- Bahia Notícias
- 11 Set 2016
- 14:02h
(Foto: Reprodução)
A Bahia notificou, até agosto de 2016, 62.136 casos de dengue. O número é 15,4% maior do que o registrado no mesmo período de 2015, 53.842 casos. Uma das alternativas para contornar o problema seria a imunização com a primeira vacina para dengue, aprovada em dezembro de 2015 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (clique aqui). No entanto, infectologistas advertem que, para um melhor resultado no período de maior incidência da doença, seria necessária a aplicação da primeira dose no inverno. "Quando você aplica a primeira dose no inverno, a segunda dose vai ser no verão. A segunda dose deixa a pessoa mais preparada para o momento do surto, que é geralmente nessa época", explicou Sheila Homsami, diretora médica da Sanofi Pasteur, responsável pelo desenvolvimento da vacina. A imunização reduz em dois terços a possibilidade de contrair a doença e em 93% os casos graves. Sua eficácia sobe para 82% em caso de pessoas que já tiveram a doença, que são também as mais suscetíveis à evolução para um caso grave. "A gente não veria praticamente mais ninguém morrendo de febre hemorrágica da dengue, por exemplo. Isso seria bastante interessante do ponto de vista da saúde pública", avaliou em entrevista ao Bahia Notícias.
De acordo com a profissional, foram 20 anos de pesquisa para desenvolvimento da vacina, que protege contra os quatro tipos de vírus da dengue. "A gente fez um acordo com uma companhia americana chamada Acambis, que ajudou a gente no processo de tecnologia de DNA recombinante", explicou a diretora médica. "Os estudos foram feitos em 15 países diferentes, com participação de 40 mil pessoas. A gente concluiu as últimas fases da pesquisa em 2014. Só nessa fase três, a gente envolveu 30 mil pessoas". Ministrada em três doses com intervalo de seis meses, a vacina é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Sociedade Brasileira de Imunologia para áreas em que a doença é endêmica. Até o momento, apenas o Paraná realizou imunização pública com a substância. De acordo com Sheila, o Governo Federal ainda não decidiu sobre a implementação da vacina, mas é provável que aconteça. Questionada sobre o tema, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) informou que aguarda um posicionamento do Ministério da Saúde sobre a compra e aplicação do imunizante. Na rede particular, a vacina já está disponível por até R$ 138, segundo determinação da Anvisa (veja aqui).
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- iBahia
- 11 Set 2016
- 11:01h
(Foto: Reprodução)
Aparentemente o sabonete antibacteriano é melhor do que o comum, porém, eles podem causar danos à saúde e ainda ao meio ambiente. É o que dizem os médicos. Uma decisão do FDA (órgão responsável pelo controle de alimentos e medicamentos nos EUA) proibiu a comercialização desses produtos, alegando que as fabricantes não conseguiram comprovar a segurança para uso diário e a prevenção de doenças. De acordo com o órgão, 19 substâncias — entre as quais triclosan, comum nas versões líquidas, e o triclocarban, presente na maior parte dos sabonetes em barra — podem trazer problemas ao sistema imunológico, retirando bactérias que são benéficas para o organismo. Além disso, estão associadas ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. Para Alberto Chebabo, infectologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, os antibacterianos só devem ser usados em locais em que há risco maior de contaminação, como hospitais, ou em casos de pacientes que sofrem de infecções de pele. "Não há vantagem alguma no consumo pessoal e diário desse tipo de sabonete. Água e sabão comum são o suficiente. No máximo, há a recomendação do uso do álcool gel", afirma o médico. Em nota, a Anvisa informou que no Brasil, o triclosan tem o uso previsto para qualquer produto de higiene pessoal, cosmético ou perfume com a função de conservante numa concentração máxima de 0,3%. Já o o triclocarban com 0,2% de concentração máxima. Em outros produtos destinados a serem enxaguados, podem ter concentração de até 1,5%. A Protex, uma das principais fabricantes nacionais, informou que não utiliza o triclosan. Porém há em sua fórmula o triclocarban.
Especialistas acreditam em risco global
No Brasil existem 215 produtos notificados como sabonetes antissépticos que contém o triclosan e 110 com Triclocarban segundo dados da Anvisa. A doutora em dermatologia Jéssica de Assunção explica que a situação é mais grave do que parece: "Como essas substâncias são expelidas para o meio ambiente através do esgoto, a decisão é importante. Esses compostos podem viajar o mundo. Portanto, é um risco que está no âmbito global e não só pessoal", destaca a médica. Apesar da proibição, a FDA ressalta a importância de lavar as mãos com sabonete para prevenir doenças. Além disso, a decisão não inclui gel antisséptico, lenço umedecido nem produtos antibacterianos utilizados em hospitais e centros de saúde. A Anvisa disse ainda que tomou conhecimento dos recentes dados relacionados aos riscos decorrentes do uso destas substâncias em cosméticos e está estudando a necessidade de revisão da regulamentação brasileira.
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(Foto: Reprodução)
O Snapchat é a bola da vez! Depois do Instagram, quem está se inspirando no aplicativo agora é o WhatsApp. Mensageiro mais popular do Brasil, o WhatsApp agora terá um recurso que vai permitir tirar uma foto e adicionar stickers e desenhos a ela antes de enviar. Além disso, também será possível dar zoom com uma mão só quando estiver gravando vídeos. As novidades por enquanto estão somente na versão beta para Android, disponibilizada na quinta-feira. Os novos recursos aparecem somente quando você usa a câmera do próprio WhatsApp, que fica à direita, na parte de baixo. Se sua intençaõ for anexar uma imagem, os recursos não aparecem. Usando a câmera frontal, é possível ter uma função de flash, que é feita usando a própria tela do celular, similar ao que alguns aparelhos já oferecem. O recurso ajuda a fazer selfies em ambientes escuros. Para usar, é só acessar a câmera pelo app e clicar no ícone de raio. Para usar os stickers, é preciso clicar em um ícone de um rostinho feliz que aparece após fotografar. São várias opções de adesivos, que, como no Snapchat, podem ser redimensionados com um movimento de pinça com os dedos. No ícone do lápis, é possível fazer desenhos na foto.
Confira outras novidades que a versão traz:
Ao compartilhar ou encaminhar uma mensagem, o usuário pode enviá-la para várias conversas de uma vez só;
Contatos com os quais o usuário sempre conversa são sugeridos ao clicar para encaminhar ou compartilhar uma mensagem;
Ao gravar vídeos é possível aumentar o diminuir o zoom;
O WhatsApp conta com um flash frontal para capturar selfies no escuro.
Jovem diz que amor por cachorros ajudou a superar estado depressivo (Foto: Tainã de Oliveira Silva/ Arquivo Pessoal)
A enfermeira obstetra Tainã de Oliveira Silva, 26 anos, viu sua vida ser tomada pela tristeza profunda há cinco anos. Acometida por um quadro de depressão, ela tomou uma alta dose de tranquilizantes, desmaiou e foi internada em um hospital de Salvador. “Eu não quis tirar minha vida, mas me livrar da dor do que estava sentindo”, relata a jovem, que foi diagnosticada com depressão moderada. O problema vivido por Tainã representa a realidade de um cenário acompanhado por meio de dados pelo Centro Antiveneno da Bahia (Ciave), da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Nos primeiros seis meses do ano de 2016, o órgão registrou 14 casos de suicídios por uso de intoxicantes, como medicamentos e raticidas clandestinos. Os dados foram divulgados ao G1, que publica a reportagem sobre o assunto neste sábado (10), Dia Municipal de Prevenção ao Suicídio, parte da campanha Setembro Amarelo.
O Ciave recebe as informações de hospitais em toda a Bahia e do Hospital Roberto Santos, em Salvador. Não foram detalhadas as cidades que correspondem às mortes registradas. Além dos óbitos, também foram computadas 503 tentativas de suicídio no período. As intoxicações intencionais correspondem a 12,4% do total de 4.041 casos de intoxicação gerais atendidos no centro, que também atende casos acidentais. Os principais agentes de intoxicação são os medicamentos e os raticidas clandestinos, com destaque para o conhecido como “chumbinho”. O Núcleo de Estudo e Prevenção do Suicídio, que funciona em anexo do Hospital Roberto Santos, oferece entre 400 e 500 atendimentos por mês para pacientes que já tentaram suicídio ou tenham risco de fazê-lo. Uma equipe de duas psicólogas, três psiquiatras, duas terapeutas ocupacionais, uma enfermeira e quatro estagiários de psicologia fornecem o serviço. Os pacientes participam de atividades terapêuticas, com oficina de produção de jornal e exibição de filmes. No caso da enfermeira Tainã, foi também a ajuda especializada que representou o resgate possível de livrá-la da ideia de pôr fim à própria vida. Ao ser diagnosticada com depressão, ela foi acompanhada por um psiquiatra e passou a tomar medicamentos antidepressivos durante três meses. Também voltou a frequentar o centro espírita, buscando apoio de uma psicóloga comportamental e espiritual. “Vivia no escuro, não me sentia feliz no dia-a-dia. Saía para os lugares e ficava recuada. É uma angústia muito forte, uma dor na alma. Você pede socorro sem saber o que está sentindo”, conta. O fim de um relacionamento amoroso é apontado como o “gatilho” para piorar a situação. Para diminuir a sensação de dor que sentia, Tainã ingeriu os comprimidos e "apagou". No hospital, ao recobrar a consciência e ver os familiares, ficou constrangida de estar naquele estado. “Me senti com vergonha de ter que encarar o mundo. Eu não quis morrer, mas sim chamar atenção dos meus pais e das pessoas em geral. Eu queria a cura”, relembra a jovem. “Eu busquei na minha fé o preenchimento do vazio. Senti medo de passar por isso de novo”, comenta. Após o estado depressivo, a enfermeira voltou a enxergar o sentido da vida. “Eu tive muito apoio da minha família e amigos, e muito amor. É importante que as famílias das pessoas que passem por isso tentem escutar. As sensações ficam reprimidas. É uma situação muito angustiante. A pessoa se sente pior por estar sentindo aquilo”, define. A coordenadora do Núcleo de Estudo e Prevenção do Suicídio, do Centro Antiveneno da Bahia, a psicóloga Soraya Carvalho ressalta que um dos pontos mais importantes do trabalho que desempenha é estimular o apoio da família ao tratamento do paciente. “A pessoa precisa ser acolhida e respeitada. Tudo que não precisa é ser julgada. A pessoa está precisando de carinho e atenção. A família se informando sobre isso está mais apta para lidar”, indica. Os familiares devem ficar atentos a sinais de que a pessoa tem pensamentos suicidas, que podem estar disfarçados. “Prestar atenção se a pessoa tem mudado de comportamento, se está triste e desmotivado, isolada, reduz o contato social e está sem ânimo”, alerta a psicóloga. Soraya diz que a família tem que estar aberta para escutar o paciente, sem julgamentos. “Tem que perguntar se sabe escutar. É preciso suportar a resposta e perguntar o que pode fazer para ajudar. Se não tiver muito que fazer, leve para psiquiátrica e psicólogo", resume. Ela diz que a prevenção ao suicídio também passa pelo controle de meios que podem causar a morte intencional, como de armas de fogo, venenos, produtos tóxicos e acesso a estruturas que impliquem risco à população, como prédios e pontes. Recuperada, Tainã casou e hoje celebra a vitória de conseguir viver tranquilamente. Ela não toma mais medicamentos antidepressivos e mantém um amor incondicional aos cachorrinhos de estimação, que também a ajudaram a recuperar a vontade de viver. “A pessoa que tem depressão muitas vezes perde um pouco da vontade de viver e buscar certas coisas, de caminhar e dar sentido. Depois que vai passando, há uma renovação e uma vontade de viver maravilhosa, de justamente fazer tudo ao contrário: de fazer muita coisa, de viver com mais intensidade, de buscar potenciais, tanto no profissional quando na vida sentimental”, ensina.
Apoio
Quem precisa de apoio pode procurar o Centro de Valorização da Vida (CVV), em Salvador, por meio de telefone, site, e-mail e Skype. Voluntários atendem os números 141 e (71) 3322-4111. ”Nessa cidade em que todo mundo é feliz, da festa, tem uma cidade triste e solitária esperando ser ouvida”, diz a vice-coordenadora da instituição, Josiana Rocha. Ela diz que a função do serviço não é de substituir terapia. “O voluntário é um amigo provisório, alguém que pode conversar. O contato é sigiloso e anônimo. A pessoa não precisa se identificar para a pessoa dizer ser o que sente”, explica. Por mês, são atendidas de 1.500 a 2.000 pessoas no CVV. O serviço fica disponível 24h, todos os dias da semana. Vinte e oito voluntários se revezam para conseguir realizar os atendimentos. “Somos pessoas comuns e para ser voluntário basta ter tempo e vontade de servir”, diz Josiana. Os voluntários passam por treinamento para aprender a lidar com as pessoas que procuram o serviço. As inscrições para quem quer se voluntariar estão abertas e podem ser feitas por telefone ou pelo site do centro.
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A empresa de segurança Proofpoint divulgou um alerta nesta quarta-feira (7) informando que diversos perfis em redes sociais relacionados ao jogo "Pokémon Go" estão sendo usados para distribuir programas maliciosos ou mesmo aplicativos indesejados, como adwares (programas que exibem propagandas). A empresa afirma ter localizado 167 perfis fraudulentos ligados ao Pokémon Go em redes sociais como Facebook, Twitter e Tumblr. Destes, 44 contas tinham links de downloads falsos, identificados como o próprio jogo do Pokémon Go ou coleções de dicas para o jogo. Outro truque usado por 21 contas era a divulgação de supostos sorteios. "'Power ups', guias e 'detonados' são meios fáceis e comuns para atrair a atenção dos usuários, já que são ferramentas interessantes que ajudam os jogadores", disse a empresa.
Alguns dos aplicativos maliciosos divulgados nessas páginas funcionavam em celulares com Android, mas outros foram criados para atacar sistemas com Windows. Uma das pragas identificadas pela Proofpoint é o cavalo de Troia Downware, responsável pela instalação de programas indesejados, como extensões de navegadores, no computador. "A popularidade do Pokémon Go criou muitas oportunidades nos ecossistemas social e móvel para que agentes mal-intencionados ataquem jogadores e fãs do aplicativo", explicou a empresa.
Trapaças e contas banidas
A Niantic, desenvolvedora do Pokémon Go, comunicou na semana passada que muitos jogadores foram banidos devido ao uso de "mapas add-on" que prometem mostrar onde certos Pokémon podem ser encontrados. Segundo a empresa, o uso desses aplicativos viola os termos de uso do jogo e sobrecarregam os servidores do serviço. Embora alguns usuários desses aplicativos foram novamente liberados para jogar após ajustes na infraestrutura do jogo, a Niantic alertou que esses jogadores podem ser novamente banidos caso novas irregularidades sejam detectadas. Segundo a Proofpoint, usuários, e especialmente empresas, também precisam ter cuidado com esses aplicativos. Embora eles não sejam maliciosos, eles podem não gerenciar bem as informações manipuladas, abrindo uma possibilidade para o vazamento de dados -- além de poderem provocar a suspensão da conta do jogador.
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- Brumado Urgente
- 10 Set 2016
- 17:40h
Foto: Leitor Brumado Urgente via whatsapp
A partir de informações obtidas em representação eleitoral que tramita no Fórum Eleitoral da 175ª Zona eleitoral de Palmas de Monte Alto, caso inusitado vêm ocorrendo naquele município do sudoeste baiano, em que o Prefeito Municipal Fernando Laranjeira(PMDB), candidato á reeleição, vêm utilizando de recursos públicos para promover verdadeira farra de distribuição de cheques neste período eleitoral, com o fim de obter votos dos munícipes. Como pode ser observado nas fotos anexas, o Prefeito Municipal vêm distribuindo dinheiro por meio de centenas de cheques a eleitores daquele município, afetando a igualdade de oportunidades, pois que com o uso deslavado da máquina pública, afrontando a justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral, o candidato Fernando laranjeira, visa comprometer a lisura do pleito e a normalidade das eleições, com distribuição de valores sem qualquer previsão orçamentária, para fins de obter votos, fatos ocorridos nos meses de março até o momento atual, em valores que chegam até a R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais). As provas são robustas, em que é possível ver o próprio gestor posando para fotos, além de dezenas de cheques prontos para serem entregues pelo mesmo. Os fatos gravíssimos que caracterizam conduta vedada prevista na Lei das Eleições, já foi levado ao conhecimento da Justiça Eleitoral, por meio de representação eleitoral, que pode, inclusive, resultar na cassação do registro de candidatura de Fernando Laranjeira e seu vice.
Os brasileiros vão pagar em 2016 cerca de R$ 20 bilhões em encargos e subsídios do sistema elétrico, que incidem sobre as contas de luz. Os recursos arrecadados vão servir para financiar ações como o programa Luz para Todos e a tarifa social, que dá desconto para consumidores de baixa renda. Mas também sustentam incentivos a agricultores - que pagam mais barato pela energia usada na irrigação - e incentivos a investimentos em fontes de energia que já são competitivas. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que os encargos e subsídios respondem por cerca de 16% do valor da conta de energia. É quase o mesmo que o consumidor paga pelo serviço prestado pelas distribuidoras, que levam a eletricidade até as casas, lojas e indústrias (17%).
Para o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, o consumidor paga por subsídios desnecessários e que precisam ser revistos. Rufino defende que programas e políticas públicas do governo no setor elétrico, como a tarifa social e o desconto para irrigação, sejam pagos com recursos do orçamento da União, ou seja, dividido com todos os contribuintes e não só pelos consumidores de energia. “A tarifa social é um dos subsídios mais justos que temos, mas será que isso tem que ser custeado pelos consumidores de energia ou por um orçamento para política social?”, questiona Rufino.
Revisão
Até o final do ano, o governo deve apresentar uma proposta de revisão dos subsídios e encargos embutidos na conta de luz. A mudança, no entanto, não depende só de vontade do governo. Como foram criados por lei, os subsídios precisam ser alterados pelo Congresso Nacional. Rufino cita ainda a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). O encargo é pago por todos os consumidores e financia a compra de combustível usado nas usinas térmicas que atendem às regiões que não estão interligadas à rede nacional de linhas de transmissão de energia. Pela lógica, destaca o diretor-geral da Aneel, como cada vez menos locais estão isolados, esse item deveria ficar mais barato, mas esse custo aumenta ano a ano. Segundo ele, “falta zelo” das empresas que atendem o sistema isolado, o que aumenta o gasto da CCC. Como não há uma exigência de eficiência ou um controle rígido do gasto, o peso desse encargo continua aumentando.
Descontos tarifários
O subsídio às famílias de baixa renda custou, em média, R$ 2 bilhões nos últimos quatro anos. Mas outros descontos, que incluem os dados a agricultores (irrigação) e às fontes de energia alternativas, como eólicas e biomassa, têm aumentado o seu peso para os consumidores. Em 2013, o custo deles foi de R$ 4,5 bilhões e, em 2016, saltou para R$ 6,1 bilhões. “O Congresso está sempre aumentando o leque de beneficiados por descontos”, disse Rufino. O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite, defende que sejam excluídos da conta do setor tudo que não esteja diretamente relacionado com a cadeia produtiva da energia elétrica. “Tudo aquilo que não é resultado da cadeira produtiva deveria estar fora da tarifa. O que é política pública, distribuição de renda, política social, deveria ser bancada pela sociedade [via Orçamento]”, avaliou. Leite destaca a questão das fontes de energia que ainda recebem incentivos mesmo já conseguindo sobreviver sem qualquer tipo de ajuda por já terem se tornado muito competitivas, como a geração eólica.
Luz para Todos
Apesar de associações do setor elétrico defenderem a retirada do financiamento ao Luz para Todos da lista de subsídios pagos na conta de luz, Rufino afirma que o programa é importante para o setor elétrico, já que a universalização do serviço aumenta o mercado e, por isso, deve continuar sendo pago pela Conta de Desenvolvimento Enérgico (CDE). A CDE é uma conta única, reformulada em 2013, e que engloba a maioria dos encargos e subsídios.
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(Foto: Reprodução)
O ex-advogado-geral da União Fábio Medina Osório, demitido nesta sexta-feira (10), afirmou ter saído do posto porque o governo de Michel Temer não quer que as investigações da operação Lava Jato que envolvam aliados avance. “O governo quer abafar a Lava Jato”, afirmou em entrevista publicada na edição deste final de semana da Revista Veja. Osório contou à publicação que as divergências começaram há três meses, quando pediu às empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras que ressarcissem o dinheiro desviado. Em seguida, ele teria solicitado acesso a inquéritos que envolviam aliados do governo, de forma a mover ações de improbidade administrativa contra eles. A Polícia Federal teria lhe enviado uma lista com o nome de 14 políticos do PP, PT e PMDB. O ex-advogado-geral contou que pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o acesso aos inquéritos. Contudo, com a autorização concedida, a AGU precisava copiar os inquéritos em um HD, o que não aconteceu. Segundo Osório, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, manobrou para evitar que os inquéritos chegassem à AGU. “Me parece que o ministro Padilha fez uma intervenção junto a Grace Mendonça [que irá substituí-lo], que, de algum modo, compactuou com essa manobra de impedir o acesso ao material da Lava-Jato”, especulou. A partir daí, ele teria tido uma discussão com Padilha, que acabou culminando na sua despensa demissão.
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O teste rápido para detecção de Zika vírus da Bahiafarma, laboratório público baiano, conseguiu um dos melhores resultados registrados para esses dispositivos. O kit foi submetido a uma rigorosa avaliação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), órgão ligado ao Ministério da Saúde, registrando índices de 97% de sensibilidade e 96% de especificidade para infecções recentes (IgM) e de 100% de sensibilidade e 98% de especificidade para infecções mais antigas (IgG). “O resultado corrobora a avaliação feita pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilência Sanitária], que já havia aprovado o dispositivo, ao publicar o registro para sua produção e distribuição, no fim de maio”, afirmou o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. Com a aprovação pelos órgãos, o teste rápido de Zika vírus da Bahiafarma está liberado para aquisição, por parte do Ministério da Saúde, e distribuição pelo SUS em todo o País.
(Foto: Reprodução)
As declarações do governo sobre mudanças na legislação trabalhista têm deixado sindicalistas não só irritados como também confusos. "Para nós, essas falas são balões de ensaio, e balões furados", afirma João Carlos Gonçalves Juruna, secretáriogeral da Força Sindical. Em nota, a entidade afirma que o governo "precisa ter mais prudência na divulgação de medidas que estão sendo feitas de forma atabalhoada e fatiada" e que repudia a retirada de direitos já estabelecidos, como a jornada de oito horas diárias. Na quinta (8), o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou em discurso a sindicalistas que uma das propostas para a reforma da legislação é dar segurança jurídica a acordos coletivos que ampliem a jornada diária para até 12 horas, dentro da limitação semanal de 48 horas. Depois da repercussão negativa da fala, a pasta realizou ação nas redes sociais nesta sexta (9) e divulgou nota à imprensa para esclarecer que não defende ampliação da jornada de trabalho. Sérgio Nobre, secretáriogeral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), preferiu não comentar as declaração de Nogueira porque, até o momento, está tudo uma "confusão", diz. Ele afirma que a entidade é contra qualquer reforma na Previdência e na legislação trabalhista. "Na nossa avaliação, o país precisa de uma agenda de crescimento. Essas reformas são equivocadas", diz. Movimentos trabalhistas organizam manifestações contra o que entendem como retirada de direitos pelo governo. De acordo com Juruna, a Força Sindical planeja um ato nacional para o dia 22 de setembro. Uma semana depois, no dia 29, metalúrgicos prometem realizar uma paralisação em todo o país contra as propostas de reformas.
(Foto: Brumado Urgente)
As multas de trânsito terão reajuste a partir do dia 1° de novembro. A infração gravíssima, que tem multa no valor de R$ 191,54, passará a custar R$ 293,47 e as multas graves serão ajustadas para R$ 195,23, o valor atual é de R$ 127,69. Já a infração média, passa de R$ 85,13 para R$ 130,16 e as leves, que custam R$ 53,20, passam a ser R$ 88,38. Nos três primeiros casos, o aumento é de 55%. Nas penalidades leves, o percentual é o mais pesado (65%). Segundo a Assessoria da Transalvador, os ajustes são realizados com base na alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por meio da lei federal n.º 13.281, sancionada em 4 de maio deste ano . Desde quando o CTB entrou em vigor, as multas não eram reajustadas. De acordo com o coordenador-geral de Planejamento Operacional do Denatran, Carlos Magno, “o artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro é bem claro quanto à aplicação da receita decorrente da arrecadação de multas de trânsito, devendo ser destinadas a atender exclusivamente a despesas públicas como sinalização, engenharia de tráfego, engenharia de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. As receitas não podem ser aplicadas em outras finalidades, em outras situações que não sejam essas”. Além disso, segundo ele, o órgão de trânsito arrecadador é obrigado a repassar 5% do valor ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (FUNSET). A ação está de acordo com os termos do parágrafo único do art. 320 do Código de Trânsito Brasileiro.
Multas
A Transalvador informou que foram abordados em blitzes de alcoolemia 24.106 condutores desde janeiro de 2016 até ontem, dos quais foram notificados 3.422 com base na Lei Seca. Destes, 16 foram encaminhados a uma delegacia por detecção de mais de 0,30 mg de álcool por litro de ar expelido no etilômetro, o que corresponde a crime de trânsito. “Isso não quer dizer que permaneceram presos, pois em geral são liberados pela polícia mediante pagamento de fiança”, disse órgão. Transalvador informou ainda que não pode afirmar locais onde ocorre mais a infração por beber e dirigir, já que a grande maioria de flagrantes ocorre em blitzes de alcoolemia montadas em diversos pontos da cidade diariamente e que o órgão retém a CNH do condutor embriagado e devolve no dia seguinte e que todos os notificados tiveram suas habilitações retidas, 3.438 CNH. De acordo com o coordenador-geral de Planejamento Operacional do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Carlos Magno, a receita arrecadada com a cobrança das multas de trânsito deve ser destinadas a atender exclusivamente a despesas públicas como sinalização, engenharia de tráfego, engenharia de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito, conforme determina o artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro.
“As receitas não podem ser aplicadas em outras finalidades, em outras situações que não sejam essas”, enfatizou.
Cartilha
Para orientar os órgãos de trânsito, o Denatran indica a “Cartilha de Aplicação de Recursos Arrecadados de Multas de Trânsito”, material que tem como base a portaria nº 407 de 2011.
Nessa cartilha, são elencadas as despesas públicas, os elementos de despesas com sinalização, com engenharia de tráfego, de campo, de policiamento, fiscalização e a educação de trânsito.

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O cobrador de ônibus Igor Lemos dos Reis, de 24 anos, morto na madrugada da última quarta-feira (7) em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, foi vítima de latrocínio, segundo informações da Delegacia de Homicídios da cidade. Ainda segundo a polícia, o suspeito de ter atirado na vítima já foi identificado, mas não teve a identidade revelada, para não atrapalhar as investigações. Como se trata de um latrocínio, a Delegacia de Furtos e Roubos assumirá o caso, entretanto a Delegacia de Homicídios, por já estar adiantada na investigação, irá concluir o procedimento e encaminhar ao delegado da Furtos e Roubos, que concluirá o inquérito e fará o indiciamento e pedido de prisão do suspeito.
Caso
De acordo com a polícia, a vítima foi baleada por volta das 21h10 de terça-feira (6), no bairro Nossa Senhora Aparecida, e socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Geral de Vitória da Conquista. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de 1h10 de quarta-feira, na unidade médica. Ainda segundo a polícia, ele estava com o crachá da empresa de transporte urbano da cidade no momento do crime, mas não há informações se ele estava trabalhando quando foi baleado.
- Redação BDM
- 10 Set 2016
- 09:26h
De acordo informações, a Srª Maria Pereira de Jesus moradora da Rua Vital Soares, 108 no Bairro Primavera, morava ao lado da casa da sogra Maria França. Por volta das 08h30min a sogra dona Maria França encontrou o quarto pegando fogo, ela gritou pelo seu esposo Hélio para ajudar apagar o fogo que só queimou um pouco do colchão. Ele informou que quando chegou para ajudar apagar o fogo sua esposa já estava passando mal e que ela sofria de hipertensão e ansiedade, e ela não sofreu nenhuma queimadura, eles chamaram o SAMU mais quando chegou Maria de Jesus já estava em óbito.
Motociclista morreu no local do acidente (Foto: Reprodução/TV Sudoeste)
Um motociclista morreu na tarde desta sexta-feira (9), após se atropelado por uma carreta, no município de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Testemunhas do acidente disseram que Willian Pereira dos Santos, de 27 anos, estava em uma motocicleta conhecida como "cinquentinha", quando tentou ultrapassar a carreta em uma curva e acabou atingido. A vítima morreu na hora. O acidente ocorreu no cruzamento das Avenida Frei Benjamim com a Paraná. O corpo foi remocido por uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade.
(Foto: Divulgação)
A empresa especializada em operações logísticas que integram ferrovias, portos e terminais VLI está com inscrições abertas para o Programa de Estágio de 2017. As vagas são destinadas a estudantes dos níveis técnico e superior interessados em começar carreira no segmento de logística. Os candidatos devem acessar o link www.estagiovli.manpower.com.br e se cadastrar até o dia 11 de setembro. São aproximadamente 150 vagas distribuídas em cidades de atuação da empresa nos estados deMinas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Sergipe, Goiás e Tocantins. O programa tem duração de 12 a 24 meses. Segundo a empresa, os estudantes aprovados iniciarão o estágio em janeiro de 2017. Além da bolsa estágio, proporcional ao período trabalhado (4 ou 6 horas), a VLI oferecerá benefícios, como plano de saúde, seguro de vida, auxílio transporte e auxílio refeição.
Seleção
Os candidatos podem se inscrever nas oportunidades oferecidas de acordo com a sua formação: técnica ou superior. O estágio técnico abrange as áreas de Segurança do Trabalho, Edificações e/ou Estradas, Mecânica, Mecatrônica, Eletrotécnica, Eletroeletrônica, Elétrica, Eletromecânica, Administração, Informática, Logística, Química. Para concorrer, os estudantes devem ter previsão de formatura de dezembro de 2017 até dezembro de 2018 ou ter concluído a parte teórica do curso sem cumprir a carga horária de estágio obrigatório. O estágio superior, por sua vez, oferece oportunidades para estudantes de Administração, Economia, Ciência da Computação, Psicologia, Ciências Contábeis, Sistema de Informação, Engenharias de Produção, Civil, Computação, Química, Mecânica, Mecatrônicas, Controle e Automação, Elétrica, Ambiental, Telecomunicações e Florestal. Os candidatos devem ter previsão de formatura entre dezembro de 2017 até dezembro de 2018. O processo seletivo é composto pelas etapas de inscrição, testes on-line, dinâmica de grupo e entrevistas com gestores e, por fim, exame médico e entrega dos documentos. Em 2015, a VLI foi eleita pela revista Você S/A como uma das 150 melhores empresas do Brasil para se trabalhar. Neste ano, a VLI foi uma das três vencedoras nacionais do Prêmio Ser Humano, realizado pela ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), que reconhece iniciativas em prol da valorização do trabalho e do profissional.
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