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- por Fernando Duarte
- 18 Out 2021
- 07:47h
Foto: Jade Coelho/ Bahia Notícias
Enquanto ACM Neto parece ter achado no mote da segurança um calo incômodo para os petistas, o adversário dele na corrida pelo governo na Bahia, Jaques Wagner, já define algumas estratégias para rebatê-lo. Uma delas é o argumento de que, há época do antigo PFL no Palácio de Ondina, os investimentos na área minguavam. Ainda que haja um problema básico de deslocamento temporal, em 2006, os índices e a forma como a violência e o crime se comportavam eram bem diferentes de agora. Mas isso não é algo que não possa ser trabalhado do ponto de vista de comunicação e recaia sobre o passado do carlismo.
Essa batalha entre os tempos pré-petismo e os 16 anos petistas na Bahia caminha para ser um dos principais pontos a ser explorado nesses momentos de pré-campanha oficial. É quando os adversários vão conhecer os terrenos e identificar quais temas podem render mais votos. E tanto ACM Neto quanto Wagner sabem disso e vão dosando calmamente quais "estradas" vão seguir. Por isso, até o primeiro semestre do próximo ano, esses assuntos virão e sairão de cena, numa espécie de termômetro. É também uma batalha de nervos, quando as provocações vão vir de todos os lados, na expectativa de que algo desestabilize o outro lado.
A fala de Wagner sobre o MDB estar "insatisfeito" ao lado de Neto é um exemplo disso. Os emedebistas não escondem a sede de poder, ainda que estejam longe de ser protagonistas, porém o encolhimento do partido na Bahia não pode ser creditado exclusivamente à aliança com o ex-prefeito de Salvador. Ainda assim, o ex-governador fez essa associação, simulando que os aliados ao seu lado - leia-se PSD e PP - cresceram, e os aliados dos adversários teriam encolhido. É como se os contextos desses crescimentos não importassem e a simples formação de alianças fosse crucial para determinar o tamanho dos partidos. Não, não é. Mas a mensagem bem comunicada pode ter impacto nas relações políticas e é essa a aposta.
Outro tema recorrente será a nacionalização da disputa. Há bastante tempo o PT, especialmente, tem tentado carimbar o selo de bolsonarista em ACM Neto. Até aqui não funcionou, porém não deve ser um esforço em vão. Tanto que o próprio Wagner sinalizou que quem decide se a temática nacional será preponderante na eleição é o povo, um artifício bem comum para justificar a pauta. Como o ex-governador é automaticamente associado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lançar Jair Bolsonaro no colo do ex-prefeito é uma aposta muito clara dos adversários dele.
Ainda é cedo para cravar que essas estratégias vão persistir até outubro de 2022. No entanto, acompanhá-las é um ponto importante para entender os próximos passos dos principais candidatos ao governo baiano. Os nomes estão postos e, por enquanto, não há sinais de que a polarização local terá uma outra candidatura com musculatura política para desbancá-los, principalmente na escolha dos temas que aparecerão na campanha.
- Bahia Notícias
- 14 Out 2021
- 12:28h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13) o texto-base de um projeto que muda o cálculo da tributação sobre os combustíveis. A proposta determina que o ICMS cobrado em cada estado será calculado com base no preço médio dos combustíveis nos dois anos anteriores.
Para finalizar a votação os deputados ainda precisam analisar os destaques, ou seja, sugestões alteração no texto principal. Após a finalização a matéria irá para o Senado.
Como destaca uma publicação do G1, atualmente o ICMS aplicado nos combustíveis tem como referência o preço médio da gasolina, do diesel e do etanol nos 15 dias anteriores em cada estado. Ou seja, a cada 15 dias, a base de cálculo muda – e passa a incluir a oscilação recente no preço.
Ao ampliar esse período de referência para dois anos, os defensores da medida afirmam que seria possível reduzir a volatilidade nos preços cobrados nos postos.
De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), apoiador do texto , a mudança permitirá a redução do preço da gasolina em 8%; do etanol em 7%; e do diesel em 3,7%.
- Bahia Notícias
- 13 Out 2021
- 15:42h
Foto: Casa Civil / Rafael Carvalho
Após a fusão entre DEM e PSL ser concretizada formando o União Brasil, a nova sigla deve perder seus dois ministros do governo Bolsonaro. Membros das duas legendas indicam que Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Trabalho) devem migrar para outro partido devido à conjuntura política em seus estados nas eleições de 2022. A informação é do jornal O Globo.
Ainda de acordo com as informações, dirigentes também dão como certa a filiação do ministro da Justiça, Anderson Torres, que tem dito que pretende se candidatar ao Senado. Torres participou do evento de fusão entre DEM e PSL.
Apesar de ter apoio do União Brasil para continuar na legenda, a ministra Tereza Cristina pode deixar o partido em função do cenário político do Mato Grosso do Sul.
No caso de Onyx Lorenzoni, o ministro do Trabalho tem incomodado integrantes do União Brasil com a insistência para que o partido apoio o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Integrantes do União Brasil acreditam que o ministro deve se filiar ao mesmo partido de Bolsonaro.
- Bahia Notícias
- 12 Out 2021
- 12:08h
Foto: Priscila Melo / Bahia Notícias
O PSB da Bahia emitiu nota informando que vai analisar a situação do prefeito de Mundo Novo, Dr. Adriano na próxima reunião da Executiva Estadual. Neste domingo (10), o gestor declarou apoio a candidatura de ACM Neto (UB) ao Governo do Estado (veja aqui).
O comunicado foi assinado pela deputada federal e presidente do partido no estado, Lídice da Mata. O PSB faz parte da base de apoio ao governador Rui Costa (PT) e deve continuar a aliança para as eleições de 2022.
- Bahia Notícias
- 08 Out 2021
- 18:08h
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribui a Ciro Nogueira e Flávia Arruda, ministros do Centrão dentro do Planalto, ataques discretos mirando sua derrubada.
Segundo publicação do Metrópoles, Ciro, Flávia e outros membros do Centrão discordam de diversos pontos da política econômica, considerados inegociáveis por Guedes.
De acordo com conversas do ministro com interlocutores, os dois teriam propositalmente deixado suas convocações prosperarem na Câmara e no Senado, sem articulação para impedir.
- por Raquel Lopes e Mateus Vargas | Folhapress
- 07 Out 2021
- 18:16h
Foto: Ministério da Saúde
A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, registrou boletim de ocorrência por suposta ameaça feita por João Lopes de Araújo Júnior, chefe de gabinete do ministro Marcelo Queiroga.
Conhecida como "capitã cloroquina" pela defesa ferrenha do tratamento ineficaz para Covid, Mayra narrou à Polícia Civil do Distrito Federal que recebeu, em 25 de setembro, ameaças do auxiliar do ministro e acusações de tentar derrubar Queiroga.
O registro da ocorrência foi feito em 3 de outubro na Polícia Civil do Distrito Federal.
Com "voz sugestiva de descontrole emocional", segundo a secretária, o chefe de gabinete de Queiroga teria pedido para ela verificar mensagens que receberia.
Mayra disse que, na sequência, Araújo Júnior enviou uma série de mensagens acusando ela e o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, de articularem a demissão de Queiroga.
As acusações são feitas num momento de fragilidade de Queiroga. O ministro faz uma série de agrados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para se agarrar ao cargo e está isolado entre gestores do SUS.
Procurados, Mayra, Araújo Junior e a assessoria de Onyx não se manifestaram. O Ministério da Saúde e o Palácio do Planalto também foram procurados, mas não responderam até a publicação deste texto.
O registro feito por Mayra foi revelado pela CBN e confirmado pela Folha, que reproduz as mensagens com a grafia e na ordem apresentadas no boletim da polícia.
As mensagens foram enviadas a Mayra entre 18h18 e 18h41, segundo o BO. O chefe de gabinete de Queiroga teria dito:
"você esta tratamento coisas horríveis", "você esta cometendo um crime", "você não tem qualquer lealdade ao ministro."
Além disso, afirmou, segundo Mayra: "cuidado, sei da sua ligação com Onyx", "continue seu plano de derrubar o ministro", "eu sei todos os nomes envolvidos nessa tentativa de retirada do ministro", "nao ouse", "cuidado, você vai ver a mão de Deus sobre você".
A polícia civil encaminhou o caso à Polícia Federal, pois os envolvidos são servidores públicos federais, e o possível crime de ameaça teria ocorrido por causa das suas funções.
Segundo o BO, a secretária apresentou prints das conversas.
- Bahia Notícias
- 06 Out 2021
- 13:52h
Foto: Reprodução Youtube
A executiva nacional do Democratas aprovou a fusão com o PSL durante convenção do partido nesta quarta-feira (6), em Brasília. Os únicos votos contrários foram do ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzzoni e dos convencionais do Rio Grande do Sul.
Onyx criticou o fato de que o estatuto do novo partido não permite que membros com mandato tenham voto. Segundo ele, só terão esse direito quem fizer parte da executiva nacional.
“Nenhum partido brasileiro jamais teve isso na história do Brasil. No PSL e no PFL/DEM todos tem direito a vez e voto. A única coisa que estou pedindo é que reflita se está correto tirar o voto daquele que é reconhecido por ter voz", argumentou.
A união entre as siglas vai dar origem ao União Brasil, que deve ter a maior bancada da Câmara Federal com 82 deputados.
O ex-prefeito de Salvador e ACM Neto, que atualmente ocupa a presidência nacional do Democratas, deve assumir a secretaria-geral do novo partido. O presidente do PSL Luciano Bivar, deve manter o cargo no União Brasil.
- por José Matheus Santos e João Pedro Pitombo | Folhapress
- 05 Out 2021
- 18:08h
Foto: Montagem/ Bahia Notícias
À frente da corrida para 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) devem adotar uma estratégia semelhante e priorizar a eleição de senadores em detrimento das disputas de governos estaduais no próximo ano.
O objetivo é eleger uma bancada forte para dar sustentação ao governo no Congresso Nacional a partir de 2023, reduzindo a dependência de outros partidos e possibilitando a indicação de candidatos à presidência da Câmara dos Deputados e do Senado, cargos considerados chave para a governabilidade.
Para isso, petistas e bolsonaristas devem apoiar candidatos a governos estaduais de outros partidos e negociar para ocupar nas chapas a vaga de senador. Em 2022, haverá apenas uma vaga em disputa em cada um dos 26 estados e no Distrito Federal.
No caso de Lula, o Nordeste é a principal base para tentar fortalecer a bancada de senadores. A aliança entre PT e PSB pode lançar candidatos ao Senado em sete estados da região e alçar um suplente do PSB para a Casa.
Quatro governadores entram na disputa ao Senado na condição de favoritos: os petistas Camilo Santana (Ceará) e Wellington Dias (Piauí), além dos pessebistas Flávio Dino (Maranhão) e Paulo Câmara (Pernambuco).
Na Paraíba, o ex-governador Ricardo Coutinho rompeu com o PSB e se filiou ao PT com a intenção de ser candidato a senador com o apoio de Lula. Ainda há possibilidade de recondução de Jean Paul Prates (PT) no Rio Grande do Norte e de uma candidatura do PSB em Sergipe.
Em Pernambuco, além do governador Paulo Câmara, também disputam a vaga para o Senado com apoio de Lula os deputados federais André de Paula (PSD), Eduardo da Fonte (PP) e Silvio Costa Filho (Republicanos). O PT não descarta lançar a deputada Marília Arraes ou o ex-prefeito do Recife João Paulo.
Na região Norte, dois nomes são prioridade. O senador Paulo Rocha (PT) deve concorrer à reeleição no Pará, e o ex-senador Jorge Viana tentará voltar ao cargo no Acre após ter sido derrotado em 2018.
O assunto esteve na pauta da reunião desta segunda-feira (4), em Brasília, entre Lula e a bancada petista no Congresso. Na reunião, o petista reforçou a necessidade de ampliar a bancada de congressistas da legenda, inclusive no Senado.
"O presidente Lula falou sobre a necessidade de ampliar o número de deputados e senadores, inclusive procurando pessoas que têm uma certa dimensão para elas entrarem na disputa proporcional. Ele vai olhar também os estados onde o PT não vai ter candidato a governador se é possivel ter candidato ao Senado", disse o senador Humberto Costa (PT-PE).
"Hoje o predomínio do centrão é muito grande, e ele [Lula] não pretende ficar refém do centrão, tanto no Senado quanto na Câmara. A meta do PT é fazer 80 a 100 deputados, como já tivemos em outros anos. A meta de senadores para eleger ainda não foi definida, vai ser criada uma comissão de estratégia eleitoral do partido para definir isso", afirmou o pernambucano.
Os bolsonaristas, por sua vez, devem adotar a estratégia de sairem unidos em torno de um nome único nos estados.
Nos bastidores, aliados do presidente na região lembram que a eleição do Senado, apesar de majoritária, não tem segundo turno -diferentemente dos governos estaduais- e que uma unidade do eleitorado de Bolsonaro em torno de um nome pode fazer um contraponto aos nomes apoiados por Lula.
Em agosto, em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, Bolsonaro tornou pública a linha de estratégia que deve adotar para 2022 nos estados.
"Caso dispute a eleição, tenho interesse em uma bancada de deputado federal e de senadores. Interessa [eleger] governador? Interessa. Mas ficaria em segundo plano, até porque não consegui, até o momento, um partido para dizer que vamos disputar as eleições. O nosso compromisso é esse, deixo o governo do estado para segundo plano", disse.
Ao menos três nomes do círculo militar mais próximo ao presidente devem concorrer ao Senado em 2022: o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (sem partido) e o ex-superintendente da Zona Franca de Manaus Coronel Menezes (Patriota).
Pazuello pode concorrer ao Senado ou à Câmara dos Deputados e tem três opções de estados na mesa: o Rio de Janeiro, onde nasceu; o Amazonas, onde mora parte da sua família; e Roraima, onde foi secretário.
O vice-presidente Hamilton Mourão deve concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul, mas não descarta disputar o cargo no Rio de Janeiro.
Coronel Menezes, que é amigo próximo de Bolsonaro, vai concorrer ao Senado pelo Amazonas, onde deve polarizar a disputa com o senador Omar Aziz (PSD), presidente da CPI da Covid, e com o ex-prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio Neto (PSDB).
"A nossa pré-candidatura ao Senado faz parte de um pool de candidatos que o presidente tem escolhido em vários estados. Ele quer uma base forte no Congresso Nacional", afirma Coronel Menezes.
Ao menos seis ministros também miram o Senado na eleição do próximo ano: Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Fábio Faria (Comunicações), Tereza Cristina (Agricultura), Flávia Arruda (Governo) e Gilson Machado (Turismo).
Tarcísio de Freitas tem sido incentivado por Bolsonaro a concorrer ao Governo de São Paulo, mas deu indicações de que prefere tentar o Senado por um estado com forte ligação com o agronegócio, caso de Goiás e Mato Grosso.
Os ministros Fábio Faria (Comunicações) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), ambos do Rio Grande do Norte, têm planos de concorrer ao Senado e travam uma espécie de guerra fria pelo apoio do presidente em 2022.
Em Pernambuco, o ministro Gilson Machado Neto (Turismo) é pré-candidato a senador e quer assumir a cadeira do atual líder do governo, Fernando Bezerra Coelho, que diz não pretender disputar mandato eletivo em 2022.
Ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL) é o nome forte para concorrer ao Senado no Distrito Federal. Já a ministra Tereza Cristina, que deve trocar o DEM pelo PP na janela eleitoral, é pré-candidata em Mato Grosso do Sul.
Em Santa Catarina, o nome cotado é o do secretário nacional da Pesca, Jorge Seif Júnior (PL). Mas ele pode mudar de planos se o empresário Luciano Hang decidir se candidatar ao mesmo cargo.
Além de ministros, Bolsonaro também deve apoiar a reeleição de senadores como Roberto Rocha (sem partido) no Maranhão, Elmano Férrer (PP) no Piauí e Fernando Collor (Pros) em Alagoas.
Aliados do presidente derrotados em 2018 também querem tentar voltar ao Senado em 2022, caso de José Medeiros (Podemos) no Mato Grosso e Magno Malta (PL) no Espírito Santo.
Nos maiores colégios eleitorais do país, a tendência é que petistas e bolsonaristas tenham candidaturas próprias ao cargo de senador.
Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o PT tem como principais nomes os ex-senadores Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante. Já a deputada estadual Janaina Paschoal, hoje no PSL, pode mudar de partido para disputar o cargo, em um movimento de reaproximação ao bolsonarismo.
Em Minas Gerais, o deputado federal e ex-ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antonio (PSL) deve ser candidato ao Senado. Para polarizar com ele, o PT almeja a candidatura do deputado Reginaldo Lopes.
No Rio, os petistas querem lançar a deputada federal Benedita da Silva. O campo bolsonarista, por sua vez, está congestionado: além de Mourão e Pazuello, são pré-candidatos o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB) e o deputado Otoni de Paula (PSC).
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- Bahia Notícias
- 03 Out 2021
- 12:15h
Os eleitores de Firmino Alves, município localizado no território de identidade Médio Sudoeste da Bahia, vão às urnas e definem neste domingo (3) um prefeito e vice-prefeito. A cidade tem 4.667 eleitores aptos a votar na eleição suplementar, e poderão escolher entre duas chapas formadas pelos candidatos Fabiano de Jesus Sampaio (PDT), para a vaga de prefeito, e Isaac Barreto, para vice-prefeito ou Samuel Pereira (PSD), como prefeito, e Jackson Santos, na vaga de vice-prefeito.
A eleição foi convocada após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manter o indeferimento da candidatura de Padre Agnaldo (reveja).
Firmino Alves é um dos 19 municípios, em seis estados, que realizam eleições neste domingo para escolher seus novos prefeitos. Isso é necessário porque a Justiça Eleitoral acabou por impedir que a chapa eleita em 2020 exercesse o mandato.
As cidades que voltam às urnas neste domingo são: Firmino Alves (BA); Juazeiro do Piauí (PI); Goianésia do Pará (PA); Capoeiras e Palmeirina (PE); Paranhos (MS); Mendonça (SP), São Lourenço da Serra (SP), Mineiros do Tietê (SP), Guaíra (SP), Apiaí (SP), Campina do Monte Alegre (SP), Itaoca (SP), Piacatu (SP), Santo Antônio do Jardim (SP), Trabiju (SP), Anhembi (SP), Cajati (SP)e Angatuba (SP).
Os candidatos vencedores nas eleições suplementares devem ocupar o cargo até dezembro de 2024.
- Bahia Notícias
- 29 Set 2021
- 18:31h
Foto: Reprodução / DEM e PSL
As cúpulas do PSL e do DEM bateram o martelo a respeito do nome e do número do partido que resultará na fusão das duas siglas. O nome será União Brasil e o 44 será o número, deixando para trás o 25 do DEM e o 17 do PSL. A decisao ocorreu nesta quarta-feira (29), em Brasília.
A informação foi confirmada pelo Globo, e a formalização irá ocorrer na próxima quarta-feira (6), após executiva nacional do PSL autorizar por unanimidade a convocação de uma Convenção Nacional Conjunta do PSL e do DEM para deliberar sobre a fusão entre os dois partidos.
- por Julia Chaib e Danielle Brant | Folhapress
- 22 Set 2021
- 11:26h
Foto: Max Haack / Secom PMS
A executiva nacional do DEM decidiu nesta terça-feira (21) dar seguimento à fusão do partido com o PSL, num primeiro passo para formalizar o processo.
A união das siglas ainda precisa ser referendada em convenção nacional. A expectativa é que o encontro ocorra entre os dias 5 e 21 de outubro.
A decisão desta terça autoriza a convocação da convenção e foi tomada em votação por 40 a 0 pelos integrantes da executiva do DEM que estavam presentes. A direção tem 53 membros no total.
O PSL deve reunir a própria executiva para deliberar o assunto ainda nesta semana.
Segundo integrantes da cúpula do DEM, cerca de 80% dos estados estão com a estrutura resolvida em conjunto com o PSL. Ainda há, porém, impasse em alguns diretórios, como Acre, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro.
"Este foi o primeiro passo na direção de formalizar o processo de criação de um novo partido cuja base fundamental está na fusão do Democratas com o PSL", disse o presidente do DEM, ACM Neto.
"Hoje, a comissão executiva nacional do Democratas aprovou a autorização para que seja convocada uma convenção nacional do partido, que deve ocorrer entre 5 e 20 de outubro, provavelmente dia 5, e, aí sim, os convencionais vão apreciar o tema e confirmar o processo de fusão", explicou Neto.
A convenção reúne membros do diretório nacional, delegados e parlamentares do partido --cerca de 200 pessoas.
A ideia, segundo Neto, é que a as convenções do DEM e do PSL ocorram no mesmo dia para que seja anunciada a fusão. Depois de tomada a decisão, o processo precisa ser encaminhado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que seja criado de fato o novo partido.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o governador Ronaldo Caiado (Goiás), ministros do governo, como Onyx Lorenzoni (Trabalho) e Tereza Cristina (Agricultura), e o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) participaram do encontro e votaram a favor da fusão. Pacheco, considerado presidenciável, está sendo assediado pelo PSD e já foi convidado a se filiar à sigla. O DEM, com a fusão, tentará mantê-lo entre os quadros da sigla.
"A presença, hoje, do presidente Pacheco, governadores, ministros, prefeitos de capital, deputados, senadores, nós tivemos algo difícil de construir que foi uma aprovação unânime com a garantia de todas as principais lideranças do partido, conjuntamente, aprovando a decisão tomada. A presença de Pacheco é simbólica", afirmou o presidente do DEM.
Questionado sobre se ficará na sigla que pode ser criada, o presidente do Senado, se esquivou e disse que a questão "é maior que ele".
A expectativa do ex-prefeito de Salvador é que num primeiro momento, a provável futura sigla perca filiados e parlamentares que discordem da fusão, mas que novos nomes se filiem ao partido. Para ele, a fotografia da nova sigla ficará clara em abril, logo depois da janela partidária --período para troca de partidos--, que ocorre em março.
O objetivo, disse o dirigente, é que a provável futura sigla tenha papel relevante nas eleições presidenciais.
Uma das preocupações de integrantes do DEM é que as decisões na sigla a ser criada sejam tomadas de forma colegiada e não de forma unilateral pelo comando da futura legenda, que será comandada pelo deputado Luciano Bivar (PE), presidente do PSL. Neto será o secretário-geral do partido que resultará da fusão.
"O PSL é um grande corpo, mas o Democratas é um grande partido. Nossos valores e princípios vão balizar o futuro desta fusão", disse o presidente do diretório paulista do partido, deputado Alexandre Leite.
Segundo integrantes do DEM, um dos acordos é que toda decisão do novo partido será colegiada.
"É um movimento estratégico e político inteligente, que gera a maior bancada do Congresso Nacional e um papel de protagonismo no cenário para 2022", avaliou o líder do partido na Câmara, Efraim Filho (PB).
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- Redação
- 19 Set 2021
- 11:00h
(Foto: Reprodução)
A Câmara dos Deputados desembolsa, mensalmente, R$ 133.312,62 em pagamentos de aposentadoria para nove ex-deputados federais que tiveram mandatos cassados por envolvimento em esquemas de corrupção ou improbidade administrativa.
O levantamento foi feito pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, e aponta que três estavam envolvidos no Mensalão - esquema de compra de votos no Parlamento durante o governo Lula - e três no esquema dos Anões do Orçamento, que flagrou desvio de recursos da União. Os outros três foram cassados por improbidade administrativa ou irregularidades em campanhas eleitorais.
O pagamento, no entanto, não é ilegal. O benefício é abastecido com contribuições dos próprios parlamentares e parte com dinheiro público. Ainda de acordo com o levantamento, os valores pagos vão de R$ 8.778,38 a R$ 23.344,70. Atualmente, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é de R$ 6.433,57.
Cassado em setembro de 2005 por envolvimento no Mensalão, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, recebe o maior valor entre os deputados cassados. Ele foi condenado em 2012 a mais de sete anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
- Redação
- 06 Set 2021
- 17:21h
Apresentado em 2013, o texto foi aprovado pelo Senado e enviado à Câmara em 2017 | Foto: Reprodução
O projeto para acabar com o foro privilegiado completa nesta segunda-feira (6) mil dias travado na Câmara dos Deputados. A informação é da coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles.
Apresentado em 2013, o texto foi aprovado pelo Senado e enviado à Câmara em 2017. Em 11 de dezembro de 2018, foi aprovado pela comissão especial. Desde então, está pronto para votação do plenário da Câmara, sem sucesso.
A proposta pretende limitar o foro privilegiado a apenas cinco autoridades: ao presidente da República, ao vice-presidente e aos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.
- Gabriel Lopes / Francis Juliano
- 31 Ago 2021
- 15:42h
(Foto: BNews)
Alvo de xingamento e acusação do presidente da Câmara de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD), o prefeito da cidade, Colbert Martins Filho (MDB), disse que não responde a ataques pessoais. A fala do vereador e a resposta do prefeito ocorreram nesta terça-feira (31). O primeiro, no plenário da Câmara feirense. O segundo, durante evento com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, na capital baiana.
“Estou trabalhando com outras ações. Ataques pessoais não são para serem nem considerados. Ataques pessoais são para serem desconsiderados em razão do crescimento e desenvolvimento da cidade”, declarou Colbert Filho.
Antes, na Câmara de Feira de Santana, o presidente Fernando Torres se queixava de que o prefeito havia mobilizado dois jornalistas - não apontou os nomes - para soltar “informações falsas” sobre acusações contra Torres. Segundo o presidente, os processos foram arquivados porque não havia provas.
“Ladrão é ele que foi preso. Segundo a Polícia Federal, presidiário é o prefeito Colbert, ou não é? Eu vou ser processado por isso? Por chamar o prefeito de ex-presidiário?”, provocou. Em 2011, Colbert Filho foi um dos 38 alvos da operação Voucher.
Ele era secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo. Ainda em 2011, a Controladoria Geral da União (CGU) se manifestou pela inocência de Colbert Filho
- Redação
- 27 Ago 2021
- 17:48h
(Foto: Reprodução)
O ex-prefeito de Itabuna, Fenando Gomes (PTC), acusou deputados de cobrarem comissão para liberar emendas para municípios. A declaração foi feita no último sábado (21), durante entrevista para as rádios Interativa e Difusora de Itabuna.
“Quando fui deputado tinha homens de bem na câmara, esse congresso é diferente. Hoje deputado coloca emenda na cidade e quer comissão depois, na minha época como deputado isso não existia. Hoje tem deputado que pede de 20% até 50%, vai fazer obra como desse jeito?”, disse o ex-gestor.
Na ocasião, Gomes ainda afirmou que encerrou sua carreira na política. “Nem nomeado assumo cargo público” garantiu.
Em julho de 2020, o ex-prefeito causou polêmica após dizer em um vídeo das redes sociais que iria flexibilizar as medidas contra a Covid-19 em Itabuna e abrir o comércio da cidade “morra quem morrer”.
Nas eleições municipais, Gomes tentou a reeleição, mas ficou em terceiro lugar. Augusto Castro (PSD) foi eleito prefeito.