Cientistas da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, conseguiram mapear o local onde o cérebro guarda as memórias das situações que vivemos. As memórias são organizadas no hipocampo, que organiza com diversos padrões os acontecimentos pela data e local onde ocorreram. "Nós descobrimos que o hipocampo guarda ao menos um mês de memórias e imagens vistas a até 30 quilômetros de distância. Foi a primeira vez que estudou-se a memória na escala da nossa vida prática", afirmou Per Sederberg, um dos autores do estudo, à equipe da publicação científica PNAS, onde a pesquisa foi divulgada nesta semana.
O estudo foi feito com nove mulheres, de 19 a 26 anos, que vestiram um smartphone pendurado no pescoço durante um mês. O telefone estava equipado com um aplicativo, desenvolvido pelos cientistas, que consistia em tirar fotos aleatórias durante o dia das participantes. Foram tiradas cerca de 5,4 mil fotos por participante. Posteriormente, as mulheres observaram cerca de 120 fotos enquanto era feita uma ressonância magnética para observar o local do cérebro que era ativado com aquela memória. Descobriu-se que uma parte específica do hipocampo é responsável por armazenar a informação de acordo com a localidade e a data em que o evento aconteceu. Quanto mais antigo era o acontecimento, mais longe ele estava localizado no hipocampo. Lembrar uma experiência "aciona" diversas partes do cérebro, mas memórias de tipos diferentes são armazenadas com padrões específicos dentro do hipocampo. Os cientistas queriam investigar apenas as memórias de localização de local e data. Trabalhos similares já haviam sido realizados para entender como funciona a memória dos humanos, mas geralmente as pesquisas testavam palavras ou outras informações que haviam sido mostradas em um curto período de tempo. Este estudo é considerado importante por expandir a pesquisa para memórias visuais da vida real.
Smartphones já permitem a realização de diversos serviços bancários, de compras e de informação com apenas alguns toques. Mas uma nova ferramenta oferece facilidades para um nicho bastante específico: os evangélicos. Com o slogan "a palavra do Senhor a qualquer hora, em qualquer lugar", o iFé cobra R$ 20 reais mensais contém serviços como uma rede social para contratação por igrejas e a bíblia online. Além disso, há um canal direto com o pastor (Quer te Escutar), pagamento de dízimo pelo celular (Eu Contribuo) e uma espécie de Foursquare, que permite que você compartilhe a sua localização quando está em cultos ou eventos evangélicos (Tô Aqui, Irmão). À Folha de S. Paulo, um dos idealizadores do aplicativo teve a ideia ao fazer as contas: segundo o católico Julio Marcelino, o Brasil tem 45 milhões de evangélicos, muitos na classe C, e movimentam um mercado bilionário. Para ele, a maioria dos sites voltados para este grupo são “rústicos demais” e não permitem a interatividade. "Se o fiel queria falar com o pastor, tinha que entrar no site, escrever seu nome, pôr o e-mail e enviar até aparecer lá: 'Obrigado, iremos entrar em contato com você'." O que podia demorar dias, isso quando de fato respondiam. "A ideia é encurtar essa janela. Agora, é entre o pastor e o fiel", conta Marcelino. O iFé foi lançado no início do mês no Salão Internacional Gospel, em São Paulo.
Pílula de flibanserin, o 'viagra feminino', aprovado pela agência americana FDA (Foto: AP Photo/Allen G. Breed)Pílula de flibanserin, o 'viagra feminino', aprovado pela agência americana FDA (Foto: AP
A agência que regulamenta alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a Food and Drugs Administration (FDA), aprovou, nesta terça-feira (18), a droga flibanserin (nome comercial Addyi), que tem o objetivo de tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo em mulheres (TDSH). O remédio é conhecido como "viagra feminino". Esta é a primeira pílula no mercado destinada a aumentar a libido da mulher. Em junho deste ano, uma equipe de especialistas da área pediu ao FDA que aprovasse o medicamento, ainda que exclusivamente sob prescrição médica e com medidas adicionais para o controle dos riscos.
O medicamento é um agente não-hormonal, que atua nos neurotransmissores do cérebro para tratar a perda do interesse sexual. Mas a droga pode produzir efeitos colaterais importantes, como náuseas, sonolência, queda da pressão arterial e desmaios. Segundo documentos disponíveis no site do FDA sobre um teste clínico, as mulheres que fizeram uso do flibanserin disseram ter tido, em média, 4,4 experiências sexuais satisfatórias em um mês contra 3,7 no grupo que consumiu placebo e 2,7 antes de iniciado o estudo. "A aprovação de hoje oferece às mulheres afetadas por seu baixo desejo sexual uma opção de tratamento aprovada", declarou Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa dobre drogas do FDA, em nota divulgada pela agência.
O Ministério da Saúde prometeu alterações nas normas de aprovação de testes com seres humanos em pesquisas clínicas durante reunião com cientistas da área médica que reivindicam mudanças. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o grupo deve preparar uma proposta em parceria com o ministério. Ainda segundo a coluna, a segunda reunião será realizada nesta semana. Os cientistas acreditam que o Brasil está atrasado no estudo de novos remédios e terapias devido às atuais regras. "Queremos agilidade, mas não podemos ter pressa e fazer malfeito. Temos que garantir as pesquisas, mas também a segurança de quem participa delas e os princípios bioéticos", explicou o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Adriano Massuda.
O empresário Diego Carvalho dobrou as vendas após a implementação da ferramenta de mensagens (Foto: Mateus Pereira/ ASN BAHIA)
Muito mais do que um aplicativo (app) de bate-papo, hoje o WhatsApp – o ‘zap zap’ - é um grande aliado, tanto do varejo como de pequenos empresários para atrair clientes. Com mais de 47 milhões de usuários no Brasil, o app, que virou febre, se consolida em vários setores como um canal de vendas, de interação e fidelização do consumidor. Na Bahia, há empreendedores que dobraram o faturamento após o uso da ferramenta nos seus negócios. É o caso do artista e microempreendedor individual (MEI) Diego Carvalho, de 28 anos. Dono da empresa e marca de camisas Blueberry, há cerca de um ano ele usa o WhatsApp para se comunicar com fornecedores e com o consumidor.
Com a ação, Carvalho dobrou as vendas e aumentou a clientela em cerca de 50%. “Tenho conversas com os revendedores e com fornecedores - mando as fotos das camisetas - e falo com os clientes, que me mandam desenhos e artes e eu já envio o orçamento”, conta. Além da facilidade, a ferramenta de mensagens instantâneas o conecta diretamente ao seu público. “São dez grupos de surfistas, skatistas, etc. Quando a coleção fica pronta, coloco as fotos dos itens nos grupos e as pessoas logo entram em contato”, revela.
Lista
Chefe de cozinha e proprietário do Boteco do Piri, Jailson Fernandes, 39, o Piri, também é conhecido pela forte atuação no app. São mais de 500 clientes divididos em duas listas de transmissão - que lhe permitem enviar uma mensagem para vários contatos. “Nós pedimos os contatos dos clientes e perguntamos se eles querem receber notícias do Boteco. Enviamos uma peça por semana, divulgando alguma ação, e também fazemos reservas”, enumera Depois de seis meses usando o zap zap, as vendas aumentaram em 30%. No final de semana, a espera, que era de duas mesas, hoje chega a dez. “O cliente se sente mais próximo do lugar e se sente cuidado. O mais legal é que as pessoas já respondem e vão compartilhando”. A cada 100 pessoas que recebem as peças, dez vão ao estabelecimento. A estratégia de Diego e Piri, segundo a gerente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA), Mariana Cruz, tem sido cada vez mais comum entre pequenos e médios empresários baianos. “Tem a ver com o perfil do empreendedor, que está ligado a tecnologias”.
Perfil
A estudante de administração Camila Rogério, 22, representa esse perfil. Cerca de 95% dos negócios dela são fechados pelo aplicativo. Há três meses com o negócio “Baked by Mila”, ela vende 700 cupcakes por mês e chegou a faturar entre R$ 2 mil e R$ 2,5 mil no último mês. “Decidi investir nas redes sociais, pois meu público é em sua maioria jovem”, diz ela, que começou com o Instagram. “Hoje uso mais o WhatsApp e é essencial. O atendimento é mais rápido, quase que instantaneamente. As pessoas precisam dessa atenção”, opina ela. cuidados Segundo o sócio da COM Inteligência Digital e da PaperCliQ, Marcel Ayres, as diversas funcionalidades de interação e de multimídia do Whatsapp atrai cada vez mais usuários para o aplicativo. “São atrativos para as marcas que querem reforçar o relacionamento e a proximidade com seu público”, assegura o especialista em marketing digital. Apesar disso, ele acredita que a maior parte dos empresários ainda esbarra nas estratégias de atuação e relacionamento. “Este uso deve respeitar a vontade e a privacidade dos usuários, evitando práticas intrusivas como o spam. Práticas como o OPT-IN (aceite para receber mensagens) e OPT-OUT (cancelamento do recebimento de mensagens) devem valer também para o WhatsApp”. Mariana, do Sebrae, acrescenta que os empresários devem identificar o limite entre profissional e pessoal. “Como é uma ferramenta que não há um horário de acesso, o limite é muito tênue. O empresário deve evitar compartilhar as mensagens tarde da noite e muito cedo”, diz. Ela recomenda que a atenção seja redobrada no caso de imagens e peças gráficas. “Evite cometer erros ortográficos, facilmente percebidos pelo cliente, que atrela à empresa uma imagem negativa”. Entre as dicas para otimização do zap como uma ferramenta de marketing, ela sugere o agrupamento de clientes. “Classifique os clientes em grupos, e passe a mensagem da forma correta para o público certo. Se for um público jovem, use uma linguagem mais coloquial”, observa.
A seita religiosa desarticulada nesta segunda-feira (17) pela Polícia Federalalegava que o demônio colocaria chips na cabeça das pessoas a não ser que elas se isolassem na comunidade. Para garantir a “salvação”, contudo, os fiéis teriam que doar todos os seus bens, como casas, carros e dinheiro, e trabalhar sem remuneração. Foi isso, inclusive, que deu munição para a ação da PF: investigada desde 2011, quando tinha cerca de 6 mil membros, a comunidade “Jesus A Verdade que Marca” foi denunciada em abril de 2013 por trabalho análogo à escravidão. A PF calcula que a soma dos bens doados chega a R$ 100 milhões, dinheiro que também seria utilizado na compra de carros e casas de luxo pelos líderes. Ao todo, 129 mandados judiciais foram cumpridos nesta segunda em 13 municípios, cinco deles no Vale do São Francisco, na Bahia: Barra, Ibotirama, Remanso, Morpará e Cotegipe. Os envolvidos vão responder pelos crimes de redução de pessoas à condição análoga à de escravo, tráfico de pessoas, estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Segundo o Correio, ex-integrantes da seita tentam reaver parte dos bens doados à quadrilha.
Uma das vítimas, um aposentado com 72 anos contou que o pastor o convenceu a vender seu carro e sua casa e doar mais de R$ 30 mil porque “todas as estradas iam se fechar e colocariam chips na cabeça das pessoas”. “O pastor disse que só quem fosse para aquela região de Minas conseguiria viver bem”, afirmou. Para evitar a saída de pessoas do grupo, os líderes alegavam que “os demônios destruiriam aqueles que saíssem e passavam uns filmes da inquisição”. Os adeptos ainda tinham que enfrentar as disparidades da comunidade. Apesar de afirmarem que “tudo era de todos” e se tratarem por irmãos, ex-membros afirmam que havia diferenças nos tratamentos. “Eu passava as noites limpando tripa, cabeça e pé de boi para comermos. A carne ia para os líderes”, contou uma ex-adepta da seita. “É um grupo extremamente fechado, que busca pessoas em situação vulnerável e as mantêm nas propriedades com uma alta carga de doutrinação”, explicou o delegado responsável, João Carlos Girotto. Nenhum representante da seita foi localizado para comentar a denúncia.
Se você é daquelas que tem um smartphone ou iPhone de última geração, mas na sua lista de aplicativos não tem nada além de WhatsApp, Facebook e Instagram, por pura preguiça, a gente dá uma ajudinha e indica alguns apps que podem melhorar sua vida. Eles são simples de mexer, mas é desejável que a pessoa entenda um pouquinho de inglês. Tudo Gostoso: Mais de 160 mil receitas, rápidas e práticas, para qualquer ocasião. Ideal para os dias em que aquela visita inesperada toca a sua campainha. Mixology: Indicado para quem quer criar seus próprios drinques, entender mais sobre a bebida ou saber o copo certo para usar. Basta colocar no aplicativo as bebidas e os ingredientes que você quer misturar e ele te dá uma receita bacana.
Cloze: Integra todos os seus apps de contatos em uma lista só. Ele também evidencia os contatos com quem você mais fala. Tudo em nome da praticidade. Sleepio: Tem problemas de insônia? Sleepio pode ser a solução. Clinicamente aprovado, ele ajuda seus usuários a dormir 50% mais rápido e ainda garante que a pessoa tenha energia durante o dia. Mindsnack: A falta de tempo e falta de vontade de encarar as salas de aulas impedem que muitas pessoas aprendam um novo idioma. Por isso, o Mindsnack dá uma forcinha. Ele é bastante interativo e ensina italiano, alemão, francês e até japonês. Glow: Melhor amigo da mulher que quer engravidar. Ele indica o dia certo da ovulação da pessoa baseado na menstruação, relações sexuais e medicação que ela toma. Lose It!: Ajuda (e muito!) quem quer perder peso. Ele indica quantas calorias você deve ingerir e perder por dia baseado no seu peso, altura e no que você come. Pump Up: Para as marombeiras viciadas em selfies fazendo musculação ou suando na esteira, ele é o app perfeito. Ele é considerado a rede social dos ratos de academia.
Hora do estudo: separe pipoca, refrigerante e o lugar mais aconchegante da sua casa para estudar. Ligue a televisão e pronto. Mas não é qualquer programa que você vai estudar: temos uma lista especial de filmes que vão te ajudar a fixar os conteúdos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Confira a lista elaborada por professores, que abrange diversas disciplinas: Português, História, Filosofia e Biologia. E diferentes épocas e contextualizações históricas. Para os professores, as obras contribuem para ampliar o leque de referências na hora da prova e ir além do conteúdo tradicional.O professor de Filosofia Rosival Carvalho destaca que os filmes são uma nova linguagem para abordar os conteúdos vistos em sala de aula. “Não tenho dúvida de que podem auxiliar na preparação.
Na maioria das vezes, leva o sujeito a refletir e pensar”, analisa. Para ele, a proposta do Enem exige que o aluno vá além do conteúdo objetivo. “Se você observar os modelos da prova do Enem, a linha é essa”, acrescenta. Além disso, os filmes contribuem para uma formação mais ampla dos estudantes, diz Rosival. “Grande parte dos estudantes que fazem Enem tem entre 17 e 18 anos. Esse público precisa ter cultura diversa. Se for fazer a prova só apoiado só no conteúdo, ele fica muito restrito”. No entanto, a coordenadora de ensino médio do Colégio Villa, Cristina Cardoso, afirma que os filmes não podem substituir os conteúdos normais, nem os livros. “O estudante não pode achar que só ver o filme vai dar conta. Até porque, para identificar o tempo histórico, ele tem que ter o embasamento teórico”, ressalta. Já o professor de História José Nilton Andrade alerta que, apesar de ser uma maneira mais agradável de manter contato com os conteúdos, é preciso ter cautela na hora de assimilar o contéudo dos filmes. “Muitas vezes a história é contada na visão do cineasta e não condiz com o que a prova pede. Eu tenho uma posição muito radical, principalmente quando se trata dos épicos, porque tem heróis e isso acaba distanciando totalmente da realidade”, diz.
Aprendizado
Os estudantes Vitor Alcântara e Rebeca Hertzriken, ambos de 17 anos, começaram a ver os filmes voltados para os conteúdos de provas e vestibulares ao longo da escola e destacam alguns que consideram os mais importantes. Vitor quer cursar Design, mas acredita que é preciso estar bem em todas as disciplinas, por isso se esforça também na área de Humanas. “Eu já vi dois filmes (da lista): Quincas Berro D’Água e Lutero e pretendo assistir Lincoln. É uma boa forma de lembrar, você consegue gravar mais as imagens baseado em fatos reais, os filmes também”, diz Vitor. Já Rebeca destaca que é uma maneira de aprender o assunto e conseguir fazer outras relações com os temas. “Eu acho muito bom porque fica na cabeça o assunto. O Enem quebra muito o decoreba, tem muita questão que não tem um assunto específico, e você tem que saber Filosofia, Sociologia, Ciências Humanas... É bem abrangente. Aí o filme ajuda a contextualizar”, explica a estudante. Ela também afirma que os filmes podem ajudar na hora de dar exemplos na redação. “Os filmes são uma grande carta-trunfo para relacionar com o tema na redação. Essa é a competência 2 do Enem, que diz que é preciso sair da área da Redação e ir para as outras áreas”, diz ela. Ela já assistiu diversos filmes da lista apresentada aqui: A Queda - As Últimas Horas de Hitler, Getúlio, Olga, Gattaca e Cruzadas. Ela quer fazer o curso de Audiovisual e foi justamente por causa das indicações dos professores que optou pela carreira.
Estudantes, que mantêm blog no CORREIO, incluem filmes em suas rotinas de estudo
Participantes do blog Na Cola do Enem, no site do CORREIO, as estudantes Ariane Macedo, 20 anos, e Liliane Reis, 17, também aproveitam o tempo livre para investir em filmes que possam contribuir com a preparação para o Enem. Para Ariane, assistir às obras tem dois propósitos. “Eu assisto na sexta-feira, que é o dia em que estudo Humanas, mas para mim também é uma válvula de escape na hora do estresse”, diz. Nessa reta final, Ariane diz que é sempre bom conseguir um tempo para tentar relaxar e não deixar a ansiedade dominar, por isso os filmes ajudam nessa preparação. Ela conta que sempre segue as indicações dos professores e separa um horário para assistir aos filmes. “Estou me programando para assistir esta semana a outros filmes que os professores indicaram: Lutero, Central do Brasil, Canudos. Normalmente estão mais relacionados à história”, diz a estudante, que quer tentar Medicina. Já Liliane aproveita quando sobram horas nos finais de semana. “Eu acredito que a gente acaba guardando as imagens. Você ler sobre a guerra é uma coisa, quando associa às imagens, fica bem mais fácil”, diz a estudante. Ela também investe em filmes históricos, até mesmo os que não têm um apelo ao conteúdo didático tão claramente. “Mesmo assim, eles ajudam a ilustrar melhor”, explica. Este ano, Liliane já assistiu a Pearl Harbor (2001) e Mississipi em Chamas (1988). O blog Na Cola do Enem traz a rotina de seis estudantes que estão se preparando para fazer a prova do Enem. Em posts semanais, eles contam suas preocupações, dicas e a rotina de estudos intensos na preparação para o exame, que é usado como a porta de entrada nas universidades. As provas do Enem serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro.
Neste sábado (15), é comemorado o Dia dos Solteiros. Solteira há cerca de 1 ano, a analista de planejamentos Lucineide Miranda, de 27 anos, aponta uma desvantagem em estar desacompanhada: a financeira. Desde que terminou seu relacionamento, as baladas, bares e churrascos têm elevado bastante seus gastos mensais. Enquanto isso, a assistente técnica Ana Carolina, de 31 anos, conta que seus gastos pessoais começaram a diminuir há 4 meses, quando terminou um namoro de aproximadamente 1 ano. Para as duas, a mudança no status de relacionamento alterou o orçamento pessoal, porém de formas diferentes. O educador financeiro Edward Claudio Jr, da DSOP, afirma que o que determina o volume de gastos de uma pessoa, seja solteira ou não, são sonhos e objetivos. “Os gastos acabam sendo diferentes. Quando a pessoa é solteira, principalmente se ainda mora com os pais, não tem os custos de quando é se casado e já constituiu família e acaba gastando mais com coisas pessoais”, pondera o especialista.
“Quando a relação já está mais forte, mesmo não estando casado, um casal já começa a ter certos objetivos como casa própria, casamento, e fazem um planejamento. Mas tem muitos solteiros que, mesmo não tendo um namoro, guardam dinheiro para coisas que querem realizar em outro momento da vida”, diz Edward. O administrador Henrique de Resende Mendonça, de 32 anos, está solteiro desde maio depois de 1 ano namorando, e afirma que os gastos depois do rompimento diminuíram. Ele tem o hábito que Edward Claudio Jr destaca: além de guardar dinheiro, possui o desejo de fazer um MBA fora do país e outras viagens.“Eu saio muito pouco para balada mesmo estando solteiro. Sou uma pessoa bem comedida financeiramente, ou o que se chama de ‘pão-duro’”, diz ele, acrescentando que deixa para gastar apenas com festas a que ele realmente tem vontade de ir, sempre procurando planejar os passeios com antecedência. “Hoje, como solteiro, talvez seja mais adepto de usar um aplicativo como o Tinder do que ir numa balada para conhecer alguém. Eu gosto mais de conhecer pessoas casualmente do que numa balada. Conheci minha ex-namorada fotografando um carro, por exemplo.
Estilos de vida diferentes
No caso de Lucineide Miranda, os gastos depois do término de seu namoro subiram justamente por causa de despesas com lazer. “Quando você tem uma pessoa, tem a divisão de gastos quando sai. Solteira, o gasto fica só por sua conta”, compara. “Eu costumo sair praticamente todos os finais de semana. A partir de sexta à noite já tenho compromisso e por aí vai até domingo, e acabo gastando. Na sexta é barzinho, no sábado é balada e no domingo é mais churrasco na casa de amigos, por exemplo.” “Namorando, ou ele ia para a minha casa ou eu para a dele, o máximo que a gente fazia era comprar uma pizza. No sábado ia jantar ou a um parque, ou na casa de um amigo que também namora, são coisas que gastam menos. Domingo era praticamente o dia todo em casa assistindo filme”, descreve Lucineide. Com Ana Carolina, o que aconteceu foi justamente o contrário. “Sinto que gasto mais quando estou com alguém. Saio mais. Quando estou sozinha, geralmente não saio muito e faço programas gratuitos como ir ao parque, andar de bicicleta ou ficar em casa mesmo”, conta. “Saio mais quando tenho companhia. Tenho poucos amigos também, por isso saio bem pouco para bares e baladas. Sou mais do dia”, define ela. Morar sozinha também faz com que Ana controle mais as despesas com lazer. “Tenho despesas que me deixam insegura para sair gastando muito. Sou famosa por ser ‘pão dura’”, brinca ela. “Era o que meu último namorado dizia. Hoje trabalhamos juntos e ele namora. Ele deve estar gastando bem mais que eu.” Para Henrique, o fato de não morar mais com os pais também pesa. Ele divide o apartamento onde mora com um amigo, e diz que tem gastado menos depois que terminou seu relacionamento. “Gasto um pouco mais quando estou namorando porque, mesmo sendo ‘pão-duro’, acabo querendo fazer um pouco mais bonito com a pessoa. Com uma garota com quem estou saindo, por exemplo: a gente foi num bar e fiz questão de pagar a conta. Não precisava, ela é independente e bem sucedida, mas eu quis fazer pela situação. Fazer de vez em quando eu acho elegante. Mas sempre, não. Acho machista.”
Um carro ficou pendurado em um prédio residencial no bairro de Colatina Velha, no Espírito Santo, depois de o condutor se assustar e acelerar o veículo em vez de acionar o freio. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (14). O carro automático, modelo Cruze, foi projetado para frente e derrubou a parede, ficando pendurado a uma altura de 15 metros do chão. O motorista, um eletricista de 30 anos que é morador do prédio, não se feriu, e passou cerca de 20 minutos dentro do veículo à espera do resgate. De acordo com a mulher da vítima, o acidente aconteceu por volta das 6h, quando o marido retornava da casa de um parente que havia passado mal durante a madrugada. Foi ela quem, junto a vizinhos, acionou a polícia. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local e retirou o eletricista pela parte de trás do veículo. A Polícia Militar disse que não foi feito o teste do bafômetro porque o motorista não apresentava sinais de embriaguez. Para a remoção, o carro foi amarrado a uma pilastra da garagem e puxado por um guincho, com o auxilio de cordas e uma roldana. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a estrutura do prédio não foi abalada, porque não atingiu nenhuma pilastra de sustentação, apenas tijolos. A Defesa Civil municipal não precisou ser acionada. A garagem foi completamente isolada para a realização de reparos e para a avaliação da seguradora do condomínio. ( Correio da Bahia)
Uma pesquisa desenvolvida na Charles University, na República Tcheca, apontou que a tendência ao adultério por parte de homens pode ser justificada geneticamente. Segundo o site Vila Mulher, apesar de comum em ambos os sexos, apenas a figura paterna determina esse tipo de comportamento, passado para os filhos homens, de acordo com os resultados. Foram reunidos 86 casais heterossexuais que responderam a perguntas sobre relacionamento, sexo, histórico de traição na família e as próprias infidelidades. Nenhum componente de nível molecular foi utilizado para a análise.
A margarina é rica em gordura trans, que está associada a um aumento de 30% no risco de ataques cardíacos
A margarina pode aumentar as chances de ataques cardíacos, segundo uma pesquisa publicada no British Medical Journal. De acordo com o estudo, não é um regime à base de gordura saturada que provoca diabetes e problema cardíacos e, sim, um recheado de gordura trans. A pesquisa mostrou que o consumo de gorduras trans está associado a um aumento de 30% no risco de uma pessoa ter ataques cardíacos. Os cientistas também descobriram que as pessoas que mantém uma dieta rica em gorduras trans têm 18% mais chance de morrer dos efeitos de uma doença cardíaca. O estudo publicado se utilizou da metanálise para fazer a descoberta. Isso significa que os pesquisadores integraram os resultados de vários estudos para chegar a uma conclusão.
Devido à utilização desta técnica, os cientistas não puderam responder a todas as questões relacionadas ao assunto. Por exemplo, não havia dados suficientes para determinar se a gordura trans está relacionada a um aumento do risco de diabetes do tipo 2. Além disso, como as gorduras saturadas são uma classe de compostos, alguns pesquisadores acham que algumas delas são mais saudáveis do que outras. No entanto, é difícil dizer se isso é verdade a partir desta pesquisa, pois os cientistas avaliaram o efeito do consumo de grandes quantidades de gordura saturadas. A gordura saturada é encontrada em queijos e carnes, como o bacon e na manteiga. Já a trans pode ser dividida em dois tipos. A primeira é a natural, que fica armazenada no estômago de animais. A segunda é a industrial, produzida a partir de óleos vegetais líquidos, que são transformados em gorduras sólidas com a adição de hidrogênio. Esta, geralmente, é adicionada na margarina ou em salgadinhos industrializados. Para alguns pesquisadores as gorduras saturadas integram a classe de compostos e para eles algumas delas são mais saudáveis do que outras. Na publicação britânica os estudiosos avaliaram o efeito do consumo de grandes quantidades de gordura saturadas. Com informações da Exame.
Ansiedade pode passar de pai para filho, segundo uma pesquisa liderada por Andrew Fox, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Os pesquisadores estimam que a contribuição genética para a probabilidade de desenvolvimento de algum transtorno de ansiedade é de 35%. De acordo com a Folha de S. Paulo, o estudo mostra que há uma correlação entre a herança genética e o metabolismo de um circuito presente no cérebro, o que interfere no desenvolvimento do problema. Durante o experimento, 592 macacos da espécie Macaca mulatta foram acompanhados por meio de análise do comportamento e imagens do cérebro de animais em situação de perigo, além de reações fisiológicas ligadas ao estresse.
Uma propaganda da marca de produtos de limpeza Bombril, estrelada pela cantora Ivete Sangalo e pelas humoristas Monica Iozzi e Dani Calabresa, será investigada pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o órgão abriu processo contra a marca depois de os consumidores reclamarem de "discriminação de gênero" e "deboche da figura masculina". Na peça publicitária, as estrelas do comercial dizem que "toda mulher é uma diva" e Calabresa explica como comparar os dois sexos: "toda mulher é uma diva, e todo homem é 'diva-gar' [devagar]". Em nota, a Bombril afirmou que a campanha visa "valorizar o protagonismo feminino" e "usa uma linguagem bem-humorada para ressaltar o valor da mulher na sociedade brasileira e não tem a intenção de ofender os homens ao fazer uma brincadeira com a palavra 'diva'". Veja o vídeo:
O clássico teste de farmácia pode dizer se a mulher está grávida, mas um novo exame de urina pretende permitir que os pais saibam se estão esperando gêmeos ou se podem sofrer um aborto. Três quartos dos abortos espontâneos ocorrem nos primeiros três meses, e muitas mulheres não compartilham suas notícias até depois desse período. Mas um teste desenvolvido pela MAP Diagnostics em Hertfordshire, Reino Unido, quer mudar isso.“Queremos informar os pais sobre seu sucesso potencial de ter uma criança saudável”, diz o fundador da empresa, Stephen Butler, à "New Scientist".A novidade foi inspirada na fertilização in vitro. Tradicionalmente, os embriões saudáveis são escolhidos para a implantação em mulheres e uma célula de cada embrião é removida e usada em um teste genético para rastrear números de cromossomos anormais ou mutações genéticas ligadas aos resultados ruins da gravidez.
Esses embriões secretam proteínas que aparecem no meio da cultura da fertilização in vitro ou na urina das mães. Para fazer suas previsões, a equipe usa um algoritmo que analisa amostras de urina de 121 mulheres que estavam entre 6 e 10 semanas de gravidez. Ao identificar as diferenças nos perfis de proteínas das amostras, o algoritmo determina padrões ligados ao aborto. Estas descobertas foram apresentadas na reunião anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia em Lisboa, Portugal, em junho deste ano. Outros algoritmos podem prever gêmeos ou anomalias cromossômicas no feto. Mas antes que o teste seja oferecido amplamente, a equipe quer afinar os algoritmos. Eles estão planejando analisar cerca de 10 mil amostras para melhorar a detecção de anormalidades cromossômicas que causam a síndrome de Down, por exemplo, antes de desenvolver um kit de teste caseiro. Um teste para o risco de aborto seria útil, mas apenas se fosse extremamente preciso, afirmou Zev Williams, estudioso da Escola de Medicina Albert Einstein da Universidade de Yeshiva, em Nova York. As causas de muitos abortos são um mistério e nem sempre podem ser evitadas. Ainda assim, Dominguez pensa que testes preditivos baseados em urina são uma promessa importante: “Este é o futuro.”