- Bahia Notícias
- 29 Jan 2024
- 16:02h
Foto: Divulgação / MP-RJ
O currículo da promotora de Justiça do Rio de Janeiro, Simone Sibilio, responsável pela investigação do homicídio da vereadora Marielle Franco, foi impresso no computador do então diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem (PL-RJ). O fato foi descoberto pela Controladoria-Geral da União (CGU).
De acordo com informações do O Globo, a CGU encontrou o currículo em meio a uma série de documentos impressos pela “estrutura paralela” da Abin. Todo o material resgatado ainda inclui a produção de relatórios sem a logomarca da agência sobre pessoas que não tinham qualquer relação com as atribuições da agência ou que não eram alvos de trabalhos em curso. Conforme o jornal, parte desses documentos foram elaborados pelos policiais federais levados para atuar na agência por Alexandre Ramagem, atualmente deputado federal e alvo da operação da PF.
Os documentos ajudaram a embasar a investigação da Polícia Federal sobre o suposto esquema de espionagem ilegal no órgão. A investigação sobre a Abin teve início com a apuração sobre a utilização do FirstMile, em março do ano passado. Na época, a pasta solicitou acesso a uma sindicância da Abin sobre a ferramenta israelense que permitia monitorar a localização de pessoas por meio de dados de celulares.
No desenrolar da força-tarefa, a CGU descobriu que impressões feitas na Abin geravam o chamado “log”, espécie de registro no sistema que mostra a identidade do usuário do equipamento, e por isso deixavam um rastro. Foi assim que 120 gigabytes (GB) de documentos foram recuperados e compartilhados com a Polícia Federal – incluindo o currículo de Simone Sibilio.
A CGU confirma ter identificado no servidor de Ramagem o resumo do currículo dela. A promotora coordenava o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e atuou na força-tarefa do inquérito sobre o assassinato da parlamentar, ocorrido em 2018. Sibilio deixou o caso em 2021.
No relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal aponta que o documento “tem a mesma ausência de identidade visual nos moldes dos Relatórios apócrifos da estrutura paralela”.
- Bahia Notícias
- 29 Jan 2024
- 14:45h
Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
O resultado preliminar da análise dos pedidos de isenção do pagamento da taxa de inscrição para o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) será divulgado nesta segunda-feira (29). Os candidatos podem acessar o resultado através da página do certame.
O prazo para a solicitação da taxa de isenção foi encerrada na última sexta-feira (26). O edital previa casos de isenção para candidatos que fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais (Cadúnico); pessoas que cursam ou cursaram ensino superior pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) ou pelo Programa Universidade para Todos (ProUni); além de doadores de medula óssea.
Os demais candidatos a vagas do serviço público federal, a taxa de inscrição é de R$ 60 para nível médio e de R$ 90 para aqueles com nível superior (graduação).
Quem teve a solicitação de isenção do valor de inscrição indeferida, poderá realziar contestação nesta segunda (29) e terça-feira (30). Já no próximo dia 6 de fevereiro, será divulgada a relação final de candidatos que tiveram a solicitação de isenção do valor de inscrição deferida.
Caso o candidato não tenha aprovação ainda poderá se inscrever, fazendo o pagamento da taxa. O prazo de inscrições terminará em 9 de fevereiro, para o público em geral, que não tem direito à isenção.
- Nova operação da Polícia Federal foi deflagrada nesta segunda-feira com o cumprimento de mandados de busca e apreensão
- Thalys AlcântaraManoela AlcântaraArthur Guimarães/Metrópoles
- 29 Jan 2024
- 12:19h
Foto: Reprodução / Metrópoles
A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta segunda-feira (29/1), mandados de busca e apreensão em nova fase da operação contra a “Abin paralela” do governo Bolsonaro. Entre os alvos, estão o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do ex-presidente, e assessores dele.
Mandados de busca e apreensão são cumpridos na casa de Carlos Bolsonaro e também no gabinete dele, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
A operação é desdobramento de investigação da PF sobre um esquema ilegal de espionagem durante o governo de Jair Bolsonaro. As buscas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Carlos entrou na mira da PF por ter sido supostamente recebedor de informações da chamada “Abin paralela”, segundo apuração do Metrópoles.
De acordo com as diligências, a Abin foi utilizada para espionar adversários. Políticos e até ministros do STF teriam sido espionados com o uso do software FirstMile.
Uso político da Abin
Na última quinta-feira (25/1), foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão – o deputado federal Alexandre Ramagem (PL), que foi diretor da Abin entre 2019 e 2022 e comandaria o esquema de espionagem ilegal, foi um dos alvos.
Ainda segundo as investigações da PF, policiais federais que estavam na cúpula da Abin de Bolsonaro usavam serviços ilícitos para interferir em diligências da Polícia Federal que prejudicariam filhos do então presidente, como a que produziria provas favoráveis a Renan Bolsonaro, filho mais novo de Jair Bolsonaro.
Para a PF, a Abin também chegou a ser usada para a preparação de relatórios para a defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL), também filho do ex-presidente, em investigação sobre “rachadinhas”.
Os mandados de busca e apreensão deste mês são desdobramentos de operação da PF de outubro do ano passado, quando dois agentes da Abin foram presos por suspeita de chantagearem Ramagem.
Esses dois servidores sofriam processo administrativo e ameaçaram tornar público o esquema de espionagem ilegal. O então diretor da Abin teria então feito manobras para livrar os agentes da Abin do processo administrativo. Depois da investigação da PF, ambos foram expulsos.
- Por Camila São José / Francis Juliano/Bahia Notícias
- 29 Jan 2024
- 10:35h
Foto: Reprodução / Radar News
Uma decisão da Comarca de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, determinou uma ordem de despejo contra um empresário, proprietário de um hotel de luxo em Trancoso, destino turístico badalado do município. A medida atinge Ricardo Nobre, sócio do Villa dos Nativos Boutique, que tem 15 dias para desocupar o local, conforme decisão do juiz Fernando Machado Paropat Souza, deferida no último dia 23 de janeiro.
“Defiro o pedido de despejo formulado pelos autores. Intime-se a parte ré a desocupar o imóvel no prazo de 15 dias, sob pena de desocupação forçada”, diz trecho da sentença. A medida foi mais uma acionada pelo dono do imóvel, Roberto Botelho de Brito.
Antes, em outubro do ano passado o mesmo juiz tinha determinado o pagamento dos aluguéis atrasados, determinando multa de até R$ 200 mil. Mesmo assim, a medida não tinha sido obedecida, o que resultou em nova ação e sentença, com ordem de despejo.
- Por Fernando Cazzian | Folhapress
- 29 Jan 2024
- 08:20h
Foto: Agência Brasil
O déficit atuarial dos funcionários aposentados do setor público atingiu cerca de R$ 6 trilhões e é considerado hoje um dos principais motivos para a queda da taxa de investimentos no Brasil —cujo aumento seria fundamental para a economia crescer de forma sustentável.
Os governos federal, estaduais e municipais têm dispensado valores crescentes de sua receita líquida para pagar servidores aposentados, além daqueles na ativa, sobrando cada vez menos para custear a máquina administrativa e investir.
Segundo cálculos do especialista em contas públicas Raul Velloso, em pouco mais de 30 anos só a despesa previdenciária da União saltou de 19,2% do total do gasto para 51,8%. Na contramão, o que o governo federal tinha para usar livremente (gasto discricionário) desabou de 33,7% do total que gastava para 3,1%.
Quem mais sofreu foram os investimentos, que caíram de 16% para 2,2%. No período, houve aumento também em despesas com saúde, educação e assistência social —comprimindo mais os investimentos.
Além da relação direta entre o aumento da despesa com inativos e a diminuição do investimento, evidencia-se também, ao longo das últimas décadas, a queda do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). Quando a área pública investe pouco (e opera com grandes déficits), o setor privado também se retrai, investindo menos.
Entre 1980 e 2022, a taxa de investimento público em infraestrutura despencou de 5,1% para 0,6% do PIB.
Como comparação, os quase R$ 6 trilhões de déficit atuarial na previdência pública equivalem a 93% do total da dívida líquida do setor público (R$ 6,4 trilhões) —principal fonte de preocupação macroeconômica do país.
Mas, diferentemente da dívida pública, que é "rolada" com a emissão de títulos do Tesouro, o déficit de estados e municípios tem de ser coberto com cortes "na carne"; em outras despesas (como investimentos), pois trata-se de aposentadorias que devem ser pagas a milhões de ex-servidores.
Em 2017, por exemplo, durante o governo de Luiz Fernando Pezão, no estado do Rio, centenas de ex-servidores realizaram protestos, entrando em confronto com a polícia, por atrasos no pagamento de mais de 300 mil aposentadorias. O risco, no futuro, é que vários estados e municípios passem pelo mesmo.
Desde 2006, o gasto previdenciário com os servidores apresentou taxa média de crescimento real (acima da inflação) de 12,5% ao ano nos municípios, 5,9% nos estados e 3,1% na União, segundo cálculos de Velloso.
Na aprovação da reforma da Previdência, em 2019, após pressões políticas, estados e municípios ficaram de fora das novas regras que dificultaram as aposentadorias. Mas lhes foi facultado aprovar separadamente depois, em câmaras e assembleias locais, a adoção dos novos mecanismos.
Dados do governo federal mostram que, dos 2.146 municípios e estados que dispõem de regimes próprios de Previdência para seus servidores, somente 732, ou 34,1%, adotaram ao menos 80% das regras para os benefícios fixados na reforma da Previdência.
Entre os dois terços que não o fizeram, constam administrações como as do Distrito Federal, de Pernambuco, do Amazonas, do Maranhão, do Rio de Janeiro capital, de Belo Horizonte e de Florianópolis. Nas cidades do interior, de 2.093 com regimes próprios, só 701 realizaram reformas amplas.
Alguns entes também aumentaram as contribuições mensais que os inativos devem aportar no regime próprio, aliviando o déficit.
Velloso afirma ser fundamental que as administrações reformem seus regimes. Mas que só isso não resolve, pois há milhares de servidores chegando à idade da aposentadoria, o que deve continuar pressionado o déficit.
O economista defende há anos a criação de fundos para capitalizar alguns ativos (como imóveis e royalties de petróleo e minério) para o pagamento das aposentadorias.
Com a ajuda de Velloso, seu estado natal, o Piauí, adequou o sistema previdenciário às regras da reforma de 2019 e criou um fundo de capitalização, equacionando, a longo prazo, o problema atuarial de seu regime próprio de previdência.
Segundo Leonardo Rolim, ex-secretário de Previdência e ex-presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a cidade de São Paulo também reformou o sistema e criou um fundo (com imóveis e ações de empresas) com o mesmo objetivo. Cidades como Goiânia e Campinas seguem o mesmo caminho.
Rolim afirma que, em alguns casos, o déficit poderia ser equacionado cobrando-se contribuições adicionais dos aposentados, mas que isso muitas vezes é difícil politicamente. "Há uma visão de curto prazo em muitas administrações, e os déficits não são resolvidos. Fala-se desse problema há muitos anos, mas ele só fica mais sério com o passar do tempo", diz.
Algumas administrações têm hoje mais servidores aposentados do que na ativa, e o valor recolhido sobre seus salários é insuficiente para pagar os benefícios aos ativos. No Rio Grande do Sul, segundo Rolim, há 10 aposentados para cada 7 ativos —e a folha de pagamento de inativos é 50% maior do que a dos que ainda trabalham.
A curto prazo, muitos estados também vêm sofrendo com queda na arrecadação, principalmente os mais populosos, onde há diminuição da receita corrente líquida em relação aos 12 meses anteriores.
Para Claudio Hamilton dos Santos, coordenador de finanças públicas do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), parte dos estados tem hoje dívidas com a União e, mesmo assim, reluta em fazer ajustes —embora alguns venham tentando melhorar as contas.
"Muitos já ‘quebraram’ outras vezes e sabem que, se forem mal, a União acaba ajudando no final." Santos diz, no entanto, que faltam instrumentos mais efetivos para fiscalizar e sanear os estados.
"Em muitos casos, o ajuste que pode ser feito é diminuir o número de servidores ativos, não fazendo novas contratações. Mas isso não resolve o problema a curto prazo, nem a questão dos inativos", diz.
Segundo ele, entre os estados, é preciso fazer distinções. Ex-territórios como Amapá e Roraima e estados "jovens" como Tocantins têm poucos inativos e fizeram ou estão fazendo reformas e poupança para pagar aposentados.
Outros seriam os "maduros" (desde sempre com muitos inativos) que fizeram o dever de casa nos últimos 20 anos com políticas salariais sensatas e/ou poupança. Casos de São Paulo e Espírito Santo. Há outros "maduros" que não fizeram ajustes, como Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Por fim, haveria os estados "maduríssimos", que já tiveram que "cortar na carne horrivelmente na década de 2010", como o Rio Grande do Sul. Mas, como o estado contratou poucos funcionários desde 2010, terá relativamente poucas novas aposentadorias no futuro.
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- Bahia Notícias
- 28 Jan 2024
- 13:13h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Após entrar em um ambiente e seus companheiros confinamento levantarem e o deixarem sozinho, Davi abriu o coração em uma conversa com Isabelle. No diálogo, o baiano afirmou que Wanessa Camargo está fazendo “mutuinho” contra ele.
“Chegou um ponto que tem gente que tá passando por mim hoje, gente que andava comigo, não tá nem mais olhando na minha cara. Tá dando bom dia e passando direto. Tô sentindo que só porque eu tomei esse alvo e virei agora opção de voto, parece que todo mundo se reuniu e vai votar em mim”, desabafou.
Davi também alertou sobre Wanessa: “Só por eu ter virado hoje opção de voto, a galera mudou. E uma coisa que eu percebi é que a Wanessa tá fazendo muita conversinha, tá chamando as pessoas e falando coisas de mim”.
Davi questionou a parceira de jogo se a cantora falou mal dele pra ela. “Só que ela é distante de você e que ela decidiu que vai ser assim e pronto”, respondeu a Cunhã. E o baiano seguiu: “Tem os motivos, ela fala os motivos pras pessoas. Ela quer juntar a galera pra ser contra mim, pelo fato de só porque ela é famosa”.
“E não só ela como as outras galeras também, já tá me olhando diferente, tá se distanciando. Umas coisas que não tem nada a ver”, concluiu.
- Artista contou que ainda não foi autorizada pelo médicos a percorrer os quase 4 km do circuito Dodô (Barra-Ondina), em cima do trio, mas confirmou presença no camarote Expresso 2222, do pai dela, Gilberto Gil.
- Por João Souza, g1 BA
- 28 Jan 2024
- 11:34h
Foto: João Souza/g1 Bahia
A cantora e empresária Preta Gil revelou, na noite deste sábado (27), no Festival de Verão, que não vai puxar trio elétrico no carnaval de Salvador com o tradicional Bloco da Preta. A artista contou que, embora esteja curada do câncer no intestino, ainda não foi autorizada pelo médicos a desfilar por quase 4 km do circuito Dodô (Barra-Ondina).
Apesar de não comandar o bloco neste ano nos moldes tradicionais, a cantora fará um show especial em comemoração aos 15 anos do Bloco no Rio de Janeiro, no dia 4 de fevereiro. Em seguida, ela volta para Salvador, onde passará a folia momesca no Camarote Expresso 2222, da família Gil.
"Estarei no comando do Expresso 2222. Nosso camarote tão amado, tão querido, estarei aqui firme e forte", disse.
Preta contou que fez questão de curtir o Festival de Verão para assistir aos show de amigos.
"Eu vim ver Ivete [Sangalo], Baco [Exu do Blues], Psirico, Quabales, Carlinhos Brown, Baiana [System]. Vim ver todos. Todos os artistas que se apresentam, que são incríveis, são meus amigos e eu quero prestigiar e refletir", disse.
Luta contra o câncer
Preta passou 2023 fazendo tratamentos contra o câncer no intestino, descoberto em janeiro do mesmo ano. Ela teve os primeiros sintomas da doença enquanto estava em viagem internacional com a família.
Durante os meses de tratamento, a artista compartilhou vídeos nas redes sociais, nos quais falava sobre o seu processo de cura. Ela ressaltou a importância dos médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e da fé em sua recuperação.
O tratamento durou cerca de 12 meses e foi feito no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Entre os procedimentos, Preta:
- Passou por sessões de quimioterapia
- Retirou um tumor na região abdominal
- Retirou o útero
- Usou uma bolsa de ileostomia para eliminação das fezes
- Passou por um procedimento para reverter a ileostomia temporária e reconectou o intestino
-
Também durante o tratamento, ela precisou se ausentar dos palcos. A cantora ficou em casa, inclusive, no carnaval do ano passado.
Ela voltou a cantar em 1º de janeiro deste ano, em Salvador, com um show da turnê da família Gil, “Nós A Gente” – a mesma realizada na Europa, onde Preta teve os primeiros sintomas da doença.
"Eu sou Preta Maria, uma mulher negra, gorda e bissexual. Estou me tratando de um câncer, vou me curar. Estou solteira e sou filha do imortal Gilberto Gil”, disse ela, que foi ovacionada pelo público.
Separação
Além de lidar com a luta contra o câncer, Preta enfrentou um divórcio em 2023. Ela confirmou a separação com Rodrigo Godoy em maio do ano passado.
Meses depois, a artista comentou nas redes sociais que foi traída pelo ex-companheiro enquanto tratava a doença.
"Essa noite tive insônia e não dormi, passei a noite me remoendo de dor no peito, pensando em como meu ex-marido e sua amante foram cruéis, frios, maquiavélicos e tão sujos comigo. Não consigo aceitar, como eu fui casada com um homem desses? Como pude ajudar tanto uma mulher como essa?
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- Bahia Notícias
- 28 Jan 2024
- 08:45h
Foto: Reprodução / Corinthians TV
O técnico Mano Menezes perdeu a paciência com o atacante Yuri Alberto durante a derrota do Corinthians para o São Bernardo por 1 a 0, na noite deste sábado (27), no Primeiro de Maio, pela terceira rodada do Campeonato Paulista. O treinador ficou irritado com um lance protagonizado pelo jogador no segundo tempo da partida.
"Você é burro? Você é burro?", disse o comandante na beira do campo.
A jogada foi uma falta cometida por Yuri Alberto ao pressionar o zagueiro Hélder, do São Bernardo. O atacante chegou atrasado na disputa de bola e acabou cometendo a infração que foi assinalada pela arbitragem. Com o atleta da casa no chão, o jogo foi paralisado para a entrada da equipe médica. Aos 32 minutos do segundo tampo, Mano sacou o jogador para a entrada do jovem Arthur Sousa, que conquistou a Copa São Paulo pelo Timão na última quinta-feira (25). Na saída de campo, ele reclamou com o treinador e os dois tiveram uma longa conversa finalizada com um abraço para selar as pazes. Na entrevista coletiva, o treinador explicou a situação.
"O jogo é um lugar onde as palavras são fortes, mas a gente se abraça depois porque sabe que a cobrança não é pessoal. A atitude pode ter sido burra naquele momento, você não pode fazer uma falta de ataque se está com um a mais. É sempre à atitude, não à pessoa. Quem deu meio chutinho sabe que é assim. Vamos continuar falando para as pessoas do futebol, se quiserem fazer reality show, acho que tem que ir para outra coisa", disse. "Ele (Yuri) tem se dedicado muito, sempre em todos os treinos, em todos os jogos, é um cara que se doa para a equipe, mas está vivendo um momento de dificuldade. É nesse momento de dificuldade que temos de estar do lado deles, cobrar duro, mas dar carinho. A gente é assim, essa é uma parte que faz parte do trabalho do treinador. A nossa equipe precisa construir mais para ele, é um jogador que depende mais dessa construção. Se a gente olhar o jogo em si, o Yuri não errou nada. O centroavante precisa receber a bola em condição melhor, e essa é uma obrigação nossa como equipe e como característica de jogador para tirar o melhor do Yuri, tenho certeza que isso vai acontecer", completou sobre o abraço.
Com a derrota, o Corinthians segue na segunda colocação do Grupo C do Paulistão com três pontos, um a menos do que o líder Red Bull Bragantino. Na próxima terça (30), às 19h30, o Timão faz o clássico com o São Paulo, na Neo Química Arena, pela quarta rodada do estadual.
- Por Folhapress
- 27 Jan 2024
- 13:28h
Foto: Joilson Marconne/CBF
O Brasil venceu a Colômbia por 2 a 0 na noite desta sexta-feira (26), pelo torneio pré-olímpico, disputado na Venezuela. A competição define quais seleções da América do Sul estarão nos Jogos Olímpicos de Paris, que começam em julho. Os gols foram de Endrick e John Kennedy.
A Colômbia, que vinha de derrota por 3 a 0 para o Equador, começou a partida ensaiando uma pressão, mas foi o Brasil que abriu o placar.
Aos 25 minutos do primeiro tempo, John Kennedy chutou de fora da área, o goleiro espalmou e, no rebote, Endrick completou para as redes.
A Colômbia teve chances de empatar na segunda etapa, mas parou na pontaria ruim de seus jogadores, que criavam, mas finalizavam mal, e no goleiro Mycael, que fez uma bela defesa em cabeçada de Carlos Cortés após cobrança de escanteio.
Já aos 38 minutos, Gabriel Pec ganhou pela esquerda num contra-ataque e rolou para John Kennedy, sozinho, dar números finais à partida,
Com o resultado, a equipe, comandada pelo treinador Ramon Menezes, foi aos 6 pontos e está em segundo no Grupo A da competição. O líder Equador tem 7, mas um jogo a mais. O Brasil tem, por ora, 100% de aproveitamento. Na estreia, a seleção venceu a Bolívia, por 1 a 0, na terça (23). O gol foi de Endrick.
Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para o quadrangular final que definirá quais serão os dois representantes da América do Sul nas Olimpíadas de Paris.
Estão no grupo do Brasil, além da Colômbia e da Bolívia, Equador e Venezuela. No Grupo B estão Peru, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile.
O próximo jogo no Brasil é na segunda (29), contra os equatorianos, às 17h.
- Por Francis Juliano/Bahia Notícias
- 27 Jan 2024
- 11:43h
Foto: Reprodução / Vilson Nunes
A prefeitura de Igaporã, no Sudoeste, é acusada de usar recursos liberados em convênios da Conder [Companhia de Desenvolvimento do Estado] para outras despesas da gestão, como pagamento de fornecedores e prestadores de serviços.
Segundo denúncia recebida pelo Bahia Notícias, a gestão de Newton Francisco Neves Cotrim, o Neto, teria se utilizado do expediente em convênios firmados que deveriam ser usados para obras, como reformas de um auditório e de um mercado e pavimentação de ruas em um bairro da cidade [Alto do Cruzeiro]. Os dois primeiros tiveram as obras executadas, mas o último, da pavimentação, não teria sido realizado.
O montante para as pavimentação foi de R$ 2 milhões. Conforme a acusação, a prefeitura teria usado o recurso para outras despesas, chegando a aplicar parte do valor [R$ 1,7 milhão] em fundos de investimentos, como forma de auferir lucro para as contas da gestão.
Os outros convênios tiveram recursos liberados em R$ 829,5 mil [reforma do mercado] e R$ 266,9 mil [reforma do auditório].
Em 18 de dezembro passado, um ofício da Conder pedia explicações ao prefeito de Igaporã sobre uso dos recursos em pagamento de despesas em desacordo com o objetivo dos convênios.
- Por Nicola Pamplona | Folhapress
- 27 Jan 2024
- 09:36h
Foto: Agência Petrobras
A Petrobras informou nesta sexta-feira (26) que encontrou indícios de petróleo em poço perfurado na costa do Rio Grande do Norte, na chamada margem equatorial brasileira. A empresa afirma, porém, que ainda não foi possível concluir que a produção é viável.
O poço foi perfurado em um projeto chamado Pitu Oeste, na bacia Potiguar. Foi o primeiro em águas profundas na região após o embate iniciado com a negativa do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) para poço na bacia da Foz do Amazonas.
A estatal diz que "dará continuidade à pesquisa exploratória na região e planeja para fevereiro a segunda perfuração na Bacia Potiguar, no poço Anhangá", que fica próximo a Pitu Oeste.
"A partir de estudos complementares, a companhia pretende obter mais informações geológicas da área para avaliar o potencial dos reservatórios e direcionar as próximas atividades exploratórias na área", informou a empresa.
A estatal planejava começar a campanha exploratória na margem equatorial pela bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá, que voltou a atrair o interesse das petroleiras após descobertas bilionárias de petróleo na Guiana.
Apesar da pressão da área energética do governo, porém, o Ibama negou a licença ambiental. A Petrobras recorre da decisão e ainda espera explorar o litoral amapaense em 2024, embora o MMA (Ministério do Meio Ambiente) defenda a realização de estudos mais detalhados sobre os impactos.
A sonda de perfuração que iria para o Amapá acabou sendo descolada para o litoral potiguar. A área já tem produção de petróleo em águas rasas e, por isso, obteve licenciamento mais fácil junto ao órgão ambiental.
Tem infraestrutura de apoio e resposta a emergências que o Ibama entende faltar no Amapá, onde ainda não há atividade petrolífera.
A estatal disse nesta sexta que a perfuração "foi concluída com total segurança, dentro dos mais rigorosos protocolos de operação em águas profundas, o que reafirma que a Petrobras está preparada para realizar com total responsabilidade atividades na margem equatorial".
A Petrobras informou ainda que adicionou 1,5 bilhão de barris de óleo equivalente às suas reservas provadas em 2023. Em 31 de dezembro, afirmou a empresa, suas reservas somavam 10,9 bilhões de barris, segundo o critério da SEC, o xerife do mercado de ações dos Estados Unidos.
Deste volume, 84% são de óleo e 16% de gás natural. A adição de reservas ocorreu, principalmente, nos campos de Búzios, Tupi e Atapu, no pré-sal da Bacia de Santos, e da declaração de comercialidade dos campos não operados de Raia Manta e Raia Pintada, na Bacia de Campos.
Considerando o volume de produção atual, as reservas provadas garantem à Petrobras 12,2 anos de produção. "É essencial seguir investindo em maximização do fator de recuperação e principalmente em exploração de novas fronteiras, para repor as reservas de petróleo e gás", defendeu a estatal.
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 26 Jan 2024
- 18:15h
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Depois de, nos últimos dias, dizer que Roberto Jefferson deveria ter levado um tiro da Polícia Federal, de ter elogiado e depois criticado o presidente Lula, de chamar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de “frouxo” e “omisso”, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, voltou sua metralhadora verbal para o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Irritado por conta das recentes operações da Polícia Federal que tiveram os deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) como alvos, Valdemar disse ao jornal O Globo que Moraes almeja ser candidato a presidente da República.
“Ele quer se mostrar, quer ser candidato a presidente. O camarada aparece na televisão, nos jornais e enlouquece. A soberba ataca e você não percebe. É o que ele quer. Não tenha dúvida”, disse Valdemar em entrevista publicada pelo jornal O Globo nesta sexta-feira (26).
O presidente do PL, agremiação do ex-presidente Jair Bolsonaro e dono da maior fatia do fundo partidário, comparou as supostas pretensões do presidente do TSE às do atual senador Sergio Moro, que abandonou a magistratura para seguir a carreira política, inicialmente como ministro da Justiça do governo passado.
“Quem imaginava que o Moro seria candidato e iria largar a carreira dele? Ninguém,”, completou Valdemar Costa Neto.
Para o presidente do Partido Liberal, as autorizações concedidas pelo ministro Alexandre de Moraes para operações da Polícia Federal que tiveram deputados do seu partido como alvo seriam motivadas por “uma perseguição contra bolsonaristas”. Em postagens nas suas redes sociais, Valdemar cobrou que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, dê encaminhamento a pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes.
- Bahia Notícias
- 26 Jan 2024
- 16:31h
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil
Uma das pernas da investigação da Polícia Federal contra o deputado Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), mira a extensão da espionagem ilegal contra caminhoneiros no governo Bolsonaro.
De acordo com a coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a PF apresentou nove episódios que justificavam o cumprimento de mandados contra os alvos. Entre eles estão casos relacionados a caminhoneiros, conforme consta da manifestação em que a PGR se disse favorável aos pedidos de busca e apreensão.
As apurações da PF apontam que Ramagem criou uma central de espionagem paralela à Abin e ordenou que subalternos usassem o software FirstMile para monitorar adversários políticos de Bolsonaro e ministros do STF.
Em maio de 2023, a Agência Pública revelou um documento produzido pela Abin durante a gestão Ramagem, em abril de 2020, que estipulava um grau de ameaça para oito lideranças nacionais dos caminhoneiros. O uso do FirstMile contra eles não era citado no relatório.
- Caso aconteceu no município de Urandi, na região sudoeste do estado.
- Por g1 BA e TV Sudoeste
- 26 Jan 2024
- 14:30h
Foto: Reprodução/TV Sudoeste
Moradores do município de Urandi, no sudoeste do estado, estão há quatro dias sem água, por causa de fortes chuvas que atingiram a cidade na última segunda-feira (26). Até esta sexta-feira (26), a situação ainda não foi normalizada.
O abastecimento em toda a cidade, que tem cerca de 17 mil habitantes, é feito através da nascente do rio Cabeceiras e Raiz. Logo, o fornecimento de água em Urandi não é realizado por meio de uma empresa privada.
Segundo os moradores, por causa das fortes chuvas e da obra de instalação de um parque eólico, houve um deslizamento de terra no local e a nascente, que era limpa e possuía água potável, encontra-se com terra e barro.
Os habitantes receberam nos últimos dias nas torneiras dos imóveis água imprópria para consumo, e por causa disso, carros pipas realizam o abastecimento de água de forma emergencial.
Foi realizada na manhã desta sexta-feira (26), uma audiência pública com a presença do Ministério Público Ambiental, do Inema, de membros da Prefeitura e da Câmara de Vereadores para debater os impactos ambientais causados pela obra do parque eólico.
Por meio de nota, o Parque Eólico Serra das Almas informou que tem monitorado os recursos hídricos da área, com a realização de amostras das nascentes para análise da qualidade da água.
Até o momento, segundo a empresa, não foram verificados parâmetros acima dos valores máximos permitidos pela portaria do Ministério da Saúde.
A empresa disse ainda que o estudo realizado evidenciou que as áreas das nascentes não sofreram danos e que mantém contato com a população e as autoridades com a disponibilidade de caminhões pipa e galões de água mineral.
- Caso aconteceu no município de Caetité, no sudoeste do estado.
- 26 Jan 2024
- 12:29h
Foto: Reprodução/Redes Sociais/G1 BA
Uma loja causou polêmica nas redes sociais após as exigências solicitadas em um anúncio de oportunidade de emprego na quinta-feira (25), no município de Caetité, no sudoeste do estado.
Na publicação, que já foi apagada, o estabelecimento informa que precisa de uma funcionária "solteira, sem filhos, que se declare expressivamente de cor branca e seja dócil e gentil". As exigências para a vaga ainda incluía idade mínima de 18 anos e ensino médio completo.
Em poucas horas a postagem viralizou e internautas se revoltaram com a publicação. Nos comentários, pessoas comentaram que consideraram a exigências impostas para a vaga de emprego como racista e misógina.
O Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de Caetité se pronunciou e emitiu uma nota de repúdio. O comunicado diz que a pasta recrimina "qualquer ato ou ação de intolerância, discriminação, preconceito ou quaisquer outros atos que atentem contra a honra e dignidade humana".
Após a grande repercussão negativa do caso, um dos filhos do empresário se pronunciou e mostrou-se contra a atitude do pai.
Alan Vinícius Ribeiro lamentou o episódio e afirmou que ele, o irmão e a mãe discordam da prática.
“Não temos nada a ver com a conduta do meu genitor. Nos responsabilizamos tão somente por nossos atos e rogamos para que as medidas cabíveis sejam tomadas a fim de que práticas como essa não se repitam”, escreveu.
Nota de pronunciamento Prefeitura de Caetité
Diante do fati?dico caso de racismo, misoginia e machismo praticado por lojista da cidade de Caetite?-BA, ao anunciar vaga de emprego para o seu estabelecimento em sua redes sociais, o Conselho Municipal da Promoc?a?o da Igualdade Racial de Caetite?, vem a pu?blico repudiar todo e qualquer ato ou ac?a?o de intolera?ncia, discriminac?a?o, preconceito, ou quaisquer outros atos que atentem contra a honra e dignidade da pessoa humana, bem como para reafirmar o seu compromisso com a promoc?a?o da igualdade racial, zelando pela defesa do povo Caetiteense e pelo enfrentamento de toda forma de intolera?ncia ou tentativa de supremacia racial praticada contra quem quer que seja.
O Estado Democra?tico de Direito na?o comporta esse tipo de ataque, objetivando sempre a reprovac?a?o e prevenc?a?o dos crimes, especialmente os crimes de racismo e de inju?ria racial, notadamente porque sa?o crimes que atingem, direta ou indiretamente, uma coletividade indeterminada de indivi?duos.
Discursos e postagens conforme veiculam nas redes sociais so? reforc?am a necessidade de continuarmos conclamando nossa sociedade a refletir sobre os fundamentos e os princi?pios que norteiam a nossa Repu?blica, que va?o na contrama?o de qualquer ato de intolera?ncia, racismo, discriminac?a?o ou preconceito.
Este Conselho estara? de pe? e atuante frente ao caso supramencionado, tomando todas a medidas legais e cabi?veis para que a justic?a seja feita e o culpado seja punido, seremos sempre contra?rios a?s pra?ticas discriminato?rias, enfileirando-nos em defesa dos direitos constitucionalmente resguardados.
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