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Reabertura das agências do INSS é adiada para 24 de agosto

  • Alana Gandra
  • 29 Jul 2020
  • 18:23h

Retorno estava previsto para a próxima segunda-feira (3) | (Foto: Reprodução)

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou hoje (29), no Diário Oficial da União, portaria que adia para o próximo dia 24 a reabertura gradual de suas agências físicas em todo o país, devido à pandemia do novo coronavírus. A Portaria 36 resulta de decisão conjunta da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, e do INSS. O retorno das atividades presenciais estava previsto para a próxima segunda-feira (3). Os serviços, entretanto, continuarão a ser feitos exclusivamente de forma remota, até o dia 21 de agosto, pela Central Telefônica 135, pelo aplicativo e pelo portal Meu INSS. O atendimento remoto terá continuidade depois da reabertura das agências, destacou o instituto. Segundo o INSS, o objetivo é evitar a aglomeração de pessoas. Quando as atividades presenciais forem reiniciadas, terão prioridade os serviços de perícia médica, avaliação social, cumprimento de exigência, justificação administrativa e reabilitação profissional. Serão retomados também a justificação judicial e o atendimento relacionado ao monitoramento operacional de benefícios. A Portaria 36 esclarece que, em um primeiro momento, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários mediante agendamento prévio pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). “A reabertura gradual e segura irá considerar as especificidades de cada uma das 1.525 agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva”, estabelece a portaria. As unidades que não reunirem condições necessárias para atender o cidadão com segurança seguirão operando em regime de plantão reduzido. Um painel eletrônico será disponibilizado pelo INSS, com informações sobre o funcionamento das agências da Previdência Social, os serviços oferecidos e o horário de funcionamento. “Todas as medidas tomadas para garantir o direito dos cidadãos durante a pandemia de covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial”.

Confiança do comércio sobe 1,7 ponto em julho

  • Agência Brasil
  • 27 Jul 2020
  • 09:46h

É a terceira alta consecutiva do indicador | Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,7 ponto de junho para julho deste ano. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador. Com o resultado, a confiança do empresário do comércio brasileiro passou para 86,1 pontos, em uma escala de zero a 200No mês, a confiança subiu em três dos seis principais segmentos do comércio pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, avançou 6,4 pontos, para 88,4 pontos, e recuperou 83% do que foi perdido desde o início da pandemia de covid-19. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 3 pontos, para 84,5 pontos, está 22,5 pontos abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia. “A confiança do comércio mantém a trajetória de recuperação em julho, porém em ritmo menos intenso. Ainda é preciso cautela na interpretação do resultado, considerando que houve recuperação de apenas 65% do que foi perdido no início da pandemia. Para os próximos meses, persiste o cenário de elevada incerteza e de fragilidade no mercado de trabalho, sugerindo dificuldades na recuperação total do setor. “, afirma o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler. O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,7 ponto de junho para julho deste ano. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador. Com o resultado, a confiança do empresário do comércio brasileiro passou para 86,1 pontos, em uma escala de zero a 200No mês, a confiança subiu em três dos seis principais segmentos do comércio pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, avançou 6,4 pontos, para 88,4 pontos, e recuperou 83% do que foi perdido desde o início da pandemia de covid-19. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 3 pontos, para 84,5 pontos, está 22,5 pontos abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia. “A confiança do comércio mantém a trajetória de recuperação em julho, porém em ritmo menos intenso. Ainda é preciso cautela na interpretação do resultado, considerando que houve recuperação de apenas 65% do que foi perdido no início da pandemia. Para os próximos meses, persiste o cenário de elevada incerteza e de fragilidade no mercado de trabalho, sugerindo dificuldades na recuperação total do setor. “, afirma o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler.

 

Pandemia intensifica busca de serviços do Sebrae: 2,3 milhões de atendimentos

  • Redação
  • 23 Jul 2020
  • 09:59h

Balanço feito pela instituição aponta que serviços digitais e cursos à distância apresentam recorde de procura durante a crise do coronavírus | Foto: Reprodução

Diante da crise econômica desencadeada pelo coronavírus, os mais de 17 milhões de pequenos negócios brasileiros têm enfrentado novos e constantes desafios. Desde o início da pandemia, o Sebrae realizou diversas ações de suporte ao empreendedorismo no país. O último balanço feito pela instituição mostra que de janeiro a junho deste ano, 2,3 milhões de empreendedores foram atendidos diretamente pelo Sebrae. O número representa um aumento de 108 mil pessoas em relação ao mesmo período do ano passado 2019. Somente no mês de junho, o Sebrae atendeu 500 mil empresários, um crescimento de 41% em relação ao mês de junho de 2019, quando 355 mil pessoas foram atendidas. Assim que o governo federal determinou medidas de isolamento social, o Sebrae investiu seus esforços em tornar seus atendimentos digitais e online cada vez mais ágeis e eficientes. Canais como aplicativos, e-mails, chat e portal apresentaram aumento exponencial de 85% em relação ao ano anterior. Abril e Maio foram os meses que com maior demanda, com 296 mil e 311 mil atendimentos, respectivamente. De acordo com o monitoramento, o canal “Fale com o Sebrae” bateu o recorde de crescimento na quarentena. O serviço presta atendimentos para os empreendedores por meio de chat online e e-mails. A variação em relação ao ano anterior é de 268% a mais de atendimentos, sendo os meses de abril e maio os mais movimentados com 21 mil e 16 mil, respectivamente. Outro serviço prestado pelo Sebrae que tem evoluído positivamente, em razão da pandemia, são os cursos de ensino à distância. No primeiro semestre de 2020, mais de meio milhão de empreendedores buscaram a especialização através dos conteúdos disponibilizados gratuitamente. O crescimento em relação a 2019 é de 117%, com 562 mil cursos ofertados. O gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae, Ênio Pinto, analisa que os números positivos refletem os esforços da instituição em oferecer suporte para que a inovação e o empreendedorismo sejam continuados no país, mesmo com a chegada do vírus. “O Sebrae sempre foi parceiro do empreendedor, focado nos pequenos negócios. Desde o início da pandemia, temos investido todas as forças para disponibilizar serviços e conhecimentos capazes de contribuir com a saúde dos negócios. Temos certeza que essa fase será superada e os empreendedores irão realizar uma verdadeira transformação digital em suas empresas”, afirmou

Câmara aprova ampliação de repasses da União para estados e municípios

  • Redação
  • 22 Jul 2020
  • 16:04h

Texto da MP 938 aprovado nesta quarta (22) determina que União repasse até novembro os R$ 16 bilhões reservados para os fundos | Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados estendeu até novembro deste ano os repasses da União para os Fundos de Participação dos estados e dos municípios. Os parlamentares aprovaram, nesta quarta-feira (22), a Medida Provisória 938, que complementa repasses do governo, com texto apresentado pelo relator. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) entendeu que a União deverá entregar mensalmente os R$ 16 bilhões reservados para complementar os fundos dos federados que sofreram com a perda de arrecadação. A medida editada em abril previa repasses apenas até junho. Se não for aprovada no Senado, a MP perderá validade. O texto aprovado estabelece ainda que o repasse mensal da União entre março e junho fosse de até R$ 4 bilhões, e entre julho e novembro deve ser de até R$ 2,050 bilhões. A MP seria votada na terça-feira (21), após aprovação do Fundeb, mas os parlamentares se recusaram a apreciar a matéria com uma ajuda ao setor de transportes. O relator incluiu aporte de R$ 4 bilhões para socorrer empresas de transporte coletivo nas grandes capitais. Segundo informações da Folha, já nesta quarta, o Rocha concordou em retirar o artigo para apresentá-lo em um projeto de lei. Ess

Aneel proíbe corte de energia até o fim do ano em todo o país para famílias de baixa renda

  • Redação
  • 22 Jul 2020
  • 15:26h

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (22) estender o prazo para que não haja o corte de energia elétrica de famílias de baixa renda. Agora, até o fim do todo ano, em todo país, fica proibida a interrupção do fornecimento dos consumidores que não conseguiram arcar com as mensalidades. A decisão de não interromper já estava em vigor, mas valia apenas para o fim do mês de julho. O novo prazo está alinhado com o perído de estado de calamidade pela pandemia do coronavírus, decretado pelo Congresso Nacional e válido até 31 de dezembro. A prorrogação só vai beneficiar os consumidores que utilizam a Tarifa Social de Energia Elétrica. Para as demais residências e para imóveis comerciais, o prazo inicial de 31 de julho está mantido. O novo prazo também vale para consumidores que não estejam recebendo a fatura impressa; consumidores em locais onde não há posto de arrecadação, como lotéricas e instituições financeiras; e consumidores que têm equipamentos essenciais à vida.

Mão no Bolso: Gasolina tem novo aumento

  • Redação
  • 20 Jul 2020
  • 11:55h

(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

Na última sexta-feira a Petrobras anunciou novo aumento da gasolina. Na região sudoeste da Bahia a maioria dos postos repassaram o valor para o consumidor neste final de semana quando chegou nova carga de combustíveis. O aumento médio foi de 5%. Elevação de 0,10 a 0,20 centavos a depender do posto. No entanto a variação de preços na cidade continua, a depender do posto, quem tem condições de pesquisar pode achar o litro variando de R$ 4,25 a até R$ 4,65. Nas refinarias, o combustível está 4% mais caro. As altas recentes já começam a chegar ao bolso dos consumidores. O preço médio da gasolina comum no Brasil subiu 3,33% na primeira quinzena deste mês em comparação com a média do mês de junho, segundo levantamento em 20 mil postos feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas e benefícios e de meios de pagamentos eletrônicos.

Sindicombustíveis critica decretos que determinam fechamento de postos

  • Redação
  • 19 Jul 2020
  • 10:01h

(Foto: Reprodução)

O Sindicombustíves Bahia criticou os decretos municipais que determinam o fechamento de postos de combustíveis no interior do estado. A reação foi motivada por um vídeo, que circula nas redes sociais, no qual uma ambulância tenta abastecer em Feira de Santana, mas encontra o posto fechado. Em nota à imprensa, o sindicato lembrou que o governo federal incluiu como atividade essencial a produção de petróleo, distribuição de combustíveis e demais derivados de petróleo. “A restrição ou fechamento de postos de combustíveis na pandemia é ilegal e absurdo, particularmente o decreto municipal de Feira de Santana. Estamos vivendo tempos difíceis e temos que colaborar para evitar a disseminação do vírus, mas fechar os postos de uma cidade tão importante para a Bahia, no maior entroncamento rodoviário do Nordeste, é inadmissível”, declarou Walter Tannus Freitas, presidente do Sindicombustíveis Bahia. O representante da categoria lembrou que, com o fechamento dos postos, deixa-se de atender ambulâncias e viaturas policiais, e caminhoneiros ficam sem lugar para passar a noite e descansar. “Estamos falando de um serviço essencial para a população”, acrescentou.

Atividade do comércio cresce em junho 16,5% no comparativo mensal

  • Redação
  • 17 Jul 2020
  • 15:21h

Para economista da Serasa, resultado é fruto da reabertura em algumas cidades e da demanda por produtos como celulares | Foto: Reprodução

A atividade do comércio teve alta de 16,5% em junho, no comparativo mensal. O levantamento, feito pela Serasa Experian, ajusta os dados descontando as variações sazonais. Foi o segundo crescimento mensal consecutivo, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (17). Apesar dos números melhores, junho teve queda forte na relação com mesmo o mês do ano passado (20,5%). Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, já é possível verificar uma recuperação gradual da economia. Segundo ele, esse movimento começou em maio com a reabertura em algumas cidades do país. “Em junho também tivemos o Dia dos Namorados, uma data importante para o comércio, que deve ter contribuído para o crescimento”, acrescentou. Rabi explica que o maior tempo em casa devido a quarentena também aumenta a demanda por alguns produtos, como aparelhos celulares. Tanto que o segmento de Móveis, Eletrodomésticos, Eletrônicos e Informática teve a maior expansão em junho (29,2%). Outro ramo que conseguiu uma boa recuperação no mês passado foi o de Veículos, Motos e Peças (15,3%). “Trata-se de um setor importante na economia por interligar várias cadeias produtivas e estar entre os setores com potencial para geração de empregos”, finaliza o economista.

Sebrae lança cursos sobre gestão para empreendedores via Whatsapp

  • Redação
  • 17 Jul 2020
  • 09:19h

Semana Sebrae. Foto: Darío G. Neto/ASN Ba

Com objetivo de disseminar o conhecimento sobre a gestão de pequenos negócios entre os empreendedores, o Sebrae lançou novas opções de cursos online gratuitos que podem ser feitos através do Whatsapp. Os usuários precisam apenas fazer um cadastro na plataforma para passar a receber o conteúdo pelo aplicativo de mensagens, podendo concluir o estudo dos módulos nesse ambiente. Inicialmente, foram lançadas três opções de cursos por meio da plataforma, todos eles com conteúdos voltados para os Microempreendedores Individuais (MEI): “Organize seu negócio”, “Pronto para Crescer” e “Primeiros Passos – MEI”. Todos os cursos têm duração de trinta dias e carga horária de 12h. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica que a iniciativa foi criada para facilitar a vida dos empreendedores que estão enfrentando a pandemia do coronavírus, que provoca a Covid-19. “Nós sabemos que a maioria dos MEI trabalha sem funcionário e está enfrentando uma série de desafios. Sair para fazer um curso, mesmo que seja online, exige que ele se desconecte do negócio por algum tempo. A possibilidade de poder absorver conhecimento ali mesmo, no ambiente do Whatsapp é mais uma forma de poder facilitar a administração do tempo”, afirma Melles. O presidente do Sebrae acredita que esse formato será muito bem aceito pelos usuários, justamente pela facilidade de receber informações através de um canal que já faz parte da rotina das pessoas. “O MEI pode fazer o curso de qualquer lugar, no horário que for mais confortável. Além disso, como ele mesmo realiza a administração dos módulos, pode fazer mais de um curso ao mesmo tempo, adquirindo conhecimento de forma variada e interativa”, diz. Os cursos por Whatsapp estão disponíveis na página do Sebrae e podem ser acessados gratuitamente aqui.

Confiança do empresário do comércio volta a crescer após quatro meses

  • Ana Cristina Campos | Agência Brasil
  • 16 Jul 2020
  • 17:38h

Segundo confederação, crescimento foi de 6,6% em julho | Foto: Reprodução

Após ter alcançado o menor patamar da série histórica no mês passado, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou crescimento de 6,6% em julho, passando de 66,7 pontos para 69,3 pontos. Foi o primeiro avanço mensal do indicador em quatro meses, desde o início da pandemia do novo coronavírus. Por outro lado, no comparativo anual, houve queda de 39,5%, segundo a CNC. Mesmo com o resultado positivo em julho, o índice continua abaixo dos 100 pontos, na zona de avaliação pessimista, e 59 pontos abaixo do nível pré-crise. Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, os comerciantes ainda sentem os efeitos do surto de covid-19. Segundo ele, de março até o fim de junho, os prejuízos do setor alcançaram R$ 240,8 bilhões. “Apesar da reabertura gradual do comércio em algumas cidades, a paralisação da maioria das empresas durante a pandemia continua impondo reduções à atividade dos diferentes setores da economia, em especial ao comércio e aos serviços”, afirmou Tadros, em nota.

Reversão das expectativas

O principal responsável pela alta do Icec em julho foi o indicador relativo às expectativas. Com crescimento mensal recorde de 21,1%, o subíndice chegou a 106,4 pontos, retornando para a zona positiva. “A alta ocorreu tanto em relação à economia (+25,1%) quanto em relação ao setor do comércio (+19,8%) e à própria empresa (+19,1%), refletindo o otimismo dos comerciantes para os próximos meses”, informou a CNC. Já o item que mede a satisfação dos empresários com as condições atuais, seja da economia (-8,1%), do comércio (-6,5%), seja também da própria empresa (-7,6%), foi novamente o que mais se destacou de maneira negativa, caindo a 34,2 pontos, com retração mensal de 7,1%. A queda foi menos intensa do que as observadas nos últimos dois meses (-46,6% em junho e -26,5% em maio). A economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, destacou a dificuldade dos varejistas de menor porte no acesso ao crédito como um dos fatores para o resultado negativo, em relação ao desempenho da empresa. “Garantias exigidas pelas instituições financeiras chegam a superar os valores das operações de crédito, o que tem dificultado o acesso aos recursos pelas empresas menores, prejudicando ainda mais o giro financeiro e comprometendo a capacidade de pagamento de despesas e de realizar investimentos”, afirmou. O destaque positivo ficou por conta do aumento das intenções de contratar funcionários, após quatro meses de reduções intensas (+2,4%, atingindo 68 pontos). O índice, entretanto, está 56 pontos abaixo do nível pré-pandemia.

Banco do Nordeste contrata R$ 50 mi em projetos de energia solar no semestre

  • Redação
  • 16 Jul 2020
  • 07:18h

Na Bahia, foram aplicados R$ 8,4 milhões ; nesta operação, financiamento pode alcançar 100% do valor de equipamentos e instalação |(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)

O Banco do Nordeste contratou, nos primeiros seis meses deste ano, R$ 50 milhões no âmbito do FNE Sol Pessoa Física, que  financia s sistemas de micro e minigeração de energia elétrica fotovoltaica (solar) para fins residenciais. Foram concretizadas 1.687 operações, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Essa operação possibilita oito ano de prazo para amortização e carência de até 6 meses. O financiamento pode alcançar até 100% do valor de equipamentos e instalação. Na Bahia, foram aplicados R$ 8,4 milhões de janeiro a junho de 2020.

Guedes volta a defender plano de capitalização da aposentadoria e ‘nova CPMF’

  • Redação
  • 15 Jul 2020
  • 09:01h

Propostas do ministro da Economia deverão ser retomadas após as turbulências da pandemia de coronavírus | Foto: Brumado Urgente Conteúdo

O ministro Paulo Guedes (Economia) voltou a defender a implementação de programa de reformas trabalhistas e tributárias. Segundo o portal UOL, após as turbulências da pandemia de coronavírus passarem, ele deverá a insistir no plano de capitalização da Previdência, na qual cada trabalhador é que tem de poupar para a aposentadoria. A proposta já foi rejeitada no debate da reforma da Previdência. O ministro também trabalhará pela criação de um imposto sobre transações digitais, nos moldes da extinta CPMF. Além disso, Guedes quer ampliar a contratação por hora trabalhada, em vez de salário mensal. O objetivo, segundo a equipe econômica, é incluir no mercado de trabalho os 38 milhões de brasileiros considerados invisíveis socialmente e que fazem bicos e não trabalham com carteira assinada. Na avaliação de Guedes, os programas sociais do governo precisam ser destinados a garantir renda para os mais pobres. Por isso ele quer a unificação do Bolsa-Família com outros benefícios e criar o Renda Brasil. Entretanto, o ministro quer que esse programa estimule a educação e a ascensão social das famílias de baixa renda. Quem receber o Renda Brasil terá de fazer cursos de capacitação para reforçar o ensino fundamental. Além da formação técnica, aulas de português e matemática devem ser ministradas. Essa capacitação deve ser oferecida pelo governo e pelo Sistema S (Senac, Sesi etc.).

Bares e restaurantes: 5 dicas para evitar prejuízos no estabelecimento após reabertura

  • Redação
  • 14 Jul 2020
  • 16:29h

CNC estima que perdas diretas impostas ao comércio somam 124,7 bilhões; especialista explica como se organizar para reabrir |

O impacto nas contas dos pequenos empreendedores causado pela pandemia do novo coronavírus, que provoca a Covid-19, é grande. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços e Turismo (CNC), as perdas diretas impostas ao comércio com o isolamento social chegaram a um volume de 124,7 bilhões. A pesquisa aponta que entre 15 de março e 2 de maio houve um corte de 56% no faturamento do varejo comparado ao mesmo período de 2019. Com o relaxamento do isolamento social no Brasil, os comerciantes começam a pensar estratégias para recuperar o prejuízo do primeiro semestre. CEO da Menu – startup que abastece os restaurantes conectando os principais distribuidores e indústrias do mercado food service -, Leonardo Almeida alerta para a necessidade de negociar. “Para minimizar os impactos causados pelo fechamento de bares, pizzarias e restaurantes, os estabelecimentos precisam enxugar as suas contas. É importante que o comerciante busque por concessões de crédito e, principalmente, renegocie seus custos fixos como o aluguel. Ele pode pedir ao locatário para adiar o pagamento do mês atual. Após esse período, as pessoas voltarão a comprar, em consequência o fluxo de caixa vai aumentar”, afirma. Sobre a reabertura, o especialista listou cinco dicas que podem ser utilizadas pelos proprietários dos estabelecimentos para evitar prejuízos no processo de reabertura:

1. Entenda a real situação das suas dívidas

Durante a crise é comum ter contas atrasadas e gastos inesperados. Com isso, logo as dívidas se acumulam. Por isso, o controle efetivo do fluxo de caixa é essencial e capaz de evitar um cenário ainda pior. Organize-se, coloque no papel quanto você está devendo, há quanto tempo e para quem, incluindo até mesmo os pequenos débitos.

2. Aumente a preocupação com a higiene

O segmento de alimentação fora do lar já possui uma série de cuidados relacionados à alimentação segura, que compreendem o manuseio e a higiene de alimentos. Reforce isso ainda mais no seu estabelecimento, na utilização de álcool em gel na entrada e saída de clientes, na limpeza de mesas, cadeiras e balcões. Evite também o uso de suportes, como saleiros e outros itens que ficam sobrepostos à mesa.

3. Garanta serviços futuros

Receber antecipadamente pelos serviços pode ser extremamente útil neste momento em que você precisa aumentar seu capital. Construir uma estratégia de voucher, cartão-presente e até cartão fidelidade pode ser uma saída interessante para o seu negócio. Pense em formas criativas de chamar atenção do cliente para a causa em si e se organize para realizar esses atendimentos futuramente de forma a não impactar sua estrutura.

4. Continue vendendo por meio de delivery

Mesmo com a reabertura dos estabelecimentos, muitas pessoas não se sentirão seguras em frequentar esse tipo de espaço público. Por isso, as entregas são fundamentais para garantir o atendimento daqueles que ainda vão preferir pedir comida de casa.

5. Controle seu estoque de insumos

Invista em tecnologias que agilizam processos e libere seu tempo para dedicar a outras atividades. Com a Menu é possível melhores negociações com seus fornecedores, sofrendo menos interrupções para recebimento nas lojas. A startup oferece um sistema de gestão de pedidos integrado aos fornecedores e operadores logísticos. Além disso, outro diferencial está relacionado ao abastecimento. A Menu centraliza o estoque e a entrega de seus clientes em até 48 horas.

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Venda de cimento cresce durante pandemia

  • Redação
  • 14 Jul 2020
  • 09:47h

Foram vendidas 5,2 milhões de toneladas, de acordo com o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento | Foto: Reprodução

A venda de cimento no Brasil cresceu em junho ante o mesmo mês do ano passado. Foram vendidas 5,2 milhões de toneladas, de acordo com o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento. Um aumento de 24%. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo. No semestre, as vendas atingiram 26,9 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2019. Porém, as vendas observadas no primeiro semestre de 2020 é 6,5% menor do que aquelas observadas no mesmo período de 2016, que foram de 28,6 milhões de toneladas.

Nível de pessimismo entre empresários baianos diminui em junho, conclui SEI

  • Redação
  • 13 Jul 2020
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

A confiança e expectativa do empresariado baiano apresentou uma “redução de pessimismo” durante o mês de junho. A mudança de nível, medido pelo Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), é a primeira em quatro retrocessos mensais consecutivos.  O tempo de retração está intimamente ligado às consequências da pandemia. O cálculo é feito pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).  Numa escala que pode variar de -1.000 a 1.000 pontos, o ICEB marcou -451 pontos, uma alta de 113 pontos em relação ao registrado em maio (-564 pontos). No entanto, num comparativo com o registrado um ano antes (-94 pontos), ocorreu uma piora de 357 pontos. No ano, a confiança acumula apresenta uma queda de 520 pontos, segundo a SEI. De acordo com o ICEB, com o progresso mensal recente, a confiança do empresariado local se deslocou da zona de “Grande Pessimismo” para a de “Pessimismo” em junho. "A melhora no nível de confiança de maio a junho evidenciou o avanço nos indicadores de todas as quatro atividades. Em um ano, por outro lado, todas apresentaram recuo. Ao fim, em junho, a Agropecuária marcou -131 pontos; a Indústria, -371 pontos; os Serviços, -536 pontos; e o Comércio, -444 pontos. O pessimismo, portanto, continuou prevalecendo em todos os setores no mês, com o segmento de Serviços exibindo o maior nível e o setor agropecuário, o menor", revela a SEI.