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- Bahia Notícias
- 20 Abr 2026
- 16:20h
Foto: Daniel Torok / Casa Branca
O Irã rejeitou participar de uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos, informou neste domingo (19) a agência estatal Irna. As conversas estavam previstas para começar na segunda-feira (20), no Paquistão.
A decisão ocorre a três dias do fim do cessar-fogo entre os dois países, iniciado em 7 de abril e com término previsto para quarta-feira (22).
Segundo a Irna, Teerã acusa Washington de apresentar “exigências excessivas”, além de demandas classificadas como “irracionais e pouco realistas”. O governo iraniano também afirma que os Estados Unidos têm adotado declarações contraditórias e violado os termos da trégua.
“Nessas condições, não se vislumbra um cenário claro para negociações bem-sucedidas”, destacou a agência estatal.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma delegação americana deve seguir para o Paquistão para retomar o diálogo. Ele também fez novas ameaças ao país.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável, e espero que eles aceitem porque, se não aceitarem, os Estados Unidos vão destruir todas as usinas de energia e todas as pontes no Irã”, escreveu.
O principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, havia indicado nos últimos dias que houve avanços nas conversas, mas que ainda persistiam divergências, especialmente em relação ao programa nuclear e ao controle do Estreito de Ormuz.
Apesar disso, em entrevista recente, Trump afirmou que não haveria mais pontos de conflito relevantes e que um acordo estaria próximo de ser fechado.
A situação no Estreito de Ormuz também segue instável. O Irã chegou a anunciar a reabertura total da rota na sexta-feira (17), mas voltou atrás no dia seguinte, alegando bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos a portos iranianos.
As negociações seguem incertas diante do aumento das tensões diplomáticas entre os dois países.
- Bahia Notícias
- 13 Abr 2026
- 12:30h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O filme “Super Mario Galaxy: O Filme” já arrecadou US$ 629 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) em todo o mundo, consolidando-se como a maior bilheteria de 2026 até o momento.
Em seu segundo fim de semana em cartaz, a animação segue dominando os cinemas, com arrecadação de US$ 83,5 milhões em 81 países. Até agora, são US$ 308 milhões na América do Norte e US$ 320 milhões no restante do mundo.
Além de Estados Unidos e Canadá, os mercados internacionais com melhor desempenho incluem México (US$ 47,8 milhões), Reino Unido e Irlanda (US$ 37,4 milhões), Alemanha (US$ 29 milhões) e França (US$ 23,9 milhões).
Na trama, os irmãos Mario e Luigi, personagens icônicos da Nintendo, embarcam em uma aventura espacial para resgatar a princesa Peach, sequestrada pelo vilão Bowser e seu filho.
- Bahia Notícias
- 13 Abr 2026
- 08:26h
Foto: Reprodução / Freepik
Um homem atacou três pessoas com um facão em uma estação de metrô em Manhattan, em Nova York, na manhã de sábado (11). Segundo a chefe da polícia local, Jessica Tisch, o caso foi um ataque aleatório.
De acordo com as autoridades, o suspeito apresentava comportamento errático dentro de um trem antes de descer na estação e iniciar os ataques. Ele feriu uma pessoa na plataforma da linha 7 e outras duas nas plataformas das linhas 4, 5 e 6, no sentido norte.
Um policial atirou e matou o agressor após ele não obedecer às ordens para se render.
As vítimas foram socorridas e, segundo a polícia, não correm risco de morte.
Ainda de acordo com Jessica Tisch, os agentes tentaram conter a situação antes de agir. “Os policiais deram ordens claras e tentaram acalmar o suspeito. Quando a ameaça não cessou, tomaram uma atitude decisiva para proteger a população”, afirmou.
As autoridades informaram que, até o momento, não há indícios de que o caso tenha relação com terrorismo.
- Por Folhapress
- 12 Abr 2026
- 12:53h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
A cantora americana Sabrina Carpenter pediu desculpas nas redes sociais após zombar de uma expressão cultural árabe de uma fã durante o Coachella, festival de música nos Estados Unidos do qual ela foi atração principal, nesta sexta (10).
Em momento da apresentação, a fã faz um "zaghrouta", conhecido como o "grito de alegria árabe", uma manifestação cultural usada por todas as religiões em celebrações.
Sabrina então perguntou: "É isso o que você está fazendo? Eu não gosto disso". A garota respondeu que era a cultura dela. A americana retrucou com "A sua cultura é fazer iodelei? O que está acontecendo? Isso é estranho".
Vídeos deste momento começaram a circular e cantora foi criticada pela forma com que lidou com a situação. Ela pediu desculpas e justificou que não conseguia ver ou ouvir direito a fã. "Minha reação foi pura confusão, sarcasmo e sem má intenção", escreveu no X, e completou que poderia ter lidado melhor com o caso. "Agora eu sei o que é uma zaghrouta! Daqui pra frente, aceito todos os gritos de alegria e iodeleis."
my apologies i didn’t see this person with my eyes and couldn’t hear clearly. my reaction was pure confusion, sarcasm and not ill intended. could have handled it better! now i know what a Zaghrouta is!
- Bahia Notícias
- 08 Abr 2026
- 12:33h
Foto: Reprodução /X @CENTCOM
O Irã confirmou um acordo com os Estados Unidos e indicou que permitirá a reabertura do Estreito de Ormuz por um período inicial de duas semanas. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira (7), após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar o adiamento do ataque que faria ao país.
O G1 informou que o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo foi alcançado com mediação de autoridades do Paquistão. Ele afirmou que Teerã vai suspender ações defensivas desde que os ataques contra o país sejam interrompidos.
Araghchi disse ainda que a passagem pelo Estreito de Ormuz será segura durante a trégua, com algumas condições.
"Por um período de duas semanas, será possível a passagem segura pelo Estreito de Ormuz, mediante coordenação com as Forças Armadas do Irã e com a devida consideração às limitações técnicas", afirmou.
O ministro iraniano também declarou que os Estados Unidos pediram negociações com base em uma proposta de 15 pontos e aceitaram o plano de 10 pontos do Irã como base para o diálogo. As conversas devem começar na sexta-feira (10), no Paquistão.
A TV estatal do Irã classificou o anúncio como um "recuo humilhante de Trump" e disse que os EUA aceitaram os termos de Teerã para encerrar a guerra.
Trump havia dado até as 21h desta terça para que o Irã chegasse a um acordo com os Estados Unidos e reabrisse o Estreito de Ormuz, rota por onde passa grande parte do petróleo mundial.
- Bahia Notícias
- 05 Abr 2026
- 12:14h
Foto: Reprodução/Bahia Notícias
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (5) o resgate do segundo piloto de um caça F-15E abatido no Irã, classificando a operação como uma das “mais audaciosas da história” do país.
Segundo o republicano, o militar estava em território iraniano após a aeronave ser derrubada no sudoeste do país. Autoridades iranianas reivindicaram o abate e teriam oferecido recompensa pela captura do piloto.
De acordo com relatos, os dois ocupantes do caça conseguiram se ejetar antes da queda. O primeiro piloto já havia sido resgatado anteriormente pelas forças americanas.
A operação para recuperar o segundo militar envolveu forças especiais e dezenas de aeronaves, em uma ação descrita como uma corrida contra o tempo em meio à presença de tropas iranianas na região. Houve troca de tiros durante a missão.
Em publicação na rede Truth Social, Trump celebrou o resgate. “Nós o pegamos! As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram uma das operações de busca e resgate mais audaciosas da história do nosso país”, escreveu.
“Tenho o prazer de informar que ele está agora são e salvo”, acrescentou o presidente.
- Por Folhapress via Bahia Notícias
- 03 Abr 2026
- 20:45h
Foto: Divulgação/TV estatal do Irã
O Irã afirmou ter atingido um caça dos Estados Unidos nesta sexta-feira (3) em meio à guerra entre os dois países. O governo de Donald Trump iniciou uma operação de busca e, segundo relatos de oficiais feitos à imprensa americana, uma pessoa já foi resgatada.
O Pentágono não comentou o incidente até a manhã desta sexta. Em breve entrevista por telefone com a rede NBC News, Trump também não comentou sobre o assunto, mas afirmou que ele não afeta negociações com Teerã.
A emissora CBS News afirmou que verificou imagens publicadas nas redes sociais que mostram um avião de reabastecimento e dois helicópteros voando baixo sobre a província de Cuzistão, no Irã, compatível com uma missão de busca e resgate.
Segundo o The New York Times, um segundo avião de combate americano caiu na região do golfo Pérsico nesta sexta. O piloto teria sido resgatado, de acordo com fontes militares ouvidas pelo jornal.
O caça A-10 Warthog despencou perto do estreito de Hormuz próximo ao horário da queda da aeronave abatida pelo Irã, mas as fontes americanas não informaram se ele também foi abatido; pouco depois, o regime iraniano reivindicou o ataque ao caça.
Ainda não está claro qual o modelo da primeira aeronave abatida.
Mais cedo nesta sexta, a mídia estatal do Irã anunciou ter derrubado um caça F-35, mas relatos posteriores na imprensa americana citavam o modelo F-15E. De qualquer modo, a possibilidade de pilotos americanos estarem vivos e em fuga dentro do Irã representa um risco elevado para Washington.
Segundo agências de notícias estatais iranianas, a aeronave foi atingida no centro do país e poderia ter caído na província de Kohgiluyeh e Boyer Ahmad. Uma emissora exibiu imagens do que seriam os destroços do caça abatido.
O Exército do Irã também iniciou uma operação de busca, e uma autoridade local do regime afirmou que quem capturasse ou matasse a tripulação "seria especialmente recompensado". A nota divulgada pela agência de notícias iraniana Fars pedia aos moradores que se unissem às operações para localizar os americanos.
A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou à CBS que o presidente Trump foi informado sobre o incidente, mas não fez comentários sobre o caso.
William Goodhind, analista forense de imagens da Contested Ground, disse à agência de notícias Reuters que imagens da suposta cauda do avião abatido publicadas nas redes sociais são compatíveis com as de um F-15E Strike Eagle, que transporta dois tripulantes.
O incidente ocorre após ameaças de Trump de bombardear o país de volta à "Idade da Pedra", enquanto pressiona Teerã a encerrar a guerra nos termos dos EUA.
Até agora, 13 militares americanos foram mortos no conflito e mais de 300 ficaram feridos, de acordo com o Comando Central dos EUA. Nenhum soldado americano foi capturado pelo Irã.
No dia 19 de março, um caça F-35 dos EUA foi atingido por defesas aéreas do Irã. A aeronave foi então foi obrigada a realizar um pouso de emergência em uma base americana no Oriente Médio. Segundo Washington, o piloto não foi ferido na ocasião.
- Bahia Notícias
- 27 Mar 2026
- 10:36h
Foto: The Official White House
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (26) que poderia disputar uma eleição presidencial na Venezuela contra a presidente interina, Delcy Rodríguez. Segundo ele, a população do país votaria em seu nome.
“Depois da presidência, posso ir para a Venezuela e me candidatar à presidência contra Delcy. É uma opção. Eles gostam de mim na Venezuela”, disse Trump a jornalistas.
A Constituição da Venezuela, porém, impede que estrangeiros ocupem o cargo. O artigo 227 estabelece que é necessário ser venezuelano nato e não possuir outra nacionalidade para assumir a Presidência.
O republicano afirmou ainda que seu governo teve sucesso ao intervir no setor de petróleo venezuelano e disse considerar medidas semelhantes em relação ao Irã.
- Bahia Notícias
- 18 Mar 2026
- 18:02h
Foto: Reprodução/@claudia_shein
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que o país está disposto a receber os jogos que o Irã disputaria nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo. Ambos os países sediam a competição junto ao Canadá.
“Estão analisando com a Fifa se isso é viável, porque os jogos seriam nos Estados Unidos; se podem realizar o torneio aqui no México. Está sendo avaliado e, no momento oportuno, informaremos”, disse Sheinbaum durante sua tradicional coletiva de imprensa matinal.
“O México tem relações com todos os países do mundo, então vamos ver o que a Fifa estabelece e, a partir disso, informaremos”, acrescentou. Questionada diretamente se o México está aberto a receber os jogos e se a questão é apenas logística da Fifa, Sheinbaum respondeu que "sim".
O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, afirmou nesta segunda-feira (16) que a entidade está em negociação com a Fifa para transferir os jogos dos EUA para o México. A preocupação é a segurança dos jogadores.
Donald Trump afirmou na última semana que o Irã não deveria participar da Copa do Mundo por “suas próprias vidas e segurança”, em meio à guerra no Oriente Médio.
A Copa do Mundo 2026 começa no dia 11 de junho e será disputada entre Estados Unidos, Canadá e México. O Irã integra o Grupo G e tem partidas programadas contra Bélgica e Nova Zelândia, em Los Angeles, e contra o Egito, em Seattle. O Centro de Treinamento (CT) da seleção está previsto para Tucson, no estado do Arizona.
- Bahia Notícias
- 14 Mar 2026
- 12:39h
Foto: Reprodução/Bahia Notícias
Um ataque israelense atingiu um centro de saúde no sul do Líbano e matou pelo menos 12 profissionais da área neste sábado (14). A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde libanês.
Segundo a pasta, o bombardeio ocorreu na cidade de Borj Qalaouiye e atingiu um centro de atenção primária. Entre as vítimas estão médicos, enfermeiros e paramédicos. Até o momento, Israel não comentou o ataque.
Em nota, o ministério afirmou que “lamenta a morte dos profissionais de saúde em Burj Qalawiya, vítimas de um ataque aéreo israelense que teve como alvo o centro de saúde primária da cidade”.
Na sexta-feira (13), o órgão informou que 773 pessoas já morreram desde que Israel ampliou a ofensiva para o território libanês. O número de feridos chegou a 1.933.
Entre as vítimas, o total de crianças mortas subiu de 98 para 103, enquanto o número de crianças feridas passou de 304 para 326.
- Por Igor Gielow e Vitória de Góes | Folhapress
- 01 Mar 2026
- 08:13h
Foto: Reprodução TV Globo
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, reapareceu, segundo a mídia estatal do país. Ele foi um dos alvos do ataque dos EUA e Israel que matou o líder supremo Ali Khamenei e boa parte da cúpula militar da teocracia no sábado (28). A ação foi, segundo ele, "uma declaração de guerra contra os muçulmanos", e a vingança, "um direito legítimo e um dever".
O presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, e um dos juristas do Conselho dos Guardiões vão assumir, de forma temporária, a liderança do Irã durante o período de transição, afirmaram as mídias estatais do Irã na manhã deste domingo (1°).
Em um post no X, a Fars informou que o trio deve permanecer no comando apenas até a definição do sucessor após "o martírio do Líder Revolucionário". A mídia afirmou ainda que a informação foi atribuída a Mohammad Mokhber, descrito como um dos conselheiros de Khamenei.
CONSELHO
Neste domingo (1º), o governo tenta dar ares de continuidade e organização. O colegiado de 12 membros Conselho dos Guardiões indicou seu representante na junta que irá governar até que a Assembleia dos Peritos, com 88 membros, escolha um novo líder.
O aiatolá Alireza Arafi comporá o conselho com Pezeshkian e com o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei. A poderosa Guarda Revolucionária, cujo comandante foi morto no sábado, tem um novo chefe, Ahmed Vahidi, que tem um mandado de prisão emitido pela Interpol por suspeita de organizar o maior atentado da história da América do Sul, a explosão de uma entidade judaica em Buenos Aires que matou 85 pessoas em 1994.
Cúpula militar iraniana morreu reunida
Segundo a mídia estatal do Irã, a cúpula militar do país foi morta durante uma reunião presencial para avaliar o ataque dos EUA e de Israel contra o país, em Teerã. Morreram no bombardeio o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, o poderoso conselheiro de Defesa Ali Shamkhani, o ministrro Aziz Nasirzadeh e o chefe do Estado-Maior, Abdolrahim Mousavi, além de outros oficiais
Com isso e a morte do líder supremo, Ali Khamenei, o caráter de tentativa de decapitação do regime da ação fica cristalizado, restando saber se as sinalizações de resistência ao longo desta manhã terão fôlego ante a continuidade do conflito.
- Bahia Notícias
- 28 Fev 2026
- 08:17h
Foto: X
O governo brasileiro manifestou, neste sábado (28), grave preocupação e condenação em relação às operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã.
Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores reiterou a posição histórica do país em defesa do diálogo diplomático, classificando-o como o único caminho viável para a paz na região.
De acordo com o comunicado, o Itamaraty fez um apelo direto para que todos os atores exerçam máxima contenção e respeitem rigorosamente o Direito Internacional, e fez recomendações a brasileiros próximos às regiões atingidas.
"Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem. O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança."
SOBRE OS ATAQUES
Os Estados Unidos, em conjunto com Israel, realizaram neste sábado (28) um devastador ataque contra o Irã na chamada "Operação Fúria Épica".
Explosões foram ouvidas no leste e no oeste de Teerã, segundo a mídia iraniana. A agência Tasnim publicou imagens de uma densa fumaça na capital do país, e o aeroporto Mehrabad teria sido atingido.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) e o governo do Irã confirmaram uma escalada de ataques diretos entre os dois países, e após uma ofensiva conjunta realizada pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, Teerã iniciou o lançamento de mísseis contra alvos israelenses.
De acordo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, a operação teve caráter preventivo.
- Por Isabella Menon | Folhapress
- 27 Fev 2026
- 14:47h
Foto: Joyce N. Boghosian / Casa Branca
Uma aluna da Universidade Columbia, em Nova York, foi detida pelo ICE, polícia de imigraçãodos Estados Unidos, no início da manhã desta quinta-feira (26), dentro do campus. A informação foi confirmada pela reitora interina Claire Shipman, que emitiu um comunicado interno relatando o ocorrido.
Horas depois, o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, afirmou que ligou para o presidente dos EUA, Donald Trump. Segundo o democrata, a estudante Elmina Aghayeva seria liberada em breve.
Pouco depois, a estudante obteve liberdade e publicou nas redes sociais. "Sou grata por cada um de vocês. Acabei de ser libertada. Estou a salvo e bem", disse, acrescentando que precisa de um tempo. "Sinto muito, mas estou um pouco chocada com tudo que aconteceu. Por favor, não se preocupem."
A reitora de Columbia afirmou que os policiais teriam entrado no prédio da universidade apresentando uma justificativa falsa de que estavam atrás de uma pessoa desaparecida.
Pouco depois de ser detida, Aghayeva publicou uma foto em que parecia estar dentro de um carro. "DHS me prendeu ilegalmente. Por favor, me ajudem", escreveu.
À imprensa americana um porta-voz do ICE, a polícia de imigração dos EUA, referiu-se a Aghayeva como "uma imigrante ilegal do Azerbaijão, cujo visto de estudante foi cancelado em 2016, durante o governo Obama, por não frequentar as aulas". Ainda segundo a nota da agência, "o gerente do prédio e a colega de apartamento permitiram que os agentes entrassem no imóvel" e Aghayeva "não tem recursos ou solicitações pendentes junto ao DHS".
Não é a primeira vez que acontece uma prisão relacionada a uma pessoa da universidade. Em março do ano passado, Mahmoud Khalil, ex-aluno da Universidade Columbia e de origem palestina, foi preso por autoridades imigratórias. Ele liderou protestos pró-Palestina dentro da universidade e foi acusado de manter "manifestações violentas".
O caso se tornou um dos mais emblemáticos da repressão a manifestações pró-Palestina nos EUA, intensificada sob o governo Trump, e foi descrito por grupos de direitos humanos como um ataque à liberdade de expressão e ao devido processo legal.
Khalil tinha residência permanente no momento de sua prisão, o que levou milhares de pessoas a assinar uma petição pedindo sua libertação. Ele ficou mais de cem dias preso.
No email do caso mais recente, a reitora afirmou que a Universidade está fornecendo suporte jurídico à estudante. A prisão ocorreu um dia após um protesto realizado por alunos chamado "ICE off Campus" (ICE fora do campus). Durante o ato contra a polícia de imigração, os manifestantes pediam proteção para estudantes estrangeiros e que Columbia se declare um campus-santuário -ou seja, que a universidade se declare um refúgio seguro para imigrantes.
Ainda no comunicado interno, a reitora informou aos alunos que todos os agentes devem ter um mandado judicial ou intimação judicial para acessar áreas não públicas da universidade, incluindo residências estudantis, salas de aula e áreas que exigem acesso com cartão. Um mandado administrativo não é suficiente, escreveu Shipman.
"Caso agentes busquem acesso a áreas não públicas da Universidade, peça que aguardem antes de entrar em qualquer área não pública até que a Segurança Pública seja contatada", diz o comunicado. "A Segurança Pública entrará em contato com o Escritório do Conselheiro Geral para coordenar a resposta da Universidade. Não permita que eles entrem nem aceite a entrega de mandado ou intimação."
A prisão acontece em um contexto em que o prefeito de Nova York atua para limitar a ação do ICE na cidade. Há duas semanas, ele assinou um decreto em que determina que os agentes não podem entrar em propriedades sem mandados judiciais. "Isso significa nossas escolas, abrigos e hospitais. Significa também que vamos proteger os dados dos nova-iorquinos contra acessos ilegais por parte do governo federal", disse Mamdani.
Além da conversa por telefone, Mamdani e Trump tiveram um encontro na Casa Branca na tarde desta quinta. Oficialmente, a agenda do presidente não detalhava as reuniões durante o dia e todas foram fechadas para a imprensa. Após o encontro, Mamdani publicou uma foto ao lado do republicano e relatou que eles tiveram uma reunião produtiva. "Estou ansioso para construir mais moradias na cidade de Nova York", escreveu o prefeito democrata.
- Por Folhapress
- 19 Fev 2026
- 10:14h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou várias vezes nesta quarta-feira (18), durante um julgamento histórico sobre vício em redes sociais entre jovens, que a dona do Facebook e Instagram não permite o acesso de crianças menores de 13 anos em suas plataformas. As declarações ocorreram apesar de Zuckerberg ter sido confrontado com evidências sugerindo que o grupo era um público-alvo importante da empresa.
O depoimento de Zuckerberg era o mais aguardado do julgamento, o primeiro de uma série de casos que poderiam criar um precedente legal para milhares de processos movidos por famílias americanas contra as principais plataformas de redes sociais.
Esta foi a primeira vez que o bilionário pronunciou-se perante um júri sobre a segurança de suas plataformas. Inicialmente, mostrou-se bastante contido, segundo um jornalista da AFP no tribunal. Depois, deu sinais de incômodo, balançou a cabeça e gesticulou ao se voltar para o júri.
O julgamento vai até o fim de março, quando o júri vai decidir se o YouTube, do Google, e o Instagram, da Meta, foram responsáveis pelos problemas de saúde mental de Kaley G.M., 20, que começou a usar o YouTube aos 6 anos, o Instagram aos 11 e, posteriormente, TikTok e Snapchat.
Ela alega que as empresas buscaram lucrar viciando crianças em seus serviços, apesar de saberem que as redes sociais poderiam prejudicar sua saúde mental. Ela afirma que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e busca responsabilizar as empresas.
Mark Lanier, advogado de Kaley, pressionou Zuckerberg sobre a facilidade da jovem em se cadastrar na plataforma, mesmo apesar da restrição de idade. A norma consta dos termos de uso, um texto que, segundo o advogado, não se pode esperar ser lido por uma criança.
Zuckerberg foi confrontado com um documento interno segundo o qual o Instagram tinha 4 milhões de usuários menores de 13 anos em 2015, época em que a demandante começou a usar o aplicativo, e 30% das crianças com idade entre 10 e 12 anos eram usuárias da rede social nos Estados Unidos.
"Se quisermos vencer em grande escala com adolescentes, precisamos trazê-los quando ainda são pré-adolescentes", dizia uma apresentação interna do Instagram de 2018.
A Meta e o Google negaram as acusações e apontaram para seu trabalho de adicionar recursos que mantêm os usuários seguros.
Zuckerberg respondeu que Lanier estava "distorcendo" suas declarações. O CEO disse que a Meta "teve diferentes conversas ao longo do tempo para tentar criar diferentes versões de serviços que as crianças possam usar com segurança". Por exemplo, ele disse que a Meta discutiu criar uma versão do Instagram para crianças menores de 13 anos, mas o projeto não foi adiante.
Em um e-mail, Nick Clegg, que era vice-presidente de assuntos globais da Meta, disse a Zuckerberg e outros executivos de alto escalão: "temos limites de idade que não são aplicados (inaplicáveis?)" e observou que políticas diferentes para Instagram e Facebook tornam "difícil afirmar que estamos fazendo tudo o que podemos".
Zuckerberg respondeu dizendo que é difícil para desenvolvedores de aplicativos verificar a idade dos usuários e que a responsabilidade deveria ser dos fabricantes de dispositivos móveis.
O executivo também enfrentou perguntas sobre sua declaração ao Congresso de que não deu às equipes do Instagram a meta de maximizar o tempo gasto no aplicativo.
Lanier mostrou aos jurados e-mails de 2014 e 2015 nos quais Zuckerberg estabelecia objetivos de aumentar o tempo gasto no aplicativo em porcentagens de dois dígitos. Zuckerberg rebateu que, embora a Meta anteriormente tivesse metas relacionadas à quantidade de tempo que os usuários passavam no aplicativo, desde então mudou sua abordagem.
"Antes, sim, tínhamos objetivos relacionados com o tempo", admitiu Zuckerberg. Ele afirmou, no entanto, que a meta da empresa sempre foi "criar serviços úteis que ajudem as pessoas a se conectar com quem quiserem e a conhecer o mundo".
O julgamento vai determinar se o Google e a Meta projetaram deliberadamente suas plataformas para promover um uso compulsivo entre os jovens.
Junto com outros dois julgamentos semelhantes que vão acontecer em meados do ano em Los Angeles, este caso busca criar um precedente para a resolução de milhares de denúncias que culpam as redes sociais por uma epidemia de depressão, ansiedade, transtornos alimentares e suicídio entre os jovens.
O processo se concentra exclusivamente no design dos aplicativos, seus algoritmos e recursos de personalização, uma vez que a legislação dos EUA concede às plataformas imunidade quase absoluta contra a responsabilização por conteúdos gerados pelos usuários.
TikTok e Snapchat, também citados no processo, chegaram a acordos confidenciais com a autora da ação antes do início do julgamento.
- Por Folhapress
- 18 Fev 2026
- 16:47h
Foto: Reprodução/Bahia Notícias
Uma ação integrada entre forças de segurança do Brasil e do Peru resultou na destruição de três aviões usados no tráfico internacional de drogas no último domingo (15). As aeronaves estavam em uma pista clandestina no distrito de Ramón Castilla, no Peru, próximo à fronteira com o Amazonas.
As aeronaves tinham prefixo do Brasil, segundo informou a Polícia Nacional do Peru. A operação foi desencadeada a partir de informações de inteligência produzidas no Brasil, que indicaram a existência de uma pista clandestina na região.
Os aviões foram incendiados junto com produtos químicos utilizados na produção de pasta base de cocaína. Também foi realizada a destruição da pista de pouso clandestina usada pelo narcotráfico na comunidade de Nueva Galilea, no distrito de Ramón Castilla, no Departamento de Loreto, no Peru.
A operação continua para localizar os pilotos das aeronaves com identificação brasileira. A ação contou com o apoio da Polícia Federal, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Tabatinga e Manaus, além da Companhia de Operações Especiais (COE) e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) das polícias militares do Amazonas e de Mato Grosso. Também participaram o Exército Brasileiro e a Divisão de Manobras Contra o Tráfico de Drogas, do Peru.