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(Foto: Arquivo Pessoal/Paola Gimenez)
Buscando maneiras para lidar com a descoberta de três tumores aos 26 anos de idade, uma moradora de Santos, no litoral de São Paulo, passou a espalhar mensagens positivas pelos ônibus e ruas do município. Ao G1, a fotógrafa Paola Serafim Gimenez afirma que, além de ajudar a expor o que sente durante o combate ao câncer, a prática visa espalhar positividade para outras pessoas. A luta de Paola contra os tumores começou há cerca de 10 anos, quando a jovem, então com 16 anos, passou a sofrer com os sintomas. No entanto, ela só foi diagnosticada seis anos depois e, na ocasião, a doença, que anteriormente havia atingido seu intestino, já havia se espalhado para o estômago e para um dos ovários de Paola. "Foi um sofrimento muito grande. Eu sempre tive muita dificuldade em expor o que estava sentindo no momento. Quando estava internada, cheguei a ouvir coisas horríveis no hospital e durante as sessões de quimioterapia, como se eu tivesse um prazo de validade", desabafa a fotógrafa. Incentivada à leitura pela mãe desde quando era criança, Paola afirma que passou a escrever o que sentia em um diário como forma de expressar o que vivia durante o tratamento. "Para mim, escrever sempre foi a melhor forma de expor aquilo que passava pela cabeça, então eu sempre anotava tudo o que sentia".
(Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação)
A professora Milena Toschi de Andrade, 23 anos, foi enterrada usando seu vestido de noiva na manhã desta sexta-feira (1), às 9h, horário em que se casaria. Ela morreu após ser atropelada por uma moto a caminho do trabalho, em Francisco Morato, na Grande São Paulo, na quinta-feira (31). De acordo com Gustavo Toschi, 22 anos, primo de Milena, o enterro com o vestido foi uma homenagem. "Era o sonho dela se casar", disse. O corpo foi enterrado no Cemitério Municipal de Francisco Morato. O noivo Ivan Viana postou no Facebook que o casal estava feliz na véspera do casamento. "Me dói tanto saber que ontem estávamos tão felizes por nossas conquistas, por nosso amor ser tão grande, por saber que amanhã iríamos realizar o nosso maior sonho que era nos casar, felizes por nossa casinha estar prontinha para começarmos nossa vida juntinhos como você sempre dizia" (leia mais abaixo). Segundo o primo Gustavo, o local onde aconteceu o acidente não tem nenhuma sinalização e o atendimento médico demorou a chegar. Ela foi atropelada na Rodovia Manoel Silvério Pinto, na altura da Vila Natal e do bairro Água Vermelha. "Não tem nenhuma sinalização na via. Os carros pararam para ela passar, mas veio um motoqueiro pela lateral e acertou ela em cheio. Ela ficou cerca de 40 minutos no chão, convulsionando à espera do regaste", afirmou. De acordo com Toschi, a ambulância chegou somente com o motorista e sem equipe médica. "Não tinha ninguém para prestar atendimento", afirma ele. "Ela era uma pessoa maravilhosa, batalhadora, guerreira. Estudou na Universidade de São Paulo (USP). Saía de casa às 4h da manhã e chegava por volta das 23h30. Conseguiu se formar como pedagoga, e conseguiu passar em um concurso público. Estava muito feliz, tinha acabado de mobiliar o apartamento. Ia viajar amanhã para passar a lua de mel no Peru. Hoje faríamos um jantar em família para comemorar. Todos estavam muito ansiosos e felizes por ela. Eles formavam o casal mais lindo que eu já conheci", diz Gustavo. Para ele, a sinalização correta da via poderia ter evitado o acidente. "Nós estamos arrasados e revoltados, porque isso poderia ter sido evitado com uma sinalização adequada. É um total descaso. Já houve vários acidentes ali, várias mortes e nada e feito. Todos que moram aqui precisam atravessar para pegar o ônibus. Não temos outra opção." A Prefeitura de Francisco Morato afirmou, em nota, que reconhece o problema de sinalização na via, mas que o atendimento à vítima foi feito prontamente. "O Serviço de Assistência Médica de Francisco Morato (SAME) e a Prefeitura de Francisco Morato lamentam profundamente o acidente que vitimou a professora Milena Toschi. Informa que na ocasião da ocorrência, populares naturalmente desesperados, acionaram o Corpo de Bombeiros, que é o agente responsável pelo resgate na região. Identificando a gravidade acionaram o serviço de transporte local, a chamada foi registrada em livro de ocorrências às 06:35, a ambulância se dirigiu imediatamente, chegando ao local da ocorrência em 08 minutos. Imediatamente foi feita a remoção para o hospital de referência de trauma mais próximo, que fica a poucos metros do local do acidente, o Hospital Lacaz. Sendo registrado atendimento à vítima às 06:49. Ressaltamos que em relação à via, o município reconhece as condições e por isso já tem programado obra para reparos profundos na rodovia estadual Manoel Silvério Pinto. O projeto contempla o recapeamento de toda a extensão da via dentro do município, já licitado e contratado. O projeto também prevê redutores de velocidade e sinalização horizontal e vertical. O mesmo encontra-se aguardando liberação de recurso do Governo do Estado, por meio do Fumefi. Por fim registramos nosso respeito e a solidariedade a família", diz a nota.
(Foto: Reprodução)
Adélio Bispo, que esfaqueou o então candidato à presidência Jair Bolsonaro, recusou uma oferta da Polícia Federal para fazer uma delação premiada. Ele foi diagnosticado com uma doença mental e, por isso, é considerado inimputável pela Justiça. O Palácio do Planalto não quis se manifestar sobre o assunto. Adélio foi ouvido nesta quinta-feira (31), no presídio federal de Campo Grande pelo delegado da Polícia Federal em Minas Gerais, Rodrigo Morais. Ele é o responsável pelo inquérito que apura a existência de comparsas ou mandantes do ataque a Bolsonaro. Adélio Bispo repetiu que agiu sozinho, negou que o atentado tenha sido encomendado e não quis fechar um acordo de delação premiada por considerar que não tem nada a acrescentar às investigações. O processo principal foi concluído em julho. Adélio é comprovadamente o autor da facada, mas como foi diagnosticado com transtorno delirante persistente não pode ser responsabilizado penalmente. A Justiça determinou, então, que ele cumpra medida de segurança por tempo indeterminado. Atualmente ele recebe tratamento psiquiátrico no presídio em Campo Grande, para onde foi levado logo após o crime, em setembro do ano passado. O advogado Zanone Júnior passou a ser o responsável por Adélio Bispo perante à Justiça. É o curador. Adélio Bispo já pediu à Justiça uma transferência para um presídio estadual que fique mais perto da família em Montes Claros, Minas Gerais. O advogado Zanone Júnior é contra. Disse que teme pela vida do cliente. Ele também afirmou que vai deixar o caso e dar lugar a um defensor público. Logo depois da tentativa de homicídio de Jair Bolsonaro, Zanone Júnior se apresentou espontaneamente para defender o agressor, o que provocou questionamento sobre quem teria pagado os honorários. Zanone afirma que recebeu dinheiro vivo de um homem, frequentador da mesma igreja de Adélio, em Montes Claros, mas nunca o identificou. O presidente Jair Bolsonaro chegou a entrar em choque com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), quando pediu a quebra do sigilo telefônico da defesa de Adélio, com o objetivo de descobrir um suposto mandante do crime. Até hoje as investigações não indicaram a participação de terceiros.
- Bahia Noticias
- 01 Nov 2019
- 16:18h
(Foto: Reprodução)
Para marcar o início das ações relacionadas ao Novembro Negro, o governo do Estado lançou, nesta sexta-feira (1º), um vídeo publicitário que integra a campanha "Todas as vozes contra o racismo". "A Bahia é o único estado brasileiro que tem uma secretaria estadual para promoção da igualdade racial e vamos fortalecer, cada vez mais, nossas políticas públicas para lutar por reparação e igualdade", escreveu o governador Rui Costa (PT), em sua conta no Facebook. Ao longo do mês, o Governo do Estado, por meio de ações coordenadas pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), realizará e apoiará diversas atividades, tendo como ponto alto o 20 de novembro, instituído como Dia Nacional da Consciência Negra. O lançamento da programação será na noite desta sexta-feira, no Teatro Castro Alves, às 19h.
(Foto: Divulgação/Delta Tankers)
O petroleiro grego suspeito de derramar o óleo que causa o maior desastre ambiental nas praias do Nordeste se chama Bouboulina. Ele carregou 1 milhão de barris do petróleo tipo Merey 16 cru no Porto de José, na Venezuela, no dia 15 de julho. Zarpou no dia 18 com destino à Malásia.As informações sobre o navio, sua carga e trajetória foram fornecidos pela agência de geointeligência Kpler, a pedido do G1, com base nos dados da Operação Mácula, desencadeada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (1º). A embarcação Bouboulina passou a oeste da Paraíba em 28 de julho, segundo um porta-voz da Kpler.As investigações do governo brasileiro apontam que a primeira mancha no oceano foi registrada em 29 de julho, a 733 km da costa da Paraíba. As primeiras praias do país afetadas foram no município paraibano de Conde em 30 de agosto. O navio Bouboulina e a empresa grega dona da embarcação foram citados na decisão judicial que autorizou o pedido de busca e apreensão em escritórios no Rio de Janeiro. De acordo com os investigadores, 2,5 mil toneladas de óleo foram derramadas no oceano. A proprietária do navio é a Delta Tankers, fundada em 2006, mesmo ano de fabricação do navio. O G1 entrou em contato com a empresa e aguarda um posicionamento. "Nós temos a prova da materialidade e indícios suficientes de autoria. O que nos falta são as circunstâncias desse crime, se é doloso, se é culposo, se foi um descarte ou vazamento" - Agostinho Cascardo, delegado da PF no Rio Grande do Norte. De acordo com o delegado Agostinho Cascardo, a Marinha do Brasil apurou que, em abril, o navio grego ficou retido nos Estados Unidos durante 4 dias por causa de problemas no filtro de descarte da embarcação.
(Foto: Reprodução)
O Ministério Público do Rio de Janeiro aponta que a deputada federal Flordelis é suspeita de fraudar uma carta em que um de seus filhos confessa ter matado o pai, o deputado Anderson do Carmo. A informação foi divulgada pelo Jornal O Globo e confirmada pela TV Globo. Nesta quinta-feira (31), foram ouvidas, até as 20h, 22 testemunhas de acusação no processo em que dois filhos da deputada Flordelis, Lucas dos Santos e Flávio dos Santos, são réus. A audiência foi a primeira do caso, quatro meses e meio após o crime. Wagner Andrade Pimenta, mais conhecido como Mizael, filho afetivo da deputada e uma das 22 testemunhas de acusação, pediu para aguardar em local isolado até que fosse chamado à sala de depoimentos nesta quinta-feira. “Estou em busca da justiça. Hoje eu estou aqui por isso, creio que a verdade vai aparecer. Estão tentando jogar sobre mim uma culpa de um assassinato que não é verdade, que não fui eu, é uma farsa, e vai aparecer o verdadeiro mandante”, declarou Mizael. O advogado dele, Reinaldo Pereira dos Santos, disse que a medida era necessária para preservar a integridade física de Mizael, acusado de participação no assassinato em uma carta supostamente escrita pelo réu Lucas dos Santos de Souza. A parlamentar, em entrevista, já havia explicado que recebeu a carta das mãos da mulher de um preso. Na correspondência, ainda de acordo com o advogado, Lucas revela que Mizael teria oferecido a ele um emprego e um carro em troca de um “susto” na vítima, o pastor Anderson do Carmo. “A partir da divulgação dessa carta, que supostamente atribui a participação dele como mentor intelectual desse crime, achamos por bem acompanhá-lo para que se faça valer a justiça. E, principalmente, para que as provas que efetivamente constam do inquérito sejam validadas, até porque a autoridade policial já tem um entendimento relacionado à veracidade dessa carta supostamente escrita pelo réu Lucas. É basicamente não deixar que ele sofra alguma sanção ou corra o risco de ser indiciado”, disse Reinaldo dos Santos.
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Duas mulheres, de 18 e 30 anos, foram indiciadas por roubar e agredir um tatuador, de 34, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo informações da polícia divulgadas nesta quinta-feira (31), uma das mulheres já conhecia a vítima previamente e pagava as sessões de tatuagem com sexo. Inicialmente, ao registrar a ocorrência na Polícia Civil, o tatuador afirmou que não conhecia a mulher e que ela teria agendado uma sessão de tatuagem. A mulher chegou ao estúdio com uma colega e ambas praticaram o roubo, ameaçando-o com uma faca. Segundo a vítima, que também afirma ter sido agredida, elas teriam levado o telefone celular, cartão de memória, duas máquinas de tatuagem, um notebook e um tênis. De acordo com informações da polícia, ao longo da investigação, porém, o tatuador voltou atrás e disse que, na verdade, já conhecia uma das mulheres. Ambos haviam firmado um acordo de que o homem faria as tatuagens e a mulher pagaria o serviço com relações sexuais dentro do local de trabalho. Os encontros duraram cerca de três meses.
(Foto: Reprodução/RPC)
Com 61 anos, a técnica em enfermagem Ana Maria Pontelo Moreira engravidou e deu à luz um menino em Londrina, no norte do Paraná, na quarta-feira (30). Depois de cinco anos de tratamento, ela não desistiu do sonho de ser mãe. “É um sonho realizado. O tratamento não foi fácil porque tem que tomar hormônios, gasta bastante e também tem muita gente que não acredita. Estou muito feliz”, conta emocionada Ana Maria. Ana Maria diz que antes de decidir pela fertilização in vitro ficou na fila para adotar uma criança. Depois de se separar do marido, ela decidiu engravidar. “Como fazia muitos cursos, faculdade e trabalhava o sonho foi adiado. Mas, em 2014 comecei o tratamento de fertilização porque não tenho parceiro. A gestação foi tranquila, só tive um problema na coluna, mas fiz tratamento com ortopedista, pilates e fisioterapia. Tirando isso, foi tudo tranquilo”, diz Ana Maria. O bebê, chamado de Ian, nasceu com 47,5 centímetros e 3,4 quilos. O médico obstetra que acompanhou Ana Maria durante as 39 semanas de gestação explica que pela idade da técnica em enfermagem a gravidez poderia ser de risco. “Atualmente, a medicina dá essa opção. Antigamente, aos 40 ou 43 anos a vida obstétrica da paciente estava encerrada. Mas, agora as mulheres querem trabalhar mais, estudar mais, às vezes tem o segundo casamento. A medicina oferece a opção de fertilidade, está mais acessível e há faculdades que oferecem isso gratuitamente. Além disso, o pré-natal também evoluiu”, diz o médico João Cafaro Goes Filho.
(Foto: Reprodução)
Um torcedor do São Paulo foi espancado por um grupo de integrantes da torcida do Palmeiras, por volta das 23h desta quarta-feira (30), perto da estação Vila Clarice da CPTM em Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. Ninguém foi preso. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar a agressão. Vídeo gravado por câmera de segurança mostra o torcedor, de 43 anos, sendo agredido por cerca de 20 homens. Ele chega a desmaiar e, mesmo caído no chão, recebe chutes e golpes de barras de metal na cabeça. O vídeo mostra ainda um homem agredindo a vítima na cabeça mesmo desmaiada, sem defesa. Ainda de acordo com a PM, policiais foram chamados para atender a uma ocorrência de tumulto. Quando a viatura chegou ao local, os agressores tinham fugido. Antes disso, a CPTM informou que um grupo de torcedores do São Paulo invadiu a estação Vila Clarice e agrediu torcedores do Palmeiras (leia nota completa abaixo). Os times de futebol Palmeiras e São Paulo disputaram uma partida no estádio Allianz Park, na Zona Oeste de São Paulo, na noite de quarta. Outros dois torcedores do São Paulo também foram agredidos, mas foram liberados com ferimentos leves, mas as agressões não foram registradas pela câmera de segurança. De acordo com a polícia, o torcedor é integrante da Velha Guarda da Torcida Independente, do SPFC. Ele quebrou os dois braços e teve ferimentos na cabeça, mas já teve alta do hospital. Em depoimento, o homem disse que assistiu um jogo com amigos em um bar e, ao final da partida, foram de carro buscar um amigo na estação da CPTM . Ainda de acordo com o relato, desembarcaram muitos palmeirenses e os são paulinos correram, mas esse torcedor ficou para trás. O caso foi registrado no 33º Distrito Policial - Vila Mangalot.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta quinta-feira (31) a fala do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), sobre a possibilidade de um novo AI-5 caso a esquerda radicalize. O presidente lamentou a declaração de Eduardo e disse que quem fala em AI-5 "está sonhando". A possibilidade de um novo AI-5 foi mencionada por Eduardo em entrevista para a jornalista Leda Nagle, divulgada nesta quinta no canal dela no YouTube. A fala gerou reações contrárias de entidades da sociedade civil e de políticos. O Ato Institucional número 5 (AI-5), editado em 1968, durante a ditadura militar, é considerado a medida mais repressora do período. Resultou na cassação mandatos políticos e suspensão de garantias constitucionais. Ao deixar a residência oficial do Palácio da Alvorada, Jair Bolsonaro foi questionado se concorda com um novo AI-5 e se a possibilidade está em estudo. "O AI-5 já existiu no passado, em outra Constituição, não existe mais. Esquece. Vai acabar a entrevista aqui. Cobrem deles. Quem quer que seja que fale em AI-5, está sonhando. Está sonhando! Não quero nem que dê notícia nesse sentido aí", respondeu o presidente. Em seguida, os jornalistas perguntaram se o presidente vai cobrar o filho por causa da declaração sobre o AI-5. "Cobre você dele. Ele é independente. Tem 35 anos, se não me engano [...] Se ele falou isso, que eu não estou sabendo, lamento. Lamento muito", afirmou Bolsonaro.
- blog do Rodrigo Ferraz
- 31 Out 2019
- 11:11h
(Foto: Reprodução)
O hit “Caneta Azul, Azul Caneta” está fazendo sucesso nas redes sociais. Tanto que já ganhou, inclusive, fãs. O tatuador Diego Farias, do Body Art Studio, de Campina Grande, na Paraíba, divulgou em sua página no Instagram (@diegoxicopreto) foto de um cliente que resolveu homenagear a canção. O desenho foi feito na manhã desta terça-feira (29). Na imagem, além de uma caricatura do autor da música, aparecem duas canetas azuis. Ao BNews, o tatuador revela que não foi a primeira imagem inusitada que fez. “Ele é meu cliente e amigo e já é o segundo meme que tatuei nele. O primeiro meme foi o ‘Negão do Whatsapp’. Ele chegou no meu Studio querendo uma tatuagem mas não sabia o que fazer, daí dei a ideia, rimos muito, ele gostou e fizemos”, conta Diego. “Fiquei surpreso com a repercussão, não esperava que essa homenagem iria render tanto”.Diego espera que o sucesso de repercussão do desenho faça com que a tatuagem seja mais valorizada na cidade. “Se não trouxer movimento, que traga ao menos reconhecimento, pois a tatuagem aqui não é tão valorizada como em outros estados”. O hit composto pelo maranhense Manoel Gomes, conta a história da perda de uma caneta azul. O cantor e compositor é natural de Balsas, município que fica a 816 km da capital maranhense. No YouTube, onde foi hospedado originalmente no dia 18 de outubro, a música alcançou nada menos que 5 milhões de visualizações até o presente momento.
(Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro e mais 23 parlamentares pediram nesta quarta-feira (30) o bloqueio de repasses do fundo partidário ao PSL e o afastamento do presidente da legenda, Luciano Bivar. Conforme o documento, há elementos de ilegalidades cometidas na direção da agremiação. Os autores do pedido citam que o fundo partidário é composto de recursos públicos e só em 2019 o PSL terá direito a aproximadamente R$ 110 milhões. "Com isso, calha a responsabilidade de rigoroso acompanhamento das despesas do partido não somente pela Justiça Eleitoral", diz o documento. O pedido foi feito em representação à Procuradoria Geral da República (PGR). Não há previsão de data para o procurador Augusto Aras analisar a questão. Em documento de 30 páginas, o grupo afirma que o procurador-geral poderia entrar com ação no TSE ou em outros tribunais para averiguação das informações. A peça é assinada pelo advogado Admar Gonzaga, ex-ministro do TSE. Bolsonaro e os parlamentares já solicitaram ao próprio PSL a apresentação das últimas prestações de contas, mas frisaram que a resposta foi "dissimulada" e que houve tentativa de expulsão ou suspensão de parte dos políticos que assinam o pedido. Para o grupo, "a recusa em apresentar os documentos solicitados (...) já pode ser considerado indício de mau uso do dinheiro público" e que "a omissão e falta de transparência na prestação de contas é algo recorrente no partido". "É no mínimo prudente que os fatos aqui aduzidos sejam investigados com celeridade e, corroborado o indício, sejam tomadas providências cautelares para bloqueio de recursos e a sustação cautelar dos repasses do Fundo Partidário, além do afastamento cautelar dos atuais dirigentes sobre a gerência desses recursos públicos", diz o documento. Os políticos citam contas de outros anos que foram apresentadas pelo partido sem todos os documentos. "Assim, numa análise superficial, fácil verificar que o partido é recorrente em apresentar as suas contas de forma precária."
- Rede Brasil Atual
- 30 Out 2019
- 18:28h
(Foto: Reprodução)
O Ministério Público do Rio de Janeiro informou há pouco que porteiro que cita Jair Bolsonaro em seu depoimento mentiu. Segundo a promotora Simone Sibilio, a investigação do MP teve acesso à planilha da portaria do condomínio e às gravações do interfone. E o porteiro, de acordo com ela, teria interfonado para a casa 65 – e não para a casa 58, de Jair Bolsonaro. A entrada do ex-policial militar Élcio Queiroz teria sido autorizada por Ronnie Lessa, sargento aposentado da PM. Ambos são acusados do assassinato da vereadora Marielle Franco, do Psol, e do motorista Anderson Gomes, naquele mesmo 14 de março de 2018. Reportagem veiculada pelo Jornal Nacional na noite da terça-feira (29), com base no depoimento desse porteiro do condomínio Vivendas da Barra, apontou o registro de entrada de Élcio Queiroz. Na portaria ele teria dito que iria à casa de Bolsonaro, à época deputado federal. O porteiro teria interfonado e um homem com a mesma voz do presidente teria atendido e autorizado a entrada. Ainda segundo a reportagem do JN, o acusado teria ido em outra casa dentro do condomínio, a de Ronnie Lessa.
(Foto: Reprodução)
Em relação às ofensas que o presidente Jair Bolsonaro dirigiu à Globo, a emissora divulgou a seguinte nota: "A Globo não fez patifaria nem canalhice. Fez, como sempre, jornalismo com seriedade e responsabilidade. Revelou a existência do depoimento do porteiro e das afirmações que ele fez. Mas ressaltou, com ênfase e por apuração própria, que as informações do porteiro se chocavam com um fato: a presença do então deputado Jair Bolsonaro em Brasília, naquele dia, com dois registros na lista de presença em votações. O depoimento do porteiro, com ou sem contradição, é importante, porque diz respeito a um fato que ocorreu com um dos principais acusados, no dia do crime. Além disso, a mera citação do nome do presidente leva o Supremo Tribunal Federal a analisar a situação. A Globo lamenta que o presidente revele não conhecer a missão do jornalismo de qualidade e use termos injustos para insultar aqueles que não fazem outra coisa senão informar com precisão o público brasileiro. Sobre a afirmação de que, em 2022, não perseguirá a Globo, mas só renovará a sua concessão se o processo estiver, nas palavras dele, enxuto, a Globo afirma que não poderia esperar dele outra atitude. Há 54 anos, a emissora jamais deixou de cumprir as suas obrigações.
(Foto: Reprodução)
O ministro da Justiça, Sergio Moro, enviou ao procurador-geral da República, Augusto Aras, um pedido de instauração de inquérito para investigar o depoimento do porteiro do condomínio do presidente Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca. O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a registros da portaria do Condomínio Vivendas da Barra, onde mora o principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, Ronnie Lessa – é o mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa. O porteiro contou à polícia que, horas antes do assassinato, em 14 de março de 2018, o outro suspeito do crime, Élcio de Queiroz, entrou no condomínio e disse que iria para a casa do então deputado Jair Bolsonaro. Mas os registros de presença da Câmara dos Deputados mostram que Bolsonaro estava em Brasília no dia. No documento enviado a Aras, Moro diz que o porteiro pode ter se confundido ou ter sido manipulado por terceiros para prejudicar o presidente. "É ainda possível que o depoente em questão tenha simplesmente se equivocado ou sido utilizado inconscientemente por terceiros para essas finalidades", afirmou o ministro.No dia do crime, o porteiro trabalhava na guarita que controla os acessos ao condomínio. Às 17h10 da data do crime, ele escreve no livro de visitantes o nome de quem entra, Élcio, o carro, um Logan, a placa, AGH 8202, e a casa que o visitante iria, a de número 58. Élcio é acusado pela polícia de ser o motorista do carro usado no crime. O Jornal Nacional apurou o teor de suas declarações. O porteiro contou que, depois que Élcio se identificou na portaria e disse que iria pra casa 58, ligou para a casa 58 para confirmar se o visitante tinha autorização para entrar. Disse também que identificou a voz de quem atendeu como sendo a do "Seu Jair" – ele confirmou isso nos dois depoimentos. O porteiro explicou que, depois que Élcio entrou, ele acompanhou a movimentação do carro pelas câmeras de segurança e viu que o carro tinha ido para a casa 66 do condomínio. A casa 66 era onde morava Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle e Anderson.