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Foto: Alan Santos/PR
A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, vai incluir no texto da reforma da Previdência, entre as propostas de idade mínima para aposentadoria no país, a preferida do presidente Jair Bolsonaro: 62 anos para homens e 57 para mulheres, que passaria a valer ao final do seu mandato, em 2022. Segundo um dos formuladores da reforma, esse limite de idade constaria da regra de transição, que poderá ser de 10, 15 ou 20 anos. Ou seja, ao final do mandato de Bolsonaro, mulheres poderiam se aposentar aos 57 anos e homens, aos 62. Mas a regra teria sequência após 2022. Ao final dela, a equipe de Paulo Guedes gostaria que homens e mulheres tivessem uma idade igual de aposentadoria, 65 anos. O presidente, porém, já defendeu uma idade diferente de aposentadoria, menor para as mulheres. Técnicos acreditam, porém, que essa proposta, apesar de já ter sido defendida pelo presidente, pode acabar não vingando, porque ela representaria, no curto prazo, um endurecimento das regras em relação à proposta do ex-presidente Michel Temer. Na do emedebista, a regra de transição previa também uma idade mínima de 62 para homens e 57 para mulheres em 2022, mas levaria cinco anos para atingir esse patamar. Agora, três anos. O texto da reforma está finalizado, faltando pequenos ajustes, e deve ser apresentado ao presidente Bolsonaro assim que ele deixar o hospital e voltar a despachar em Brasília. Existe uma possibilidade de o presidente voltar ao trabalho na sexta-feira (15). A equipe econômica segue com uma meta de garantir uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão num período de dez anos. Segundo técnicos do Ministério da Economia, a ideia é que as modificações que venham a ser definidas pelo presidente sejam feitas de forma a garantir essa economia mínima de recursos. A proposta de reforma da Previdência vai prever mecanismos de ajuste automático para garantir o equilíbrio do sistema no futuro, sem a necessidade de se aprovar uma nova emenda constitucional. Um desses mecanismos definirá que a idade mínima de aposentadoria que for definida será elevada quando subir a expectativa de vida do brasileiro. Está definido também que as contribuições previdenciárias serão maiores para quem ganha mais e menores para as faixas de renda mais baixas. A menor alíquota atual, de 8%, pode cair para 7,5%. E a mais alta subir para 14%.
Foto: Carlos Eduardo Alvim
O governo estuda rever a decisão de liberar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para as vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho (MG).O assunto está sendo analisado pela Casa Civil e pelos ministérios do Desenvolvimento Regional e da Cidadania. A decisão de liberar o saque foi anunciada três dias após o rompimento da barragem de rejeitos de minérios da empresa Vale na cidade mineira.Nesta segunda-feira (11), após reunião com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, o ministro Onyx Lonrenzoni, da Casa Civil, afirmou que o uso do FGTS neste caso não é justo para o trabalhador."Tem um aspecto muito importante. O FGTS é um recurso da pessoa, que ao longo da sua vida vai acumulando. Não é justo que um terceiro dê causa e a pessoa tenha que arcar com seu próprio recurso", disse o ministro após o encontro.Para o ministro, o prejuízo deve ser arcado pela empresa Vale, responsável pela barragem. "A própria AGU [Advocacia-Geral da União] vai ter que entrar nessa circunstância, porque vai ter que ser cobrado da Vale", afirmou.De acordo com a Caixa, seriam liberados até R$ 6.220 a cada morador da área atingida que tenha saldo no FGTS. Uma lei sancionada em 2004 permite o saque em casos de necessidade pessoal, cuja urgência e gravidade decorra de desastre natural.Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, "o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço não deve ser utilizado para esse fim justamente por ser um recurso do próprio trabalhador".Até este domingo (10), 17° dia de buscas por vítimas do rompimento da barragem, 165 mortes foram confirmadas e 160 pessoas seguem desaparecidas.Na manhã desta segunda-feira (11) o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, terá uma série de reuniões para discutir providências para a cidade de Brumadinho e as vítimas da barragem.Estão previstos encontros com os ministros Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura).
Foto: Guilherme Mazui/G1
Assim que se recuperar da cirurgia que retirou a bolsa de colostomia, o presidente Jair Bolsonaro vai chamar as bancadas e líderes de partidos para discutir os ajustes finais da reforma da Previdência.Segundo o blog apurou com ministros do governo, o presidente quer uma "conciliação" na questão da idade para a aposentadoria. A expectativa do Palácio do Planalto é a de que o presidente tenha alta no final desta semana. O vice-presidente Hamilton Mourão disse ao blog neste domingo (10) que conversou com o presidente e se surpreendeu com sua "rápida recuperação". "Até brinquei com ele que estava indo a um churrasco e ele: 'Poxa! Assim você acaba comigo, eu aqui no hospital!'", afirmou Mourão. Sobre a reforma da Previdência, Mourão disse que, quando o presidente conversar com as bancadas, o gesto dará uma "amaciada no terreno" para a aprovação da reforma. Na previsão dele, se houver uma “concertação” com os políticos, a Previdência estará aprovada em agosto – na Câmara e no Senado. “Precisa ter a articulação política e uma comunicação eficaz – não só para a população, mas para os congressistas, para aqueles que não entendem a realidade. É um problema de todos, a bomba está armada. Todo mundo precisa ajudar”, disse Mourão ao blog. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse à reportagem que ainda não há definição do relator da reforma da previdência na Casa.
Foto: Marcelo Brandt/G1
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.123 da Mega-Sena, realizado na noite destdeste sábado (9) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou e é estimado em R$ 10 milhões.Veja as dezenas sorteadas: 14 - 15 - 47 - 50 - 56 - 59. A quina teve 28 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 67.090,90. A quadra teve 2.301 apostas vencedoras; cada uma receberá R$ 1.166,29. O sorteio foi realizado às 20h (horário de Brasília) em São Paulo deste sábado e o prêmio estava acumulado em R$ 5,5 milhões.
- o Globo
- 09 Fev 2019
- 09:05h
O governo de Jair Bolsonaro (PSL) estuda plano de incluir na Reforma da Previdência – que é conduzida pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes – um dispositivo que permitiria que trabalhadores abram mão no ato da contratação de direitos como férias, FGTS e 13º salário, como aponta matéria do O Globo. Como a reportagem explica, esses direitos são considerados cláusula pétrea, não podendo o estado acabar com eles. A alternativa encontrada pelo governo seria dar condições para que o próprio empregado opte por abrir mão deles, ficando de fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A base legal que será usada para isso é a reforma trabalhista, vigente há pouco mais de um ano, que permite que o acordo entre patrão e funcionário prevaleça sobre o legislado. A intenção do governo com esse plano seria reduzir encargos para empregadores e estimular a geração de emprego, especialmente para os jovens, que também devem ser enquadrados no modelo de capitalização, no qual cada trabalhador contribui para sua própria aposentadoria.
Foto: Receita Federal/Reprodução
A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (8) as consultas a mais um lote de restituição do Imposto de Renda para pessoas físicas com as restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018. Consulte aqui sua situação. Um total de 142.698 contribuintes receberão R$ 401 milhões, de acordo com a Receita. Destes, R$ 204 milhões são referentes ao IR 2018, que serão pagos a 77.211 contribuintes. O pagamento será feito em 15 de fevereiro. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados. Nesta hipótese, o contribuinte pode fazer a correção pela entrega de declaração retificadora. A Receita disponibiliza, ainda, um aplicativo para tablets e smartphones para consultar as informações sobre a restituição do IR e a situação cadastral no CPF.
Resgate
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer o pedido pela Internet, mediante o Formulário Eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento pelo telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em seu nome, em qualquer banco.
Foto: Reprodução
Os brasileiros já pagaram R$ 300 bilhões em impostos desde o início de 2019. O valor foi atingido por volta das 8h desta quinta-feira (7), segundo cálculo do Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).O valor corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições. Este montante foi alcançado três dias mais cedo na comparação com o ano passado, quando a marca de R$ 300 bilhões foi atingida no dia 10 de fevereiro. Em nota, o presidente a ACSP e das Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, afirmou que este resultado é sinal de que a economia "começou um pouco mais aquecida em 2019”. Segundo Burti, o problema é quando o crescimento da arrecadação vem do aumento de alíquotas ou da criação de novos impostos. A cifra de R$ 300 bilhões, disse ele, reforça que a causa do problema fiscal brasileiro está nos gastos, e não da receita. Em 2018, o Impostômetro superou a marca de R$ 2,3 trilhões em impostos pagos pelos brasileiros no ano.
O Impostômetro
O impostômetro foi criado em 2005 e busca calcular o valor total de impostos, taxas, contribuições e multas que a população brasileira paga para a União, os estados e os municípios. O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro (www.impostometro.com.br). Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando com tributos e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.
- Fernanda Brigatti | Folhapress
- 05 Fev 2019
- 14:14h
O preço do botijão de gás de 13 quilos subirá a partir desta terça-feira (5) nas refinarias da Petrobras, em sua quarta alta consecutiva. De R$ 22,13 em abril do ano passado, o botijão passa a R$ 25,33. Esse é o preço na refinaria, para as distribuidoras.A previsão do Sindigás é que o preço para as distribuidoras aumente de 0,5% a 1,4%, dependendo do local. Como a definição dos preços é livre, o sindicato diz não ter como estimar o impacto do aumento nas revendas. Segundo a Petrobras, o preço do botijão na refinaria corresponde a 37% do custo para o consumidor final. A composição de preços ainda tem ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS/ Pasep e Confins. A participação da distribuição e da revenda corresponde a 44% do cobrado. Na semana passada, o preço médio do botijão de gás doméstico em São Paulo estava em R$ 67,58, segundo o levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), oscilando entre R$ 90 e R$ 50. Na capital paulista, a agência do governo encontrou revendedoras com botijão por R$ 50, nos locais mais baratos, até R$ 85, no mais caro.
OUTROS AUMENTOS
Desde a última sexta-feira (1º), o gás encanado fornecido pela Comgás também ficou mais caro em São Paulo. O aumento médio para consumidores residenciais variou de 8,58% a 11,33%. A concessionária atende 1,8 milhão de clientes na capital, Grande SP, Baixada Santista, Vale do Paraíba e região de Campinas. O reajuste foi autorizado pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) em deliberação publicada no "Diário Oficial" do estado. Foi o segundo aumento desde maio do ano passado. Segundo a Comgás, a autorização ocorreu devido à alta no custo do gás natural, que sofre influência do preço do petróleo e do câmbio. A empresa diz que suas margens seguem inalteradas. A Arsesp, em deliberação de 2012, prevê o ajuste no preço do gás sempre que houver "variação significativa no custo."
Foto: Brumado Urgente
A Petrobras anunciou aumento de 1,57% no preço médio da gasolina nas refinarias. Com isso, o preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,4758 para R$ 1,4990 para a partir desta terça (5), enquanto o diesel se manterá em R$ 2,0198. Na sexta-feira (1), a empresa reduziu em 0,99% o preço da gasolina e manteve inalterado o preço do diesel. No ano passado o governo anunciou fim do programa de subvenção do diesel instituído pela União. O programa de subvenção ao diesel havia sido criado pelo governo após a greve dos caminhoneiros, no fim de maio. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do combustível. A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho de 2017. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente. Em março de 2018, a empresa mudou sua forma de reajustes, e passou a divulgar preços do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias — e não mais os percentuais de reajuste. Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina comercializada nas refinarias acumula alta de 14,54% e o do diesel apresenta valorização de 48,94%, segundo o Valor Online. Nos postos, o preço médio da gasolina caiu 0,8% na semana do dia 2, para R$ 4,212 por litro, enquanto o valor diesel subiu para R$ 3,447 por litro, de acordo com o levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O governo pretende economizar R$ 209 milhões por ano com o corte de 21 mil cargos comissionados. Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o decreto com a reestruturação de funções e gratificações técnicas em toda a Esplanada dos Ministérios será editado ainda este mês. De acordo com a pasta, a iniciativa contribuirá para simplificar a gestão e enxugar a diversidade de cargos e comissões. O Ministério da Economia não detalhou a distribuição dos cortes por órgãos nem por tipos de cargos, mas informou que pretende extinguir algumas gratificações de legislação muito antiga, algumas que não estão sendo ocupadas e outras de baixo valor individual, que não representam função de chefia.A mudança não necessariamente significará que 21 mil pessoas serão demitidas. Isso porque a maior parte dos cargos em comissão é ocupada por servidores concursados escolhidos para chefias ou funções de confiança. Segundo o Ministério da Economia, o decreto pretende adequar a estrutura às necessidades da administração pública e evitar, no futuro, a ampliação dos gastos com a ocupação dos cargos que ficaram vagos e as gratificações que deixaram de ser pagas.
A tragédia que deixou até agora 121 mortos e 226 desaparecidos em Brumadinho, Minas Gerais, não resultará apenas em perdas bilionárias para a Vale. Deixou também sequelas na imagem de uma das empresas mais importantes do país. Pela segunda vez em pouco mais de três anos, a mineradora está o centro de um grave acidente. No fim 2015, o rompimento da barragem de Fundão, da sua controlada Samarco, deixou 19 mortos em Mariana, em Minas Gerais. No mercado financeiro, os estragos estão sendo contabilizados. A companhia perdeu R$ 51 bilhões em valor de mercado desde 25 de janeiro, data do acidente, até a sexta-feira (1º), segundo a Economatica. As principais agências de classificação de risco já pioraram a sua avaliação sobre a empresa: a Fitch rebaixou a nota de crédito da companhia, enquanto a Moody’s e a Standard & Poor's (S&P) colocaram o rating em observação negativa. O impacto do acidente para a reputação da Vale, no entanto, ainda não foi totalmente mensurado. Na terça-feira, manifestantes foram até a sede da empresa no Rio de Janeiro para protestar contra o acidente. Indício de que o caminho para uma eventual recuperação será longo. Os analistas indicam basicamente dois rumos para a Vale seguir. Primeiro, será preciso adotar ações corretivas, ou seja, dar o tratamento adequado para as vítimas, além de buscar medidas que minimizem o impacto ambiental. Segundo, estipular e cumprir as ações para prevenir futuros acidentes. "E dentro dessas duas ações a companhia tem de ter uma transparência muito grande na hora de comunicar as informações, como as companhias aéreas costumam fazer em casos de acidentes", diz coordenador do Centro de Estudos em Negócios do Insper, David Kallás. Depois do acidente, a Vale anunciou algumas medidas para tentar mitigar o impacto da crise na sua imagem. A companhia suspendeu o pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio (remuneração aos acionistas) e de remuneração variável (bônus) aos executivos da empresa e disse que vai eliminar barragens iguais às de Mariana e Brumadinho – são 10, segundo a empresa. Também se comprometeu a indenizar as famílias das vítimas. "Uma eventual melhora vai depender de essas ações se concretizarem", afirma Roseli Moreira Porto, professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (Eaesp/FGV). "A empresa tem de trabalhar a reputação. Se ela for sólida, a recuperação é mais rápida porque já há uma base boa."
- Primeira Hora
- 01 Fev 2019
- 13:01h
A Ford inicia em fevereiro a venda do EcoSport 2020 com a nova versão Titanium, que vem com design renovado e equipada com a tecnologia de pneus Run Flat, inédita na categoria – veja o vídeo. A linha continua a oferecer também as versões SE, FreeStyle e Storm. Apresentado no último Salão do Automóvel, o EcoSport Titanium 2020 foi um dos modelos mais comentados da mostra por renovar um dos elementos mais identificados com o design original do veículo. Sua nova traseira de linhas modernas e elegantes segue a tendência de SUVs de vocação mais urbana. “Os consumidores que quiserem um EcoSport completo agora têm a possibilidade de optar por uma versão mais urbana ou mais aventureira, de acordo com a sua preferência e perfil de uso”, diz Adriana Carradori, gerente de Produto da Ford. Essa renovação visual vem acompanhada de um recurso importante de segurança. Os pneus Run Flat, ou ZP (Zero Pressure), se caracterizam pelas laterais reforçadas que permitem continuar rodando mesmo se um deles perder totalmente a pressão, dentro de certos limites de distância e velocidade. Ou seja, em caso de furo o motorista é avisado pelo sistema de monitoramento de pressão dos pneus e não precisa interromper a viagem, podendo fazer o conserto depois, com segurança, no momento e local mais convenientes. O novo EcoSport Titanium vem com pneus Michelin ZP que podem percorrer até 80 km à velocidade de 80 km/h com pressão zero. Usando o kit de reparo que acompanha o veículo, essa distância é ampliada para 200 km, mantendo o mesmo limite de velocidade. Por essa razão, veículos equipados com a tecnologia Run Flat dispensam o uso de estepe, macaco e chave de roda.
Inovação
O EcoSport é o primeiro SUV no mercado brasileiro a trazer a tecnologia Run Flat, até então disponível somente em carros do segmento premium. Sua principal vantagem é a tranquilidade de não precisar parar o carro em situações que poderiam representar um risco à segurança. Equipado com o avançado motor 1.5 Ti-VCT Flex de três cilindros, de 137 cv, e transmissão automática de seis velocidades com teclas “paddle shift” no volante, o EcoSport Titanium 2020 também chama a atenção pelo conteúdo e preço extremamente competitivos. Por R$103.890, ele já vem com: teto solar elétrico, sete airbags, sistema de monitoramento de ponto cego e tráfego cruzado, painel “soft touch”, bancos de couro ecológico, sensor de presença para acesso inteligente e partida sem chave, central multimídia SYNC 3 com tela de 8”, faróis de xênon, luzes diurnas de LED, sensor de chuva e rodas de liga leve de 17”. O time de engenharia da Ford também desenvolveu uma nova calibração da direção elétrica e revisou os sistemas de suspensão e freios para garantir o desempenho, a dirigibilidade e a economia de combustível do EcoSport Titanium, que ficou 13 kg mais leve. Esse trabalho de refinamento envolveu também o conforto acústico da cabine, que continua a ser um dos melhores da categoria.
Tecnologia de segurança
Os pneus Run Flat são usados por veículos especiais e do segmento premium no mercado mundial. Eles estão presentes principalmente na Europa, além da China, América do Norte, Índia e África. Sua tecnologia avançada foi desenvolvida com foco na segurança. Durante o desenvolvimento do novo modelo, a Ford fez uma pesquisa com clientes para medir a sua aceitação e a maioria afirmou que se sentiria mais segura com essa tecnologia no veículo. “Durante o Salão do Automóvel em São Paulo, quando explicamos essa tecnologia para as pessoas, 72% disseram que comprariam o veículo devido à segurança que ele traz”, diz Adriana Carradori.
Linha completa
A linha EcoSport 2020 oferece uma gama completa de opções para o consumidor que busca um SUV moderno, completo e de personalidade. A versão de entrada a SE, com motor 1.5, já vem equipada com controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sistema de proteção anticapotamento, rodas de liga leve de 15” e central multimídia SYNC 2.5 com tela sensível ao toque de 7 polegadas. Seu preço é R$78.990 com transmissão manual e R$84.990 com a automática. O modelo FreeStyle, com motor 1.5 e acessórios de estilo diferenciado, acrescenta itens como ar-condicionado automático e digital, câmera e sensor de ré, bancos em couro ecológico e tecido e rodas de liga leve de 16”, por R$85.890 na versão manual e R$91.890 na automática. O EcoSport Storm é o único da nova linha equipado com motor 2.0, de 176 cv, e tração 4WD, além de transmissão automática e design exclusivo. Vem com capa de estepe rígida personalizada, teto solar elétrico e outros equipamentos da versão Titanium, por R$108.390. Outra vantagem da linha EcoSport 2020 é o custo de posse atraente, com preço competitivo de revisões, peças e seguro. As três revisões anuais do EcoSport Titanium, por exemplo, cobrindo o período de 36 meses de garantia, saem R$1.837 pelo sistema preço fixo da Ford. Além disso, como promoção de lançamento os clientes que financiarem o SUV pela Ford Credit podem contratar o seguro da Mapfre pela taxa de 2,01% do valor do veículo, o mais barato do segmento.
Foto: Claudio Vieira/Prefeitura SJC
Mesmo com o saldo de criação de vagas de emprego formal voltando ao campo positivo, a soma de pessoas trabalhando por conta própria ou no mercado informal seguiu acima da quantidade de empregados com carteira assinada em 2018. O número de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 3,8% (mais 427 mil pessoas) no 4º trimestre de 2018, frente ao ano anterior, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (31). Por outro lado, a quantidade de pessoas que trabalham com registro caiu 1% na comparação anual. Ao final de 2018, o Brasil tinha 33 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada (sem considerar empregados domésticos). Outras 11,5 milhões estavam atuando sem carteira, e outras 23,8 milhões, por conta própria. Os dados do Instituto Brasileiro Geografia Estatística (IBGE) desde 2012 mostram que o emprego formal foi ultrapassado pela soma entre postos sem carteira e por conta própria pela primeira vez em 2017. Desde então, a diferença só vem crescendo. Se considerados os trabalhadores domésticos, o total de empregados com carteira assinada passou a ser menor que o dos demais trabalhadores em 2015. O economista Sérgio Firpo, professor do Insper, explica que os números refletem a readaptação do mercado de trabalho após as perdas da crise, em meio a um cenário de recuperação mais lento do que o se esperava. “A timidez do crescimento da economia faz com que a gente não tenha o crescimento das vagas formais que a gente gostaria”, comenta o professor, acrescentando que o mercado ainda não conseguiu gerar vagas suficientes para que todos aqueles que perderam seus empregos durante a crise possam retornar ao mercado formal. “Tem vários trabalhadores que gostariam de estar no setor formal e não estão, mas a pessoa tem que se virar. E faz isso aceitando um emprego sem carteira ou tendo que trabalhar por conta própria”, diz Firpo. No entanto, o professor acrescenta que, apesar de se mostrar muitas vezes como alternativa ao desemprego, o crescimento do número de pessoas trabalhando por conta própria (ao contrário do trabalho informal) também pode apontar fatores positivos. “O crescimento de trabalho por conta própria só acontece porque tem alguma demanda. Ninguém vai montar um negócio se não tiver gente disposta a comprar. É um sinal de que a economia está se movimentando, mesmo que o crescimento não venha na velocidade que a gente gostaria.”
Foto: Murillo Gomes
Apesar da sensível queda do desemprego em 2018, o percentual de trabalhadores que contribuíam para a Previdência Social no setor privado foi o mais baixo dos últimos cinco anos – ajudando a aumentar o rombo do INSS. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro Geografia Estatística (IBGE).No ano passado, a média de pessoas ocupadas que fizeram contribuições regulares para o INSS foi de 63,5%, menor percentual desde 2013, quando estava em 62,9%. Em relação a 2017, houve uma leve retração de 1%. “Possivelmente, esse fenômeno que levou a menos trabalhadores contribuindo para a Previdência decorre do aumento da informalidade e da redução do número de pessoas com carteira assinada”, aponta o professor do MBA de Previdência da FGV, Gilvan Cândido da Silva. Mesmo com a queda do desemprego, que ficou em 11,6% no ano passado, a soma de pessoas trabalhando por conta própria e no mercado informal seguiu acima do total de empregados com carteira assinada em 2018. Enquanto o número de trabalhadores sem vínculo de emprego cresceu em mais de 400 mil entre 2017 e 2018, o contingente de pessoas com um emprego formal recuou em mais de 300 mil, na mesma base de comparação, de acordo com o IBGE.
- Taxa de desemprego entre jovens é o dobro dos números gerais
- 31 Jan 2019
- 15:48h
(Foto Ilustrativa)
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego entre os jovens no Brasil chega a ser o dobro da taxa geral: enquanto o número total de desempregados no país está em 11,6%, entre os jovens o percentual sobe para 26,6%. Buscando driblar esse alto índice de desemprego, os jovens estão enxergando no comércio eletrônico uma oportunidade: pesquisa realizada pela Loja Integrada - plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do país com 800 mil lojas criadas - mostra que mais de 30% dos e-commerces brasileiros são comandados por jovens entre 20 e 29 anos. Contrariando a crise econômica, o comércio eletrônico não pára de crescer e a expectativa é que o faturamento seja de R$ 69 bi em 2018, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Além disso, o setor é um dos que mais emprega, só em 2016 foram criadas mais de 700 mil vagas no e-commerce. Para Alfredo Soares, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada, é possível apostar no e-commerce sem correr grandes riscos. “Investir no comércio eletrônico é uma ótima oportunidade para as pessoas que estão desempregadas ou para quem deseja complementar a renda. Como o investimento inicial é baixo, o empreendedor pode começar o negócio com um pequeno estoque em casa, por exemplo”, explica.
E-commerce é aposta dos jovens
Em 2016, a jovem Daniela Rodrigues estava prestes a se formar na faculdade de Administração e, com apenas 23 anos, sofreu preconceito ao tentar entrar mercado de trabalho. “A pouca idade e a falta de experiência, combinadas com a crise econômica, acabaram fechando as portas para mim. Além disso, não tive nem oportunidade de estágio - que era obrigatório na faculdade. Diante disso, vi que era necessário ter um ‘plano b’, foi então que decidi abrir uma loja virtual”, lembra.
Negócio de nicho
Daniela amava maquiagens e optou por criar um e-commerce nesse segmento, assim surgiu a Make For Me - https://www.makeformestore.com.br/. Além de conseguir uma renda e driblar o desemprego, a jovem usou a gestão da loja como relatório para o estágio da faculdade. Seu diferencial é apostar em um púbico nichado - jovens com a mesma faixa etária dela e também fãs de makes. “A loja é focada na venda de maquiagens com preços mais acessíveis e busca sempre trazer novidades para os clientes, que, inclusive, são meninas com mesma faixa etária que eu, isso facilita muito o atendimento.” Segundo o especialista, as pessoas estão cada vez mais conectadas, confiantes e comprando pela internet. “A facilidade de montar uma loja virtual e a flexibilidade que o trabalho em casa proporciona são uns dos atrativos do e-commerce. Porém, para ter sucesso nas vendas é preciso planejamento, capacitação e dedicação, assim como qualquer negócio. No caso da Daniela, apostar em um nicho de mercado que se identifica foi uma estratégia certeira e pode ajudar a inspirar e dar mais motivação para o negócio”, ressalta Alfredo Soares.
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