Perfil Modas: Onde a moda acontece
- 19 Set 2016
- 09:30h

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Foto: Reprodução / WhatsApp
Três pessoas morreram e cinco ficaram feridas em uma chacina no bairro KM 4, na noite de sábado (17), em Jequié, região do Médio Rio de Contas da Bahia. De acordo com informações da Polícia Militar, as vítimas estavam em um local conhecido como Bar do Jorge, quando homens armados invadiram o local efetuando disparos, atingindo diversas pessoas que estavam no local. Os mortos foram identificados como Givanildo Oliveira, de 28 anos, Washington Santos Nascimento, 22, e Rodrigo Conceição da Hora, 15. Os feridos foram encaminhados ao Hospital Geral Prado Valadares. Segundo o Blog do Marcos Frahm, os corpos das três pessoas mortas foram removidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e levados ao Instituto Médico Legal (IML). Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.

Seis pessoas estavam na canoa quando a embarcação afundou. Três conseguiram se salvar (Foto: Polícia Militar / Divulgação)
Uma das sobreviventes do acidente que deixou três jovens desaparecidos após uma canoa afundar, sábado (17), na Barragem do Brumado, em Rio de Contas, cidade na região da Chapada Diamantina, estava acompanhada da irmã. A estudante Ana Clara Cruz, que conseguiu nadar até a margem da barragem lembrou do momento em que tentou salvar a irmã. "Quando eu fui salvar minha irmã, a outra menina me puxava. Ela me puxou pelas pernas e eu afundei. Na hora que eu fui levantar de novo para salvar minha irmã, ela me puxou pelo cabelo. Aí nessa hora que eu levantei, eu não consegui ver minha irmã mais", disse Ana Clara. A estudante contou que o grupo estava indo acampar do outro lado da barragem, e disse também que a embarcação estava com muito peso. "Tinha cerveja, refrigerante, gelo, carne em uma sacola, tinha colchão, uma barraca. A gente ia acampar do outro lado", lembra. Um outro sobrevivente também contou que tentou salvar os amigos e disse que chegou a ver um dos desaparecidos nadar em direção ao outro lado. "Todo mundo ficou desesperado. Eu consegui pegar o isopor, dei para duas pessoas, mas quando voltei para ajudar não tinha ninguém, um saiu nadando desgovernado", contou. As buscas pelos desaparecidos, dois homens e uma mulher, de 23, 29 e 25 anos, foram interrompidas no início da tarde de domingo (18) porque um dos bombeiros teve o tímpano estourado. O resgate está previsto para recomeçar na manhã desta segunda-feira (19).

Caso
Três pessoas desapareceram após a embarcação em que elas estavam afundar na Barragem do Brumado, em Rio de Contas, cidade na região da Chapada Diamantina, na Bahia. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 17h30 do sábado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, seis pessoas estavam na embarcação, uma canoa sem motor, no momento do acidente. Três delas conseguiram nadar até a margem da barragem e passam bem.

Foto: Divulgação
Muitos brasileiros tem investido em bicicletas de alto custo para a prática esportiva, lazer e meio de transporte. Com isso, houve um aumento nas ocorrências de furtos e roubos de bikes. Hoje, este equipamento representa um patrimônio que precisa ser protegido. E a Realiza Seguros oferece uma proteção completa para o ciclista com o Seguro de Bike. O Seguro de Bike cobre roubo e furto quando a bike está em uso, guardada ou em transporte. Cobre os custos de reparo em acidentes, além de cobrir os prejuízos provocados a terceiros. Faça uma visita a Realiza Seguros que fica na Praça Capitão Francisco de Souza Meira, 104 (ao lado da igreja Matriz), (77) 3441-6853 / 99957-6500 (vivo) e conheça mais essa novidade que a Realiza Seguros traz para você ou clique aqui e preencha o formulário para cotação.

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No próximo dia 2 de outubro, mais de 144 milhões de eleitores irão às urnas para eleger os novos prefeitos e vereadores dos 5.568 municípios do país e para que, na hora de votar, o eleitor não tenha dificuldades, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já disponibiliza em seu Portal o Simulador de Votação na Urna Eletrônica. Lá, o internauta poderá treinar a votação para os cargos em disputa da mesma forma que ocorrerá no dia da eleição, como se estivesse diante de uma urna eletrônica de verdade. Antes de iniciar a votação simulada, o internauta deve selecionar se simulará o primeiro ou o segundo turno da eleição. Após esta etapa, será aberta uma urna digital com um teclado virtual idêntico ao teclado real da urna eletrônica, contendo, inclusive, as opções para voto em “BRANCO”, “CORRIGE” e “CONFIRMA”. Até o sinal sonoro emitido pelo simulador após a confirmação do voto é idêntico ao som emitido pela urna eletrônica. Por fim, caso o eleitor queira, uma nova simulação pode ser iniciada; basta clicar no link “nova simulação”. O software apresenta uma lista de candidatos e partidos fictícios para cada cargo. Na relação constam cinco partidos (Partido dos Esportes, Partido dos Ritmos Musicais, Partido das Profissões, Partido das Festas Populares e Partido do Folclore), cada um com cinco candidatos a vereador e um a prefeito, com seu respectivo vice. Na hora da votação, é possível navegar pelos partidos usando as setas para direita e para esquerda na filipeta de candidatos no alto da imagem da urna.
Como votar
Usando o teclado da urna, que é similar ao de um telefone, o eleitor precisa somente digitar o número do candidato ou do partido de sua preferência. Na tela, surgirão a foto, o número, o nome e a sigla do partido do candidato. Caso as informações estejam corretas, basta clicar na tecla verde "CONFIRMA". Se não aparecerem na tela todas as informações sobre o candidato escolhido, o internauta pode corrigir o voto, apertando a tecla laranja “CORRIGE”, para, então, repetir o procedimento anterior. Caso queira votar em branco, basta selecionar a tecla “BRANCO” e confirmar o voto apertando a tecla verde “CONFIRMA”. Caso o internauta digite um número de candidato ou de partido inexistente e, em seguida, aperte a tecla verde “CONFIRMA”, ele automaticamente anulará o seu voto. Após o registro do voto para todos os cargos, a urna emitirá um sinal sonoro mais intenso e prolongado e aparecerá na tela a palavra “FIM”.

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Impedir que o WhatsApp e o Facebook tenham acesso à sua localização no iPhone (iOS) pode ser útil para os usuários que desejam manter sua privacidade. Dessa forma, as informações de GPS obtidas no celular daApple não são mais enviadas para os desenvolvedores desses aplicativos. Veja, o passo a passo de como desativar esta função no seu smartphone. Vale ressaltar que o procedimento é válido para a maioria das versões do iPhone, como o iPhone 5S, o iPhone 6 e o iPhone 6S.
Passo 1. Abra os “Ajustes” do iPhone e toque em “Privacidade”.
Passo 2. Depois, escolha a opção “Serv. Localização” e desça até encontrar os dois aplicativos.
Passo 3. Na lista de aplicativos, encontre o “WhatsApp” e clique sobre ele. Na página que abrir, escolha a opção "Nunca".Ao terminar o procedimento, o serviço de localização do iPhone não será mais disponibilizado para o WhatsApp e Facebook.
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(Foto: Reprodução)
Mais de 10 mil avaliadores, a maioria mulheres formadas Letras com foco em linguística, corrigem, em média, 70 redações por dia ao custo de pouco mais de R$ 15 para o governo federal. Essa poderia ser a síntese de como as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) movimentam uma legião de profissionais terceirizados que avaliam o desempenho dos alunos que sonham com a nota mil no texto. Com dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, o G1 traça abaixo um panorama do trabalho de correção e, acima em vídeo, reúne dicas de especialistas para orientar os candidatos sobre como oferecer o melhor texto para avaliadores que lidam com dezenas de texto por dia. "É muito massacrante, a gente fica com dor nos olhos, quer matar todo mundo no período. Por isso que passam tantos erros", afirmou ao G1 um dos corretores, que não pode se identificar por questões contratuais.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as redações não são avaliadas diretamente por profissionais da pasta ou do órgão que aplica o exame, o Inep. Segundo o Inep, são contratadas "instituições especializadas com a finalidade de operacionalizar a aplicação e correção de suas avaliações e exames". De acordo com dados obtidos pelo G1, desde 2009, quando 3,15 milhões de redações foram avaliadas, o custo per capta da correção das redações subiu de R$ 3,14 em 2009 para R$ 15,88 no ano passado. Em 2015, 6,54 milhões de textos foram corrigidos. "Esses custos englobam todos os valores referentes à estrutura necessária à correção das redações, tanto o aparato físico, profissionais envolvidos na logística e em atividades administrativas, quanto de capacitação dos corretores que atuarão nessa atividade, e a correção em si", informa o Inep. O órgão informou que não tem estimativa de quanto as empresas terceirizadas repassam aos profissionais envolvidos na leitura dos textos. Para o corretor, o valor recebido é menor, segundo um professor ouvido pelo G1 e que relatou sua experiência. "Nos anos em que corrigi, ganhei de R$ 3 a R$ 3,50 por texto. Corrigi 1000 redações e ganhei em torno de R$ 3.000. Porque tem descontos e isso ninguém fala para o corretor antes”, explica. Ao longo da série histórica, desde 2009, as mulheres são maioria e mantém patamares de participação por volta dos 80%. No ano passado, o percentual foi de 80,97%. Em relação à idade, 23,87% tinha entre 20 e 30 anos, outros 41,96% tinham entre 30 e 40 anos, e outros 21,09% tinham entre 40 e 50 anos.
Divisão por estados
Considerando os dados do ano passado, São Paulo é o estado com o maior contingente de avaliadores, com 1340, seguido pelo Ceará, com 1274, e Minas Gerais, com 801.
Exigências
Para participar das correções, é preciso ter formação em Letras e ter mestrado, doutorado ou especialização em Língua Portuguesa, em Literaturas de Língua Portuguesa ou em Linguística e ter experiência comprovada de, no mínimo, 5 (cinco) anos em avaliação de redações em larga escala. Para ser contratado, o nome do professor precisa ser indicado pelas reitorias das Universidades brasileiras ou das Secretarias de Educação dos Estados à empresa aplicadora contratada para aplicação do Exame. "O número de redações que corrigimos diariamente varia. Tem gente que consegue 100, outros 200, outros 300. Não é um número combinado previamente. São malotes de 50 redações e só é possível abrir um novo malote no sistema quando tiver terminado o anterior. Eu já corrigi 800 em um Enem, em outro, fiz 1500. Vai da rotina de cada um. Tem gente que corrige muito rápido. A sugestão que nos dão é que levemos de 2 a 3 minutos por redação", afirmou um dos corretores.

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O governo federal deve editar nos próximos dias um decreto para viabilizar o cruzamento de dados dos interessados em se inscrever no programa Bolsa Família com as informações de órgãos como Receita Federal e Ministério do Trabalho. De acordo com a revista Veja, o ministro de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, informou que a ideia é evitar que pessoas que possuem patrimônio ou que não se enquadrem nas regras do programa passem a receber o benefício. Após do decreto, a gestão Temer prevê outra parceria da pasta com a Caixa Econômica Federal para promover o cadastro de pessoa física (CPF) para os beneficiários que ainda não tenham o documento. Dessa forma, se um inscrito informar que tem cinco filhos sem documentos, cada um deles receberá um CPF. O objetivo é facilitar o cadastro e evitar uma modalidade de fraude ao programa, que inclui a contabilização da mesma criança em várias famílias para ampliação da quantia do benefício.
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(Foto: Reprodução)
Incurável, pouco conhecida, com nome de difícil pronúncia e presente em uma a cada 1 milhão de pessoas. Esta é a displasia cleidocraniana, uma doença rara, mas que saiu do anonimato nesta semana a partir das declarações de uma pessoa famosa. No caso, o jovem ator Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin Henderson na famosa série do Netflix Stranger Things. Em entrevista à revista People, ele afirmou sofrer da disfunção. Coincidentemente, na série, o personagem que Matarazzo interpreta revela que também tem a doença.
Doença genética
A displasia cleidocraniana é uma enfermidade genética que afeta principalmente o desenvolvimento de ossos e dentes. "Há uma chance de uma em 1 milhão de tê-la. O mais comum é herdando de seus pais, que foi o meu caso", contou Matarazzo à People. "O meu caso é muito leve não me afeta tanto, mas pode ser uma doença difícil." Mesmo assim, a gravidade da doença pode variar dentro da mesma família.
Sintomas
Em geral, o fator mais característico da doença é que as clavículas são subdesenvolvidas ou mesmo inexistentes. Como resultado, os ombros são estreitos, inclinados e podem ser ligados ao peito de forma incomum. Os pacientes são capazes de realizar muitos movimentos com o ombro que outras pessoas normalmente não conseguem. Desenvolvimento incompleto das clavículas muitas vezes é a característica mais marcante da doença Matarazzo explicou que esta é a parte "legal" de ter a doença, porque as pessoas tendem a ficar impressionadas com suas habilidades estranhas. Outra característica da doença é o atraso no fechamento dos espaços membranosos entre os ossos do crânio (chamados fontanelas, popularmente denominadas moleiras). As fontanelas normalmente se fecham mais cedo, mas no caso de pessoas com a doença isso ocorre mais tarde ou ficam abertas até a idade adulta.
Consequências até o parto
As pessoas afetadas são geralmente mais baixas e têm dedos e antebraços curtos. Além disso, as pessoas com displasia cleidocraniana têm baixa densidade óssea e podem desenvolver osteoporose, uma doença que deixa os ossos cada vez mais frágeis e quebradiços, em uma idade relativamente precoce. Mulheres com a doença têm mais chances de, caso engravidem, precisarem fazer cesáreas por terem a pelve mais estreita, impedindo a passagem da cabeça da criança. Em relação à dentição, a doença muitas vezes leva à queda tardia dos dentes de leite, à demora do crescimento dos dentes permanentes, e com formatos incomuns, e ao desalinhamento entre os dentes e o maxilar. Alguns portadores desenvolvem dentes adicionais, às vezes acompanhados por cistos nas gengivas. Nos casos graves, os pacientes podem sofrer perda de audição e ficar propensos a ter infecções como sinusite e otite. Algumas crianças também podem ter problemas no desenvolvimento de habilidades motoras, como engatinhar e andar, mas a inteligência não é afetada.
Causa e diagnóstico
A causa da doença rara é uma mutação genética específica. Mais da metade dos pacientes apresenta uma mutação do gene Runx2 no cromossomo 6. A maioria das pessoas herda a mutação de seus pais, embora um terço dos casos é a partir de mutação espontânea. A displasia cleidocraniana pode ser diagnosticada antes ou após o nascimento, por teste de DNA ou por biópsia no feto. Após o nascimento, é possível fazer uma radiografia do bebê para avaliar em que medida há danos generalizados nos ossos, mas a confirmação ou esclarecimento do diagnóstico vêm com uma análise genética.
Existe tratamento?
Não existe cura para a doença, e os tratamentos disponíveis têm por objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Visitas ao dentista e ortodontista são habituais e, nos casos de osteoporose, pacientes podem tomar cálcio e vitamina D. Se as fontanelas não são se fecharem, a cabeça precisa ser protegida por um capacete durante as atividades que podem envolver algum risco. Os pacientes podem desfrutar de uma vida normal se tiverem cuidado e um acompanhamento adequado.
Inspiração
Matarazzo acabou se tornando uma inspiração para outras pessoas com a mesma doença. "A forma como as pessoas vem reagindo (à minha doença) está sendo genial", disse ele. Ator de Strange Things Gaten Matarazzo se torna inspiração para pessoas que também possuem doença rara "Muitas pessoas me escreveram mensagens dizendo 'você me fez sentir melhor comigo mesmo pelo fato de ser capaz de mostrar na televisão que você tem a doença e é aceito'. "Está havendo uma crescente consciência sobre o problema e isso me faz sentir bem", acrescentou o ator.
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(Foto: Reprodução)
Os clientes do HSBC vão migrar definitivamente para o Bradesco no próximo dia 10 de outubro, apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Na próxima semana, o banco enviará um lote de correspondência aos 5 milhões de clientes do banco inglês com informações para acesso via internet banking, celular, caixas eletrônicos e cartão de débito, fora o de crédito que será encaminhado na sequência. A mudança de marca das 851 agências do HSBC para Bradesco, conforme fonte, ocorrerá entre 8 e 9 de outubro. O mesmo vale para os 4.400 caixas eletrônicos e 4.250 postos de atendimento em empresas. O braço do banco de investimento Bradesco, o BBI, já ocupa a antiga sede do HSBC, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, e não mais a avenida Paulista, como antes, diz uma fonte. O Bradesco deve passar a contabilizar os números do HSBC em suas demonstrações financeiras a partir do terceiro trimestre. O HSBC Brasil é a maior aquisição da história do Bradesco. Custou R$ 16 bilhões e agregou cerca de R$ 175 bilhões em ativos ao banco, aproximando a instituição de seu principal rival, o Itaú. Desde 1943, o Bradesco fez 48 aquisições entre bancos, financeiras e seguradoras. Após adquirir o HSBC, porém, ficou proibido, como parte do acordo que fez para obter o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), concedido em junho último, de comprar qualquer instituição financeira que atue no Brasil no prazo de 30 meses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Levantamento do G1 junto aos dados das prestações de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que os candidatos do PMDB, PSDB e PSB foram os que mais receberam recursos de doações eleitorais. Em seguida aparecem PSD, PP e PDT. O PT aparece em 7º lugar. Se levadas em conta apenas as candidaturas a prefeito, o PDT fica à frente do PP. Já se contabilizadas as doações feitas apenas aos candidatos a vereador, o PP aparece em 3º lugar, seguido de PSD, PT, PSB e PDT. Os dados são até quinta (15), data em que o TSE divulgou o balanço da prestação de contas parcial das campanhas. Segundo o tribunal, 87,9% dos candidatos enviaram as informações relativas à prestação de contas parcial das campanhas. Entre os partidos, no entanto, o percentual foi de 48,05%. Ao todo, os candidatos receberam R$ 881,7 milhões em recursos para as campanhas. Desse total, R$ 459 milhões foram para os candidatos a prefeito, 52% do total. Os candidatos têm de apresentar os relatórios das doações recebidas para a campanha a cada 72 horas, segundo as novas regras da Justiça Eleitoral.
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O Senado abriu uma consulta pública sobre a regularização do aborto no Sistema Único de Saúde. Qualquer pessoa pode participar da consulta através do site da instituição. A consulta questiona sobre a regulação da interrupção voluntária da gravidez, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde. Para participar, é necessário cadastrar no portal e-cidadania, o que pode ser feito rapidamente usando sua conta do Facebook ou do Google. Até o momento, são 193 mil votos a favor da regularização, contra 169 mil votos contrários. O resultado da consulta não indica que a opinião pública será acatada pelo Senado, embora alguns senadores possam usar para embasar suas decisões sobre o assunto. “A votação proporcionada pela consulta pública não vincula votos ou opiniões dos senadores. Ela tem o propósito de sinalizar a opinião do público que participou da consulta, de modo a contribuir com a formação de opinião de cada senador.“, informa o site da consulta.

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Felipe*, 29 anos, condenado por assinar a amante a facadas. É dele a maior nota, 920 pontos, de todas as redações escritas pelos 890 presidiários que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL), no ano de 2015, na Bahia. Preso há um ano no Presídio Salvador (PS), no Complexo Penitenciário da Mata Escura, Felipe conseguiu uma vaga para estudar letras na Universidade Federal da Bahia (Ufba), se matriculou e aguarda uma liberação judicial. Além de Felipe, outros três presos conseguiram aprovação no Enem 2015; um deles também aguarda a liberação da justiça e os outros dois foram liberados e estão frequentando as aulas. Na manhã desta sexta-feira (16), 31 presidiários em regime provisório, do PS, assistiram ao Aulão de Preparação do Enem, promovido pela Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap), e têm a chance de dar o primeiro passo para construir novos objetivos para o futuro.
Entretanto, para conquistar o direito de sair do presídio e assistir às aulas na universidade, se aprovados no exame, os presos têm um grande caminho jurídico a percorrer. É o que explica o superintendente de Ressocialização da Seap, Luiz Antônio Fonseca. "A lei fala que para poder sair da unidade prisional, o indivíduo precisa estar em regime aberto ou semi aberto". No caso de Felipe, que está em regime fechado, não existe garantia de que algum dia ele vai ocupar sua vaga na Ufba. Para Luiz Antônio, garantir o direito à educação é tentar devolver aos presos valores éticos e morais perdidos. "Essa é uma luta que assumimos. Vamos levar os casos ao Tribunal de Justiça (TJ) e, se necessário, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) porque acreditamos que, de alguma maneira legal, essas pessoas merecem essa chance de reestruturação social", pontuou. De acordo com Luiz, não há registros de casos de presos que conseguiram a liberação no Brasil. Enquanto aguarda a decisão da justiça, Felipe trabalha em uma fábrica de plásticos do Complexo da Mata Escura. "É o lugar que mais se aproxima da liberdade. A gente consegue ser útil em alguma coisa e não precisa usar algemas", afirmou ele, que antes de ser preso estudava Redes de Computadores em uma universidade particular. Com o sonho de sair da cadeia, o ex estudante diz que não pretende esquecer o período de reclusão, pois a prisão, segundo ele, é um lugar que faz com que as pessoas reflitam os próprios erros e passem a dar mais valor à liberdade. "Todos merecem uma segunda chance e o estudo pode ajudar muito a gente. Quando soube que tomei uma boa nota no Enem foi incrível, vi ali um motivo para tentar recomeçar", completou Felipe, que a cada três dias de trabalho consegue diminuir em um dia a sua pena - direito previsto pela Lei de Execução Penal desde 2011.
Aulas e preparação
Dos 995 homens presos no Presídio Salvador, 31 querem participar do Enem e se preparam assistindo às aulas regulares de português, matématica, história, geografica, química e física da Escola Penitenciária Estadual Professor George Fragoso Modesto, que tem bases instaladas em todas as unidades prisionais do Complexo de Mata Escura. Com 1180 alunos matriculados, a escola tem regime de Educação para Jovens e Adultos (EJA) e oferece aulas regulares, em três turnos, de segunda a sexta feira. Junto à Secretaria Estadual de Educação, a unidade promove seminários e palestras que preparam os 50 professores que dão aulas na prisão. Também previsto pela lei de Execução Penal desde 2011, a cada 12 horas de aulas assistidas, os presos têm um dia abatido do total da pena. Recluso em medida provisória há 11 meses, acusado de homicídio, Antônio de Jesus Oliveira, 39, divide a cela com seis presos e garante que assistir às aulas é a única coisa boa da prisão. "Estudar é a única coisa boa aqui, sinceramente. A rotina é difícil, complicada", enfatiza. Antônio disse que decidiu fazer o Enem porque acredita no nível superior como uma ponte para a mudança. "Tenho o segundo grau completo e quero me formar sociólogo. Merecer viver em sociedade". De acordo com a diretora da Escola Penitenciária, Maria das Graças Barreto, a partir desse mês os alunos passam a ter aulas intensivas de preparação para o exame, além das aulas regulares. Ainda segundo Maria, a cada ano o número de interessados no Enem aumenta - o que ela atribui à possibilidade que os presos veem de tentar resgatar a própria dignidade. É o que diz Jorge Santos, 29, que está preso em medida provisória há quatro meses, suspeito de associação ao tráfico de drogas. "Resolvi frequentar a escola aqui e fazer o Enem para expandir a mente. Um dia quero fazer faculdade de administração", disse. Caso obtenha uma boa nota, Jorge pretende usar para concluir o ensino médio. Ele acredita que é possível pensar na reestruturação social de uma pessoa pós reclusão. "Cada caso é um caso, mas primeiro você tem que querer. Quero recuperar minha vida enquanto há tempo". Há um ano dando aulas de português aos presos de Mata Escura, o professor Paulo Viana, 54, afirmou que a experiência é enriquecedora. Nas salas de aula há 37 anos, ele avalia que os presos demonstram interesse em aprender. "Extremamente atenciosos, me surpreendi. São bastante respeitosos conosco, tem horas que você não acredita que eles são suspeitos de terem cometido crimes", revelou. Paulo disse, ainda, que profissionais da educação deveriam encarar como uma obrigação atuar na reestruturação social de presidiários e ex-presidiários. O diretor geral do PS, Paulo Roberto Cupertino, revelou que a incidência de presos interessados em estudar aumentou na mesma proporção em que os problemas de violência diminuíram. "Está diretamente ligado. De 2000 a 2007 a gente tinha até histórico de rebeliões, atualmente, problemas desse teor são bem pontuais", ponderou. Faz quatro meses que Neilton Oliveira, 24, entrou algemado na prisão. Preso em regime provisório, suspeito de participação em um latrocínio, ele revela que a sensação de estar preso se compara à de perder um parente. "Foi como quando minha avó morreu, muito ruim". Filho único, Neilton disse que antes de ser preso trabalhava há cinco anos como atendente em uma farmácia, o que teria motivado a escolha por fazer um curso superior na mesma área. "Eu estava já no 4º semestre, quero concluir e me formar logo. Minha mãe sonha em ir na minha formatura", lembrou. E completou. "Meu maior sonho é sair daqui e estar perto da minha família de novo, meu segundo maior sonho é terminar minha faculdade. Vou fazer o Enem por isso, quem sabe passar na Ufba", finalizou. As inscrições para o Enem PPL serão abertas até o fim do mês de setembro e as provas serão realizadas em dezembro, dentro dos complexos prisionais. Todo processo de inscrição é realizado pelo Ministério da Justiça, com o auxílio das unidades prisionais - que viabilizam toda documentação necessária dos presos. *Felipe é um nome fictício dado ao presidiário que não autorizou sua identificação.
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O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União constatou que, em maio de 2015, um total de 81% dos benefícios liberados a título de auxílio-doença pelo INSS apresentava ‘indícios de pagamento indevido’. Naquele mês, aponta relatório da Pasta, R$ 1,8 bilhão foram pagos a 1,6 milhão de beneficiários. Diz o relatório: “Apenas no mês de maio de 2015, para exemplificar a amostra, R$ 1,8 bilhão foram pagos a 1,6 milhão de beneficiários. Destes, 81% apresentavam indícios de pagamento indevido: 721 mil em manutenção há mais de dois anos; 2,6 mil pagos a segurados diagnosticados com doenças que não geram incapacidade; 77 mil pagos a segurados diagnosticados com enfermidades cujo prazo de retorno ao serviço é inferior a 15 dias; e 500 mil concedidos/reativados judicialmente e que estavam sem revisão médica há mais de dois anos ou que foram concedidos sem perícia – situações que, se mantidas, gerariam prejuízo de R$ 6,9 bilhões no acumulado de um ano.” O Ministério divulgou o resultado da avaliação do pagamento de auxílio-doença previdenciário e auxílio-doença acidentário, nas áreas rural e urbana, nesta sexta-feira, 16.
O objetivo, segundo a Pasta, foi ‘avaliar a regularidade na manutenção dos benefícios no que se refere ao tempo necessário à recuperação da capacidade laboral dos segurados’. Em 2015, o governo gastou mais de R$ 23 bilhões com o pagamento do auxílio-doença. O relatório consolida fiscalizações realizadas em 2015 pelas Unidades Regionais do Ministério da Transparência de maneira integrada com a Auditoria Interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em 57 da 104 Gerências Executivas da autarquia, responsáveis pela supervisão das atividades médico pericial. Entre os aspectos analisados estão a celeridade no atendimento ao segurado, confiabilidade do processo de concessão dos benefícios, estrutura adequada para atendimento aos cidadãos e manutenção dos auxílios-doença. Segundo o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União, a auditoria indica ‘fragilidades nos processos de trabalho do INSS, como inadequação da supervisão da atividade de perícia médica, disponibilização de perícias inferior à capacidade operacional alocada em atendimento e indícios de pagamento de benefícios por um período superior ao estimado como necessário para recuperação da capacidade laboral do segurado’. Transparência destacou que ‘diante das situações identificadas, o INSS firmou compromissos para aprimorar a concessão dos auxílios-doença’. “O Instituto promoveu a consolidação e publicação de diretrizes de apoio à decisão médico-pericial das patologias mais frequentes de afastamento, além de regulamentar o pedido de prorrogação do benefício, em conformidade com o Decreto nº 8.691/2016.” Ainda segundo Transparência, ‘outra importante iniciativa adotada foi a publicação da Medida Provisória nº 739/2016, que estabeleceu o prazo máximo de duração do benefício em 120 dias, quando não fixado judicial ou administrativamente’. O INSS também realizou, até meados de 2016, a revisão e interrupção de 53 mil benefícios por incapacidade de longa duração – a economia gerada com a suspensão de pagamentos indevidos foi de R$ 916 milhões.

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Uma análise realizada pela Organização Não Governamental (ONG) Criança Segura aponta que a principal causa de morte acidental de crianças entre zero a 14 anos no Brasil continua sendo o trânsito. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acidentes de trânsito matam 1,3 milhões de pessoas anualmente. A Semana Nacional de Trânsito é comemorada entre os dias 18 a 25 de setembro. A coordenadora nacional da Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas, afirmou que o uso de cadeirinha do carro e capacete apropriados podem salvar as crianças em alguns casos. “Além disso, é importante que a gente não deixe a criança andar sozinha antes dos dez anos e, mesmo depois dos dez, só deixar andar depois de ensinar as regras do trânsito, a só atravessar na faixa e cuidados necessários”, declarou. Uma Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) 277/2008, que passou a vigorar em setembro de 2010, conhecida como “lei da cadeirinha”, estabelece que menores de 10 anos devem ser transportadas nos bancos traseiros com cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente.
A medida só não é válida em coletivos, transporte de aluguel, táxis, e aqueles cujo Peso Bruto Total seja superior a 3,5 toneladas. Mesmo com a medida, o número de meninos e meninas que são transportadas em carro ainda é alto (34%), e o fato ocorre provavelmente por conta da falta de uso da cadeirinha. De acordo com a Criança Segura, estudos demonstram que as cadeirinhas, quando instaladas corretamente, reduzem em até 71% os riscos de morte em acidentes. O número de crianças que estavam em motocicletas também chama bastante atenção. A legislação brasileira estabelece que a partir dos sete anos, a criança já pode ser passageira de motocicleta, entretanto o que é visto, principalmente em cidades menores, são menores do que essa idade sendo transportadas. A coordenadora ainda explicou que há uma diferença entre o número de mortes de meninos e meninas. “Não existe nada genético que diga que o menino é mais bagunceiro e a menina é mais tranquila. Isso tem a ver com o jeito que a gente cria e com os estímulos que a gente dá. Ainda existe uma tendência de proteger mais a menina e incentivar o menino a fazer coisas radicais. Então pode ter relação com isso. Ainda mais porque até um ano as taxas são muito parecidas”, afirmou. O mesmo relatório afirma que 90% dos acidentes entre 2001 e 2014 poderiam ser evitados. Gabriela Guida de Freitas ainda disse que as principais medidas que podem ser tomadas se englobam em três ações principais: comportamento, supervisão e adaptação do ambiente, já que grande parte dos acidentes acontecem em ambiente doméstico. “Existem algumas medidas pequenas, mas que podem evitar acidentes ou até mesmo o óbito da criança como supervisionar melhor a criança, colocar uma tela na janela, um portão na escada, uma grade cercando a piscina, ou até mesmo um protetor de tomada”, explicou Gabriela. Quando perguntada sobre as crianças maiores, a coordenadora ressaltou a importância de informar sobre o trânsito, uma vez que elas saem mais de casa sozinhas. “Temos que conscientizá-las sobre os riscos, ensinar os sinais de trânsito; com relação ao afogamento, devemos ensinar a não entrar no mar quando há sinalização de perigo e a ver quando está muito forte”, finalizou. Confira o levantamento completo: