Eleições 2020: Candidato Fabrício inaugura comitê e celebra a força da renovação em Brumado

  • 26 Out 2020
  • 19:30h

Foto: Divulgação

Na noite do último sábado (25), o candidato a Prefeito de Brumado, Fabrício, inaugurou o seu Comitê Central ao lado seu vice prefeito Dr. Aurino. O espaço que fica localizado na Praça Coronel Zeca Leite, n°236, funcionará todos os dias das 9h às 21h. A inauguração contou com a presença do Ex-deputado estadual Luciano Ribeiro, além de apoiadores e amigos do candidato. 

Durante o seu discurso, Fabrício agradeceu a população por todo apoio e confiança que tem recebido e reforçou seu compromisso em devolver a Brumado a alegria e cuidado que tanto a cidade precisa e merece.  

“Eu convido todos vocês para abraçar essa campanha que não é de Fabrício mas sim do povo de Brumado. Eu resolvi sair da minha vida comercial para realizar o sonho de governar o município que eu nasci, cresci e me desenvolvi para devolver a Brumado tudo que essa cidade perdeu em todos esses anos com a atual gestão. Hoje só meia dúzia de empreiteiros são beneficiados. A vida de vocês precisa mudar de verdade, da porta para dentro e não da porta para fora. Nós vamos mudar essa realidade. Vamos governar para o povo e com o povo do nosso lado”, afirmou. 

O candidato aproveitou a oportunidade para reforçar os seus projetos e propostas para a renovação do município. 

 

“Nossa secretaria de desenvolvimento econômico e geração de emprego irá solucionar um dos piores problemas que eu me deparei nas ruas que é o desemprego. O nosso Corujão da Saúde irá melhorar a saúde do povo de Brumado onde iremos fazer convênios com as clínicas particulares e não será mais preciso a população ficar naquela fila da vergonha. Na educação iremos dialogar com os professores que merecem toda atenção e valorização do governo. Irei lutar pelo esporte que acabou, pelos animais que estão largados nas ruas, irei lutar pela cultura e irei devolver ao povo de Brumado a alegria que esse povo tanto merece”, reforçou Fabrício. 

O candidato a vice prefeito Dr. Aurino, destacou a força popular na campanha e a renovação política que estar por vir.

“Hoje nossa campanha representa a força popular de Brumado. Onde nós vamos no município o sentimento é o mesmo, o de renovação. As pessoas demonstram a esperança em um futuro melhor no nosso município. É a  representação do sentimento popular de Brumado,  das pessoas que querem um novo nível de política e de políticos. Nós vamos provar que é possível fazer uma administração limpa, correta e descente”.

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Brumado: Chuva com rajadas de ventos fortes causam estragos

  • 26 Out 2020
  • 16:56h

Foto: Print WhatsApp Brumado Urgente

As tão esperadas chuvas, que alegram o sertão chegaram, contudo, como já havia sido alertado por climatologistas, em algumas regiões do estado da Bahia poderão ocorrer chuvas com rajadas de ventos que podem chegar a 65 km por hora.

Não se sabe ao certo a velocidade dos ventos que acompanharam a chuva que ocorreu em Brumado hoje (26) por volta das 13h00minh, mas há muito tempo não se tinha notícia de uma ventania daquelas por aqui, ventos estes, que foram suficientes para derrubar algumas árvores da Praça do Bairro São José, que está localizada bem em frente onde está sendo construída a Policlínica regional. As árvores caíram sobre algumas motocicletas que estavam estacionadas em baixo das mesmas, não há notícias de vítimas, apenas danos materiais.

Acidente grave é registrado na manhã desta segunda-feira próximo à Boa Nova

  • Redação
  • 26 Out 2020
  • 14:50h

(Foto: Reprodução)

Acidente grave ocorrido por volta as 07h00 de hoje (segunda-feira). envolveu 4 veículos, com duas vitimas leves encaminhadas ao Hospital em Jequié. Houve derramamento de carga sobre que a pista que esteve totalmente interditada ate este momento. O transito começou a fluir lentamente, porém existe cerca de 30km de engarrafamento em ambos os lados exigindo cuidado redobrado na condução. O acidente ocorreu no Km 727 da BR 116, sobre uma ponte no local conhecido por Posto 58, município Boa Nova. A causa ainda esta sendo avaliada.

Otto diz que melhor para o Brasil seria Bolsonaro tomar vacina. Contra a raiva

  • Levi Vasconcelos
  • 26 Out 2020
  • 13:54h

"É dessa vacina que ele precisa" | Fotocomposição

Vizinho de apartamento, amigo e aliado de partido, o PSD, o senador baiano Otto Alencar diz que o colega Arolde Oliveira, do Rio de Janeiro, que ontem morreu de Covid, cometeu um erro clássico: ao invés de dar ouvido aos médicos, deu ouvidos a Bolsonaro. E se estrepou.

Otto conta que falou com Arolde coisa de 30 dias atrás:

— Ele me disse que testou positivo para a Covid e estava se tratando com hidroclorixina. Ele era o melhor amigo e defensor de Bolsonaro. Quando procurou o hospital, já estava complicado.

Arolde era crítico ferrenho do isolamento social. No Twitter, postou: ‘O tratamento do Covid-19 com cloroquina divide a opinião dos especialistas. Fico com a sugestão do uso do medicamento desde o início’. Apostou e perdeu.

Melhor amigo

Otto diz que Arolde era um homem honesto, evangélico, amigo da deputada Flordelis (a acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson), militar de carreira, foi deputado federal nove vezes pelo Rio e era senador pela primeira vez. Tinha 83 anos.

— Ele era o melhor amigo de Bolsonaro no Senado.

Ironia: isso aconteceu justo na hora em que Bolsonaro politizou (ou demonizou) a vacina russa, como se nós cá, alvos da Covid, tivéssemos dando bola para hidroxicloroquina, ou se a vacina é russa ou chinesa.

Segundo Otto, Bolsonaro muito ajudaria o Brasil se resolvesse se vacinar.

— Contra a raiva. É dessa vacina que ele precisa.

Coligação “Brumado Acima de Tudo” inaugura Comitê Central em clima de muito otimismo

  • Divulgação
  • 26 Out 2020
  • 11:49h

(Foto: Divulgação)

Dando sequência ao cronograma de eventos, a Coligação “Brumado Acima de Tudo” inaugurou na manhã deste sábado (24), o seu Comitê Central, o qual fica localizado na Av. Antônio Mourão Guimarães, região comercial da cidade. O prefeito Eduardo Vasconcelos, que concorre à reeleição e o seu vice Édio Pereira agradeceram a presença de todos e não esconderam o otimismo quanto ao sucesso nas urnas. Vereadores, simpatizantes e correligionários também participaram da inauguração que ocorreu em clima de muita confiança. Vale ressaltar que todo o protocolo sanitário foi devidamente observado, especialmente o distanciamento físico. Muito confiante, Eduardo citou que o momento agora é de união de forças e muito trabalho para que a vitória possa ser alcançada.

Ibicuí: Com mala de dinheiro, morador ostenta 'R$ 300 mil' para apostar em eleição

  • Redação
  • 26 Out 2020
  • 11:29h

(Foto: Reprodução Instagram)

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra um homem com uma mala de dinheiro. Sem constrangimento, o morador abre o recipiente e diz ter R$ 300 mil para apostar no candidato dele. Segundo o site Sudoeste Hoje, as imagens são supostamente de Ibicuí, no Médio Sudoeste baiano. O nome do apostador e a origem do dinheiro não foram informadas. Prática comum em eleições municipais, as apostas também visam criar impressão positiva para candidatos. Em Ibicuí concorrem à prefeitura o atual gestor, Marcos Galvão, e o postulante Ronaldo Santana de Morais.

Governador diz que volta às aulas começará pelo nível superior

  • Eduardo Dias / Matheus Morais
  • 26 Out 2020
  • 11:05h

Instituições terão auntonomia para seguir e definir seu cronograma de retorno, segundo Rui | Foto Gov/BA

O retorno das atividades escolares na Bahia está próximo, segundo o governador Rui Costa (PT), que afirmou na manhã desta segunda-feira (26) que o protocolo será iniciado de forma escalonada, iniciando com a liberação das universidades. Rui disse que vai autorizar as aulas presenciais por pelo menos duas semanas para “ver o comportamento”, e só depois irá analisar os demais níveis da educação, como médio e fundamental.

“Ainda não temos novidade, estamos avaliando. Tivemos uma reunião e essa semana ainda a gente deve tomar alguma posição. Devemos fazer, como eu já disse antes, o processo de forma escalonada. Inicialmente, nós pretendemos liberar para funcionar o nível superior. Ou seja, as universidades e deixar rodar por uma ou duas semanas para ver o comportamento. Depois, vamos gradualmente liberando”, disse, em coletiva após visita às obras do tramo 3, da Linha 1 do metrô, próximo ao viaduto de Campinas de Pirajá..

O governador, no entanto, disse que o protocolo de retorno não deve ser encarado pelas universidades como uma determinação e que cada uma deve seguir e definir seu cronograma de retorno.

“Quando digo isso, estou dizendo que vão voltar, necessariamente, mas cada universidade, cada faculdade define o seu programa e tem autonomia para definir a sua volta. O que não significa que é uma determinação para retornar. Apenas do ponto de vista sanitário e de saúde estaria liberado para retornar. Nós avançamos para esse conceito de liberar por grupos. E o primeiro a ser liberado deve ser o grupo das universidade”, explicou o governador.

Cirurgião-dentista livramentense morre por complicações do coronavírus em Salvador

  • Livramento Manchete
  • 26 Out 2020
  • 10:15h

LinkedIn Foto: Reprodução / Facebook

O jovem cirurgião-dentista Welber Santos Magalhães, natural de Livramento de Nossa Senhora faleceu no último sábado em decorrência do vírus covid-19, em Salvador. Conforme informações obtidas pelo Livramento Manchete, o dentista era discente do Programa de Pós-Graduação em Medicina e Saúde, ele morava em Salvador e faleceu por complicações do coronavírus. Welber formou-se em odontologia pela Universidade Federal da Bahia no ano de 2014, foi residente multiprofissional do Complexo Hospitalar Professor Edgard Santos de 2016 a 2019. Era um jovem dedicado ao estudo da saúde bucal em pacientes psiquiátricos. 

Campanha está liberada. Aula presencial não

  • Fernando Duarte
  • 26 Out 2020
  • 09:49h

(Foto: Reprodução)

O governo da Bahia confirmou a suspensão das aulas presenciais na rede pública e privada até o dia 15 de novembro. É a atitude mais adequada, em um cenário de pouco controle da disseminação do novo coronavírus. Porém a nova data ser a mesma do primeiro turno das eleições de 2020 é uma infeliz coincidência - e vamos tratar como coincidência para não fazer juízo de valor. Campanha eleitoral pode acontecer. Aulas presenciais, não. É uma inversão de valores, mas ninguém vai admitir isso. O governador Rui Costa é apenas um elemento nessa disputa narrativa. É certo que há uma pressão grande para o retorno das aulas presenciais, porém as comunidades escolares são um eixo muito mais fragilizado para modificar o status quo da classe política. Veio dela a força para que a eleição fosse mantida em 2020. E vem dela a pressão para que a campanha eleitoral aconteça como se não tivéssemos uma pandemia. É uma sucessão de erros que o país pagará no médio e longo prazo. O fio da meada foi dado pelo secretário de Educação, Jerônimo Rodrigues, antes mesmo da publicação do decreto que manteve a suspensão das aulas. “Escola é aglomeração de forma presencial. Até o dia 15 de novembro vamos ver muitos eventos de aglomeração eleitoral e as escolas não podem ser mais uma”, disse. Sim, escolas geram aglomerações. Campanhas eleitorais também. No entanto apenas as primeiras estão com atividades limitadas. Os candidatos a prefeito e a vereador em todo o estado agem como em outros anos, ignorando as recomendações sanitárias e de saúde. Se não é possível reabrir as salas de aula presenciais, não há porque autorizar a realização de atos políticos, sejam comícios, caminhadas ou reuniões públicas. Mas não foi o que aconteceu desde o início da campanha eleitoral. No final de semana inicial, o limite de pessoas para eventos subiu para 100. Agora, ainda com escolas sem atividade, esse limite cresceu para 200. Até quando podemos tapar o sol com a peneira e não enxergar que há certo nível de incoerência nessa ação? Candidatos a cargos públicos precisam ser responsabilizados também por agirem de maneira tão errática. Seja com a pressão para seguir com a campanha, seja com o endosso para que as aulas presenciais sigam suspensas. Enquanto assistimos a mais um episódio do circo político, os estudantes seguem prejudicados pela pandemia. E a sociedade também se omite. Aulas presenciais deveriam ser liberadas? Não. Mas campanhas eleitorais também não.

 

 

Fies: inscrições para vagas remanescentes são retomadas hoje

  • 26 Out 2020
  • 09:45h

(Foto: Agência Brasil)

As inscrições para vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2020, serão retomadas nesta segunda-feira (26). De acordo com o Ministério da Educação (MEC), há cerca de 50 mil inscrições ainda não preenchidas nas edições de 2020 dos processos seletivos regulares do fundo.

As inscrições serão realizadas exclusivamente na página do Fies na internet. Nessa etapa, poderão se inscrever tanto os candidatos não matriculados em instituição de educação superior, como também os já matriculados, mas que buscam uma oportunidade para financiar a continuidade dos estudos.

CURSOS

Segundo o MEC, hoje e amanhã (27) a oferta será exclusivamente para os cursos de áreas do conhecimento prioritárias, como cursos de Saúde, Engenharias, Licenciaturas e Ciência da Computação.

De acordo com a Agência Brasil, as inscrições de candidatos não matriculados em instituição de educação superior poderão ser realizadas até as 23h59 do dia 3 de novembro. “E para quem já está matriculado no curso, turno e instituição para a qual deseja se inscrever para tentar o financiamento, o prazo termina às 23h59 do dia 27 de novembro”, complementa a nota divulgada pelo MEC.

A centenas de pessoas que tentaram se inscrever para as vagas remanescentes acabaram gerando instabilidade no sistema eletrônico usado para a inscrição no Fies. Diante dessa situação, o MEC optou por prorrogar o cronograma do processo de ocupação dessas vagas.

O Fies é o programa do governo federal que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).

O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.

Formação de ciclone no litoral pode causar tempestades no estado e em mais oito regiões

  • 26 Out 2020
  • 08:49h

Ventos poderão chegar a até 65 km/h, com rajadas, além de ondas em alto-mar com altura de até 4 metros | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Um ciclone de características subtropicais começou a ser formado na noite de domingo (25) no Oceano Atlântico e pode provocar tempestades fortes nos litorais da Bahia, Rio de Janeiro e Espírito Santo até a terça-feira (27). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta informando que os ventos poderão chegar a até 65 km/h, com rajadas, além de ondas em alto-mar com altura de até 4 metros.

Segundo a nota do Inmet, na segunda e na terça-feira, o nível de chuva pode variar entre 80 e 100 milímetros e atingir também a região centro-leste de Minas Gerais, incluíndo a capital Belo Horizonte.

De acordo com o UOL, no sábado (24), a Agência Nacional de Mineração (ANM) alertou o estado de Minas para a possibilidade de deslizamentos e precipitações em três barragens com nível de emergência 3, que é o mais alto, nos municípios de Ouro Preto, Nova Lima e Barão de Cocais.

“As condições de tempo severo estão sendo previstas, preliminarmente, por modelos numéricos globais”, diz a nota, emitida pelo Inmet em parceria com a Marinha do Brasil, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/Inpe) e o Centro Integrado de Meteorologia Aeronáutica da Força Aérea Brasileira (Cimaer/FAB). Os órgãos alertam ainda que os navegantes devem checar as condições antes de saírem ao mar.

Sistema de Voto Digital do MP é apresentado à Defensoria Pública

  • Redação
  • 26 Out 2020
  • 08:15h

Procedimento foi desenvolvido este ano para utilização em processos eleitorais | Foto: Divulgação/TRE-BA

O sistema de Voto Digital do Ministério Público do Estado da Bahia foi apresentado à chefia da Defensoria Pública estadual. Por meio de reunião remota, na última quinta-feira (22), o promotor de Justiça que gerencia o projeto e coordena a Comissão de Gestão da Informação (Cogi), Fabrício Patury, apresentou ao defensor público-geral Rafson Ximenes e ao subdefensor público-geral Pedro Casali detalhes sobre o desenvolvimento e uso do sistema na Instituição.

O Voto Digital foi desenvolvido este ano de 2020, pela atual gestão, para utilização em processos eleitorais e possibilita a inclusão em seu sistema dos cargos em disputa, o cadastro dos candidatos, a inserção dos critérios de desempate e a habilitação dos eleitores a partir das informações registradas na Instituição.

Segundo o MP, a partir dele, a eleição é executada via internet com extrema segurança e com utilização de duplo fator de autenticação, explica o Diretor de Tecnologia do MP, Yuri Gonzalez. Ele destaca que o eleitor pode votar a partir de qualquer dispositivo conectado à internet e que a apuração dos votos ocorre de forma imediata ao fim da eleição.

O sistema foi utilizado pela primeira vez na eleição do cardo de ouvidor, realizada pelo MP no último mês de setembro. Recentemente, informa Yuri, os procuradores e promotores de Justiça puderam utilizá-lo para participar de enquete sobre os temas que serão apresentados na Semana do MP.

Ainda de acordo com o diretor de TI, o sistema foi originalmente cedido pelo MP de São Paulo, mas reestruturado pela equipe do MPBA, que melhorou a interface gráfica, a transparência e a segurança da informação. Além disso, duas empresas especializadas em segurança da informação realizaram análises distintas do sistema e as vulnerabilidades apontadas foram corrigidas.

Bolsonaro bate recorde e é o que mais libera verba em emenda parlamentar desde 2015

  • por Fábio Pupo e Ranier Bragon | Folhapress
  • 26 Out 2020
  • 07:19h

Foto: Alan Santos / PR

No centro das investigações que levaram à apreensão de dinheiro na cueca de um dos líderes do governo, as emendas parlamentares registram uma execução recorde na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). Foram R$ 17,2 bilhões pagos até meados de outubro, o que já representa um crescimento de 67% em relação a todo o ano de 2019. O valor é o mais alto na série compilada pelo Senado com início em 2015 (e atualizada pela inflação).

Alvo de interesse dos congressistas, as emendas possibilitam aos deputados e senadores decidirem o destino de recursos do Orçamento federal e, assim, enviar dinheiro a redutos políticos.Ao mesmo tempo, elas reduzem o poder do Executivo sobre o Orçamento. As emendas são divididas em individuais, de bancada estadual, de comissão ou do relator. Se até 2019 as emendas executadas representavam uma média de 5% das despesas discricionárias (não-obrigatórias) do Tesouro Nacional, em 2020 esse percentual foi praticamente triplicado e representa 15% dos gastos opcionais previstos para o ano.

 

 

O percentual cresce para 26% caso a comparação seja feita com os gastos discricionários até setembro, último dado disponível.

O alto volume de execução das emendas parlamentares neste ano se dá, principalmente, por quatro motivos.

O primeiro foi que em abril o governo permitiu excepcionalmente que os parlamentares realocassem para o combate à Covid-19 emendas que tinham apresentado para outras áreas, o que garantiu uma rápida execução em virtude da necessidade do gasto emergencial na pandemia.

Em segundo lugar, há em anos eleitorais uma natural corrida para execução das emendas nos primeiros meses com o objetivo de aumentar o capital político dos parlamentares em seus redutos, além de escapar da vedação de realização de transferência voluntária de recursos da União nos três meses que antecedem a disputa.

Terceiro, há uma dinâmica da relação entre Bolsonaro e o Congresso que se caracterizou pela fragilidade política do governo em um primeiro momento, quando tentou governar sem interlocução e até em oposição aos partidos, e a migração, a partir do momento em que se sentiu ameaçado de impeachment, para uma aliança com o chamado centrão, o grupo de partidos médios de centro e de direita que agora lhe dá sustentação no Congresso.

Por fim, e não menos importante, o Congresso vem se aproveitando do enfraquecimento político dos últimos governos --Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB) e Bolsonaro-- para ampliar a fatia das emendas impositivas, ou seja, aquelas de execução obrigatória.

Até 2015, os 594 congressistas apresentavam as suas emendas ao Orçamento, mas a decisão sobre a execução ou não era do Executivo, o que resultava em um jogo de pressão entre as duas partes --o Palácio do Planalto só liberava verbas para as emendas se obtivesse apoio para suas pautas no Congresso e os parlamentares só votavam com o governo mediante liberação das verbas.

No ano em que teve início a derrocada política que levou ao impeachment de Dilma, o Congresso (em iniciativa capitaneada inicialmente pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha) começou a, paulatinamente, tornar obrigatória a execução das emendas. Primeiro, as individuais, apresentadas isoladamente por cada congressista, e que hoje estão em R$ 15,9 milhões por parlamentar. Depois, as de bancada.

Em 2019 o Congresso ampliou a fatia das emendas impositivas, tornando obrigatórias também as das comissões permanentes e as feitas pelo relator-geral do Orçamento. Bolsonaro vetou a medida e o Congresso só não reverteu a decisão após acordo que, na prática, deixou deputados e senadores com uma fatia mais gorda de recursos.

Com isso, o próprio governo intensificou a negociação com parlamentares ao longo dos últimos anos para captar recursos das emendas.

O Ministério da Justiça, por exemplo, formula uma cartilha anual para sugerir parlamentares a destinarem valores a ações que vão de compra de caminhonetes para transportar presos (R$ 160 mil) à implantação de sistema de rádio para a polícia em fronteiras (R$ 9,6 milhões).

Sérgio Praça, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas), afirma que o cenário das emendas impositivas, somado às restrições orçamentárias, gera necessidade de mais diálogo entre Executivo e Legislativo. "A negociação com o Congresso sempre foi importante. Mas quanto mais escassos os recursos, a importância disso aumenta", afirma.

A possibilidade de barganha pode ser feita dos dois lados, já que o Executivo não é obrigado a executar emendas de comissão de Câmara e Senado, além das apresentadas pelo relator-geral do Orçamento.

Só o Ministério do Turismo, por exemplo, tem neste ano R$ 13,5 milhões em emendas apresentadas pelas comissões do Congresso para diversas ações no país.

Ricardo Volpe, consultor de Orçamento da Câmara dos Deputados, afirma que as emendas dão força política aos parlamentares. Obras com recursos de emendas podem não ser sentidas em grandes cidades, mas fazem diferença significativa em pequenos municípios (mais da metade deles têm menos de 50 mil habitantes). "É assim que eles [parlamentares] conseguem se reeleger", diz.

Para Volpe, as regras atuais deveriam ser rediscutidas porque favorecem o descumprimento dos princípios da impessoalidade e da isonomia, ao conferir uma vantagem para os já eleitos.

O aumento do poder dos congressistas é um dos motivos apontados pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) para explicar a redução no número de deputados e senadores que, neste ano, disputam prefeituras pelo país.

De acordo com o Diap, o incremento das emendas tornou mais interessante, politicamente, a permanência no Congresso em vez da disputa por prefeituras, boa parte delas com dificuldades de caixa.

As emendas também têm histórico de corrupção. No episódio mais recente, a PF apreendeu neste mês dinheiro vivo dentro da cueca de Chico Rodrigues (DEM-RR), então vice-líder do governo Bolsonaro no Senado. Os valores suspeitos teriam vindo de desvio de emendas parlamentares do senador apresentadas para o combate à Covid-19 em Roraima.

Paralelamente ao aumento da execução das emendas parlamentares, há uma disputa ainda não resolvida entre o grupo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o centrão pelo controle da comissão de Orçamento e da própria Câmara, que terá eleições para seu comando em fevereiro.

A Comissão de Orçamento, formada por deputados e senadores, é responsável pela discussão da proposta Orçamentária do governo e pela organização das emendas apresentadas pelos parlamentares ao texto.

A divergência impediu não só a instalação da comissão, como a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que deveria ter sido votada no primeiro semestre para servir como base para a análise do Orçamento-2021.

Maia quer emplacar no comando da comissão de Orçamento o correligionário Elmar Nascimento (DEM-BA). O centrão, que tem como pré-candidato à Presidência da Câmara o deputado Arthur Lira (PP-AL), trabalha para colocar na função a deputada Flávia Arruda (PL-DF).

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Falta de insumos e fornecedores atinge 30% das empresas brasileiras

  • por Folhapress
  • 25 Out 2020
  • 11:25h

Foto: Reprodução / Agência Brasil

Cerca de 30% das empresas brasileiras registra falta de produtos ou dificuldade de entrega por parte de fornecedores, segundo uma sondagem especial realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

O percentual chega a 47% no varejo e a cerca de 40% na indústria e na construção civil. A média geral é puxada para baixo pelos serviços (10%), setor com nível de atividade ainda baixo e que, em alguns segmentos, depende menos de insumos.

O problema afeta quase 90% das indústrias de vestuário e petróleo e biocombustíveis e fica próximo de 70% na indús- tria de máquinas e materiais elé- tricos e no comércio de material para construção. Está acima de 50% nas indústrias de plásticos, têxtil, limpeza e perfumaria e também no comércio de veículos, motos e peças e nos hiper e supermercados.
Destacam-se ainda os comércios de móveis e eletrodomésticos e tecidos, vestuário e calçados, além dos serviços de alimentação, todos com mais de 40% das empresas registrando falta de produtos.

O setor de motopeças foi um que se aqueceu durante a pandemia por conta da demanda por entregas de aplicativos ter crescido, fruto do distanciamento social. Porém, a falta de matérias-primas para manter as linhas de produção virou um problema para o segmento, com alta considerável nos produtos que acabou repassada ao consumidor.
Carlos Alberto Fiorotti, diretor da Plasmoto, especialista em motopeças, relata dificuldades com preços de insumos.
"Tem um termoplástico que em fevereiro custava R$ 8, em setembro foi para R$ 12 e agora a última compra chegou a R$ 19,50", diz.

 

Outro problema enfrentado foi na obtenção de caixas de papelão para embalagem. A alta nos preços foi em torno de 70% e muitas empresas só podem atender em dezembro e janeiro. A solução encontrada foi repassar os reajustes aos consumidores.

A Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças apontou que a alta nas matérias-primas alcança 40%, o que levou as empresas a não fazerem estoques durante a pandemia. Assim, a retomada do aquecimento econômico gerou descompasso na produção de insumos.
"As empresas já encontram dificuldade em comprar principalmente alumínio, aço, resinas e plásticos. As empresas não fizeram estoques, até para enfrentar a queda no faturamento, por isso não tem como suprir a demanda", disse Orlando Cesar Leone, presidente da Anfamoto."‹

Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens do FGV Ibre, diz que muitos desses segmentos têm em comum a dependência de insumos importados e enfrentam tanto problemas de disponibilidade como de preços, por causa do câmbio depreciado.
Há também aqueles que viram as vendas aumentarem durante a pandemia e citam a falta de produtos nacionais.
"A gente está vendo uma dificuldade bem grande no setor de vestuário, pois há muitos produtos importados. Limpeza e perfumaria é a mesma questão. Muitos segmentos que estão com alguma dificuldade estão ligados à questão do câmbio. Há uma dificuldade adicional não só de entrega, mas de preço", afirma.

O comércio de material de construção e os hiper e supermercados, que tiveram uma demanda maior nesse período de pandemia, também vêm reportando dificuldade de entrega dos fornecedores.
Os dados do Ibre são semelhantes aos de um levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), no qual 44% das indústrias afirmam estar com problemas para atender seus clientes.

A falta de estoques é citada por 47% delas. Demanda maior que a capacidade de produção aparece com 41%, enquanto 38% citam incapacidade de aumentar a produção.
Mais da metade, 55% das empresas, avalia que sua capacidade de atender clientes se normalizará apenas em 2021.
A percepção sobre o mercado de insumos é menos otimista. Entre os entrevistados, 73% acreditam que só deve melhorar em 2021, diz a CNI. O segmento de vestuário, mais uma vez, se destaca entre os que têm os maiores gargalos.

Para o presidente do Sintex (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem e do Vestuário de Blumenau), José Altino Comper, a demanda em alta ainda é muito puxada por uma combinação de fatores relacionados à pandemia, como auxílio emergencial, seguro-desemprego e rescisões de contrato pelas demissões.
"Temos a preocupação disso ser uma bolha. Precisamos discutir como vai ser quando os estoques estiverem restabelecidos. Temos uma situação definida por no máximo seis meses", diz.

O desarranjo vivido pela cadeia de roupas reflete o período de dois a três meses em que as fábricas e facções (confecções terceirizadas) ficaram praticamente paradas.
Em abril e maio, quando estariam produzindo as coleções de verão, muitos contratos foram cancelados ou reduzidos. A partir de julho, o comércio reabriu, a demanda esquentou e todo mundo voltou a produzir.

Em outubro, tradicionalmente, começariam a preparar as peças do outono/inverno de 2021, mas muitas ainda estão entregando as peças de verão devido ao adiamento da escala de produção.
O preço do algodão é outro fator de estresse. Ele já está 50% mais caro do que custava em março. Por enquanto, avalia Comper, a cadeia, em suas muitas etapas, vem amortecendo o preço, mas a situação não é sustentável.

Tito Bessa, da TNG, diz que o algodão está "a preço de ouro", mais caro e mais difícil de ser encontrado a pronta entrega. A produção, porém, não parou, só vem seguindo em ritmo mais lento.
A Wondersize, marca de roupas esportivas para pessoas com sobrepeso, chegou a ficar 15 dias com o estoque defasado e a grade de tamanhos "furada". A dificuldade em comprar tecidos e outros insumos --elásticos estão com prazo de entrega para fevereiro de 2021-- levou a marca a uma inversão no processo de produção.

O planejamento para o trimestre do ano, que incluía o lançamento de uma coleção de roupas casuais, precisou ser refeito. Amanda Momente, sócia da Wondersize, diz que a equipe criativa sempre define a coleção primeiro e depois sai em busca de materiais que atendam essas necessidades de produção.
Com o desarranjo da indústria, ela inverteu o esquema: foi ao mercado, identificou o que tinha a pronta entrega e definiu a produção a partir do que havia disponível. Com isso, algumas peças tiveram de ser cortadas da linha, como as produzidas em dry fit.

A preocupação de José Vidal Boareto, da Village Construções, de Curitiba (PR), é com a duração do cenário de escassez de insumos e preço elevado. A falta de prazo para entrega e os preços maiores, até 80% no caso dos cabos, já vêm sendo um desafio para o cronograma de obras iniciadas e torna mais difícil a prospecção de novo negócio.

"Vamos executando outras etapas enquanto aguardamos as chegadas de materiais, mudamos os cronogramas."
Um desses atrasos é o de uma compra de aço fechada em junho para entrega em outubro. Já foi adiada.
"Precisamos de uma previsibilidade maior. A indústria está retomando, mas vai conseguir entregar? Eu preciso saber se daqui cinco meses as coisas ainda estarão assim", diz.

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Pesquisa investiga transmissão de covid-19 entre homens e animais

  • 25 Out 2020
  • 10:09h

Estudo é feito pela UFPR | Foto: Reprodução / Agência Brasil

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) quer saber qual o risco de transmissão da covid-19 entre humanos e animais de estimação. Para obter a resposta, a instituição coordena uma pesquisa nacional que vai avaliar cerca de mil animais, cujos donos tiveram diagnóstico positivo para o novo coronavírus, confirmado por exame laboratorial.

Sob coordenação do professor Alexander Welker Biondo, os pesquisadores farão testes gratuitos, por swab (coleta de amostra viral de orofaringe e nasofaringe) e sorológico, em cães e gatos em cinco capitais brasileiras: Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Recife (PE) e São Paulo (SP).

De acordo com a Agência Brasil, serão dois momentos de avaliação, com amostras biológicas coletadas com intervalo médio de sete dias, entre animais cujo tutor esteja em isolamento domiciliar, com diagnóstico confirmado.

 

 

VOLUNTÁRIOS
Para ter mais informações sobre participação na pesquisa, o interessado pode enviar um e-mail para [email protected]. Além de cumprir cumprir todos os requisitos, deve informar seu número de celular, e-mail, nome do tutor e do animal e especificar se é cão ou gato. A equipe do projeto entrará em contato o mais rapidamente possível. Os selecionados serão orientados sobre procedimento para a coleta de amostras.

Eles também serão informados sobre os aspectos envolvidos no estudo e, caso concordem com o protocolo da pesquisa, devem assinar o termo de consentimento livre e esclarecido e responder a um questionário para determinar as características ambientais e outros fatores associados à infecção nos animais.

RESULTADOS

Os resultados dos testes serão informados aos tutores ou familiares através de contato telefônico e pela emissão de laudo eletrônico, que será enviado por e-mail ou aplicativo de comunicação. Em caso positivo, os demais animais da residência também serão testados . Além disso, os familiares serão orientados a estabelecer o acompanhamento veterinário por 14 dias, intensificando medidas de higiene e proteção individual e coletiva.

ITÁLIA

O estudo brasileiro será o primeiro do gênero em um país tropical, já que algo semelhante só foi desenvolvido na Itália, segundo a UFPR. Segundo o professor Biondo, aquele país trabalhou com uma amostra de 817 animais. Nenhum foi positivo no PCR, mas 3.4% dos cães e 3.9% dos gatos apresentaram anticorpos contra o SARS-CoV-2. “Até o final de 2020, esperamos ter [no Brasil] em torno de mil amostras nas cinco capitais estaduais”, afirmou o pesquisador.

A definição do número amostral levará em conta o total de indivíduos positivos no trimestre anterior à coleta, considerando aproximadamente 10% do total de casos em humanos.

MINA

A pesquisa, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Ministério da Saúde tem, em Belo Horizonte, a colaboração da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por meio do Laboratório de Epidemiologia de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Departamento de Parasitologia.

Na avaliação do professor David Soeiro, coordenador do estudo em MG, considerando os recentes relatos sobre a detecção do novo coronavírus em animais de estimação e a grande proximidade entre eles e seus tutores, é importante elucidar aspectos da história natural da doença, como o possível ciclo zooantroponótico em estudo multicêntrico para a vigilância de Sars-CoV-2 em pets. As amostras obtidas no projeto serão preservadas de modo a também estabelecer um banco para estudos posteriores.

PRIMEIRO CASO

Neste mês foi diagnosticado, em uma gata, de Cuiabá (MT), o primeiro caso de covid-19 em animal no país . Diante do caso, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Mato Grosso (CRMV-MT) emitiu nota na qual destaca que não há evidências científicas de que animais de companhia são fonte de infecção para humanos.

No documento, o CRMV-MT, lembrou que a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiram pareceres afirmando que não há evidências e estudos significativos comprovando que animais possam transmitir a covid-19.

Assim, segundo o Conselho, como não há evidência científica de que animais sejam vetores mecânicos ou possam carregar o vírus, ou que o vírus possa se replicar nos animais. “O que observa-se, desde o surgimento da pandemia, é que os poucos animais com a infecção podem ter sido infectados por humanos, por meio do contato direto, e não o inverso”, acrescenta a nota.

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