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Foto: Nailton Azevedo da Silva / Arquivo pessoal
O empresário Nailton Azevedo da Silva, da cidade de Suzano, no interior de São Paulo, mudou um hábito antigo este ano e conseguiu economizar R$ 14 mil em oito meses. Ao G1, ele contou que o que precisou fazer para preservar o bolso foi apenas cortar a “cervejinha diária com os amigos". Dono de uma frota de táxi, ele lembra que o costume de beber começou há 17 anos. "Todo dia eu tomava uma cervejinha. Era de segunda a segunda. Eu parava em uma padaria perto de casa e nessa ia R$ 100, R$ 200, R$ 300 até R$ 400 eu já gastei. Quando você tem dinheiro no bolso para pagar cerveja, aparece um monte de amigos", afirmou Nailton, que tem 42 anos. Segundo ele, as economias dos últimos oito meses devem ser investidas na faculdade do filho de 16 anos. Em entrevista ao G1, o empresário agradeceu o apoio da esposa para superar a bebida e a classifica como uma "heroína" por "aguentar" ele "esse tempo todo. Para Nailton, parar com a bebida trouxe benefícios à saúde e ajudou até na sorte. "Depois que eu parei de beber, eu já ganhei quatro vezes a quadra na Mega Sena e uma vez na quina", contou.
O número de mortes por acidente de trânsito caiu 10% em 2016, na comparação com 2015. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (22). No ano passado, 34.850 pessoas morreram vítimas de acidentes de trânsito. Em 2015, foram 38.651 mortes. Por outro lado, o número de internações médicas aumentou 14%, passando de 158 mil em 2015 para 180 mil em 2016. Ainda segundo o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), um terço das vítimas eram motociclistas. Condutores de motos também representam a maior parte das internações (58%). De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas, e deixam outras 50 milhões feridas. Ainda segundo dados do Ministério da Saúde, o número de motoristas que admite dirigir após ingerir bebidas alcoólicas aumentou de 5,5% em 2015 para 7,3% em 2016. O motorista que for flagrado dirigindo após ter bebido está sujeito a multa de R$ 2.934,70 e suspensão da habilitação por 12 meses. Se for reincidente, o valor da multa dobra.
s vendas de supermercados do Brasil subiram 2,95% em novembro em termos reais (ajustadas pela inflação do período) sobre o mesmo período do ano passado e avançaram 3,58% na comparação com outubro, afirmou a associação que representa o setor, Abras, nesta sexta-feira (22). No acumulado do ano até novembro, as vendas reais dos supermercados do país avançaram 1,1% sobre um ano antes. Para o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, o resultado acumulado até novembro, reflete um ano positivo, compatível com a recuperação da atividade econômica. “Apesar da retomada lenta do consumo, os brasileiros estão normalizando seus hábitos de compra e voltando a consumir. A prévia oficial da inflação indica que os preços devem encerrar 2017 com a menor alta acumulada em quase duas décadas, abaixo do piso da meta do governo”, afirmou Sanzovo em nota. Em termos nominais (sem considerar a inflação), as vendas do setor supermercadista em novembro subiram 3,87% ante outubro e 5,85% em relação a novembro de 2016. No acumulado do ano, a alta foi de 4,65%.
Foto: Arquivo/Dario Oliveira/Código 19/Estadão Conteúdo
Pelo menos quatro em cada dez brasileiras já relataram ter sofrido assédio sexual, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23) pelo jornal "Folha de S. Paulo". O instituto mostrou que o índice de mulheres que já vivenciaram o problema é de 42%. A pesquisa entrevistou 1.427 brasileiras com 16 anos ou mais em novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O índice de mulheres que relatam ter sofrido assédio sexual sobe para 45% se consideradas apenas as mulheres de 16 a 24 anos. Em relação ao nível de escolaridade, o percentual é maior entre as mulheres com nível superior – 44%, contra 13% das mulheres que têm até o ensino fundamental. Segundo o levantamento, o assédio acontece com maior frequência na rua e no transporte público.
O preço final da gasolina para o consumidor voltou a subir nesta semana, após ter ficado praticamente estável na semana anterior, segundo informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (22). O valor médio da gasolina chegou a R$ 4,089, contra R$ 4,053 na semana anterior. Esta é a oitava alta semanal consecutiva. Os preços do diesel para o consumidor final, por sua vez, apresentaram uma leve queda. O combustível passou de R$ 3,303 por litro para R$ 3,327 por litro. O valor médio do etanol subiu, passando de R$ 2,852 o litro para R$ 2,9.
O Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), órgão delegado do Inmetro para a Bahia e autarquia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), reprovou quase um terço dos dos produtos fiscalizados durante uma ação para assegurar os diretos do consumidor. Na Operação Natal, o órgão verificou 125 produtos e reprovou 30% deles por estarem com peso abaixo do indicado na embalagem ou por não apresentarem informação relativa à quantidade no rótulo do produto. Entre os produtos reprovados estão chocolates, queijos, peru, chester, passas, ameixas, entre outros, sendo a característica principal a de que foram embalados pelo próprio estabelecimento onde foram comercializados. “É importante o consumidor ficar atento a esses itens embalados pelo próprio mercado, que são acondicionados em bandejas de isopor ou ensacados, por exemplo. Vale frisar que todos esses produtos alvo da operação são fiscalizados, periodicamente, ao longo do ano. E, em geral, encontramos muitas irregularidades nesses artigos", detalhou o diretor-geral do Ibametro, Randerson Leal. Os estabelecimentos comerciais autuados vão enfrentar processo administrativo, e podem pagar multa de até R$ 1,5 milhão. A fiscalização foi realizada em todo o país por órgãos delegados do Inmetro. Na Bahia, a operação foi realizada na capital e interior do estado, no período de 01 a 20 de dezembro.
A taxa de juros média cobrada no cartão de crédito rotativo caiu em novembro, passando de 338% ao ano para 333,8%, de acordo com informações do Banco Central divulgadas nesta sexta-feira (22). Segundo o BC, a taxa de juros do cheque especial ficou estável em 323,7% ao ano. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado pela pessoa que não pode pagar o valor total da sua fatura no vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Para usar o crédito rotativo, o consumidor paga qualquer valor entre o mínimo e total da fatura. O restante é automaticamente financiado e lançado no mês seguinte, com juros. O cartão de crédito rotativo e o cheque especial estão entre as linhas de crédito mais caras do mercado. Segundo especialistas, elas só devem ser utilizadas em momentos de máxima emergência e por um prazo curtíssimo, já que os juros continuam em um patamar muito alto, acima de 300% ao ano. Na tentativa de reduzir os juros do cartão, em março o governo anunciou novas regras para o uso do rotativo, que só pode ser usado até o vencimento da fatura seguinte. Com o novo formato, o consumidor só pode fazer o pagamento mínimo de 15% do cartão por um mês. Na fatura seguinte, o banco não pode mais rodar a dívida: o cliente paga o valor total ou precisa parcelar a dívida em outra linha de crédito, com o juro mais barato.
O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,4 ponto de novembro para dezembro e ficou em 86,4 pontos, em uma escala de 0 a 200. Em relação a dezembro de 2016, no entanto, o índice avançou 13,3 pontos. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança em relação ao momento presente, caiu 0,7 ponto, chegando a 73,8 pontos e interrompendo a sequência de quatro altas consecutivas nos meses anteriores. O Índice de Expectativas, que avalia as opiniões em relação ao futuro, caiu 0,3 ponto percentual, passando para 95,7 pontos. O componente do índice mais desfavorável foi a satisfação atual dos consumidores com a situação financeira das famílias, que recuou 3,4 pontos. Entre os componentes que se destacaram positivamente no índice estão o grau de satisfação com a situação econômica atual, que avançou 2,1 pontos, e as perspectivas para a situação econômica nos próximos seis meses, que cresceu 3,4 pontos.
Ninguém acertou as dezenas do concurso 1.999 da Mega-Sena, sorteadas ontem: 15 – 37 – 38 – 42 – 49 – 50. A quina teve 73 acertadores. Cada um deles receberá o prêmio de R$ 39.887,33. A quadra registrou 4.434 acertadores, com R$ 937,89 para cada um. A estimativa para o próximo concurso, a Mega da Virada, dia 31, é de R$ 280 milhões.
Milhares de baianos terão que celebrar o 25 de dezembro este ano apenas com o espírito do Natal e a ceia em família, porque muitos presentes devem atrasar. Quem comprou pela internet e aguarda a entrega pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) vai ter que aguardar dois dias a mais além do prazo inicialmente previsto. Os Correios anunciaram que os limites de entrega em todos os serviços oferecidos pela rede – Sedex, Sedex 12 e PAC – foram acrescidos em dois dias. Apesar de grande parte da humanidade já estar acostumada com a realização das festas de final ano, os Correios justificaram o atraso nas entregas por conta da alta nas compras pela internet, além do fluxo tradicional, que aumenta entre o Natal e Réveillon. Os Correios devem entregar cerca de 1,2 milhão de encomendas em dezembro só aqui na Bahia. O envio de produtos através de Sedex passou dos 255 mil objetos e do PAC, de 413 mil. O acumulado de encomendas até quarta-feira somava um total de 745 mil. Em relação a 2016, a quantidade representa um aumento de 30%. Para atender a demanda, a empresa contratou mão de obra terceirizada e a alocação de maior quantidade de veículos na distribuição. A agência recebe, desde novembro, duas aeronaves extra por semana destinadas ao serviço Sedex, que garante a entrega de produtos em até dois dias (acrescido de mais dois neste período), além de cinco carretas a mais por dia. Normalmente, a empresa recebe cerca de 115 carretas diariamente. Os Correios contam ainda com o apoio da área administrativa nos trabalhos preliminares à distribuição e o aumento da jornada de trabalho com pagamento de horas extras de funcionários.
O jornalista William Waack, que estava afastado da Globo após ser divulgado um vídeo no qual ele protagonizava uma atitude racista, foi demitido da emissora. No comunicado emitido nesta sexta-feira (22), a Globo afirmou que o apresentador reiterou que "nem ali nem em nenhum outro momento de sua vida teve o objetivo de protagonizar ofensas raciais". A emissora informou que Waack "repudia de forma absoluta o racismo, nunca compactuou com esse sentimento abjeto e sempre lutou por uma sociedade inclusiva e que respeite as diferenças" e pediu desculpas pelo ocorrido. "A TV Globo e o jornalista decidiram que o melhor caminho a seguir é o encerramento consensual do contrato de prestação de serviços que mantinham. A TV Globo reafirma seu repúdio ao racismo em todas as suas formas e manifestações. E reitera a excelência profissional de Waack e a imensa contribuição dele ao jornalismo da TV Globo e ao brasileiro. E a ele agradece os anos de colaboração", diz a nota assinada pelo diretor de jornalismo, Ali Kamel.
A Eletrobras divulgou nesta segunda-feira (18), o seu Plano Diretor de Negócios e Gestão (PDNG) para o período de 2018-2022, que prevê investimentos nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e infraestrutura e outros que ultrapassam R$ 19,75 bilhões. O investimentos corporativos previstos em negócios da própria Eletrobras, eles devem alcançar o total de R$ 14,239,077 bilhões. Com geração de energia R$ 5,146,677 bilhões; e com transmissão, R$ 7,299,910 bilhões. Para investimentos em Sociedades de Propósito Específico (SPEs), o plano projeta o valor de R$ 5,517,195 bilhões. Segundo o documento, o plano diretor foi aprovado em reunião do Conselho de Administração da estatal, durante reunião realizada na última sexta-feira (15). O aviso diz que o PDNG 2018-2022, à semelhança do último plano (2017-2021) dará prioridade aos mesmos pilares estratégicos: governança e conformidade, disciplina financeira e excelência operacional, com a inclusão de mais um, o da valorização das pessoas, por a empresa entender como relevante a “priorização de projetos relacionados à gestão de pessoas”.
A ceia deste Natal dos brasileiros vai ser mais farta e mais em conta, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Pesquisa divulgada nesta terça (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV revela que os itens que compõem a ceia de Natal ficaram 7,68% mais baratos do que no ano passado, e abaixo da inflação média registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor-10 da FGV no acumulado de janeiro a dezembro deste ano (3,24%). O economista do Ibre e coordenador do IPC da FGV, André Braz, confirmou que a cesta de alimentos recuou tanto porque 2017 foi um ano bom para a agricultura, teve oferta grande de alimentos. “Com a oferta garantida, o preço não sobe muito. Então, devolveu parte daqueles aumentos acumulados em 2016, onde a mesma cesta subiu mais de 10%. Este ano, foi a vez da devolução e boa parte dela veio nesse resultado, com essa queda de mais de 7%”, observou Braz. Segundo o economista, não vai haver muita dificuldade para as famílias comprarem produtos para a ceia. Destacou, entretanto, que para as pessoas que perderam o emprego e estão vivendo o drama da recessão, não adianta os preços ficarem mais baixos, porque não têm como comprar. Entre os itens natalinos que apresentaram maiores quedas de preço, o levantamento da FGV salienta as frutas, com menos 13,86%; farinha de trigo (-12,83%); bacalhau (-12,31%); arroz (-11,25%); batata-inglesa (-9,32%). Em contrapartida, os maiores aumentos foram apurados em lombo suíno (+6,58%), cebola (+5,60%) e vinho (+5,11%).
Foi publicada nesta quarta-feira (20) a lei que aumenta pena contra motorista que dirigir alcoolizado ou sob o efeito de qualquer outra substância psicoativa. A pena passa a ser de reclusão de 5 a 8 anos, além da suspensão ou proibição do direito de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo. A nova regra entra em vigor em 120 dias. Antes, o tempo de detenção para quem dirigisse alcoolizado era de dois a quatro anos. A nova legislação também fixa que, se do crime de dirigir sob efeito dessas substâncias resultar lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, o condutor terá como pena a reclusão de dois a cinco anos, além de outras possíveis sanções. No caso de ocorrer homicídio culposo, a legislação já previa o aumento de um terço da pena. A diferença entre detenção e reclusão é um reforço punitivo contido no projeto sancionado hoje. No caso da detenção, as medidas são, em geral, cumpridas no regime aberto ou semiaberto. Já a reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade, pois é destinada a crimes dolosos – quando há intenção de matar. Para Márcia Cristina da Silva, advogada voluntária da Associação Preventiva de Acidentes e Assitência as Vítimas de Trânsito (Apatru), esse método da aplicação da lei é a mudança principal. “O método processual muda. Nesse sentido, a pessoa já sabe que, se beber e dirigir, tem o risco de ficar presa, respeitando, claro, o direito de ampla defesa”, detalha. Reforçando esse entendimento, foi acrescentado ao Código de Trânsito Brasileiro um parágrafo que determina que "o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no art. 59 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime". Questionada sobre a real possibilidade da nova norma gerar mudanças no comportamento, a advogada afirma que, “como entidade prevencionista, nossa opinião é sempre que as ações que geram mais frutos são as de educação, inclusive na escola e por meio de programas de educação”. Todavia, pondera que, para casos recorrentes de pessoas que dirigem sob efeito de psicoativos, é importante uma medida mais rígida, pois ela “pode gerar uma reflexão nos motoristas que não enxergam com tanta seriedade o ato de dirigir e acabam bebendo”, acredita.
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas nessa terça-feira (19) no concurso 1.998 da Mega-Sena: 08 – 21 – 24 – 25 – 52 – 57. Para o próximo concurso, nesta quinta-feira (21), o prêmio estimado é de R$ 48 milhões. No sorteio de ontem, em Porto União (Santa Catarina), a quina teve 61 apostas ganhadoras, com R$ 36.388,03 para cada uma. A quadra registrou 4.810 apostas ganhadoras, com R$ 659,24 para cada apostador. As informações são do site da Caixa Econômica Federal.