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- Bahia Notícias
- 17 Jan 2020
- 17:10h
(Foto: Reprodução / Câmara dos Deputados)
O deputado federal baiano Charles Fernandes (PSD) quer tornar obrigatório o cumprimento para o horário de início de shows e apresentações públicas, com tolerância de uma hora. Pelo texto, os responsáveis pela organização de shows ou apresentações públicas remuneradas ficam sujeitos ao pagamento de multa em caso de atraso maior que o estabelecido.De acordo o site da Câmara, a multa será equivalente a 10% da arrecadação total bruta da apresentação e deverá ser aplicada pelo Procon do município onde ocorreu o evento ou pelo Procon estadual e deve ser destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. “O cumprimento do horário marcado para o início de uma apresentação pública é um sinal de respeito e consideração para com o consumidor e deveria ser algo a que os promotores e organizadores”, defendeu Charles sobre sua proposta. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Cultura, de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
(Foto: Reprodução)
O Brasil teve uma redução de 21% no número de assassinatos nos primeiros nove meses de 2019 em comparação com o mesmo período de 2018. Os dados são do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e foram divulgados pela pasta nesta quinta-feira (16).O Sinesp aponta que, entre janeiro e setembro do ano passado, foram registradas em todo o país 31.334 mortes violentas — que incluem homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, os chamados Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). Já no mesmo período de 2018, foram 39.793 casos.A queda já havia sido antecipada pelo Monitor da Violência, do G1, em novembro do ano passado, através do índice nacional de homicídios, ferramenta criada pelo portal para acompanhar as estatísticas de mortes violentas no país mês a mês.A tendência de redução nos assassinatos do país tem sido mostrada pelo G1 desde o balanço de 2018 – a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%. Já no 1º semestre de 2019, a queda foi de 22% – percentual que se manteve ao longo do ano.A redução apontada pelos dados do Sinesp foi comemorada pelo ministro Sergio Moro no Twitter nesta quinta, que também destacou que outros crimes, como estupro, furto de veículos e roubo de carga, também caíram no período.O Sinesp foi lançado em março de 2019 pelo governo federal e tem dados de janeiro de 2018 a setembro de 2019.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro exonerou nesta sexta-feira (17) o secretário nacional da Cultura, Roberto Alvim, que fez um discurso no qual usou frases semelhantes às usadas por Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Adolf Hitler durante o governo nazista. Goebbels era antissemita radical e foi um dos idealizadores do nazismo. Assim como Goebbels havia afirmado em meados do século XX que a "arte alemã da próxima década será heroica” e “imperativa”, Alvim afirmou que a “arte brasileira da próxima década será heroica” e “imperativa”. (Compare os discursos abaixo). Em nota, Bolsonaro afirmou que a permanência de Alvim no governo ficou "insustentável". "Comunico o desligamento de Roberto Alvim da Secretaria de Cultura do Governo. Um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência", afirmou Bolsonaro. O presidente disse ainda que repudia ideologias "totalitárias e genocidas"."Reitero nosso repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas.Manifestamos também nosso total e irrestrito apoio à comunidade judaica, da qual somos amigos e compartilhamos valores em comum", completou o presidente.
(Foto: Danilo Girundi/TV Globo)
Quatorze pacientes que estão com a síndrome nefroneural continuam internados em estado grave, com risco de morte, informou a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), durante a entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (7). Segundo a pasta, todos eles ingeriram a cerveja produzida pela Backer.Até então chamada de síndrome nefroneural pelas autoridades de saúde, os casos passam a ser denominados, a partir de agora, de intoxicação por dietilenoglicol. A denominação de "síndrome", segundo a secretaria, era porque não se sabia o que estaria provocando quadros de insuficiência renal e alterações neurológicas nos pacientes.Segundo o Subsecretário de Estado de Saúde Felipe Laguardia, já são 18 casos notificados da síndrome nefroneural. Quatro pessoas morreram. Os casos surgiram possivelmente após a ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica que foi encontrada nas cervejas, nos tanques e na água para produção das bebidas da Backer. A Secretaria de Estado de Saúde explicou que apenas a Polícia Civil tem a tecnologia necessária para fazer exames e confirmar com precisão se os pacientes que estão internados foram contaminados pelo dietilenoglicol. Esta seria o motivo apontado pelo órgão para a demora da confirmação dos demais casos. "É rara a intoxicação por dietilenoglicol. A gente não sabe em relação a sequelas, evolução. Existe a possibilidade de que estes pacientes se recuperem, mas pode ser que também tenham sequelas", disse a infectologista e diretora do Hospital Eduardo de Menezes Virgínia Antunes de Andrade.
(Foto: Reprodução)
O secretário especial da Cultura do governo do presidente Jair Bolsonaro, Roberto Alvim, fez um discurso, divulgado nesta quinta-feira (16), semelhante ao do ministro de Adolf Hitler da Propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, antissemita radical e um dos idealizadores do nazismo.Assim como Goebbels havia afirmado em meados do século XX que a "arte alemã da próxima década será heroica” e “imperativa”, Alvim afirmou que a “arte brasileira da próxima década será heroica” e “imperativa”. (Compare os discursos abaixo)Nesta manhã, Alvim afirmou em post no Facebook que a semelhança entre as frases foi "apenas uma frase do meu discurso na qual havia uma coincidência retórica".
Discurso a atores x discurso sobre prêmio de arte
O discurso de Goebbels consta do livro “Joseph Goebbels: Uma biografia”, do historiador alemão Peter Longerich. A declaração de Alvim foi dada em vídeo postado na página da Secretaria Especial de Cultura no YouTube nesta quinta-feira (16), para divulgar um concurso nacional de artes.O vídeo ganhou grande repercussão nas redes sociais e tanto o nome do secretário Alvim quanto o de Goebbels foram parar entre os assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.
(Foto: Guilherme Mazui/G1)
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (16) que a imprensa "tem medo da verdade", "deturpa" e "mente".Bolsonaro deu a declaração em uma cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o governo anunciou medidas para a Operação Acolhida, destinada a receber cidadãos venezuelanos que fogem da crise no país.Enquanto fazia o discurso, o presidente se dirigiu aos jornalistas presentes à cerimônia em pelo menos três ocasiões e criticou a cobertura que a imprensa faz das ações do governo.Durante o evento, Bolsonaro também se referiu ao livro "Tormenta: O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos", que trata do primeiro ano de governo.O presidente chamou a autora, Thaís Oyama, de japonesa e disse não saber o que ela faz no Brasil. Thaís, porém, é brasileira nata. Procurada pelo G1, ela disse que não iria comentar as declarações."A nossa imprensa tem medo da verdade, deturpa o tempo todo. Quando não conseguem deturpar, mentem descaradamente. E esse o livro dessa japonesa, que eu nem sei o que faz no Brasil, que faz agora contra o governo. São aqueles que o tempo todo trabalham contra a democracia, contra a liberdade", declarou.Esta não é a primeira vez que Bolsonaro dá declarações assim sobre a imprensa. No último dia 6, em uma conversa com repórteres, o presidente afirmou que os jornalistas são uma "espécie em extinção" porque ler jornal "envenena".No evento desta quinta-feira, Bolsonaro se dirigiu aos repórteres e cinegrafistas que cobrem a Presidência e afirmou que não irá censurar o trabalho dos profissionais, mas pediu a eles que "tomem vergonha na cara".“Essa imprensa que está aqui agora me olhando, estou sob suas lentes. Comecem a produzir verdades porque só a verdade pode nos libertar. Essa imprensa, não tomarei nenhuma medida para censurá-los, mas tomem vergonha na cara! Deixem nosso governo em paz para poder levar paz, tranquilidade e harmonia ao nosso povo”.Ao final, Bolsonaro ainda disse que a imprensa "precisa começar a vender a verdade". "Essa é a obrigação de vocês, não é nenhum favor, não. Nós temos como mudar o destino do Brasil, concluiu.
Após divulgar nas redes sociais e em sites de notícia o desaparecimento do marido desde o dia 7 de janeiro, uma professora, de 35 anos, registrou boletim de ocorrência e contratou um investigador com medo de que algo tivesse acontecido com o companheiro. Depois de ver que um radar flagrou a placa do carro dele em São Vicente, no litoral paulista, o empresário foi encontrado na praia com outras duas mulheres."Achamos que ele estava morto ou que tinha acontecido alguma coisa, já que ele nunca tinha sumido antes assim. Foi a primeira vez. Registrei boletim de ocorrência no dia 9. Tomei todos os procedimentos legais. Eu e os familiares estávamos desesperados", conta a professora. Preocupada, a família chegou também a divulgar a recompensa de R$ 2 mil para quem o encontrasse.O casal estava juntos há sete anos e morava na Zona Leste de São Paulo. Após uma semana do desaparecimento, ela resolveu contratar um investigador particular. Acreditando que havia ocorrido o pior, a mulher chegou a pedir que páginas de notícias publicassem o desaparecimento. "Até que o investigador identificou que o último radar que pegou ele foi no dia 7, na praia de São Vicente, e foi até lá. Descobrindo a traição", diz. "Agora ele vai ser ex né, porque eu estou solteira. Ele morreu pra mim e nunca mais quero ver esse homem. A mãe, pai e irmãos estavam desesperados. Era melhor ele ter largado, era mais bonito. Agora estou solteira, vou mudar a fechadura de casa e fazer um boletim de ocorrência. E ele que vá atrás de qualquer coisa e converse com o meu advogado", finaliza a mulher. O boletim de ocorrência pelo desaparecimento do homem havia sido registrado no 62º Distrito Policial Ermelino Matarazzo, no dia 9 de janeiro, e o caso já estava sendo investigado pela Polícia Civil.
(Foto: Odilon Amaral/TV Globo)
O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento afirmou na tarde desta quinta-feira (16) que identificou as susbstâncias dietilenoglicol e monoetilenoglicol em oito rótulos produzidos pela cervejaria Backer, de Belo Horizonte.De acordo com o Mapa, no total são 21 lotes contaminados, sendo que um deles foi usado para produzir dois rótulos. Além das marcas Belorizontina e Capixaba divulgados anteriormente, foram encontradas as substâncias tóxicas em outras seis marcas:
- Backer D2
- Backer Pilsen
- Brown
- Capitão Senra
- Fargo 46
- Pele Vermelha
As análises são realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária. Na semana passada, o Ministério da Agricultura interditou a fábrica da Backer, localizada no bairro Olhos D’água, na Região Oeste de Belo Horizonte. Na ocasião, foram apreendidos 139 mil litros de cerveja engarrafadas e 8.480 litros de chope. Também foram lacrados tanques e demais equipamentos de produção.A Polícia Civil de Minas investiga se o consumo da cerveja Belorizontina contaminada com a substância dietilenoglicol está relacionada com a morte de quatro pessoas decorrentes da chamada síndrome nefroneural. Ao todo a corporação investiga 18 casos da doença no estado.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
A Polícia Civil confirmou, na manhã desta quinta-feira (16), a terceira morte provocada pela síndrome nefroneural em Belo Horizonte. A doença tem sido vinculada ao consumo da cerveja artesanal Belorizontina, da fabricante Backer. A vítima é um homem de 89 anos, que não teve a identidade divulgada até a última atualização desta reportagem. O paciente morreu no Hospital Mater Dei, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, por volta das 2h50. O corpo deve passar por exames e perícia no Instituto Médico-Legal (IML). Nesta quarta-feira (15), a segunda morte pela síndrome havia sido confirmada. Trata-se de Antônio Márcio Quintão de Freitas, de 76 anos. O corpo dele deve ser enterrado às 11h desta quinta-feira. Permanece sob investigação a morte de uma mulher em Pompéu, Região Centro-Oeste do estado. A primeira vítima da síndrome a morrer foi Paschoal Dermatini Filho, de 55 anos. Ele estava internado em Juiz de Fora e morreu em 7 de janeiro.
((Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação)
O pedido de ressarcimento para quem pagou a mais no DPVAT 2020 começou nesta quarta-feira (15), e deve ser feito pela internet, em um site da Seguradora Líder, que administra o seguro obrigatório.A empresa diz que cerca de 2 milhões de pessoas têm direito de receber o estorno. Até às 18h30 desta quarta, mais de 150 mil solicitações de restituição foram feitas, afirmou a gestora.O seguro obrigatório começou a ser cobrado no início do ano, com os mesmos valores de 2019. Isso porque, em dezembro, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, tinha barrado a proposta da gestora de diminuir os montantes em 2020. Ele voltou atrás e liberou a redução no último dia 9 de janeiro.Os pedidos devem ser feito num site específico: https://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br, e não no site da Susep. Após enviada a solicitação, o ressarcimento com a diferença de valores será feito na conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo em até 2 dias úteis, afirma a gestora do DPVAT.
(Foto: Reprodução)
Um relatório da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) aponta que o número de casos de violência contra veículos de comunicação e jornalistas subiu 54,07% de 2018 para 2019. Foram registrados 208 casos contra 135 no período de comparação. Entre os 208 registros, 114 foram de "descredibilização" da imprensa e 94 de agressões diretas a profissionais.O documento, ‘Relatório da Violência contra Jornalistas e liberdade de imprensa', é anual e foi divulgado nesta quinta-feira (16), no Sindicato dos Jornalistas, no Rio de Janeiro. Segundo o levantamento, o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) foi responsável - sozinho - por 121 desses ataques (58,17%).O relatório diz que cinco dos ataques do presidente foram agressões verbais diretas a jornalistas durante entrevistas que não foram reproduzidas no site do Palácio do Planalto.O levantamento incluiu, este ano, a descredibilização da imprensa, que é uma tentativa de questionar a credibilidade da informação. O item foi criado por causa dos ataques sistemáticos à imprensa e aos jornalistas feitos por Bolsonaro - foram 114 casos. O relatório anual teve como base discursos e entrevistas oficiais do presidente entre janeiro e dezembro de 2019. A Fenaj também monitorou as postagens de Jair Bolsonaro nas redes sociais.A produção da TV Globo procurou o Palácio do Planalto para comentar o relatório, mas não obteve retorno.
( Foto: Reprodução / Cabaré do Brega)
O guitarrista Ximbinha, ex-marido de Joelma, está sendo acusado de agressão por Carla Maués, ex-vocalista do Cabaré do Brega, projeto comandado pelo músico. Carla confirmou que as agressões ocorreram em um estúdio em Belém e disse por telefone ao G1 que está reunindo advogados para formalizar denúncia. Em nota, a assessoria de Ximbinha negou as acusações e disse que o projeto Cabaré do Brega tomará todas as medidas judiciais cabíveis.O caso veio à tona pelas redes sociais do ex-deputado federal Wladimir Costa, que se diz amigo próximo de Carla. Segundo a publicação, a cantora teria saído do projeto devido às supostas agressões.Nesta quarta, o projeto de Ximbinha anunciou uma nova vocalista, a amapaense Jessica Rodrigues. A assessoria do projeto informou, também, que deve entrar com processo contra o ex-deputado por calúnia, difamação, injúria, constrangimento, dano moral, prejuízo comercial e ameaça.Joelma e Chimbinha encerraram a Banda Calypso em 2015, após a separação marcada por denúncias de agressão. No mesmo ano, o guitarrista anunciou a cantora Thábata Mendes como nova vocalista da banda. Depois disso, Ximbinha rompeu com Thábata por "divergências concentuais". A banda então passou a se chamar XCalypso e Chimbinha passou a ser chamado de Ximbinha. Em seguida, Carla Maués passa a ser companheira de palco do guitarrista.Em outubro de 2018, Ximbinha foi acusado de injúria por uma mulher, que preferiu não se identificar, de tê-la destratado e ofendido pessoalmente com palavras de baixo calão, durante festa na casa do artista.
( Foto: Divulgação/PCCE)
A detenta suspeita de agredir a advogada Elisângela Maria Mororó no Instituto Penal Feminino (IPF) Auri Moura Costa, no Ceará, afirmou à Polícia Civil que a advogada pediu para ser agredida, com o objetivo de conseguir prisão domiciliar, conforme depoimento registrado em boletim de ocorrência ao qual o G1 teve acesso.Elisângela Mororó foi presa por suspeita de integrar uma organização criminosa que atua no Ceará. Na residência onde ela estava, foram apreendidas uma pistola e cocaína. Depois, ela foi alvo de um mandado de prisão da Operação Reino de Aragão, em dezembro do ano passado, por suspeita de planejar ações criminosas com chefes da facção presos, inclusive a fuga de um presídio. Após a agressão, Elisângela foi levada a atendimento médico, que não constatou gravidade nas áreas atingidas. Em seguida ela retornou à unidade prisional, onde permanece reclusa. Ela também é suspeita de cobrar até R$ 15 mil para entregar droga a presidiários durante visita aos clientes presos. Procurada pelo G1, a defesa da advogada diz que não iria se manifestar sobre o caso porque ainda não tem conhecimento sobre o depoimento da detenta. Em boletim de ocorrência de 6 de janeiro, a presidiária suspeita de agressão reconhece que mentiu no depoimento de dia 2 de janeiro, quando confirmou que agrediu a advogada motivada pelo fato de que "não gostou dessa mulher porque viu um bicho ruim nela". Segundo a nova versão da detenta, Elisângela pediu para que ela simulasse a agressão com a promessa de que conseguiria um advogado para ela. O defensor atuaria em um pedido de transferência para um hospital mental, já que a mulher sofre surtos de epilepsia. A presa completou "que confessa o falso testemunho prestado e que somente aceitou fingir que estava agredindo a detenta supracitada, porque esta lhe pediu para que batesse na cara dela e na barriga com o fito de conseguir prisão domiciliar e que a declarante então conseguiria a comunicação com sua genitora e por consequência iria para o hospital mental", segundo o registro no boletim de ocorrência.
( Foto: Globocop)
A auditoria feita na fábrica da cervejaria Backer constatou, nesta quarta-feira (15), que havia água contaminada com dietilenoglicol em uma etapa anterior ao tanque de fermentação – onde a substância já tinha sido detectada.Segundo o Ministério da Agricultura, a água gelada que resfria o mosto (mistura inicial de ingredientes) também tinha traços da substância tóxica. Essa água, depois de resfriar o produto, também passa a compor a cerveja, porque é despejada em um novo tanque de mosto.Em entrevista coletiva concedida nesta quarta (15), o coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do ministério, Carlos Vitor Müller, disse que ainda não é possível saber em qual etapa houve a contaminação."A gente conseguiu evidenciar que a água que tem contaminação com glicol está sendo utilizada no processo cervejeiro. A gente não consegue ainda afirmar efetivamente de que forma ocorre essa contaminação desse tanque de água gelada, se é no tanque de água gelada ou se é em uma etapa anterior a esse tanque, nenhuma hipótese pode ser descartada nesse momento", afirmou Müller em entrevista à imprensa na sede do ministério.De acordo com Müller, a Backer possui apenas um tanque de água gelada e não está descartada que toda a cerveja produzida pela cervejaria tenha sofrido algum tipo de contaminação. Por essa razão, explicou, a fábrica foi interditada na sexta-feira (10).Especialistas do Mapa periciam a fábrica da Backer desde a última quinta-feira (9). Um outro tanque, o de fermentação, também estava contaminado. Com a descoberta de mais um tanque com a substância, existem suspeitas de que a contaminação possa ter sido causada em uma fase anterior, em que todas as marcas de cerveja da empresa passam.Essa informação levou o ministério a solicitar o recall e suspensão de vendas de toda a cervejaria.Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do ministério, Glauco Bertoldo, a investigação considera três hipóteses para a contaminação: sabotagem, vazamento ou o uso incorreto da substância para resfriar a produção.Em nota, a Backer não se pronunciou sobre o tanque. Disse apenas que se solidariza com pacientes e familiares. "E reforça sua atenção e seu compromisso em disponibilizar todo o suporte necessário para cada um deles".
(Foto: Reprodução)
O sonho de Marcos Antônio Santana Miranda da Silva, 29 anos, de ver o mar parecia algo distante de ser realizado quando ele deu entrada em um hospital da rede pública estadual, no dia 3 de janeiro. Na semana passada, ele teve a oportunidade de sentir a brisa da praia e assistir ao pôr do sol na orla de São Luís.Marcos Antônio é natural de Santa Inês, no interior do Maranhão, e estava internado com quadro de sepse e câncer de intestino já em estado avançado. O paciente, que nunca tinha ido à praia, alimentava a esperança de um dia ainda poder ver o mar de perto.Após realizar seu grande desejo, Marcos Antônio não resistiu e morreu nessa segunda-feira (13).