BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

Mega-Sena acumula, e prêmio pode chegar a R$ 7 milhões

  • Da Redação
  • 30 Out 2014
  • 07:00h

(Foto: Reprodução)

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.648 da Mega-Sena realizado nesta quarta-feira (29), em Osasco (SP). No próximo sorteio, que vai acontecer no sábado (1°), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 7 milhões. Veja as dezenas: 15 - 16 - 18 - 20 - 22 - 48. A quina teve 98 acertadores e cada um vai levar R$ 17.711,66. Já a quadra pagará R$ 447,18 para cada um de seus 5.545 ganhadores.

STF autoriza que Dirceu deixe a cadeia e cumpra pena em regime domiciliar

  • (Agência Estado)
  • 29 Out 2014
  • 17:09h

(Foto: Reprodução)

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira, 28, que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu tem direito a cumprir em casa a pena a ele imposta no processo do mensalão. A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal deverá chamar Dirceu para uma audiência em que serão efetivadas as progressões de regime. Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão, Dirceu cumpre a pena desde 15 de novembro do ano passado no regime semiaberto, em que tem permissão para sair durante o dia para trabalhar em um escritório de advocacia e retornar à noite para a prisão. Agora que Barroso autorizou a progressão de regime, o ex-ministro terá direito a cumprir a pena no regime aberto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, opinou na semana passada de forma favorável ao cumprimento de pena de Dirceu em casa. No parecer, Janot citou o cumprimento do prazo estabelecido pela legislação, já com os dias de trabalho descontados da pena e o bom comportamento de Dirceu na prisão. 
 
 

Deputado quer pena de 8 anos para quem acusar candidato injustamente

  • TB
  • 29 Out 2014
  • 15:19h

(Foto: Reprodução)

As polêmicas geradas durante as campanhas presidenciais acerca de denúncias das mais diversas naturezas contra os candidatos, trouxeram à tona a necessidade de discussão da Proposta de Lei Complementar 43/2014, de autoria do deputado federal Félix Júnior (PDT-BA). Em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o projeto altera o Código Eleitoral para criar o tipo penal de ‘denunciação caluniosa com finalidade eleitoral’. Prevê prisão de até oito anos para quem acusar injustamente um candidato a cargo político, com o objetivo de prejudicar sua candidatura. A matéria aguarda designação de relator na CCJ. Atualmente a legislação pune a prática com detenção de seis meses a dois anos, o que permite a aplicação de penas alternativas e, eventualmente, sursis (suspensão condicional da pena). A pena prevista no projeto, de dois a oito anos e multa, será aumentada em um sexto se o autor do crime utiliza nome falso ou faz denúncia anônima. Se a acusação falsa for de contravenção, e não de crime, a pena é reduzida da metade.Félix Júnior destaca que é comum a ocorrência de “atos irresponsáveis” com finalidade eleitoral para violar ou manipular a vontade popular e impedir a diplomação de pessoas legitimamente eleitas. “Qualificando-se o crime e aumentando-se a pena mínima, tais práticas serão desestimuladas”, argumenta. A denunciação caluniosa pode ser caracterizada com acusação que leve a investigação criminal, processo judicial, investigação administrativa, inquérito civil ou improbidade administrativa. Também fica sujeito à punição aquele que, ciente da inocência do denunciado, publica ou divulga a calúnia por qualquer forma ou meio. 

Dilma afirma que anunciará até o fim do ano medidas para a economia; assista a entrevista

  • De Redação
  • 28 Out 2014
  • 06:22h

Presidente Dilma Rousseff (PT) durante entrevista ao 'Jornal Nacional' | Reprodução l Jornal Nacional

A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) defendeu na noite desta segunda-feira, 27, a consulta popular como essencial para se implementar a reforma política no País. Em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, Dilma disse ter certeza que essa consulta será possível, pois durante a campanha conversou com diversos setores que contribuíram com formas de se fazer um plebiscito. "O Congresso vai ter sensibilidade para perceber que isso é uma onda que avança", disse sobre a cooperação do Congresso Nacional com essa sua proposta, já que após as manifestações de junho do ano passado não teve apoio maciço dos congressistas para fazer a reforma através de consulta popular. Das medidas para tal reforma, citou a possibilidade de proibir doações de empresas, mantendo apenas doações privadas individuais - proposta que é defendida pelo PT. "Tem várias propostas na mesa, a oposição fala muito em fim da reeleição", afirmou, sobre a pauta que foi defendida por Aécio Neves (PSDB) e por Marina Silva (PSB). No início da entrevista, Dilma reforçou a mensagem de união que havia colocado no discurso de vitória de ontem. "Nessa eleição, mesmo com visões e posições contraditórias, os brasileiros apresentaram uma visão comum: a busca de um futuro melhor para o Brasil. Essa busca é a grande base para que tenhamos união." Como na entrevista que tinha dado poucos minutos antes à TV Record, Dilma disse que seu segundo mandato será da construção de pontes e do diálogo. Citou também a palavra "mudança" que pautou tanto o discurso da oposição como o dela própria, que usou o slogan "muda mais" durante a campanha. "Temos de ser capazes de garantir as mudanças que o Brasil precisa e exige. Isso fica claro nessas eleições", afirmou. A presidente disse estar comprometida em assegurar um País mais moderno, inclusivo e produtivo, mensagem que foi repetida por ela no fim da entrevista. Ela voltou também ao discurso de unir os brasileiros após o processo eleitoral, chamando ao "Brasil da solidariedade". "Acredito que, depois de eleição, temos que respeitar todos os brasileiros, os que votaram em mim e os que não votaram em mim; abrir e construir, através do diálogo, as pontes para que possamos juntos fazer com que Brasil tenha um caminho de crescimento, de futuro." Ela também afirmou que o seu governo focará na educação, na cultura, ciência e inovação. No aspecto social, destacou o olhar para a população mais pobre, mulheres, jovens e negros.

Veja 5 desafios a serem enfrentados pela presidente reeleita

  • Terra
  • 27 Out 2014
  • 19:04h

(Foto: Divulgação)

Nos próximos quatro anos, a presidente reeleita Dilma Rousseff mais uma vez terá que lidar com uma infinidade de problemas e desafios que o Brasil enfrenta, fazendo o possível para minimizá-los e resolvê-los. Ao longo da campanha eleitoral e, principalmente, no segundo turno, ela e o candidato pelo PSDB Aécio Neves debateram a respeito de diversos assuntos. O Terra, com a ajuda de cientistas políticos, elencou os cinco maiores desafios que o eleito terá que encarar. Assuntos das mais variadas áreas como inflação e crescimento econômico, corrupção, governabilidade, saúde e gestão de programas sociais tiveram um destaque especial durante toda caminhada eleitoral, e são eles os desafios do novo presidente. Confira os cinco desafios:  

Inflação e crescimento econômico
O baixo crescimento econômico e a alta da inflação foi, talvez, o principal assunto debatido nas eleições. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do País, atingiu em setembro, no acumulado em 12 meses, 6,75%, maior nível desde outubro de 2011, e tem se mantido acima do teto da meta do Banco Central, de 6,5%, desde agosto. No primeiro semestre deste ano, a economia entrou em recessão técnica, com o Produto Interno Bruto (PIB) contraindo 0,6% no segundo trimestre, após encolher 0,2% nos três primeiros meses do ano.
 
“A retomada do crescimento é um assunto mais sério do que a questão inflação. Ela está acima da meta, mas não é uma inflação descontrolada. Mas o mais grave é realmente a taxa de crescimento que é muito baixa, que produz a impossibilidade de você aprofundar as políticas sociais, manter o nível de emprego. Porém entendo que a inflação é uma questão sim. O governo vai ter que encontrar uma fórmula para conseguir baixar essa inflação sem comprometer ainda mais o crescimento. Vai ter que encontrar meio de incentivar o empresário a investir mais”, diz Claudio Couto, professor do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
 
Para o professor Milton Lahuerta, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), o futuro não será nada fácil na questão do crescimento econômico, já que o presidente terá que lidar com a crise energética. “Isso tudo se torna mais grave, porque vai ter um forte impacto no governo que é a necessidade de realinhar os preços da energia, como petróleo, álcool, diesel, principalmente da energia elétrica. Os preços estão administrados e estão defasados. As distribuidoras estão gastando muito mais do que recebendo. O governo não só dá dinheiro para essas empresas mas media um conjunto de empréstimos. Vai ter que ter reajuste e vai ter impacto na inflação”, afirma.
 

Corrupção
Em 2014, a corrupção não saiu da pauta eleitoral. Acusações por parte dos dois candidatos tomaram conta dos jornais e revistas, principalmente com os desvios de dinheiro envolvendo a estatal Petrobras e o PT e o esquema do Cartel do Metrô e trens em São Paulo, referente a membros do PSDB. Apesar das acusações, as investigações de ambos os casos ainda estão em curso e ninguém foi condenado.
 
De acordo com o cientista político Milton Lahuerta, da Universidade estadual Paulista (Unesp), o tema é um dos mais complexos. Para ele, os desafios envolvem mudanças institucionais, na cultura política.“De imediato, o que seria razoável para reduzir o tema é que os governantes tivessem maior zelo pelas instituições. (...) É um desafio que atormenta o imaginário da sociedade brasileira e por isso pode ser o maior, mas não o mais importante. Estamos vivendo uma espécie de moralidade elástica, mas, se tivermos a certeza de que não fomos descobertos, subornamos e aceitamos os pequenos subornos”, diz Lahuerta.
 

Governabilidade
Negociações com o Congresso Nacional são um grande desafio para os próximos anos. Há tempos uma eleição presidencial não foi tão disputada voto a voto. Apesar da polarização PT/PSDB, milhões de pessoas se mobilizaram e foram às ruas defender seu partido, evidenciando ainda mais o momento de “Brasil dividido”.
 
“Não vejo drama no que se refere a relação Congresso/presidente, mas penso que a campanha atual ganhou um contorno de ‘guerra santa’, instituindo uma ‘guerra civil’. Mas é totalmente artificial, deseducativo e que lamentavelmente há excesso dos dois lados. (...) Se o Aécio ganha vai haver vai haver proliferação de manifestações de rua e com atos que podem ser violentos. Se a Dilma ganha não vejo isso, mas se reproduzirá a lógica que agora é guerra e pau”, afirma Lahuerta, da Unesp.
 
O professor da FGV Claudio Couto não pensa da mesma maneira e acredita que haverá problemas nas relações com o Congresso. “Eu acho que o problema mais sério será o fato de o Congresso estar mais fragmentado, então será necessário negociar mais do que hoje. Tende a ficar mais difícil. O número de partidos aumentou e você vai ter que ter espaço para abrigar todo mundo no governo. Há também um âmbito de conflagração que foi construído no Brasil nos últimos anos e que é muito grande. A política é muito polarizada, de propagação de discurso de ódio por alguns setores da sociedade e de ilegitimação do adversário. Eu não vejo isso como uma preocupação de longo prazo, mas é um acirramento que pode se avolumar”, diz.
 

Saúde
Tema que gera bastante revolta e reclamação por parte da população, a saúde não deixou de estar nos debates e discussões entre os candidatos à presidência.
 
“É a área mais mal avaliada por parte da população. Claro que esse problema passa pelo volume de recursos, não é só o sistema. É preciso pensar em formas mais eficazes de gestão para que os recursos se tornem mais efetivos e a população possa ter acesso a um sistema de saúde que atende às suas necessidades e às suas expectativas. Mas sem uma reforma de gestão, acho muito difícil que isso ocorra”, diz Claudio Couto, da FGV.
 
Já para Lahuerta, o problema parte da qualidade do ensino nas faculdades de medicina. “Precisa sistematicamente trabalhar o tema, com a própria formação dos médicos. Como formar médicos com compromisso mais sólidos com a sociedade? Temos que formar melhores médicos. A medicina é necessária. Na formação tem que ter uma formação maior na dimensão social, investir em determinadas áreas do País, formar médicos com compromisso. É preciso um redesenho da área de saúde. O SUS tem que estar à altura das necessidades e expectativas da população”.
 

Gestão de programas sociais
A discussão sobre manutenção e mudança de programas sociais como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida, criados pelo PT, também foi pauta das eleições. Tucanos afirmaram ser os grandes idealizadores dos programas sociais, fato rebatido pelos petistas. A presidente Dilma, porém, reconhece que precisa aprimorar os programas, já que mais de 500 mil famílias extremamente pobres ainda precisam ser identificadas e inseridas no programa.
 
“O Bolsa Família avançou muito e tem um papel importante, mas é preciso que se transforme em política de Estado e não de governo, que tenha uma legislação definitiva, construção de uma renda mínima. Penso que esse seria o grande passo a ser dado. Em relação ao Minha Casa Minha Vida, foi um mecanismo de atacar de frente e estimular a própria indústria da construção civil. Economicamente, eles são importantes, geram emprego, dinamismo. Esses programas precisam ser aprimorados”, analisa Lahuerta, da Unesp. 

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João Santana, o baiano que é o mago da publicidade política

  • Brumado Urgente
  • 27 Out 2014
  • 09:40h

(Foto: Reprodução)

A presidente Dilma Rousseff tem de, neste segundo mandato, a ficar menos devedora do PT e de Lula. Devedora, se tivesse que ser, seria de João Santana, um vitorioso incontestável desta eleição. De acordo com informações publicadas pelo colunista Lauro Jardim, nesta segunda-feira (27), Santana soube desconstruir  adversários – como ninguém, aliás. Mas também soube construir. Num país com a economia estagnada, com indicadores preocupantes para 2015, com a crise energética batendo as portas, Santana conseguiu um milagre. De acordo com o Datafolha de quarta-feira passada, o otimismo do brasileiro com a economia voltou aos índices de 2007. Esse, sim, é o santo milagreiro da campanha petista.

Dilma agradece vitória e promete plebiscito em discurso

  • Bruno Porciuncula
  • 27 Out 2014
  • 06:14h

Dilma agradeceu ao ex-presidente Lula e cantarolou "olê, olê, olê, olá, Lula" | Ueslei Marcelino | Agência Reuters

Dilma Rousseff, candidata reeleita pelo PT, agradeceu aos brasileiros pela confiança em colocá-la mais uma vez como presidente. "Quero ser presidente muito melhor do que fui até agora. Quero ser uma pessoa ainda melhor do que tenho me esforçado para ser", disse. A presidente reeleita também prometeu um plebiscito com a população para discutir a reforma política. "Nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levarmos à frente a reforma política. Quero discutir este tema profundamente com o novo Congresso Nacional e com toda a população brasileira", disse. Antes de começar, Dilma agradeceu ao ex-presidente Lula e cantarolou, junto com os militantes, "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula". Ela aproveitou para agradecer "a militância combativa, a força dessa vitória".  Dilma também disse não acreditar em um País dividido. Ela conclamou os brasileiros a se unirem para um futuro melhor do País e do povo. "Em lugar de ampliar divergências, criar um fosso. Tenho forte esperança de que a energia mobilizadora tenha preparado um terreno para construção de pontes. O calor liberado na disputa pode ser transformado em energia construtiva de um novo momento do Brasil", afirmou. A presidente também garantiu que ia dialogar com todos os setores da sociedade e fortalecer o combate à corrupção. "Terei o compromisso rigoro de combater a corrupçao, fortalecendo as instituições de controle e propondo mudanças na legislação atual para acabar com a impunidade, a protetora da corrupção", enfatizou.

Que Deus tenha misericórdia do Brasil, diz Malafaia após vitória de Dilma

  • De Redação
  • 27 Out 2014
  • 05:53h

(Reprodução Twitter)

O pastor Silas Malafaia, presidente da igreja Assembleia de Deus, crítico ferrenho do Partido dos Trabalhadores (PT), foi para o Twitter fazer suas considerações sobre a reeleição de Dilma Rousseff (PT). Após elogiar a eleição de Pezão para governador do Rio de Janeiro, o líder disparou contra a ala petista. "Dilma venceu! Preparem-se porque os corruptos vão continuar reinando no Brasil!", disse. Em postagens seguintes, Malafaia diz que com a vitória de Dilma, quem perde é o Brasil e que "Deus tenha misericórdia do Brasil". No último dia 18, o pastor promoveu no Twitter uma campanha anti-PT e conseguiu levar o 'tuitaço' para os assuntos mais comentados do microblog.
 

Votação expressiva do Nordeste para Dilma Rousseff gera manifestações racistas

  • Da Redação
  • 27 Out 2014
  • 05:37h

(Reprodução)

A expressiva votação do Nordeste favorável à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo (26) provocou uma enxurrada de manifestações de agradecimento e de críticas à região. Piadas, comentários racistas e manifestações de apoio deixaram os termos nordeste e nordestino entre os mais citados nos sites de redes sociais.

Com 95% das urnas apuradas, Dilma segue à frente de Aécio com 51,09%

  • 26 Out 2014
  • 20:11h

A presidente Dilma Rousseff (PT) vai garantindo sua reeleição com 51,09% dos votos válidos, contra 48,91% de Aécio Neves (PSDB). Até às 19h04, 95,6% das urnas foram apuradas.

José Aldo sofre, vence luta nervosa e mantém único título brasileiro do UFC

  • De Redação
  • 26 Out 2014
  • 10:00h

(Foto: Reprodução | Combate)

Não foi nada fácil, apesar de uma luta aberta e que empolgou o público. Mas o brasileiro José Aldo conseguiu vencer o norte-americano Chad Medes, por decisão unânime dos árbitros (triplo 49 a 46), e manteve o cinturão dos penas do UFC, o único do país na mais tradicional organização mundial de MMA. A luta no Maracanãzinho foi tensa, e mesmo tendo várias chances de nocautear e ter derrubado muitas vezes o rival, Aldo passou apuros. Caiu algumas vezes, sangrou e saiu com a cara inchada, no melhor estilo Rock Balboa. No quarto round, o brasileiro assustou pelo inchaço no olho esquerdo e deu a impressão que a luta poderia até ser interrompida. Mas conseguiu durar até o final e no intervalo foi feito o curativo. Conseguiu se manter até o final. "Foi uma luta dura e queria agradecer todo mundo, obrigado a todos. Sabia que uma hora eu iria conectar um bom golpe. Eu estava enxergando três na hora da luta. Aí pensei ´bom, aí vou no do meio que vou acertar." Antes do duelo, o amazonense chegou a receber algumas críticas pelas lutas táticas que fez em seus últimos três confrontos, muitas vezes apenas administrando a vantagem e buscando pontuar. Mas, nesta madrugada, foi agressivo do começo ao fim. Desde que Anderson Silva tomou o cinturão dos médios de Rich Franklin, em 2006, sempre o país teve algum dono de cinturão da maior organização de artes marciais mistas do mundo. O número chegou a ser até de quatro ao mesmo tempo (sendo um interino). Desde a histórica luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort, em 2011, estiveram no topo Spider, Mauricio Shogun, Junior Cigano, Renan Barão e o próprio Aldo, o único que se mantém até agora.

Está indeciso? Veja as principais propostas de Dilma e Aécio antes de decidir o voto

  • Da Redação
  • 26 Out 2014
  • 08:21h

(Foto: Reprodução)

As três semanas de campanha deste segundo turno das eleições presidenciais serviram para Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) reapresentarem algumas das principais propostas para o País. Além daquilo previsto no programa de governo, os candidatos abordaram outros temas importantes nesses últimos dias. As denúncias de corrupção na Petrobras pautaram a maioria dos debates e, para se defender, Dilma destacou ações do atual governo. Ela e Aécio propõem mudanças na legislação para tornarem mais rigorosas as punições a agentes públicos que enriqueçam de forma ilícita. O papel dos bancos públicos também dominou a troca de acusações entre os dois. Dilma acusa o adversário de diminuir a importância das instituições nos programas do governo. Aécio se defende e diz que vai fortalecer os bancos públicos. Em troca do apoio de Marina Silva (PSB), o tucano incluiu itens propostos pela candidata derrotada ao programa de governo dele. Ele teve que se comprometer com a reforma agrária e proteção das terras indígenas. A campanha petista tentou relacionar a imagem de Aécio ao fim dos programas sociais, como o Bolsa Família. Por diversas vezes, o tucano teve que reafirmar que vai dar continuidade a eles. A eficiência da máquina pública foi outro assunto abordado. Dilma destacou a abertura de concursos públicos para diversos cargos. Aécio promete enxugar o número de ministérios e “um governo de meritocracia”.

Datafolha e Ibope mostram Dilma à frente de Aécio

  • Marcos Venancio Lopes Machado
  • 25 Out 2014
  • 18:10h

(Foto: Reprodução)

Duas pesquisas divulgadas na tarde deste sábado, 25, mostram a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, à frente do candidato Aécio Neves, do PSDB. Pelo Ibope, Dilma tem seis pontos percentuais de vantagem, com 53% dos votos válidos contra 47% do tucano e estaria, de acordo com instituto, muito próxima da vitória. O Datafolha, por sua vez, coloca a petista com vantagem númerica 52% a 48%, mas em uma situação de empate técnico dentro do limite da margem de erro. As duas pesquisas foram contratadas pela Rede Globo, que divulgou os resultados por 17h30, no horário de Salvador. 

Aldo luta por título que resta ao Brasil no UFC

  • José Ricardo Leite
  • 25 Out 2014
  • 10:29h

José Aldo e Chad Mendes fazem encarada durante pesagem para o UFC Rio 5 | Foto: Reprodução UFC

Se o Maracanã viu há 64 anos uma frustração com o futebol, o seu "irmão menor" pode ver na madrugada deste domingo uma cena relativamente semelhante, em menor proporções, claro, mas com o MMA. O brasileiro José Aldo defende o cinturão dos penas do UFC contra o norte-americano Chad Mentes,no Maracanãzinho, no UFC 179, no Rio, e um revés pode fazer o Brasil não ter nenhum represente como campeão da entidade após oito anos. Desde que Anderson Silva tomou o título dos médios de Rich Franklin, em 2006, sempre o país teve algum dono de cinturão da maior organização de artes marciais mistas do mundo. O número chegou a ser até de quatro ao mesmo tempo (sendo um interino). Após a histórica luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort, em 2011, estiveram no topo Spider, Mauricio Shogun, Junior Cigano, Renan Barão o próprio Aldo, o único que se mantém até agora. Perder o último, e em casa, é algo que frustraria em muito a torcida que fez fila no fim de semana para ver o combate do amazonense radicado no Rio de Janeiro e que tem até torcida organizada na cidade. Mas, para ele, não existe pressão alguma a mais em função do que se passou com outros lutadores. "Não me sinto pressionado por isso, nem penso nisso de ser ou não o único brasileiro (com cinturão). Isso pra mim fica lá fora. Vou lutar como sempre lutei normalmente e deixo isso do lado de fora. Estou concentrado e nem penso nesse tipo de coisa. Meu foco é só no treinamento. Hoje não sinto responsabilidade nenhuma", falou o campeão.

Acumulada há seis sorteios, Mega-Sena pode pagar R$ 60 milhões neste sábado (25)

  • Uol
  • 25 Out 2014
  • 10:05h

(Foto: Reprodução)

O concurso 1.647 da Mega-Sena, a ser realizado na noite deste sábado (25) em Nova Venécia (ES), pode pagar R$ 60 milhões para quem acertar as seis dezenas. Há seis concursos, ninguém leva o prêmio principal.Se um apostador levar o prêmio sozinho, poderá se aposentar com uma renda de aproximadamente R$ 358,5 mil por mês, apenas investindo o prêmio em poupança. Ou se preferir poderá, com o valor integral do prêmio, adquirir 50 imóveis de R$ 1,2 milhão cada, ou ainda uma frota de 400 carros de luxo. No último sorteio, que aconteceu na quarta-feira (15), os números que saíram foram: 19 - 23 - 34 - 40 - 41 - 58.Ao todo, 126 apostadores acertaram a quina e ganharam R$ 39.714,43 cada um. Outras 10.700 pessoas acertaram os números da quadra e levaram R$ 668,09.A aposta mínima custa R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h do dia do sorteio em qualquer casa lotérica do país.