Foragido (veja aqui), o médium João de Deus teria retirado cerca de R$ 35 milhões de contas bancárias que estão em seu nome. Os saques, de acordo com investicadores, são feitos desde o último dia 12, quarta-feira, quando denúncias de abuso sexual já eram conhecidas. De acordo com o jornal O Globo, a descoberta das operações financeiras fizeram com que a Polícia de Goiás e o Ministério Público do estado acelerassem o processo para pedir a prisão do médium. O dinheiro foi retirado de aplicações que João de Deus tem em instituições bancárias. Depois das denúncias, vizinhos relataram que ele não mais voltou à sua casa em Abadiânia. Ainda segundo a reportagem, nesta manhã, enquanto o marido era alvo de buscas, a mulher do medium foragido, Ana Keyla Teixeira Lourenço, compareceu à festa de natal da Casa da Sopa, entidade mantida pelo centro religioso do marido, em Abadiânia. Ela discursou a moradores da comunidade sem fazer referência a João de Deus e deixou o local às pressas em seguida. O mandado de prisão em desfavor do médium está disponível no Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os casos começaram a tornar-se público após 13 mulheres relatarem as denúncias no sábado (8) durante o programa Conversa com Bial, da TV Globo, e ao jornal O Globo.
- Bahia Notícias
- 15 Dez 2018
- 19:44h
Foto: Reprodução / Twitter Rui Costa Oficial
Governador reeleito pela Bahia, Rui Costa (PT) publicou neste sábado (15), em sua conta oficial no Twitter, que as reformas enviadas à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) evitarão o aumento da carga tributária no estado. “Os baianos não podem carregar o peso de uma máquina inchada. Com as reformas, não precisaremos aumentar impostos para a população. De uma só vez estamos garantindo o equilíbrio das contas do Estado e evitando que o peso da crise econômica do país caia sobre os mais pobres”, escreveu Rui. Entre o pacote reformista, Rui sugeriu o já aprovado aumento da contribuição dos servidores para a previdência estadual, a diminuição da contribuição do estado no Planserv e a redução no valor de gratificações pagas a professores que completarem pós-graduação, mestrado e doutorado.As medidas do pacote de austeridade tem como objetivo ajudar a gestão a líder com um anunciado rombo previdenciário estadual que pode chegar até R$ 8 bilhões em 2022.
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL-RJ) disse neste sábado (15) em sua conta no Twitter que o Brasil não sediará a conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2019, porque o evento geraria um custo de mais de R$ 500 milhões ao país. O Brasil havia inicialmente se apresentado para organizar a COP 25, na qual líderes mundiais irão debater sobre a questão climática, no entanto, Bolsonaro pressionou o governo Michel Temer a desistir de sediar o evento internacional. A Conferência do Clima da ONU discute mudanças climáticas no mundo e trata de alternativas para melhorar as condições do clima, em especial no trabalho para a redução dos gases de efeito estufa. Segundo o presidente eleito, o gasto para sediar no ano que vem a conferência "poderia constranger o futuro governo a adotar posições que requerem um tempo maior de análise e estudo". Com a desistência brasileira, a COP 25 será realizada no Chile em novembro. No final de novembro, o Ministério das Relações Exteriores argumentou que a decisão de abrir mão da organização do evento internacional tinha se baseado em restrições fiscais e orçamentárias e também no processo de transição para o futuro governo. "Tendo em vista as atuais restrições fiscais e orçamentárias, que deverão permanecer no futuro próximo, e o processo de transição para a recém-eleita administração, a ser iniciada em 1º de janeiro de 2019, o governo brasileiro viu-se obrigado a retirar sua oferta de sediar a COP 25", comunicou o Itamaraty em nota. Na ocasião em que foi anunciada a desistência do Brasil, o presidente eleito admitiu ter orientado o futuro ministro do Itamaraty, Ernesto Araújo, a procurar a atual gestão do ministério para deixar claro que o novo gvoerno não tinha interesse em receber a conferência da ONU. Afinado com ruralistas, Jair Bolsonaro já declarou que, na avaliação dele, o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente. Ele também alega que os agricultores brasileiros estão sufocados por questões ambientais. Em meio à campanha eleitoral, ele ameaçou retirar o Brasil do Acordo de Paris – tratado assinado por 195 países com o objetivo de reduzir o aquecimento global – porque, na visão dele, o Brasil teria de abrir mão de 136 milhões de hectares na Amazônia e, de acordo com Bolsonaro, isso afetaria a "soberania nacional".
As inscrições para o concurso Polícia Rodoviária Federal (PRF), com 500 vagas em 17 estados, serão encerradas nesta terça-feira (18). A seleção é para o cargo de policial rodoviário federal, com salário de R$ 9.473,57 e jornada de 40 horas semanais. Para concorrer, é preciso ter ensino superior completo em qualquer área de formação. O processo seletivo está a cargo do Cebraspe. Há 17 oportunidades disponíveis na Bahia.Os interessados podem se inscrever através do site e a taxa é de R$ 150. No ato de inscrição, o candidato deve escolher a unidade da federação para a qual deseja concorrer.Para participar, também é preciso ser brasileiro ou português e estar em dia com as obrigações militares (em caso de candidato do sexo masculino) e eleitorais, além de ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou permissão para conduzir veículos automotores de categoria "B", no mínimo. Também é necessário ter 18 anos completos na data da posse.A avaliação incluirá provas objetiva e discursiva; exame de capacidade física; exames de saúde e psicológico; avaliação de títulos; e investigação social. A segunda etapa será composta de um curso de formação profissional.
- iBahia
- 15 Dez 2018
- 14:09h
Um homem sobreviveu após quebrar 108 ossos em queda de uma altura de 12 metros (equivalente a um prêdio de quatro andares), em abril de 2013. Mike Conner foi submetido a 26 cirurgias e passou os últimos anos na luta para reaprender a andar. O americano da Califórnia atribuiu parte da recuperação ao uso de maconha durante o tratamento.O homem de 50 anos estava trabalhando em uma igreja evangélica quando escorregou e despencou de uma torre."Uma luz me deixou cego, e isso afetou minha percepção de profundidade", declarou Mike, de acordo com reportagem do "Sun". "Foi uma queda livre de dois segundos. Caí primeiro com os pés, graças da Deus. Mas quebrei 108 ossos. Nos meus pés, os ossos viraram pó. Meus tornozelos desapareceram. Meus joelhos estavam apontando para direções diferentes. Meu braço direito quebrou e os ossos da mão ficaram detonados. Meu punho partiu ao meio", acrescentou ele.De acordo com os médicos, as chances de morte num caso como o de Mike são de 99,7%. Os ferimentos eram tão graves que uma pessoa que visitava o americano no hospital desmaiou e acabou passando três dias na unidade médica. Os quatro filhos chegaram a se despedir de Mike.Por isso, o americano não hesita em chamar o que viveu de "milagre".Ele sobreviveu, mas um médico disparou: "Mike você nunca mais voltará a andar".E, mais uma vez, contra todos os prognósticos, o paciente desafiou a lógica médica. Em dezembro de 2016, Mike voltou a andar.Atualmente, Mike é um empresário do setor da maconha medicinal, legalizada em vários estados americanos, incluindo a Califórnia.
Foto: Reprodução/JN
O advogado Alberto Toron, que defende o médium João de Deus, disse ao GLOBO, na manhã deste sábado, que as autoridades "podem ter certeza" de que o líder religioso se apresentará "espontaneamente" à Justiça. O defensor ressalvou que a rendição pode não ocorrer dentro do prazo estabelecido pela polícia.Na noite desta sexta-feira, o delegado geral Polícia Civil de Goiás, Andre Fernandes, informou ao GLOBO que, a partir das 14 horas deste sábado, João de Deus será considerado foragido se não se apresentar. Neste caso, as autoridades passarão a considerar que a defesa do médium "está tentando manobrar a Justiça". — A polícia pode ter certeza que ele se apresentará espontaneamente, mas, talvez, não nesse exíguo prazo — afirmou Toron. Na manhã deste sábado, dezenas de pessoas se reuniam para uma festa de Natal na Casa da Sopa, inaugurada em 2004 a pedido das entidades da Casa de Dom Inácio, criada por João de Deus. A mulher do médium, Ana Keyla Teixeira Lourenço, compareceu à celebração e fez breve pronunciamento. — Que os nossos lares continuem cheios de amor, de respeito, de carinho. Eu queria agradecer neste momento a todas as pessoas que aqui estão presentes. Muito obrigada — destacou Ana Keyla, ao microfone. Administrador da Casa Dom Inácio e amigo de João de Deus, Chico Lobo, exaltou a organização da festa e ressaltou que o médium estava presente "espiritualmente".
- Estadão
- 15 Dez 2018
- 11:10h
Foto: Alex Silva/Estadão
Uma análise na movimentação financeira de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, mostra indícios de que pelo menos uma funcionária pode ter depositado em sua conta o equivalente a quase tudo que recebeu na Casa no período agora sob investigação. Foi esse o caso de Nathalia Melo de Queiroz, filha do ex-servidor que, no período investigado, repassou a ele R$ 97.641,20, hipotético crédito mensal médio de R$ 7.510,86. A quantia equivale a 99% do pagamento líquido da Alerj a Nathalia em janeiro de 2016, segundo a folha salarial do Legislativo fluminense. Como não há dados sobre a movimentação financeira total de Nathalia, não é possível dizer com certeza que o dinheiro teve como origem exclusivamente os pagamentos da Alerj. Os cálculos são por aproximação. Para fazê-los, o Estado usou o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da Operação Furna da Onça e consultou a folha salarial da Casa. O órgão federal mostrou que no período investigado Nathalia transferiu os R$ 97.641,20 para a conta do assessor de Flávio. A cifra foi dividida pelos treze meses investigados para obter a média mensal, que foi comparada com três valores. Um foi o pagamento líquido recebido em janeiro de 2016 por Nathalia na Alerj: R$ 7.586,31. No confronto com o bruto, R$ 9.835,45, chegou-se a um repasse de 77,14%. Cotejada com a renda usada pelo Coaf, R$ 10.502,00, o porcentual foi de 72,23%.A renda considerada pelo Coaf, possivelmente, incorpora valores que não constam da folha de janeiro da Alerj ou rendimentos obtidos por Nathalia de outras fontes. Todos as cifras, porém, mostram porcentuais altos de repasse. Nathalia trabalhou na Alerj de setembro de 2007 a dezembro de 2016. Depois foi trabalhar como assessora no gabinete parlamentar do hoje presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na Câmara dos Deputados. Foi exonerada em 15 de outubro, mesmo dia em que seu pai foi desligado do gabinete de Flávio. Oficialmente, o motivo foi a aposentadoria de Queiroz como PM. Reportagem publicada nesta sexta-feira, 14, pela Folha de S. Paulo mostrou que Nathalia, enquanto era funcionária, trabalhava como personal trainer no Rio. O deputado tem se defendido, afirmando não ter cometido nenhuma irregularidade. O presidente eleito já disse que caberá a Queiroz explicar sua movimentação financeira – de mais de R$ 1,2 milhão no período.
Foto: Nicolas Satriano/G1
O verão que começa oficialmente em 21 de dezembro deve ter temperaturas acima da média histórica no Brasil, conforme previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC-INPE). O aquecimento é consequência da formação do fenômeno El Niño, que também vai impactar os regimes de chuvas em boa parte do Brasil. De acordo com o órgão, a média histórica de temperatura máxima em todo o Brasil é de 31.5°C no trimestre (dezembro, janeiro, fevereiro). Esse é o valor que deve ser superado no período. Os meteorologistas explicam que o fenômeno El Niño ocorre quando há o aquecimento das águas superficiais da porção equatorial do Oceano Pacífico. O vapor d’água mais quente altera os padrões de ventos, causando a variação na distribuição e intensidade das chuvas e na temperatura.
- Blog do Anderson
- 15 Dez 2018
- 09:02h
(Foto: Blog do Anderson)
Em entrevista ao programa Bem Bolado com a participação do BLOG DO ANDERSON, o prefeito Herzem Gusmão Pereira foi indagado sobre dois grandes apoiadores de sua carreira política, o ex-ministro Geddel Quadros Vieira Lima e o seu irmão, o deputado federal Lúcio Quadros Vieira Lima (MDB-BA), que não conseguiu a sua reeleição nestas Eleições 2018. Geddel encontra-se preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e Lúcio está nos últimos dias do seu mandato. Para ele, o Aeroporto Glauber Rocha “só existe por causa de Lúcio Vieira Lima e o ex-ministro Geddel”. “Eu lamento que ele esteja preso, mas está pagando o que ele fez”, afirmou o alcaide emedebista direcioando ao repórter Frarlei Nacimento que participava da Roda de Conversa.
Foto: Reprodução/TV Globo
O delegado-geral da Polícia Civil, André Fernandes, informou à TV Anhanguera que Polícia Civil percorreu mais de 20 endereços em busca do médium João de Deus nesta sexta-feira (14) após a Justiça decretar a prisão preventiva dele por suspeita de abusos sexuais contra mulheres. Porém, ele não foi localizado pela corporação. A defesa segue negando envolvimento do líder religioso nos crimes e informou que vai entrar com um pedido de habeas corpus.As equipes voltaram para a Delegacia Estadual de Investigações Criminal (Deic) por volta de 19h30 e disseram à TV Anhanguera que percorreram diversos locais na capital e em cidades do interior, mas não encontraram o médium. Apesar disso, ele não é considerado foragido e existe a expectativa que o líder religioso se entregue.À TV Anhanguera, o delegado-geral informou que o médium tem que se entregar até às 12h de sábado (15) para que não seja considerado foragido.“A polícia não tem conhecimento do seu paradeiro, estamos trabalhando no sentido de tentar localiza-lo”, disse o delegado-geral da Polícia Civil, André Fernandes, durante o trabalho de buscas ao médium.Segundo a corporação, equipes vão retomar o trabalho de procurar em outros endereços no sábado (15).O advogado de defesa, Alberto Toron, disse que teve acesso à decisão de prisão apenas no início da noite e que vai pedir um habeas corpus. “A impetração do habeas corpus não exclui a apresentação espontânea do senhor João de Deus”, disse.Além disso, disse apenas alguns depoimentos de poucas vítimas acompanham o pedido de prisão preventiva. Além disso, não há o nome das mulheres que denunciaram os casos.A força-tarefa do Ministério Público divulgou que já recebeu 335 mensagens e contatos por telefones de mulheres que denunciam o médium por abuso sexual. Os relatos chegaram de pessoas de seis países diferentes, além de 13 estados do Brasil e o Distrito Federal.
Foto: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados
A Procuradoria Geral da República (PGR) informou nesta sexta-feira (14) ter denunciado o deputado federal Jutahy Júnior (PSDB-BA) e mais três pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto "caixa 3" na campanha eleitoral de 2010. O caixa 2 consiste em um político ou um partido receber doação e não declarar à Justiça Eleitoral. Segundo a PGR, o "caixa 3" consistiu em o deputado receber doações da Odebrecht por meio de oturas empresas.Ao G1, o deputado disse que cumpriu "100% da lei", recebeu doações de empresas idôneas e habilitadas a doar, acrescentando que os valores doados foram declarados à Justiça Eleitoral e as contas, aprovadas. Disse, ainda, que "não existe a tipificação do caixa 3"."Em 2010, era permitida a doação empresaria. Recebi de duas empresas a soma de R$ 30 mil. Eram empresas idôneas, e a legislação permitia que eleas doassem. A doação está registrada na prestação de contas aprovadas pela Justiça Eleitoral. Fiz tudo absolutamente dentro da lei e vou me defender com a tranquilidade de quem é inocente", afirmou Jutahy."Durante a campanha, procurei saber se a empresa poderia doar, consultei a lista das empresas que podem doar, averiguamos. E as empresas doaram dentro da legislação, está tudo registrado. Essa figura de caixa 3 não existe, não tem sustentação no código eleitoral", acrescentou. Além de Jutahy, foram denunciados:
- Benedicto Barbosa da Silva Júnior, ex-executivo da Odebrecht e delator;
- Walter Faria, do grupo Petrópolis;
- Roberto Luiz Ramos Fontes Lopes, dono das empresas Leyroz e Praiamar.
Procurada, a assessoria do grupo Petrópolis divulgou a seguinte nota: "Em nota, o Grupo Petrópolis informa que as doações para campanhas eleitorais estão registrados e comprovadas em órgãos competentes, de acordo com o que determina a legislação. Os esclarecimentos sobre o tema já foram prontamente prestados às autoridades para permitir a completa elucidação dos fatos. O empresário Walter Faria se defenderá nos termos da lei, confiante que ao final a legalidade das doações será reconhecida pela Justiça."
Um empresário que atua também como advogado e que é suspeito de sonegar cerca de R$ 3,8 milhões do fisco baiano foi preso no Rio de Janeiro, informou, nesta sexta-feira (14), o Ministério Público da Bahia (MP-BA). Conforme o órgão, Napoleão Fonyat Filho estava foragido desde o ano de 2017, quando o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica, as Relações de Consumo e a Economia Popular (Gaesf), do MP-BA, requereu a prisão dele. O empresário foi preso por integrantes da Delegacia da Polícia de Imigração da Polícia Federal (Delemig) quando fazia o requerimento do seu passaporte. Em 2017, ainda conforme o MP-BA, o proprietário da Fogue Roupas Ltda (antiga Sandpiper) já acumulava um débito total de R$ 3,8 milhões junto ao fisco da Bahia. O MP disse que ele responde a diversas ações penais por crimes contra a ordem tributária, sendo duas na Justiça Estadual da Bahia (1ª e 2ª Varas Criminais de Salvador) e outras no Ceará, Santa Catarina e Pernambuco. Na Justiça Federal da 1ª e 2ª regiões, o MP disse que o empresário responde por não recolher contribuições previdenciárias e impostos federais. O G1 tenta contato com a defesa de Napoleão Fonyat Filho para que possa se posicionar sobre o caso, mas, até esta publicação, não conseguiu.
A mãe de Danielle Cavalcanti, flagrada por câmeras de segurança de um condomínio em Brasília agrendindo uma criança de 6 anos, no último fim de semana, defendeu a filha em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (14). Schirley Cavalcanti dos Santos disse que Danielle agiu "no calor do momento" e que não houve agressão. “Ele [a criança] não foi agredido por um adulto. Em momento nenhum eles bateram. Ela agiu no afã do momento, gente. Pelo amor de Deus”, declarou. As imagens, no entanto, registraram o momento em que Alexandre Campos de Jesus, genro de Schirley, segura a vítima para que o neto da moradora bata no rosto do menino. Em seguida, Danielle empurra o garoto, que cai no chão. Após a afirmação, Schirley foi questionada sobre os vídeos. Em resposta, ela deu a entender que a "culpa" seria da criança: "Tudo bem, mas vocês sabem se ele xingou ela? Ela só empurrou porque ele xingou ela." Nas imagens que flagraram o momento não é possível ouvir a discussão. Mas, de acordo com a Polícia Civil do DF que começou a ouvir as testemunhas nesta sexta, Danielle e Alexandre são investigados por "lesão corporal", com pena prevista de três meses a um ano de prisão.
Foto: Arquivo pessoal
O industriário Pablo Henrique, de 26 anos, teve parte do rosto deformado por soda cáustica líquida, em um suposto ataque de sua ex-namorada - relação que durou menos de um mês. O crime ocorreu dia 1º de dezembro em frente à casa da vítima, no bairro São José, na Zona Leste de Manaus.Era por volta de 3h da madrugada do dia 1º de dezembro quando Pablo Henrique chegou em casa do trabalho. Ele se deparou, na entrada de casa, com sua ex-ficante. Ela, até então, estava disfarçada e usava máscara, boné e um casaco. Ele, inicialmente, achou que era um morador de rua. Pediu para que "ele" se retirasse. Foi quando a jovem, de 22 anos, jogou soda cáustica diluída em seu rosto. Quase quinze dias depois do ataque, ele ainda sofre sequelas. Primeiro, ela o acertou no olho esquerdo. Depois, enquanto o rapaz gritava por socorro, ela despejou o resto da soda em sua boca. Ele sofreu queimaduras de terceiro grau na boca, língua e garganta. Enquanto isso, ela também tentou esfaqueá-lo. Esse é o breve relato que Pablo dá. O caso aconteceu no dia 1º de dezembro e o Boletim de Ocorrência por tentativa de homicídio só foi registrado no dia 3 do mesmo mês. A polícia, no entanto, classifica, por enquanto, o caso como "agressão grave". A jovem também precisou de atendimento médico pois, durante a ação, se quiemou com a soda. Os dois trabalham na mesma empresa e retornam ao trabalho, após licença médica, nesta sexta-feira (14). Em depoimento, a suspeita, que responde em liberdade disse ao delegado titular do 9º DIP, Pablo Giovani, que queria "apenas dar um susto" no ex namorado, pois não aceitava a separação. "Disse que foi dar um susto nele e ele não teria gostado. Ela queria ter ficado com ele e ele não aceitou." “Ela disse que eles namoravam há 7 meses. Disse que foi dar um susto nele e ele não teria gostado. Ela queria ter ficado com ele e ele não aceitou. Aí ela pediu água e, na volta, ele teria jogado o ácido nela. Ela bateu no braço dele e derramou o ácido nele também”, disse o delegado.
Foto: Reuters/Stephen Lam
O Facebook revelou nesta sexta-feira (14), em um post na página voltada para desenvolvedores, que um erro na plataforma teria permitido que aplicativos terceiros tivessem acesso a fotos de 6.8 milhões de usuários. O 'bug' inclusive daria acesso a fotos que foram postadas na rede social, mas que não haviam sido compartilhadas com amigos ou o público. A falha já foi corrigida. Segundo a postagem, feita por um funcionário da empresa, o erro permitiu o acesso durante um período de 12 dias em setembro deste ano. A notícia é mais uma na lista de erros do Facebook, que em setembro deste ano revelou uma falha que permitiu acesso a dados de mais de 50 milhões de usuários. Segundo a postagem, o Facebook irá notificar as pessoas que foram afetadas por essa falha via mensagem na rede social. De acordo com as informações, o erro acontecia quando alguém dava permissão de acesso a um aplicativo terceiro para que visualizasse as fotos do usuário na rede social. "Nós geralmente só permitimos acesso às fotos que são postadas na linha do tempo. Neste caso, o bug potencialmente deu a desenvolvedores acesso a outras fotos, como as postadas no Marketplace ou nas Stories. O erro também afetou fotos postadas e não compartilhadas", afirma o autor. Sob maior escrutínio público de suas ações e vazamento de dados, o Facebook aumentou recentemente a recompensa que paga a pessoas que encontram bugs na plataforma. Só em 2018, foram pagos US$ 1,1 milhão em prêmios e o maior valor individual, US$ 50 mil. A rede social foi uma das primeiras grandes empresas do setor de tecnologia a trabalhar com o sistema de "caça de erros" (bug bounty, em inglês) , que premia terceiros que encontrem bugs e notifiquem a plataforma. O programa já pagou mais de US$ 7,5 milhões desde que foi instaurado em 2011.