Foto: Edson Freitas
Um grupo de criminosos armados e com reféns tentou assaltar duas agências bancárias da cidade de Milagres, na Região do Cariri do Ceará, na madrugada desta sexta-feira (7). Houve intensa troca de tiros e pelo menos 13 pessoas morreram, segundo informou a Coordenadoria de Medicina Legal (Comel) da Perícia Forense (antigo IML) da cidade de Juazeiro do Norte, que recolheu os corpos. De acordo o prefeito de Milagres, Lielson Landim, entre os mortos estão duas crianças, entre 10 e 13 anos, que eram feitas reféns pelo grupo criminoso. No total, seis reféns morreram no confronto, sendo cinco da mesma família, conforme a polícia. A polícia ainda não conseguiu identificar todos os mortos no confronto. A família vítima dos bandidos vinha da cidade de Serra Talhada, em Pernambuco, quando foi abordada na rodovia BR-116. A quadrilha utilizou um caminhão para bloquear a via e parar o veículo das vítimas. A tentativa de roubo aconteceu por volta de 2h17 da madrugada. Houve confronto entre os policiais e os criminosos. Diversos carros da PM foram usados para conter a quadrilha. Devido à ação da Polícia Militar, o grupo criminoso não conseguiu levar o dinheiro de nenhum dos estabelecimentos bancários. Os dois bancos ficam na Rua Presidente Vargas, no Centro do município, que tem 28 mil habitantes. Agentes da Perícia Forense do Ceará informaram que dois veículos foram acionados para recolher os corpos e, em seguida, realizar a identificação das pessoas. A Polícia Militar acrescentou que equipes realizam investigações na região, com objetivo de identificar e prender o restante do grupo, que conseguiu fugir. Durante essas buscas, um homem com um colete balístico foi encontrado morto dentro de uma caminhonete. Ele ainda não foi identificado, mas a polícia suspeita que ele seja um dos assaltantes que tentou fugir. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido. O titular da pasta, delegado André Costa, deve falar sobre o assunto nesta manhã, durante um evento de lançamento de um equipamento de segurança.
- Glauber Guerra
- 07 Dez 2018
- 10:11h
Foto: Esporte Clube Vitória
Acabou o mistério. O Vitória já tem um novo treinador para a temporada 2019. Trata-se de Marcelo Chamusca. O anúncio foi feito pelo clube rubro-negro na noite desta quinta-feira (6) por meio do site oficial. Chamusca tem 52 anos, é natural de Salvador e acumula passagens pelo Ceará, Ponte Preta, Vitória da Conquista, Guarani, Salgueiro-PE, Fortaleza, entre outros. Em 2019, o Vitória vai disputar o Campeonato Baiano, Copa do Brasil, Nordestão e a Série B do Brasileiro.
Foto: Marcos Corrêa/PR
O presidente Michel Temerdisse nesta quinta-feira (6) que "tentaram desgraçar" a vida dele desde que assumiu o Palácio do Planalto e afirmou não se preocupar com os processos que terá de enfrentar na Justiça após o fim do mandato. Temer deu as declarações no Palácio da Alvorada, em Brasília, após participar de um encontro com jornalistas de veículos estrangeiros. "Quando eu cheguei à Presidência, tentaram desgraçar a minha vida. E foi uma campanha feroz , uma campanha das pessoas se dedicarem, assim, 18 horas por dia. 'Vamos derrubar esse sujeito aí'. Não conseguiram. Nesse sentido me sinto injustiçado", afirmou. O mandato de Temer na Presidência acaba em 31 de dezembro. Isso porque em 1º de janeiro começará o mandato do presidente eleito Jair Bolsonaro. Quando deixar o Palácio do Planalto, Temer terá de enfrentar alguns processos na Justiça. No ano passado, ele foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) duas vezes. Na primeira denúncia, o crime atribuído a ele foi corrupção passiva; na segunda, os crimes foram organização criminosa e obstrução de Justiça. Nos dois casos, a Câmara dos Deputados rejeitou o prosseguimentodos processos ao STF e, com isso, o os processos ficarão parados até Temer deixar a Presidência. A partir de janeiro, os casos deverão ser remetidos à primeira instância da Justiça porque o presidente perderá o direito ao foro privilegiado. "Eles [processos] vão para o primeiro grau. É tranquilo, não tenho a menor preocupação, são coisas tão estapafúrdias que uma mente jurídica mais acurada, menos apaixonada, vai olhar aquilo e vai dizer: 'Essas tais denúncias aí são pífias, não é'. Portanto, eu não tenho a menor preocupação com isso", disse. Temer também é investigado no inquérito que apura supostos repasses ilícitos da Odebrecht a políticos do MDB e no inquérito que apura se empresas pagaram propina na edição de um decreto relacionado ao setor portuário. Temer nega todas as acusações e afirma que não cometeu irregularidades.
Imagem Ilustrativa
Estudantes pularam pelas janelas de um ônibus escolar em movimento após o veículo derrapar em uma ladeira na quarta-feira (5), no município de Ipiaú, no sul da Bahia. Conforme a Secretaria de Educação da cidade, ninguém ficou ferido. Ainda segundo a Secretaria, o motorista do ônibus tentava subir uma ladeira, que fica na Rua João Durval Carneiro, mas encontrou dificuldades para seguir o caminho e também para parar o veículo, por causa de uma chuva forte. A secretaria informou que o motorista pediu que os estudantes ficassem calmos, mas um deles, que não teve a idade revelada, quebrou a janela com um chute. O órgão informou que o veículo tem capacidade para 48 alunos e, no momento do acidente, 42 estavam presentes. A Prefeitura de Ipiaú informou que não houve problema mecânico no veículo e que as crianças e adolescentes que estavam no ônibus foram levadas para casa com segurança.
Foto: Reprodução / Google Maps
Em depoimento emocionado, Carlos Roberto, pai de Gabrielly Ximenes, a menina de 10 anos que morreu na manhã desta quinta-feira (6) após ser espacanda por 3 adolescentes na saída da escola em Campo Grande (MS), disse que a filha começou a ser agredida dentro do local: "Uma delas disse para minha filha 'Vou te deixar na cadeira de rodas'", relata ao G1. A menina contou para o pai que a briga começou após uma das colegas xingar sua mãe de "prostituta". Gabrielly morreu nesta quinta, 7 dias após as agressões, por complicações em uma cirurgia realizada na Santa Casa. A Polícia Civil apura o caso, registrado como morte a esclarecer. A diretora da escola publicou em uma rede social que a instuição estava "de luto", porém, ninguém se manifestou sobre o caso. Quem responde pela escola é a Secretaria de Estado de Educação (SED), que disse em nota que está acompanhando as investigações, mas como o fato ocorreu fora do ambiente escolar "buscam dar suporte para a gestão escolar o andamento dos trabalhos". O pai da criança contou à polícia que a filha foi agredida logo após sair da aula, por volta das 17h (de MS), do dia 29 de novembro, a cerca de 100 metros da Escola Estadual Lino Villachá, onde estudava no 4º ano do ensino fundamental. Gabrielly chegou a citar o nome de uma das agressoras para o pai. De acordo com Carlos, naquele dia, ele foi buscar a menina e encontrou-a no chão, sendo socorrida por comerciantes. Ele conta que a filha disse que as meninas usaram uma mochila com um "objeto pontudo" para atingi-la: "Minha filha estava deitada no chão, chorando de dor, abaixo de chuva e falou para mim o que aconteceu, mas ela não sabia o que tinha dentro da mochila", conta.Segundo o delegado José Roberto de Oliveira Júnior, as primeiras informações dão conta de que uma colega de sala da vítima, que teria 9 anos, e duas adolescentes de 14 anos seriam as responsáveis pela agressão. Diligências estão sendo feitas para identificar as agressoras.
- Revista Fórum
- 06 Dez 2018
- 20:14h
Foto: Arquivo/Agência Brasil
Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam (jovens conhecidos como nem-nem), um dos maiores percentuais de jovens nessa situação entre nove países da América Latina e Caribe. A maioria é de mulheres e de baixa renda. Enquanto isso, 49% se dedicam apenas ao estudo ou capacitação, 13% só trabalham e 15% trabalham e estudam ao mesmo tempo, de acordo com informações de Andreia Verdélio, da Agência Brasil.As razões para esse cenário, segundo aponta o estudo, são problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, falta de políticas públicas, obrigações familiares com parentes e filhos, entre outros.No mesmo grupo estão o México, com 25% de jovens que não estudam nem trabalham, e El Salvador, com 24%. No outro extremo está o Chile, onde apenas 14% dos jovens pesquisados estão nessa situação. A média para a região é de 21% dos jovens, o equivalente a 20 milhões de pessoas, que não estudam nem trabalham.O estudo “Millennials na América e no Caribe: trabalhar ou estudar?”, a respeito de jovens latino-americanos foi lançado nesta segunda-feira (3), durante um seminário no Ipea, em Brasília. Os dados envolvem mais de 15 mil jovens entre 15 e 24 anos de nove países: Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai.De acordo com a pesquisa, apesar de termo nem-nem induzia à ideia de que os jovens são ociosos e improdutivos, 31% dos deles estão procurando trabalho, principalmente os homens, e mais da metade, 64%, dedicam-se a trabalhos de cuidado doméstico e familiar, principalmente as mulheres.“Ou seja, ao contrário das convenções estabelecidas, este estudo comprova que a maioria dos nem-nem não são jovens sem obrigações, e sim realizam outras atividades produtivas”, aponta a pesquisa.Apenas 3% deles não realizam nenhuma dessas tarefas nem têm uma deficiência que os impede de estudar ou trabalhar. Contudo, as taxas são mais altas no Brasil e no Chile, com aproximadamente 10% de jovens aparentemente inativos.Para a pesquisadora do Ipea Joana Costa, os resultados são bastante otimistas, pois mostra que os jovens não são preguiçosos. “Mas são jovens que têm acesso à educação de baixa qualidade e que, por isso, encontram dificuldade no mercado de trabalhos. De fato, os gestores e as políticas públicas têm que olhar um pouco mais por eles”, alertou.
(Foto: Reprodução/G1)
Indicada para o comando do Ministério de Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, a pastora evangélica e advogada Damares Alves afirmou nesta quinta-feira (6) que deseja "um Brasil sem aborto" por meio de políticas que tratem de planejamento familiar.Assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), a futura responsável pelas políticas públicas federais para mulheres disse que, na visão dela, o aborto "não desengravida nenhuma mulher". Ela foi indicada oficialmente para o primeiro escalão do próximo governo em uma entrevista coletiva concedida na tarde desta quinta pelo futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni."Eu sou contra o aborto. Eu acho que nenhuma mulher quer abortar, as mulheres chegam até o aborto porque possivelmente não foi lhe dada uma outra opção”, declarou a futura ministra."O aborto não desengravida nenhuma mulher. A mulher caminha o resto da vida com o aborto. Se a gravidez é um problema que dura só nove meses, eu digo para vocês que o aborto é um problema que caminha a vida inteira com a mulher”, acrescentou.Segundo ela, a nova pasta das Mulheres irá lidar com a "proteção de vidas", em vez de "mortes"."Nós queremos Brasil sem aborto. De que forma? Um Brasil que priorize políticas púbicas de planejamento familiar, que o aborto nunca seja considerado, e visto nessa nação, como um método anticonceptivo."Damares Alves defendeu que a legislação atual, que permite o aborto em condições específicas, não deve ser alterada."Quando é oferecido para a mulher uma outra opção, a mulher pensa duas vezes. [...] Dá para a gente trabalhar apenas essas situações e a gente lutar para salvar as duas vidas, a da mulher e a do bebê", observou.Atualmente, a legislação permite o aborto em três situações:
- quando a gravidez é resultado de estupro
- quando há risco de vida para a mulher
- se o feto for anencéfalo
Foto: Reprodução/Facebook
O cachorro que gerou comoção e indignação nas redes sociais ao aparecer ferido e sangrando em vídeos e fotos no supermercado Carrefour de Osasco, na Grande São Paulo, na semana passada, morreu em decorrência de um choque hipovolêmico, ou choque hemorrágico, segundo depoimento à Polícia Civil, a veterinária da prefeitura que o atendeu e tentou salvá-lo. A Delegacia de Polícia de Investigações Sobre o Meio Ambiente instaurou inquérito para investigar se o cão abandonado, conhecido como Manchinha, foi vítima de crime de maus-tratos a animais. Também são apuradas as prováveis causas e eventuais responsabilidades pela morte dele. A médica, que seria funcionária do Departamento de Fauna e Bem-Estar Animal de Osasco, informou à investigação policial que o choque hipovolêmico é uma das principais causas de morte entre vítimas de traumatismos causados por acidentes ou quedas. Nesse caso, ocorre uma diminuição do fluxo sanguíneo, levando à falência do sistema circulatório. A reportagem não conseguiu localizar a especialista para comentar o assunto, nesta quinta-feira (6). Por conta da repercussão do caso, a delegada Silvia Fagundes não está dando mais entrevistas sob a alegação de que isso pode atrapalhar a investigação.A reportagem apurou, no entanto, que a veterinária deverá ser chamada novamente pela polícia para esclarecer dúvidas que os investigadores ainda têm sobre o que causou esse sangramento em Manchinha.A delegacia especializada quer saber da médica, por exemplo, se a hemorragia pode ter sido provocada por uma agressão, agravada por um sufocamento, possibilidade de envenenamento ou eventual atropelamento. E ainda se foi ocasionada pela soma de um ou mais desses acontecimentos.
Foto: Divulgação/ TV Santa Cruz
Vizinhos arrombaram a porta de uma casa que foi invadida pela água das fortes chuvas e resgataram um casal de idosos no distrito de Palmira, na cidade de Itaju do Colônia, no sul da Bahia. A água invadiu o imóvel pelo quintal, na terça-feira (4). Os idosos, que têm 80 anos, estavam sozinhos no local, quanda a casa foi invadida.A imagem feita por um morador mostra que os vizinhos usaram madeiras para quebrar a porta da frente do imóvel. É possível observar a quantidade de água que escorre de dentro do imóvel.Todos os móveis dos idosos foram destruídos pela água da chuva. Os idosos estão morando na casa de conhecidos.
Foto: Maiana Belo/G1
Desde o anúncio do remodelamento das escolas estaduais na Bahia, pais, professores e estudantes têm ido às ruas protestar contra possíveis fechamentos de algumas unidades. O movimento acontece tanto na capital quanto no interior do estado.A situação envolve alunos que não sabem onde irão estudar, pais preocupados com o próximo ano letivo dos filhos, professores apreensivos com possíveis transferências para lugares distantes e prefeituras que alegam não ter condições financeiras para sustentar a municipalização do ensino fundamental.O superintendente da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), Ney Campello concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para explicar como será o processo. Segundo ele, a remodelação faz parte de uma melhora na educação básica do estado. "O que nós vamos viver em 2019 é uma transformação na qualidade de oferta da educação pública da Bahia, com foco na ampliação da educação integral, ou seja, ampliação do tempo e dos espaços onde os estudantes irão prover a sua própria educação", explicou.O gestor pontua que novos profissionais da educação, entre eles coordenadores pedagógicos, vão ajudar no desenvolvimento dos estudantes."Para janeiro, o governador já autorizou a chegada de mais de 600 coordenadores pedagógicos, ou seja, pela primeira vez, toda a rede estadual de ensino terá pelo menos um coordenador pedagógico. Mais de dois mil professores também estão chegando no mês de janeiro. Para que esses programas, com a chegada de novos coordenadores e professores, tenham melhor desenvolvimento na escola, é preciso se pensar em uma reorganização da rede, que nós chamamos de reestruturação da rede escolar", disse.O superintendente também explicou a municipalização, por meio da lei de Diretrizes de Base, que prevê que o ensino fundamental seja transferido para as prefeituras."O diálogo sobre a municipalização do ensino fundamental, conforme previsão da Lei de Diretrizes e Bases, que estipula que até 2024, com o Plano Nacional de Educação, a educação no ensino fundamental deverá ser municipalizada. Isso está em discussão, em diálogo. Por exemplo, em Salvador nós adiamos de 2019 para o ano seguinte, para que haja um melhor entendimento entre estado e prefeitura", ponderou.Como o ensino será municipalizado em várias cidades da Bahia, algumas prefeituras alegaram que não têm dinheiro para a mudança. Ney explica que o processo não envolve a questão econômica, e que o dinheiro aplicado no estado, passa a ser da prefeitura."Na hora em que transferimos os estudantes, nós transferimos também o valor 'per capita' [por cabeça] do Fundeb, que é o fundo de financiamento da educação. O dinheiro que estaria no estado passa a estar com a prefeitura. A questão da municipalização é pedagógica. O aluno está ali no município, no distrito, portanto a prefeitura tem melhores condições de acompanhar o desenvolvimento pedagógico do estudante", disse.
- Metro1
- 06 Dez 2018
- 15:12h
Foto : Tácio Moreira /Metropress
Comandante da Polícia Militar da Bahia, o comandante Anselmo Brandão espera que o governo Bolsonaro endureça as leis para presos no Brasil. “As leis são muito frágeis. Tem ladrão de carro que já prendemos dezenas de vezes. Roubo de veículo é uma queixa nossa. Os elementos pensam que vão roubar e não vão ser presos. Espero que o novo governo mude as regras”, disse, em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole. O coronel lamentou ainda o aumento do consumo de drogas na capital. De acordo com ele, o tráfico é um “negócio bom”. “Infelizmente, o consumo tem aumentado muito. Eu faço esse balizador pelos bairros. Tem bairros em Salvador que eu trabalhei muito tempo na área e tinha só um grupo que vendia. Hoje tem 4 e 5. O negócio é bom, tem muito consumidor”, ironizou. O chefe da PM falou também da redução de morte de PMs. “Não gosto de comemorar [os dados]. Deixou de morrer, mas morreu alguém. Esse ano estamos em 15 [mortos]. O bom era que não morresse ninguém. Nosso policial morre, pois está na linha da violência”.
- Blog do Rodrigo Ferraz
- 06 Dez 2018
- 14:08h
(Foto: Divulgação)
O estudante Sandro Lúcio Rocha, 17 anos, do 3º ano do Colégio Estadual Norberto Fernandes, localizado no município de Caculé , recebeu na tarde desta quarta feira (05) o prêmio de segundo lugar no XXIX Prêmio Jovem Cientista, na categoria Estudante do Ensino Médio. Ele recebeu a honraria das mãos do presidente da República, Michel Temer. Toda a região Sudoeste está orgulhosa desse grande feito do jovem estudante. O projeto foi desenvolvido por meio do Programa Ciência na Escola, da Secretaria da Educação do Estadual. Parabéns, Sandro, que seu projeto e dedicação sejam exemplo para tantos outros jovens.
- Correio24h
- 06 Dez 2018
- 13:05h
A chuva, acompanhada de trovoadas e fortes ventos, que cai em Salvador e outras cidades do interior deve ficar mais intensa nesta quinta-feira (6). Por conta da previsão, um alerta foi emitido pela Sala de Situação do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Inema) para alguns municípios. Segundo o Inema, a situação é de Alerta Máximo nas próximas 24 horas para 149 localidades da faixa centroleste, que inclui municípios da Chapada Diamantina, Recôncavo e parte do Sul baiano. Para as demais regiões do Estado, a situação continua sendo de atenção e alerta.
Foto: Reprodução/TV Globo
Em depoimento nesta quinta-feira (6) à Justiça Federal o ex-ministro da Fazenda do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, afirmou que o ex-presidente renovou uma medida provisória em troca de benefícios para o filho. A compra de medidas provisórias é investigada na Operação Zelotes, que também apura irregularidades em decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga processos das empresas envolvendo questões tributárias. Lula é réu por corrupção passiva nesta ação penal desde setembro de 2017. Também são réus o ex-ministro e chefe do gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e outras cinco pessoas. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Lula editou a medida provisória para favorecer empresas do setor automotivo em troca de recebimento de propina. A defesa do ex-presidente afirmou que o petista jamais praticou qualquer ato ilícito e que é alvo de perseguição política.
Foto: Reprodução/TV Globo
O menino que teve 31 agulhas inseridas no corpo pelo ex-padrastro, em 2009, ainda convive com quatro dos objetos dentro do corpo, nove anos após o caso. Hoje, com 11 anos, a criança ainda é acompanhada por médicos, depois de ter passado por três cirurgias, quando ainda tinha dois anos.O caso aconteceu em Ibotirama, no oeste da Bahia, e ganhou repercussão no mundo inteiro. O garoto deu entrada no hospital chorando e sentindo muitas dores, quando tinha 2 anos e 7 meses. Sem diagnóstico evidente, os médicos pediram uma radiografia e encontraram as 31 agulhas espalhadas pelo corpo do menino.Atualmente, a criança vive bem e com boa saúde. Ele estuda, brinca com os irmãos e participa de projetos sociais. As agulhas que ainda restam no corpo não oferecem risco à saúde, porque elas não mudam de lugar.Maria Souza Santos, mãe do garoto, que acompanhou todo o sofrimento do filho, está aliviada de ver o menino tão cheio de saúde."Isso é um sonho, ver meu filho amparado, indo para a escola, brincando com o irmão, com os amiguinhos. Porque eu pensava naquilo que ele estava passando, que meu filho ia se acabar naquela hora por causa de mãos de gente ordinária, que não tem coração", disse Maria, emocionada.Na época, o padrastro da criança confessou a violência. Roberto Carlos Magalhães, ex-ajudante de pedreiro, vivia com a mãe do menino havia seis meses. Em 2014, cinco anos após o crime, ele foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão, por tentativa de homicídio triplamente qualificado.Roberto Carlos cumpre a pena no presídio de Salvador. Para a polícia, ele disse que as agulhas inseridas no corpo da criança faziam parte de um ritual e que duas mulheres o ajudaram.Uma dessas mulheres é Maria dos Anjos Nascimento, de 56 anos, conhecida como Bia. A outra é a lavradora Angelina dos Santos, de quem Roberto dizia ser amante. As duas foram liberadas das acusações pela Justiça por falta de provas.