Relógio da 'Apple' vai custar até R$ 135 mil; conheça

  • 20 Set 2015
  • 17:27h

Foto: Reprodução

O dispositivo 'Apple Watch' -relógio inteligente da empresa de Cupertino, nos EUA-, vai custar até R$ 135 mil. O relógio foi lançado pela 'Apple' em um evento neste mês, na Califónia (EUA). Chamado de 'Apple Watch Sport', a versão básica feita de alumínio tem dois tamanhos e consequentemente dois valores. Segundo a empresa da Apple no Brasil, o que contém a tela de 38mm custa a partir de R$ 2.900, já o modelo de 42mm vai custar R$ 3.300. Tem opções com pulseiras nas cores azul, branca e laranja. Já nos Estados Unidos o dispositivo mais básico nos pode ser comprado por US$ 350. O módelo intermediário tem valor inicial de R$ 4.600 a R$ 9.099.Além da versão de ouro rosa tem valor inicial de R$ 95 mil. O consumidor pode comprar pulseiras dos relógios separadamente, a mais barata custa R$ 330 e a mais cara R$ 4.430. E o mais caro da linha, o 'Apple Watch Edituion' tem caixa em ouro rosa e pulseira com fecho moderno, além de outros detalhes e ouro rosa, está no valor de R$ 135 mil. O portal 'G1' informou que mesmo com o catálogo no site brasileiro, a 'Apple' ainda não disponibilizou a opção de compra.

Aos 63 anos, Bruna Lombardi ainda encanta os seus fãs e mostra que não tem idade para a beleza

  • Patrícia Kogut
  • 20 Set 2015
  • 16:18h

BRUNA LOMBARDI (FOTO: CARLOS ALBERTO RICCELLI)

Bruna Lombardi é amiga da fama e garante que a notoriedade só lhe trouxe coisas boas: acolhimento, chance de conhecer o mundo, dinheiro. Era campeã de cartas na TV Globo antes mesmo de estrear na emissora. Ainda recebe convites para voltar à televisão, da qual está afastada desde 2002. É parada por fãs, que clamam por sua volta. Vídeos em que aparece, seja defendendo a adoção de cachorros ou dando dicas de como economizar água, são visualizados por milhões. A página recém-criada no Facebook, em que transmite “mensagens positivas”, tem um milhão e meio de curtidas e um alto engajamento: ou seja, o internauta comenta, interage. E os comentários, que chegam a mais de cem mil por semana, são, surpresa nos atuais tempos, positivos.

Outro dia, a mãe de um menino contou à atriz, produtora e escritora, no meio da rua, que a criança era fã da página: “Mamãe, a Bruna escreve essas coisas para deixar a gente feliz, não é?’’ E ainda nem se falou do Instagram, criado por ela “há minutos”, onde vem exibindo forma invejável, com direito a piercing no umbigo. Aos 63 anos. As fotos postadas, feitas pelo marido, Carlos Alberto Riccelli — autor das imagens que ilustram este perfil —, são em sua maioria atuais e sem retoques, ela afirma. Os dois adoram brincar de fotógrafo e modelo, e as poses comportadas acabam evoluindo para outras mais sensuais. Natural, dizem marido e mulher, de um casal “que faz tudo junto, se curte e cuja relação fica cada vez mais gostosa”.


Bruna só não é amiga dos números.


— Tenho uma relação quase infantil com o tempo. Eu e Ri nunca sabemos dizer há quantos anos estamos juntos, não celebramos datas. Não me ligo em idade. Tenho 63. E daí? Não significa nada. Eu acho envelhecer um privilégio. As pessoas que não envelheceram é porque se foram. Então, eu penso: que outra opção eu tenho? Eu não posso me responsabilizar por números — filosofa Bruna, na intimidade de sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo, onde recebeu a equipe com um bolo feito de ingredientes orgânicos e sem manteiga.

A responsabilidade vem nesta nova e “inesperada” fase de sua longa carreira. Com o sucesso do que diz e mostra nas redes sociais, Bruna recebeu um convite da editora Sextante e lança, até o fim do ano, um livro baseado nas mensagens que posta — já é autora de outros oito. Além disso, prepara um portal chamado Rede Felicidade, no qual pretende “traduzir o que falo no Face, no Instagram, nas entrevistas”. É ela quem escolhe cada frase, mensagem e foto. A nova fase começou meio que por acaso, há cerca de um ano. Devido à grande quantidade de páginas falsas em seu nome, ela resolveu criar uma verdadeira. E começou a postar o que pensava sobre a vida. Os textos são dela ou de pessoas que deseja homenagear, como o amigo Mario Quintana, “de quem fui próxima até o fim da vida”. “Simples assim’’ e “Veio de uma forma muito orgânica” são frases que gosta de repetir:


— Tenho uma caixinha em que guardo essas mensagens desde meus tempos de menina, sempre gostei de escrever. Agora não posso ficar um dia sem postar, as pessoas cobram, dizem que precisam disso. Mas não vejo isso como um peso. Gostaria de dizer para as pessoas que elas conseguem ser felizes e positivas com mais facilidade e que não precisamos ser essa geração tarja preta.


Amigos e família dizem que Bruna sempre foi assim: feliz, leve, simples. A diferença agora é que esse seu lado tornou-se público.

 

— Além da beleza, ela é uma das mulheres mais inteligentes que conheço e sempre teve isso de se interessar pelos outros e pelas grandes causas. Bruna tem credibilidade, nunca intimidou o espectador, as donas de casa não ficavam com raiva, apesar da beleza. Tenho encanto eterno por ela — diz José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que levou Bruna para a TV (a estreia foi na novela “Sem lenço, sem documento”, em 1977).


Àquela altura, já havia estampado as maiores revistas do país, como modelo. Um dos primeiros convites veio de Costanza Pascolato, que a conhecia desde criança, da comunidade italiana de São Paulo (Bruna nasceu no Rio, mas mudou-se para São Paulo ainda pequena), e editava a “Claudia”.


— A gente vivia atrás de rostos novos. Como ela era baixinha (tem 1,60m e não faz ideia de seu peso) e sem estrutura de modelo, o plano era sempre americano. O rosto dela era arrasador, e ainda é. Um dos olhares mais bonitos que já vi — diz Costanza que, ao ser indagada sobre o cabelão de Bruna, apesar de a moda ditar que isso não cai bem em mulheres acima dos 40, comenta: — Ela pode. E que sorte a dela!


No dia da entrevista e da sessão de fotos para a Revista O GLOBO, Bruna foi ao salão. Fez uma escova e arrumou as unhas. A manicure lhe deu boas-vindas, já que há semanas ela não aparecia por lá. O cabelo comprido, diz, ela mantém por ser mais prático:


— Não tenho que ficar cortando toda hora, quando está sujo ou desarrumado enfio um lápis e prendo.


O marido acha sexy e brinca com ele nas fotos, tiradas sempre em casa. Na intimidade. Os três — ela, Riccelli e o filho dos dois, Kim, de 30 anos — vivem entre São Paulo e Los Angeles, cidade para onde se mudaram em 1993 “atrás de desafios, de estudo”. Bruna tem consciência de que fez escolhas para muitos duvidosas: ela e o marido eram protagonistas absolutos na TV e resolveram investir em cinema fora, cujo retorno financeiro “não era mais o mesmo”. Mas garante que nunca se arrependeu e que tomar esta decisão “foi zero difícil”.

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Dietas restritivas podem causar compulsão alimentar, alerta especialista

  • 20 Set 2015
  • 15:01h

(Foto: Reprodução)

Cresce o número de pessoas que recorrem a dietas restritivas para perder peso e que, sem acompanhamento profissional adequado, acabam desenvolvendo compulsão alimentar, o que as faz engordar novamente. "O que mais vejo em pessoas que cortam algum alimento da dieta por um período é que, quando elas voltam a consumir, comem por compulsão. Nesse caso, qual o benefício, se ela desenvolveu uma compulsão? Para mim, é apenas uma grande perda", avalia a nutricionista Desire Coelho. Contrária à ideia de "inimigos" ou "vilões" em uma dieta, Desire lembra que é preciso moderação no consumo de qualquer alimento e descarta a adoção de dietas restritivas, como as que pregam eliminar o glúten ou o açúcar. "O inimigo da saúde é o sedentarismo e uma alimentação desequilibrada. O problema é que as pessoas querem apontar outro culpado que não torne necessário interferir na mudança do estilo de vida, mas isso não existe", destaca a especialista. No entanto, para quem passa o dia fora trabalhando, chegar em casa e ainda ter que cozinhar para a família pode ser uma das barreiras para se alimentar de forma balanceada. "Uma alimentação à base de frutas, legumes e verduras, arroz e feijão, requer mais cuidado e tempo porque dá um pouco mais de trabalho", afirma. A dica, segundo Desire, está em manter atitudes simples, mas que exigem organização, como levar lanches de casa e congelar.

Dono de smartphone acha que post anticorrupção é melhor que ir à polícia

  • 20 Set 2015
  • 14:02h

(Foto: Reprodução)

Para metade dos moradores da cidade de São Paulo que possuem smartphone, recorrer a redes sociais para expor práticas ou empresas corruptas tem maior impacto do que chamar a polícia. O dado faz parte de uma pesquisa sobre compartilhamento de informações online, que será divulgada nesta quinta-feira (16) produzida pela Ericsson e a qual o G1teve acesso com exclusividade. A empresa sueca ouviu mais de 5 mil donos de iPhones e smartphones que rodam Android em dez grandes centros urbanos do mundo (São Paulo, Berlim, Chicago, Nova York,Joanesburgo, Londres, Cidade do México, Moscou, Sydney e Tóquio). Os moradores da capital paulista não estão sozinhos, mas acima da média mundial. O índice dos entrevistados que confiam mais em publicar online casos de corrupção do que em procurar forças do poder público é de 37%. Mais descrentes que os brasileiros, só os mexicanos: 63%.

 

“Eu acho que isso demonstra que a gente está com um pouquinho de desconfiança. A gente se sente mais seguro denunciando de forma informal do que formal. A gente acha que, já que não vai acontecer nada, postando, pelo menos, consegue mostrar para algumas pessoas o que aconteceu”, comenta Júlia Casagrande, gerente de marketing da Ericsson na América Latina. Mais da metade dos donos de smartphone (54%) acreditam que as ferramentas digitais criaram novas oportunidades para apontar o comportamento ilícito de empresas e autoridades públicas.

Compartilhamento online
Fazer denúncias online é uma das dimensões da maior disposição dessas pessoas de compartilhar informações sobre si na internet. Tanto que 69% dos ouvidos pela pesquisa dizem publicar mais dados pessoais na internet do que há dois anos – 70% publica, pelo menos, uma foto por semana. “Antigamente, a gente dizia que tinha três assunto que não podiam ser discutidos: religião, política e futebol. Hoje, se você fizer um filtro nas redes sociais, são os assuntos mais discutidos. A gente não discute na mesa do bar, mas coloca na rede para atingir uma massa maior”, comenta a executiva. “As pessoas se sentem mais protegidas pela tela.” Segundo Casagrande, impulsionam a cultura do compartilhamento a maior conectividade. “Qual é o país e a grande cidade que não está conectada, que não tem acesso a smartphone? Todo mundo tem acesso a tudo.”

'Waze da criminalidade'
Essa cultura do compartilhamento criou um segmento de empresas. Algumas ferramentas do mundo digital só funcionam se seus usuários estiverem dispostos a colaborar com informações. É o caso do aplicativo “City Cop”, uma espécie de “Waze da criminalidade”. No serviço, em vez de apontarem pontos de congestionamento e acidentes na via, como faz o app famoso, os usuários são convidados a denunciar crimes cometidos, que são listados em um mapa. O serviço permite indicar casos de vandalismo, venda de drogas e até homicídios. Nesta quarta, incluiu um novo item: extorsão e corrupção. “Quantos e quantos casos a gente não conhece de alguém que foi extorquido por um policial ou um fiscal?”, afirma Carlos Miranda, diretor-geral do City Cop no Brasil. Permitindo publicações identificadas ou anônimas, o app já recebeu quase 20 mil denúncias em menos de 15 dias de atuação no Brasil. “Muitas vezes você vê um delito na rua e não vai para a delegacia denunciar aquilo ou prestar informações à polícia”, diz Miranda, para quem o serviço aproveita tanto do maior senso de comunidade quando do enfraquecimento de instituições. Criado no Uruguai, o app está presente na Argentina e no Chile, onde possui uma parceria com a polícia para abastecê-la com informação. Em Seattle (EUA), por meio de um projeto piloto, é possível acionar agentes pelo app. A possibilidade de disseminar boatos existe, admite o executivo, mas é combatida por meio de um sistema de verificação das publicações dos usuários muito ativos.

Consumidor
A pesquisa da Ericsson mostra que a cultura do compartilhamento também afeta a relação entre consumidores e empresas com que tiveram problemas. Mais da metade dos entrevistados acreditam que publicar opiniões sobre companhias na internet dá a eles mais poder. Entre os brasileiros, esse percentual chega a 64%. “Antes, quando não tinha redes sociais, você ficava preso a um ‘0800’ ou a uma linha direta, que a gente sabe como são”, diz Casagrande, da Ericsson. “A partir do momento em que todo mundo começou a entender que expor uma marca negativamente traz malefícios para a empresa, elas têm que agir mais rápido.”

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Filme baiano ganha prêmio em Festival em Los Angeles

  • 20 Set 2015
  • 11:19h

'Alegoria da Dor', do diretor baiano Matheus Vianna, venceu a categoria 'Curtas em Competição' (Foto: Divulgação)

O filme "Alegoria da Dor", do diretor baiano Matheus Vianna, venceu a categoria “Curtas em Competição” do Los Angeles Brazilian Film Festival, que aconteceu esta semana na Califórnia. A produção baiana empatou com a paulista “Virgens”, de Victor Ribeiro. Algo inédito em 8 edições do festival, que é considerado a grande vitrine do cinema brasileiro no exterior, e um incentivador de novos talentos. Ambos levaram o troféu."Alegoria da Dor" é estrelado pela atriz Naia Pratta, esposa do diretor. Ela vive o papel de uma palhaça triste, que vê fotos antigas dos avós que não chegou a conhecer, e experimenta um turbilhão de sentimentos. Outra produção baiana levou um prêmio de honra pela contribuição à cultura brasileira. “Escravos e Santos”, de Márcio Abreu, não competia, e participou da mostra especial. O curta traz um registro do que acontece no Alto Sertão Baiano, a cada dia 12 de outubro, quando homens e mulheres reúnem-se para celebrar o Langa de Nossa Senhora Aparecida. Entre orações fervorosas e ao som de cordas e percussões, dançam e cantam ao longo da noite expressando sua devoção à santa negra. O filme revela que esse cenário místico esconde histórias tristes, de dor e sofrimento. Histórias de homens e mulheres escravizados, contadas pelos negros da região, da forma como as ouviram dos seus avós e bisavós.O Los Angeles Brazilian Film Festival foi fundado pelos baianos Meire Fernandes (produtora de cinema) e Nazareno Paulo (jornalista) em 2008, e preencheu uma lacuna na “Meca do Cinema”. A criação de um espaço onde o mercado audiovisual brasileiro pudesse ser visto em Hollywood, e houvesse a troca de experiências entre profissionais dos dois mercados. De lá pra cá centenas de filmes exibidos no LABRFF ganharam reconhecimento crítico e receberam distribuição comercial. A edição deste ano trouxe uma novidade, a homenagem a um ícone da música brasileira. Renato Russo foi lembrado pela paixão e contribuição à 7ª arte, tendo vários filmes inspirados em sua obra musical. Um show da banda tributo Urbana Legion encerrou com chave de outro a edição de 2015 do Los Angeles Brazilian Film Festival.

Mega-Sena, concurso 1.743: ninguém acerta e prêmio vai a R$ 11,5 milhões

  • 20 Set 2015
  • 09:28h

(Reprodução)

Ninguém acertou os números do concurso 1.743 da Mega-Sena sorteados na noite deste sábado (19) na cidade de Pitangui (MG). O prêmio estimado para o próximo sorteio na quarta-feira (23) é de R$ 11,5 milhões. Veja as dezenas sorteadas: 04 - 10 - 29 - 31 - 34 - 35. A quina teve 40 apostas ganhadores e cada uma delas levará um prêmio de R$ 52.243,33. Outros 3955 bilhetes acertaram a quadra e irão levar R$ 754,82 cada. Para apostar As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50. A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

OAB-BA aprova desagravo a advogado acusado de estelionato por promotora de Justiça

  • por Cláudia Cardozo
  • 20 Set 2015
  • 07:39h

Marco Antônio Souza Junger | Foto: Reprodução

O Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) aprovou nesta sexta-feira (18) um desagravo ao advogado Marco Antônio Souza Junger, presidente da subseção de Guanambi. Junger se tornou alvo de um inquérito policial, aberto a pedido da promotora de Justiça Daniela Chagas, após a veiculação de uma reportagem no programa Fantástico, na Rede Globo de Televisão, em que foram mostrados supostos casos de estelionatos praticados por advogados. De acordo com o conselheiro Acioli Viana Silva, relator do desagravo, o comportamento da promotora inibe o “exercício da advocacia” e que ela deflagrou procedimento criminal “em atropelo ao bom senso e regras processuais”. Junger diz que a atitude da promotora ocorreu uma semana após a exibição da reportagem e que fora motivada pela queixa de uma cliente, que, apesar de ter tido uma sentença a seu favor em uma ação contra o Estado pela morte de seu marido, não teria recebido a indenização. Segundo o relator, a promotora instruiu clientes do advogado a prestarem queixas e pedirem abertura de inquérito policial. No dia que ia prestar depoimento, o advogado sofreu um infarto. Diante do fato, conforme relata Acioli, a promotora espalhou que ele não “aguentou a pressão”. No desagravo, o relator pontua que Daniela Chagas, sem ouvir o advogado e “sem qualquer elemento que comprovasse a justa causa pra deflagração de uma persecução penal, requisitou a abertura de um processo policial em face do requerente, bem como do advogado Nadson Figueiredo, em virtude de uma notícia apresentada por uma cliente do requerente”. A cliente havia relatado a promotora que o advogado praticou crime de estelionato. A base da abertura do inquérito foi um extrato processual que apresentava “processo arquivado com baixa”. Entretanto, de acordo com o relator, a indenização ainda não foi paga, pois o processo está em fase de recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

 

 

Acioli Viana, relator do desagravo | Foto: Brumado Urgente Conteúdo

Para Acioli Viana, o desagravo no caso é pertinente diante da gravidade da conduta da promotora e que o Estatuto da Advocacia prevê que os advogados possam requerer um desagravo quando forem ofendidos no exercício da profissão, além de reparar o advogado ofendido e conclamar solidariedade da classe. “A ofensa a um advogado ofende toda a classe”, disse. Acioli ainda questiona se um relato desta natureza pode “dar ensejo a uma persecução criminal em face de um advogado, sem o mínimo de elementos para deflagração”, sobretudo, em um momento de crise no Poder Judiciário, e tal ato poderia abrir um precedente de responsabilização de advogados diante da insatisfação de clientes pela demora de execução de um processo. O conselheiro salienta que era esperado que, neste tipo de caso, a promotora procurasse o advogado para esclarecer o status do processo. “A atitude da promotora configura abuso de autoridade, pois lança mão de uma de suas funções institucionais, desprezando preceitos para sua utilização”, classifica o relator. Durante a audiência, ainda foi sugerido que a Ordem preste suporte a Marcos Junger, através da Procuradoria de Prerrogativas. Para o presidente da seccional, Luiz Viana, a conduta da promotora foi motivada por “questões políticas”. “Eu tenho a absoluta convicção que isso foi feito porque ele é presidente da subseção. Se ele não fosse presidente da OAB, qualquer autoridade do Ministério Público chamaria o advogado para saber o que está acontecendo, porque ao olhar o processo judicial, o relatório judicial veria que está em grau de recurso, sem indício de cometimento de crime”, afirmou Viana, durante a sessão. Ainda foi proposta que a Ordem ajuíze uma ação contra a promotora de Justiça.

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Professora morre em batida entre moto e carro na BA-263

  • 20 Set 2015
  • 07:15h

A professora trabalhava na Escola Municipal Eleutério Tavares, em Condeúba (Foto: Reprodução)

Uma professora morreu em acidente neste final de semana na BA-263, que liga Piripá a Condeúba, no sudoeste da Bahia. A professora Audeci de Aguiar Amorim, 46 anos, estava em uma moto e bateu na traseira de um carro.Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, a professora se chocou contra uma caminhonete C10 vermelha que seguia no sentido de Piripá. Não houve outros feridos. A professora trabalhava na Escola Municipal Eleutério Tavares, em Condeúba, e era muito querida na cidade. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista e está sendo velado nesta tarde em Condeúba. 

Após boataria, Cláudia Leitte nega que “pagou” para abrir show de Rihanna no Rock In Rio

  • 20 Set 2015
  • 06:31h

(Foto: Divulgação)

Claudia Leitte utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (18) para comentar as notícias de que estaria negociando participação no show de Rihanna, no Rock in Rio, para dar mais visibilidade à sua carreira internacional. A cantora negou que exista a possibilidade do dueto e acrescentou que isso sequer foi cogitado. “Soube de notícias de que eu cantaria no Rock in Rio com Rihanna. E, às vezes, é preciso esclarecer invenções malucas: nunca sequer cogitamos a possibilidade. Só observo”, falou Claudinha. Vale lembrar que, segundo se comentava em Salvador, Leitte estaria disposta até a pagar cachê para cantar com a morena.

Possibilidade de renúncia de Dilma já não é descartada dentro do PT

  • 20 Set 2015
  • 06:28h

(Foto: Reprodução)

A possibilidade de renúncia de Dilma Rousseff já não é descartada dentro do PT. Dirigentes históricos e ligados ao ex-presidente Lula acreditam que ela pode ser levada a uma atitude extrema em caso de total ingovernabilidade do país -o que poderia ocorrer na hipótese de derrota fragorosa do pacote fiscal enviado ao Congresso. Ainda que o STF (Supremo Tribunal Federal) barre um processo de impeachment, os mesmos dirigentes acreditam que a situação do governo pode ficar insustentável. E que Dilma se retiraria para evitar uma conflagração no país. A presidente tem repetido que não renunciará ao mandato em nenhuma hipótese. No PT é feito o cálculo de que Dilma tem cerca de três semanas para virar o jogo e se estabelecer novamente como única alternativa de poder no país até 2018. A conta pode mudar caso se confirmem os rumores de que o delator Fernando Baiano poderá arrastar os principais líderes do PMDB, partido de Michel Temer, para o precipício. Nesse caso, a possibilidade de o vice assumir no lugar de Dilma estaria afastada. *Informações da Folha.

Brumado: Nesta segunda-feira (21), acontecerá júri popular de acusado de tentativa de homicídio

  • Brumado Urgente
  • 19 Set 2015
  • 19:30h

Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente

Acontecerá na próxima segunda-feira (21), no salão nobre do fórum Duarte Moniz as 08h20min da manhã, o júri popular de Fernando Ricardo de Souza, sob a acusação de homicídio tentado. Segundo a peça processual, o acusado teria cometido à prática ilícita numa rua de Brumado no dia 07 de agosto de 1999, por volta das 10h00minhs, quando o acusado teria efetuado disparo de arma de fogo contra Hélio José Ferreira. O tribunal do júri será presidido pelo juiz Genivaldo Alves Guimarães.

Como o 'não curtir' pode tornar o Facebook mais 'viciante' e 'lucrativo'

  • 19 Set 2015
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Quem usa o Facebook provavelmente já se perguntou o que fazer diante de uma publicação sobre um tema triste ou delicado. O botão de um dedão apontado para cima é um dos recursos mais populares na rede social. Não parece, no entanto, ser muito apropriado "curtir" uma mensagem sobre o falecimento de uma pessoa, mesmo que se tenha apreciado o texto em sua homenagem. Ou a notícia de uma tragédia, ainda que a solidariedade em torno do acontecimento seja louvável. O Facebook está tentando resolver esse dilema. Mark Zuckerberg, seu criador e presidente, disse na última terça-feira que estuda uma alternativa ao "curtir". Por enquanto, o Facebook revelou poucos detalhes deste novo recurso. Zuckerberg apenas explicou que será testado com uma parcela do público. Não se sabe ainda como será chamado - o nome que está sendo usado por enquanto nas discussões sobre este novo mecanismo é o de "não curtir" -, se será um botão, qual será seu símbolo. Se valerá para todos os posts ou só para aqueles de temas mais delicados. Com o "não curtir", Zuckerberg também poderá tornar a rede social mais popular e lucrativa, avaliam especialistas ouvidos pela BBC Brasil. Mas eles alertam para o risco da novidade acirrar ainda mais os ânimos dos debates e discussões na internet.

Fórmula secreta

O "não curtir" significa uma mudança na alma do Facebook: seu algoritmo. O site tem parâmetros e regras para avaliar o conteúdo publicado e definir o que será exibido para cada usuário. Cliques, publicações, curtidas, comentários e compartilhamentos. Tudo que fazemos vira um dado que alimenta esta fórmula secreta. O site conhece assim as preferências de cada membro e filtra as publicações para exibir o que tem mais chances de agradar ou gerar interesse. O "curtir" tem um peso importante nesta equação desde que foi lançado, em 2009. Um post com muitas curtidas tem mais chances de aparecer também para mais usuários e movimentar ainda mais o Facebook. Mas, enquanto mensurar a reação positiva a uma publicação é relativamente simples, refletir um sentimento como a empatia é um pouco mais complexo.

Lacuna

O "não curtir" chega para preencher esta lacuna, dando ao algoritmo do Facebook um novo tipo de informação. "O usuário pode não querer curtir um conteúdo triste, mas às vezes faz isso para dizer 'obrigado por ter compartilhado' ou 'sinto muito'", afirma Fábio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic). "O 'não curtir' ajudará a identificar esse tipo de conteúdo, que não recebe muitas curtidas hoje, mas ainda assim é relevante. O alcance dele tende a ser maior." Conhecer melhor seu público também pode aumentar a popularidade do Facebook, avalia Marcelo Tripoli, vice-presidente de criação e planejamento para América Latina da agência de mídia digital SapientNitro. E lucrativo. O Facebook faturou no ano passado US$ 12,47 bilhões (R$ 48 bilhões), quase integralmente a partir de anúncios. Para que eles façam sucesso, a rede social os direciona segundo o que aprendeu sobre cada usuário e a intenção do anunciante. O "não curtir" ajudará a fazer isso de forma mais eficiente. "Eles pretendem tornar a sociedade melhor? Não, é para vender mais anúncios. Ao entender melhor o comportamento de um usuário, a publicidade tem mais chances de ter sucesso", diz Malini. Fábio Marques, gerente de marketing da Scup by Sprinklr, agência de monitoramento de redes sociais para marcas como Tam, Bradesco, Philips e Peugeot, acredita que o novo recurso pode ser útil para empresas. "Será interessante para medir com mais precisão a opinião do consumidor", diz Marques.

Empatia ou ódio?

Apesar destas vantagens e dos pedidos pela nova função, o Facebook sempre foi cauteloso. Até o ano passado, Zuckerberg não dava esperanças de que ela viraria realidade. "As pessoas pedem por isso porque querem dizer 'isso não é bom'. Não achamos que isso é legal para o mundo. Não vamos criar algo assim", disse em dezembro, em uma sessão de perguntas como a de terça-feira. Desta vez, ele voltou a reforçar que o objetivo não é criar uma forma de espalhar ódio pelo site. "Não faria sentido para o negócio da empresa criar um clima de negatividade", diz Marques, da Scup. "No Facebook, colocamos opiniões e posts que nos representam. Imagine publicar um texto e receber 40 'não curti'. Isso desestimularia as pessoas de usarem o site." Mas a intenção do Facebook ao lançar esta novidade pode não se traduzir na forma como será usada na prática, diz Malini, do Labic. "As pessoas costumam ter opiniões mais radicais em redes sociais. Acho difícil o 'não curtir' não ser adotado por quem costuma espalhar o ódio nelas". "Vai ter quem dê um 'não curti' para todo post da Dilma ou do Aécio. As pessoas poderão fazer campanhas contra um tema do qual discorda, como já ocorre em outros sites", afirma Malini. "Faz mais sentido ser aplicado somente em certos casos, porque senão pode colocar gasolina na fogueira", afirma Tripoli da SapientNitro. "Estudos já mostraram que receber uma curtida gera uma descarga de dopamina e gera prazer. Pense como seria o contrário. Se pudermos dar um 'não curti' para tudo, acho que muitas amizades serão desfeitas."

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Prefeitos se reúnem em resort de luxo para avaliar a crise e metades deles reconhecem que não poderão pagar 13º salário ao funcionalismo

  • 19 Set 2015
  • 11:19h

Encontro de prefeitos acontece em Guarajuba, litoral norte da Bahia (Foto: Reprodução)

Os 300 prefeitos baianos que estão reunidos nesta sexta-feira (18), em um resort de luxo localizado em Guarajuba, no Litoral Norte, confirmaram que os municípios não devem dispor de verba para pagar o décimo terceiro salário dos servidores por causa da queda na arrecadação. A presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), afirmou à BandNews FM, que mais de 45% das prefeituras estão com salários atrasados. “Mais de dez estados já estão parcelando a folha de pagamento mensal. Se os estados, que tem maior parte do bolo tributário, já estão com déficit no pagamento de folha, imagine os municípios?”. Com relação ao fato do evento ocorrer em uma estrutura de alto padrão em um momento de crise, a mandatária da UPB ressaltou que o custo é coberto pelos patrocinadores, dentre eles bancos privados e empresas que montaram stands para oferecerem serviços. Aos gestores municipais, de acordo com Quitéria, coube, apenas, um “pagamento simbólico”. Entre os financiadores do evento estão 9 instituições públicas.

Empresário tem prejuízo de R$ 2,2 mi com fim da obrigatoriedade dos extintores nos veículos

  • Informações do A Tarde
  • 19 Set 2015
  • 09:51h

Aldo Garcia agora não saber o que fazer com um estoque de 41 mil extintores ABC. Destes, 12 mil ainda estão para chegar, enviados pelo fabricante (Foto: A Tarde)

Empresários da área de fabricação, distribuição e venda de extintores estão contabilizando seus prejuízos desde esta sexta-feira, 18, quando a Resolução nº 556 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) oficializou o fim da obrigatoriedade do uso do equipamento de segurança em veículos de passeio. O empresário Aldo Garcia, sócio-proprietário da distribuidora Alcelin Extintores, sabe bem como é o desespero de ter em estoque milhares de itens que ninguém quer. Por causa de uma resolução de 2009 do Contran, que tornava obrigatório o uso dos extintores ABC nos veículos a partir de 2015, ele e o parceiro comercial apostaram que venderiam toda a remessa adquirida. Agora, com a nova determinação do conselho, possuem  41 mil extintores ociosos. No estoque da empresa, em Lauro de Freitas, 9 mil equipamentos do modelo ABC e 20 mil do modelo BC estão depositados. Outros 12 mil ABC chegarão pela estrada na segunda-feira.

População de Camacan em estado de choque com a morte da prefeita Ângela Castro

  • 19 Set 2015
  • 07:38h

(Foto: Reprodução)

Morreu na manhã desta sexta-feira (18), a prefeita de Camacan Ângela Castro, aos 59 anos. Segundo informações de familiares, ela estava sozinha em seu apartamento à rua da Flores, quando sofreu um mal súbito vindo a falecer.A descoberta da morte da prefeita só ocorreu por volta do meio dia desta sexta-feira. Pelas condições que o corpo foi encontrado, segundo informações, a gestora pode ter morrido há mais de 24 horas, Desde quarta-feira ela não aparecia em seu gabinete e ninguém conseguia falar em seu celular e esta ausência chamou a atenção do chefe de gabinete Paulo Pires. Ele disse que arrombou aporta do apartamento e encontrou a prefeita morta na cozinha. Provavelmente estava preparando algum alimento. Muitos curiosos, estiveram durante a tarde na porta do apartamento da prefeita, assim como autoridades e o funcionalismo municipal, a fim de saber mais informações.