Geração de energia eólica deve continuar crescendo nos próximos anos

  • 30 Jan 2016
  • 14:15h

(Foto: Reprodução)

A capacidade de geração de energia eólica no Brasil deverá passar dos atuais 8,7 mil megawatts (MW) para 24 mil MW nos próximos oito anos. A estimativa do governo, que consta no Plano Decenal de Expansão de Energia, é que em 2024 o parque eólico brasileiro deverá responder por 11,5% de toda a energia gerada pelo país. Até o fim de 2016, a capacidade instalada deve chegar a 11 mil MW, segundo projeções da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica). A energia produzida com a força dos ventos é a que apresenta o maior crescimento no país. Entre novembro de 2014 e novembro de 2015 a capacidade instalada do setor cresceu 56,9% em relação aos 12 meses anteriores, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. No ano passado, foram inauguradas mais de 100 usinas eólicas no país, com investimentos de R$ 19,2 bilhões. Atualmente, existem 349 usinas eólicas instaladas no Brasil, a maioria na região Nordeste.

“A energia eólica no Brasil é algo razoavelmente novo e essa indústria foi sendo construída com bases muito sólidas porque temos um recurso eólico muito bom no Brasil, um dos melhores do mundo e, ao entender e saber explorar esse recurso nós colocamos a eólica em uma situação de vantagem comparativa e competitiva muito grande”, diz a presidente da Abeeolica, Elbia Gannoum. Para a coordenadora da campanha de Energias Renováveis do Greenpeace, Larissa Rodrigues, o panorama para a expansão da capacidade de geração desta energia no país é otimista, especialmente levando em conta que o desenvolvimento do setor aconteceu com maior força na última década. No entanto, ela avalia que a meta de alcançar 24 mil MW de capacidade instalada em 2024 ainda é tímida. “Quando você pega o que já está instalado hoje e o que está sendo construído, o que sobra não é muita coisa. Pelo que estamos vendo hoje, para 2024 poderíamos ter muito mais”, diz.

Transmissão

O escoamento da energia produzida pelas usinas eólicas foi um problema para os primeiros parques construídos, que ficaram prontos sem ter um sistema de transmissão concluído para levar a energia a outras regiões. Segundo a Abeeolica, isso aconteceu porque houve um desencontro entre os cronogramas de obras das usinas de geração de energia e das de linhas de transmissão. “Hoje não tem mais aquele atraso e os próximos [projetos] tendem a não atrasar mais, porque o modelo é outro”, diz a presidente da Abeeolica. Desde 2013, os editais para a contratação de energia eólica condicionam a compra de energia desse tipo de fonte à garantia de conexão junto à rede de transmissão. A entidade estima que cerca de 300 MW de capacidade instalada em 14 parque eólicos do Rio Grande do Norte e da Bahia estejam com problemas de conexão à linhas de transmissão. “Esse percentual não é relevante, é menos de 5% do total”, avalia Elbia. Para o Greenpeace, o escoamento da energia é o principal gargalo para a expansão das eólicas no país. Larissa Rodrigues diz que o atrelamento da contratação à garantia de linhas de transmissão prejudica o setor. “No fundo, isso é muito ruim para a indústria eólica, porque quem faz a usina não é o mesmo agente que faz a linha de transmissão, são coisas completamente separadas no setor elétrico”, avalia.

Custo

O custo de geração da usina eólica, que era um entrave para o crescimento do setor há alguns anos, já não é mais obstáculo. Atualmente, ela é a segunda fonte de energia mais barata, atrás da energia hidrelétrica. “A eólica já chegou no seu grau máximo de competitividade, quando se tornou a segunda energia mais barata do Brasil em 2011”, diz Elbia. Segundo ela, atualmente cerca de 70% dos equipamentos utilizados na geração de energia eólica no Brasil são produzidos no país. “Ao construir essa cadeia produtiva somando ao recurso dos ventos, nós temos um potencial eólico disponível para atender as necessidades do Brasil”. Para a representante do Greenpeace, o debate sobre o custo da energia eólica atualmente é um mito, pois com o avanço da indústria o setor se tornou competitivo. “Há 10 anos quando se falava em energia eólica no país era uma coisa de maluco, ninguém acreditava. Hoje em dia só se fala nisso”, avalia Larissa Rodrigues.

Papel social

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, destaca que, além dos benefícios para a redução dos gases do efeito estufa, a expansão da energia eólica cumpre também um papel social. Isso porque pequenos proprietários arrendam parte de suas terras para colocar os aerogeradores e ganham uma renda extra por isso. “A forte expansão da geração eólica no país é um elemento importante para o Brasil atingir a meta acordada na COP 21 para redução dos gases do efeito estufa. Além do benefício ao planeta, por menos emissões, tem ainda o benefício local, não apenas pela redução da poluição regional, mas também pelo benefício social ligado à renda que é gerada por essa atividade, que vem sendo desenvolvida geralmente em áreas mais pobres do Brasil”, avalia Tolmasquim. Segundo estimativas da Abeeolica, cada família que arrenda suas terras para a instalação de aerogeradores ganha cerca de R$ 2,3 mil por mês e o no ano passado foram pagos cerca de R$ 5,5 milhões por mês em arrendamentos.

Os parques instalados atualmente possuem cerca de 87,5 mil hectares arrendados e 3% destas áreas são ocupadas com os equipamentos eólicos. O restante pode ser utilizado para agricultura, pecuária, piscicultura entre outras atividades.

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Competição dá bolsa de estudo para curso de verão na Escócia

  • 30 Jan 2016
  • 13:25h

(Foto: Reprodução)

Considerada uma das 10 melhores universidades europeias, a Universidade de Edimburgo divulgou um concurso que oferece, como prêmio, uma bolsa integral para um dos cursos de verão da instituição. Os cursos acontecerão no mês de julho. Para participar da competição, é necessário estar matriculado em um curso de graduação, além de comprovar fluência em inglês, através do TOEFL ou IELTS. Caso o candidato não preencha os pré-requisitos, mas acredite também estar qualificado para participar do curso, é possível enviar um e-mail à instituição. Segundo informações do site Estudar Fora, cada caso será avaliado individualmente. No concurso, o estudante deverá responder a oito perguntas sobre a Universidade de Edimburgo, dez questões sobre a língua inglesa e ainda finalizar com uma redação. O competidor que se sair melhor em todas as etapas, vence. O prazo se encerra no dia 17 de março e as inscrições podem ser feitas neste link.

 

A bolsa de estudos cobre apenas o valor do curso, que pode chegar ao equivalente a R$ 28,5 mil. Os gastos com passagens aéreas, acomodação e alimentação ficam por conta do participante.

Os cursos disponíveis para o ganhador estão listados abaixo, em inglês:

Architecture & Urban Design 1;

Architecture & Urban Design 2;

Developing Illustration Practice;

Investment, Security and Psychology of Finance;

Business Communication and Social Media;

Global Issues of Corporate Social Responsibility and Governance;

Public Sector Economics;

Alternative Approaches to Macroeconomics;

Security & Development in Africa;

Exploring personal and collective stories through enactment;

The Power of Myth: The Hero’s Journey in the Transformation of Self and the World;

Arabic for Beginners;

Hebrew for Arabic Speakers;

Book History for Beginners;

Edinburgh: City of Literature;

Film Studies & the Edinburgh International Film Festival;

Introduction to Sociology;

Filmosophy: Film and Philosophy;

The Scottish Enlightenment in Context;

Culture and Society in the Scottish Enlightenment;

Introduction to Learning for Sustainability;

Learning across the curriculum: On foot through Edinburgh;

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Veja a lista de doenças que você pode pegar por sair beijando no carnaval

  • 30 Jan 2016
  • 11:03h

(Foto: Reprodução)

O tradicional beijo na boca durante os dias de Carnaval já virou hit de canções da folia e também motivo de alerta para especialistas. Por trás da sensação de bem estar da “beijação” se escondem dezenas de doenças transmitidas pela troca de salivas e de secreções respiratórias. De acordo com a infectologista e coordenadora do Serviço de Infectologia do Hospital da Bahia, Márcia Sampaio, a lista com as possibilidades de transmissão é longa: Mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo, causada pelo vírus Epstein-Barr; herpes simples, Hepatite A, gripes e resfriados, gengivites, dentre outras. “A mais perigosa de todas é a meningite meningocócica, causada pela bactéria meningoco. É extremamente contagiosa, causa dor de cabeça, febre e vômitos, e pode levar a morte”. Cada beijo em parceiros diferentes é uma oportunidade de contaminação, mesmo entre pessoas aparentemente saudáveis. “É importante que as pessoas se alimentem de forma correta, ingerindo os nutrientes necessários para manter a imunidade ativa, deixando o organismo mais forte e prevenido para combater essas infecções”, acrescenta a infectologista para evitar a contaminação. Sprays com soluções à base de própoles e mel, comercializados em farmácias, não têm eficácia comprovada para combater micro-organismos transmitidos pela saliva, como explica Márcia Sampaio. A higiene bucal adequada, segundo ela, pode auxiliar na diminuição da presença de alguns agentes. Caso a pessoa apresente febre, dor de garganta, dor de cabeça, presença de gânglios (caroços) no pescoço, a recomendação é procurar atendimento médico para avaliação e tratamento adequado.

Óculos escuros: cuidados necessários na hora de comprar

  • 30 Jan 2016
  • 09:00h

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Quem não gosta de  experimentar óculos escuros que estão à venda? Ato contínuo, olha-se no espelho para ver o “efeito” que deu no próprio visual! De fato, mudam o rosto ou até o estilo da pessoa. Passam uma ideia de “mistério”, uma vez que impedem  que outros “leiam” os olhos de quem os usa. Suas várias formas e cores permitem “brincar” com a própria imagem.  No verão, com os dias muito claros e Sol forte, a procura por óculos escuros aumenta bastante. Fazem parte do visual da estação. Lembrem-se de que os óculos escuros foram originalmente idealizados com o propósito de proteger seus olhos. Mas podem se tornar uma ameaça e um risco à sua visão se determinados cuidados não forem tomados na hora da escolha e compra. Vamos entender.
 
 

1. Certifique-se de os óculos garantam proteção contra os raios UV (ultravioleta). Verifique se há um selo de proteção contra UVA e UVB. Por isso, fique atento ao local onde você compra os óculos. Os produtos têm que ter boa e confiável procedência de fabricação, com a certificação garantida.  Entenda por que isso é tão importante para sua saúde ocular. A pupila dos nossos olhos (o ponto pretinho que fica no meio) tem a responsabilidade de regular a luz que entra no olho. Assim, em ambientes muito claros, ela se fecha, para deixar entrar apenas a luz necessária para enxergarmos. Em ambientes escuros, ao contrário, ela se dilata, para mais luz entrar e permitir a visão. E assim a luz que entra nos olhos é minuciosamente regulada a cada segundo. Os óculos escuros diminuem a luminosidade que entra no olho. Por isso são escuros. “Enganam” a pupila, que se dilata quando percebe um ambiente escuro. Mas o Sol lá está. Portanto, se os óculos não garantirem proteção contra os raios UV, fica fácil entender que, com a pupila dilatada, eles penetram muito mais facilmente no fundo dos nossos olhos. Resultado: a chance de doenças como degeneração macular e catarata, por exemplo, aumentam consideravelmente. Por isso, cuidado com a procedência dos óculos que for comprar.

 2. Verifique a “forma” dos óculos. A maior parte das pessoas pensa na estética quando escolhe a forma dos óculos. Olha-se no espelho e decide se aquele óculos combina ou não com o formato do próprio rosto. Tudo certo. Mas há também algo mais a ser levado em consideração: certifique-se de que a forma escolhida envolva bem os seus olhos, não deixando a luz de fora entrar. Se os óculos não estiverem corretamente adaptados ao seu rosto, os raios UV podem atingir sua retina, uma vez que a sua pupila estará naturalmente mais aberta com o escurecimento promovido pelas lentes. Isso é particularmente importante para quem vai praticar esportes com os óculos, como corrida ou bicicleta, pois os óculos não corretamente adaptados ao rosto podem se mover e permitir que a luz do Sol penetre no fundo do olho.

3. Escolha  a cor das lentes mais apropriada para você. Nem todas as cores de óculos escuros tem o mesmo efeito. Vamos entender.
 
- Marrom e âmbar: diminuem o brilho, dão maior noção de contraste e profundidade e por isso são indicadas para dias muito claros e verão intenso. Ideal para quem vai dirigir, principalmente na estrada.
 
- Verde: diminui a claridade e aumenta o contraste das cores. Por isso, estas lentes  são indicadas para pessoas com mais de 60 anos, que naturalmente já perderam um pouco do contraste da visão.
 
- Amarela ou laranja: realçam a visão noturna. Por isso são indicadas para o final  do dia, especialmente para quem vai dirigir nesta hora.
 
- Cinza: diminui o brilho, sem distorcer as cores. Indicada  para o final do dia, já que não escurece demais.
 
- Púrpura: realça o contraste do azul e do verde e por isso é indicada para quem vai curtir a natureza em regiões de  mata, floresta ou mar. Enxergue um mundo melhor, com estilo, mas principalmente com segurança. Pense nisto antes de escolher suas lentes escuras.

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A Ótica Companhia dos Olhos tem as melhores opções em óculos solares

  • 30 Jan 2016
  • 08:52h

Já chegou o verão e com ele os raios solares ficam mais intensos, o que requer um cuidado especial com a pele e com os olhos. E a Ótica Companhia dos Olhos tem uma enorme variedade de óculos solares que protegem os seus olhos contra os efeitos nocivos dos raios solares UVB e UVA, e, em condições imperdíveis. As melhores marcas de óculos solares em 10 vezes nos cartões de crédito. A ótica fica localizada à Rua Euclides da Cunha, 58 – Centro, fone: (77) 3441-4658.

Campeonato Baiano começa neste sábado com 12 times na disputa pela taça

  • 30 Jan 2016
  • 08:04h

(Foto: Reprodução)

O Bahia vai conquistar o tricampeonato? O Vitória voltará a erguer a taça? O interior terá força para desbancar a estrutura da dupla Ba-Vi e surpreender novamente? Todas essas perguntas serão respondidas a partir de sábado, quando a bola começa a rolar no Campeonato Baiano. Vitória e Jacuipense abrem o torneio às 16h, no Barradão. O campeão será conhecido no dia 8 de maio. Ontem, no evento de lançamento do estadual, realizado no edifício Mundo Plaza, os dirigentes dos clubes estavam otimistas, e a rivalidade Ba-Vi entrou em cena. “Nós temos a hegemonia do Campeonato Baiano nas últimas décadas. Infelizmente, no ano passado, o Bahia foi campeão e sem ganhar do Vitória. Este ano, eu não tenho dúvida que o campeonato será nosso”, provocou o vice-presidente do Vitória, Manoel Matos. “A hegemonia na década atual é do Bahia, que tem três títulos baianos. A gente busca um tricampeonato consecutivo que não vem desde a década de 80. De quem o Bahia tem que ganhar pra ser, pra gente pouco importa”, rebate o presidente tricolor, Marcelo Sant’Ana.

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A disputa, no entanto, não se restringe à capital. Bahia de Feira, Colo-Colo, Flamengo de Guanambi, Galícia, Juazeirense, Feirense, Fluminense, Jacobina, Jacuipense e Vitória da Conquista também vão suar para erguer a taça. O último clube do interior a conseguir o feito foi o Bahia de Feira, em 2011. “A escrita pode se repetir. De cinco em cinco anos um clube do interior tem ido lá e dado uma beliscada no título. Foi o caso do Colo-Colo em 2006 e do Bahia de Feira em 2011. Espero que em 2016 uma equipe do interior venha a ganhar. Se for a gente, ótimo. Se não for, a vitória de qualquer equipe do interior é muito positiva”, avalia o presidente do Bahia de Feira, Thiago Souza. No que depender do Fluminense, a taça vai mesmo pegar a estrada em 2016. De volta à primeira divisão após dois anos ausente, o Touro do Sertão, campeão em 1963 e 1969, quer se impor novamente. “Embora tenha estado longe da elite, o Fluminense de Feira nunca deixou de ser a terceira força do futebol baiano, pela sua representatividade, torcida, pelo que significa para o interior da Bahia e pelo nome nacional que o Fluminense tem, que estava adormecido. Esse retorno significa o resgate de tudo isso”, afirma o presidente, Gerinaldo Costa. Pelo segundo ano consecutivo na primeira divisão, o Jacobina promete uma participação mais competitiva do que em 2015, quando lutou contra o rebaixamento e terminou em 9º lugar. “No ano passado, após 22 anos, voltamos à elite, mas não tivemos a participação que esperávamos. Neste ano, queremos chegar nas cabeças, entre os quatro primeiros colocados, para buscar uma vaga em uma competição nacional. Nosso objetivo é ser uma das forças do interior”, projeta o presidente Rafael Damasceno. Caçula nascido em 2009 e estreante, o Flamengo de Guanambi também promete ser um dos protagonistas do estadual. “Nosso projeto pra este ano é alcançar a semifinal, porque a gente almeja uma competição nacional, Copa do Nordeste, do Brasil ou Série D. Pra isso acontecer, temos que chegar entre os quatro primeiros. Não pensamos em cair, não temos essa preocupação. A gente quer é ter um calendário anual pra disputar e não guardar as camisas para o ano que vem quando acabar o Baiano”, afirma o diretor de futebol Armando Filho.

Regulamento
Campeão e vice-campeão garantem vaga na Copa do Brasil e na Copa do Nordeste 2017. O terceiro colocado escolhe a vaga na Copa do Nordeste 2017 ou na Série D 2016. A quarta colocada fica com a vaga descartada pela terceira. Os 12 clubes participantes estão divididos em dois grupos. Na fase classificatória, haverá apenas jogos de ida, e os integrantes do Grupo 1 enfrentam os do Grupo 2. O único Ba-Vi garantido até o momento será realizado na Fonte Nova, porque em 2015 o clássico aconteceu no Barradão. Os oito melhores da classificação geral (não importa a posição em cada grupo) avançam às quartas, em partidas de ida e volta. Quatro seguem para as semifinais, que também serão em ida e volta, assim como a final. O mando de campo e a vantagem de jogar por dois resultados iguais serão do time com melhor campanha geral. “É uma fórmula conciliada com Copa do Nordeste, com a Copa do Brasil e com os 30 dias de férias dos atletas. É a menor competição estadual do Brasil, com 56 jogos e 12 clubes. Isso é a adequação ao futuro do futebol, que terá competições com mais qualidade e menos quantidade”, valoriza o presidente da Federação Baiana de Futebol, Ednaldo Rodrigues.

Estádios 
Reformas inacabadas são o ponto baixo do estadual. A falta do Joia da Princesa levará o Fluminense a mandar seus três jogos como mandante em três cidades diferentes: Riachão do Jacuípe, Salvador e Juazeiro. “Castiga demais um clube que não tem recurso”, lamenta Gerinaldo Costa. O Bahia de Feira terá como sede Senhor do Bonfim, e o Feirense vai para Riachão do Jacuípe. Juazeirense estreia contra o Bahia em Pituaçu enquanto o gramado do Adauto Moraes não fica pronto. Mesma situação do Vitória da Conquista contra o Vitória, na segunda rodada, em Ilhéus.

Transmissão 
O torcedor que não for ao estádio poderá acompanhar o campeonato do sofá. A TV Bahia vai transmitir 12 jogos ao vivo, em alta definição (HD), para os 417 municípios. São 19 microfones por partida, mais de 10 câmeras e 60 profissionais envolvidos.  “A Rede Bahia de Televisão é a única emissora que chega em todo o estado da Bahia. Temos equipes de jornalismo nas seis emissoras e com isso conseguimos dar visibilidade e acompanhamento aos clubes do interior da mesma forma que na capital. Conseguimos integrar a sociedade baiana como um todo em torno do campeonato”, pontua o diretor executivo da Rede Bahia, João Gomes

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Brumado: Polícia Militar apreende caminhão adulterado e pode ter dado um passo importante para desbaratar quadrilha que age na região

  • Ascom - 34ª CIPM
  • 30 Jan 2016
  • 06:37h

O caminhão foi apreendido pela PM (Foto: Divulgação Polícia Militar)

Polícias Militares da 34ª CIPM/PETO, por volta das 19h30m, na avenida Centenário, apreenderam um caminhão com fortes indicios de o mesmo ter a sua documentação falsificada. Com a plca policial FIW 8753 de Vitória da Conquista e de cor branca, ao ter a consulta ao chassi e motor feita, o cruzamento dos dados acabou caindo em um outro veiculo mais antigo de cor verde da cidade de Tocantinopolis.Diante disso, os suspeitos de terem deixado o caminhão numa oficina da cidade, também podem ser autores de outra situação de roubo de cargas. As investigações serão aprofundadas, o que pode levar à prisão de uma das principais quadrilhas de roubo de caminhões que está agindo em toda a região. 

Captação de água de chuva: conheça as vantagens e cuidados necessários para o uso da cisterna

  • e-Cycle
  • 30 Jan 2016
  • 06:32h

Sistema de captação de água de chuva tem até 50% de economia na conta da água (Foto: Divulgação)

Segundo relatório da ONU feito em 2015, a escassez de água afetará dois terços da população mundial em 2050. Ou seja, trabalho e dedicação serão necessários para garantir água potável e segurança alimentar para todos. Algumas medidas que podem amenizar a questão do gasto individual de água são: ser vegetariano uma vez por semana, aprender a economizar água no dia a dia do condomínio ou na hora de lavar louça; mas uma alternativa que vem se alçando recentemente é o uso da cisterna. O que é uma cisterna? Bem, também conhecida como algibe, é um reservatório que recolhe a água da chuva e a armazena para uso doméstico geral, ou seja, é um sistema de reaproveitamento de águas pluviais de baixo custo (veja aqui as diferenças entre água pluvial e água de reuso) que faz a captação da água para usos restritos no ambiente doméstico. É considerada uma das melhores e mais eficazes alternativas quando o assunto é economizar água e pode ser instalada em casas, apartamentos e condomínios. Ela funciona da seguinte maneira: a água da chuva é levada pelas calhas a um filtro, que eliminará mecanicamente impurezas, como folhas ou pedaços de galhos. Um freio d'água impede que a entrada de água na cisterna agite seu conteúdo e suspenda partículas sólidas depositadas no fundo (isso é positivo - confira a explicação aqui). Por ser proveniente da chuva, a água obtida não é considerada potável (por poder conter desde partículas de poeira e fuligem, até sulfato, amônio e nitrato), portanto, não é adequada para consumo humano. Ainda assim, pode ser usada nas tarefas domésticas que mais consomem água, como lavar a calçada, o carro e até no vaso sanitário (porém tome muito cuidado na hora de instalar sua cisterna no encanamento de sua casa para que a água não chegue perto de uma torneira com água voltada para beber). Muitas cisternas são enterradas para evitar a incidência de luz solar e, por conseguinte, a proliferação de algas e outros micro-organismos. Entretanto, existem modelos de cisternas que não necessitam ser enterradas, diminuindo o custo da obra. Salientamos que é necessário a instalação de filtros na sua cisterna. Caso contrário, os riscos de contaminação podem ser muito grandes.

Vantagens

  • É uma atitude ecologicamente responsável, pois reaproveita a água da chuva em vez de utilizar o precioso recurso hídrico potável, diminuindo sua pegada hídrica;
  • Pode ser instalada em qualquer ambiente: rural ou urbano, casa ou apartamento;
  • Representa uma economia de 50% na conta de água;
  • Possui diferentes capacidades de acordo com as suas necessidades - desde mil litros até 16 mil litros;
  • Ajuda a conter enchentes ao armazenar parte da água que, caso contrário, iria para rios e lagos e diminui sua quantidade no esgoto;
  • Ajuda em tempos de crise hídrica e até está sendo utilizada em áreas do sertão nordestino como forma de combate às secas;
  • Pode-se criar uma cultura de sustentabilidade ecológica nas construções, o que poderá garantir uma cisterna em cada casa construída no futuro.

Desvantagens

  • É necessário disciplina, as calhas devem ser limpas para impedir contaminação através de fezes de ratos ou de animais mortos e mantidas em boas condições;
  • O interior da cisterna também deve ser limpo periodicamente;
  • A instalação, se for ligada à rede de encanamentos da casa, precisará de um profissional para rearranjar os encanamentos (lembrando que a água não pode ser utilizada para consumo porque não é potável), porém, em muitos casos, o investimento é devolvido no primeiro ano, senão nos primeiros meses;
  • Algumas cisternas de plástico podem deformar com o tempo, ou apresentar rachaduras. Procure uma com filtro anti-UV 8 ou construa uma de alvenaria;
  • Caso seja enterrada (ou subterrânea), seu custo de instalação será maior.

Alguns outros cuidados a se tomar quando for cuidar da sua cisterna

De acordo com o SIAS, não recolha as primeiras águas da chuva, pois podem conter sujeiras do telhado e, por isso, deve ser instalado um dispositivo que permita desviar as primeiras águas; 

Deve ser bem vedada, longe dos raios do sol ou de detrimentos de animais, assim impede-se a proliferação de algas.

Diante da crise hídrica, cidadãos de São Paulo começaram o Movimento Cisterna Já, uma alternativa emergencial à crise. O movimento procura promover a capacitação para aqueles que queiram fazer a captação e aproveitamento de água da chuva. Caso tenha alguma dúvida sobre o uso de cisternas, o movimento tem uma página para perguntas frequentes que você pode acessar clicando aqui.

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Rui Costa em Vitória da Conquista: Bancários entregam carta ao governador

  • Ascom . SEEB-VC
  • 30 Jan 2016
  • 06:24h

Na carta entregue em mãos ao governador, o Sindicato cobra o cumprimento das promessas feitas por ele em campanha. (Foto: Ascom . SEEB-VC)

Nesta sexta-feira (29), o governador do Estado da Bahia, Rui Costa, esteve em Vitória da Conquista cumprindo sua agenda de trabalho.Na oportunidade o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região promoveu uma manifestação cobrando investimentos em segurança para bancários e usuários do sistema financeiro. A Bahia é o estado do nordeste que com mais casos de ataques a bancos, só em 2015 foram 209 ocorrência entre assaltos, sequestros e explosões. Na base do Sindicato, que compreende 45 cidades e 92 agências, já foram 32 ataques nos últimos anos. Essas ações geram prejuízos para bancários e população, além de enfraquecer a economia desses municípios. A pauta de segurança é uma reivindicação antiga da categoria, mas os bancos e o governo nunca apresentam uma solução eficaz.

Operadoras de TV por assinatura e banda larga iniciam combate ao Netflix em Brasília

  • 30 Jan 2016
  • 06:17h

TV paga alega que serviço não paga os mesmos impostos cobrados à ela. Já a banda larga alega que streaming do Netflix compromete a qualidade da internet. (Foto: Reprodução)

Depois de perderem quase um milhão de assinantes desde 2014, as operadoras de TV paga e banda larga decidiram tomar uma atitude drástica contra a Netflix, plataforma que consideram responsável pela fuga de clientes. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, um megalobby é orquestrado em Brasília para atrapalhar o crescimento da companhia.Entre as solicitações, as empresas pedem que a Ancine (Agência Nacional de Cinema) exija o pagamento da Condecine, uma taxa em torno de R$ 3.000 por cada filme disponível no catálogo da Netflix; que o governo obrigue a plataforma a ter pelo menos 20% de produção nacional em seu inventário; que os estados cobrem ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) das assinaturas e uma taxa extra quando os assinantes de banda larga utilizarem o serviço, com a justificativa de que o consumo é alto.

Telefonia celular perde 12 milhões de linhas em dezembro e TV paga encolhe

  • Reuters
  • 30 Jan 2016
  • 06:10h

Houve forte aumento na tendência de queda nas linhas pré-pagas. Dados foram divulgados nesta sexta pela Anatel. Whatsapp é apontado como “causador”. (Foto: Reprodução)

A base de telefonia celular do Brasil encolheu em quase 12 milhões de linhas entre novembro e dezembro do ano passado, num forte aumento na tendência de queda nas linhas pré-pagas, enquanto a base pós-paga se manteve relativamente estável, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pela agência reguladora do setor, Anatel. Além da queda na telefonia celular, que em 2015 acumulou perda de cerca de 23 milhões de linhas ativas sobre 2014, a indústria de telecomunicações do país também amargou em dezembro novo recuo no número de clientes de televisão por assinatura. Segundo os dados da agência, a base de assinantes de TV paga do país terminou 2015 em 19,05 milhões, uma queda de 2,7 por cento sobre a base de 2014.

Comprar e vender smartphone usado vira bom negócio em tempos de crise

  • 29 Jan 2016
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

"Vendo iPhone 5S dourado, com capinha de proteção. Câmera de 8 megapixels, tela com apenas alguns riscos. Único dono”. Apesar de o smartphone ser considerado um aparelho de uso extremamente pessoal, anúncios como esse estão se tornando cada vez mais populares no País. O principal motivo é a piora da crise econômica, que deixa novas versões de smartphones desejados - como o iPhone, da Apple, e o Galaxy S, da Samsung - cada vez mais distantes da realidade da maioria dos brasileiros. Segundo pesquisa do Ibope, quatro em cada dez brasileiros possuem itens como celulares, eletrônicos e computadores que podem ser revendidos - o segmento fica atrás apenas de moda e beleza e de artigos para crianças e bebês. O interesse em revender esses produtos aumentou: o Mercado Livre registrou o dobro de pesquisas por smartphones usados em 2015. No Google, as buscas por “celular usado” cresceram 75% no Brasil em dezembro de 2015, em relação ao mesmo período de 2015 - o número de buscas é o mais alto em 11 anos.

 

Fatores como a crise econômica, que diminuiu o poder de compra da população, e o aumento do dólar, que faz o preço dos smartphones novos ficar mais alto, ajudam a entender esse movimento. Segundo a consultoria IDC Brasil, o preço médio dos smartphones novos no País saltou de R$ 678 no terceiro trimestre de 2014 para R$ 925 no mesmo período de 2015, um aumento de mais de 30%. Redes sociais como o Facebook e até mesmo o happy hour do escritório podem servir para vender um aparelho encostado - pelo menos é o que conta a advogada curitibana Giovanna Gomez. Entre novembro e dezembro de 2015, ela vendeu quatro iPhones ao juntar dinheiro para se mudar para Lisboa. “Primeiro vendi o meu iPhone 5S e o do meu namorado, para trocarmos para um iPhone 6. Depois vendi o iPhone 5C do meu irmão, e também um 4S do meu padrasto, que estava encostado no fundo da gaveta”, conta Giovanna. “Em um dos casos, consegui vender o aparelho cinco minutos depois de ter anunciado no meu Facebook”. “Na crise, às vezes a pessoa percebe que tem um aparelho no fundo da gaveta e pode usá-lo para ter uma renda extra ou para complementar o dinheiro necessário para comprar um celular novo”, diz o francês Amaury Bertaud, presidente-executivo da startup Recomércio, especializada na revenda de celulares usados.

Oportunidade 
Novas empresas, como a Recomércio, estão de olho no aumento da demanda por smartphones seminovos. Fundada no final de 2014, a startup negociou cerca de 3 mil aparelhos no ano passado, o que lhe rendeu receita de US$ 1 milhão. “Quem compra um smartphone seminovo faz isso porque pode comprar um aparelho bom com preço acessível ou porque percebe uma oportunidade de negócio”, diz Bertaud, que tem a meta de superar R$ 7 milhões em receita até o final deste ano. É o caso do gerente de projetos Vinicius Siqueira, de 37 anos. Em maio, ele comprou um iPhone 5C usado por R$ 1 mil, depois de ter seu iPhone 4 roubado. “Não ligo de comprar um aparelho usado se ele estiver em bom estado. Prefiro ficar um pouco atrás na curva tecnológica e economizar”, diz. A Recomércio não é a única a explorar este mercado: especializada em produtos da Apple, a startup Brused realizou cerca de 10 mil vendas no ano passado - o dobro do registrado em 2014. Turbinada por parcerias com as lojas oficiais de Sony, Samsung, Motorola e LG, além da operadora Oi, a empresa argentina Trocafone diz ter dado novo destino a mais de 50 mil smartphones em 2015. As três startups adotam fórmula parecida: o usuário entra no site oficial, preenche um formulário com os dados do dispositivo usado e, ao final, recebe uma cotação do produto. Se o valor agradar, o usuário envia o aparelho para a empresa e recebe o dinheiro. Quem quer comprar pode utilizar o site das empresas, que funcionam como qualquer e-commerce. “O mercado de smartphones está se tornando semelhante ao de carros usados. Quem quer comprar um usado pode achar aparelhos com até 50% de desconto”, diz Guille Freire, presidente-executivo da Trocafone.

Evolução 
A evolução da tecnologia dos smartphones é outro aspecto que ajuda a explicar o crescimento do mercado de usados no Brasil. Há alguns anos a diferença entre aparelhos lançados em temporadas seguintes era substancial: um novo aparelho poderia ganhar conexão 4G pela primeira vez ou um novo processador muito mais potente que o anterior. Isso mudou nos últimos anos, quando os smartphones passaram a receber mudanças apenas incrementais. O iPhone 5, da Apple, por exemplo, foi equipado com uma câmera de 8 megapixels em 2012. Já no ano passado, o iPhone 6S, versão mais recente do aparelho, ganhou uma câmera de 12 megapixels. Apesar de superior, a melhoria faz pouca diferença para o usuário leigo. “Muitos usuários não conseguem sentir a diferença entre um produto com desempenho bom e um desempenho muito bom”, diz Renato Meirelles, do instituto de pesquisas Data Popular. Dessa forma, o segmento de smartphones reproduz uma lógica que já acontece há anos no mercado de PCs. A popularização dos aparelhos no País também criou uma oportunidade para os usados. “Há alguns anos, todos os brasileiros compravam seus primeiros aparelhos e não havia espaço para usados”, diz Oliver Roemerscheidt, analista de mercado da consultoria GfK. “Agora, o mercado tem oferta de produtos usados bons o suficiente.”

Horizonte 
O mercado de smartphones novos, ao contrário, não vai tão bem. Segundo a consultoria IDC Brasil, o mercado deve registrar queda de 12,8% nas vendas em 2015 e o horizonte não é muito animador em 2016. Além da continuidade da crise, o fim da Lei do Bem, que garantia isenção de PIS/Cofins para celulares de até R$ 1,5 mil vai impactar o setor, que deve fechar 2016 com queda de 8% nas vendas. O cenário ruim para a indústria, no entanto, não deve afetar o mercado de usados. “O fim da isenção fiscal pode impactar o mercado de smartphones novos, mas de forma alguma vai diminuir o número de pessoas que usam smartphones”, diz Meirelles, do Data Popular. “O mercado de segunda mão vai crescer”, afirma. 

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Desorganização atrapalha funcionamento do cérebro e provoca estresse

  • 29 Jan 2016
  • 19:00h

(Foto: Reprodução)

O fim de semana chega e é hora de tentar pôr ordem à bagunça acumulada durante toda a semana. Se essa tem sido sua rotina nos dias de folga — e mesmo assim, o problema parece nunca chegar ao fim —, melhor rever seus hábitos. Segundo especialistas, viver em meio à desorganização gera estresse e perda de tempo, o que interfere diretamente no bem-estar e na qualidade de vida. Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, ser organizado facilita o trabalho do cérebro, pois permite que ele tenha previsibilidade para executar tarefas. — Quando está tudo embaralhado e alguém procura algo, o cérebro gasta tempo e performance para achar o que se quer. Com isso, ele fica cansado e há queda de rendimento em atividades que exigem mais energia, como tomada de decisões, por exemplo — diz o médico. — Se o ambiente está arrumado, a pessoa já parte do meio do caminho. Isso traz tranquilidade, gera serotonina (neurotransmissor) e controla o bem-estar. De acordo com a psicoterapeuta holística e hipnóloga Myriam Durante, toda bagunça é resultado de uma procrastinação que, em geral, se deve a alguma insatisfação. — Se as pessoas não estão felizes, elas ficam empurrando tudo com a barriga — afirma a especialista em comportamento humano. Para as crianças, organização é fundamental para o aprendizado. Estudar em ambientes desarrumados dificulta a concentração em uma só tarefa, o que atrapalha a consolidação de informações no cérebro. — Os pequenos pegam o exemplo dos pais. Não adianta dizer a eles para manter o quarto impecável se o resto da casa está bagunçado — diz Myriam Durante.



 

Comunicado Prefeitura Municipal de Brumado: Depósito da Folha de Pagamento

  • 29 Jan 2016
  • 18:16h

(Divulgação)

A Administração Municipal vem por meio deste, informar que o depósito relativo à Folha de Pagamento dos Servidores Públicos já foi depositado nesta quinta-feira (28), mas que, devido a um processo interno bancário, os servidores não poderão fazer o saque neste sábado (30), já que houve um atraso no processamento dos dados, pois, como se trata de um novo exercício anual, teve que ser feito um recadastramento dos servidores. Segundo informações, a instituição bancária responsável já está acelerando o processo para que o problema seja solucionado no início da próxima semana, para que os saques possam ser feitos por parte dos servidores. 

 

Obesidade infantil dispara nos países em desenvolvimento, alerta OMS

  • 29 Jan 2016
  • 16:01h

(Foto: Reprodução)

A obesidade entre crianças de menos de cinco anos atingiu níveis alarmantes em âmbito mundial e virou um pesadelo explosivo nos países em desenvolvimento, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os autores de um relatório sobre o tema destacam que, historicamente, o fenômeno não tem sido tratado como um problema de saúde pública, ao ser considerado, muitas vezes, uma consequência do estilo de vida das famílias. Mas, ao final de dois anos de pesquisa em mais de 100 países, os autores destacam que os governos e organismos de saúde são fundamentais para discutir esta questão. Se o problema não for tratado com seriedade, "a epidemia de obesidade poderá reverter muitos dos benefícios para a saúde que contribuíram para o aumento da longevidade observado no mundo", apontam os pesquisadores.

 

'A culpa não é das crianças'
"Qual é a mensagem principal? Que a culpa não é das crianças", disse à imprensa o copresidente da comissão redatora do texto, Peter Gluckman. As causas que explicam a obesidade infantil estão relacionados a fatores biológicos, ao acesso inadequado à comida saudável, a uma menor atividade física nas escolas e à desregulamentação do mercado de alimentos gordurosos, aponta o relatório. Gluckman reconheceu que as recomendações feitas, de promover um estilo de vida mais saudável a aplicar mais impostos a bebidas açucaradas, são de senso comum. Contudo, acrescenta que essas recomendações não são aplicadas de forma apropriada em nenhum lugar do mundo. O resultado é que o número de crianças com sobrepeso passou de 31 para 41 milhões entre 1990 e 2014. "Até agora, os avanços na luta contra a obesidade infantil foram lentos e irregulares", indicam os membros da Comissão para o Fim da Obesidade Infantil, ao qual a OMS encomendou o relatório. A obesidade infantil "é uma armadilha explosiva nos países em desenvolvimento", acrescentou Gluckman.

Situação alarmante na África
Os números são especialmente alarmantes na África, onde o número de crianças menores de cinco anos com sobrepeso e obesidade quase duplicou entre 1990 e 2014, passando de 5,4 milhões para 10,3 milhões. O relatório explica que, nos países ricos, as crianças pobres correm mais risco de se tornarem obesas, em particular nas culturas em que "frequentemente é considerado que uma criança com sobrepeso é uma criança saudável". Segundo os autores da pesquisa, existem dois processos biológicos que aproximam as crianças da obesidade. O primeiro, chamado de "defasagem", resulta de uma má nutrição durante a gravidez e os primeiros meses de vida, o que pode ter um impacto nas funções genéticas e fazer com que a criança seja mais inclinada a sofrer de sobrepeso mais adiante. O segundo processo, chamado de "desenvolvimento", pode ocorrer quando a mãe grávida é obesa ou tem diabetes. Isto "predispõe a criança a um excesso de gordura associado a problemas de metabolismo e à obesidade", destacou o relatório.

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