter mentido, esquecido ou se equivocado. O pedido de perícia foi protocolado às 13h05 do dia 30. E a entrevista coletiva com o resultado da perícia começou menos de duas horas depois, às 15h30. Dias depois, o colunista Lauro Jardim, do jornal "O Globo", publicou a notícia de que o áudio apresentado pelo filho do presidente não é do mesmo porteiro que prestou o depoimento. A informação foi confirmada em reportagem da revista "Veja".
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A irmã da moradora de rua Zilda Henrique dos Santos Leandro, de 31 anos, morta em Niterói, Região Metropolitana do Rio, chegou na Divisão de Homicídios na manhã desta quarta-feira (20) chorando muito. “Minha irmã só pediu R$ 1 para comprar pão. Ele ficou de graça, dizendo que iria dar um tiro nela. Minha falou que duvidava e foi atrás dele. Foi quando ele atirou”, disse a irmã da vítima que pediu para não ser identificada - ela disse ter medo de Aderbal Ramos de Castro, preso como autor dos disparos. Segundo ela, ele trabalha como segurança no Centro de Niterói. “Minha irmã tinha casa, mas preferia ficar na rua. Nunca imaginei que algo parecido poderia acontecer com ela algum dia. Nossa família está arrasada”. De acordo com o delegado Bruno Reis, que investiga o caso, Aderbal alegou que reagiu a uma tentativa de assalto, mas a polícia não acredita nessa possibilidade. "Pelo menos até agora, a hipótese alegada de legítima defesa é fantasiosa. No depoimento, ele disse que não sabia nem se a vítima era homem ou mulher. Apenas que se assustou por achar que seria assaltado e atirou”. Ainda segundo Reis, Aderbal possui posse, mas não porte de armas. E, em função disso, não poderia estar armado na rua já que a posse de arma autoriza apenas ter arma em casa ou em local de trabalho. “Ele confirmou que mantinha aquela arma em casa, mas que, naquele dia, decidiu levá-la ao trabalho porque tinha medo de ser assaltado no caminho”, explicou o delegado. A polícia ainda destacou que Aderbal não era segurança de ruas do Centro de Niterói, como acredita a irmã da vítima, mas dono de um comércio na região. A polícia chegou a Aderbal por meio da utilização das câmeras do circuito de segurança da Prefeitura de Niterói. Ele não possui antecedentes criminais.
(Foto: TV Centro América/Reprodução)
Uma menina de 1 ano e três meses morreu nessa segunda-feira (18) depois de ter sido atacada por um cão no município de Cláudia, a 608 km de Cuiabá. Vitória Ribeiro dos Santos morreu a caminho do Hospital Regional de Sinop, a 503 km da capital. O nome dela foi divulgado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec). A princípio a informação era que o cachorro era da raça pit bull. No entanto, a reportagem da TV Centro América foi até a casa onde ocorreu o ataque e identificou que se trata de um cão da raça rottweiler.Segundo testemunhas, a criança dormia em uma rede na casa dos patrões da mãe dela quando foi atacada na cabeça pelo cachorro. Vitória foi levada às pressas para o hospital municipal de Cláudia onde recebeu os primeiros atendimentos. De lá foi encaminhada ao Hospital Regional de Sinop, mas já chegou sem vida no local, como afirmaram os profissionais de saúde que estavam na ambulância. O pai de Vitória estava no hospital e não quis gravar entrevista, por estar muito abalado. Ela apenas afirmou que estava em Sinop quando o ataque ocorreu. Até a noite a perícia não tinha sido encaminhada ao município de Cláudia, nem mesmo a Polícia Civil que ainda não colheu depoimentos das testemunhas. Também não há confirmação de quem seria o dono do cachorro que atacou a criança. O ataque ocorreu no dia do aniversário da mãe de Vitória.