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- Ulisses Gama
- 03 Ago 2021
- 09:24h
(Foto: Reprodução)
O Brasil tem mais uma medalha no boxe, dessa vez com Bia Ferreira. Na manhã desta terça-feira (3), a baiana foi para cima da uzbeque Raykhona Kodirova e venceu por decisão unânime dos juízes nas quartas de final da categoria feminina peso-leve (até 60kg) nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Na semifinal, a adversária será a finlandesa Mira Potkonen.
No primeiro round, Bia tomou a iniciativa e buscou os golpes, mas a adversária não deixou barato e também tentou atacar. Na segunda parte, a tônica foi similar, com a baiana sendo mais precisa - e mais forte - nos golpes. Por fim, o último round foi marcado por um amplo domínio de Bia, que não poupou força para atingir Kodirova.
Após a luta, a atleta destacou o trabalho que vem sendo realizado e apontou a missão de conquistar o primeiro lugar.
"Foi do jeito que eu esperava, já tinha planejado o jogo e deu certo. Foi uma luta que eu precisava me impor mais, por ser uma adversária que não desiste. A gente vem treinando há cinco anos para isso aqui, então estamos que ter todos os jogos", disse.
"Já temos três medalhas e a gente está treinado para o ouro. Ninguém pode se contentar só com o bronze, a gente quer mais, mas já estamos felizes de estar no pódio", completou.
Essa é a terceira medalha que o boxe consegue nessa edição dos Jogos. Além de Bia, o baiano Hebert Conceição e Abner Teixeira já haviam garantido um lugar no pódio.
Até o momento, o Time Brasil tem 12 medalhas. São três ouros, três pratas e seis bronzes. Nessa madrugada, o verde e amarelo ganhou destaque com o ouro de Martine Grael e Kahena Kunze na vela e o bronze com Alison dos Santos nos 400 metros com barreira
- Redação
- 03 Ago 2021
- 08:07h
Seleção brasileira chega à quinta final de Olimpíadas no futebol masculino, sendo a terceira consecutiva | OLIMPÍADAS Publicado em 03/08/2021 às 07h59. Brasil elimina México nos pênaltis e vai à final do futebol masculino Seleção brasileira chega à quinta
O sonho do bicampeonato Olímpico continua vivo para a seleção brasileira de futebol. Na manhã desta terça-feira (3), o Brasil eliminou o México, nos pênaltis, e garantiu uma vaga na decisão dos jogos Olímpicos de Tóquio.
Daniel Alves, Gabriel Martinelli, Bruno Guimarães e Reinier anotaram para o Brasil nas cobranças de pênaltis, enquanto o México acertou uma única cobrança, com Carlos Rodríguez. O goleiro Santos defendeu as outras duas tentativas mexicanas.
A seleção brasileira chega à quinta final de Olimpíadas no futebol masculino, sendo a terceira consecutiva.
A decisão será no sábado (7), às 8h30 (horário de Brasília), em Yokohama. O Brasil encara o vencedor do duelo entre Espanha e Japão.
- Redação
- 03 Ago 2021
- 08:05h
Foto: Júlio César Guimarães/COB=
A dupla brasileira Martine Grael e Kahena Kunze conquistou o bicampeonato olímpico da classe 49er FX da vela no início da madrugada desta terça-feira (3) na Marina de Enoshima. A confirmação do ouro na Olimpíada de Tóquio (Japão), com 76 pontos perdidos, veio com a terceira colocação na regata da medalha.

A dupla da Alemanha Tina Lutz e Susann Beucke fechou a prova desta terça na quinta colocação, e ficou com a medalha de prata, com 83 pontos perdidos. As holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz foram a nona melhor dupla na regata decisiva e fecharam o pódio, conquistando o bronze com 88 pontos perdidos.
Antes da prova final, a dupla holandesa liderava com 70 pontos, as brasileiras apareciam em segundo também com 70 e as alemãs vinham logo atrás com 73 pontos. A regata da medalha ofereceu pontuação dobrada em relação às provas tradicionais e teve duração de 20 minutos, dez a menos que as outras 12 disputadas anteriormente. Nessa regata decisiva, a dupla primeira colocada perdeu 2 pontos. Aquelas que ficaram em segundo lugar perderam 4 pontos, e assim por diante.
- Redação
- 02 Ago 2021
- 07:47h
(Foto: Reprodução)
Os baianos Isaquias Queiroz e Jacky Godmann seguem na luta por medalha na canoagem velocidade dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Após não se classificar na primeira bateria, a dupla voltou à água e garantiu vaga na semifinal do C2 1.000m ao vencer a segunda bateria com o tempo de 3m48s611, na madrugada desta segunda-feira (2).
Isaquias e Jacky voltam para a disputa da semifinal na noite desta segunda. A prova está marcada para começar às 21h52 no horário de Brasília. Serão cinco canoas e apenas a última dupla de cada bateria será eliminada do torneio. Os baianos vão encarar a dupla do Canadá, Roland Varga e Connor Fitzpatrick; da Alemanha, Sebastian Brendel e Tim Hecker; República Tcheca, Petr Kuksa e Martin Fuksa; e Cuba, Serguey Torres Madrigal e Fernando Dayan Enriquez. Depois, às 23h53, acontece a final da categoria que valerá medalha olímpica.
Isaquias Queiroz está na sua segunda Olimpíada. Na Rio-2016, ele conquistou a medalha de prata no C2 1.000m ao lado de outro baiano Erlon Souza, que não viajou para Tóquio por conta de uma lesão. O jovem Jacky Godmann, de 22 anos, está substituindo o conterrâneo na sua primeira disputa olímpica.
- Redação
- 01 Ago 2021
- 08:21h
Ginasta ainda vai disputar a final do solo nesta segunda-feira (2) | Foto: Gaspar Nóbrega/COB
Rebeca Andrade entrou de vez para a história dos esportes olímpicos no Brasil, neste domingo. A ginasta conseguiu a medalha de ouro no salto sobre o cavalo nas Olimpíadas de Tóquio e se tornou a primeira brasileira a ganhar duas medalhas na mesma edição dos jogos. Na última quinta-feira (29) ela já tinha conseguido a prata no individual geral.
Na competição desta domingo, Rebeca emplacou a nota 15.083, garantindo o primeiro lugar. Mykayla Skinner, dos Estados Unidos ficou na segunda colocação e Seojeong Yeo, da Coreia do Sul, em terceira.
Ela ainda pode igualar a marca da judoca Mayra Aguiar e da jogadora de vôlei Fofão, que conquistaram três medalhas em edições diferentes, já que nesta segunda-feira (2) ainda vai disputar a final do solo. Caso entre no pódio, Rebeca iguala a marca do canoísta baiano Isaquias Queiroz na Rio-2016.
- Cláudia Cardozo
- 30 Jul 2021
- 13:59h
(Foto: Reprodução)
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) criou o Núcleo de Regularização e Conflitos Fundiários para enfrentar os conflitos e disputas de terras no estado. O núcleo deverá auxiliar o TJ na elaboração de projetos de regularização fundiária, prioritariamente, os voltados para os imóveis rurais, ou urbanos, em regime de economia familiar, terras ocupadas por quilombolas, índios e outras comunidades tradicionais.
O núcleo foi criado diante dos conflitos pela posse de terra e a insegurança sobre o domínio da propriedade, e que tal conflito dificulta o desenvolvimento socioeconômico da Bahia. O núcleo ganha ainda mais importância após a Operação Faroeste apresentar os esquemas judiciais, com compra e venda de sentenças, em uma disputa por mais de 300 mil hectares de terras no oeste baiano. Além disso, pesa na criação do núcleo, as ameaças de morte e assassinatos de agricultores no estado.
O setor também deverá propor medidas para mediar conflitos fundiários, estudar a atividade de cartórios de registros de imóveis nas questões de regularização fundiária, além de elaborar projetos de regularização fundiária com municípios e com o estado. Também deverá apoiar de forma técnica e operacional as ações judiciais fundiárias coletivas e discriminatórias. O núcleo ainda terá que realizar um estudo sobre demandas judiciais e extrajudiciais de conflitos de terras, analisando as experiências do Poder Judiciário. O setor terá a incumbência de discutir e participar de reuniões sobre combate à violência no campo e disponibilizar de forma gratuita registros públicos imobiliários às partes envolvidas, aos órgãos e às instituições públicas com atuação relacionada à questão fundiária.
O núcleo será composto pelos corregedores do TJ-BA, juízes, registradores de imóveis, representantes do Estado, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da União de Prefeitos da Bahia (UPB), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e de comunidades quilombolas.
- Redação
- 30 Jul 2021
- 09:11h
Equipe ocupa a vice-liderança do Grupo B, atrás apenas do Comitê Olímpico Russo, para quem perdeu na última partida | Foto: Júlio César Guimarães/COB
Em mais um jogo emocionante, com vitória de virada, o Brasil ultrapassou os EUA no vôlei masculino e se recuperou na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.
A seleção masculina venceu por 3 sets a 1 (parciais de 30/32, 25/23, 25/21 e 25/20), em jogo realizado na madrugada desta sexta-feira (30) (horário de Brasília), na Arena Ariake, na quarta rodada do Grupo B do torneio.
Com o triunfo, a equipe se recupera da derrota sofrida pelo Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês). O Brasil chegou aos oito pontos após quatro jogos, com três vitórias e uma derrota, e hoje ocupa a vice-liderança da chave, atrás apenas do ROC.
A seleção brasileira pode se garantir nas quartas de final antes mesmo da última rodada da fase de grupos, quando enfrenta a França no sábado (31). Para isso, depende de uma derrota de Argentina ou França ainda nesta quarta rodada.
- Redação
- 30 Jul 2021
- 08:14h
(Foto: O Globo)
O Brasil está eliminado no futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Após persistir o empate sem gols na prorrogação, a seleção brasileira perdeu para o Canadá nos pênaltis por 4 a 3 na manhã desta sexta-feira (30), em Miyagi, pelas quartas de final do torneio. O Brasil enfrentou o Canadá com: Bárbara; Bruna Benites, Érika, Rafaelle e Tamires; Formiga (Angelina), Andressinha, Duda (Andressa Alves) e Marta; Bia Zaneratto (Ludmila) e Debinha.
- Redação
- 29 Jul 2021
- 09:47h
Atleta brasileira enfrentou contusões no ciclo olímpico antes de chegar ao pódio em Tóquio | Foto: Reprodução
A ginasta brasileira Rebeca Andrade confirmou o desempenho na fase classificatória e conquistou, nesta quinta-feira (29), a medalha de prata no individual geral na Olimpíada de Tóquio 2020. É a primeira medalha da ginástica brasileira no feminino. A nota final da brasileira foi 13,566. Rebeca Andrade lutou para disputar o jogos, devido a uma série de contusões por problemas no ligamento cruzado anterior (LCA). A atleta brasileira ainda vai decidir a final em dois aparelhos: solo e salto.
- Matheus Caldas / Nuno Krause
- 29 Jul 2021
- 08:44h
(Foto: Reprodução)
A vitória de Keno Machado Marley sobre o chinês Chen Daxiang impressionou. O baiano, de apenas 21 anos, precisou de pouco mais de um round para encerrar a luta, e colocar o boxe brasileiro nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, na categoria meio-pesado (até 81 quilos) (lembre aqui). A Bahia ainda tem outros dois representantes da modalidade na Olimpíada: a campeã mundial Beatriz Ferreira e o medalha de prata no Pan de Lima Hebert Conceição. Contudo, todos eles tiveram que trilhar caminhos longe do estado de origem para brilharem em ringues mundiais. Apesar de ser um grande celeiro de pugilistas, a Bahia ainda não tem a estrutura necessária para fazê-los potencializar seus talentos. Atualmente, a capital Salvador ainda aguarda por um Centro Olímpico de Boxe, prometido em 2016 pelo governador Rui Costa, após a medalha de ouro de Robson Conceição na Olimpíada do Rio de Janeiro.
O projeto estava previsto para o início de 2019 (veja aqui), mas não vingou. À época, a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) explicou, em nota, que firmou um convênio com a Sudesb (Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia) para o desenvolvimento do projeto. Para isso, foi contratado um consórcio composto pelas empresas RK Engenharia e Consultoria e Projconsult Engenharia de Projetos para a elaboração do projeto executivo, que inclui a realização de estudos técnicos e do projeto básico.
Eis o que disse a Conder nesta quarta-feira (28), ao Bahia Notícias: "A Conder informa que a Arena de Lutas da Bahia está em fase de desenvolvimento do projeto conceitual", destacou, em nota. A assessoria de imprensa do órgão ainda afirmou que ainda não há um prazo para a execução das obras. "Estamos no processo de planejamento, muito inicial. Não temos nenhum tipo de prazo e projeção. A gente vai realizar o processo licitatório, mas está muito verde ainda para determinarmos algum tipo de prazo", explicou.
O local previsto para a construção da Arena de Lutas da Bahia (ou Centro Olímpico de Boxe) é a Avenida Luiz Tarquínio, Boa Viagem, ao lado do antigo Abrigo Dom Pedro II. "Este terreno já foi indicado para desapropriação pelo Governo do Estado que também está discutindo com o Iphan os cuidados necessários para preservação do patrimônio cultural do entorno", afirmou a Conder.
O QUE DIZ A SUDESB
A Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, responsável por incentivar o esporte, afirma que "tão logo tenhamos a Arena de Lutas da Bahia em operação estarão dadas as condições para que os atletas de alto rendimento das modalidades marciais permaneçam em nosso estado".
Além disso, que "estuda o fomento ainda mais direto aos esportes de luta, intensificando a implantação de núcleos de iniciação esportiva em diferentes bairros". "A intenção da autarquia do esporte é firmar parcerias com federações das modalidades, para que sejam elas a executar os projetos de iniciação esportiva, tendo à frente professores e profissionais que conheçam de perto cada esporte".
Por fim, ressaltou o investimento feito por Rui Costa em seus mandatos. "O governo do Estado vem investindo forte na infraestrutura esportiva. Somente em 2020, foram investidos em obras esportivas mais de R$ 33 milhões. Agora em 2021, o governador Rui Costa anuncia para os próximos 12 meses mais de R$ 100 milhões para dotar municípios baianos de equipamentos esportivos de qualidade", escreveu.
Vale lembrar que a importância do esporte não está apenas em formar atletas olímpicos, mas também na função social que ele exerce na sociedade. Uma pesquisa realizada em 2018 por neurocientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, indica que crianças e adolescentes que praticam esportes com frequência têm desempenho 20% superior em relação aos alunos sedentários.
Segundo a Gazeta do Povo, ao todo, 80 crianças de 6 a 10 anos foram analisadas pelo estudo "Estimulação motora, função executiva e atenção". Elas foram divididas em dois grupos: o primeiro realizou atividades físicas, e o segundo teve aulas de Educação Física duas vezes por semana na escola, com duração de 50 minutos, durante sete meses. O resultado foi o número de 20% citado acima.
POR OUTRO LADO...
Apesar de não ter cumprido – pelo menos por ora – a promessa de entregar a Arena de Lutas, Rui Costa inaugurou no ano passado outro equipamento prometido em 2016: o Centro de Canoagem de Ubaitaba, no Sul do estado (leia mais aqui)
A inauguração contou com a presença do canoísta Isaquias Queiroz, natural da cidade, três vezes medalhista na Olimpíada do Rio. Inclusive, o centro foi sacramentado após o desempenho de Isaquias e Erlon Souza nos jogos daquele ano.
- Redação
- 29 Jul 2021
- 08:17h
Judoca conquistou sua terceira medalha olímpica ao derrotar a sul-coreana Hyunji Yoon | Foto: Reprodução/TV Globo
A brasileira Mayra Aguiar fez história e conquistou a medalha de bronze no judô nas Olimpíadas de Tóquio 2020. Ela escreveu seu nome no rol dos maiores atletas olímpicos do país, conquistando sua terceira medalha.
Na categoria até 78kg, disputada na madrugada desta quinta-feira (29), Mayra derrotou a sul-coreana Hyunji Yoon, se tornando a primeira brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em um esporte individual: antes de Tóquio, já havia subido ao pódio em Londres 2012 e Rio 2016. A conquista em olimpíadas consecutivas também é inédito.
Com isso, a gaúcha chega ao topo do esporte que mais deu medalhas ao Brasil em Olimpíadas: o judô soma 24 pódios Mayra tem três, mais do que qualquer outro no país.
Mayra foi às lágrimas ao ser declarada campeã na disputa com Hyunji Yoon. Em entrevista à TV Globo após a vitória, ela não segurou a emoção. “Não estou conseguindo falar, estou emocionada. Acho que é a conquista mais importante para mim. Foram difíceis os últimos tempos, bem difíceis, tem que superar, superar de novo e de novo. Não aguentava mais fazer cirurgia, ainda mais no momento que vivemos, tive medo, angústia. Mas continuei. Dar o nosso melhor vale a pena”, disse.
Ela também agradeceu o apoio da família. “Me apoiaram em tudo e estavam comigo nos momentos mais complicados. Obrigada por me apoiar, por me aguentar, eu sou bem chata às vezes. Energia boa. TPM, cansada, com dor, estava comigo. Meus técnicos, apoio, todos. Que me fazem levantar todos os dias. Obrigada por estarem ali”.
- Com informações do UOL
- 28 Jul 2021
- 11:22h
Baiano venceu o chinês Caxiang Chen e enfrenta, na sexta-feira (30), o britânico Benjamin Wittaker | Foto: Twitter Time Brasil
O boxeador baiano Keno Marley está a uma luta de uma medalha olímpica. Na madrugada da terça-feira (27) para esta quarta (28), o atleta venceu o chinês Caxiang Chen por nocaute técnico, no segundo assalto. Caso passe pelo britânico Benjamin Wittaker, na sexta-feira (30), Keno Marley garante no mínimo a medalha de bronze, além de continuar firme na disputa pelo ouro. Na luta contra o chinês, realizada no Ryogoku Kokugikan, o baiano tomou mais iniciativa logo no primeiro assalto. No final do round, acertou um golpe de direita que desestabilizou o adversário. Vencedor no primeiro assalto, Keno Marley continuo ofensivo no segundo round. Um choque de cabeças abriu o supercílio do oponente, que não conseguiu prosseguir na luta.
- Redação
- 27 Jul 2021
- 08:04h
Italo viu sua prancha quebrar na primeira manobra, mas se recuperou e derrotou com ampla superioridade o japonês Kanoa Igarashi | Foto: Reprodução
A primeira medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio foi conquistada na madrugada desta terça-feira (27) por Italo Ferreira, último campeão mundial de surfe, em 2019. Nordestino, potiguar, ele se tornou o primeiro campeão olímpico do surfe.
Na disputa pela medalha, Italo viu sua prancha quebrar na primeira manobra, mas se recuperou e derrotou com ampla superioridade (15.14 a 6.60) o japonês Kanoa Igarashi, algoz de Gabriel Medina nas semifinais e que evitou um confronto nacional na decisão. Medina perdeu o bronze contra Owen Wright.
Até agora, o Brasil conquistou cinco medalhas, com mais duas de prata (Kelvin Hoefler e Rayssa Leal no skate) e duas de bronze (Daniel Cargnin no judô e Fernando Scheffer na natação).
- Redação
- 26 Jul 2021
- 08:34h
(Foto: Reprodução)
Aos 13 anos de idade, a maranhense Rayssa Leal quis ir além de ser a brasileira mais jovem em Jogos Olímpicos. E conseguiu. Com estratégia e tranquilidade, a "Fadinha" brilhou na madrugada desta segunda-feira (26) e ganhou a medalha de prata no skate street. Ela só foi superada pela japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos. O pódio foi completado pela também japonesa Funa Nakayama.
Com boas manobras, Rayssa não teve problemas em passar pela fase classificatória, diferente das compatriotas - e favoritas - Letícia Bufoni e Pamela Rosa. A menina de Imperatriz, então, ficou com a responsabilidade de um país inteiro nas costas. A leveza e o carisma da jovem prevaleceram.
Na final, Nomiji Nishya somou 15,26 pontos e Rayssa poderia ter uma nota maior, mas acabou caindo na saída do slide. Com 14,64, a brasileira contou com um erro de Nakayama, que caiu na última manobra e ficou com 14,49, o que definiu a prata para o Brasil.
"Eu estou muito feliz, porque pude representar todas as meninas, a Pamela e a Leticia, que não se classificaram, todas as meninas do skate e do Brasil. Poder realizar meu sonho de estar aqui e ganhar uma medalha é muito gratificante. Meu sonho e sonho dos meus pais", disse.
Viral nas redes sociais, Rayssa Leal começou a andar de skate aos 7 anos de idade. Ainda muito pequena, a atleta ficou conhecida por mostrar a sua habilidade vestida como uma fada. Agora, o conto se tornou realidade. Rayssa Leal fez história.
- Redação
- 25 Jul 2021
- 07:58h
(Foto: Extra OnLine)
O Brasil conquistou sua segunda medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No Judô, Daniel Cargnin ficou com o bronze ao vencer Baruch Shmailov, do Israel, na categoria peso-meio-leve (até 66kg), na manhã deste domingo (25) no horário de Brasília. O brasileiro conseguiu um wazari e em seguida controlou o combate até o cronômetro ser zerado. É a primeira conquista do país na modalidade no Japão.
Nas primeiras fases, Cargnin derrotou Mohamed Abdelmawgoud (EGI) e Denis Vieru (MOL). Nas quartas de final, o gaúcho passou pelo italiano Manuel Lombardo, primeiro colocado no ranking mundial, com um wazari no final do combate. Porém, ele perdeu para o japonês Hifumi Abe, por ippon, na semifinal.