- Ascom I Faculdade Maurício de Nassau I Mara Ferraz
- 05 Set 2016
- 13:31h
(Foto: Divulgação)
Nesta terça-feira (06) irão se reunir na Faculdade Maurício de Nassau - Vitória da Conquista os sete candidatos a prefeito da cidade para um debate promovido pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Vitória da Conquista e Regiões Sul e Oeste da Bahia –Sinserv, em uma parceira com a Maurício de Nassau. Na ocasião, os candidatos Arlindo Rebouças (PSDB), Enoque Matos (PSOL), Herzem Gusmão (PMDB), Jean Fabrício (PCdoB), Zé Raimundo (PT), Joás Meira (PSB) e Roberto Dias (PDT) estarão presentes para promoverem as propostas de governo. Segundo o diretor da faculdade, Ricardo Marques, essa ação visa contribuir com o atual momento pelo qual o município vem passando, que é a escolha do próximo Gestor Municipal, e “a Faculdade se sente honrada em participar desse processo, contribuindo com o enriquecimento do conhecimento que será disseminado no debate acerca das propostas de cada candidato”, defende. O evento acontecerá às 14h30 na quadra da Instituição, situada na Avenida Genésio Porto, Centro. O debate destina-se ao público composto por servidores municipais, moradores e estudantes de Vitória da Conquista. Para mais Informações, o telefone é (77) 3425 2492.
(Foto: Reprodução)
O prazo para saque do abono salarial PIS/Pasep foi ampliado até 31 de dezembro. Segundo o Ministério do Trabalho, cerca de um milhão de trabalhadores ainda não sacaram o beneficio. O abono é de um salário mínimo, atualmente R$ 880 reais. Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode ir até os terminais de autoatendimento da Caixa ou em uma Casa Lotérica verificar se o benefício está na conta. Se não tiver o Cartão do Cidadão, o beneficiado pode receber o abono em qualquer agência da Caixa Econômica Federal mediante apresentação de um documento de identificação. Quem recebe o Pasep pago pelo Banco do Brasil, deve primeiro confirmar o depósito na conta e se ainda não constar, procure uma agência e apresente um documento com foto. Os benefícios que não forem sacados voltarão para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e não estarão mais disponíveis para retirada nas agências bancárias.
(Foto: Brumado Urgente)
Neste domingo (4), Brumado enfrento a seleção de Vitória da Conquista pela 3ª rodada do Campeonato Intermunicipal. A partida terminou empatada em 1×1. O gol do alviverde foi marcado por Eder Amorim após cobrança de falta. Com o resultado, o time do Vitória da Conquista mantém a liderança do Grupo 12. Até agora, o Alviverde tem 7 pontos, dois a mais que Brumado, que está em segundo lugar do Grupo. Caetité, que goleou Dom Basílio por 4×0, agora é o terceiro colocado com 3 pontos. No próximo domingo, Conquista e Brumado se enfrentam às 15 horas no estádio Edivaldo Flores. (Blog da Resenha Geral)
Preço do gás de cozinha pode custar até R$ 70 (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
O valor do gás de cozinha sobe entre 10% a 15% no estado a partir desta segunda-feira (5), de acordo com previsão do Sindicato das Revendedoras de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas). O presidente da entidade, Edgard Moura, diz que o reajuste deve fazer com que o produto, cujo preço, que variava entre R$ 50 e R$ 60, passe a ser vendido em torno de R$ 60 a R$ 70, em média. “[O motivo do reajuste é o] aumento de custo das revendas e também aumento do preço do produto, por conta do dissídio coletivo dos funcionários das distribuidoras que vendem para a gente”, diz o sindicalista. O último reajuste ocorreu em setembro do ano passado.
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(Foto: Reprodução)
O governo de Michel Temer vai apoiar a proposta de terceirização irrestrita, para qualquer tipo de atividade, nos moldes propostos pelo projeto aprovado na Câmara, no início de 2015, e que está à espera da votação no Senado. O Palácio do Planalto quer que o projeto, que conta com a simpatia de associações patronais, mas a ojeriza das centrais sindicais, seja aprovado ainda este ano, concomitantemente ao andamento da reforma da Previdência. Apesar de o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ter dito que o governo vai encaminhar ao Congresso outro projeto sobre o tema, não há dúvidas no núcleo duro que assessora Temer do apoio a essa proposta, que já passou pelo trâmite na Câmara. A ideia é economizar tempo e entregar ao setor produtivo, no prazo mais breve possível, uma medida concreta que represente redução de custos.
Regulamentar a terceirização é um dos pontos do que está sendo chamado no Planalto como “modernização” das relações de emprego. A reforma trabalhista deve permitir que as convenções coletivas prevaleçam sobre as normas legais. Sob essa premissa, além dos itens que a própria Constituição permite flexibilizar – como jornada de trabalho, banco de horas, redução de salário, participação nos lucros e resultados – outros benefícios, como férias e 13.º salário, adicionais noturno e de insalubridade, salário mínimo, licenças e FGTS, também serão negociados. O Estado apurou que a avaliação de Nogueira no mercado e entre seus pares no ministério é ruim. Ele não teria força para tocar uma reforma trabalhista desse calibre e deve ser enquadrado pelo Planalto para encampar os princípios que o governo Temer defende. O ministro do Trabalho chegou a prometer às centrais que só haveria posição sobre terceirização depois de discussões em um grupo de trabalho – que foi criado, mas nunca se reuniu. A equipe de Temer também quer tirar do papel duas novas modalidades de contrato de trabalho: o parcial e o intermitente, com jornada inferior a 44 horas semanais e salários proporcionais. “Ninguém imagina que vai conseguir unanimidade em qualquer desses projetos”, afirmou ao Estado o ministro de Governo, Geddel Vieira Lima, quando questionado sobre a força da base aliada do governo para aprovar a regulamentação da terceirização de qualquer atividade. “Veja que, nas grandes democracias do mundo, toda vez que se fala em mudanças de regras trabalhistas e previdenciárias sempre dá turbulência”, completou o ministro. Segundo ele, porém, essas são medidas necessárias para garantir crescimento de longo prazo. “Diferente desses processos cíclicos que se aproveitam de circunstâncias internacionais, dando ilusão a todo brasileiro”, alfinetou. O projeto aprovado na Câmara, depois da atuação com mãos de ferro do ex-presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não tinha a adesão do governo da presidente cassada Dilma Rousseff. Será preciso o governo Temer convencer o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre o teor do projeto aprovado na Câmara. Ele não concorda com o texto por considerar que haverá precarização das condições de trabalho. Mesmo opinião tem o senador Paulo Paim (PT-RS), relator do projeto na comissão especial. Ele vai apresentar um novo texto para garantir, segundo ele, os direitos básicos trabalhistas aos 13 milhões de brasileiros que são terceirizados. “O projeto da Câmara não coloca limite para a terceirização. Dessa forma, não passará aqui no Senado”, afirmou. Paim disse que visitou todas as capitais brasileiras e foi “unânime” a opinião que o texto aprovado pelos deputados tem de ser rejeitado.
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- Bahia Notícias
- 05 Set 2016
- 08:54h
(Foto: Reprodução)
A necessidade de os governos estaduais reforçarem o caixa em tempo de crise está custando caro a pacientes de quatro regiões do país. Desde o fim do ano passado, 12 estados aumentaram o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre medicamentos, com impacto médio de 1,2% sobre os preços. De acordo com levantamento da Interfarma, associação que reúne 55 laboratórios em todo o país, a alíquota passou de 17% para 18% na Bahia e em outros 11 estados: Amapá, Amazonas, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins. O imposto subiu de 17% para 17,5% em Rondônia e de 19% para 20% no Rio de Janeiro, que cobra o maior ICMS do país sobre medicamentos. Segundo a Agência Brasil, a carga tributária média sobre os medicamentos no Brasil corresponde a 34% do preço total, uma das mais altas do mundo.
A alta do ICMS, de acordo com a Interfarma, resulta em redução de descontos nas farmácias porque a indústria farmacêutica está sendo impactada por outros custos que não foram totalmente repassados em 2015, como a alta do dólar e da energia elétrica. Para o diretor de Acesso da Interfarma, o consumidor é punido duplamente, tanto ao comprar o medicamento como ao pagar imposto mais alto que não necessariamente é aplicado em saúde. “No caso do Farmácia Popular, que é um programa muito bem-sucedido, o governo federal gasta quase R$ 3 bilhões por ano com programa, mas paga, em média, 18% de ICMS para o estado, que não abriram mão do imposto. Quase R$ 600 milhões por ano vão para o tesouro dos estados, mas não voltam à saúde”, diz. Segundo Bernardo, a alta do ICMS agravou as distorções na tributação dos medicamentos, que pagam mais imposto que produtos menos essenciais. “Alguns estados cobram 12% de ICMS sobre automóveis e 17% sobre cerveja, enquanto reajustaram a alíquota sobre medicamento para 18%”, ressalta. “Até medicamentos veterinários são isentos de ICMS, mas os demais tipos pagam uma das cargas tributárias mais altas do mundo”, criticou.
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Policiais federais foram às ruas nesta segunda-feira (5) em uma operação que investiga irregularidades em quatro dos maiores fundos de pensão do país, todos ligados a estatais. Os desvios são estimados em R$ 8 bilhões. Ao todo, são cumpridos 106 mandados de busca e apreensão, 34 mandados de condução coercitiva e 7 mandados de prisão temporária. De acordo com a Polícia Federal, os alvos são 74 pessoas e 38 empresas ou entidades. Os focos da operação "Greenfield" são a Funcef (fundo de pensão de funcionários da Caixa), a Petros (de trabalhadores da Petrobras), a Previ (de funcionários Banco do Brasil) e o Postalis (de trabalhadores dos Correios). A ação da PF conta com auxílio do Ministério Público Federal, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal de Brasília.
As ações ocorrem em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Amazonas e no Distrito Federal. "A decisão judicial ainda determinou o sequestro de bens e o bloqueio de ativos e de recursos em contas bancárias de 103 pessoas físicas e jurídicas que são alvos da operação no valor aproximado de R$ 8 bilhões", informou a Polícia Federal. De acordo com a corporação, as investigações foram motivadas após a revelação da causa de déficits bilionários de fundos do tipo. "De dez casos, oito são relacionados a investimentos realizads de forma temerária ou fraudulenta pelos fundos de pensão, por meio dos FIPs (Fundos de Investimentos em Participações)", disse a polícia. Os investigadores observaram a configuração de núcleos criminosos: o empresarial, o dirigente de fundos de pensão, o núcleo de empresas avaliadoras de ativos e o núcleo de gestores e administradores dos fundos de investimentos em participações. De acordo com a PF, os investigados podem ser indiciados por gestão temerária ou fraudulenta. Também podem responder por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. Ao todo, participaram da operação iniciada pela manhã cerca de 560 policiais federais, 12 inspetores da CVM, 4 procuradores federais da CVM, 8 auditores da Previc e 7 procuradores da República.
Greenfield
O nome da operação faz alusão a investimentos que envolvem projetos incipientes (iniciantes, em construção), ainda no papel, como se diz no jargão dos negócios. No sistema financeiro, o contrário de investimentos Greenfield é o Brownfield. Nesse tipo, os recursos são aportados em um empreendimento/empresa já em operação.
VEJA ONDE SÃO CUMPRIDOS OS MANDADOS
DF: 20 mandados de busca e apreensão, 6 conduções coercitivas e 5 mandados de prisão temporária
São Paulo:
São Paulo - 44 mandados de busca e apreensão, 17 conduções coercitivas e 1 prisão temporária
Campinas - um mandado de busca e apreensão e um de condução coercitiva;
Santos - um mandado de busca e apreensão
Rio de Janeiro:
Rio de Janeiro - 28 mandados de busca e apreensão, 7 conduções coercitivas e 1 prisão temporária
Niterói: três mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva
Espírito Santo:
Vila Velha - um mandado de busca e apreensão e um prisão temporária
Bahia:
Salvador - um mandado de busca e apreensão e um condução coercitiva
Ilheus - um mandado de busca e apreensão
Paraná:
Curitiba - um mandado de busca e apreensão;
Rio Grande do Sul:
Porto Alegre - dois mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva
Santa Catarina:
Florianópolis - três mandados de busca e apreensão, um de condução coercitiva e um mandado de prisão temporária
Amazonas
Manaus - dois mandados de busca e apreensão
Segundo a Polícia Federal, o número de mandados (de busca e apreensão, condução coercitiva e prisão) é diferente do numero total de alvos porque parte deles teve medidas cumpridas em mais de um endereço.
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Testes apontaram que uma nova droga remove placas de proteína que, quando acumuladas no cérebro, são responsáveis pelo mal de Alzheimer. A pesquisa dá esperança de um tratamento, mas também de prevenção e cura definitiva para uma doença conhecida por provocar demência. Estima-se que 47 milhões de pessoas sofrem com a doença. De acordo com os pesquisadores, os experimentos tiveram resultados promissores. "Os resultados do estudo clínico nos deixaram otimistas de que potencialmente daremos um grande passo à frente no tratamento do Alzheimer. O efeito do anticorpo é muito impressionante e seu resultado depende da dosagem e da duração do tratamento.
Em um grupo que recebeu alta dosagem, a amiloide desapareceu quase que por completo", afirma Roger Nitsch, professor do Instituto para Medicina Regenerativa da Universidade de Zurique. Um dos responsáveis por conduzir o ensaio clínico, o neurologista Stephen Salloway, afirmou que o resultado das pesquisas são estimuladores. "De modo geral, esta é a melhor notícia que tivemos nos meus 25 anos de pesquisas clínicas sobre o Alzheimer e isto traz uma nova esperança para os pacientes e as famílias mais afetadas pela doença". Dos 125 pacientes que receberam a droga, 18 tiveram que descontinuar o tratamento por conta de efeitos adversos como pequenos sangramentos, acúmulo de fluidos no cérebro e fortes dores de cabeça. "Estou cautelosamente otimista com este tratamento, mas tentando não ficar muito animada porque muitas drogas chegaram até esta fase inicial de testes apenas para seguir e fracassar em ensaios maiores", finalizou Tara Spires-Jones, diretora interina do Centro para os Sistemas Neurais e Cognitivos da Universidade de Edimburgo, que está envolvida nas pesquisas.
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Grupos de pesquisadores no Brasil e no mundo estão trabalhando na busca de uma droga capaz de combater o vírus da zika e impedi-lo de ser transmitido da mãe para o bebê durante a gestação. Muitos deles estão focando em drogas já existentes e aprovadas para outros fins. Isso porque, caso uma delas se mostre promissora, o caminho para testes em humanos e aprovação seria bem mais curto do que o de uma nova droga, nunca antes testada. Um desses grupos é o da bióloga Patrícia Beltrão-Braga, professora da Universidade de São Paulo (USP). Ela apresentou alguns dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos na instituição nesta quinta-feira (1º), na 31ª Reunião Anual da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE).
Para estudar o vírus da zika, o grupo de Patricia usa estruturas de células chamadas neurosferas e minicérebros. Neurosferas são conjuntos de células progenitoras neurais que se organizam em uma estrutura 3D. As progenitoras neurais são a maioria das células presentes no sistema nervoso de um feto, que têm a capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula cerebral. Já os minicérebros são estruturas celulares que se organizam em diferentes camadas de forma parecida com o que ocorre em um cérebro formado, ou seja, em um estágio mais avançado de desenvolvimento. Ambas servem basicamente para “imitar” o cérebro em desenvolvimento em diferentes fases, o que permitiria verificar, in vitro, o que de fato acontece quando o zika infecta um bebê ainda no útero da mãe. Seu uso já permitiu que os cientistas chegassem a várias conclusões importantes sobre a relação entre o zika e a microcefalia desde o início do surto. A pesquisadora explica que vários grupos estão trabalhando de forma parecida no mundo todo, alguns testando um grande número de drogas ao mesmo tempo. “No nosso grupo, que não tem o mesmo sistema, a gente acaba tendo que fazer testes muito mais focados, com drogas que temos indícios de que podem funcionar. Temos já alguns resultados, alguns animadores, outros nem tanto, mas tudo ainda é muito preliminar”, diz. Caso encontrem um resultado preliminar interessante, os testes passam a ser feitos in vivo, ou seja, em animais. “A mesma coisa que fizemos para investigar a microcefalia, estamos fazendo para ver alguma droga que possa evitar esse quadro clínico que vemos nos camundongos, nos minicérebros in vitro e também nos bebês”, diz Patricia. Numa fase posterior, a cientista observa que seu grupo também deve buscar estratégias para tentar reverter sintomas de bebês já acometidos por microcefalia em decorrência do vírus da zika. Antes do início do surto de zika e seu impacto no aumento de casos de microcefalia no Brasil, o laboratório de Patrícia trabalhava com doenças neurodegenerativas e transtornos do neurodesenvolvimento, em especial o autismo, usando esses mesmos modelos de neuroesferas e minicérebros, por isso já tinha expertise na técnica.
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No primeiro semestre de 2016, as vendas pela internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado, segundo a Ebit. Entre os fatores estão aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo índice Fipe/Buscapé, maior participação das classes A e B e manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como eletrodomésticos e telefonia/celulares. Segundo o balanço, houve aumento de 31% de consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. Houve ainda forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.
No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174. Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “livros, assinaturas e apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “eletrodomésticos” (13%), “moda e acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “cosméticos e perfumaria /cuidados pessoais/saúde” (12%) e “telefonia/celulares” (9%). "Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal", comentou o COO da Ebit, André Dias. A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.
Ciclo de compra
Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por moda feminina/acessórios (19%), moda masculina/acessórios (15%), perfume (12%) e esporte e lazer (11%). Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram o produto, 37% já buscam informações apenas na internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal. Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão. Em relação ao indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, houve evolução gradativa nos últimos meses, de 59,7% em dezembro, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos, segundo o estudo. O estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões. A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.
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- Olhar Digital
- 04 Set 2016
- 15:00h
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A anuidade dos domínios .br vai aumentar a partir do ano que vem. O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, NIC.br, anunciou que o valor vai passar de R$ 30 para R$ 40 a partir de 1º de janeiro de 2017. Desde 2003, o valor de R$ 30 permanecia inalterado. "Após 13 anos do valor em reais mantido sem alteração, está na hora de corrigí-lo, mesmo que parcialmente", explica Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, explica a alteração. Até 31 de dezembro deste ano os usuários poderão registrar novos domínios, renovar domínios já registrados ou estender o período de renovação pelo valor atual. Todas as informações e condições sobre o processo de renovação estão disponíveis no site do Registro.br.
Para onde vai o dinheiro?
Segundo o NIC.br, a receita do registro de domínios e da distribuição de números IP serve para suportar o funcionamento destes serviços internacionalmente, é investida em ações como o acompanhamento de incidentes de segurança no Brasil, estudo e pesquisa de tecnologias de redes e operações, produção de indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) e no; fomento à Web no Brasil.
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A cada 10 candidatos das eleições de 2016, apenas 3 são mulheres, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A proporção não evoluiu desde as últimas eleições municipais, em 2012 - em que 31,5% dos candidatos eram mulheres - e continua abaixo da média da população brasileira. No país, a cada 10 pessoas, 5 são do sexo feminino. Entre os partidos, o com o percentual mais alto é o Partido da Mulher Brasileira (PMB), com 43% dos candidatos mulheres – ou 1.923 das 4.477 pessoas participando das eleições pela sigla. Ele é seguido por PSTU (39,4%), PT (33,4%) e Partido Novo (32,6%). Na outra ponta, o partido com o pior percentual de representação feminina é o PCO, com 28% – ou 23 dos 82 candidatos. O PCB (29,1%) e o PDT (30,1%) vêm em seguida com os índices mais baixos. Desde 1997 a Lei Eleitoral brasileira exige que os partidos e as coligações respeitem a cota mínima de 30% de mulheres na lista de candidatos. A norma vale em todas as eleições, tanto municipais quanto estaduais e federais. Quando foi editada, a legislação falava em “vagas preenchidas”, e causava divergências de interpretação. Em 2009, a redação da Lei 9.504 foi alterada de “deverá reservar” para “preencherá”.
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Os emojis gigantes do aplicativo de mensagens WhatsApp chegaram ao sistema operacional Android. A novidade já estava disponível para iOS há cerca de um mês. Segundo o portal UOL, a função no Android já está disponível para a versão 2.16.257 do aplicativo, que ainda está em fase de teste, mas em breve deverá se expandir ao grande público. De acordo com o site Olhar Digital, o tamanho dos emojis varia de acordo com o número de figuras enviadas. Ao enviar apenas um emoji, por exemplo, a figura aparece grande. O tamanho vai sendo diminuído conforme mais ícones são adicionados. A partir de 4 emojis, o tamanho permanece o mesmo.
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O governo vai corrigir a tabela de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 5%. O reajuste será concedido de forma linear entre todas as faixas de rendimento. A correção é inferior à projeção do governo para a inflação deste ano, de 7,2%, mas um pouco maior do que a expectativa para a inflação – medida pelo IPCA – para 2017, de 4,8%. O salário mínimo deve ficar em R$ 945,80 no ano que vem. As estimativas integram o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) apresentado pelo governo na quarta-feira, 31, primeiro dia da gestão efetivada de Michel Temer na Presidência e último dia do prazo para apresentação da proposta orçamentária para 2017. O reajuste da tabela do IR é um aceno do governo para a classe média. A equipe econômica era contra a proposta, que deve reduzir ainda mais as receitas em um ano em que o déficit deve atingir R$ 139 bilhões.
O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia admitiu que a correção da tabela do Imposto de Renda vai reduzir a arrecadação prevista para o ano que vem, mas afirmou que isso já está incluído nos cálculos feitos para o Orçamento.Por outro lado, o governo optou por não incluir as compensações que constam no projeto de lei que já tramita no Congresso Nacional, como mudanças na tributação de heranças, por exemplo. Se forem aprovadas, elas podem aumentar a arrecadação da União. “O efeito da correção da tabela do IR reduz previsão de receitas mas as compensações do projeto não estão previstas na projeção de arrecadação de 2017″, explicou. Atualmente em R$ 880, o salário mínimo deve ser reajustado em 7 48%, projeção da União para a inflação medida pelo INPC neste ano. Não haverá contribuição do PIB para o cálculo, uma vez que houve recessão em 2015. A elevação neste ano foi de 11,6% em relação a 2015, quando estava em R$ 788,00.
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