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(Foto: Facebook/Reprodução)
Um cantor sertanejo morreu na madrugada deste sábado (1º) depois que sofreu um acidente na Avenida Dante de Oliveira (antiga Avenida dos Trabalhadores), em Cuiabá.De acordo com a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Lindenberg de Medeiros Malaquias, de 29 anos, conhecido como Samuel, pilotava uma motocicleta Biz, atingiu um poste e morreu.O cantor havia acabado de sair de um show em um bar sertanejo no bairro Jardim Europa, na capital mato-grossense. Ele fazia dupla com o cantor Gustavo, com quem se apresentou na noite de sexta-feira (31) no estabelecimento.Segundo a perícia feita no local, o motociclista perdeu o controle, bateu no meio-fio e o corpo foi arremessado no poste.Devido à gravidade dos ferimentos, ele acabou morrendo antes de ser socorrido. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas os médicos constaram a morte.De acordo com amigos, o cantor Samuel havia se casado há pouco tempo e a mulher dele está grávida do primeiro filho deles.O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.A dupla faria um show neste sábado na cidade de Cáceres, a 220 km de Cuiabá.A morte de Samuel foi comunicada também na rede social oficial da dupla. Ainda não há informações sobre o local e horário do velório dele.
( Foto: Fraternidade sem Fronteira/Divulgação)
O Comitê Nacional para Refugiados (Conare), ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, reconheceu nesta sexta-feira (31) o status de refugiado de 17 mil venezuelanos. A concessão em bloco foi possível, segundo o colegiado, graças a ferramentas digitais para análise de dados.Segundo o comitê, se a análise fosse feita individualmente, a definição de todos os casos poderia levar dois anos. Ao todo, o Conare recebeu cerca de 100 mil pedidos de refúgio de cidadãos que se disseram perseguidos pelo regime de Nicolás Maduro.Em dezembro, o Conare já tinha feito uma análise conjunta semelhante para aproximadamente 21 mil cidadãos venezuelanos que pediram refúgio no Brasil. Até aquele momento, o Brasil reconhecia 11.231 refugiados ao todo, de diferentes origens e etnias.Na prática, os números indicam que, em dois meses, o número de refugiados reconhecidos pelo governo brasileiro passou de 11 mil para quase 40 mil.Para tratar os dados em bloco, o comitê filtra pedidos de venezuelanos maiores de 18 anos, que não tenham obtido uma residência formal no Brasil, que não tenham deixado o país após a solicitação e que não tenham, contra si, nenhuma causa de exclusão – "problemas de antecedentes", segundo o colegiado.O Conare é formado por representantes dos ministérios da Justiça, das Relações Exteriores, da Saúde, da Educação e da Economia, além da Polícia Federal. Além do governo, as Cáritas Arquidiocesanas do Rio de Janeiro e São Paulo representam a sociedade civil.O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) tem "voz" no colegiado, mas não vota nas decisões.
( Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A Polícia Civil indiciou nesta sexta-feira (31) Ana Flávia, de 25 anos, e a namorada dela, Carina Ramos, de 31 anos, por homicídio triplamente qualificado. Segundo a investigação, as duas participaram das mortes do casal Romuyuki e Flaviana Gonçalves, e do filho Juan Victor, de 15 anos. Os corpos foram encontrados carbonizados na terça-feira (28) dentro de um carro na Estrada do Montanhão, em São Bernardo do Campo, no ABC.Ainda de acordo com a polícia, as duas elaboraram o plano para matar a mãe, o pai de Ana Flávia e o irmão dela. Durante depoimento prestado nesta sexta-feira, elas teriam mudado a versão dos fatos relatados no primeiro depoimento.Nesta sexta-feira, a polícia também informou que identificou dois homens suspeitos de terem participado das mortes. A investigação procura a arma usada para matar as três vítimas.Nesta sexta-feira, Ana Flávia ficou frente a frente com a avó, que havia chegado mais cedo na delegacia. Segundo os parentes, foi a avó que pediu para conversar com a neta, mas ela não quis. Durante o depoimento das suspeitas, familiares das vítimas se abraçaram no corredor.Segundo a polícia, Ana Flávia e Carina foram presas depois de entrar em contradição nos primeiros depoimentos. Os investigadores dizem que elas passaram mais de seis horas no condomínio onde os pais e o irmão moravam, em Santo André.Câmeras de segurança gravaram o carro de Ana Flávia entrando e saindo várias vezes do local A polícia está em busca de marcas de sangue no carro de Ana Flávia e na casa da família assassinada. Os peritos vão usar um reagente químico - o luminol - que aponta marcas que não são vistas a olho nu. Eles querem saber com exatidão onde as vítimas foram mortas e quem estava na cena do crime.O advogado das duas suspeitas, Lucas Domingos, disse que elas negam envolvimento com as mortes. "Elas afirmam que são inocentes e não tiveram qualquer participação no crime."
( Foto: Reprodução/TV Mirante)
A juíza Janaina Araujo de Carvalho decretou a prisão preventiva de Luciana Paula Figueiredo, de 32 anos, que foi presa em flagrante nessa terça-feira (28) ao ser flagrada tentando matar por asfixia a mãe, a idosa Ana Benedita Figueiredo, de 68 anos, em um leito no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís.Luciana já está presa na Unidade Feminina na Penitenciária de Pedrinhas. Em depoimento à polícia, ela negou a autoria do crime, mas, ao ser questionada se é a favor da eutanásia, respondeu que "os pacientes terminais deveriam ter o seu direito de escolher".Atualmente, a defesa tenta provar que ela possui transtornos mentais e pediu a instauração de incidente de insanidade mental no processo sobre o caso. A Justiça já determinou a avaliação biopsicossocial de Luciana."Ela tem transtorno de Borderlaine e síndrome do pânico. Antes do caso, ela já estava fazendo tratamento médico. Pedimos que ela continua o tratamento dela em um estabelecimento adequado. Se não continuar, pode piorar o quadro dela", afirmou a defesa.
(Foto: Fábio Tito/G1)
As novas placas do Mercosul entram em vigor em todo o Brasil nesta sexta-feira (31), depois de vários adiamentos. Elas se tornam obrigatórias apenas para carros novos e em situações que exijam a troca, como mudança de município e quando o item é danificado ou furtado.Outra novidade é que as placas devem ser vendidas pelas estampadoras diretamente ao consumidor, sem o intermédio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), como acontecia até então.Caberá ao órgão informar ao proprietário do veículo as empresas credenciadas.Com isso, cada estampador pode cobrar valores diferentes, cabendo ao consumidor pesquisar os melhores preços. O Detran pode, contudo, determinar um valor máximo a ser praticado pelas empresas.É o que acontecerá em São Paulo, por exemplo, onde o teto será R$ 138,24, mesmo valor da placa cinza.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro esteve no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, na noite desta quinta-feira (30), ao retornar de Belo Horizonte, onde sobrevoou áreas atingidas pela chuva.Ele permaneceu no hospital por pouco mais de uma hora e meia. Deixou o local pouco antes das 20h30 por uma saída reservada. Às 20h50, o comboio presidencial chegou à residência oficial do Palácio da Alvorada.Até a última atualização desta reportagem, nem o Palácio do Planalto nem o hospital tinham informado oficialmente o motivo da visita de Bolsonaro ao HFA. Questionada se o presidente realizou exames no hospital, a assessoria do Planalto disse que sim, mas não informou quais.Na agenda oficial do presidente, divulgada pelo Palácio do Planalto, não há compromissos previstos para esta sexta (31) – nem no Planalto nem no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro mora com a primeira-dama Michelle e a filha Laura.No fim de dezembro, Bolsonaro foi levado às pressas ao HFA após sofrer uma queda no Palácio da Alvorada. O presidente fez exames, passou a noite no hospital em observação e recebeu alta na manhã seguinte.Desde o fim de 2019, o presidente também foi duas vezes ao Hospital da Força Aérea de Brasília (HFAB), onde passou por exames. Em dezembro, Bolsonaro disse ter ido à unidade para investigar um possível câncer de pele. Em janeiro, o Palácio do Planalto falou apenas em "exames de rotina".
(Foto: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=209807)
A Justiça Federal em Pernambuco autorizou o cultivo de maconha medicinal dentro de casa para o tratamento de saúde de um homem que tem diagnóstico de dor neuropática. Esta foi a primeira vez que o plantio foi autorizado para um adulto, no estado, e é a quarta liminar concedida a partir de ações movidas pela Defensoria Pública da União (DPU) do estado, que já tinha conseguido assegurar esse direito para três menores de idade.O beneficiado, segundo a DPU, tem 32 anos e sofre as consequências de um acidente com uma serra, ocorrido em 2017. De acordo com a Defensoria da União, o homem teve a mão atingida pela lâmina, em uma serralheria, “ocasionando graves lesões e a perda de quase todos os movimentos”. A decisão, proferida pelo juiz substituto da 4ª Vara Federal, Augusto César de Carvalho Leal, saiu na quarta-feira (29) e foi divulgada nesta quinta (30). Com a liminar, policiais ficam impedidos de fazer prisão em flagrante do responsável pelo cultivo da cannabis, que deve ter uso “exclusivo” para tratamento de saúde. De acordo com o magistrado, "os documentos médicos constantes dos autos demonstraram a boa-fé do paciente ao buscar o poder Judiciário para a obtenção do salvo-conduto". O texto do juiz atesta que a decisão "tem a finalidade exclusiva de cultivo da cannabis para fins medicinais e não o seu uso recreativo ou a negociação com terceiros, bem como o cumprimento das normas legais por parte do paciente junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)". “Não pode o poder Judiciário ignorar, por um lado, o intenso sofrimento humano imposto pelas dores neuropáticas crônicas às quais se encontra submetido o paciente, em razão da amputação de dois dedos de uma de suas mãos, e, por outro, a sua impossibilidade econômica de importar ou adquirir diretamente, em território nacional, a única alternativa terapêutica que lhe é eficaz, sem comprometimento da subsistência da sua família", afirma o magistrado. Além disso, o juiz destacou na decisão que existe "flagrante omissão do Estado em efetivar os seus direitos fundamentais à saúde e à vida digna, seja oferecendo gratuitamente, no âmbito do SUS, a única alternativa terapêutica suficientemente efetiva para o seu delicado quadro de saúde, seja regulamentando, conforme autorizam a própria Lei 11.343/2006, o seu Decreto regulamentador e convenções internacionais, o cultivo de cannabis sativa com fins exclusivamente medicinais, para uso próprio do óleo extraído da planta”.
(Foto: Marcelo Goncalves/Sigmapress/Estadão)
Suzane Von Richtofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, foi aprovada no vestibular para o curso de Gestão de Turismo pelo Instituto Federal de São Paulo no Campus de Campos do Jordão (SP). A detenta conseguiu a aprovação pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que usa a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).A lista dos aprovados pelo sistema foi divulgada nesta quarta-feira (29). Suzane aparece em oitavo lugar na lista, com nota 608,42.O curso é noturno, na modalidade presencial, e ofertado em Campos do Jordão. As aulas acontecem das 19h às 22h40 na cidade que fica a cerca de 40 quilômetros da Tremembé, onde cumpre pena.As matrículas para o curso de Suzane foram abertas nesta quinta-feira (30) e seguem até o dia 4 de fevereiro. De acordo com a instituição, Suzane não havia comparecido para a matrícula até o início da tarde desta quinta.A formalização para a vaga deve ser feita presencialmente ou por procuração. Caso efetive, a presa deve começar a frequentar as aulas já na próxima quarta-feira (5)."Temos que atendê-la como qualquer outro aluno. Se a Justiça permite que ela possa estudar aqui, devemos recebê-la como recebemos todos os outros", comentou o diretor geral do IFSP, Walter Oliveira.O curso tem duração de dois anos e meio e é focado no planejamento e desenvolvimento de atividades turísticas para o mercado público e privado.A reportagem do G1 acionou a Vara de Execuções Criminais de Taubaté para saber se a presa solicitou autorização para comparecer às aulas, mas não obteve retorno até a última atualização.Em nota, a SAP informou que caso Suzane seja autorizada a cursar a graduação em Campos do Jordão, o transporte terá de ser bancado com recursos dela. "Caso seja autorizada, o transporte deve acontecer por meio de recursos próprios da sentenciada", informou.
(Foto: Reprodução/Praia Grande Mil Grau)
Um pedreiro de 49 anos teve larvas identificadas na cabeça em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Evaldo Araújo Chaves já está com os parasitas desde a semana passada e relata não aguentar mais a dor. Ele chegou a receber atendimento em hospitais públicos da cidade, mas afirma que os ferimentos pioraram nos últimos dias. Agora, ele passa por tratamento em São Paulo.A família percebeu que Evaldo estava com larvas na cabeça no fim da semana passada. "Fomos para São Paulo e, quando ele deitou no meu colo, vi as larvas andando. Lá mesmo o levamos ao hospital e retiraram algumas com pinça", conta a esposa Quesia Andrade Alves, de 25 anos.Conforme ela relata, logo depois, o marido foi encaminhado a outro hospital em São Paulo, onde as equipes médicas relataram terem retirado todos os parasitas e enfaixaram a cabeça de Evaldo.No sábado (25) pela manhã, Quesia retornou ao hospital com ele e médicos identificaram que ainda havia larvas na cabeça do pedreiro. "Como temos filhos pequenos e moramos em Praia Grande, resolvemos retornar para a nossa cidade. Os médicos de São Paulo nos orientaram a procurar um cirurgião urgente ao chegarmos aqui, para que pudessem ser retiradas todas as larvas", explica.A mulher afirma que foi com Evaldo ao Hospital Irmã Dulce e o médico indicou que era necessário fazer um curativo. "Chegamos lá ainda no sábado, às 16h, e só saímos às 23h, mas não foi feito nada. Fomos então para UPA de Santos, eles atenderam e jogaram um remédio que saiu 25 larvas quase que instantaneamente", diz.A família acreditou que já haviam saído todos os parasitas, mas, quando Evaldo foi fazer o curativo já no domingo (26), no Pronto Socorro Quietude, os enfermeiros afirmaram que ainda haviam larvas em sua cabeça. Foram retiradas algumas e feitos exames, que constaram diversos buracos na cabeça do pedreiro, já que a larva se alimenta do tecido subcutâneo, muscular, segundo especialista. "Disseram que agora só com medicação. Fomos novamente ao Hospital Irmã Dulce e relataram que não tem como fazer nada, apenas curar com o remédio. Na terça-feira o levei para fazer curativo. Quando foi de noite, retirei a faixa porque estava sangrando muito e percebi outros buracos na cabeça dele, que não existiam antes. Parece que não está melhorando nada, os bichos estão aumentando e o buraco também e ele reclama muito de dor", afirma. Com a piora, a família pediu ajuda nas redes sociais e acabou conseguindo uma vaga para tratamento em São Paulo. "Não teve o tratamento adequado aqui. Estávamos com medo de acontecer algo com ele. Isso é uma vergonha. A pessoa mora aqui e tem que ir para São Paulo porque se não iria morrer aqui, sendo comido vivo. Ele sentia tanta dor, que falou que se continuasse assim era melhor morrer", desabafa a esposa.
( Foto: Patrícia Aparecida Misturini/Arquivo pessoal)
Há oito anos a família Maciel espera por uma resposta. Ela aguarda o retorno da Agência Nacional de Petróleo (ANP) sobre a exploração das terras do Ervino Maciel, em Itapejara D'Oeste, no sudoeste do Paraná, onde foi encontrado petróleo.A descoberta ocorreu em 2012, após uma análise da Mineração do Paraná (Mineropar). O estudo concluiu que o solo da propriedade de Ervino possui, a mil metros de profundidade, rochas semelhantes às encontradas em áreas petrolíferas. Procurada pelo G1, a ANP disse que, apesar da existência do petróleo no sítio, não há, no momento, área licitada ou previsão de licitar região que abranja Itapejara D'Oeste.A agência explicou que, pela legislação brasileira, quando uma área com o recurso natural é licitada, explorada e as operadoras produzem petróleo ou gás natural em uma propriedade particular, a empresa paga ao dono das terras uma participação sobre o que foi produzido. Contudo, os recursos são do governo federal.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Belo Horizonte amanheceu nesta quarta-feira (29) com estragos em diversos pontos após um temporal atingir a cidade - começou a chover na noite de terça-feira (28). As regiões Barreiro, Centro-Sul e Oeste da cidade foram as mais atingidas. Chove forte em todo o Estado de Minas Gerais desde sexta-feira (24).Em Nova Lima, Região Metropolitana de BH, um homem morreu no desabamento de uma casa. Em Tabuleiro, na Zona da Mata, uma mulher morreu. Ela estava em um carro que foi engolido por uma cratera que se abriu no asfalto da MG-133.Com isso, o total de vítimas fatais no Estado desde sexta-feira (24) subiu para 54, segundo o tenente coronel da Defesa Civil Flávio Godinho.
(Foto: Reprodução)
O trânsito em uma das maiores e mais movimentadas avenidas de Manaus ficou parado na manhã desta quarta-feira (29) por conta de uma sucuri que tentava ''atravessar a rua''. Vídeos registraram o momento em que carros e ônibus precisaram parar na Djalma Batista até que a cobra, de cerca de cinco metros, fosse resgatada.Em vídeos, que circulam em redes sociais, a sucuri aparece em meio aos veículos que trafegam pela via. Em uma das imagens, o homem que filma chega a comentar, em tom de brincadeira: "Só Manaus mesmo pra parar o trânsito em plena Djalma Batista por causa de uma sucuri". Um outro vídeo mostra o momento em que dois homens capturam o animal. Um deles segura a cabeça e pega a sucuri no 'colo', enquanto outro ajuda a carregar pelo rabo. Ela foi retirada da via e colocada em uma área verde que fica nas proximidades de um pequeno rio. O G1 conversou com a bióloga da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Luciana Frazão, que analisou as imagens. Segundo ela, a cobra pertence à espécie Eunectes Murinus e tem cerca de cinco metros de cumprimento. Ela explica também possíveis causas para o aparecimento do animal na região. "É comum nos períodos de chuva. Tem os igarapés [espécie de pequenos braços de rio] que cortam a avenida. Eu não estava aí, mas parece que houve chuvas fortes esses dias [em Manaus]. Daí, com o aumento do nível de água, elas têm mais facilidade de atravessar de um lugar pra outro", explicou Luciana. A bióloga também comentou sobre o comportamento tranquilo da sucuri, tanto no início da travessia, quanto durante o resgate. A especialista assegura: "elas não tendem a ter um comportamento agressivo. Tem um monte de gente em volta dela, e ela só quer sair dali".
(Foto: Danilo Girundi/TV Globo)
O temporal que atingiu a Grande BH na noite desta terça-feira (28) voltou a alagar ruas e avenidas. A Defesa Civil registrou chuva extremamente forte em quatro regiões da capital mineira. Moradores do bairro Buritis registraram a enxurrada em vídeos. A Avenida Prudente de Morais, na região Centro-sul de BH, e ruas do bairro Sion alagaram. No bairro Salgado Filho, a Avenida Tereza Cristina ficou submersa mais uma vez. No bairro Lourdes, a força da água arrastou carros na Rua Marília de Dirceu. Clientes de um restaurante filmaram os veículos flutuando a poucos metros de onde estavam. Durante o temporal, parte da estrutura do teto do BH Shopping, no bairro Belvedere, desabou. Clientes e lojistas estavam no local quando o gesso começou a cair. Um vídeo mostra o momento do desabamento.
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O Ministério da Economia anunciou nesta terça-feira (28) a demissão do presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), Renato Rodrigues Vieira. O anúncio foi feito pelo secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, durante entrevista coletiva sobre as providências do governo para reduzir a fila de pedidos de benefício represados no INSS. Segundo Marinho, Renato Vieira pediu demissão. Vieira foi nomeado no início do governo Jair Bolsonaro e ficou pouco mais de um ano no cargo. Desde o fim do ano passado, o INSS enfrenta do ano passado, uma crise na análise de benefícios. Atualmente, há quase 2 milhões de pedidos de pensões e aposentadorias represados na fila. O prazo para regularizar essa situação, segundo o próprio governo, é de seis meses. "Ele [Renato Vieira] consolidou sua disposição de sair do INSS a pedido. Foi uma conversa amadurecida ao longo dos últimos 15 dias", afirmou Rogério Marinho. "O Renato acha que precisa se dedicar a seus projetos, e nós aceitamos sua demissão", declarou. Segundo Marinho, o substituto de Vieira será o atual secretário de Previdência, Leonardo Rolim. Ainda não há definição de quem substituirá Rolim no ministério."O substituto do Rolim, nós vamos com um pouco mais de cuidado buscar esse nome. Existe todo um corpo técnico na Secretaria de Previdência, capaz, para aguardar esse substituto. A prioridade é o INSS, e não podemos deixar ter descontinuidade. (...) A escolha do Rolim se deu por esses aspectos.". "Ele [Renato Vieira] consolidou sua disposição de sair do INSS a pedido. Foi uma conversa amadurecida ao longo dos últimos 15 dias", afirmou Rogério Marinho. "O Renato acha que precisa se dedicar a seus projetos, e nós aceitamos sua demissão", declarou.Segundo Marinho, o substituto de Vieira será o atual secretário de Previdência, Leonardo Rolim. Ainda não há definição de quem substituirá Rolim no ministério."O substituto do Rolim, nós vamos com um pouco mais de cuidado buscar esse nome. Existe todo um corpo técnico na Secretaria de Previdência, capaz, para aguardar esse substituto. A prioridade é o INSS, e não podemos deixar ter descontinuidade. (...) A escolha do Rolim se deu por esses aspectos."
((Foto: Danilo Girundi/TV Globo))
O número de mortes provocadas pelas chuvas em Minas subiu para 50. A Defesa Civil Estadual divulgou um novo boletim na manhã desta terça-feira (28). O levantamento aponta duas pessoas desaparecidas: uma em Luisburgo e outra em Conselheiro Lafaiete. Segundo o órgão, 28.043 estão desalojados e 4.101 estão desabrigados no estado.Até o momento, 65 pessoas ficaram feridas. O número de pessoas mortas aumentou em relação ao boletim desta segunda-feira (27), que indicava 47 óbitos.O governo do estado já decretou situação de emergência em 101 cidades. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Governo de Minas Gerais na segunda-feira (27). A medida, que já foi reconhecida pelo governo federal, vale por 180 dias e possibilita ações mais céleres para a recuperação dos estragos e auxílio à população. Todos os órgãos estaduais estão autorizados a atuar nos trabalhos sob coordenação da Defesa Civil de MG.