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Sete a cada dez brasileiros vão passar Réveillon no Brasil, estima MT

  • 05 Dez 2015
  • 07:02h

(Foto: Reprodução)

Os destinos turísticos do Brasil são preferência de sete entre dez brasileiros no Réveillon. De acordo com o Ministério do Turismo, a valorização da moeda estrangeira tem impactado nas reservas hoteleiras. "Esse é o momento do turismo, temos que aproveitar essa chance e mostrar que podemos oferecer a melhor experiência que o turista pode ter", afirmou o ministro Henrique Eduardo Alves. Em Salvador, a ocupação deve ser 10% maior este ano do que no mesmo período de 2014. O Réveillon da capital baiana será celebrado com cinco dias de shows, na Praça Cayru. A expectativa da prefeitura é reunir 1,2 milhão de pessoas durante a festa. Já em Natal (RN), há expectativa de 90% de ocupação a partir de 27 de dezembro, média que deve ser mantida até o carnaval. Entre os atrativos estão shows musicais, que acontecem na praia da Redinha e o Festival do Camarão, que celebra a culinária regional em 30 restaurantes da capital. O Rio de Janeiro também é apontado como um dos destino preferidos dos brasileiros, com cerca de dois milhões de visitantes no período festivo. A capital também é o principal destino de 45% dos estrangeiros que viajam a lazer no Brasil. 

Entenda como é a abertura do rito de impeachment

  • 04 Dez 2015
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

Horas depois da decisão do PT de votar contra ele no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que aceitou o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff formulado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal com o apoio dos partidos de oposição. Agora, será formada comissão especial integrada por deputados para analisar se a petista realmente cometeu crimes. A ação de Cunha foi considerada uma represália à decisão da bancada de deputados federais petistas de votar pelo prosseguimento da cassação de seu mandato. O peemedebista é alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara. Pela quarta vez, o Conselho adiou a votação que irá decidir se o processo seguirá adiante ou será arquivado. A próxima reunião do Conselho está marcada para terça-feira que vem, dia 8. 

 

INFOGRÁFICO: Entenda o que acontece a partir da abertura do rito de impeachment

Cunha contou que assinou à tarde o pedido de abertura de impeachment com base na tese de que Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal no atual mandato ao editar decretos de abertura de crédito sem autorização que somam R$ 2,5 bilhões. O presidente da Câmara rejeitou os outros quatro pedidos de afastamento da presidenta por problemas formais. Segundo Cunha, a decisão de acatar o pedido de impeachment foi de “natureza técnica”. “O juízo do presidente da Câmara é única e exclusivamente de mérito. A mim, não tenho nenhuma felicidade de aprovar este ato”, afirmou Cunha, em entrevista coletiva. “Infelizmente não consegui encontrar alguém que desmontasse a tese aceita hoje.”  Para o presidente da Câmara, Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e, por isso, a aprovação do projeto de lei que muda a meta fiscal de 2015 — ocorrida em sessão do Congresso Nacional à tarde — não corrige a irregularidade cometida. O texto da nova meta fiscal permite que o governo possa registrar um déficit de R$ 119 bilhões este ano, com o pagamento das chamadas “pedaladas fiscais.  O presidente da Câmara disse que havia 34 pedidos de impeachment e que ele rejeitou todas as denúncias que tratavam de fatos ocorridos em 2014. Antes, ele já havia rejeitado 27 deles, e hoje acatou um e rejeitou outros quatro. Ainda há dois pedidos pendentes de análise. “Meu posicionamento sempre foi não considerar atos de mandato anterior”, explicou. “O processo seguirá seu curso normal, com direito à defesa.” Mas se na entrevista coletiva o presidente da Câmara dos Deputados teve uma postura comedida, nas redes sociais ele comemorou a abertura do processo de impeachment. Na publicação do Facebook e no Twitter, Cunha disse que “as manifestações populares não foram em vão!” “Atendendo ao pedido das ruas, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acolheu o pedido de impeachment”, escreveu.

Oposição deve salvar presidente da Câmara

Com a deflagração do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá ser salvo da cassação no Conselho de Ética.  A avaliação é que, agora, o DEM e o PTB vão apoiar o arquivamento do processo. E para atrair os votos dos deputados federais do PSDB, o peemedebista fez questão de acolher o pedido apoiado pelo partido dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr e Janaína Paschoal. Em troca, Cunha aposta que o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), vai convencer os dois deputados tucanos no Conselho a mudar de posição e a votar pelo engavetamento do pedido de cassação. Os petistas classificaram a atitude de Cunha como “revanchismo” e “golpe”. No Twitter, o presidente da sigla, Rui Falcão, afirmou: “Golpistas não passarão. Não vai ter golpe. Dilma fica”.

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MS libera R$ 4,4 mi para estados e municípios afetados por rompimento de barragem

  • 04 Dez 2015
  • 13:38h

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O Ministério da Saúde (MS) autorizou o repasse de R$ 4,4 milhões para estados e municípios afetados pelo rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco. Em portaria publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (4), a pasta estabelece que o recurso será repassado em parcela única do Fundo Nacional de Saúde para Minas Gerais e 26 municípios do estado, além do Espírito Santo e três cidades capixabas. Como critérios para distribuição do valor, foram considerados a existência de desabrigados e desalojados, o risco de desabastecimento de água e a população dos municípios. O rompimento da barragem, em 5 de novembro, deixou mais de 600 desabrigados. Já foram confirmadas 11 mortes, e oito pessoas permanecem desaparecidas.

Dilma tem margem confortável contra impeachment, aponta levantamento

  • 04 Dez 2015
  • 09:49h

(Foto: Reprodução)

Se a votação sobre o impeachment no plenário da Câmara fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff manteria seu mandato, caso os deputados votassem segundo a avaliação das lideranças de seus partidos. O GLOBO ouviu nesta quinta-feira os líderes dos 17 maiores partidos da Casa. Segundo esse levantamento, Dilma teria hoje o respaldo de pelo menos 258 dos 513 deputados, 86 votos a mais do que os 172 necessários para se manter no poder. Segundo esse levantamento, a oposição contaria com 182 adeptos. Os votos dos 17 partidos cujos líderes aceitaram falar somam 454 parlamentares. Embora os números sejam absolutos, as certezas, como disse um deputado, são voláteis. Pelos cálculos dos líderes partidários, toda a oposição votará a favor do impeachment: DEM, PSDB, Solidariedade e PPS somariam 99 votos. Dos partidos governistas, PT, PCdoB e PSOL já se posicionaram em sua totalidade contra o impeachment. Junto com PDT e Rede, que disseram que vão caminhar na mesma direção, Dilma já tem cem votos garantidos.

 

PMDB ESTÁ DIVIDIDO

De todos os partidos ouvidos, só o PRB não quis fazer nenhum cálculo. Embora tenha um ministério desde o início do segundo mandato de Dilma (Esporte, ocupada por George Hilton), a infidelidade tem sido uma marca recorrente da sigla. A maior incógnita é o PMDB do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ). O líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), embora reticente em falar em números, tem uma estimativa:  — Eu diria que 60% dos peemedebistas são contra o impeachment, 20% a favor e outros 20% indefinidos. No PR, outro partido da base aliada, mas cujos representantes votarão contra a admissibilidade do processo para cassação do mandato de Cunha no Conselho de Ética, o líder Maurício Quintela Lessa (AL) disse que encaminhará o voto da bancada, de 34 parlamentares, contra o impeachment, mas já adianta que pelo menos seis parlamentares devem se manifestar a favor. No recém-criado Partido da Mulher Brasileira (PMB), o líder Domingos Neto (CE) estimou que dois terços da bancada de 20 deputados serão contra o impeachment, o que garantiria 12 votos para Dilma. O PSD, outro partido que comanda um ministério (Gilberto Kassab, das Cidades), calcula que um terço de seus representantes votarão contra a presidente. Mas um deputado da legenda tem outro cálculo. Na opinião dele, quando o processo chegar ao plenário, 80% do partido devem se posicionar a favor do impeachment. — Quem vai querer salvar o mandato da Dilma e depois nunca mais ser eleito? — questiona o parlamentar. O PDT, que ganhou o Ministério das Comunicações na reforma ministerial para garantir uma base mais sólida, disse que votará em peso com o governo. A bancada pedetista tem 18 deputados.

 

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Copa do Mundo com 40 seleções é pré-aprovada pela Fifa

  • 04 Dez 2015
  • 07:01h

(Foto: Divulgação)

A manhã desta quinta-feira (3) foi agitada em Zurique, capital da Suíça. Horas depois da operação que prendeu os presidentes da Conmebol, José Ángel Napout, e da Concacaf, Alfredo Hawit, em um hotel, o Comitê Executivo da Fifa se reuniu e aprovou por unanimidade um pacote de reformas que vinha sendo formulado desde maio, quando a primeira operação policial prendeu membros da entidade, entre eles o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, que aceitou a extradição e responde o processo em prisão domiciliar nos Estados Unidos.  A reunião foi aberta pelo camaronês Issa Hayatou, que apesar do clima de tensão citou a felicidade em aprovar as medidas. Entre as novidades, os executivos pré-aprovaram a ampliação da Copa do Mundo, que pode passar de 32 para 40 seleções participantes. O item vai passar por mais duas análise. Caso aprovado, o novo formado pode começar a valer a partir do Mundial de 2026.  Outras mudanças aprovadas foram o limite máximo de três mandados (12 anos) na presidente da entidade e a maior participação das mulheres na entidade, a ideia é de que a presença feminina seja de pelo menos 30% no órgão. Os executivos aprovaram também a divulgação anual dos vencimentos de todos os participantes do comitê e da diretoria.  Vice-presidente da CBF, Fernando Sarney foi o único representante Sul-Americano na reunião. Em comunicado ele afirmou que vai cumprir sua agenda mesmo após as prisões. 

Dilma diz receber com indignação aceitação de pedido de impeachment

  • 03 Dez 2015
  • 12:55h

(Foto: Reprodução)

Ao se manifestar sobre a aceitação do pedido de impeachment anunciado hoje pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a presidenta Dilma Rousseff disse há pouco, em pronunciamento no Palácio do Planalto, que recebeu a notícia com indignação, relembrando seu mandato é exercido com base em escolha democrática pelo povo. Segundo a presidenta, são “inconsequentes e inconsistentes” as ações contra ela. “Não paira contra mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público. Não possuo conta no exterior. Nunca coagi e nem tentei coagir instituições em busca de satisfazer os meus interesses”, afirmou. Ela rechaçou a possibilidade levantada pela imprensa de que poderia haver uma negociação por votos de membros da base governista no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados em favor da abertura de processo de cassação do presidente da Câmara em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment. “Eu jamais aceitaria ou concordaria com quaisquer tipos de barganha, muito menos aquelas que atentam contra o livre funcionamento das instituições democráticas do meu país, bloqueiam a Justiça ou ofendam os princípios morais e éticos que devem governar a vida pública.” Em um discurso breve no Palácio do Planalto, na presença de seus ministros que cuidam da articulação política, Dilma pediu tranquilidade e confiança nas instituições públicas. “Não podemos deixar as conveniências e os interesses indefensáveis abalarem a democracia e a estabilidade de nosso país. Devemos ter tranquilidade e confiar nas nossas instituições e no Estado Democrático de Direito.

Pedido de impeachment de Dilma toma conta das redes sociais

  • 03 Dez 2015
  • 11:02h

(Foto: Reprodução)

Durante a votação do projeto de lei que altera a meta fiscal nesta quarta-feira (2), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez o anúncio de que o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi acatado. "Não faco isso com nenhuma felicidade...o País passa por uma situação difícil, o governo passa por inúmeras crises, tanto política quanto econômica...Não causa felicidade a ninguém isso. Ao mesmo tempo, com a decisão, o processo tem de ser enfrentado. E, se for aceito, o Congresso soberano o enfrentará... Se não for aceito, vai ser um assunto que não vai mais ficar sendo debatido no País", afirmou o parlamentar em entrevista coletiva. Os 34 pedidos de impedimento de Dilma, número passado por Cunha, repercutiram de imediato na mídia e também pelas redes sociais. Cerca de uma hora após a declaração, às 19h, o termo Eduardo Cunha já era o terceiro mais popular nos Trending Topics brasileiros.

Congresso aprova projeto que muda meta fiscal de 2015

  • 03 Dez 2015
  • 08:04h

(Foto: Reprodução)

A sessão do Congresso destinada aprovou nesta quarta-feira (2) o projeto de lei que muda a meta fiscal de 2015. Neste momento, os parlamentares votam os destaques. O projeto altera a meta fiscal de 2015 de R$ 66,3 bilhões de superávit para R$ 119 bilhões de déficit e é considerado fundamental pelo governo para cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. A sessão começou com obstrução da oposição. Dois requerimentos dos oposicionistas, um para inversão da pauta e outro para inversão de preferência, foram rejeitados pelo plenário. O projeto deveria ter sido votado na última semana, mas a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a votação da Medida Provisória 688 fizeram com que a sessão fosse adiada para esta semana. Na terça (1º), os parlamentares limparam a pauta conjunta da Câmara e do Senado votando os quatro vetos que estavam trancando os trabalhos. No entanto, com a noite já avançada, o quórum não se manteve suficiente para a apreciação do projeto d elei. O ministro Nelson Barbosa está no Congresso para se reunir com o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) e trabalhar pela aprovação da mudança da meta fiscal. Um decreto de contingenciamento foi editado esta semana para tentar frear os gastos públicos enquanto a meta fiscal não é aprovada. Ele pode ter os efeitos suspensos após a aprovação do projeto.

Eduardo Cunha pode dar abertura ao processo de impeachment de Dilma nesta quarta

  • 02 Dez 2015
  • 17:01h

(Foto: Reprodução)

posicionamento favorável de deputados petistas à admissibilidade da investigação contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve resultar no início do processo que pode culminar com o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Circulam fortes rumores na tarde desta quarta-feira (2) de que Cunha deve instaurar o processo nas próximas horas, com a consequente publicação dos detalhes no Diário Oficial desta quinta (3). Segundo parlamentares próximos ao presidente da Câmara Federal, o peemedebista não admitiu a falta de articulação do governo para tentar inviabilizar o processo contra ele no Conselho de Ética. A sessão do órgão, prevista para começar às 14h desta quarta, foi encerrada minutos após o presidente da Conselho, José Carlos Araújo (PSD-BA), tentar dar prosseguimento à pauta, que incluía também a apreciação do parecer contra o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Com o encerramento da sessão, o processo contra Cunha só terá o parecer apreciado na próxima terça (8)

Congresso Nacional adia votação de projeto que altera meta fiscal

  • 02 Dez 2015
  • 10:29h

Foto: Ananda Borges/Câmara dos Deputados

O Congresso Nacional adiou para esta quarta-feira (2) a votação do projeto de lei que autoriza a mudança da meta fiscal do governo para este ano. Segundo a Agência Brasil, os parlamentares chegaram a começar uma votação para inverter a pauta, mas, por falta de quórum, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) decidiu encerrar a sessão e convocar outra para hoje às 12h. Caso o PLN 5/15 seja aprovado, o governo poderá fechar o ano com déficit primário de até R$ 119,9 bilhões. A mudança da meta fiscal também permitiria a suspensão do decreto que contingenciou R$ 10,7 bilhões e coloca em risco a realização de eleições por meio eletrônico no ano que vem. O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), acusou a oposição de estar obstruindo a aprovação do projeto.  “O país corre o risco de paralisar se não for votado o projeto de alteração da meta nesta semana”, afirmou o petista. Quando a sessão foi encerrada, 226 deputados tinham registrado presença no plenário e eram necessários, no mínimo 257. Ainda segundo a Agência Brasil, o líder da minoria na Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), defende que a oposição continue sendo feita, pois o governo é reincidente ao não cumprir a meta fiscal. “Foi assim no ano passado”, argumentou.

Lei que limita venda de ingressos de meia-entrada entra em vigor nesta terça

  • 02 Dez 2015
  • 08:09h

(Foto: Reprodução)

A lei da meia-entrada, publicada no Diário Oficial em 6 de outubro, começa a valer nesta terça (1º). Após dois meses de adaptação, uma cota de 40% limita a quantidade de ingressos que podem ser vendidos pela metade do preço para acesso a cinemas, teatros, casas de show e estádios de futebol. O benefício é permitido para estudantes, jovens de baixa renda com idades entre 15 e 29 anos e portadores de deficiência. Com a lei em vigor, a carteirinha padronizada do estudante passa a valer, o que torna o antigo documento emitido pelas universidades não mais aceito. Os alunos que ainda não possuem a carteira oficial devem solicitá-lo a órgãos representativos, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Diretórios Centrais dos Estudantes (DCE) e outros. No caso de jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos, a meia-entrada será permitida para aqueles que tiverem inscrição no CadÚnico, sistema que centraliza acessos aos programas sociais do governo. Além disso, eles deverão apresentar a Identidade Jovem, documento de identificação que será emitido pela Secretaria Nacional de Juventude. Já os portadores de deficiência, devem apresentar o cartão Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social ou documento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comprove direito á meia-entrada.

Sem aprovação de nova meta, governo só tem dinheiro até sexta-feira

  • Tribuna da Bahia
  • 02 Dez 2015
  • 07:01h

(Foto: Reprodução)

Em reunião com Dilma, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa foi enfático ao defender a necessidade de aprovação urgente da meta fiscal para 2015 no Congresso. Caso contrário, a partir de sexta-feira (4/12), o governo ficará paralisado, conforme explicação dada pelo ministro aos líderes da base. Barbosa disse sexta-feira é o prazo para o país “aguentar”. Caso contrário, “não haverá dinheiro para nada”. A orientação do Planalto é tentar votar tudo, mesmo que a sessão adentre a madrugada. Para ilustrar a gravidade da situação, Barbosa chegou a comparar com o chamado "shutdown" nos Estados Unidos ocorrido em 2013. O Brasil, segundo o ministro, estaria em situação semelhante. Esse "apagão" da administração pública implicaria em suspensão de serviços e não pagamento de credores.

 

Diante disso, na reunião, o governo adotou “prioridade zero” para a sessão marcada para esta noite, que terá que vencer a votação dos vetos pendentes, que trancam a pauta, para depois apreciar o PLN-05, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias deste ano, autorizando o governo a fazer um déficit de quase R$ 120 bilhões. Após participar de reunião com a presidente Dilma Rousseff, ministros da coordenação política e demais lideres da base, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), falou da estratégia traçada pelo Planalto. “A presidente considera que é essencial para o país e que aprovado o PLN-05 hoje pelo Congresso, imediatamente os efeitos do decreto de contingenciamento estão suspensos, portanto a normalidade institucional retoma e os pagamentos daauilo que é fundamental para não paralisar o país correm normal e naturalmente”, disse Guimarães. Na tentativa de retomar a normalidade, no entanto, o governo ainda esbarra na desarticulação da base após ter tido seu líder no Senado, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na semana passada pela operação Lava Jato, acusado de tentar atrapalhar as investigações. Além disso, outro obstáculo para o Planalto é a sessão do Conselho de Ética da Câmara, que deve votar o parecer do deputado Fausto Pinato (PRB-SP), que pede a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha espera lealdade dos três deputados do PT que fazem parte do colegiado e ameaça colocar em andamento um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Guimarães sustentou o discurso de que esses dois episódios (Cunha e Delcídio) não devem influenciar no trabalho do Congresso e apelou para o discurso já ensaiado no Planalto de que os problemas envolvendo os dois aliados são "internos do Congresso". 

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OAB discute se apoia impeachment da presidente Dilma

  • 01 Dez 2015
  • 15:32h

Rejeição das contas do governo de 2014 pelo TCU também deve ser analisada, diz Marcus Furtado

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ainda não tem uma posição fechada sobre o apoio a um eventual pedido de impeachment da presidenta Dilma Rouseff. Na última sexta-feira, 27, uma comissão formada por cinco conselheiros da Ordem emitiu parecer contrário ao impeachment, mas nesta terça-feira, 1º, o presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, disse que será recomendado ao Conselho Federal que aprecie a análise do pedido de impeachment, bem como a rejeição das contas do governo de 2014 no Tribunal de Contas da União (TCU). Para os dirigentes da Ordem, a entidade deve se debruçar também sobre outros fatos, como a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), ex-líder do governo no Senado.

 "O Conselho Federal é a instância máxima de decisão da OAB. Tenho convicção de que o colegiado tomará a decisão mais sábia sobre este grave assunto", disse Marcus Vinícius. Para o presidente da Seção da OAB no Paraná, Juliano Breda, a entidade não deve levar em conta apenas a recomendação da rejeição das contas feita pelo TCU. "Estaríamos deliberando em pouca parte do cenário todo. Entendo que a crise política tomou proporção gigantesca", destacou Breda. Já Marcos da Costa, presidente da Seção da OAB em São Paulo, ressaltou que a sociedade espera que a Ordem debata o tema com a grandeza e a dimensão necessárias. A reunião do Conselho Federal da OAB que vai decidir se amplia a análise da questão doe impeachment será às 16h30 em Brasília.

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CPF passa a ser emitido junto com a certidão de nascimento

  • 01 Dez 2015
  • 14:32h

(Foto: Reprodução)

Em ação inédita no país, foi lançado nesta terça-feira (1º) em São Paulo um novo serviço ao cidadão que permitirá a emissão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) no momento em que é feito o registro da certidão de nascimento. Por meio de convênio entre a Receita Federal e a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), os cartórios vão informar os dados do recém-nascido ou da pessoa a ser registrada pelo sistema online e, imediatamente, o número do CPF será repassado e impresso na certidão sem nenhum custo. De acordo com Marcelo Barreto, superintendente substituto da Receita Federal em São Paulo, a medida será estendida agora à tarde ao Rio de Janeiro e na quarta-feira (2) a todo o país. Ele lembrou que, atualmente, para ter acesso ao CPF os interessados têm de procurar um dos postos da rede conveniada (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e agências dos Correios) e pagar a taxa de R$ 7,00.

 

A partir de agora, o serviço passa a ser gratuito, “eliminando discrepâncias e facilitando a vida do cidadão”, disse Barreto. A medida, conforme o superintendente, é uma demanda antiga da sociedade e, por meio dela, a Receita poderá fazer um cruzamento da base de dados de forma segura, evitando eventuais tentativas de fraudes. “Todos saem ganhando com isso”, afirmou Barreto. Ele informou que, anualmente, são expedidos em São Paulo em torno de 500 mil CPFs. De acordo com ele, o governo pretende lançar no primeiro semestre do próximo ano a mesma sistemática para o caso de adolescentes que vão tirar o primeiro documento de identificação, o Registro Geral (RG), que é emitido pelas secretarias de Segurança Pública. A diretora da Arpen, Monete Hipolito Serra, que é registradora civil do Distrito de Jaraguá, na zona noroeste de São Paulo, informou que o novo serviço não causará qualquer impacto na rotina dos 836 cartórios do estado e que os cidadãos continuarão a receber o documento na hora da solicitação. “Essa medida vai agilizar a emissão para quem pretende, por exemplo, abrir um plano de previdência para o filho que acabou de nascer, em casos de doação de imóvel e inscrições em programas sociais ou ainda no acesso a remédios que são distribuídos de graça na área de saúde”, acrescentou.

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Patrões podem imprimir guia do FGTS do empregado doméstico hoje

  • 01 Dez 2015
  • 11:07h

Patrões podem imprimir guia do FGTS do empregado doméstico hoje (Foto: Reprodução/TV Bahia)

A partir desta terça-feira (1º), o empregador doméstico poderá emitir a guia para pagamento do FGTS relativo à antecipação da primeira metade do 13º salário. O documento vence no dia 7 de dezembro, junto com a guia de recolhimento das obrigações tributárias de novembro.  A primeira parcela do 13º tinha que ser paga ao empregado doméstico ontem. A guia poderá ser emitida no site usado para o pagamento de tributos do empregado doméstico (eSocial). O pagamento dos tributos sobre a segunda metade do 13º terá que ser feito somente em 7 de janeiro. Nesse caso, terá que ser recolhido não só o FGTS, mas os demais impostos e contribuições sobre todo o valor do 13º, como o INSS. A segunda metade do 13º salário tem que ser paga ao empregado até o dia 20 de dezembro. O patrão que não pagou até ontem - último dia do prazo - a guia referente a outubro terá que emitir novo documento, com multa  de 0,33% ao dia, no limite de 20% do salário pago, e juros conforme a taxa Selic. O cálculo do total a ser pago à Receita é calculado pelo próprio sistema.