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- Fantástico
- 03 Fev 2020
- 09:06h
(Foto: Reprodução)
Quantas vezes por dia você olha para a tela do seu celular? E se, em todas essas vezes, estivesse um espião dentro do aparelho, vendo você, ouvindo, gravando, seguindo? Um espião invisível, a serviço do seu parceiro ou parceira. Assustador? Sim. Isso jamais aconteceria com você? Não diga isso antes de assistir à reportagem em vídeo. Esse crime virtual, que pra muita gente começa como 'só uma espiadinha', está ficando cada vez mais comum. E pode acabar em violência na vida real.4 Primeiro vem o ciúme, depois a tentativa de controlar a vida do outro. "Tudo que ele mexia no celular, whatsapp, nudes, fotos, eu falava assim, 'eu quero saber onde que ele está agora', clicava, aparecia onde ele estava, o lugar que ele estava", disse uma pessoa ouvida pelo Fantástico que preferiu não se identificar. É uma pessoa que faz parte de uma estatística assustadora, divulgada por uma das maiores empresas de segurança digital do mundo: no ano passado, no Brasil, as tentativas de instalação de programas espiões nos celulares de parceiros cresceram 228%. Hoje, o Brasil é o terceiro país com maior número de instalações e usuários afetados por esse tipo de aplicativo. O Brasil perde apenas para a Rússia e a Índia. Os programas estão cada vez mais sofisticados e deixando menos rastros. Muitos são criados especialmente por detetives particulares. E, nesse caso, tudo que o programa espião está captando, o cliente pode ver em tempo real. "Você está com o celular, eu vou tirando foto pra ver se eu consigo localizar onde você está. Ou com quem você está. Se você estiver trabalhando, na sua mesa, tá ali o seu computador e eu tô tirando foto do seu rosto sem que você saiba.", explica uma detetive particular ouvida pelo Fantástico. "Eu queria saber se existia uma terceira pessoa, se havia alguém com quem ele se encontrava. Alguma traição. Na verdade, não esperando encontrar, mas queria saber essa resposta. Tirar essa pulga de trás da orelha", conta um dos clientes da detetive, que instalou o aplicativo no celular do ex-namorado. Ele não desconfiou quando ganhou um celular de presente, já com o aplicativo instalado. "Eu esperava que com esse aplicativo eu ia só tirar uma dúvida, que eu não ia ver nada disso. Mas eu encontrei tudo que eu não queria saber", relata o cliente. A prática, cada vez mais comum, é considerada crime.
- Fantástico
- 03 Fev 2020
- 08:02h
(Foto: Reprodução)
Uma disputa pela herança bilionária do apresentador Gugu Liberato. De um lado, os filhos e sobrinhos, pra quem ele deixou tudo no testamento. Do outro, a mãe dos filhos do Gugu, Rose Miriam, que não ficou com nada. Ela começou uma batalha judicial para comprovar a união estável e reivindicar parte da herança.Sem a ajuda da muleta, ela decidiu que estava bem pra caminhar pela casa, decorada com a história de mãe e filho. Nas paredes, no pomar... Aos 90 anos, Dona Maria do Céu, tem se esforçado pra conviver com a falta que o filho faz.
Ana Carolina Raimundi: "Pra todo mundo era Gugu. Mas pra senhora era?"
Dona Maria do Céu: "Toninho".
Ana Carolina Raimundi: "Toninho! Desde pequenininho?"
Dona Maria do Céu: "Desde pequenininho".
Ana Carolina Raimundi: "O apelido Gugu veio..."
Dona Maria do Céu: "Veio lá no SBT".
A memória é boa e ela lembra de detalhes das histórias do filho. Diz que nunca esquece de quando quase perdeu Gugu quando ele tinha um mês e meio de vida: "Ele teve pneumonia dupla, aí foi internado. Ele quase morreu. O médico falou pra mim que ele não ia passar daquele dia. E aí... Aconteceu um milagre que ele viveu de novo". E eles aproveitaram muito juntos. Até na última viagem de Gugu para os Estados Unidos, antes do acidente, ele pediu a companhia da mãe: "Ele queria que eu fosse com ele, mas como eu estava com gripe, eu não quis ir. Mas ele queria que eu fosse", conta Maria do Céu. "Vocês viajavam o mundo junto, né?", questiona e repórter Ana Carolina Raimundi. "Já fui para 35 países. Sempre com ele, sempre", diz Dona Maria. Gugu morreu dia 21 de novembro, depois de sofrer um acidente e bater a cabeça, na casa dele, em Orlando, na Flórida. A morte do apresentador causou uma comoção nacional. Além de apresentador, Gugu era um empresário de sucesso. Tinha várias empresas, investimentos, imóveis... Estima-se que o patrimônio dele pode chegar a R$ 1 bilhão. Gugu deixou um testamento, que foi lido horas depois do enterro. Segundo o documento, Gugu deixa: 75% do patrimônio para os três filhos - João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Sofia e Marina, de 16 - e, os outros 25%, ele distribuiu entre os cinco sobrinhos.A irmã de Gugu, Aparecida Liberato foi nomeada inventariante e curadora especial das filhas menores de idade de Gugu. A mãe dos filhos de Gugu, Rose Mirian di Matteo, não aparece no testamento. "Ouviu o testamento junto com as filhas, com o João, seu filho, com toda a família e concordou com os termos. Pediu harmonia da família. Fez até um discurso bonito para todos. A leitura do testamento, se não me engano, aconteceu por volta de 16h de sexta feira. A notícia que nós tivemos depois é que, 20h ou 21h, ela estava na casa de outro advogado, levada pelo seu irmão, para contestar esse testamento", conta o advogado da família Liberato Carlos Regina. Naquela noite, Rose Miriam foi na casa do advogado Nelson Wilians, acompanhada de seu irmão Gianfrancesco Di Matteo, do sobrinho Eduardo Di Matteo e seu filho mais velho com Gugu, João Augusto. Segundo a família Liberato, João Augusto não sabia que estava sendo levado para casa de um advogado e entrou com uma queixa-crime contra o tio, Gianfrancesco, e contra o primo Eduardo. "Foi muito noticiado essa semana que o João teria feito um boletim de ocorrência contra a própria mãe", questiona a repórter Ana Carolina Raimundi. "Não existe boletim de ocorrência do João contra a mãe", afirma o advogado da família Liberato Dilermando Cigagna Júnior. Rose Miriam entrou na Justiça para provar que tinha uma união estável com Gugu, que eles eram um casal e que, portanto, também teria direito ao patrimônio. "Ela está pleiteando metade de todos os bens?", pergunta a repórter. "Metade de todos os bens", afirma o advogado de Rose Mirim Nelson Wilians. A outra metade é que seria dividida entre os herdeiros. "A mãe está entrando com uma ação para diminuir a herança dos filhos?", pergunta a repórter. "Isso pode ser entendido dessa forma e, para um técnico, isso é dessa forma", diz o advogado Carlos Regina. "Isso diminuiria o percentual dos sobrinhos?", questiona Ana Carolina Raimundi. "Dos sobrinhos sim, dos filhos, em hipótese alguma, porque Rose não apenas fez um documento em cartório em que tudo que ela ganhar imediatamente será transferido para seus filhos", responde o advogado de Rose Miriam. Os advogados da família de Gugu alegam que Rose não tem esse direito, porque os dois nunca foram um casal. "Qual era a relação de Gugu e Rose?", pergunta a repórter. "Ela era mãe dos filhos dele. Essa é a relação que nós sabemos. Eles não se apresentavam como um casal", diz um dos advogados da família Liberato. "Não era uma união estável?", questiona a repórter a outro advogado da família. "A meu ver e pelos documentos que eu tenho, não há menor condição de ser união estável", diz o advogado Dilermando Cigagna Júnior. "Eles não moravam na mesma casa?", pergunta Ana Carolina Raimundi. "Não", responde outro advogado da família. "Ele nunca teve nada com ela e eles viviam... Ela completamente separada dele. Completamente. Nunca tiveram nada um com o outro. Isso eu afirmo e juro que é porque eu sei", diz a mãe de Gugu. "Ou seja, durante toda a vida de Gugu Liberato, Rose foi a esposa, a mulher, a companheira, a mãe de seus filhos. E, somente após a abertura do testamento, é que nós começamos a ouvir essa história de amiga. Isso é de uma desumanidade total com a pessoa do caráter da Rose", defende o advogado de Rose Miriam. Os advogados da família Liberato dizem que vão apresentar na Justiça um documento, assinado por Rose e Gugu em 2011 que, segundo eles, deixa claro a natureza da relação dos dois. "Eles fizeram um contrato, que depois nós vamos exibir em juízo. Eram amigos. Realmente eram amigos. Podiam ter até o afeto, mas eram amigos e não tinham vida em comum. Um acerto que fica muito claro. Um ajuste entre eles, que o Gugu queria ter filhos e eles acabaram: 'então vamos ter filhos sem uma convivência, sem uma comunhão de vida', vamos chamar assim", diz Dilermando, advogado da família. "Rose me disse que, em 2011, enquanto ela estava internada, apareceram alguns advogados no hospital e colheram a assinatura dela. Ela fala que não sabe o que assinou, não tem a menor ideia do que assinou. Ainda que ela tivesse assinado algo, eu não tive conhecimento desse documento. Se houver esse documento, eu vou questionar a nulidade dele. Porque não se pega um documento de alguém dentro de um hospital, tomando soro, medicado, com quadro de depressão", contra argumenta o advogado dela. Além da herança para filhos e sobrinhos, ficou determinado que a mãe de Gugu receba uma mesada de cerca de R$ 160 mil. Rose Miriam também pediu na Justiça uma mesada parecida. "Hoje ela vive de empréstimo. Ela empresta dos amigos, porque ela não tem nada. Gugu Liberato sempre foi o provedor de tudo", afirma o advogado de Rose Miriam. "Ela obteve uma decisão, em primeira instância, sobre uma pensão de 100 mil reais, que ainda não está no prazo de pagamento. Mas se a decisão for mantida, o pagamento será feito pelo espólio", afirma um dos advogados da família Liberato. Questionada se, como mãe dos filhos, Gugu dava uma ajuda pra Rose Miriam, Dona Maria do Céu fala: "Muito! Tudo que ela pedia, ele dava. Não era só pra ele, era para a família inteira".
Ana Carolina Raimundi: "Ela tem bens? Ele deu bens a ela? Ela teria como sobreviver?"
Carlos Regina, um dos advogados da família Liberato: "O que se sabe é que ele, em vida, a beneficiou com alguns bens".
Ana Carolina Raimundi: Ela tem uma casa, tem imóveis?
Advogado: "Tem, tem".
"Ela tem uma bela de uma casa aqui em Alphaville. Quando ela vinha pra cá, ela tinha o dinheiro que ela queria para fazer o que ela queria", afirma a mãe de Gugu. A defesa de Rose diz que ela teria passado um imóvel de São Paulo para o nome dos filhos. Eles continuam vivendo na casa da família nos Estados Unidos. "Na mesma casa, com o irmão da Rose, que se aboletou lá tão logo o Gugu faleceu. Enterraram o Gugu e, no dia seguinte, este cidadão mudou-se para a casa de Rose e foi dormir no quarto do Gugu. Isto gerou no João e nas meninas um incômodo muito grande, pra não dizer uma revolta", conta o advogado Dilermando Cigagna Júnior. "No início, ele se disse como uma pessoa que iria ajudar e ficar alguns dias. Esses dias passaram a ser semanas e agora já estamos em meses", diz o advogado Carlos Regina. O filho de Gugu acionou um advogado americano para garantir que o tio fosse embora. "A notificação é de 15 dias. Este senhor tomou posse indevida, a começar pelo quarto do falecido. Se isto chama-se expulsão, vai ser expulso", diz o advogado Dilermando. "O Gian está lá a convite. Ele não está lá de 'entrão', não está lá sem ser convidado. E está lá na casa de sua irmã, convidado por sua irmã. Isso é importante", declara o advogado da família Di Matteo. A família de Gugu diz que todas as contas da casa de Rose e dos três filhos estão sendo pagas normalmente. Neste domingo (2), Rose Miriam divulgou uma carta na qual diz que ela e Gugu desejavam construir uma família e se incluíram na vida um do outro. Conta que foram muito felizes durante todos esses anos, principalmente nos últimos anos em que viveram nos Estados Unidos. Que apesar da distância, 'a nossa casa aqui se tornou um lar sólido'. Diz ainda que Gugu foi um querido e zeloso pai e marido, e companheiro dela na criação dos filhos. "Eu rezo para que tudo volte ao normal. Seria muito melhor, não gastava com os advogados dela, não gastava com os nossos, não é?", diz a mãe de Gugu.
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( Foto: Arquivo pessoal)
"Minha cabeça parecia uma colmeia de abelha por causa dos muitos buracos. Sentia uma dor insuportável, dava vontade de gritar e correr de tão dolorido. A dor é pior do que se possa imaginar. Eu não aguentava mais.Teve dias que cheguei a querer morrer de tanto sofrimento". Esse é o desabafo do pedreiro Evaldo Araújo Chaves, de 49 anos, que teve mais de 100 larvas retiradas da cabeça em Praia Grande, no litoral de São Paulo.Evaldo relatou em entrevista ao G1, neste domingo (2), que desconhece o ferimento que possa ter permitido que a larva fosse depositada em sua cabeça. Conforme conta, antes de perceber a presença dos parasitas, ele já estava com fortes dores na cabeça há uma semana. Ele chegou a ir no médico, mas não recebeu o diagnóstico da 'berne', nome da larva.Após a esposa e a irmã repararem os ferimentos em sua cabeça, ele retornou ao hospital para procurar por atendimento. Segundo relata, o processo de tirar as larvas, inicialmente, foi muito delicado. "Teve um dos dias no hospital de Praia Grandes que me machucaram bastante. Eles queriam tirar as larvas espremendo minha cabeça, doeu muito", acrescenta.O pedreiro descreve que o atendimento em Praia Grande foi precário. De acordo com ele, a primeira vez que foi ao Hospital Irmã Dulce aguardou atendimento das 15h até às 23h. "O médico fez pouco caso. Ele disse que não era caso de internação e nem cirúrgico. Eu estava com bastante dor. Esse horário todo fiquei lá sem nenhum atendimento", diz.Já no Pronto Socorro de Quietude, no domingo passado, ele afirma que foi feito apenas curativo. "Falaram que não tirariam aquele tipo de coisa porque não tinham suporte", relata. Já na terça-feira a noite ele foi levado para procurar atendimento público em São Paulo, já que a família temia que algo pudesse acontecer."Chegando no posto de São Bento já deram outro atendimento.Tiraram toda a carne morta da cabeça, fizeram uma limpeza geral e assim já senti uma boa melhora. De quarta-feira para cá eles cuidaram muito bem. O ferimento já está fechando e eles tiraram tantos bichos que ontem só acharam um", relata.A cabeça do pedreiro continua enfaixada, para que não haja o risco de pousar mais nenhuma mosca e surgirem mais larvas. O primeiro processo em São Paulo foi com pinça, quando tinha muitas larvas eu não sentia dor. Agora no final, que tinha menos, doía mais. O médico me explicou que essas larvas se reproduzem muito rápido e por isso tiraram mais de 100 da minha cabeça", conta."Sai muita secreção do ferimento. O médico falou que se caso aumentassem a quantidade de larvas e elas comessem mais a cabeça, poderia atingir o crânio e eu correria risco de morte. Graças a Deus, com todo o tratamento que estou recebendo, já me sinto bem, sem nenhuma dor", finaliza.
(Foto: Reprodução/TV TEM)
Internado em São Paulo, o famoso locutor de rodeios Asa Branca está em estado crítico e sedado, informou neste domingo (2) um comunicado publicado pela família e amigos dele na página oficial do apresentador nas redes sociais.Waldemar Ruy dos Santos, o Asa Branca, tem 57 anos, e foi diagnosticado com câncer na boca em 2017. Ele também é portador do vírus HIV, doença descoberta em 2007. Desde 25 de janeiro está no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), na Zona Oeste da capital.O G1 não localizou o Icesp para comentar o assunto."O estado de saúde do nosso querido Asa Branca se encontra bem crítico", informa trecho da nota divulgada no Instagram oficial do locutor, que "Também foi tirada a alimentação".Considerado um dos maiores locutores do gênero no país, ele era figura marcante nos principais rodeios: Barretos, Jaguariúna entre outros.Sandra Barbosa, mulher de Asa Branca, falou neste domingo que seu marido foi sedado e o quadro dele é irreversível. "Não tem mais o que fazer", falou Sandra ao G1.
(oto: Reprodução/Facebook)
Uma garota de 15 anos morreu após ser atingida por um tiro na cabeça no bairro Bom Retiro, em Santos, no litoral de São Paulo. Uma testemunha relatou à polícia que a vítima foi confundida com policiais ao ativar o flash da câmera de um celular em uma área considerada perigosa. As informações foram divulgadas pela polícia na manhã deste domingo (2).Segundo um parente que preferiu não se identificar, a adolescente Khaylane da Silva Nascimento, de 15 anos, estava em um beco próximo da própria casa, conversando com outros adolescentes, no Caminho São José. Um homem teria passado por eles correndo, por volta das 21h30, e efetuou disparos de arma de fogo. Um dos tiros atingiu Khaylane na testa.Os amigos da adolescente pediram socorro a um vizinho, que estava tirando o carro da garagem no momento do disparo. "Eu estava tirando o carro quando ouvi uma rajada de tiros", conta o vizinho, que também preferiu não ter sua identidade revelada. "Foram seis disparos de uma vez só. Depois, o pessoal começou a gritar na rua", diz.Ele socorreu a vítima, levando a adolescente e a mãe dela para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste. Khaylane já estava inconsciente e, da UPA, ela foi encaminhada para a Santa Casa de Santos, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no caminho.De acordo com o boletim de ocorrência, uma das testemunhas disse à Polícia que Khaylane se afastou do grupo por um momento para tirar uma foto com um celular pouco antes do momento do crime.Ele suspeita que o flash do celular tenha chamado a atenção de criminosos da região, que teriam confundido a adolescente com agentes da Polícia Militar e efetuado os disparos em direção à vítima.O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) como homicídio simples e será encaminhado ao 5º DP de Santos, responsável pela área.Conforme apurado pelo G1, o velório de Khaylane será realizado na Beneficência Portuguesa de Santos e o sepultamento ocorrerá no Cemitério Areia Branca. Os horários ainda não foram definidos.
(Foto: Divulgação/PC AM)
Um exame de DNA confirmou que o filho de uma adolescente de 13 anos vítima de estupro é do próprio pai da jovem, suspeito de ter cometido o crime, segundo a Polícia Civil. Ela não resistiu e morreu devido a complicações no parto da criança, em dezembro em 2019. O suspeito se entregou à polícia dias após o crime, por estar com medo de ser linchado.Segundo o delegado da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Coari, José barradas Junior, um exame de DNA foi feito na criança e no pai da adolescente, suspeito de ter cometido estupro da própria filha de 13 anos e a engravidado. O resultado, segundo ele, saiu e confirmou que o homem também é pai da criança.Ainda conforme o delegado, o homem foi denunciado na quinta-feira (30), pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM) pelo crime de estupro de vulnerável, com agravante da morte da vítima.
O caso
Uma adolescente de 13 anos morreu após ter complicações de saúde durante a 25ª semana de gestação. Ela foi engravidada, segunda a Polícia Civil do Amazonas, pelo próprio pai, após sofrer abusos sexuais, e morreu durante trabalho de parto prematuro, na última quarta-feira (11).Conforme o delegado, a adolescente, que morava com os pais sofria os abusos quando era chamada para ir pescar com o suspeito. A mãe questionou a filha sobre o pai. A vítima contou sobre os abusos e a genitora não acreditou.No dia 11 de dezembro, a menina foi levada para delegacia e entrou em trabalho de parto prematuro. A menor não resistiu e morreu. Conforme a polícia, o bebê ficou em uma incubadora.O delegado José Barradas, informou que o suspeito foi até à delegacia do município e se apresentou com um advogado na noite do dia 19 de dezembro, por volta das 23h."Ele estava com medo de ser linchado pela população. Durante a apresentação foi dada a voz de prisão e cumprido o mandado de prisão preventiva", disse o delegado Barradas Júnior.
(Foto: Facebook/Reprodução)
Um cantor sertanejo morreu na madrugada deste sábado (1º) depois que sofreu um acidente na Avenida Dante de Oliveira (antiga Avenida dos Trabalhadores), em Cuiabá.De acordo com a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Lindenberg de Medeiros Malaquias, de 29 anos, conhecido como Samuel, pilotava uma motocicleta Biz, atingiu um poste e morreu.O cantor havia acabado de sair de um show em um bar sertanejo no bairro Jardim Europa, na capital mato-grossense. Ele fazia dupla com o cantor Gustavo, com quem se apresentou na noite de sexta-feira (31) no estabelecimento.Segundo a perícia feita no local, o motociclista perdeu o controle, bateu no meio-fio e o corpo foi arremessado no poste.Devido à gravidade dos ferimentos, ele acabou morrendo antes de ser socorrido. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas os médicos constaram a morte.De acordo com amigos, o cantor Samuel havia se casado há pouco tempo e a mulher dele está grávida do primeiro filho deles.O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.A dupla faria um show neste sábado na cidade de Cáceres, a 220 km de Cuiabá.A morte de Samuel foi comunicada também na rede social oficial da dupla. Ainda não há informações sobre o local e horário do velório dele.
( Foto: Fraternidade sem Fronteira/Divulgação)
O Comitê Nacional para Refugiados (Conare), ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, reconheceu nesta sexta-feira (31) o status de refugiado de 17 mil venezuelanos. A concessão em bloco foi possível, segundo o colegiado, graças a ferramentas digitais para análise de dados.Segundo o comitê, se a análise fosse feita individualmente, a definição de todos os casos poderia levar dois anos. Ao todo, o Conare recebeu cerca de 100 mil pedidos de refúgio de cidadãos que se disseram perseguidos pelo regime de Nicolás Maduro.Em dezembro, o Conare já tinha feito uma análise conjunta semelhante para aproximadamente 21 mil cidadãos venezuelanos que pediram refúgio no Brasil. Até aquele momento, o Brasil reconhecia 11.231 refugiados ao todo, de diferentes origens e etnias.Na prática, os números indicam que, em dois meses, o número de refugiados reconhecidos pelo governo brasileiro passou de 11 mil para quase 40 mil.Para tratar os dados em bloco, o comitê filtra pedidos de venezuelanos maiores de 18 anos, que não tenham obtido uma residência formal no Brasil, que não tenham deixado o país após a solicitação e que não tenham, contra si, nenhuma causa de exclusão – "problemas de antecedentes", segundo o colegiado.O Conare é formado por representantes dos ministérios da Justiça, das Relações Exteriores, da Saúde, da Educação e da Economia, além da Polícia Federal. Além do governo, as Cáritas Arquidiocesanas do Rio de Janeiro e São Paulo representam a sociedade civil.O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) tem "voz" no colegiado, mas não vota nas decisões.
( Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A Polícia Civil indiciou nesta sexta-feira (31) Ana Flávia, de 25 anos, e a namorada dela, Carina Ramos, de 31 anos, por homicídio triplamente qualificado. Segundo a investigação, as duas participaram das mortes do casal Romuyuki e Flaviana Gonçalves, e do filho Juan Victor, de 15 anos. Os corpos foram encontrados carbonizados na terça-feira (28) dentro de um carro na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo, no ABC.Ainda de acordo com a polícia, as duas elaboraram o plano para matar a mãe, o pai de Ana Flávia e o irmão dela. Durante depoimento prestado nesta sexta-feira, elas teriam mudado a versão dos fatos relatados no primeiro depoimento.Nesta sexta-feira, a polícia também informou que identificou dois homens suspeitos de terem participado das mortes. A investigação procura a arma usada para matar as três vítimas.Nesta sexta-feira, Ana Flávia ficou frente a frente com a avó, que havia chegado mais cedo na delegacia. Segundo os parentes, foi a avó que pediu para conversar com a neta, mas ela não quis. Durante o depoimento das suspeitas, familiares das vítimas se abraçaram no corredor.Segundo a polícia, Ana Flávia e Carina foram presas depois de entrar em contradição nos primeiros depoimentos. Os investigadores dizem que elas passaram mais de seis horas no condomínio onde os pais e o irmão moravam, em Santo André.Câmeras de segurança gravaram o carro de Ana Flávia entrando e saindo várias vezes do local A polícia está em busca de marcas de sangue no carro de Ana Flávia e na casa da família assassinada. Os peritos vão usar um reagente químico - o luminol - que aponta marcas que não são vistas a olho nu. Eles querem saber com exatidão onde as vítimas foram mortas e quem estava na cena do crime.O advogado das duas suspeitas, Lucas Domingos, disse que elas negam envolvimento com as mortes. "Elas afirmam que são inocentes e não tiveram qualquer participação no crime."
( Foto: Reprodução/TV Mirante)
A juíza Janaina Araujo de Carvalho decretou a prisão preventiva de Luciana Paula Figueiredo, de 32 anos, que foi presa em flagrante nessa terça-feira (28) ao ser flagrada tentando matar por asfixia a mãe, a idosa Ana Benedita Figueiredo, de 68 anos, em um leito no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís.Luciana já está presa na Unidade Feminina na Penitenciária de Pedrinhas. Em depoimento à polícia, ela negou a autoria do crime, mas, ao ser questionada se é a favor da eutanásia, respondeu que "os pacientes terminais deveriam ter o seu direito de escolher".Atualmente, a defesa tenta provar que ela possui transtornos mentais e pediu a instauração de incidente de insanidade mental no processo sobre o caso. A Justiça já determinou a avaliação biopsicossocial de Luciana."Ela tem transtorno de Borderlaine e síndrome do pânico. Antes do caso, ela já estava fazendo tratamento médico. Pedimos que ela continua o tratamento dela em um estabelecimento adequado. Se não continuar, pode piorar o quadro dela", afirmou a defesa.
(Foto: Fábio Tito/G1)
As novas placas do Mercosul entram em vigor em todo o Brasil nesta sexta-feira (31), depois de vários adiamentos. Elas se tornam obrigatórias apenas para carros novos e em situações que exijam a troca, como mudança de município e quando o item é danificado ou furtado.Outra novidade é que as placas devem ser vendidas pelas estampadoras diretamente ao consumidor, sem o intermédio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), como acontecia até então.Caberá ao órgão informar ao proprietário do veículo as empresas credenciadas.Com isso, cada estampador pode cobrar valores diferentes, cabendo ao consumidor pesquisar os melhores preços. O Detran pode, contudo, determinar um valor máximo a ser praticado pelas empresas.É o que acontecerá em São Paulo, por exemplo, onde o teto será R$ 138,24, mesmo valor da placa cinza.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro esteve no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, na noite desta quinta-feira (30), ao retornar de Belo Horizonte, onde sobrevoou áreas atingidas pela chuva.Ele permaneceu no hospital por pouco mais de uma hora e meia. Deixou o local pouco antes das 20h30 por uma saída reservada. Às 20h50, o comboio presidencial chegou à residência oficial do Palácio da Alvorada.Até a última atualização desta reportagem, nem o Palácio do Planalto nem o hospital tinham informado oficialmente o motivo da visita de Bolsonaro ao HFA. Questionada se o presidente realizou exames no hospital, a assessoria do Planalto disse que sim, mas não informou quais.Na agenda oficial do presidente, divulgada pelo Palácio do Planalto, não há compromissos previstos para esta sexta (31) – nem no Planalto nem no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro mora com a primeira-dama Michelle e a filha Laura.No fim de dezembro, Bolsonaro foi levado às pressas ao HFA após sofrer uma queda no Palácio da Alvorada. O presidente fez exames, passou a noite no hospital em observação e recebeu alta na manhã seguinte.Desde o fim de 2019, o presidente também foi duas vezes ao Hospital da Força Aérea de Brasília (HFAB), onde passou por exames. Em dezembro, Bolsonaro disse ter ido à unidade para investigar um possível câncer de pele. Em janeiro, o Palácio do Planalto falou apenas em "exames de rotina".
(Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=209807)
A Justiça Federal em Pernambuco autorizou o cultivo de maconha medicinal dentro de casa para o tratamento de saúde de um homem que tem diagnóstico de dor neuropática. Esta foi a primeira vez que o plantio foi autorizado para um adulto, no estado, e é a quarta liminar concedida a partir de ações movidas pela Defensoria Pública da União (DPU) do estado, que já tinha conseguido assegurar esse direito para três menores de idade.O beneficiado, segundo a DPU, tem 32 anos e sofre as consequências de um acidente com uma serra, ocorrido em 2017. De acordo com a Defensoria da União, o homem teve a mão atingida pela lâmina, em uma serralheria, “ocasionando graves lesões e a perda de quase todos os movimentos”. A decisão, proferida pelo juiz substituto da 4ª Vara Federal, Augusto César de Carvalho Leal, saiu na quarta-feira (29) e foi divulgada nesta quinta (30). Com a liminar, policiais ficam impedidos de fazer prisão em flagrante do responsável pelo cultivo da cannabis, que deve ter uso “exclusivo” para tratamento de saúde. De acordo com o magistrado, "os documentos médicos constantes dos autos demonstraram a boa-fé do paciente ao buscar o poder Judiciário para a obtenção do salvo-conduto". O texto do juiz atesta que a decisão "tem a finalidade exclusiva de cultivo da cannabis para fins medicinais e não o seu uso recreativo ou a negociação com terceiros, bem como o cumprimento das normas legais por parte do paciente junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)". “Não pode o poder Judiciário ignorar, por um lado, o intenso sofrimento humano imposto pelas dores neuropáticas crônicas às quais se encontra submetido o paciente, em razão da amputação de dois dedos de uma de suas mãos, e, por outro, a sua impossibilidade econômica de importar ou adquirir diretamente, em território nacional, a única alternativa terapêutica que lhe é eficaz, sem comprometimento da subsistência da sua família", afirma o magistrado. Além disso, o juiz destacou na decisão que existe "flagrante omissão do Estado em efetivar os seus direitos fundamentais à saúde e à vida digna, seja oferecendo gratuitamente, no âmbito do SUS, a única alternativa terapêutica suficientemente efetiva para o seu delicado quadro de saúde, seja regulamentando, conforme autorizam a própria Lei 11.343/2006, o seu Decreto regulamentador e convenções internacionais, o cultivo de cannabis sativa com fins exclusivamente medicinais, para uso próprio do óleo extraído da planta”.
(Foto: Marcelo Goncalves/Sigmapress/Estadão)
Suzane Von Richtofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, foi aprovada no vestibular para o curso de Gestão de Turismo pelo Instituto Federal de São Paulo no Campus de Campos do Jordão (SP). A detenta conseguiu a aprovação pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que usa a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).A lista dos aprovados pelo sistema foi divulgada nesta quarta-feira (29). Suzane aparece em oitavo lugar na lista, com nota 608,42.O curso é noturno, na modalidade presencial, e ofertado em Campos do Jordão. As aulas acontecem das 19h às 22h40 na cidade que fica a cerca de 40 quilômetros da Tremembé, onde cumpre pena.As matrículas para o curso de Suzane foram abertas nesta quinta-feira (30) e seguem até o dia 4 de fevereiro. De acordo com a instituição, Suzane não havia comparecido para a matrícula até o início da tarde desta quinta.A formalização para a vaga deve ser feita presencialmente ou por procuração. Caso efetive, a presa deve começar a frequentar as aulas já na próxima quarta-feira (5)."Temos que atendê-la como qualquer outro aluno. Se a Justiça permite que ela possa estudar aqui, devemos recebê-la como recebemos todos os outros", comentou o diretor geral do IFSP, Walter Oliveira.O curso tem duração de dois anos e meio e é focado no planejamento e desenvolvimento de atividades turísticas para o mercado público e privado.A reportagem do G1 acionou a Vara de Execuções Criminais de Taubaté para saber se a presa solicitou autorização para comparecer às aulas, mas não obteve retorno até a última atualização.Em nota, a SAP informou que caso Suzane seja autorizada a cursar a graduação em Campos do Jordão, o transporte terá de ser bancado com recursos dela. "Caso seja autorizada, o transporte deve acontecer por meio de recursos próprios da sentenciada", informou.
(Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau)
Um pedreiro de 49 anos teve larvas identificadas na cabeça em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Evaldo Araújo Chaves já está com os parasitas desde a semana passada e relata não aguentar mais a dor. Ele chegou a receber atendimento em hospitais públicos da cidade, mas afirma que os ferimentos pioraram nos últimos dias. Agora, ele passa por tratamento em São Paulo.A família percebeu que Evaldo estava com larvas na cabeça no fim da semana passada. "Fomos para São Paulo e, quando ele deitou no meu colo, vi as larvas andando. Lá mesmo o levamos ao hospital e retiraram algumas com pinça", conta a esposa Quesia Andrade Alves, de 25 anos.Conforme ela relata, logo depois, o marido foi encaminhado a outro hospital em São Paulo, onde as equipes médicas relataram terem retirado todos os parasitas e enfaixaram a cabeça de Evaldo.No sábado (25) pela manhã, Quesia retornou ao hospital com ele e médicos identificaram que ainda havia larvas na cabeça do pedreiro. "Como temos filhos pequenos e moramos em Praia Grande, resolvemos retornar para a nossa cidade. Os médicos de São Paulo nos orientaram a procurar um cirurgião urgente ao chegarmos aqui, para que pudessem ser retiradas todas as larvas", explica.A mulher afirma que foi com Evaldo ao Hospital Irmã Dulce e o médico indicou que era necessário fazer um curativo. "Chegamos lá ainda no sábado, às 16h, e só saímos às 23h, mas não foi feito nada. Fomos então para UPA de Santos, eles atenderam e jogaram um remédio que saiu 25 larvas quase que instantaneamente", diz.A família acreditou que já haviam saído todos os parasitas, mas, quando Evaldo foi fazer o curativo já no domingo (26), no Pronto Socorro Quietude, os enfermeiros afirmaram que ainda haviam larvas em sua cabeça. Foram retiradas algumas e feitos exames, que constaram diversos buracos na cabeça do pedreiro, já que a larva se alimenta do tecido subcutâneo, muscular, segundo especialista. "Disseram que agora só com medicação. Fomos novamente ao Hospital Irmã Dulce e relataram que não tem como fazer nada, apenas curar com o remédio. Na terça-feira o levei para fazer curativo. Quando foi de noite, retirei a faixa porque estava sangrando muito e percebi outros buracos na cabeça dele, que não existiam antes. Parece que não está melhorando nada, os bichos estão aumentando e o buraco também e ele reclama muito de dor", afirma. Com a piora, a família pediu ajuda nas redes sociais e acabou conseguindo uma vaga para tratamento em São Paulo. "Não teve o tratamento adequado aqui. Estávamos com medo de acontecer algo com ele. Isso é uma vergonha. A pessoa mora aqui e tem que ir para São Paulo porque se não iria morrer aqui, sendo comido vivo. Ele sentia tanta dor, que falou que se continuasse assim era melhor morrer", desabafa a esposa.