Chrome, navegador do Google, passa a bloquear sites com conteúdo 'enganoso'. (Foto: Divulgação/Google)
O Google anunciou na última quarta-feira (3) que o navegador Chrome passará a bloquear páginas que tiverem indícios de exibirem conteúdo “enganoso”, como botões falsos de download, que podem levar arquivos maliciosos, e anúncios mentirosos. A novidade é uma evolução da navegação segura lançada em novembro do ano passado. O objetivo inicial era evitar que os usuários do navegador instalassem softwares indesejados e revelasse informações pessoais. Agora, a atualização visa esquemas de engenharia social. Nessa conta entram botões falsos de download e anúncios mentirosos. Os primeiros fazem com que o usuário clique em vários elementos antes de achar aquele que, de fato, o levará ao arquivo pretendido. Já os segundos sugerem instalações de arquivos cuja atuação expirou. Ainda que o Chrome bloqueie a página, o usuário pode, se quiser, continuar a navegar pelo site.
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A empresa SuitX, criada por Homayoon Kazerooni, chefe do laboratório de Robótica e Engenharia humana da Universidade de California, Berkeley, criou o Phoenix, um exoesqueleto movido a bateria que permite que pessoas paralizadas da cintura para baixo voltem a andar. O traje é composto por uma série de apoios ortopédicos com pequenos motores e um par de muletas. Botões nas multas permitem que os usuários controlem os movimentos das pernas e dos quadris, e andem a uma velocidade de cerca de 2 km/h. Os motore são energizados por uma bateria que o usuário leva nas costas, na forma de umaMOCHILA
. Ela tem vida útil de até 8 horas. Um aplicativo também pode ser utilizdo para rastreador os dados de saúde e da caminhada do usuário. O exoesqueleto ainda se diferencia por ser modular, e permitir que pequenos ajustes sejam feitos para que ele se adeque melhor às necessidades de mobilidade de cada usuário. Kazerooni disse ao MIT Technology Review que o Phoenix também oferece aos usuários uma oportunidade de se manter na posição ereta, o que é importante para evitar feridas decorrentes de longos períodos sentado na mesma posição. "Nós não conseguimos curar a doença. Nós não conseguimos curar a lesão. Mas o que ela faz é amenizar as feridas secundárias causadas pela posição sentada", disse. O objetivo final de Kazerooni é fazer uma versão do exoesqueleto para crianças. No entanto, o CEO da empresa diz que ainda pretende trabalhar para deixar o traje mais leve e acessível: atualmente, o Phoenix pesa cerca de 12 quilos e custa US$ 40 mil.
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Um estudo inédito envolvendo 3 mil grávidas já começou a ser desenvolvido no Brasil para detalhar a relação entre o zika e a microcefalia em bebês. Elas serão submetidas, mensalmente - e até a hora do parto -, a um exame de sangue que detecta anticorpos do vírus tanto na mãe quanto no bebê, dando evidências de que o feto foi infectado durante a gestação. O diferencial da pesquisa, capitaneada pela Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP), é examinar não só gestantes que já apresentem sinais de infecção por zika vírus - febre, dor nas articulações e músculos, manchas vermelhas na pele e conjuntivite -, mas também as assintomáticas. "Até agora, o que se tem feito é pesquisar somente aquelas que apresentam sintomas de infecção pelo zika e aquelas que geraram bebês com microcefalia", diz o professor Benedito Antônio Lopes Fonseca, do Laboratório de Virologia, que coordena o estudo junto à médica Suzi Volpato Filho, obstetra do Programa de Assistência à Saúde da Mulher da prefeitura de Ribeirão.
Acompanhando todas as fases da gravidez da mulher, os pesquisadores pretendem descobrir o período de maior risco para a gestante, se a infecção assintomática também pode causar microcefalia e em qual mês do desenvolvimento o feto é acometido pela má-formação. Também será observado se o zika pode estar associado a outros problemas de saúde no bebê. Toda gestante que iniciar o pré-natal no Sistema Único de Saúde (SUS) em Ribeirão poderá participar, de forma voluntária. Para as que fazem o acompanhamento na rede privada, o cadastro será feito nos postos de saúde da cidade. O prazo é até 30 de junho, período em que há maior incidência de Aedes aegypti, o mosquito transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika. Os estudiosos estimam que sejam "recrutadas" 500 grávidas por mês. Trinta já estão cadastradas e tiveram as amostras de sangue colhidas. A grávida que apresentar sintomas de zika será encaminhada ao Ambulatório de Moléstias Infecciosas do Hospital de Clínicas da FMRP e terá o resultado do exame de sangue disponível em até 72 horas. Quando houver confirmação do diagnóstico de microcefalia no bebê, detectado via ultrassonografia, ela receberá atendimento no Ambulatório de Medicina Fetal do Hospital das Clínicas. Fonseca lembra que outras doenças além do zika podem causar microcefalia, como a rubéola e a toxoplasmose. "Por isso, iremos fazer vários testes", diz. Os resultados devem estar disponíveis no fim do ano que vem. A prefeitura de Ribeirão oferecerá a infraestrutura de atendimento. O custo de aproximadamente R$ 500 mil será financiado, em parte, pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo. Os pesquisadores buscam recursos, também, junto ao Ministério da Saúde e às agências de fomento. Na quinta-feira, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que Capes e CNPq devem publicar editais direcionados a estudos sobre diagnóstico e tratamentos sobre zika e microcefalia e que os reitores das universidades já estão avisados de que esses temas são "prioridade" nas faculdades de Medicina e Biologia.
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Carvalho vê prêmio como forma de qualificar o trabalho do profissional
Um prêmio internacional na área de arquitetura e design dá visibilidade, traz reconhecimento e apresenta-se como uma chancela internacional para os profissionais. Esses eram os objetivos dos 101 brasileiros que se inscreveram no iF Design Award 2016, reconhecido como um dos mais completos prêmios do design. Do total de inscritos, 38 levaram o prêmio, nas categorias de arquitetura e interiores, produto, comunicação, embalagem e design de serviço. Para Ana Brum, diretora técnica do Centro Brasil Design, instituição representativa do iF Design Award no Brasil, o número de ganhadores e inscritos demonstra a vontade dos profissionais brasileiros em se posicionar e conquistar mercados internacionais. "O Brasil tem se destacado nesse cenário porque as empresas estão percebendo que é vantajoso se inscrever em um prêmio e passar por um crivo internacional. É um argumento de venda de um produto brasileiro que pode ser usado no mundo inteiro", afirma Ana Brum.
Um dos vencedores, na categoria "Arquitetura e Interiores" foi o projeto Txai House, em Itacaré, na Bahia, feito pelo escritório de arquitetura Studio Mk27, de São Paulo, para um cliente confidencial pessoa física. Além da casa, o Studio Mk27 venceu com mais dois projetos. Outro destaque brasileiro é o projeto Glass House (Casa de Vidro), do escritório Cristina Menezes Arquitetura e Decoração. No Nordeste, os vencedores foram a Papaiz Nordeste Indústria, com a criação de um cadeado mais resistente a corrosão e maresia, na categoria de produtos, e a Abracadabra Design, de Fortaleza, vencedora na categoria de embalagem criada para o produto Pardal Sorvetes. As inscrições para o próximo iF Design Award abrem em março de 2016 e podem ser feitas por meio do Centro Brasil de Design. Os resultados dos vencedores serão divulgados em janeiro de 2017.
Participação baiana
A baixa representatividade baiana no prêmio leva especialistas e profissionais da área ao diagnóstico de que os arquitetos e designers da Bahia ainda não têm o hábito de se inscrever em prêmios internacionais. Segundo Solange Araújo, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento da Bahia, assim como os concursos públicos para a seleção de profissionais, os prêmios são instrumentos para reconhecer os trabalhos originais e criativos, após a avaliação de jurados isentos. "Existe uma certa timidez ou falta de hábito de apresentar seus produtos e sua produção para ser exposta ao julgamento nacional e internacional. É importantíssimo para a área. Mas só irá acontecer se as pessoas começarem a se inscrever e a mostrar o que produzem. Isso gera reconhecimento. A partir de um concurso ou premiação vários expoentes nacionais e internacionais passaram a ser conhecidos e se tornaram referência", afirma Solange Souza Araújo. Para o arquiteto e designer de produtos Luiz Humberto Carvalho, da LHC Arquitetura e Design, os prêmios são formas de qualificar os trabalhos dos profissionais. A baixa representatividade da Bahia, para o arquiteto, é resultado da falta de divulgação e conhecimento sobre os prêmios. "Faltam divulgação e um incentivo para que se consiga um resultado legal em relação aos prêmios internacionais. Profissionais em si, nós temos, com grandes habilidades. Mesmo com bons profissionais, precisamos de divulgação e incentivo", diz Carvalho. Na Bahia, o Núcleo de Decoração e o IAB promovem prêmios locais.
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Durante a estação mais quente do ano, muitos pets se sentem incomodados pelas altas temperaturas. Por isso, devemos tomar alguns cuidados especiais para manter a saúde desses animais em dia. Preparei seis dicas simples que irão garantir o bem estar do seu pet nesse verão:
Hidratação é essencial – por mais que pareça óbvio, sempre vale a pena lembrar. Nessa estação é comum os animais, principalmente os mais peludos, ficarem bem desidratados. Para garantir que isso não aconteça, uma ideia interessante é facilitar esse contato espalhando várias vasilhas de água pela casa, assim ele poderá se hidratar sem fazer muito esforço. O ideal é manter a água sempre fresca e limpa, mas se você ficar fora por muito tempo faça a troca ao menos duas vezes por dia e mantenha os potes na sombra. Se você ainda quiser dar um mimo ao seu animal, pode variar com uma água de coco bem geladinha!
Evite passeios nos horários mais quentes – outro cuidado importante é evitar passear com seu animal entre 10h e 17h. Mesmo fora desse período, dê preferência aos locais com árvores, sombra, piso frio ou grama. Se não for possível, verifique se a temperatura do asfalto está suportável. Para saber, faça o teste colocando sua mão no chão por 20 segundos. As patas dos pets são muito sensíveis e poderão esquentar rapidamente caso a superfície esteja quente e, em casos mais graves, esse contato pode gerar queimaduras. Lembre-se também de levar uma garrafinha com água fresca e verificar se o animal está salivando muito, se isso acontecer procure resfria-lo com água nas patinhas e na boca. Faça o mesmo se ele se deitar no chão e não quiser prosseguir com a caminhada, também é recomendado aguardar pelo menos quinze minutos para retornar o passeio para casa.
Use filtro solar – assim como nós, os animais também precisam se proteger contra o câncer de pele, por isso devem usar filtro solar. Existem diversas marcas específicas para uso animal no mercado ou você pode mandar manipular a fórmula. A recomendação é aplicar nas partes menos cobertas por pelos, como pontas da orelha, barriga e nariz, principalmente em animais de pelo curto, pelagem branca ou de mucosas claras. Também vale lembrar que, em hipótese nenhuma, você deve ser usar o filtro solar destinado a humanos, pois esse pode causar intoxicações se for lambido pelo pet.
Se ele comer menos, não se desespere – durante o verão é normal os animais diminuírem seu ritmo de alimentação. Não se preocupe com isso, o máximo que você pode fazer é oferecer várias porções ao dia do alimento para ver se ele se anima um pouco mais em comer.
Banho e tosa pra ontem – assim como ninguém gosta de vestir casaco no verão, para os bichinhos também é um sofrimento passar pela estação coberto de pelos. Então, providencie uma tosa, ao menos a higiênica, para seu pet agora mesmo. Além de contribuir para a higiene, o hábito irá refrescar os animais. Banhos também são indicados uma vez por semana. A recomendação é lavá-los com água em temperatura ambiente e xampu especial para pets, neutro e hipoalergênico.
Fique atento aos sinais de doenças – micoses, piolhos, sarnas e parasitas de pele são mais comuns no verão. Para evitar que o animal contraia alguma dessas enfermidades, recomenda-se evitar levar o cão ou o gato a locais muito frequentados por outros animais e aplicar remédios antipulgas e anticarrapatos a cada 21 dias. Enfim, todas essas dicas são bem simples de seguir e irão proporcionar um grande alívio ao seu animal. Então, não perca mais tempo, comece a coloca-las em prática agora mesmo!
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O Facebook aplicou uma mudança nos algoritmos do feed de notícias que rebaixará páginas que fazem os usuários a clicar num link de forma forçada - técnica conhecida como “clickbait”. A partir de agora, o Newsfeed considerará dois fatores para exibir conteúdo: a probabilidade de engajamento e o quanto o internauta deseja ver posts daquela página. A empresa descobriu as respostas para o segundo fator por meio de milhares de questionários respondidos diariamente pelos usuários. A combinação dos fatores permitirá que se enxergue discrepâncias entre o comportamento das pessoas e o que elas gostam na rede. Por exemplo, se o Facebook sabe que o usuário não gosta dos posts de uma página, mas continua clicando neles, fica implícito que o sujeito está sendo forçado a acessar os links por algum motivo. “Em geral, páginas devem evitar encorajar as pessoas a tomar ações (como encorajar um monte de cliques), porque isso provavelmente causará apenas picos temporários nas métricas, que poderão, então, ser balanceadas novamente pela classificação do feed ao longo do tempo”, explica o Facebook. Na prática, páginas que divulgam links com títulos do tipo “você não vai acreditar no que este ator disse” e “tal jogador acertou com um time grande, descubra qual” acabarão desaparecendo lentamente dos feeds.
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Muitas pessoas criam um laço familiar com os animais de estimação, afinal, os bichinhos se tornam companheiros de todas as horas e, muitas vezes, também na hora de dormir.Apesar de muitos acharem que dormir com o pet não faz bem à saúde, um estudo realizado nos Estados Unidos aponta que a presença dos bichos pode relaxar o sono e aumentar a sensação de segurança.Para chegar neste resultado, os especialistas entrevistaram 150 pessoas, sendo que a metade delas tinham cães ou gatos. Deste número, 56%, mais da metade, dormem com eles, no quarto ou na mesma cama.A assistente administrativa Teresinha Cardoso acredita fielmente no resultado desta pesquisa e afirma que passou a dormir melhor com a companhia das cadelas Charlote e Juliete.— Elas ficam alertas a qualquer movimento, a qualquer barulho.As duas, que são muito grandes, tomam conta da cama, mas a dona não se importa. Quanto amor!Mas Charlote e Juliete não são exceção, não! Muitos animais de estimação dormem com o dono desde pequeninos.Tem como não amar esses peludos?Para a bióloga Luiza Cervenka, dividir a cama com os pets dá a sensação de segurança e conforto.— O cachorro está sempre alerta e qualquer alteração de rotina, seja uma pessoa passando na frente da casa ou mesmo alguma intervenção de alguém querendo adentrar, ele vai latir.— A gente tem aquela coisa do agarradinho e isso faz a liberação do hormônio chamado oxitocina, que é o hormônio da paixão, do bem-estar. Então, quanto mais agarradinhos com o cachorro, mais queremos estar assim.
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Cadernos, livros, canetas, haja espaço para tanto material! Neste início de ano a maioria das crianças está em busca da mochila perfeita para usar durante o ano letivo e, se depender delas, os modelos escolhidos serão sempre aqueles da moda, cheio de estampas e adereços. Mas os pais devem ficar de olho! Especialistas alertam que o uso incorreto das mochilas escolares pode causar dores de coluna, desvio de postura ou problemas ainda mais graves, como a hérnia de disco. Por isso, além da beleza, alguns fatores de segurança devem ser levados em consideração na hora da compra.
O ortopedista Luciano Lira, do Hapvida Saúde, afirma que o primeiro passo para fazer a escolha da mochila ideal é verificar o seu peso quando ainda vazia. “É importante que o peso do acessório não ultrapasse meio quilo”, ressalta. Outra dica é garantir que o peso total do material carregado pela criança não exceda 5% do seu próprio peso. Ou seja, uma criança de 40 kg deve carregar uma bolsa com, no máximo, 2kg.O médico afirma que, além da preocupação com as especificações do produto, os pais devem ficar atentos à forma como os filhos carregam as mochilas. Para ele, grande parte dos problemas posturais adquiridos por crianças e adolescentes se desenvolvem a partir do mau uso do acessório escolar. “Assim como todo produto, bolsas e mochilas também possuem manual de uso. No caso da mochila, as alças devem estar bem ajustadas aos ombros permitindo que sua base não se apoie no centro da coluna lombar”, explica. Paula Nogueira é mãe de Ana Maria, de 4 anos. Para ela, o desafio é escolher o modelo de mochila adequado para a filha, considerando que ela ainda é bem pequena e que além do material regular, Ana sempre quer levar algum brinquedo para a escola. “São tantas opções que fica até difícil saber qual o melhor. Na dúvida, eu opto pela bolsa com rodinhas mesmo, pois assim ela tem a liberdade de levar o que quiser e não precisa andar com todo esse peso apoiado nas costas”, confessa a mãe coruja. O especialista explica, ainda, que a mochila com rodinhas é uma alternativa, mas que também existem regras de uso. “A altura da alça do carrinho é o segredo para fazer a escolha certa. É importante que ela esteja adequada à estatura da criança, permitindo que ela mantenha as costas retas ao puxa-la”, revela. Luciano Lira ainda aconselha que os pais conheçam bem as dependências do colégio dos filhos. “Um fator a ser considerado é a distância que essa criança irá percorrer puxando ou carregando essa mochila. A escola possui rampas? Elevadores? Quantos degraus essa criança precisará subir? Os pequenos cuidados de hoje, podem evitar grandes problemas amanhã”, finaliza.
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O serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, que pertence ao Facebook, alcançou a marca de 1 bilhão de usuários, de acordo com uma publicação do presidente-exeucitvo e cofundador da rede social, Mark Zuckerberg. "Um bilhão de pessoas estão usando o WhatsApp agora", disse Zuckerberg em uma publicação em sua página do Facebook. "Existem poucos serviços que conectam mais de um bilhão de pessoas", frisou. O número de pessoas usando o WhatsApp mais que dobrou desde que o Facebook, baseado na Califórnia, comprou o serviço emtransação concluída por US$ 22 bilhões no final de 2014, de acordo com Zuckerberg. "Isso é quase uma em cada sete pessoas na Terra que usa WhatsApp todo mês para estar em contato com seus amados, amigos e família", disse o time do WhatsApp em um post de seu blog. Após comprar o WhatsApp, o Facebook tornou o serviço completamente gratuito. O próximo passo, de acordo com Zuckerberg, foi facilitar o uso do serviço para os negócios. Levar o WhatsApp para o intercâmbio entre negócios e consumidores tem o potencial de criar oportunidades de lucro para o Facebook. Recentes relatórios da mídia indicam que o Facebook está trabalhando nos bastidores para integrar o WhatsAppp de forma mais adequada à rede social líder no mundo, fornecendo a capacidade de compartilhar informação entre os serviços.
- Ascom - 34ª CIPM
- 07 Fev 2016
- 08:54h
A colisão aconteceu quando o suspeito perdeu o controle da motocicleta (Foto: Brumado Urgente)
Por volta da 23h00m, deste sábado (06), a guarnição da 34ª CIPM/PETO, realizando rondas no bairro São Jorge ao tentar abordar um motociclista, este, o Sr Marcionílio Araújo de Oliveira Neto, conhecido como "Batata", o qual empreendeu fuga, sendo perseguido pela guarnição da PM. Ele foi interceptado na av Antônio Mourão Guimarães, o mesmo sacou um revólver calibre 32 com numeração suprimida e 4 munições intactas, momento em que o suspeito, perdeu o controle da motocicleta, colidiu com um automóvel que estava estacionado na avenida supracitada e caiu O S.A.M.U foi chamado pra dar o atendimento de socorro. O indivíduo foi encaminhado ao Hospital de Brumado, e os pertences e a arma de fogo foram encaminhados a 20 COORPIN para serem tomadas as devidas providências.
A arma e o material apreendido foram encaminhados para a 20ª Coorpin (Foto: Divulgação 34ª CIPM)
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As compras pagas com cartões de débito e de crédito no Brasil movimentaram R$ 1,05 trilhão em 2015 e cresceram 9% sobre o ano anterior, afirmou na última terça-feira (2) a Abecs, entidade que representa empresas de meios de pagamento. Segundo a Abecs, as transações com cartões de crédito somaram R$ 648 bilhões (alta de 6,2%), enquanto as com cartões de débito foram de R$ 402 bilhões (alta de 13,8%).
O material apreendido pela Polícia (Foto: Divulgação 34ª CIPM)
Por volta de 12hs deste sábado (06), através de denúncia anônima pelo 190. foi informado ao comando da PM que havia um grupo de pessoas armados e traficando drogas na Rua Nazaré, bairro Dr. Juarcy. Foram deslocadas as guarniçoes da 34ª CIPM que encontraram em uma casa abandonada 7 elementos suspeitos. Com eles estava 17 papelotes de uma substância parecida com maconha e 7 trouxas com uma substância parecida com cocaína, R$210 em espécie, e material para confecção dos papelotes e trouxas. Os 7 envolvidos foram conduzidos até a DP.
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Já parou para pensar que suas postagens nas redes sociais podem influenciar em uma possível contratação? Pesquisar sobre um candidato em redes sociais faz parte do trabalho de um recrutador. A OfficeTeam, empresa que pertence à Robert Half, realizou um levantamento com 300 gerentes de RH e aponta que, para 45% deles, postagens inadequadas podem custar a participação em processos seletivos. Além disso, um em cada três recrutadores entrevistados considera que fotos inadequadas também são motivo para cortar um profissional de uma seleção.
1. O crítico mal-humorado
Como age: não há limites para suas críticas. De colegas de trabalho a temas de política, nada escapa de suas ácidas observações.
Por que se queima: pode ofender ou causar mal-estar por conta de tornar pública sua opinião sobre pessoas ou fatos.
2. O viciado em selfies
Como age: publica selfies a todo momento e em todos os lugares, inclusive no trabalho.
Por que se queima: passa a impressão de uma pessoa vaidosa e de ego inflado. Caso colegas de trabalho, chefes e recrutadores vejam fotos inadequadas, sua imagem profissional pode ser comprometida.
3. O detalhista
Como age: festas, viagens, refeições, restaurantes, reuniões, livros. A cada passo, uma postagem.
Por que se queima: a compulsão em publicar e atualizar seu status nas redes além de chata, aumenta as chances de que alguma postagem inadequada apareça para chefes, colegas de trabalho ou recrutadores. Principalmente, se configurações de privacidade não forem utilizadas.
4. O acumulador de conexões
Como age: não seleciona as pessoas em sua rede e manda convites para qualquer um. Quantidade parece ser mais importante do que qualidade.
Por que se queima: forma uma rede de contatos vazia, ineficiente e que em nada acrescenta a sua carreira.
5. O ausente
Como age: não age, na verdade. Não publica nada, não atualiza seu perfil.
Por que se queima: ao deixar de atualizar perfis em redes como o LinkedIn, por exemplo, ou fóruns e grupos de discussão o perde visibilidade no mercado e, consequentemente, oportunidades profissionais.
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Aos 23 anos, a fotógrafa Caroline Curti foi pega de surpresa ao descobrir que tinha um cisto no ovário direito e teria que fazer uma cirurgia de emergência para retirar o órgão e as trompas. Tudo havia começado com fortes dores que, pensou ela, não deviam ser nada de mais. Foram quatro dias à espera da autorização do plano de saúde para fazer uma cirurgia minimamente invasiva. Como a situação pedia pressa e a resposta não veio, Caroline teve que se submeter à operação aberta, com um corte igual ao de uma cesariana. "Foi tudo muito traumático, me senti mutilada. Podia ter sido mais simples, mas por causa de burocracia fiquei com essa lembrança." Dois anos se passaram. E então Caroline foi atrás de um projeto antigo: aprender a bordar e explorar um novo tipo de expressão.
Assistiu a um curso online do Clube do Bordado no fim de 2015 e decidiu que desenharia um útero sem o ovário direito. "Quando terminei o bordado, fiquei muito emocionada. Ele ajudou a encerrar um capítulo. Foi um processo de aceitação do meu novo corpo como ele é, independentemente de ter uma cicatriz ou um ovário a menos. Foi como se eu dissesse: 'agora estou pronta para continuar'." Para a designer Marina Dini, 29, que faz parte do Clube do Bordado, a atividade a ajuda a se concentrar apenas naquele momento, a relaxar e a tirá la da frente das telas e do excesso de informações. "É uma atividade que me traz calma e estimula a reflexão, principalmente quando estou ansiosa", diz. Histórias como a de Caroline e Marina mostram como bordar e tricotar pode trazer benefícios para a saúde. E estudos e especialistas garantem que esses efeitos são maiores do que se pensava. O cardiologista americano Herbert Benson, professor de medicina integrativa de Harvard, afirma que atividades como bordar e tricotar induzem a um estado de relaxamento similar ao da meditação e da ioga. Depois que se passa da curva inicial de aprendizado, essas atividades podem reduzir os batimentos cardíacos, a pressão arterial e os níveis de hormônios ligados ao estresse.Já uma pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, com 38 mulheres com anorexia, apontou que tricotar trouxe significativas melhorias. Mais de 70% delas disseram que a atividade reduziu a intensidade de seus medos e pensamentos sobre o distúrbio alimentar. Outro estudo, publicado no "Journal of Neuropsychiatry & Clinical Neurosciences", apontou que praticar atividades manuais como crochê e tricô reduz as chances de transtornos cognitivos leves e perda de memória. O estudo foi feito com 1.321 pessoas entre 70 e 89 anos. A atividade também pode ajudar a reduzir a dor, segundo pesquisa com pacientes com dores crônicas do sistema público de saúde inglês. Elko Perissinotti, exvicediretor do Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria da USP, lembra ainda que atividades complementares ou integrativas, reduzem o uso de opioides no tratamento de dor crônica. "Na psiquiatria essas atividades fazem toda a diferença, como no tratamento de depressão, ansiedade e esquizofrenia, mas há benefícios também na clínicamédica." Nenhum dos estudos, porém, desvendou por quais mecanismos esses benefícios surgem. Alguns pesquisadores especulam que as atividades manuais promovem o desenvolvimento de vias neurais do cérebro que ajudam a manter a saúde cognitiva. Perissinotti vai na mesma linha. Para ele, essas práticas provocam uma espécie de reorganização no cérebro e na bioquímica cerebral. "Ainda há uma pequena resistência à alta eficácia dessas atividades como aliadas, mas novos estudos vão mudar isso em um futuro breve." Elisa H. Kozasa, pesquisadora do Instituto do Cérebro do hospital Albert Einstein, afirma que o mecanismo é o do desenvolvimento de uma atenção calma, relaxada, à medida que se pratica a atividade. "Seja lá qual for o hobby, o ideal é ter afinidade com a prática, para que não haja frustração." Com o "New York Times"
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A OMS (Organização Mundial da Saúde) publicou hoje seu terceiro relatório sobre a exibição de cenas com cigarro em filmes de grande audiência. Campanha contra a glamourização cinematográfica do tabaco registrou avanços desde 2009, mas documento diz que "é preciso avançar mais". Um dos focos principais da OMS agora é a indústria do cinema dos EUA, que mostra fumo em 36% dos filmes liberados para menores de 18 anos. Os dados mais recentes, que contabilizaram as produções de Hollywood em 2014, indicam que 44% de todos os filmes exibem consumo de tabaco. O departamento federal de saúde dos EUA estima que os filmes estejam ajudando a recrutar 6 milhões de fumantes jovens por ano no país, dos quais 2 milhões terão morte por males relacionados ao fumo no futuro. "Com restrições cada vez mais rígidas contra publicidade do tabaco, os filmes continuam sendo um dos últimos canais para expor milhões de adolescentes a imagens de fumo sem restrições", afirmou em comunicado Douglas Bettcher, diretor do Departamento de Prevenção de Doenças Não-Comunicáveis da OMS.
América Latina
A presença constante do fumo em Hollywood, porém, não prejudica apenas os EUA. Segundo o novo relatório, ela afeta particularmente a América Latina, onde cerca de 80% dos campeões de bilheteria ainda são filmes americanos. "Dos filmes mais vistos ao todo que continham uso de tabaco 76%deles foram classificados como livres para jovens no Brasil, 75% o foram na Argentina e 87% no México", afirma o novo relatório. "Isso é significativamente mais do que nos EUA, onde 62% dos filmes contendo tabaco foram liberados para a juventude." No último relatório, a OMS também pede aos países signatários da FCTC (Convenção-Quadro sobre Controle do Tabaco) que passem a vetar subsídios públicos a filmes que exibam consumo de cigarro. Filmes nas listas dos mais vistos receberam incentivos públicos no Canadá, EUA e vários países da Europa. Um dos exemplos de progresso citados no relatório é a Índia, que implementou regras sobre imagens de tabaco e exibição de marcas em filmes nacionais e importados. A China, afirma a OMS, proibiu a exibição de filmes com imagens de fumo "em excesso". "Mas é preciso e é possível fazer mais", afirma a organização.
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