- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 26 Fev 2026
- 16:40h
Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Apesar de ser um tema polêmico e que divide opiniões no Congresso, o ano de 2026 é sim o momento e há maturidade na sociedade para se discutir com profundidade a mudança na jornada de trabalho do país. A opinião foi dada nesta quarta-feira (25) pelo deputado federal Paulo Azi (União-AP), escolhido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para ser o relator da chamada PEC 6x1, que muda a jornada semanal dos trabalhadores.
Em entrevista à Jovem Pan, o deputado baiano afirmou que à frente da relatoria do projeto, vai trabalhar para fechar um texto que atenda às necessidades do país e encontre maioria na Câmara. Azi vai relatar o projeto na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo deputado Leur Lomanto Jr. (União-BA).
“A gente vai ver o que a sociedade pensa, o que os partidos pensam. E aí, vamos tentar construir um texto que tenha, pelo menos, um consenso mínimo na sociedade e uma maioria consolidada no parlamento”, disse Paulo Azi.
O deputado Paulo Azi disse entender ser a mudança de jornada um tema delicado, mas afirmou que há espaço para avanços dentro do prazo idealizado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, de votar a proposta ainda no mês de março na CCJ.
“Hugo Motta me fez um convite para ser o relator da pauta. Sei que é um tema muito delicado; tem setores da sociedade que são a favor, outros que são contra”, disse o deputado. “Mas eu acho que é o momento e que o país tem maturidade suficiente para enfrentar o tema. Eu acho que há espaço para avanço”, acrescentou Paulo Azi.
Questionado sobre declarações de Antônio Rueda, presidente do União Brasil, que disse ser contrário ao projeto e que trabalharia para postergar a votação na CCJ, Paulo Azi afirmou não ter ouvido as declarações de Rueda, e manteve sua posição de ouvir todos os lados para tentar construir um texto de consenso sobre o tema.
Depois que o tema começou a tramitar na Câmara, confederações que representam segmentos econômicos passaram a publicar estudos advertindo para o impacto da medida sobre os custos de empresas. Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta que a redução da jornada de trabalho pode gerar um impacto bilionário para as empresas.
O estudo da CNI diz que o fim da atual escala pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Esse número equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos.
A projeção da CNI considera dois cenários para a manutenção do nível de horas trabalhadas: a realização de horas extras aos empregados atuais ou a contratação de novos trabalhadores.
Para o deputado Paulo Azi, há formas de remediar esses efeitos, como a desoneração da folha de pagamento ou incentivos fiscais.
“Você tem setores da nossa economia que são muito intensivos em mão de obra, em que o peso da mão de obra no custo de produção daquilo que eles ofertam é muito grande. E a redução, que ainda nós não sabemos em que nível vai se dar, vai impactar de forma muito mais forte em relação a outros setores”, afirmou o deputado Paulo ao jornal Estado de S.Paulo.
Por essa razão, disse Azi, o governo deverá ter protagonismo na discussão da pauta. “A participação do governo é fundamental. Ele pode oferecer alternativas e soluções consensuais para que esses setores possam ser de alguma forma também protegidos, para que a conta não fique só para eles”, concluiu Azi em fala ao Estadão.
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 26 Fev 2026
- 14:38h
Foto: Reprodução Redes Sociais
Em uma reunião fechada do Partido Liberal (PL) na noite desta quarta-feira (25) em Brasília, com direito a emoção e lágrimas, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) fez um apelo por união e o encerramento de brigas e disputas por vagas nas eleições de outubro, e conseguiu garantir um compromisso de maior engajamento do deputado federal Nikolas Ferreira (MG). O encontro teve a participação de parlamentares e dirigentes do partido.
O deputado Nikolas Ferreira, hoje o político do PL com maior potencial eleitoral e força nas redes sociais, vinha sendo atacado pelos irmãos Bolsonaro por falta de maior participação na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Na reunião desta quarta, Nikolas prometeu empenhar todo o seu “capital político” para ajudar o candidato do partido a presidente.
“Todo o meu capital, seja pequeno ou grande, o que qualquer um achar, ele vai ser direcionado no fim das contas para uma pessoa. E essa pessoa tá aqui do meu lado [Flávio Bolsonaro]. Ou seja, tudo que eu estou construindo agora vai ser direcionado pra ela”, afirmou o deputado.
Ao explicar o posicionamento, Nikolas relembrou sua trajetória de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua família. O deputado mineiro destacou no evento do partido a sua lealdade a Jair Bolsonaro, e garantiu que atuará em Minas Gerais para impulsionar a candidatura do senador.
“Porque se tem uma coisa que eu fiz desde 2015, quando o Bolsonaro tinha 3%, foi ser fiel e grato ao seu pai desde aquele momento. E eu não tenho dúvidas que ele tem também gratidão, porque naquele momento ele era um deputado como todos nós”, disse Nikolas.
Ao falar do pai na reunião, o senador Flávio Bolsonaro chorou e se emocionou. O senador relatou a visitas a Jair Bolsonaro na prisão, na Papudinha, e disse que vem do pai a motivação para ser candidato a presidente.
“Eu sou candidato para mostrar um caminho que esse país tem que seguir. [...] Ele não merece passar o que está passando, [...] a família sofre”, disse Flávio.
O candidato a presidente pelo PL também criticou as condições da cela em que Jair Bolsonaro está preso. Disse ter ficado aflito ao visitar o local.
“Ainda não tinha visto onde ele está dormindo. A gente sabe que ele não cometeu crime nenhum. Um ex-presidente da República, que não tem nenhum privilégio por isso. Todo mundo aqui tem consciência do contexto em que ele foi colocado lá”, declarou.
O senador também se emocionou ao falar de seus irmãos e da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Flávio disse respeitar todos da família, citando nominalmente os irmãos e Michelle. “Dá uma aflição na gente, é muito sério o que está acontecendo”, enfatizou Flávio.
Flávio Bolsonaro minimizou os atritos entre seu irmão, Eduardo, e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Eduardo criticou Michelle e Nikolas Ferreiras por não estarem dando apoio suficiente à campanha de Flávio.
"A gente acaba às vezes querendo que as coisas aconteçam num tempo que não é o tempo que tem que acontecer ainda. Respeito todos, respeito muito a Michelle, respeito cada um que está aqui, e que está aqui, e que está no seu tempo querendo entrar de corpo e alma", colocou Flávio.
"Não adianta querer me separar de Nikolas, de Michelle, de qualquer um. Essa é uma coisa que o Eduardo lá de fora está passando, está com as contas bloqueadas, as contas da mulher dele bloqueadas. Está batalhando para conseguir sobreviver, e se sacrificou de verdade. Ele foi fundamental também para que a minha candidatura acontecesse", completou o senador.
- Bahia Notícias
- 26 Fev 2026
- 12:35h
Foto: Divulgação / Polícia Civil
Policiais civis apreenderam 68 veículos desviados da frota de uma locadora de Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano. Segundo a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) local, o esquema era feito por um ex-funcionário da empresa e mais outro suspeito.
Foto: Divulgação / Polícia Civil
A ação foi divulgada nesta quarta-feira (25), sendo que o esquema ocorria desde junho do ano passado, na locadora situada no aeroporto da cidade.
De acordo com as investigações, o ex-funcionário simulava contratos de locação e retirava veículos da unidade sem a existência de clientes legítimos vinculados às operações. Após a retirada, os automóveis eram entregues ao outro investigado, apontado como responsável por intermediar e concretizar a venda a terceiros.
As negociações, conforme a polícia, ocorriam geralmente por valores abaixo do mercado, o que facilitava a rápida circulação dos veículos e dificultava a identificação das irregularidades.
As apurações também identificaram movimentações financeiras consideradas atípicas relacionadas às negociações, além de indícios de adulteração em sistemas de rastreamento dos automóveis, elementos que reforçam a hipótese de atuação organizada dos envolvidos.
Durante diligências e ações de rastreamento, a maior parte dos veículos foi localizada e devolvida à locadora. Outros automóveis seguem sendo recuperados em operações posteriores. O inquérito policial segue em andamento.
- Por Bianca Andrade/Bahia Notícias
- 26 Fev 2026
- 10:31h
Foto: Instagram/Bahia Notícias
A cantora Ivete Sangalo recebeu alta médica do hospital Aliança, onde deu entrada na última quarta-feira (25) após sofrer um acidente doméstico.
Em vídeo, a artista explicou o que ouviu dos médicos sobre o diagnóstico dela após desmaiar em decorrência de uma queda de pressão ocasionada por uma desidratação.
No registro, a cantora aparece com o olho roxo devido à queda, mas com curativos na região e chega a brincar com a situação, afirmando que foi uma maquiagem diferenciada.
"Eu estou ótima, estou maravilhosa. Passando aqui para deixar um beijo, a todos os meus amigos que deixaram mensagens, aos meus fãs que sabem que a mamãe tá bem.
Ivete contou ainda que os médicos suspeitam que ela sofra da síndrome vasovagal.
"Eles chegaram à conclusão de que eu tenho um nervo vagal, que fica aqui atrás da cabeça e que tem o vago vagal, que são esses desmaios. E no meu caso, por conta da desidratação que eu tive, a desidratação foi em função da superdiarreia, coisa que foi virose, mas eu já estou bem."
A artista, que está de férias dos palcos após a maratona de shows no Carnaval, só volta a fazer show em abril com o Ivete Clareou, de acordo com a agenda divulgada no site.
O Bahia Notícias procurou a equipe da artista para mais informações sobre o quadro de saúde e o diagnóstico, e a assessoria de Ivete pontuou que tudo sobre ela será publicado nas redes sociais oficiais.
- Bahia Notícias
- 26 Fev 2026
- 08:26h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu na terça-feira (24) pela aposentadoria compulsória do desembargador Orloff Neves Rocha, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), acusado de assédio sexual contra uma servidora de seu gabinete. A punição, que inclui vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi aplicada em processo administrativo disciplinar que apurou a conduta do magistrado.
A decisão ocorre na mesma semana em que o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, passou a ser investigado por acusação semelhante.
De acordo com a investigação, os fatos ocorreram em 28 de abril de 2021, quando a servidora, identificada como E.Y., realizava atendimento técnico de informática no gabinete do desembargador. Segundo o relato da vítima à Polícia Civil de Goiás, após concluir o serviço, o magistrado a convidou para ir a um bar, entregou-lhe um cartão com seu número pessoal e pediu que ela enviasse mensagem para combinarem o encontro.
A servidora afirmou que, enquanto finalizava o atendimento e chamou o desembargador para testar o computador, ele teria tocado sua mão e reiterado o convite para saírem para beber. Ela disse que apenas sorriu, sem concordar. Ao se despedir, o magistrado elogiou seu trabalho, abriu os braços e pediu um abraço. A vítima afirmou que, constrangida, não recusou.
Em seu depoimento, a servidora relatou que durante o abraço o desembargador cheirou seu pescoço. Ela afirmou que tentou se esquivar, mas ele insistiu, retirou sua máscara e tentou beijá-la na boca. “Não, desembargador, por favor, não”, disse a servidora, segundo consta nos autos. A vítima relatou que o magistrado cessou a investida ao perceber que ela não cederia.
A servidora afirmou ainda que, ao se dirigir à porta para sair da sala, recebeu um tapa nas nádegas. “Tentou cheirar meu pescoço, quis me beijar e desferiu um tapa nas minhas nádegas”, relatou a vítima. Segundo ela, após a agressão não se virou e apenas perguntou se ele precisava de mais alguma coisa, deixando o local em seguida.
Nos autos do processo administrativo, o desembargador confirmou o abraço, mas negou “tentativa de contato físico inapropriado ou constrangimento”.
O conselheiro João Paulo Schoucair, relator do caso no CNJ, afirmou em sua decisão que o magistrado “constrangeu a vítima ao abraçá-la de maneira inapropriada, ao tentar beijá-la contra sua vontade e, em seguida, ao apalpar suas nádegas”. Segundo Schoucair, “é evidente que seu cargo de desembargador lhe conferia ascendência funcional e influência no tribunal, circunstância que potencializa o constrangimento e reforça o desequilíbrio de poder entre as partes”.
O conselheiro classificou a conduta como grave: “A prática de atos libidinosos sem consentimento, consistentes em abraço inapropriado, tentativa de beijo forçado com retirada de máscara e agressão física às nádegas da vítima, transcende a mera irregularidade administrativa, configurando grave violação à dignidade sexual e à integridade física, psíquica e moral da mulher no ambiente de trabalho”.
- Bahia Notícias
- 25 Fev 2026
- 18:12h
Foto: Antonio Augusto / STF
O Partido Novo acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decretação reiterada de sigilos sobre informações públicas por órgãos dos três Poderes. A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1308 foi distribuída ao ministro Flávio Dino.
Na ação, a legenda argumenta que a classificação de documentos como sigilosos no âmbito federal tem sido adotada “como regra em vez de exceção”, prática que, segundo o partido, se reflete também em atos de governos estaduais e municipais. Para a legenda, a imposição do sigilo sem fundamentação concreta fere o princípio da publicidade e o direito de acesso à informação, ambos previstos na Constituição Federal.
O partido sugere ainda a realização de audiências públicas para debater o tema com especialistas. Na petição, a legenda pede que o STF reconheça a existência de um quadro estrutural de violação a preceitos fundamentais e determine medidas para assegurar a transparência dos atos públicos nos três Poderes.
- Por Caio Spechoto, Mariana Brasil e Rapahel Di Cunto | Folhapress
- 25 Fev 2026
- 16:40h
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
O governo Lula teme perder o controle sobre a proposta que acaba com a jornada de trabalho 6x1 após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encampar um texto alternativo sobre o assunto. A preocupação se deve, principalmente, por Motta ter optado por um formato de tramitação legislativa em que não é possível o veto presidencial.
A vontade do Executivo era enviar à Câmara um PL (projeto de lei), cuja aprovação se dá por maioria simples e pode ser total ou parcialmente vetado pelo presidente da República.
Motta, porém, decidiu encampar uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que precisa ser aprovada por três quintos dos deputados e senadores, em duas votações em cada Casa. Ela não depende de sanção ou veto presidencial para entrar em vigor.
A redução da jornada de trabalho virou uma das prioridades do governo neste último ano de mandato, quando Lula tentará a reeleição. Por ter apoio popular, a proposta também é encarada como uma pauta capaz de atrair eleitores na campanha pela reeleição do presidente da República.
Aliados do petista ouvidos pela reportagem temem que o Congresso aprove um texto em desacordo com as ideias do Executivo –por exemplo, que reduza as horas da jornada, mas não garanta os dois dias de descanso semanal ou que permita a diminuição de salários– e que o presidente não possa vetar os trechos que considerar problemáticos.
Além disso, como a tramitação de uma PEC demanda a aprovação de mais parlamentares, isso significa que o governo terá que negociar mais com as forças políticas que não apoiam integralmente o fim da escala 6x1 sem redução salarial.
A PEC que avança no Legislativo hoje é fruto do apensamento de duas propostas anteriores de aliados do governo na Câmara, a do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e a da deputada Erika Hilton (PSOL-SP).
A ideia de enviar um projeto de lei sob regime de urgência, para acelerar a tramitação, ainda não foi descartada. Mas integrantes da cúpula do governo ponderam que desistir do PL e apoiar a PEC pode ser uma alternativa melhor porque qualquer discussão na Câmara fica mais fácil quando há apoio do presidente da Casa, que decide quando um assunto entrará em votação.
Petistas próximos ao presidente da Câmara afirmam que o apoio de Motta será essencial para o tema avançar e que ele está empenhado em deixar uma marca positiva em seu segundo ano de mandato no comando da Casa. Lembram que ele não tem um grande feito para sua gestão –que poderia ser a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, mas ele se ausentou na cerimônia de sanção.
A escolha do deputado Paulo Azi (União Brasil-BA) como relator da PEC na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) foi vista por dois ângulos por integrantes do PT. O parlamentar é um dos principais aliados do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil)
Em parte, os petistas demonstraram preocupação por possível influência do presidente do União Brasil, Antonio Rueda, que na segunda-feira (23) afirmou em jantar com empresários que atuaria para tentar segurar a PEC. "Porque, se essa proposta for a plenário, ela é avassaladora", afirmou.
Outra parte deles acredita que a escolha será positiva, por atrair o apoio dos partidos de centro-direita ao projeto, o que aumenta a chance de obter votos para aprovação. Além disso, se a opção do relator for travar o projeto, isso pode dar munição a esquerda para a campanha eleitoral.
À reportagem a deputada Erika Hilton afirmou que irá tratar do tema com o presidente da Casa nesta semana, para alinhar o andamento a partir de agora, após ele dar andamento as matérias.
"Antes do Carnaval estava acertado que muito provavelmente viria o projeto com urgência regimental, era quase dada essa história. Agora já não temos mais tanta certeza de se esse projeto vem", disse.
Como mostrou a coluna Painel, Motta já sinalizou aos governistas que, mesmo que o Palácio do Planalto envie ao Congresso um projeto de lei próprio sobre a redução da escala, não colocará o texto em votação. A prioridade, segundo aliados, será pautar a PEC.
Governistas envolvidos nas discussões avaliam que o fim da escala 6x1 poderia ser determinado por lei, sem alterar a Constituição, porque a Carta Magna estipula que a jornada de trabalho não será superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais. Na análise desse grupo, o texto atual da Constituição já permite que jornadas menores sejam estabelecidas.
Os cenários têm sido discutidos nos últimos dias por auxiliares próximos do presidente e as ponderações devem ser levadas a Lula nos próximos dias para que ele defina quais serão os próximos passos do governo nesse tema. O petista está retornando de viagem à Ásia.
Lula e Motta se aproximaram no fim do ano. O que marcou o estreitamento da aliança foi a nomeação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, aliado de Motta.
A PEC escolhida pelo presidente da Câmara para discutir o fim da escala 6x1 estará sob forte influência do União Brasil. A primeira discussão será na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa, comandada por Leur Lomanto (União-BA). O relator será Paulo Azi (União-BA), aliado de ACM Neto, um adversário histórico de Lula.
Como mostrou a Folha de S.Paulo, empresários preparam um contra-ataque na discussão sobre o fim da escala 6x1. A ideia desses setores é empurrar a votação da proposta para depois da eleição presidencial, marcada para outubro. O setor privado tenta evitar o aumento no custo da mão de obra que seria acarretado pela diminuição das jornadas de seus funcionários sem redução salarial.
- Bahia Notícias
- 25 Fev 2026
- 14:03h
Foto: Agência Senado
O ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o seu filho, o deputado Fernando Coelho Filho (União-PE) são alvos da Polícia Federal, na Operação Vassalos, nesta quarta-feira (25). A ação cumpre 42 mandados de busca e apreensão na investigação sobre suspeitas de desvios de emendas. A apuração foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.
A ação desta quarta visa apurar e desarticular suspeitas de crimes em licitações e fraudes em licitações e contratos, além de peculato, corrupção, de dinheiro e organização criminosa. Fernando Bezerra Coelho já foi ministro da Integração Nacional de Dilma Rousseff (PT) e líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) no Senado. Seu filho, o atual deputado, já foi ministro de Minas e Energia no governo Michel Temer (MDB).
Além deles, segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, a operação tem como alvos Carlos Neto e Pedro Souza. Um deles é um dos sócios de uma empresa que foi apontada por receber cerca de R$ 74 milhões de emendas do relator, conhecidas como orçamento secreto, entre 2019 e 2024.
Os mandados desta quarta são cumpridos em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. A investigação da PF aponta para existência de uma organização composta por agentes públicos e privados suspeita de desviar recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, por meio do direcionamento de licitações para empresa vinculada ao grupo, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.
- Bahia Notícias
- 25 Fev 2026
- 12:25h
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Além de ver pela primeira vez o senador Flávio Bolsonaro à sua frente em uma simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu outras más notícias da pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira (25). O instituto, por exemplo, averiguou que a rejeição à candidatura de Lula passou a ser maior do que a do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre os entrevistados pela AtlasIntel, 48,2% afirmaram que “não votariam de jeito nenhum” no presidente Lula. Já a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro foi de 46,4%. Logo depois entre os mais rejeitados estão Jair Bolsonaro (44,2%), Renan Santos (43,9%) e Eduardo Leite (38,3%).
No principal cenário de primeiro turno, em que Lula parece com 45% contra 37,9% de Flávio, o presidente viu sua liderança diminuir principalmente na região Nordeste, seu principal reduto eleitoral. Lula somava 58,2% na pesquisa AtlasIntel de janeiro, e caiu para 50,4% agora em fevereiro. Já Flávio subiu de 28,7% para 31,8%.
Na região Sudeste, a mais populosa do país, houve um achatamento da distância. Em janeiro, o presidente Lula tinha 49,3% das intenções de voto na região, enquanto Flávio somava 36,1%. Neste pesquisa mais recente, a distância ficou bem menor: 43,6% para o líder petista, ante 41,9% para o senador.
Chama atenção, ainda, a diferença entre as intenções de voto considerando pessoas que cursaram até o ensino fundamental. Em janeiro, Lula era o preferido de 61,2% desse grupo; em fevereiro, caiu para 37,3% – diferença de quase 24 pontos. Flávio, por por outro lado, subiu de 28% para 41,2%, alta de 13,2%.
Em outro recorte do levantamento, foi constatado que aumentou a desaprovação e piorou a avaliação positiva do governo e do desempenho do presidente. Pela pesquisa, o percentual de quem desaprova o desempenho do presidente Lula aumentou de 50,7% para 51,5%.
Já a aprovação do trabalho de Lula neste terceiro mandato caiu de 48,7% na pesquisa feita em janeiro para 46,6% nesta sondagem mais recente. Os indecisos somam 1,8%.
Na avaliação do governo como um todo houve piora ainda maior. A opção ruim ou péssimo ficou praticamente estável, com 48,4%. O percentual de ótimo ou bom caiu de 47,1% para 42,7%. Em contrapartida, passaram a considerar o governo regular 8,9%, ante 4,4% há um mês.
A pesquisa AtlasIntel foi feita entre quinta-feira (19) e esta terça (24) e tem margem de erro de um ponto percentual. Foram entrevistadas, por meio de questionários aplicados pela internet, 4.986 pessoas. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07600/2026.
- Bahia Notícias
- 25 Fev 2026
- 10:25h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Integrantes da direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) avaliam que o avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em pesquisas de intenção de voto tem sido considerado internamente como um elemento que pode aumentar a pressão para que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, dispute o governo de São Paulo nas eleições de 2026.
Segundo dirigentes da legenda, Haddad vem sendo incentivado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a concorrer contra o atual governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação dentro do partido é de que a candidatura ao Palácio dos Bandeirantes poderia fortalecer o palanque eleitoral de Lula no maior colégio eleitoral do país.
Apesar das articulações, Haddad tem demonstrado resistência à possibilidade de disputar o cargo. O ministro deve deixar o comando do Ministério da Fazenda até o início de abril, mas, conforme interlocutores, pretende atuar apenas na coordenação da campanha de reeleição presidencial, sem participar diretamente da disputa eleitoral.
Ainda assim, lideranças petistas avaliam que o desempenho de Flávio Bolsonaro em levantamentos recentes para a Presidência da República pode influenciar o cenário político e contribuir para intensificar o processo de convencimento de Haddad dentro do partido.
As informações são do Metrópoles.
- Bahia Notícias
- 25 Fev 2026
- 08:42h
Foto: Reprodução/Bahia Notícias
A Polícia Federal informou que, no âmbito da Operação Hydra, foi realizada uma prisão em flagrante por posse ilegal de arma de fogo no município de Paulo Afonso, no norte da Bahia. A detenção ocorreu durante o cumprimento das medidas relacionadas à operação. Não foram divulgados outros detalhes sobre as circunstâncias da prisão.
De acordo com a PF, as investigações indicam um prejuízo estimado em R$ 1,2 milhão. A apuração aponta que os investigados utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em nome de terceiros. Em seguida, eram contratadas operações de crédito, com posterior realização de saques considerados ilícitos dos valores obtidos.
Além da capital baiana, os mandados foram cumpridos nos municípios de Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, Paulo Afonso, no norte do estado, e Itabuna, no sul da Bahia.
- Por Luísa Martins | Folhapress
- 24 Fev 2026
- 15:16h
oto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) tende a referendar a liminar do ministro Flávio Dino que suspendeu os penduricalhos nos salários de servidores públicos, embora haja ressalvas quanto ao método utilizado pelo relator para proferir sua decisão.
Previsto para esta quarta-feira (25), em sessão presencial, o julgamento é visto por ministros como uma oportunidade de acenar à sociedade e recompor, pelo menos em parte, a imagem do Supremo, desgastada pelas repercussões do inquérito sobre o Banco Master.
O principal desconforto de uma ala de ministros é com o fato de Dino ter analisado uma reclamação que dizia respeito tão somente a procuradores municipais de Praia Grande (SP) e estendido seus efeitos para o funcionalismo público de todos os níveis da federação.
Na liminar, Dino justifica essa ampliação, afirmando que "a controvérsia ultrapassa os limites subjetivos do caso concreto" e que é necessário "impor uma jurisprudência estável, íntegra e coerente, atendendo aos princípios da isonomia e da segurança jurídica".
O STF analisou pelo menos 12.925 processos sobre o teto do funcionalismo público desde 2000. De acordo com Dino, "não é razoável" que a corte continue arbitrando "caso a caso" indefinidamente.
Outra ponderação que deve ser levada a debate no plenário, especificamente quanto aos supersalários da magistratura, é de que a regulamentação do tema fique a cargo do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Ainda que possam surgir divergências pontuais durante o julgamento, cinco ministros ouvidos reservadamente pela Folha afirmam que a expectativa é de que a decisão de Dino seja confirmada, uma vez que o STF tem jurisprudência firme contra os penduricalhos.
Em processos similares já julgados pela corte, prevaleceu entre os ministros o entendimento de que essas gratificações não têm natureza indenizatória e, portanto, não podem ser adicionadas à remuneração sem o desconto do "abate-teto".
Um dos casos mais inusitados e frequentemente lembrado por ministros é o de um adicional de 40% pago a juízes estaduais do Acre apenas pelo fato de terem curso superior. O benefício foi suspenso pelo Supremo em 2019.
Em 2023, o STF foi unânime ao declarar inconstitucional a lei que criava o "auxílio-aperfeiçoamento profissional" para que magistrados de Minas Gerais comprassem livros jurídicos e materiais de informática.
Na quinta-feira (19), em um complemento à liminar, o ministro decidiu proibir a aplicação ou a edição de novas leis que permitam o pagamento de salários ou de verbas indenizatórias acima do teto, fixado hoje em R$ 46.366,19 (salário pago a ministros do Supremo). Esse ponto também será debatido pelo plenário.
Como mostrou a Folha, a decisão de Dino suspendendo os penduricalhos para servidores municipais, estaduais e federais foi vista como um recado ao presidente da corte, Edson Fachin, expondo um embate interno em torno de uma agenda ética para o tribunal.
Interlocutores de Dino afirmam que o ministro quis mostrar que o verdadeiro código de conduta para a magistratura passa pela revisão dos supersalários e que fixar regras para a realização de palestras, por exemplo, é algo secundário nesse contexto.
As regras de conduta são uma aposta de Fachin para tentar restaurar a confiança da sociedade no Supremo, especialmente depois da crise que levou o ministro Dias Toffoli a deixar a relatoria dos inquéritos do Master, agora conduzidos por André Mendonça.
Os ministros rejeitaram uma arguição de suspeição aberta a partir de relatório da PF (Polícia Federal), que localizou menções a Toffoli em mensagens no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master e principal investigado da Operação Compliance Zero.
Toffoli nega irregularidades e diz que a PF se baseia em "ilações". O ministro admite ser sócio da empresa Maridt, que vendeu uma participação no resort Tayayá ao fundo Arleen, ligado ao Master. Porém, afirma não ter qualquer relação de amizade com Vorcaro.
O ministro Alexandre de Moraes também está no centro dos desgastes derivados do Master, já que o escritório de sua esposa, a advogada Viviane Barci, firmou um contrato de R$ 3,6 milhões mensais com a instituição financeira para representá-la na Justiça.
O ministro disse, em pronunciamento público durante sessão no STF, que qualquer juiz está impedido de julgar casos cuja banca de advogados inclua um parente. Ele mandou a PF investigar vazamentos de dados fiscais sigilosos de ministros da corte e de seus familiares.
Na decisão em que suspende os penduricalhos, Dino citou violação ao princípio da moralidade e os caracterizou como um "fenômeno da multiplicação anômala das verbas indenizatórias" que alcançou "patamares absolutamente incompatíveis" com a Constituição.
Auxiliares de Fachin afirmam que a decisão sobre os supersalários não foi interpretada pelo presidente do Supremo como um recado negativo, já que ele próprio enfrenta o tema no CNJ no âmbito do Observatório da Transparência, criado no primeiro dia de sua gestão.
Cerca de duas horas depois da decisão de Dino, no intervalo da sessão plenária, Fachin conversou com os pares e decidiu que o melhor seria lidar com o tema o quanto antes, marcando o julgamento ainda para fevereiro, em sessão presencial.
- Bahia Notícias
- 24 Fev 2026
- 12:20h
Foto: Gustavo Moreno / STF
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (23) que verbas de caráter indenizatório, os chamados penduricalhos, só podem ser pagas a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público quando estiverem previstas em lei aprovada pelo Congresso Nacional. A decisão, em caráter liminar, estabelece regras para a criação e o pagamento desses benefícios em todo o país.
De acordo com o G1, na determinação, o ministro define que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devem se limitar à regulamentação do que já estiver previsto em lei, com indicação clara da base de cálculo, do percentual aplicado e do limite máximo do benefício. A medida busca uniformizar o tratamento dado aos penduricalhos nas diferentes esferas do Judiciário e do Ministério Público.
A liminar fixa prazos para que tribunais e Ministérios Públicos estaduais interrompam o pagamento dos penduricalhos com fundamento em leis estaduais, num período de 60 dias. Para os casos de benefícios instituídos por decisões administrativas ou atos normativos secundários, o prazo é de 45 dias para suspensão dos pagamentos.
“O pagamento de quaisquer verbas, após os prazos acima assinalados, em desconformidade com a presente decisão consubstanciará ato atentatório à dignidade da justiça e deverá ser apurado no âmbito administrativo-disciplinar e penal, sem prejuízo do dever de devolução de tais valores”, afirmou o ministro na decisão.
Em seu voto, Mendes apontou a existência de um “enorme desequilíbrio” nos penduricalhos pagos atualmente. O ministro lembrou que a Constituição determina que magistrados recebam 90% do subsídio dos ministros do STF, que representa o teto do funcionalismo público, o que faz com que reajustes nos salários da Corte impactem automaticamente a remuneração dos juízes em todo o país.
Segundo o relator, a regra constitucional foi criada para garantir a independência do Judiciário, evitando que a definição dos salários da magistratura dependa de decisões políticas nos estados. Nesse contexto, Mendes argumentou que não é compatível com o caráter nacional e com o princípio da isonomia do Judiciário permitir que cada tribunal crie, por decisão administrativa, ato interno ou projeto de lei estadual, novas verbas indenizatórias para seus membros.
O ministro também destacou a dificuldade de fiscalização da criação dessas verbas, o que, em sua avaliação, reforça a necessidade de uma regra única em todo o país.
A decisão de Mendes segue orientação semelhante a atos do ministro Flávio Dino, que no início de fevereiro determinou que os Três Poderes revisem e suspendam os penduricalhos ilegais do serviço público, ou seja, aqueles sem fundamento legal específico. Na última quinta-feira (19), Dino também proibiu a publicação de atos ou novas leis que tentem garantir esses benefícios.
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 24 Fev 2026
- 10:31h
Foto: Reprodução Redes Sociais
Antes de partir para Abu Dhabi, onde terá nesta terça-feira (24) uma reunião de trabalho com o líder dos Emirados Árabes Unidos, o xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou com a imprensa sobre a concretização de um possível acordo Mercosul-Coreia do Sul. Segundo Lula, “se tudo der certo”, o acordo será concluído ainda neste ano.
Em Seul, Lula se reuniu com o presidente sul-coreano Lee Jae-Myeung, e teria ouvido dele que o país está interessado em fazer avançar as negociações com o Mercosul.
“Eu fiz lembrar a ele que é importante que, neste instante que se discute a pauta do unilateralismo, a gente volte a discutir esse acordo. Ele se mostrou muito interessado e se tudo der certo podemos concluir esse acordo ainda este ano”, declarou Lula a jornalistas em Seul.
O presidente Lula disse também que fez um convite ao seu colega sul-coreano para visitar o Brasil, provavelmente em julho ou agosto deste ano. Nessa eventual visita oficial, a pauta principal das conversas será costurar esse acordo multilateral entre o Mercosul e a Coreia do Sul, com objetivo de reduzir tarifas comerciais entre os países e agilizar processos aduaneiros.
Na sua visita a Seul, o governo brasileiro fechou uma série de acordos com a Coreia do Sul. Um dos acordos, voltado para a integração produtiva e incentivo ao comércio entre Brasil e Coreia do Sul, foi firmado durante visita do líder petista à Casa Azul, residência oficial do presidente sul-coreano Lee Jae-Myeung.
O compromisso entre os dois países compreende uma série de áreas, desde o fomento do comércio digital à cooperação sanitária, mas o destaque vai para o desenvolvimento do setor de minerais críticos. A ideia principal do acordo é buscar o compartilhamento da tecnologia sul-coreana com o Brasil, embora o compromisso firmado não tenha estabelecido obrigações ou prazos entre as partes em nenhum dos setores de cooperação.
O que ficou acertado foi a criação, por parte dos dois países, de grupos de trabalho compostos por ministros de Estado. Esses grupos formarão a Comissão Bilateral sobre Relações Comerciais, que se reunirá uma vez por ano ou quando as partes definirem um momento apropriado.
Na conversa com os membros do governo sul-coreano, Lula deu enfoque ao potencial brasileiro de reservas de minérios críticos e afirmou que busca parcerias para desenvolver o setor de processamento dos materiais no Brasil.
Foto: Divulgação
A organização da Caminhada para Jesus 2026 acaba de anunciar mais uma grande atração para o evento. O cantor Fabrício Mattos é o terceiro nome confirmado no evento, chegando para somar em um momento de adoração e louvor ao Senhor Jesus. Será um momento único de caminhada, união e fé. Convidamos a todos para vir com a família e adorar a Jesus conosco.
Além de subir ao trio para agitar o evento com suas canções de louvor e adoração, Fabrício Mattos carrega um papel ainda mais especial na realização da caminhada. O cantor é o idealizador do evento, estando à frente da organização desde as primeiras edições e trabalhando ativamente para que a Caminhada para Jesus se tornasse uma das maiores manifestações de fé da região.
Camisas personalizadas e sorteio de prêmios
Além da programação musical, a Caminhada para Jesus 2026 já está comercializando as camisas personalizadas do evento. A peça se tornou um verdadeiro símbolo de identificação e pertencimento entre os participantes, sendo usada durante o percurso.
Outra novidade que já está a todo vapor é a venda de cupons que darão direito ao sorteio de diversos prêmios no dia do evento.
Seja um voluntário e ganhe sua camisa; Quem quiser ir além e contribuir ativamente com a organização pode se inscrever como voluntário na venda dos cupons. A iniciativa é simples: o voluntário que vender um carnê com 50 unidades ganhará gratuitamente a camisa oficial da Caminhada para Jesus 2026.
Os interessados em comprar cupons, garantir a camisa ou atuar como voluntários podem entrar em contato diretamente com a produção pelo telefone: (77) 99978-7786.
Não perca a oportunidade de fazer parte desse grande movimento de fé. Prepare seu coração, sua camisa e venha caminhar para Jesus em 2026!