Metade dos recém-nascidos não é amamentada na primeira hora de vida, diz Unicef

  • 06 Ago 2016
  • 18:00h

(Foto: Reprodução)

Aproximadamente 77 milhões de recém-nascidos não são amamentados na primeira hora de vida, deixando de receber nutrientes e anticorpos e sendo privados do contato corporal com suas mães, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Este primeiro contato corpo a corpo é essencial para protegê-los de doenças e para contribuir com o sucesso da amamentação. France Bégin, assessora sênior de Nutrição do Unicef, afirma que se todos os bebês fossem alimentados apenas com leite materno desde o momento do seu nascimento até os seis meses de idade, mais de 800 mil vidas seriam salvas a cada ano. Quanto mais se atrasa o início da amamentação, maior é o risco de morte no primeiro mês de vida. Atrasar o aleitamento materno entre duas e 23 horas após o nascimento aumenta em 40% o risco de morte nos primeiros 28 dias de vida. Atrasá-la por 24 horas ou mais aumenta esse risco em 80%. De acordo com o manual de aleitamento materno do Comitê Português para o Unicef, o leite materno previne infecções gastrointestinais, respiratórias e urinárias, além de ter efeito protetor sobre as alergias. 

 

No que diz respeito às vantagens para a mãe, amamentar ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal e reduz as probabilidades de câncer de mama. A recomendação da OMS é de que o aleitamento materno seja exclusivo até o sexto mês e se estenda até os 2 anos ou mais, aí já com a introdução de outros alimentos, como frutas, legumes, verduras e carnes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a amamentação comece ainda na primeira meia hora após o parto. No entanto, apenas metade de todos os recém-nascidos no mundo colhe os benefícios da amamentação imediata. De acordo com o Unicef, apesar dos esforços, os avanços na amamentação na primeira hora de vida têm sido lentos. Na África Subsaariana, por exemplo, onde as taxas de mortalidade de menores de cinco anos são as mais altas do mundo, o aleitamento materno precoce cresceu apenas 10 pontos percentuais desde o ano 2000. Na Ásia Meridional, onde as taxas de iniciação precoce de aleitamento materno triplicaram, passando de 16% em 2000 para 45% em 2015, o aumento está longe de ser suficiente: 21 milhões de recém-nascidos ainda têm de esperar tempo demais para serem amamentados. A análise do Unicef mostra que as mulheres não estão recebendo a ajuda de que necessitam para iniciar o aleitamento materno imediatamente após o nascimento, mesmo quando um médico, enfermeiro ou parteira assiste o parto. No Oriente Médio, no Norte da África e na Ásia Meridional, por exemplo, as mulheres que têm filho com o auxílio de uma parteira qualificada estão menos propensas a iniciar o aleitamento materno na primeira hora após o parto se comparadas àquelas que dão à luz com o apoio de parteiras não qualificadas ou familiares. Outro motivo que dificulta a amamentação precoce é o hábito de alimentar os bebês com outros líquidos ou alimentos. Em muitos países, é costume alimentar o bebê com fórmula infantil, leite de vaca ou água com açúcar nos três primeiros dias de vida. Quase metade de todos os recém-nascidos é alimentada com esses líquidos. Quando os bebês recebem alternativas menos nutritivas do que o leite materno, eles mamam com menos frequência, fazendo com que seja mais difícil para as mães o início e a continuidade do aleitamento. No mundo todo, apenas 43% dos bebês com menos de seis meses de idade são amamentados exclusivamente. Bebês que não são amamentados têm 14 vezes mais probabilidade de morrer do que aqueles que são alimentados apenas com leite materno, de acordo com o Unicef. No entanto, qualquer quantidade de leite materno reduz o risco de morte. Bebês que não recebem nenhum leite materno têm sete vezes mais chance de morrer de infecções do que aqueles que receberam pelo menos alguma quantidade de leite materno nos seis primeiros meses de vida.

Semana Mundial da Amamentação

A Semana Mundial da Amamentação é comemorada este ano entre 1º e 7 de agosto. A data é celebrada desde 1992 por iniciativa da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba, a sigla em inglês), órgão consultivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Com o tema “Amamentação: uma chave para o desenvolvimento sustentável” e com o slogan “Amamentação: faz bem para o seu filho, para você e para o planeta”, a cerimônia oficial alusiva à semana será realizada amanhã (6), às 11h, na Casa Brasil das Olimpíadas, no Pier Mauá, no Rio de Janeiro.

  

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Estudo aponta que Câncer existe há mais de 2 milhões de anos

  • 06 Ago 2016
  • 17:04h

(Foto: Reprodução)

Tumor encontrado no fóssil de um hominídeo que viveu quase 2 milhões de anos na África do Sul pode se tratar do caso de câncer mais antigo de que se tem notícia. Através de técnicas avançadas de raio-X, foi possível identificar câncer no pé do fóssil de um hominídeo da espécie Paranthropus, encontrado na caverna de Swartkrans, na África do Sul. A descoberta foi publicada no South African Journal of Science por uma equipe de antropólogos da Universidade de Witwatersrand, em Johannesburgo, na África do Sul. Técnicas avançadas de raio-X permitiram a identificação do câncer no pé do fóssil de um hominídeo da espécie Paranthropus, encontrado na caverna de Swartkrans, na África do Sul. Antes dele, o tumor considerado mais antigo era o de um hominídeo africano da espécie Homo erectus, encontrado no fragmento da mandíbula de um fóssil que data de 1,5 milhão de anos.

Há especialistas, no entanto, que afirmam que a estrutura encontrada no rosto no dele, na verdade é resultado de uma fratura e não de um tumor. A descoberta rebate a premissa de alguns especialistas, que consideram que cânceres são exclusivos das sociedades modernas. Embora fatores como maior expectativa de vida e outras características do mundo industrializado tenham aumentaram a incidência de cânceres e tumores na atualidade. O assunto não é unanimidade entre cientistas. Para a paleontologista Janet Monge, da Universidade da Pensilvânia, Filadélfia (EUA), embora as técnicas de imagem sejam sofisticadas, os estudos apresentam uma janela muito pequena, na detecção de cânceres e tumores em fósseis. Segundo ela, são as análises microscópicas de células de tecidos moles que confirmam o diagnóstico de câncer em pessoas atualmente, e essas células são ausentes em fósseis. Monge afirma que sem essas informações adicionais não é possível tirar qualquer conclusão sobre o que causou  crescimento anormal do tecido ósseo do fóssil. 

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Dados sobre condenações pela Lei Maria da Penha são incompletos

  • 06 Ago 2016
  • 16:02h

Condenados na Lei Maria da Penha fazem ‘aulas de comportamento’ no Paraná; estado só tem dados de processos em andamento (Foto: Reprodução/ RPC)

Os números de condenações pela Lei Maria Da Penha não são conhecidos em todos os estados do país. O G1 fez uma solicitação aos tribunais de Justiça de todo o Brasil no início do mês de julho para ter um panorama das condenações desde 2006, referentes aos 10 anos de existência da lei, mas os dados não estão disponíveis ou estão incompletos. Apenas 12 estados e o DF têm dados sobre condenações, mas de formas distintas – sóSergipe tem registros anuais de condenações desde 2006. Alagoas tem dados a partir de 2010. Amapá,Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul têm números totais desde a criação da lei, mas eles não estão divididos por ano. Distrito Federal e Piauí só começaram a contabilizar os registros em 2013. Maranhão só tem o registro total, mas a partir de 2008. Mato Grosso tem um dado consolidado a partir de 2009. Mato Grosso do Sul e Minas Geraiscomeçaram a contabilizar as condenações apenas em 2010. Pernambuco faz um registro ano a ano, mas ele só começou em 2009. Santa Catarina só tem dados de 2015. Dois estados têm apenas números de processos julgados – caso de Roraima eTocantins. Já Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Paraná disponibilizam somente os processos em andamento. Acre, Pará e Rondônia têm apenas dados sobre medidas protetivas. BahiaParaíbaRio Grande do Norte e São Paulo não responderam ao questionamento doG1. Procurado, o Ministério da Justiça diz que não tem números nacionais e que é a Secretaria de Políticas para as Mulheres a responsável por dados referentes à Lei Maria da Penha. 

A secretaria, por sua vez, diz que “os processos judiciais e seus resultados são de competência do Poder Judiciário e, portanto, cabe a ele centralizar essas informações”. “A principal publicação com informações sobre os processos judiciais atualmente chama-se Justiça em Números, porém apenas em sua última edição foram apresentados dados referentes aos processos judiciais. Esses dados foram apresentados apenas sobre os assuntos com maior recorrência em cada tribunal de Justiça, não sendo possível um levantamento nacional”, diz a pasta. “Não há, atualmente, levantamento nacional sobre os resultados dos processos judiciais dos casos de Lei Maria da Penha nem mesmo sobre as condenações.”

Falta de uniformização nos dados
Segundo a desembargadora aposentada Jane Silva, é preciso ter um controle maior sobre os dados de condenações no país. "Acredito que tinha que ter mais varas especializadas nisso, porque a violência cresce a cada dia. Deveríamos informatizar a informação, para conseguirmos ter os dados reais, uniformes", pondera. Jane reforça que a Lei Maria da Penha é boa, mas não está tendo efetividade. "É preciso ter cuidado na punição, na agilidade, senão prescreve e aí os homens não se assustam", diz. Ainda sobre a lei, a desembargadora ressalta que, na visão dela, é preciso ter uma revisão. "É preciso sentar, conversar, trocar ideias pra que a lei tenha total eficiência, senão as próprias vítimas voltam atrás. A mulher precisa ter um abrigo, receber uma pensão até voltar a trabalhar pra conseguir se sustentar. São questões psicológicas, traumas que não somem de um dia pra o outro e é preciso ter essa ajuda." Fernanda Marinela, presidente da OAB-AL e da Comissão Nacional de Honra da Mulher Advogada, também destaca que a falta de números consolidados nacionais é um problema. "A lei está funcionando em sua plenitude, mas ela não tem números, não tem estatísticas, o que acarreta num grande problema da sociedade. Sem esses dados, o Estado se mantém inerte, já que as mudanças só são feitas através de números. Hoje em dia não temos ações concretas. Falta política de direcionamento." Segundo ela, é preciso ter "mais infraestrutura, já que é visível que em muitas instituições falta uma política direcionada". A lei, na visão da advogada, é "muito moderna, tem ferramentas que envolvem várias instituições, já que nenhuma sozinha consegue aplicá-las, mas muitas dessas instituições não mostram efetividade, mas, sim, uma desorganização". A advogada também acredita que o ideal é que seja criado um novo modelo informatizado. "Com certeza é necessário investimento em ferramentas, em tecnologia, principalmente na coleta de informações, no cadastro, na forma de classificar. O que vemos hoje é que é preciso fazer uma capacitação das estruturas, para assim ter um preparo para receber os dados e organizá-los. O problema não é a lei, mas sim a efetividade das ferramentas para ter um levantamento de qual o tamanho real da violência doméstica no país." Já Maria Gabriela Prado Manssur, promotora de Justiça de SP e diretora da Mulher na Associação Paulista do Ministério Público, diz que há uma defasagem de dados, e que isso é muito ruim estatisticamente. "A Promotoria tem que ser especializada, precisa ter equipamentos de dados, além de uma equipe multidisciplinar, para auxílio da vítima, cadastro, dados, medidas, sentenças. Só com isso se consegue medir a efetividade do trabalho, com números, e pleitear mais medidas públicas."

 

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Ministro da Saúde dá prosseguimento a projeto que pode substituir o SUS

  • 06 Ago 2016
  • 11:00h

(Foto: Reprodução)

Uma resolução do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, publicada no diário oficial da União desta sexta-feira (5), instituiu o grupo de trabalho que vai discutir e elaborar o Projeto de Plano de Saúde Acessível, proposto por Barros, em alternativa ao Sistema Único de Saúde.  O grupo de trabalho será composto por representantes, titulares e suplentes do Ministério da Saúde; da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. O grupo será coordenado pelo representante do Ministério da Saúde e vai realizar estudos técnicos sobre os impactos financeiros da possível implantação do Plano de Saúde Acessível. A partir dos estudos o grupo terá que apresentar o Projeto de Plano de Saúde Acessível, considerando os resultados dos estudos e discussão realizados pelo grupo de trabalho. O prazo para conclusão dos trabalhos é de 60 dias, mas pode ser prorrogado, uma única vez, pelo mesmo período. A Coordenação do Grupo de Trabalho poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas para o cumprimento das finalidades deste grupo de trabalho, quando necessário.

TAISAN: SANDERO COMPLETO

  • 06 Ago 2016
  • 10:01h

27% dos eleitores votarão com biometria neste ano

  • 06 Ago 2016
  • 09:03h

(Foto: Reprodução)

Mais de um em cada quatro eleitores brasileiros votará pelo sistema biométrico neste ano. Dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que há 39,4 milhões de pessoas aptas a votar com biometria nas eleições municipais, de um total de 144 milhões – o que representa 27% do eleitorado brasileiro. O número de cadastrados é maior no país: 46,3 milhões. Mas parte deles não vota neste ano (moradores de Brasília, Fernando de Noronha e localidades do exterior). Além disso, segundo o TSE, há pessoas que já fizeram o recadastramento, mas que não conseguirão votar por biometria porque não haverá essa opção na cidade. Dos 5.568 municípios, 1.540 contarão com o voto biométrico; outros 840 terão um sistema híbrido. Os estados com o maior número de eleitores com biometria são Sergipe (99,8%), Amapá (99,7%) e Alagoas (99,6%). Rio de Janeiro é o que terá menos eleitores pelo novo sistema: apenas 7,3%. O objetivo, segundo a Justiça Eleitoral, é evitar fraudes. Os dados de todos os dez dedos da mão são coletados por um scanner de alta definição. Além disso, é tirada uma fotografia e cadastrada a assinatura digitalizada. O recadastramento será obrigatório para todos os eleitores em 2018.

Site é criado para alertar brasileiros sobre perda direitos trabalhistas do Governo Temer

  • 06 Ago 2016
  • 08:03h

(Foto: Reprodução)

O  site ‘Alerta Social, que direito você perdeu hoje?’é uma plataforma criada para denunciar e analisar propostas, Projetos de Lei (PL) e Medidas Provisórias (MP) que, de alguma forma, tem a intenção de prejudicar os trabalhadores brasileiros. O site que vem ganhando notoriedade nas redes sociais, foi destaque pelo  Portal Fórum, mídia digital especializada  em conteúdo com teor voltado as questões sócio-econômicas e  humanitárias no Brasil e no mundo.  A plataforma ' Alerta Social' afirma ser um espaço de “de luta e resistência contra o golpe […] que afeta principalmente os mais pobres”. Entre as denúncias do site, encontram-se as novas regras da aposentadoria, que já passa a valer para quem tem menos de 50 anos, a tentativa de tirar o termo “distribuição de renda” nas metas do governo e a aprovação do orçamento de 2017 que limita gastos na saúde e na educação.

IBGE: veja dicas de estudo para 7.500 vagas de nível médio

  • 06 Ago 2016
  • 07:05h

(Foto: Reprodução)

Os concursos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sempre despertam o interesse de candidatos que buscam uma vaga em um órgão público, e o cenário não deve ser diferente para a seleção que oferece 7.500 vagas temporárias. Os candidatos devem ter nível médio para participar do concurso. O salário e de R$ 1.250. A prova objetiva está prevista para o dia 4 de setembro e terá 4h de duração, das 13h às 17h. Serão 60 questões, sendo 25 de língua portuguesa, 20 de geografia e 15 de raciocínio lógico. Segundo o edital, o candidato que não acertar pelo menos uma questão de cada disciplina ou obtiver aproveitamento inferior a 30% do total de pontos da prova será eliminado do processo seletivo simplificado. A Cesgranrio é a organizadora responsável pelo concurso. O total de candidatos inscritos ainda não foi divulgado. As oportunidades são para atuar em 550 municípios distribuídos nos 26 estados e no Distrito Federal. O G1 ouviu professores para dar dicas de estudo e destacar os conceitos mais importantes em cada disciplina. Veja abaixo:

Dicas gerais
Segundo Rodrigo Lélis, coordenador do Persevere, a exigência de poucas disciplinas – apenas três – indica que a cobrança de conteúdo deve ter mais profundidade. Ele ressalta que os candidatos devem ter atenção com a Cesgranrio. "A banca se caracteriza por ter uma prova com muitas pegadinhas, as famosas questões aparentemente fáceis, mas que tem alguma armadilha implícita". Raquel Almeida, especialista do Concurso Vitural, sugere a criação de uma agenda de estudos. “O candidato poderá estudar pelo menos uma disciplina por dia, de acordo com a sua disponibilidade de horário”. "Essa banca gosta muito das inversões e das palavras exclusivas, as quais, à rigor tornam a questão errada. Sugiro nessa reta final a resolução de questões específicas da Cesgranrio. Pegue os últimos quatro anos de prova e refaça o máximo que puder", indica Lélis.

Língua portuguesa
"Normalmente, as provas da Cesgranrio não são complicadas e privilegiam quem vem se preparando adequadamente para o concurso", diz Marcelo Rosenthal, professor de língua portuguesa do Concurso Virtual. Segundo Rosenthal, as provas são balanceadas com, aproximadamente, de 30 a 40% de questões de interpretação de textos e de 60 a 70% de questões gramaticais. "Por isso, torna-se extremamente importante o candidato ter bom domínio de flexão verbal, concordância, regência, crase, colocação pronominal e pontuação". Também é importante estudar valores semânticos de conjunções e preposições.

Geografia
Marcelo Saraiva, professor de geografia e de conhecimentos do IBGE do Concurso Virtual, afirma que o conteúdo de geografia cobrado no concurso pode ser estudado a partir de livros didáticos de ensino médio que estejam atualizados e dediquem boa parte do conteúdo a geografia do Brasil. Cartografia, natureza e sua dinâmica, demografia, divisão territorial e espaço agrário estão entre os conteúdos que serão cobrados pela banca. "Tendência de envelhecimento, redução da natalidade e migrações de retorno e para novas áreas são novidades importantes em relação ao panorama sobre o tema", afirma.

Raciocínio lógico
Conceitos básicos como operações com números fracionários, mínimo múltiplo comum, máximo divisor comum, são sempre cobrados, alerta Domingo Cereja, professor de raciocínio lógico do Universo do Concurso. "O candidato deve ter atenção redobrada com as questões de lógica, principalmente as negações e equivalências das proposições compostas. Outros tópicos sempre cobrados são os envolvem porcentagens, razões, proporções, divisões proporcionais e áreas de figuras planas", afirma Cereja. Ele também indica a realização de provas anteriores para ganhar confiança.

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Lei sancionada por Temer tem pena maior para furto de galinha do que lesão corporal

  • Bahia Notícias
  • 05 Ago 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Roubar uma galinha ou um boi terá uma pena superior ao crime de lesão corporal. Essa é a avaliação da advogada Camila Hernandes, em entrevista ao Bahia Notícias, sobre a Lei 13330/16. A norma foi sancionada pelo presidente em exercício, Michel Temer. O texto agrava a pena dos crimes de furto e receptação de semovente domesticável de produção (gados, caprinos, aves, suínos, por exemplo), ainda que seja abatido ou divido em partes no local do furto. Atualmente, o crime de furto tem pena de um a quatro anos de prisão. A nova lei aumenta a pena, passando para entre dois a cinco anos de reclusão, nos regimes fechado, semiaberto ou aberto.Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Justiça!

Sáude quer parceria com o MEC para compra de merenda escolar saudável

  • 05 Ago 2016
  • 18:02h

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Durante o ‘Evento de Alto Nível da Iniciativa Nutrição para o Crescimento’, o ministro da saúde, Ricardo Barros, defendeu uma parceria com o Ministério da Educação para definir critérios de alimentação saudável nas compras públicas de produtos para a merenda escolar. Essa é a segunda edição do evento que teve início em Londres em 2012. O objetivo é apoiar políticas de nutrição que contribuam para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2 e 3, que versam sobre a erradicação da fome e a garantia de vida saudável, além do enfrentamento da má nutrição no mundo. “Estamos negociando um protocolo de alimentação saudável, que já estabelecemos no Ministério da Saúde, para as escolas, de modo que se siga esse protocolo na merenda escolar, com mais alimentos naturais, menos alimentos processados”, disse o ministro Ricardo Barros em entrevista a Agência Brasil. Uma das pautas do evento é a defesa de mais investimentos em políticas públicas de combate à obesidade infantil e à má nutrição. 

Suspeitos de planejar ataques na Olimpíada não negam admiração pelo Estado Islâmico

  • 05 Ago 2016
  • 17:20h

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O grupo preso por suspeita de planejar ataques durante os Jogos Olímpicos Rio 2016 teve um comportamento que alertou investigadores da Operação Hashtag durante oitivas na Polícia Federal. De acordo com a coluna Painel, da Folha, a maioria dos suspeitos de planejar os ataques não negou admiração pelo Estado Islâmico e ainda preferiu não responder se apoiavam o atentando ao jornal francês Charlie Hebdo. Os agentes passaram a acender um alerta sobre o grupo, que cumpre prisão temporária de 30 dias. 

Regra que obriga candidato negro a comprovar cor da pele é criticada

  • 05 Ago 2016
  • 16:41h

(Foto: Reprodução)

A decisão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão de estabeceler regras quanto à verificação da autodeclaração prestada por candidatos negros em concurso público no Brasil, tem gerado insatisfação na comunidade negra brasileira. A norma regula que, a partir de agora,  candidatos que se inscreverem em concurso público nas vagas destinadas a cotistas, deverão apresentar-se pessoalmente a uma comissão que avaliará a veracidade da autodeclaração do candidato negro. Ou seja, haverá uma espécie de 'júri', o qual analisará o candidato quanto as suas características fenotípicas (características físicas). Este será o único critério para decidir se o cidadão é negro ou não. A regra regulamenta  a Lei nº 12.990 de 2014, que reserva oas negros 20% das vagas oferecidas em concursos públicos. Podem concorrer a estas vagas, concursandos que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no concurso público. A medida já foi publicada no Diário Oficial da União no dia 02 de agosto.

Repercussão nas redes sociais

No Facebook, vários militantes e personalidades negras criticaram a medida do Ministério. A crítica de Djamila Ribeiro, mulher negra,mestra em Filosofia, colunista na Revista Carta Capital e ativista do movimento negro, foi a que mais teve notoriedade na rede social. A opinião da filósofa, publicada na noite de ontem, teve mais de  2,800 curtidas  até agora. 

Leia abaixo:

"Na hora de discriminar, todo mundo sabe quem é preto. São meninos negros levando 111 tiros, crianças negras chamadas de macacas, mulheres negras sem visibilidade na mídia e cinema, pessoas negras que ascendem sendo barradas pelas recepcionistas e porteiros, mulheres negras sendo procuradas somente para sexo, a feminista branca oprimindo a empregada negra, o empregador que só contrata pessoas brancas, pessoas negras seguidas em lojas. Ou seja, para oprimir e manter os 'lugares', todo mundo sabe quem é preto. Na hora de criar políticas para combater o racismo, as dúvidas surgem : 'ahhhhhhh mas como saber quem é negro? ' 'Meu bisavô é negro ', 'Todo mundo é mestiço'. É perigoso criar um 'tribunal racial '. Não, branquitude, perigoso é ser preto num país em que a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado.  Perigoso é viver num país no qual nos últimos 10 anos aumentou em 55% o assassinato de mulheres negras. Perigoso é crescer num país sem se enxergar positivamente. Medidas para combater o racismo são justas e não perigosas. Perigoso é viver num país onde é preciso convencer 'aliado' que nossa vida é importante e que temos direito a ter direitos e a existir com dignidade."

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Brasil: Médicos brigam durante cirurgia de adolescente e são levados a delegacia

  • 05 Ago 2016
  • 16:02h

Caso ocorreu nas dependências do Hospital João Lúcio (Foto: Suelen Gonçalves/G1 AM)

Dois médicos se desentenderam e brigaram dentro do centro cirúrgico do Pronto-Socorro da Criança João Lúcio, na Zona Leste de Manaus, enquanto se preparavam para uma cirurgia. O caso ocorreu na noite de quinta-feira (4). Segundo funcionários, um neurologista e um anestesista atendiam um adolescente, de 14 anos, internado com lesões na cabeça, quando houve a discussão. Os médicos não foram encontrados pela reportagem para comentar o caso. Funcionários, que não quiseram ser identificados, contaram ao G1 que os dois iniciaram uma discussão por causa do procedimento cirúrgico, em seguida, o anestesista, de 69 anos, deu um choque no braço do neurologista, de 39 anos. Ao receber o choque, o neuro teria dado um golpe no colega, fazendo-o cair com o rosto no chão. Um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado no 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP), na capital. No documento consta que os dois entraram em vias de fato devido uma discussão entre eles durante um procedimento cirúrgico. 

O neurologista tinha escoriações na boca, e o anestesista apresentava escoriações no braço esquerdo, mão direita e pescoço. Conforme a Polícia Militar (PM), que foi acionada ao local, a briga teria iniciado "por conta de procedimento cirúrgico mal conduzido por um dos agressores". Ainda conforme a PM, eles assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foram liberados. O delegado Rafael Allemand, titular do 9º DIP, informou que o caso foi encaminhando para à justiça Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (Susam) informou que a direção do hospital abriu sindicância para apurar a conduta dos médicos envolvidos. A unidade ressalta que o Pronto-Socorro da Criança da Zona Leste (Joãozinho) e o HPS João Lúcio fazem parte do mesmo complexo hospitalar, com equipes de neurocirurgiões que atendem nas duas unidades de forma conjunta.A direção informou ainda que o hospital também tomou a iniciativa de registrar Boletim de Ocorrência para que os fatos sejam também apurados na esfera policial. "A direção do hospital repudia esse tipo de procedimento e tomará as medidas para coibir atos semelhantes. Quanto ao paciente, um menino de 14 anos, a unidade informa que ele deu entrada no hospital em estado grave, após cair de uma laje. A cirurgia foi realizada e a criança encontra-se na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), como requer o caso. Todos os cuidados estão sendo adotados para sua recuperação", diz trecho da nota.

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TRE proíbe caça de pokémons nas zonas eleitorais da Bahia

  • 05 Ago 2016
  • 15:23h

Cartaz de campanha do TRE-BA usa a caça de pokémons para alertar sobre a proibição do uso do celular durante a votação, Bahia (Foto: Reprodução/ TRE-BA)

Por meio das redes sociais, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) alertou que a caça de pokémon nas zonas de votação durante as eleições 2016 é proibida. A campanha para alertar o eleitor foi iniciada  na quinta-feira (4). Conforme o TRE-BA, o alerta está relacionado ao fato de que o uso de celulares é proibido nas cabines de votação. "Já temos o Pokémon Go, mas é aquele ditado: não se pode ter tudo. Na hora de votar, é proibido o uso de celular. Combinado?", diz post publicado em uma nas redes sociais. Além do aviso, um banner foi compartilhado com o seguinte recado: "TRE-BA informa: é proibido capturar pokémons no local de votação". O Alerta foi feito com base a Lei 9.504/97, artigo 91, que proíbe o uso de celulares nas zonas eleitorais.

 

Alerta da polícia
Na quarta-feira (4), uma outra postagem publicada nas redes sociais da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, alertou ao risco de ocorrências como assaltos aos usuários do aplicativo Pókemon Go, que chegou ao Brasil na quarta-feira (3). O aviso, que conta com mais de 1000 compartilhamentos no Facebook, ensina precauções no uso do jogo de realidade aumentada, onde o gamer anda pela cidade para capturar pokémons e obter acessórios. A ideia foi da responsável pela comunicação social da companhia, a soldado Deyse Bastos. "Hoje o roubo de celular é campeão em ocorrência em todo o país. A gente teve essa ideia porque viu que seria uma febre, como em outros países, já para evitar que exista ocorrências", explica a PM. Ela diz que já observou jovens brincando com o aplicativo no celular pela cidade. "Andando no centro da cidade, já observamos e, só a título de orientação, dizemos [aos jogadores] para ter cuidado", afirma. A primeira dica listada pela CIPM é: "Preste atenção ao que está acontecendo ao seu redor. A distração é o primeiro passo para atrair os bandidos". A policial diz que um dos locais onde mais são registrados assaltos pela polícia é no centro da cidade de Vitória da Conquista, justamente onde estão localizados os chamados "pokestop" . "É uma espécie de posto de combustível para o jogo e é lá onde se pega as 'pokebolas'", explica.

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Anvisa suspende comercialização de sibutramina e omeprazol

  • iBahia
  • 05 Ago 2016
  • 14:44h

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da sibutramina, remédio indicado para emagrecimento, e do omerprazol, usado contra acidez estomacal, fabricados pelo laboratório Aché. A empresa deverá recolher todo o estoque dos medicamentos que estão no mercado. Segundo a agência reguladora, o Biomag (cloridrato de sibutramina monoidratado) da fabricante, e seu genérico, o Coloridrato de Sibutramina, de 10 miligramas e 15 miligramas, estavam sendo fabricados com matéria-prima de fornecedor diferente do aprovado. Já o Gastrium (omeprazol), versões de 10 miligramas e de 20 miligramas, teve a comercialização suspensa, segundo a Anvisa, por ser fabricado com formulação diferente da registrada na agência reguladora. Procurada pela Agência Brasil, o laboratório Aché informou que está tomando todas as medidas necessárias para atender às adequações referentes às normas da Anvisa. “O Aché afirma e assegura que esses medicamentos, que se encontram atualmente no mercado, são absolutamente seguros e eficazes, cumprindo com os mais altos padrões de qualidade”, informou em nota a empresa.