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- Bahia Notícias
- 10 Jul 2026
- 08:40h
Foto: Gareth Cattermole / FIFA
Uma determinação da Justiça da Colômbia confiscou uma casa registrada em nome de René Higuita, ex-goleiro e ídolo da Seleção Colombiana. A investigação apontou que o imóvel teria sido comprado originalmente com dinheiro ligado à organização comandada por Pablo Escobar.
A propriedade fica em um bairro nobre de Medellín, cidade onde Higuita nasceu. O imóvel chegou ao nome do ex-jogador em 1992, um ano antes da morte de Escobar, depois de uma série de transferências que, segundo o Ministério Público colombiano, teriam servido para esconder a origem real da casa.
A investigação durou 12 anos e apurou o caminho percorrido pelo imóvel antes de ele ser adquirido por Higuita. De acordo com informações repassadas pelas autoridades à AFP, a residência teria sido comprada inicialmente por um laranja ligado aos irmãos William e Gerardo Moncada, integrantes do cartel de Medellín.
Os irmãos Moncada foram assassinados em 1992 por ordem de Pablo Escobar. A partir daí, segundo a apuração, a casa passou por movimentações sucessivas, com suspeitas de assinaturas falsas e outras manobras para dificultar a identificação da procedência dos recursos usados na compra.
Higuita nega ter conhecimento sobre qualquer irregularidade. Em entrevista à Blu Radio, nesta quinta-feira (9), o ex-goleiro afirmou que adquiriu o imóvel com dinheiro próprio e disse que também foi prejudicado pela situação.
"É pura e mera coincidência. Eu me considero uma vítima destes acontecimentos", declarou.
O ex-jogador também afirmou que, no início dos anos 1990, não havia as mesmas ferramentas disponíveis atualmente para verificar o histórico de uma propriedade antes da compra.
"Naquela época, nos anos noventa, não havia a tecnologia que existe hoje, em que a gente entra na internet e pode verificar qual é a procedência da casa", afirmou.
A defesa de Higuita pretende recorrer da decisão. Até que o recurso seja analisado, o ex-goleiro poderá continuar com a posse do imóvel.
René Higuita marcou época no Atlético Nacional e na seleção colombiana. Conhecido pelo estilo arriscado com os pés e pela defesa do "escorpião", o ex-goleiro também atuou no Real Valladolid, da Espanha. Atualmente, trabalha como treinador de goleiros.
- Bahia Notícias
- 09 Jul 2026
- 09:18h
Foto: Reprodução/Instagram/@fifaworldcup
Após um dia de pausa, a Copa do Mundo de 2026 retorna nesta quinta-feira (9) com a primeira partida das quartas de final. França e Marrocos protagonizam o duelo de abertura desta fase, às 17h (horário de Brasília), no Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts, nos Estados Unidos.
Esta não é a primeira vez que as equipes se encontram em um mata-mata de Mundial. As seleções europeia e africana foram as responsáveis por disputar uma das semifinais da competição em 2022, no Catar, oportunidade em que a França saiu vencedora por 2 a 0, com gols de Theo Hernández e Randal Kolo Muani.
Os holofotes também se voltam para o reencontro entre Kylian Mbappé, atacante e capitão francês, e Achraf Hakimi, lateral-direito e capitão marroquino. Os dois cultivam uma forte amizade desde 2021, ano em que o lateral chegou ao Paris Saint-Germain, clube onde fizeram história juntos antes de o atacante se transferir para o Real Madrid.
A França chega para o confronto como uma das grandes favoritas ao título, impulsionada por um elenco estrelado e vice-campeão do mundo. Do outro lado, Marrocos, que foi a grande surpresa da Copa de 2022 ao chegar entre os quatro melhores, entra em campo agora sob uma nova prateleira, a de uma seleção que se consolidou no cenário do futebol mundial.
SAIBA ONDE ASSISTIR A FRANÇA X MARROCOS
Horário: 17h (de Brasília)
Local: Gillette Stadium, em Foxborough, Massachusetts (EUA)
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, geTV e CazéTV
CONFIRA OS OUTROS CONFRONTOS DAS QUARTAS DE FINAL
Sexta-feira (10)
16h – Espanha x Bélgica
Sábado (11)
18h – Noruega x Inglaterra
22h – Argentina x Suíça
- Por Igor Gielow | Folhapress
- 08 Jul 2026
- 16:58h
Foto: Daniel Torok / Official White House Photo
O presidente Donald Trump voltou a criticar nesta quarta-feira (8) seus aliados da Otan durante a cúpula da aliança militar criada pelos EUA há 77 anos para conter Moscou na Europa. Dedicou irritação particular à Espanha, dizendo que ordenou o corte de laços comerciais com Madri, algo incerto na prática.
"Eu não estou feliz com a Otan", disse o americano ao lado do holandês Mark Rutte, o secretário-geral do clube de 32 nações. Ele voltou a citar a Groenlândia, ilha da aliada Dinamarca que quer ver sob controle dos EUA, e a falta de apoio à sua guerra contra o Irã.
"A Espanha é um terrível parceiro na Otan. Eles não participam, não pagam. Eu não quero saber da Espanha. Cortar todo o comércio com a Espanha, inclusive visitas. Nós não queremos nada. Veja eles correndo atrás de nós", disse.
A bravata havia sido feita em março, quando o governo do socialista Pedro Sánchez negou permissão do uso de suas estratégicas bases aéreas no Mediterrâneo para apoiar os ataques americanos contra a teocracia.
Na ocasião, contudo, nada aconteceu, restando saber se algo é para valer agora. Se o for, é mau negócio para os EUA: nos últimos quatro anos, Washington registrou superávit na balança comercial com Madri, que em 2025 foi de US$ 4,8 bilhões.
Em nota, o governo espanhol minimizou a ameaça, dizendo que os negócios entre os países são definidos por suas empresas, não seus governos, e enaltecendo os "laços econômicos e culturais" que pretende ver mantidos com os americanos.
O azedume de Trump com os europeus ficou nítido na hora da fotografia oficial do encontro. Ele não se dirigiu à primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que passou da condição de aliada para alvo de memes do americano devido à sua falta de apoio no Irã. A política permaneceu sorridente, de rosto virado, enquanto o americano chegava a seu posto.
Antes da cúpula em Ancara, o republicano chegou a postar uma foto ao lado dela pedindo uma ordem restritiva. Além disso, a seu lado na fotografia estava Keir Starmer, o premiê britânico demissionário que foi alvo de diversas críticas de Trump pela relutância em liberar suas bases para os EUA na guerra.
Nem a Copa do Mundo e a intervenção de Trump para cancelar a suspensão de um jogador americano, inócua pois o time foi derrotado nas oitavas pela Bélgica por 4 a 1, escapou.
O premiê do país europeu, Bart de Wever, disse que a decisão da Otan de manter apoio militar a Kiev contra a invasão russa era "um cartão vemelho muito forte para Vladimir Putin". "Você não pode retirar um cartão vermelho. Você sabe disso", disse, ironizando Trump.
O conflito no Oriente Médio tomou o centro do palco que em tese deveria ser dedicado à tentativa de Rutte de convencer Trump acerca do esforço de rearmamento dos seus sócios europeus e à ajuda para a Ucrânia contra a invasão russa.
Em 2014, quando Putin anexou a Crimeia e disparou alarmes no continente, apenas 3 dos então 28 membros da aliança cumpriam a meta de gastar 2% do PIB com defesa. Trump sempre foi um crítico, e buscou afastar-se de compromissos com a Otan, inclusive passando a conta da defesa de Kiev aos aliados.
O novo contexto teve impacto. Apenas 3 de 32 não o fizeram em 2025, quando foi adotada nova diretriz de 3,5% com equipamento e pessoal e 1,5% com infraestrutura militar até 2035. A Espanha, que sempre hesitou em elevar o gasto e não se comprometeu com a nova meta, atingiu os 2% no ano passado.
Segundo a Otan, neste ano os maiores investidores em defesa proporcionalmente ao tamanho de sua economia serão os vulneráveis Estados Bálticos e a Polônia, todos já em torno dos 5%. Lituânia e Estônia já passaram a marca, e seus líderes se gabaram disso na cúpula, usando um broche escrito "Clube dos 5%".
Com a renovada troca de fogo entre EUA e o Irã ocupou boa parte das questões e conversas nesta quarta na Turquia. O anfitrião, Recep Tayyip Erdogan, de todo modo parecia satisfeito com a promessa de Trump de rever a expulsão de seu país do programa do caça de quinta geração F-35, medida tomada há sete anos pelo próprio americano.
Já a questão da Groenlândia, que havia sido ressuscitada por Trump na véspera, provocou críticas da primeira-ministra dinamarquesa. Mette Frederiksen disse que seu país "irá defender cada centímetro do território" da ilha.
O tema da guerra na Europa deverá surgir na reunião ora em curso entre os chefes de Estado presentes. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, está em Ancara e deverá se encontrar com Trump ainda nesta quarta.
- Bahia Notícias
- 08 Jul 2026
- 14:54h
Foto: Reprodução / Redes sociais
Um instrutor de voo se atirou de um avião em pleno voo na Argentina. O caso aconteceu no último sábado (4), quando Leandro Bertazzo, de 42 anos, deixou uma aluna de 22 anos sozinha na cabine. Ela avisou a equipe de solo sobre o ocorrido e conseguiu pousar em segurança.
O corpo de Leandro foi encontrado em uma área rural da cidade de Toledo, na província de Córdoba."Você sabe o que tem que fazer, siga em frente", teria dito Bertazzo à aluna, antes de saltar. O depoimento foi narrado pelo diretor da escola de aviação Flying Parrot Córdoba, Eduardo Alvarez.
Ao jornal argentino "Clarín", o diretor da escola afirmou que, “assim que disse isso, Leandro tirou os fones de ouvido, deixou o celular de lado e abriu a porta — algo muito difícil de fazer devido à pressão do ar".
Bertazzo e a aluna estavam em um Cessna C-150, uma aeronave pequena, a cerca de 250 metros de altitude. A aluna, que não teve o nome revelado, apesar de abalada, entrou em contato com a equipe em solo para ajudá-la a realizar o pouso, que aconteceu normalmente. Ela já possuía licença para pilotar aeronaves, mas tinha poucas horas de voo e estava fazendo uma sessão de treinamento.
O "Clarín" afirma que o piloto havia procurado atendimento psiquiátrico, mas não havia comunicado isso à escola de voo.
Antes do voo em que saltou da aeronave, Bertazzo havia realizado no mesmo dia um outro voo de instrução. Embora trabalhasse como instrutor, Bertazzo havia feito carreira como piloto comercial. O incidente está sendo investigado pela Justiça Federal de Córdoba.
- Bahia Notícias
- 06 Jul 2026
- 10:18h
Foto: Divulgação/Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou para o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e pediu que ele revisasse a suspensão do principal goleador dos Estados Unidos, Folarin Balogun, que ele recebeu um cartão vermelho na partida contra a Bósnia e Herzegovina, na quarta-feira (1°). A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times.
Neste domingo (5), a FIFA anunciou que Balogun estaria elegível para jogar na segunda-feira contra a Bélgica após sua suspensão por cartão vermelho ser retirada. Por meio da rede social Truth Social, Donald Trump celebrou o anúncio da FIFA.
“Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça”, escreveu o presidente no Truth Social. O presidente americano não cita a suposta ligação nem atribui a si mesmo a reversão da medida.
A reversão é altamente incomum e a primeira vez desde 1962 que a FIFA permitiu que um jogador participasse de um jogo quando ele estaria suspenso. Também ocorre enquanto Infantino passou anos tentando ganhar o favor de Trump. No ano passado, a FIFA criou e deu a Trump o Prêmio da Paz da FIFA em meio à campanha pública, mas fracassada, do presidente para ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
CARTÃO DE BALOGUN
Balogun foi expulso de campo no jogo de quarta-feira depois de receber um cartão vermelho por cometer uma falta contra um defensor da Bósnia e Herzegovina. O cartão vermelho também acarretou uma suspensão de um jogo para a partida de segunda-feira contra a Bélgica. Mas no domingo, a FIFA disse que Balogun poderia jogar.
“De acordo com o artigo 27 do código disciplinar da FIFA, a aplicação da suspensão da partida está suspensa por um período probatório de um ano”, disse o órgão regulador em um comunicado. “Se Folarin Balogun cometer outra infração de natureza e gravidade similares durante o período probatório, a suspensão será revogada e a sanção aplicada sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração”, lê-se no comunicado.
Permitir que Balogun jogue beneficia os Estados Unidos, com o atacante sendo a principal ameaça de gol enquanto os EUA tentam avançar para as quartas de final pela primeira vez em 24 anos.
- Bahia Notícias
- 01 Jul 2026
- 10:33h
Foto: Divulgação / Inglaterra / Estados Unidos / Bélgica
A Copa do Mundo de 2026 segue a todo vapor com mais um dia decisivo de mata-mata nesta quarta-feira (1º). Três grandes potências entram em campo valendo vagas para as oitavas de final.
A Inglaterra abre a rodada contra a República Democrática do Congo, às 13h (horário de Brasília), no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Mais tarde, a Bélgica mede forças com o Senegal. Fechando a noite, os donos da casa, os Estados Unidos, enfrentam a Bósnia com o apoio de sua torcida.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTA QUARTA-FEIRA
13h - Inglaterra x RD Congo
Local: Mercedes-Benz Stadium, Atlanta (EUA)
Transmissão: CazéTV
17h - Bélgica x Senegal
Local: Lumen Field, Seattle (EUA)
Transmissão: TV Globo, Globoplay, SporTV, SBT, NSports e CazéTV
21h - Estados Unidos x Bósnia
Local: Levi's Stadium, Santa Clara (EUA)
Transmissão: CazéTV
RESULTADOS DESTA TERÇA-FEIRA (30/06)
Costa do Marfim 1 x 2 Noruega
França 3 x 0 Suécia
México 2 x 0 Equador
- Bahia Notícias
- 25 Jun 2026
- 10:26h
Foto: Reprodução / Redes sociais
Após um terremoto de magnitude 7,5 atingir a Venezuela na noite desta quarta-feira (24), o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) afirmou que é provável que os abalos sísmicos tenham provocado milhares de mortes e danos materiais. Em uma avaliação preliminar divulgada após os abalos, a agência estimou que o número de mortos possa ficar entre 10 mil e 100 mil.
Segundo o USGS, há alta probabilidade de que o desastre tenha impactos generalizados nas áreas atingidas pelos tremores. “É provável que haja um alto número de vítimas e danos extensos, e é provável que o desastre seja generalizado”, informou a agência norte-americana em sua análise inicial.
Informações do jornal Metrópoles indicam que a projeção americana faz parte de um modelo automático utilizado pelo órgão para estimar possíveis consequências de grandes terremotos.
O cálculo é baseado em fatores como magnitude, profundidade, localização do epicentro, densidade populacional e vulnerabilidade das construções. A estimativa é de que haja 44% de probabilidade de o número de mortos ficar entre 10 mil e 100 mil; 33% de chance de superar 100 mil óbitos. As estimativas devem ser revisadas conforme as atualizações das autoridades da Venezuela.
Até o momento, dados oficiais divulgados pelo governo venezuelo registram a confirmação de apenas 32 mortes e 700 feridos. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou que, equipes de resgate, segurança e assistência civil foram mobilizadas para atender as áreas afetadas.
- Por Maeli Prado via Bahia Notícias
- 22 Jun 2026
- 10:17h
Foto: Ilustrativa / Petrobras
Os preços do petróleo abriram as negociações deste domingo (21) em alta, um dia após o Irã anunciar que fechou novamente o estreito de Hormuz ao tráfego de embarcações.
Às 19h15, os contratos futuros do barril Brent, referência internacional, eram cotados a US$ 81, alta de 1,3% em relação ao fechamento de sexta-feira (19).
Apesar do anúncio, milhões de barris de petróleo passaram pelo estreito de Hormuz neste fim de semana, mesmo depois de o Irã afirmar ter fechado a via marítima novamente, segundo informações da agência Bloomberg.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã e o comando militar do país, a passagem de navios será interrompida por violações do acordo de cessar-fogo firmado com os Estados Unidos e Israel.
Em comunicado, a Guarda orientou as embarcações a evitar o caminho marítimo sob risco de comprometerem sua segurança. Os iranianos citaram os ataques israelenses ao Líbano, que deixaram 20 mortos no sul do país, como estopim para a medida em Hormuz.
Na semana passada, o petróleo havia encerrado a segunda semana consecutiva de queda de preços, com os investidores avaliando as perspectivas de uma trégua entre Estados Unidos e Irã. O barril Brent teve queda semanal de 7,96%, superando a desvalorização de 6,19% da semana anterior. A commodity encerrou a sessão cotada a US$ 80,38.
Durante a semana, o barril chegou a cair a US$ 76,64 na quinta-feira (18), menor valor desde 2 de março -o primeiro dia de negociação após o início da guerra no Irã- quando atingiu US$ 75,75.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou que se o acordo permanecer no papel, o fornecimento de energia do Oriente Médio vai continuar interrompido.
Apesar do anúncio de Teerã, os EUA afirmam que a passagem está aberta. Segundo o Exército americano, 55 embarcações navegaram pelo estreito neste sábado (20), levando 17 milhões de barris de petróleo.
De acordo com a Bloomberg, cinco supernavios-tanque carregados de petróleo, com uma capacidade de transporte combinada de 8 milhões de barris, puderam ser vistos entrando ou navegando dentro do estreito no sábado e no domingo, por meio de uma rota que margeia a costa de Omã, antes de "ficarem no escuro" (desligarem os rastreadores).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que o governo americano pode cobrar um pedágio de passagem no estreito se não houver acordo com o Irã nas negociações de paz em curso.
O vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, afirmou em entrevista à Fox News nesta manhã que não há evidências de que o tráfego em Hormuz tenha sido interrompido pelo Irã.
Vance chegou neste domingo à Suíça para as tratativas com o Irã a respeito do acordo que poderá colocar fim à guerra no Oriente Médio.
Antes do voo para a Europa, Vance disse a jornalistas que esperava ter avanços na questão nuclear e no tema do cessar-fogo no Líbano, sobre os quais as conversas estariam centradas.
- Por Folhapress via Bahia Notícias
- 15 Jun 2026
- 18:11h
Foto: @BenjaminNetanyahu
Apesar do acordo de paz anunciado por Estados Unidos e Irã, o governo de Israel afirmou nesta segunda-feira (15) que suas tropas permanecerão por tempo indeterminado nas áreas ocupadas do sul do Líbano. O entendimento foi duramente criticado por integrantes do governo de Binyamin Netanyahu e por líderes da oposição, que dizem que os termos não garantem a segurança do país.
O Líbano foi arrastado para a guerra quando o Hezbollah, grupo extremista aliado de Teerã, atacou Israel em apoio ao Irã. Tel Aviv lançou uma ofensiva contra o país vizinho e passou a ocupar o sul libanês, deslocando ao menos um milhão de pessoas.
O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou a manutenção do controle territorial é uma das principais conquistas da campanha militar. Ele afirmou que os moradores serão obrigados a desocupar as zonas e que Tel Aviv destruirá toda a infraestrutura do Hezbollah. Casas usadas como postos de ataque também serão demolidas.
Katz ainda advertiu que o país responderá com "força total" caso Teerã ataque Israel em reação à campanha militar israelense no território libanês. "Não abriremos mão do interesse supremo de segurança de Israel e da proteção de nossos cidadãos, e não nos retiraremos das zonas de segurança", afirmou. Segundo ele, o premiê Netanyahu informou Trump sobre as condições de Tel Aviv.
O Exército do Líbano pediu nesta segunda-feira que os moradores deslocados devido ao conflito adiem seu retorno às suas casas, citando "risco de violações e ataques por parte de Israel".
Um membro do Hezbollah disse à Reuters que o grupo não realizou nenhuma operação desde o anúncio do acordo, acrescentando que sua posição em relação ao cessar-fogo depende do cumprimento dele por parte de Israel. Houve relatos de disparos de artilharia em cidades do sul do Líbano, além da presença de um drone sobre Beirute.
O extremista Bezalel Smotrich, ministro das Finanças de Israel, disse que o acordo dos EUA com o Irã é ruim e também defendeu uma intensificação da campanha no Líbano. "Continuarei trabalhando para garantir que mantenhamos nossa posição e permitamos ao exército total liberdade de ação para continuar empurrando o Hezbollah para mais longe", afirmou.
O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, adotou tom semelhante. "O acordo de Trump não nos vincula. Não somos parte desse acordo. Ele não garante nossa segurança", afirmou o líder de direita em um comunicado.
Segundo ele, Israel não deve aceitar nada menos que o desmantelamento completo do Hezbollah nem devolver qualquer território conquistado durante a campanha militar.
As críticas ao acordo também vieram da oposição. O ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, um dos principais candidatos nas próximas eleições israelenses, classificou o entendimento como uma "guinada perigosa para a segurança de Israel". Em comunicado, ele afirmou que os últimos quase três anos demonstraram a força da sociedade israelense e as fragilidades do governo Netanyahu.
Já Yair Golan, líder do partido de esquerda Democratas, argumentou que o acordo anulou os ganhos militares obtidos por Israel durante a guerra. "Com um simples traço de caneta, enormes conquistas militares foram apagadas, enquanto Netanyahu permaneceu à margem: fraco, doente, isolado e sem influência", afirmou.
Os detalhes do acordo de paz ainda não foram divulgados publicamente, mas o o fim dos ataques no Líbano sempre foi uma exigência de Teerã.
A assinatura do pacto está prevista para sexta-feira, em Genebra. Segundo pessoas envolvidas nas tratativas, o acordo prevê a reabertura do estreito de Hormuz e o fim do bloqueio aos portos iranianos.
Segundo Donald Trump, as restrições à navegação serão suspensas, enquanto uma autoridade iraniana afirmou que a passagem será reaberta a todas as embarcações comerciais após a assinatura do memorando.
A agência iraniana Fars, por sua vez, informou que o tráfego no estreito passará a ser regulado pelo Irã em coordenação com Omã. Citando uma pessoa a par das conversas, Teerã acrescentou uma cláusula sobre a cobrança de taxas por serviços marítimos ao acordo pouco antes de seu anúncio.
- Por Diego Félix | Folhapress
- 15 Jun 2026
- 12:26h
Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
Os contratos futuros do barril de petróleo Brent para agosto abriram a sessão deste domingo (14) negociados a US$ 83,61, queda de 4,18%. A cotação, que é a menor desde 4 de março, foi diretamente influenciada pelos primeiros anúncios de que Estados Unidos e Irã firmaram um acordo para encerrar a guerra.
As negociações seguiram a tendência de forte queda na sexta-feira (12), quando os contratos a bateram US$ 86,50, o menor patamar desde março.
Neste domingo, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo para encerrar os conflitos e realizarão, na próxima sexta-feira (19), uma cerimônia de assinatura dos termos de paz.
"O acordo com a República Islâmica do Irã está concluído", escreveu o presidente Donald Trump na Truth Social logo após o anúncio de Sharif.
Segundo a agência Reuters, o acordo foi alcançado apesar do ataque israelense ao Líbano neste domingo, movimento que atraiu críticas tanto do Irã quanto de Trump.
Os termos ainda não foram divulgados, mas Sharif disse que o pacto previa o "fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano".
Pessoas próximas às negociações disseram à Reuters que a minuta do acordo estabelece, entre outros pontos, a reabertura do estreito de Hormuz —rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural comercializados globalmente—, o fim do bloqueio americano aos portos iranianos e a ampliação do período de cessar-fogo, abrindo caminho para negociar o fim do programa nuclear do Irã com um período adicional de 60 dias para conversas adicionais.
Trump afirmou que a abertura do estreito será feira "sem pedágio" e que o bloqueio naval dos EUA será encerrado.
"Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir", disse Trump.
A guerra no Irã teve início em 28 de fevereiro, um sábado, dia em que o mercado está fechado. Na véspera, o barril era negociado a US$ 72,4. Desde então, os preços não pararam de subir e atingiram a máxima em 30 de março, com o barril custando US$ 118,3.
Um dos pontos centrais do conflito (e que causou a corrida de preços do petróleo no mundo) foi, justamente, o fechamento do estreito de Hormuz.
A cotação deste domingo é a menor desde 4 de março, quando o barril de brent futuro foi negociado pela última vez abaixo dos US$ 82.
Os contratos do petróleo WTI (West Texas Intermediate), usados nos EUA, são negociados a US$ 81, queda de 4,52%.
Com Reuters
- Bahia Notícias
- 08 Jun 2026
- 18:12h
Fotos: Instagram / keikofujimorih | Instagram / robertosanchez.jp
As pesquisas de boca de urna divulgadas neste domingo (7) indicam um cenário de empate técnico no segundo turno das eleições presidenciais do Peru entre os candidatos Keiko Fujimori e Roberto Sánchez. Segundo o instituto Ipsos, Keiko aparece com 50,7% dos votos, enquanto Sánchez registra 49,3%. Já o levantamento da Datum aponta uma diferença ainda menor: 50,53% para a candidata do Fuerza Popular e 49,47% para o adversário.
As urnas foram fechadas às 17h (horário local) deste domingo, após uma jornada eleitoral considerada mais tranquila do que a do primeiro turno, realizado em abril.
Mais de 27 milhões de eleitores estavam aptos a votar no pleito que definirá o próximo presidente do país. A disputa colocou frente a frente dois projetos políticos distintos, representados por Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, e Roberto Sánchez, aliado político do ex-presidente Pedro Castillo.
As pesquisas realizadas durante a campanha já indicavam uma disputa acirrada. No último levantamento do Ipsos antes da votação, divulgado no fim de maio, Keiko tinha 40,4% das intenções de voto, contra 38,3% de Sánchez, diferença dentro da margem de erro de 2,8 pontos percentuais.
De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Eleições do Peru, Roberto Burneo, cerca de 28 mil fiscais eleitorais foram mobilizados para acompanhar o processo de votação em todo o país. As autoridades eleitorais também fizeram apelos para que candidatos, partidos e eleitores respeitem o resultado oficial da eleição.
Os primeiros resultados oficiais da apuração devem começar a ser divulgados a partir das 21h no horário do Peru (23h em Brasília). No entanto, devido ao equilíbrio apontado pelas pesquisas de boca de urna, a contagem pode ser prolongada. A expectativa é que a apuração avance gradualmente nos próximos dias.
- Por Folhapress
- 18 Mai 2026
- 12:30h
Foto: Fernando frazão / Agência Brasil
O preço do petróleo abriu a semana com uma alta de 0,92% neste domingo (17), alcançando o maior valor de abertura desde 23 de março. O barril Brent, referência global, abriu em US$ 110,26 e está cotado, agora, a US$ 110,98. Na semana anterior, já houve alta de 7,80%.
Ataques de drones aos Emirados Árabes Unidos, a uma usina nuclear nos Emirados Árabes, e ameaças do presidente americano Donald Trump impulsionam a alta do valor de venda da commodity. Trump demonstra dificuldades para encerrar o conflito no Oriente Médio; com isso, também fica difícil liberar o tráfego no estreito de Hormuz, por onde passa 20% da produção mundial de petróleo e gás.
O WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, também registrou valorização de 1,52%, cotado a US$ 102,34.
Neste domingo, Trump ameaçou novamente aniquilar o Irã, dois meses e meio após o início da ofensiva contra Teerã. Ao mesmo tempo, um drone caiu perto de uma instalação nuclear nos Emirados Árabes Unidos.
Após mais de um mês de trégua, a perspectiva de uma solução para o conflito, que começou em 28 de fevereiro, permanece distante.
"Para o Irã, o tempo está se esgotando, e é melhor eles se mexerem, rápido, ou não restará nada deles", alertou Trump em sua plataforma Truth Social.
Emissários dos dois países não conversam diretamente desde uma reunião no Paquistão, em meados de abril.
Antes mesmo da mensagem de Trump, Teerã havia emitido um alerta a Washington.
"O presidente americano deveria saber que, se o Irã for agredido de novo, os recursos e o exército de seu país enfrentarão cenários inéditos, ofensivos, surpreendentes e tumultuados", disse o porta-voz das forças armadas, Abolfazl Shekarchi.
Neste domingo, um ataque com drone nas imediações da usina nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, provocou um incêndio, mas não deixou feridos, nem provocou o aumento da radioatividade, segundo anúncio das autoridades de Abu Dhabi.
O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o drone que atingiu a usina nuclear de Barakah é um dos três aparelhos que entraram "pela fronteira ocidental".
O projétil atingiu "um gerador elétrico localizado fora do perímetro interno da usina nuclear de Barakah, na região de Al Dhafra".
No Iraque há grupos armados apoiados pelo Irã e equipados com drones, e os rebeldes huthis do Iêmen, aliados de Teerã, também possuem drones de combate.
- Por Folhapress via Bahia Notícias
- 17 Mai 2026
- 13:31h
Foto: Redes sociais / Reuters
Um ataque de drone atingiu um gerador elétrico externo da usina nuclear de Barakah, em Abu Dhabi, neste domingo (17), e provocou um incêndio, segundo autoridades dos Emirados Árabes Unidos.
Não houve feridos e os níveis de radiação permaneceram normais. A Autoridade Federal de Regulação Nuclear dos Emirados confirmou que os sistemas essenciais da usina operam normalmente.
A AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) informou que geradores de emergência abasteciam a Unidade 3. O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, expressou preocupação com o incidente e afirmou que atividade militar que ameace a segurança nuclear é inaceitável.
Autoridades dos Emirados não identificaram os responsáveis pelo ataque. O país tem enfrentado repetidos ataques de mísseis e drones durante o conflito Irã x EUA-Israel, incluindo incidentes que autoridades disseram ter origem no Irã e miraram infraestrutura de energia e marítima.
TENSÃO ENTRE EUA E IRÃ
Trump advertiu o Irã a fechar acordo de paz ou enfrentar "um momento muito ruim". "Se não fizerem, vão ter um momento ruim. Um momento muito ruim. É melhor fecharem um acordo", disse o presidente americano à mídia francesa.
O chanceler iraniano afirmou que mensagens contraditórias dos Estados Unidos geram dúvidas. "Estamos em dúvida sobre a seriedade deles", declarou Abbas Araghchi.
- Por Folhapress via Bahia Notícias
- 13 Mai 2026
- 14:41h
Foto: White House
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta quarta-feira (13) à China, onde se reunirá com o líder chinês, Xi Jinping, para discutir assuntos considerados sensíveis, incluindo a guerra no Irã, tensões relacionadas à ilha de Taiwan e disputas comerciais e militares entre as duas potências.
O americano chegou a Pequim pouco antes das 20h locais (9h no horário de Brasília), segundo a imprensa estatal chinesa. Ao desembarcar, foi recepcionado por uma comitiva liderada pelo vice-líder chinês, Han Zheng, e jovens com bandeiras dos dois países. O encontro com Xi deverá ocorrer às 10h de quinta (14) no horário local (23h de quarta em Brasília).
Antes de deixar Washington, Trump minimizou a importância de Pequim para uma eventual solução do conflito com o país persa e afirmou que os EUA vencerão "de uma forma ou de outra, pacificamente ou não". "Não acho que precisamos de ajuda com o Irã", afirmou o líder republicano a jornalistas.
Mais de um mês após um frágil cessar-fogo entrar em vigor, americanos e iranianos continuam distantes de um acordo. Washington exige que Teerã abandone seu programa nuclear e reabra o estreito de Hormuz, enquanto o regime de Teerã cobra compensações pelos danos da guerra, o fim do bloqueio americano e a interrupção dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano, onde Israel combate o Hezbollah.
Trump, contudo, já classificou as exigências iranianas de lixo.
O estreito de Hormuz, por onde passavam cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo, tornou-se o principal foco de tensão do conflito. Nesta quarta, um superpetroleiro chinês carregando cerca de 2 milhões de barris de petróleo iraquiano tentava atravessar o estreito, segundo dados de rastreamento marítimo. Caso consiga completar o trajeto, será o terceiro navio da China conhecido a cruzar a região desde o início dos ataques americanos e israelenses contra o Irã, em 28 de fevereiro.
No encontro, Trump deverá discutir o assunto com Xi na expectativa de que a China use sua influência sobre Teerã e a própria necessidade de abastecimento energético para pressionar o regime a reabrir Hormuz. Na véspera da chegada do republicano, o chanceler chinês, Wang Yi pediu ao Paquistão intensifique seus esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.
A viagem também ocorre sob forte tensão em torno de Taiwan. A China voltou a condenar, nesta quarta, as vendas de armas americanas para a ilha. A porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China, Zhang Han, afirmou que Pequim "se opõe firmemente" a qualquer cooperação militar entre Washington e Taipé.
Em dezembro, o governo Trump anunciou um pacote militar de US$ 11 bilhões para Taiwan, o maior já aprovado pelos EUA.
A questão ganhou ainda mais sensibilidade após o Parlamento taiwanês aprovar apenas dois terços de um orçamento especial de defesa de US$ 40 bilhões proposto pelo presidente taiwanês, Lai Ching-te. O corte atingiu programas domésticos, como drones, embora tenha preservado compras de armamentos americanos. Autoridades taiwanesas temem que Pequim use a redução do orçamento como argumento para convencer Trump a diminuir o apoio militar à ilha.
Para Pequim, a China continental e Taiwan são duas partes de uma só China.
Na terça (13), Lai afirmou na Cúpula da Democracia de Copenhague que Taiwan é uma "nação soberana e independente" e que não cederá à pressão chinesa. Pequim respondeu de forma dura. Zhang afirmou que Taipé "nunca foi e nunca será um país" e disse que a capacidade chinesa de esmagar o separatismo é inquebrável.
O clima eleitoral em Taiwan também aumenta a tensão política. O governista Partido Democrático Progressista, do presidente Lai, lançou nesta quarta a candidatura do deputado Puma Shen à Prefeitura de Taipei.
Shen foi sancionado pela China em 2024 por apoiar iniciativas de defesa civil e combate à desinformação em Taiwan. Ele é um dos fundadores da Kuma Academy, organização que oferece treinamentos de preparação civil para uma eventual ofensiva chinesa contra a ilha.
Ao apresentar o candidato, Lai afirmou que Shen compreende que "a maior ameaça à democracia e aos direitos humanos ainda vem da China".
Enquanto Trump se prepara para encontrar Xi em Pequim, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, pediu que o americano também discuta a invasão russa da Ucrânia durante a reunião.
Assuntos relacionados a comércio também entrarão na pauta. Na terça, Trump disse que pediria a Xi que abrisse o país asiático aos negócios americanos. "Pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que essas pessoas brilhantes possam fazer a sua magia e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais elevado!", escreveu o presidente nas redes sociais, referindo-se aos CEOs de empresas americanas que o acompanham na viagem.
- Bahia Notícias
- 04 Mai 2026
- 12:21h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Um elefante causou destruição em um templo hindu no estado de Kerala, no sul da Índia, na última sexta-feira (1º). O animal matou seu tratador e, em seguida, utilizou as presas para investir contra um carro que estava estacionado nas proximidades. O elefante havia sido levado ao local para integrar uma cerimônia religiosa, mas tornou-se agressivo por motivos ainda sob investigação.
O incidente gerou mais de duas horas de caos no complexo do templo, assustando fiéis e moradores da região. Para interromper o ataque e garantir a segurança dos presentes, equipes especializadas foram acionadas. O animal só foi finalmente contido após ser atingido por dardos tranquilizantes disparados por veterinários e autoridades locais.
O caso levanta novamente o debate sobre o uso de animais de grande porte em eventos tradicionais e as condições de segurança oferecidas tanto para os tratadores quanto para o público.