Operadoras de TV por assinatura e banda larga iniciam combate ao Netflix em Brasília

  • 30 Jan 2016
  • 06:17h

TV paga alega que serviço não paga os mesmos impostos cobrados à ela. Já a banda larga alega que streaming do Netflix compromete a qualidade da internet. (Foto: Reprodução)

Depois de perderem quase um milhão de assinantes desde 2014, as operadoras de TV paga e banda larga decidiram tomar uma atitude drástica contra a Netflix, plataforma que consideram responsável pela fuga de clientes. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, um megalobby é orquestrado em Brasília para atrapalhar o crescimento da companhia.Entre as solicitações, as empresas pedem que a Ancine (Agência Nacional de Cinema) exija o pagamento da Condecine, uma taxa em torno de R$ 3.000 por cada filme disponível no catálogo da Netflix; que o governo obrigue a plataforma a ter pelo menos 20% de produção nacional em seu inventário; que os estados cobrem ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) das assinaturas e uma taxa extra quando os assinantes de banda larga utilizarem o serviço, com a justificativa de que o consumo é alto.


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