BUSCA PELA CATEGORIA "Curiosidades"
(Foto: Reprodução)
Quem utiliza um iPhone provavelmente já ficou na mão alguma vez por causa da bateria do smartphone. Este problema pode estar com os dias contatos graças a uma tecnologia desenvolvida pela empresa britânica Intelligent Energy que promete fazer o aparelho ficar ligado por até uma semana sem precisar ser conectado a uma tomada. A nova bateria usa a mistura entre oxigênio e hidrogênio para criar energia e não altera o tamanho ou o formato do iPhone. Para dissipar o vapor gerado pela combinação dos elementos, seria necessário acrescentar apenas algumas aberturas na parte traseira do telefone da Apple. A reação poderia ser repetida constantemente por até uma semana.
Depois desse prazo, o ciclo é interrompido. O usuário deve, então, recarregar o gás através de um fone de ouvido modificado que bombeia hidrogênio para a bateria. Para o lançamento comercial da tecnologia, a Intelligent Energy está desenvolvendo um tipo de cartucho, que pode ser acoplado ao celular da Apple e teria a mesma capacidade de suprir as necessidades de energia do aparelho por uma semana. O jornal britânico Telegraph afirma ainda que a Intelligent Energy estáTRABALHANDO
com a Apple para implementar a bateria nos seus próximos lançamentos. As duas empresas, no entanto, não comentaram as especulações.
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Pouco menos de três quartos dos brasileiros donos de smartphones vão a lojas e, mesmo em meio a carros ou sapatos, não tiram os olhos dos... smartphones. Segundo uma pesquisa do Google divulgada nesta terça-feira (25), 74% das pessoas que têm celulares inteligentes usam os aparelhos dentro de estabelecimentos comerciais. E, mais do que fofocar em apps de mensagem, 79% delas pesquisam mais sobre o produto a ser comprado. Esse é um dos fenômenos da navegação brasileira na internet, que migra com mais intensidade dos computadores para smartphones. O levantamento aponta que, em 2015, dobraram os acessos a partir de aparelhos móveis, que já respondem por quase 30% das conexões. "O brasileiro adora consultar preços", afirma Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil. "A gente fala sobre produtos, mas isso vale até para automóveis." "Hoje, O consumidor busca mais informação antes do momento da compra [de um automóvel]." Isso, por exemplo, reduz as visitas às concessionárias. Antes de o motorista sair dirigindo seu carro, eram quatro há três anos, mas neste ano passaram a 2,6 idas à loja.
Esses são alguns dos resultados de uma pesquisa que o Google realizou entre junho e agosto deste ano com 1,2 mil brasileiros que possuíssem smartphone. O objetivo era entender o comportamento do brasileiro no mundo digital.
Mobilidade
Os números mostram que a população conectada cresceu, enquanto a de indivíduos "móveis" avançou em ritmo mais acelerado. Se em 2010, os internautas eram 82 milhões, em 2015, passaram a 117 milhões. Já o número de donos de smartphone pulou de 10 milhões para 93 milhões no mesmo período. Com Isso, a participação dos smartphones no acesso à internet cresceu 112% em um ano. Se em maio de 2015, os smartphones respondiam por 13,94% dos acessos a sites, buscas e outros serviços conectados, no mesmo mês deste anos, passou para 29,51%.
Mobilidade
Os números mostram que a população conectada cresceu, enquanto a de indivíduos "móveis" avançou em ritmo mais acelerado. Se em 2010, os internautas eram 82 milhões, em 2015, passaram a 117 milhões. Já o número de donos de smartphone pulou de 10 milhões para 93 milhões no mesmo período. Com Isso, a participação dos smartphones no acesso à internet cresceu 112% em um ano. Se em maio de 2015, os smartphones respondiam por 13,94% dos acessos a sites, buscas e outros serviços conectados, no mesmo mês deste anos, passou para 29,51%.
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Nas grandes cidades do mundo e até nas que não são tão grandes assim, a gente vê telefones celulares, e suas torres, pra todo lado. Esses equipamentos emitem um tipo de radiação que os cientistas diziam que era inofensiva. Entre os pesquisadores, o tema divide opiniões. Você vai ver, agora, as conclusões de um levantamento supercompleto feito a partir de cem artigos científicos que tratam desse assunto. E que cuidados devemos tomar. São Paulo vista do alto! Um mar de concreto e de antenas, muitas de telefonia móvel. São Paulo vista de baixo: um fluxo constante de pessoas e de telefones celulares. Avenida Paulista, um dos pontos mais movimentados e mais altos de São Paulo. Esse é um lugar cercado de radiação e de ondas eletromagnéticas, que, é claro, a gente não consegue ver.
Se a gente voltasse no tempo, para 1985, a quantidade de radiação eletromagnética. Se ela fosse visível, seria mais ou menos como mostrado no vídeo acima. Mas agora, 30 anos depois, com celulares, tablets e computadores para todo lado, os cientistas calculam que a quantidade de radiação eletromagnética aumentou muito: 250 mil vezes. Se essas ondas fossem visíveis, você não conseguiria enxergar mais nada. Mas toda essa radiação é segura para saúde? O tema divide opiniões. Enquanto muitos cientistas duvidam que a radiação de baixa intensidade provoque algum tipo de dano, outros discordam. Um levantamento supercompleto, recém-publicado, de pesquisadores da Ucrânia e dos Estados Unidos concluiu: essas ondas eletromagnéticas podem não ser tão inofensivas como se pensava. “Essa energia entra nos tecidos. Estamos falando de efeitos de radiação no organismo”, afirma o biólogo molecular Segiy Kyrylenko. O estudo reforça o que já tinha sido divulgado em um relatório de 2011, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Trinta e um cientistas, de 14 países, decidiram incluir a radiação dos celulares na mesma categoria da emissão de gases de automóveis e do café, o grupo 2B, dos agentes possivelmente cancerígenos. “Os efeitos dessa radiação são evidentes, detectáveis e temos que ter cuidado”, garante Kyrylenko. Um dos autores do levantamento mais recente, o ucraniano Sergyi Kyrylenko, passa uma temporada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Dos 100 trabalhos que o grupo dele analisou, 93 detectaram algum tipo de efeito em organismos vivos das ondas dos celulares, chamadas de radiação de baixa frequência. Kyrylenko destaca uma dessas pesquisas, feita pela própria equipe ucraniana. “Nós pegamos ovos de codorna e colocamos um celular comum por cima. Depois de três dias expostos à radiação do aparelho, o desenvolvimento dos ovos acelerou. Depois de cinco dias, no entanto, o desenvolvimento dos mesmos ovos desacelerou. Não estamos dizendo que isso pode causar danos. O que estamos falando é que essa radiação tem algum efeito no organismo, não é neutra”, relata Kyrylenko. Essa radiação neutra tem um outro nome: radiação não-ionizante. Isso quer dizer que ela não tem energia suficiente para quebrar moléculas, como a do DNA, e fazer estragos no nosso corpo. Já um outro tipo de radiação sabidamente provoca danos: a radiação ionizante. Ela causa doenças, inclusive o câncer. É a radiação das bombas atômicas e dos raios-x, que são muito úteis, mas precisam ser aplicadas em doses baixas. Mas se a radiação não-ionizante não tem energia suficiente para romper moléculas e causar doenças, então como é que ela afeta os organismos vivos? Os cientistas têm uma forte suspeita. O que boa parte dessas pesquisas está detectando lá nas células tem um nome complicado, mas é fácil de explicar: é o estresse oxidativo. Quando a gente respira, o oxigênio faz muito bem, é claro. Mas ele também produz substâncias que podem causar doenças, são os radicais livres. Só que dentro do nosso organismo, existem substâncias que combatem os radicais livres. Só que no estresse oxidativo há um desequilíbrio, fica sobrando radical livre no organismo e isso pode levar a muitas doenças. “São danos que podem levar ao desenvolvimento de tumores” afirma Kyrylenko. Nos consultórios e salas de cirurgia, opiniões diferentes. O doutor Antonio de Salles, professor de neurocirurgia da Universidade da Califórnia, toma precauções. “Eu uso bastante celular, claro, mas eu tento evitar colocar na orelha, com o alto falante do telefone. Eu acho que nós devemos usar o celular distante do nosso corpo”, aconselha o neurocirurgião. Guilherme Lepski, também neurocirurgião e treinado na Alemanha, tem uma visão oposta: “Eu não acredito muito nesse risco prático do celular na formação de tumores. É possível que exista algum risco? É possível. Eu particularmente acho que esse risco deve ser mínimo, muito pequeno ou, eventualmente, não existente”, diz Lepski. E o doutor José Renato Félix Bauab, neurologista clínico, espera por mais pesquisas. “Têm alguns estudos que conseguiram comprovar que a proximidade ao crânio, naquele lado do cérebro, você tem um aumento de metabolismo. Mas ainda não conseguiu-se ainda uma comprovação de lesão ao DNA”, pondera Bauab. Mas o neurocirurgião Antonio de Salles lembra que os celulares são um fenômeno recente, e muitas vezes, na medicina, é preciso tempo para os efeitos ficarem claros. “Quando os anos se passam e se seguem apropriadamente os estudos e os pacientes, a gente começa a ver isso”, diz Salles. O representante dos fabricantes afirma: “Usar celular é seguríssimo. Os celulares que são colocados para comercialização seguem determinados padrões definidos pela Organização Mundial de Saúde. E esses limites têm uma margem de segurança enorme”, afirma Aderbal Bonturi Pereira, diretor do Fórum de Fabricantes de Celulares. Enquanto o debate prossegue, os cientistas dão dicas para você se proteger.
1) Use o celular longe do corpo. “Principalmente, quando o celular está fazendo a conexão, que é quando a radiação está mais forte. Depois, é só usar o viva voz”, recomenda Kyrylenko.
2) Prefira mensagens de texto a ligações. “A radiação não-ionizante será menor”, diz Salles.
3) Não durma com o celular perto da cabeça.
4) Não carregue o aparelho no bolso.
5) E, por fim, importante! Enquanto houver dúvidas, evite que crianças usem o celular. “O osso é mais fino, as células estão em desenvolvimento”, esclarece Salles. “Não é para jogar fora os celulares, mas para usar com sabedoria” afirma Kyrylenko.
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(Foto: Reprodução)
Ao longo do século passado, a única solução para pessoas com transtornos mentais era o isolamento em manicômios. O maior do Brasil foi o Colônia, que começou a funcionar em 1903, em Barbacena, Minas Gerais. Lá, pelo menos 60 mil pessoas perderam a vida numa trajetória de quase um século de desrespeitos aos direitos humanos. Hiram Firmino foi um dos poucos jornalistas a entrar no hospício, no fim da década de 1970. Ele escreveu diversas matérias com denúncias sobre os horrores que viu no Colônia. “Mulher é um símbolo de beleza. Para mim, foi chocante ver as mulheres do hospício no chão, sujas, igual bicho, quase todas nuas, no meio de fezes, urina, rato, dormindo em capim. Agora ver as crianças no mesmo estado, com um pneu velho o dia inteiro, que era a única coisa que tinham para brincar, foi ainda pior”, desabafa o jornalista.
A terapia por meio de choques era usada, muitas vezes, como poderosa arma de punição contra os que não se comportavam. Sueli Rezende morreu noREGIME
de internação. A filha, Débora Soares, 30 anos, foi adotada. Ao buscar informações sobre a mãe biológica, Débora ficou horrorizada com o que viu nos prontuários. “Minha mãe chegou a receber quinze sessões de choque em um mês, era dia sim, dia não, algo intolerável. Ela se rebelava e fazia de tudo para não levar o choque: corria, ia pro banheiro, tentava derrubar o aparelho e lutava com os funcionários”.A jornalista Daniela Arbex fez uma vastaPESQUISA
sobre o Colônia. Ela escreveu uma série de reportagens e um livro sobre o assunto. Daniela descobriu que o esgoto corria a céu aberto no hospício e muitas vezes servia de alimento. “Você via as pessoas definhando. Isso já é um indício muito forte de que não havia alimentação. Os funcionários da época e os próprios pacientes contaram que não havia alimento suficiente, que eles passavam fome, que, muitas vezes, havia uma sopa rala”. A maioria dos doentes não tinha direito a cama. Dormiam em capins, agarrados uns aos outros para espantar o frio das serras geladas de Barbacena. A superlotação do hospício era a justificativa para o descaso. Em 1960, em um lugar projetado inicialmente para 200 pacientes, havia 5 mil. Muitos que passavam por tudo isso nem tinham transtorno mental. “A gente encontrou histórias de pessoas que foram mandadas pro hospital para esconder uma gravidez, porque tinham perdido seus documentos ou porque o marido resolveu ficar com a amante”, constatou Daniela.
Encontros e Desencontros
Nos antigos manicômios, as mulheres que engravidavam não podiam ficar com os filhos. As crianças eram adotadas ou iam para orfanatos. A secretária Débora Soares nasceu dentro do hospício de Barbacena. Foi adotada por uma funcionária do lugar. Já adulta, Débora descobriu que a mãe biológica se chamava Sueli Rezende e que ela poderia estar internada no hospital psiquiátrico da cidade. Ao chegar ao local, ficou sabendo que a mãe havia morrido há um ano. Agora, Débora quer descobrir o paradeiro da irmã, a segunda filha que Sueli teve no hospital. “Ela foi entregue para adoção. Eu só sei que nasceu no dia 15 de junho de 1986, é dois anos mais nova e o nome que minha mãe escolheu pra ela foi Luzia Rezende. Mas devem ter trocado o nome”. Ao ler os prontuários da mãe biológica no hospital, Débora teve a certeza de que foi muito amada por ela. “As únicas lembranças que minha mãe tinha eram a cor de pele das filhas, uma morena e outra branquinha, e as datas de nascimento. Quando eu fiz 8 anos, ela teve uma crise e ficou pedindo para saber como era o rostinho da filha”, revela Débora. O bombeiro João Bosco, 48 anos, e a mãe Geralda Siqueira, 66 anos, ex-interna do hospício de Barbacena, também foram vítimas da política de afastamento entre mães e filhos nos manicômios. Geralda ainda foi vítima do isolamento no manicômio sem nunca ter tido transtorno mental. Órfã desde criança, ela foi morar aos 11 anos numa casa de família para ser empregada doméstica. Foi estuprada várias vezes pelo patrão, até ficar grávida. Para se livrar do problema, o patrão a levou para o hospício. “Eu levei o maior choque porque eu nunca tinha visto aquilo. Era horrível ficar naquela prisão, no meio daquela bagunça, sujeira, com uma porção de gente doente”, desabafa a ex-interna do hospício. Depois que o filho João Bosco nasceu, Geralda conseguiu alta do hospício. Foi atrás de emprego e deixou o filho com religiosas que trabalhavam no local. Um dia, quando voltou para visitá-lo, a criança não estava mais lá. Geralda ficou desesperada e começou a cobrar explicações sobre o paradeiro do menino. “Como eu fiquei nervosa, os funcionários me pegaram pelo braço e me levaram para a sala de tratamento com eletrochoque. Levei um choque enorme e fui ameaçada de ficar internada para sempre no hospício caso voltasse lá atrás do meu filho. Nunca mais tive notícia dele”. João Bosco foi para um orfanato, depois para a Febem (local onde se internavam jovens em conflito com a lei) e finalmente passou no concurso do Corpo de Bombeiros. Os colegas da corporação é que tentaram descobrir o paradeiro da mãe de João e conseguiram encontrá-la em 2011. De lá pra cá, os dois não se desgrudam. “Por mais que os problemas da vida levem cada um para um lado, existe um laço invisível, enlaçado por Deus, entre a mãe e o filho. Isso ninguém rompe. Quando nos reencontramos, voltamos à nossa origem”, disse João Bosco.
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Bahia tem 51% da sua população acima do peso; média nacional é de 56% dos habitantes (Foto: EBC)
Cerca de 51% da população baiana está acima do peso. Apesar da proporção, o número é apenas o 25º entre as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal, é o que mostra a última edição daPESQUISA
Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O que surpreende, porém, é a média do brasileiro – mais de 82 milhões de pessoas estão acima do peso, o que corresponde a mais de 56% dos habitantes do Brasil. Entre a população obesa, a Bahia também aparece atrás nos números com apenas 17,1% dos baianos comOBESIDADE
. O primeiro lugar no quesito é em Santa Cantarina, onde 25,7% da população é obesa. No ranking geral, Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com a maior proporção de pessoas com sobrepeso. Lá, mais de 63% da população com mais de 18 anos sofre com o problema.
Imagem Ilustrativa
Mulheres que pretendem ficar grávidas devem fazer sexo com as luzes apagadas, à noite, para aumentar a fertilidade. Quartos iluminados podem impedir que tal objetivo seja alcançado. É o que garante pesquisa de cientistas americanos, ingleses e japoneses. As informações são do Daily Mail. Os especialistas afirmam que todo o tipo de luz, desde aquelas emitidas por postes na rua até aquelas das telas dos tablets, pode interromper o ciclo reprodutivo feminino. Mulheres de meia-idade, particularmente, correm mais riscos Os pesquisadores dão conselhos àquelas que lutam para conceber uma criança: dormir bem, diminuir as luzes à noite e ter refeições em horários regulares. Pode parecer uma dica esquisita, mas a mostra prova que um em cada sete casais tem problemas para ter um bebê, e, em muitos casos, a causa é desconhecida. E ter uma rotina pode ajudar. Outras doenças podem estar ligas à luz no período noturno como câncer , diabetes, depressão e obesidade, segundo os pesquisadores. Segundo o médico Gene Block, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, as mulheres estão expostas a muitas perturbações desafiadoras no mundo moderno em ambientes que podem dificultar a fertilidade. "Atualmente, vivemos com altos níveis de luz à noite e nosso ciclo de sono é interrompido por zonas de trabalho por turnos ou tempo de travessia", conclui. Especialistas britânicos afirmam que a ligação entre fertilidade e saúde em geral não deve ser subestimada. Os americanos e japoneses chegaram a essas conclusões analisando ratos em experimentos. A luz não teve efeito sobre ratas jovens, mas as taxas de gravidez despencaram em animais de meia-idade.Cerca de 70% das ratas, com relógios biológicos considerados regulares, ficaram grávidas, contra 10% daquelas que tiveram perturbações à noite, segundo relatórios da revista Cell. A fertilidade pode ser restaurada, desde que se viva em sintonia com o relógio biológico, segundo os especialistas.
(Foto: Reprodução)
A história é rocambolesca, mas virou assunto da vez nas cidades da divisa da Bahia com Minas Gerais e reacendeu o sonho dos vizinhos de terem, enfim, um litoral para chamar de seu. Segundo reportagens publicadas esta semana pelo jornal O Estado de Minas, uma faixa do Extremo Sul baiano, com 12 quilômetros de largura por 142 de extensão, pertenceria na verdade ao patrimônio mineiro. O trecho, por onde passava a extinta Ferrovia Bahia-Minas, mais conhecida na região como Baiminas, teria sido concedido pelo imperador dom Pedro II à companhia dona da estrada de ferro. Esta, ligava Araçuai, no Vale do Jequitinhonha, à praia de Ponta de Areia, em Caravelas, cidade turística da Costa das Baleias. Em 1910, o governo de Minas supostamente comprou as terras, à época hipotecadas ao antigo Banco de Crédito Real do Brasil. Agora, diz o jornal, uma força-tarefa está à cata de documentos para tentar comprovar a existência do que já foi apelidado como “Mar de Minas”.
Foto: Reprodução/ NASA
A Nasa desmentiu boatos que circulam em blogs e sites de notícia e garantiu que um asteride gigante não vai se chocar com a Terra, destruindo assim grande parte das Américas. A informação que circulava na internet era que o corpo atingiria o planeta entre o meio e o fim de setembro, perto de Porto Rico. O Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial americana enviou um comunicado nesta semana para acabar com as previsões catastróficas, de acordo com o Info. “Não há nenhuma base científica – nenhuma evidência – de que um asteroide ou outro objeto celeste irá atingir a Terra nestas datas”, garantiu o gerente do projeto de Objetos Próximos da Terra, Paul Chodas. De acordo com o Laboratório de Propulsão a Jato, todos os asteroides perigosos conhecidos têm menos de 0,01% de chance de impactar a Terra os próximos 100 anos. Além disso, se existisse algum objeto grande o suficiente, capaz de tamanha destruição, a Nasa já teria visto. “Mais uma vez não existe nenhuma evidência de que um asteroide ou qualquer outro objeto celeste está em uma trajetória que impactará a Terra”, concluiu Chodas.
Foto: Photo CHU Toulouse
Uma cirurgia inédita realizada na França transplantou um rim, extraído de uma doadora viva, em uma receptora através da vagina. Ainda mais inovador é o fato de que o procedimento foi feito exclusivamente por um robô cirúrgico, segundo fontes do centro médico Rangueil de Toulouse, no sudoeste do país. A extração renal seguida de transplante foi feita em julho, e envolveu duas irmãs, segundo um comunicado divulgado pelo hospital. Valérie Perez, de 44 anos, doou um rim a sua irmã Béatrice Perez, de 43, no dia 9 de julho. Segundo o cirurgião urologista responsável pelo transplante no hospital, Frederico Sallusto, as irmãs atualmente estão em bom estado de saúde. De acordo com a agência de notícias France Press, ele realizou a operação com o especialista em cirurgia urológica com a ajuda de um robô, o doutor Nicolas Doumerc. A doadora pôde voltar para casa dois dias após a operação, e a receptora quatro dias depois. O hospital de Toulouse afirmou ainda que até agora uma centena de pessoas na Índia e nos Estados Unidos receberam um transplante renal, de doador vivo ou não, mediante um robô cirúrgico.
(Foto: Reprodução)
A água que bebemos hoje é a mesma de milhões de anos atrás. Ela foi se reciclando, voltou para a natureza para ser reusada. Na quarta reportagem de Tonico Ferreira na série "Água - Planeta em Crise", conheça a tecnologia desenvolvida pelos países para reutilizar a água e vai ver que o Brasil tem PESQUISAS
e soluções para o reúso, mas pouco aproveita. A série é uma parceria do Jornal da Globo com o Globo Natureza. Abrir a torneira e sair água limpa é tão natural que não nos damos conta do caminho que a água percorre para entrar na nossa casa e depois sair, em geral, na forma de esgoto. É preciso uma crise de abastecimento para se ter ideia da complexidade da estrutura envolvida: represas, adutoras, bombas, canais e redes de distribuição. O professor David Sedlak, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, em seu livro clássico sobre o recurso mais valioso do mundo, diz que para chegar onde está hoje, o sistema de distribuição de água passou por uma série de revoluções nos últimos 2,5 mil anos. Os romanos fizeram a primeira revolução: construir aquedutos e importar água de longe para abastecer suas cidades.
A segunda, no século 19, foi tratar a água porque ela havia se tornado uma fonte de doenças, contaminada pelo esgoto da própria cidade, e a terceira revolução, em meados do século passado, tratou esse esgoto antes dele ser jogado no meio ambiente. No Brasil, essa revolução ainda não se completou porque aqui a maior parte do esgoto, 61%, vai direto para os rios, lagos e mar. A quarta revolução é a atual e vem da escassez crescente: usar água com eficiência. O reúso é um exemplo: a água entra na cidade, vira esgoto, que é tratado para se transformar em água potável pronta para ser reusada. A ideia é reciclar, manter dentro da cidade o máximo de água que chega até ela. Nesta quarta fase, Sedlak diz que é preciso investir em novas tecnologias, mesmo em países em desenvolvimento, como o Brasil. “Os danos econômicos associados à falta d'água são muito maiores do que os investimentos para se ter um suprimento seguro de água”, ele explica. É o que fez o Condado de Orange, no litoral da Califórnia. Quando a água salgada do mar começou a invadir o aquífero, a água subterrânea, que abastece a cidade, a solução tecnológica foi bombear água doce para dentro dele, aumentar a pressão e criar uma espécie de barreira protetora contra a água salgada. E como Orange não tem fonte natural de água, construiu o maior sistema de purificação de água do mundo. “Nós podemos produzir essa água mais barata que a água importada. Nós podemos produzir pela metade do custo da água dessalinizada”, diz Sedlak.
DO ESGOTO À ÁGUA PURA
Em uma ponta entra o esgoto da cidade, que passa por microfiltros com orifícios minúsculos. Um fio de cabelo é 300 vezes mais largo. Partículas, bactérias e até vírus ficam para trás. Em seguida, em um processo chamado de osmose reversa, a água é pressionada para atravessar uma membrana que só deixa passar as moléculas de água. O último estágio é um banho de raios ultravioleta e o que sai na ponta final é água pura. Na busca da autossuficiência no suprimento de água, Cingapura decidiu que tinha que investir em ciência. No desenvolvimento de tecnologias avançadas. O Instituto Newri, criado há apenas oito anos, já é uma referência mundial naPESQUISA
de água e meio ambiente. Um dos objetivos dos cientistas é fabricar membranas sintéticas que purifiquem água com gasto mínimo de energia. “É tentar imitar o rim humano no processo de filtragem do sangue”, diz o professor Chong Tzyy Hour. A professora Zhou YanPESQUISA
o processo de converter bactérias em gás metano para produzir energia elétrica para purificar a água. O diretor e fundador do instituto, professor Wun Jern, diz que o Newri segue a doutrina das universidades de Cingapura, que é trabalhar sem preconceitos com as empresas privadas para transformar pesquisa em desenvolvimento.
HÁ PESQUISAS NO BRASIL
O Brasil tem pesquisa com membrana faz tempo. O laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro tem condições de oferecer um projeto nacional de fabricação de membranas tanto para tratamento de esgoto como para dessalinizar água do mar. Mas alguém pediu ajuda ao laboratório neste momento de crise?“Se fomos procurados por governantes para discutir a crise hídrica e usar a tecnologia que já está desenvolvida no país? Não. Nós não fomos procurados por esses governantes”, diz Cristiano Borges, do Coppe. Em uma estação de produção de água de reuso a partir de esgoto doméstico que fica em São Paulo, tudo é bem moderno, a prova de que é possível fazer aqui o mesmo processo que existe em países mais avançados. Não há impedimento tecnológico. Se quiser fazer, dá para fazer. A produção é suficiente para atender uma cidade de 300 mil habitantes. A água é potável, mas por enquanto, só tem uso industrial. É levada por uma adutora com 17 km de comprimento para o polo petroquímico do ABC, onde é usada em torres de resfriamento e caldeiras. Os clientes estão satisfeitos. O governo de São Paulo anunciou um projeto para aumentar a produção de água de reúso na Grande São Paulo, mas vai demorar dois anos e meio. Por enquanto, esta é a única grande usina de reuso no Brasil. Faltou interesse em fazer mais.
COMO FUNCIONA NA AUSTRÁLIA
Sidnei, na Austrália, com ¼ da população de São Paulo, tem 13 estações de reciclagem de água para uso industrial, recuperação de rios e também uso residencial. A estação de Rouse Hill alimenta o rio da região com água limpa e fornece água reciclada para quase 20 mil residências. As casas têm duas entradas de água, uma para potável, que vem dos reservatórios da cidade, e outra para água reciclada. O sistema exige que todas as casas tenham uma rede de canos dupla. A água reciclada serve para regar jardim, lavar roupa e nas descargas dos vasos sanitários. A gerente de produção diz que os consumidores podem usar o quanto quiserem, sem limites. A água que bebemos hoje de manhã pode ter sido usada uma semana, um mês ou um século atrás. Pode ter sido bebida por um construtor das pirâmides ou por um dinossauro há 65 milhões de anos. A verdade é que toda água é água reusada. A que vai para o ralo da pia pode estar indo para uma fonte de água de uma outra comunidade. Todos nós vivemos rio abaixo de alguém e, em um mundo onde a demanda por água potável cresce, a reciclagem é a chave para um abastecimento sustentável.
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Modelo foi candidato ao título de Mister Brasil em 2013 (Foto: Reprodução/Mister Brasil Oficial)
Um modelo de 30 anos foi preso no bairro da Pituba, em Salvador, depois de ser flagrado com 440 comprimidos de ecstasy escondidos em um urso de pelúcia. De acordo com a polícia, Igor Gomes Bonfim, que é natural de Sergipe, foi preso por equipes do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) na quinta-feira (20). O modelo, que também é produtor de eventos, foi flagrado em um veículo Corsa Sedan, de cor azul, placa KKX-8353, quando passava pela Avenida Otávio Mangabeira. Ainda de acordo com a polícia, ele estava na companhia de um adolescente de 17 anos, que foi apreendido e encaminhado à Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI). Segundo o delegado Alexandre Narita, da Coordenação de Narcóticos do Draco, Igor foi autuado por tráfico de drogas e encaminhado ao Sistema Prisional. O material apreendido já seguiu para a perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Igor Gomes Bonfim já foi Mister Sergipe em 2012 e foi candidato ao título de Mister Brasil 2013, representando o estado de Sergipe.
(Foto: Reprodução)
Cerca de 60% das mulheres brasileiras entre 50 e 69 anos de idade fizeram mamografia em 2013. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (21) na pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). O Nordeste é a segunda região onde mulheres menos fizeram o exame (47,9%), atrás da região Norte (38,7%). Segundo a Agência Brasil, os dados são relativos a mamografias feitas até dois anos antes da pesquisa e revelam que a realização do exame – para detectar câncer de mama – foi mais frequente entre mulheres brancas (66,2%) do que pretas (54,2%) e pardas (52,9%) e mais frequente entre aquelas com grau superior completo (80,9%), do que entre mulheres sem instrução ou com ensino fundamental completo (50,9%). Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior, o acesso ao exame melhorou muito no país nos últimos anos, mas ainda está abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é 70% das mulheres nessa faixa etária fazendo mamografia periodicamente. "Além disso, a qualidade do exame é fundamental. Com o Programa Nacional de Mamografia funcionando na maioria das cidades, tenho certeza que nossos índices de mortalidade vão cair nos próximos anos", comentou Freitas Junior, ao destacar a importância do acesso ao tratamento adequado do câncer de mama em todo o território nacional. "Acredito que com tudo isso em um futuro próximo estaremos ao lado de países como Estados Unidos e Inglaterra, mostrando redução da mortalidade por câncer de mama, que ainda é alta no Brasil", completou.
(Foto: Divulgação)
Um novo aplicativo lançado esta semana promete ser um bom aliado da população na busca qualificada por indicações de médicos. Criado para as plataformas iOS e Android, o HealthMeApp tem sua base de dados alimentada por experiência dos próprios usuários, criando uma rede colaborativa de informações. A decisão dos brasileiros Carla e Guilherme Magalhães de criar a ferramenta veio, segundo eles, de uma “necessidade real”. “Da mesma forma como hoje pedimos indicações deHOTÉIS
, restaurantes e compras diversas, sempre que precisamos ir ao médico, uma indicação de alguém conhecido vale muito. Foi assim que surgiu o conceito do aplicativo”, conta Guilherme.
Ele explica também que experiências próprias funcionaram como combustível para a ideia de criar o aplicativo. “Tanto a Carla como eu já passamos por experiências não muito agradáveis em médicos que fomos apenas baseados na proximidade de casa. Por isso entendemos essa questão da indicação como fundamental, ainda mais quando estamos lidando com saúde”, explica. O cadastro no novo app pode ser vinculado à conta do Facebook do usuário. A grande vantagem dessa opção é a possibilidade de ver as indicações feitas por amigos conectados pela rede social. A interface é bastante simples e ágil. No menu inicial, o usuário tem as opções Buscar, Indicações, Favoritos e Ajustes. Na primeira, é possível pesquisar médicos por nome, especialidade e localidade. Ao encontrar o resultado, o usuário visualiza a ficha completa do profissional, com endereço, dados de contato e três atributos avaliados: atendimento, tempo de espera e valor da consulta. Os usuários ainda podem verificar se algum de seus amigos do Facebook o indicaram, podendo inclusive acessá-los para trocar mais informações. Na opção Indicações, as pessoas podem visualizar rapidamente todas as indicações feitas por seus amigos e podem fazer suas próprias. Em Favoritos, é possível acessar a lista de profissionais marcados como preferidos. Para mais informações, acesse o site do aplicativo.
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Foto: Getty Images
Um estudo divulgado nesta quinta-feira (20) mostrou que trabalhar 55 horas ou mais por semana aumenta em 33% o risco de enfarte, quando se compara com uma jornada de 35 a 40 horas semanais. Durante 7,2 anos, os pesquisadores acompanharam 528.908 homens e mulheres. De acordo com os resultados, em comparação com pessoas que têm uma semana regular, aqueles que trabalham entre 41 e 48 horas tinham um risco acrescido de 10%, enquanto os que trabalham entre 49 horas e 54 horas enfrentam risco extra de 27%, mesmo quando se retirava o consumo de cigarro e álcool e a atividade física. No caso de a pessoa trabalhar 55 horas ou mais por semana, o risco de enfarte aumenta 33%, indica o estudo publicado na revista The Lancet. "Os profissionais de saúde deveriam estar conscientes de que trabalhar longas horas está associado a um significativo aumento do risco de enfarte e, possivelmente, de doenças cardíacas", afirma a pesquisa.
- Blog do Anderson
- 20 Ago 2015
- 14:56h
Fotos: Captura | BLOG DO ANDERSON
A praça Tancredo Neves, cartão postal de Vitória da Conquista, foi destaque nacional na noite desta quarta-feira (19) através da Rede Record. No quadro “Estou de Volta”, uma família de Macaúbas se reencontrou após duas décadas de distancia entre o Sertão Baiano e São Paulo.Durante a reportagem de quase meia hora, Gugu Liberado e sua equipe interagiram com os participantes. Brindes para a nova fase dos baianos foram distribuídos sob muita emoção.