Revoltante: A falta de policiamento faz a alegria dos bandidos na Bahia
- Brumado Urgente
- 19 Jul 2014
- 13:37h

(Composição: Brumado Urgente)
A situação da “Insegurança Pública” na Bahia já ultrapassou os limites da realidade e já começa a frequentar o solo fértil do “cinematográfico”, que é “arado” pela “criatividade” dos criminosos que se mostram cada vez mais ousados e destemidos. O assalto a um carro forte nesta sexta-feira (18) na região da Chapada Diamantina, na BA-052, a 4 km da cidade de América Dourada (que inclusive tem um nome sugestivo, ao melhor estilo do novo faroeste cangaço) mostra que o “desrespeito” aos órgãos de segurança na Bahia é uma realidade inquestionável.
A situação da “Insegurança Pública” na Bahia já ultrapassou os limites da realidade e já começa a frequentar o solo fértil do “cinematográfico”, que é “arado” pela “criatividade” dos criminosos que se mostram cada vez mais ousados e destemidos.
O assalto a um carro forte nesta sexta-feira (18) na região da Chapada Diamantina, na BA-052, a 4 km da cidade de América Dourada (que inclusive tem um nome sugestivo, ao melhor estilo do novo faroeste cangaço) mostra que o “desrespeito” aos órgãos de segurança na Bahia é uma realidade inquestionável.
Segundo as informações, o bando “armado até os dentes”, inclusive com a forte possibilidade de estarem de posse de um armamento antiaéreo, que só é utilizado pelas forças armadas, comprova a seriedade da situação que, aos olhos dos governantes, é tida como “normal”, já que nada de concreto é executado, somente discursos falaciosos que “prometem e prometem”, mas que não saem do “campo das ilusões”.
De acordo com relatos da própria Polícia, o bando composto por cerca de 15 assaltantes, começou a dar tiros para todos os lados mesmo antes de literalmente explodirem um carro-forte, mas os policiais relataram que o efetivo era somente de 2 homens, o que impossibilitou uma ação imediata para tentar conter a ação criminosa. Neste contexto, na briga entre “mocinho e bandido” na Bahia, os criminosos estão fazendo como a Alemanha fez com o Brasil na Copa do Mundo, passando o rolo compressor e esmagando qualquer possibilidade de reação.
A situação que acabou virando enredo tragicômico, já que em muitos locais do estado, a exemplo de Brumado, a falta de policiamento ostensivo, está fazendo com que os bandidos tomem conta das ruas. Com cerca de 70 mil habitantes, em muitos momentos, a capital do minério é patrulhada por apenas 4 policiais militares, em duas viaturas, o que é totalmente insuficiente diante de uma criminalidade cada vez maior, que zomba da Polícia, ainda mais que não existe nem prisões para que os bandidos fiquem detidos, já que a carceragem local está com o triplo da sua capacidade e a construção do Centro de Detenção Provisória, apesar de garantida, ainda está esbarrando na falta de consciência de setores da população.
Neste momento, em que a campanha já ganha às ruas e, agora vai ganhar a mídia, irão ser feitas todas as garantias que a situação vai mudar, que a criminalidade vai ser vencida, mas todos sabem que para que isso aconteça será necessária a formatação de uma ampla agenda positiva, para que a área da Segurança Pública venha a ter um orçamento gigantesco, mas, infelizmente, isso não parece estar elencado entre as prioridades, já que os gastos com publicidade parecem tomar o topo da pauta. Enquanto isso a população fica acuada, trancafiada em casa, enquanto os bandidos “fazem a festa nas ruas”.
Essa visceral realidade não será veiculada no horário eleitoral gratuito, que, ao que tudo indica, vai conter muito mais ficção do que realidade, pois irá se mostrar uma Bahia segura, livre da criminalidade, com turistas felizes se sentindo em casa e a população com o sorriso nos lábios, irradiando de tanta alegria, como se estivesse vivendo num paraíso, mas como a esperança do povo baiano nunca morre e esperar que aconteça uma “pancada” na consciência dos governantes e eles caiam em si que a situação é pra lá de grave, onde cidades, a exemplo do que aconteceu em Amargosa, estão sendo sitiadas e a população está cada vez mais desesperada e apavorada.















