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- Por Julia Chaib | Folhapress
- 26 Mar 2024
- 16:21h
Foto: José Cruz / Agência Brasil
Citado como pré-candidato à Presidência da República por integrantes da União Brasil, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), diz à reportagem que pretende trabalhar para viabilizar seu nome na disputa pelo Palácio do Planalto em 2026.
Para isso, ele admite ser importante contar com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível por oito anos e de quem voltou a se aproximar após afastamento durante a pandemia.
"Se realmente ele tiver condições de ser candidato, é indiscutível a liderança que ele exerce para poder ser candidato. Ora, não sendo ele, a minha trajetória de vida é exatamente no mesmo eleitorado do presidente Bolsonaro", afirma.
O governador avalia que Lula (PT) instiga o acirramento na sociedade. Caiado também defende a anistia aos envolvidos nos ataques do 8 de janeiro como forma de pacificar o país.
Atual governador de Goiás, foi reeleito no primeiro turno das eleições de 2022 com 51,81% dos votos. Foi deputado federal entre 1991 e 2014 e senador entre 2015 e 2018, quando pediu licença do cargo para assumir o governo goiano. Natural de Anápolis (GO), é médico e pecuarista.
- Bahia Notícias
- 26 Mar 2024
- 14:35h
Foto: Jamile Ferraris / MJSP
O Ministério da Justiça se prepara para desmobilizar os integrantes da Força Nacional que atuam na caçada aos dois fugitivos do presídio de segurança máxima de Mossoró. Os 111 agentes deverão voltar às suas atribuições de origem já na próxima semana, quando se encerra a prorrogação de 10 dias autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Desde 19 de fevereiro, homens da Força Nacional fazem varreduras nas matas e, também, fecham o cerco em rodovias com objetivo de impedir que Deibson Nascimento e Rogério Mendonça rompam o perímetro das buscas no Rio Grande do Norte. Apenas em diárias, o valor pago pelo MJ aos agentes já supera R$ 1,1 milhão.
As demais forças de segurança, tanto no âmbito federal quanto estadual, continuarão a caçada em solo potiguar. E uma outra frente, tocada pela Polícia Federal, ganha cada vez mais relevância.
TRABALHO DE INTELIGÊNCIA
A Polícia Federal investiga com quais pessoas Deibson Nascimento e Rogério Mendonça já entraram em contato. E esquadrinha, por meio da análise de diferentes dados, os possíveis paradeiros da dupla.
Embora a caçada “braçal” continue em andamento, há uma avaliação no governo de que, dada a extensão da região e a quantidade de cavernas, o desempenho do setor de inteligência será fundamental para o desfecho do caso.
Até o momento, seis pessoas já foram presas por suspeita de auxiliarem os fugitivos de Mossoró.
- Bahia Notícias
- 26 Mar 2024
- 12:31h
Foto: Reprodução Redes Sociais
Um navio cargueiro colidiu e derrubou a ponte Francis Scott Key, em Baltimore, nos Estados Unidos. O acidente aconteceu por volta das 1h30 desta terça-feira (26) (2h30, no horário de Brasília).
Com a colisão, a embarcação pegou fogo e acabou afundando. Além disso, diversos veículos caíram na água. As autoridades acreditam que pelo menos 20 pessoas podem estar no rio. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. Veja o vídeo que mnostra o momento que a ponte desaba:
De acordo com a Autoridade de Transporte de Mariland, todas as pistas foram fechadas em ambas as direções na ponte de 2,6km. As equipes de emergência procuram pelo menos sete veículos que caíram, de acordo com Kevin Cartwright, diretor de comunicações do Corpo de Bombeiros de Baltimore. Nesta época do ano, a água no rio Patapsco tem uma temperatura média de -1°C.
Ele garantiu que as equipes estavam trabalhando “metodicamente e com segurança” para garantir que “todos que operam aqui no local estejam seguros e que possamos progredir sem causar danos adversos a ninguém”.
“Nosso foco agora é tentar resgatar e recuperar essas pessoas”, afirmou Cartwright. Ele apontou que é muito cedo para saber quantas pessoas foram afetadas, mas acredita que é um “evento em desenvolvimento com vítimas em massa”.
NAVIO DE CINGAPURA
Após uma análise inicial, o chefe da comunicação dos bombeiros aponta que parecia haver “alguma carga ou retentores pendurados na ponte”, o que criava condições inseguras e instáveis e isso complicava a operação de resgate.
O navio cargueiro se chama Dali e tem 299, 92 metros de comprimento por 48,2 metros de largura. Ele viajava com a bandeira de Cingapura. A embarcação saiu às 1h de Baltimore (horário local) e seguiria para a capital do Sri Lanka, Colombo.
O Synergy Marine Group, gestor do navio, informou que todos os membros da tripulação, incluindo dois pilotos, foram encontrados. Não há relatos de feridos.
- Reportagem de jornal norte-americano revelou que Bolsonaro passou dois dias na Embaixada da Hungria, após ser alvo de operação da PF
- Mateus Salomão/Metrópoles
- 26 Mar 2024
- 10:26h
Foto:Reprodução / The New York Times
A estada de Jair Bolsonaro (PL) na Embaixada da Hungria dias após ter tido o passaporte retido pode complicar a situação jurídica do ex-presidente. A Polícia Federal (PF) investigará a permanência dele no local, e especialistas consultados pelo Metrópoles indicam que há riscos de implicações severas caso se configure o que puder ser interpretado como uma tentativa de fuga.
Ainda na segunda (25/3), dia em que a reportagem do The New York Times sobre o período que Bolsonaro passou na embaixada foi publicada, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou o ex-presidente a explicar, em até 48 horas, a razão da estada.
O jurista Nauê Bernardo Azevedo, professor de direito do Ibmec Brasília, afirma que, apenas com as imagens, não é possível dizer que Bolsonaro tenha tentado fugir do país. “Nós sabemos que a embaixada tem a posição de colocar uma pessoa como asilada política e isso pode dificultar que a lei a alcance. No entanto, é preciso um pouco mais de elementos diante da gravidade do que isso pode vir a representar”, avalia.
“Se ficar comprovado, efetivamente, que o ex-presidente buscou esse asilo político sem uma justificativa plausível, pode ser que se configure o elemento de prisão preventiva pela hipótese de ele estar buscando uma forma de evadir-se do elemento da lei”, explica o jurista.
O advogado e mestre em direito Rafael Paiva também considera que, para decretação de alguma medida contra Bolsonaro, seria necessária a comprovação da tentativa de fuga com mais elementos. “Precisa-se comprovar esse vínculo entre a estada de Bolsonaro na embaixada com a possibilidade de fuga”, alerta.
Ele explica que, conforme o Código Penal, é assegurada a liberdade até o trânsito em julgado de uma sentença condenatória. No entanto, a lei autoriza três possibilidades para decretação de prisão antes disso: quando o indivíduo ainda está praticando crimes em liberdade; quando está coagindo testemunhas ou destruindo provas; e quando há risco de fuga para evitar a aplicação da lei.
“O território de embaixadas não é um território estrangeiro, mas brasileiro. Porém, é um território que goza de uma certa imunidade, uma inviolabilidade, graças a tratados internacionais que o Brasil celebrou”, detalha. “Então, teoricamente, dentro da Embaixada da Hungria, Bolsonaro não poderia ser preso.”
Filmado na embaixada
Imagem divulgadas pelo jornal norte-americano The New York Times mostram que o ex-presidente Jair Bolsonaro esteve por dois dias na Embaixada da Hungria, em Brasília. Uma vez que a estada se deu quatro dias após ele ser alvo de uma megaoperação da PF, levantou-se a suspeita de que ele estaria buscando suporte estrangeiro para caso fosse alvo de um mandado de prisão.
As gravações, feitas pelas câmeras de segurança do local, mostram que o ex-presidente chegou à embaixada no dia 12 de fevereiro, uma segunda-feira. A estada durou até quarta seguinte, portanto, 14 de fevereiro. O jornal norte-americano contou ainda com imagens de satélite que mostram o carro de Bolsonaro no endereço.
À coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, Bolsonaro confirmou que esteve na embaixada. “Mantenho um círculo de amizade com alguns chefes de Estado pelo mundo. Estão preocupados. Eu converso com eles assuntos do interesse do nosso país. E ponto-final. O resto é especulação”, disse.
Os registros ainda mostram Bolsonaro acompanhado pelo embaixador Miklós Halmai. Diante da repercussão do caso, o Itamaraty cobrou explicações do representante húngaro, conforme mostrou a coluna de Guilherme Amado, do Metrópoles.
Defesa alega “fake news”
Em nota, a defesa afirmou que é de conhecimento público que Bolsonaro mantém bom relacionamento com o premier húngaro e que ele esteve hospedado na embaixada “a convite”.
Confira o posicionamento na íntegra:
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro passou dois dias hospedado na Embaixada da Hungria em Brasília para manter contatos com autoridades do país amigo.
Como é do conhecimento público, o ex-mandatário do país mantém um bom relacionamento com o premier húngaro, com quem se encontrou recentemente na posse do presidente Javier Milei, em Buenos Aires.
Nos dias em que esteve hospedado na embaixada magiar, a convite, o ex-presidente brasileiro conversou com inúmeras autoridades do país amigo atualizando os cenários políticos das duas nações.
Quaisquer outras interpretações que extrapolem as informações aqui repassadas se constituem em evidente obra ficcional, sem relação com a realidade dos fatos e são, na prática, mais um rol de fake news.
- Por Mônica Bergamo | Folhapress
- 25 Mar 2024
- 18:37h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Lula orientou o governo a tratar do caso Marielle Franco com sobriedade. Na opinião que o presidente expressou a ministros, o desfecho do assassinato, anunciado pela Polícia Federal, não é motivo de felicidade.
Pelo contrário, reforçou o petista. É razão de alívio, mas de tristeza pelo tamanho da tragédia e pela dimensão que ela carrega, já que as investigações confirmam que as razões da morte foram políticas.
Ao mesmo tempo, o presidente afirmou que é necessário valorizar o trabalho da Polícia Federal, que abriu inquérito para investigar o caso em fevereiro do ano passado e conseguiu apontar os supostos mandantes do homicídio em pouco mais de um ano.
Marielle morreu em 14 de março de 2018, e desde então as investigações se arrastavam, com inúmeras idas e vindas, hoje explicadas pelo envolvimento do então chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, no planejamento do assassinato.
Neste domingo (24), a PF prendeu três suspeitos de mandar assassinar Marielle e o motorista Anderson Gomes, além da tentativa de matar a assessora Fernanda Chaves, em março de 2018. Além disso, cumpriu 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Os três presos são o deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil - RJ), o conselheiro do TCE (Tribunal de Contas da União) do Rio Domingos Brazão, além do delegado Rivaldo Barbosa.
O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou à coluna que a prisão dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco é "uma vitória do estado brasileiro" e pode ser um "ponto de virada" para o combate à criminalidade no Rio de Janeiro e no país.
"O desfecho do caso, nesta etapa de se chegar aos mandantes, mostra que a criminalidade não vai ter vez, que haverá um combate permanente e que ela não prevalecerá", afirma o ministro.
Ele diz que a prisão pode ser um "fio da meada" que está sendo puxado para a solução de outros crimes e para o desmantelamento de organizações criminosas que atuam e se infiltram no Estado.
- Por Gabriel Lopes/Bahia Notícias
- 25 Mar 2024
- 16:35h
Foto: Divulgação / Câmara dos Deputados
Em análise desde o segundo semestre do ano passado, o futuro do aeroporto municipal de Jequié, no Médio Rio de Contas, na Bahia, já tem um indicativo no horizonte. Em outubro de 2023 técnicos da Infraero Aeroportos visitaram o terminal para avaliar a possibilidade de ampliação do atual aeroporto ou a construção de um novo equipamento de médio porte a nível regional. Em entrevista ao Bahia Notícias na semana passada, o deputado Leur Lomento Júnior (União), que tem base política em Jequié e participou da visita técnica, indicou que a topografia do município deve dificultar a instalação de um equipamento nesse molde.
Ainda segundo o parlamentar baiano, os gestores aguardam um parecer técnico conclusivo por parte da Infraero para que o martelo seja batido na questão. Além disso, Leur ressalta que outros municípios da região poderiam ter condições de receber a estrutura do aeroporto.
"Nós estivemos lá na cidade e levamos os técnicos da Infraero. Estamos aguardando um parecer técnico mais conclusivo no que diz respeito ao aeroporto da cidade, mas tudo leva a crer que devido a topografia difícil da nossa cidade, cercada por montanhas, você não tem condição de fazer um aeroporto de médio porte, que é o desejo de toda uma região. Hoje é um grande clamor em toda a nossa região com um aeroporto que possa fazer e operar voos regionais, trazer mais ligação da nossa região com o resto do Brasil", disse durante o bate-papo com a reportagem.
"Há algumas outras opções tanto na cidade de Jaguaquara, no entroncamento de Jaguaquara, como no sentido Manoel Vitorino e outras opções que teria condições de topografia melhor para se instalar um aeroporto regional. Mas nós estamos esperando", acrescentou.
E ainda falando sobre o município, o deputado comentou a expectativa para a eleição municipal de outubro em Jequié e seu apoio ao atual prefeito e pré-candidato a reeleição, Zé Cocá (PP). Leur Lomanto Júnior também falou sobre atuação em Brasília e possibilidade de instalação da "CPI da ViaBahia" no Congresso Nacional. Confira a entrevista na íntegra aqui.
- Por Idiana Tomazelli e Adriana Fernandes | Folhapress
- 25 Mar 2024
- 12:24h
Foto: PR
A decisão do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de renegociar a dívida dos estados abriu uma nova frente de insatisfação entre governadores do Norte e Nordeste, que estão menos endividados e reivindicam medidas alternativas para contemplar as regiões.
Apenas quatro estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul) concentram, sozinhos, 87% da dívida consolidada líquida de todos os entes da Federação, estimada em R$ 826,4 bilhões no fim de 2023.
Por definição, eles tendem a ser os mais beneficiados pela repactuação —que pode envolver uma redução nos juros da dívida e, eventualmente, revisão do estoque acumulado até hoje.
No Nordeste, os principais contemplados devem ser Bahia, Pernambuco e Alagoas. Ainda assim, a magnitude é bem menor: juntos, esses estados têm uma dívida consolidada líquida de R$ 43 bilhões.
Hoje, os débitos são corrigidos por IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) mais uma taxa real de 4% ao ano. Os estados do Sul e do Sudeste querem mudar para uma correção fixa de 3% ao ano. Eles também querem a revisão do estoque e calculam um alívio de 15% no valor devido.
O governo federal ficou de apresentar uma proposta em reunião com os governadores na terça-feira (26). O indicativo da União deve ser o de alterar a correção da dívida para IPCA mais 3%, o que está aquém das expectativas dos estados mais interessados e deve manter o impasse em aberto.
Além disso, representantes dos estados menos agraciados pela negociação passaram a criticar nos bastidores o fato de a União, mais uma vez, acenar com uma flexibilização para os endividados, muitos dos quais descumpriram regras, concederam reajustes sem as devidas compensações ou recorreram à Justiça para não pagar as prestações da dívida em dia.
A possibilidade de São Paulo ser beneficiado com o alívio também tem causado ciumeira nos estados mais pobres, principalmente do Nordeste, porque o governo paulista tem se vangloriado de que está com as finanças saudáveis.
Politicamente, o tema é sensível porque o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e adversário de Lula.
Ainda assim, os representantes da região não querem prejudicar aqueles estados do Nordeste que serão beneficiados. Por isso, o foco é reivindicar outras medidas adicionais para "premiar" bons pagadores, como mais acesso a crédito para investimentos, taxas de juros menores e prioridade na indicação de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) esteve na semana passada em reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, para discutir o tema.
"Não cabe à Federação ficar eternamente pagando a conta de péssimas gestões. Isso vai ter que ser equacionado, nós somos um único país, mas é preciso ter uma distribuição mais racional e um estímulo para aqueles que fazem o dever de casa", disse à reportagem.
Vieira reconheceu que os estados endividados precisam de ajuda para "se mostrarem viáveis", mas defendeu levar em consideração o comportamento de cada um diante dos vários acordos já firmados.
"Existe uma prática reiterada de descumprimento das condições, apostando numa nova possibilidade de refinanciamento futuro. Tem que começar a fazer uma separação, punindo ou restringindo a atuação dos gestores. Até para garantir que daqui a alguns anos a gente não estará discutindo um novo socorro", afirmou.
O descumprimento reiterado de regras também incomoda técnicos do Executivo. Membros do Tesouro Nacional dispararam para outros interlocutores do governo uma espécie de resumo do quadro fiscal do Rio de Janeiro, que está no RRF (Regime de Recuperação Fiscal) desde 2017.
O diagnóstico do Tesouro é que, nos últimos dois anos, o Rio dedicou mais espaço fiscal à expansão de gastos com pessoal do que ao pagamento de sua dívida.
Enquanto o aumento da folha foi de R$ 17,5 bilhões entre 2021 e 2023, incluindo Legislativo e Judiciário, o estado pagou só R$ 5,6 bilhões de sua dívida, segundo dados oficiais.
Técnicos lembram ainda que, em 2021, o governo fluminense embolsou R$ 18,2 bilhões com o leilão de concessão da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos), cujas ações eram dadas como contragarantia em um empréstimo que a União quitou no lugar do estado, e recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para não precisar reembolsar o governo federal. O pagamento de R$ 4,3 bilhões foi diluído em 30 anos.
Minas Gerais, por sua vez, conseguiu aderir ao RRF graças a uma liminar do STF, mas não conseguiu ir adiante em praticamente nenhuma das medidas de ajuste, como venda de ativos ou revisão de benefícios ao funcionalismo. O estado também ampliou sua fatura de gastos com pessoal.
Técnicos de estados que reivindicam a renegociação ponderam que não é viável manter salários congelados por muito tempo e que, com o tempo, há uma espécie de "fadiga fiscal". Nesse cenário, há necessidade de dar algum fôlego.
A questão é que alguns têm exagerado na dose e usado um "balão de oxigênio inteiro" ao decidir os reajustes salariais, reconhecem alguns técnicos.
Outro argumento usado pelos estados endividados é que o governo federal já concede juros subsidiados para o agronegócio, no Plano Safra, e a parte da indústria, via projetos de inovação. Por isso, na visão deles, faria sentido subsidiar as políticas públicas tocadas pelos governos estaduais.
Autor e relator de leis de renegociação aprovadas nos últimos anos pelo Congresso, o deputado Paulo Paulo (PSD-RJ) defende a criação de um Desenrola para os estados superendividados saírem da espiral de programas que não deram certo.
"Após três décadas na UTI, Rio, Minas Gerais e Rio Grande do Sul viraram simplesmente gestores de folha de pagamento e não conseguiram sair [dos programas] e resolver o problema", criticou. Para ele, é equivocada a estratégia dos governadores de trazer os demais estados para a renegociação das dívidas.
O deputado apresentou um projeto de renegociação que prevê um corte inicial de 15% no estoque e descontos adicionais para os superendividados em três magnitudes —5%, 10% e 15%—, que aumentam à medida que melhoram os indicadores de segurança pública, saúde e educação.
"São Paulo tem uma dívida gigante, mas tem economia e consegue pagar essa dívida. Não é uma questão de vida e morte para ele", disse.
O secretário de São Paulo, Samuel Kinoshita, disse à reportagem que a renegociação dos cerca de R$ 279 bilhões devidos à União permitirá uma redução "de bilhões" no custo anual dos encargos (hoje em R$ 19 bilhões). O estado quer utilizar o alívio nas parcelas para aumentar os investimentos.
A proposta de renegociação que está em discussão foi puxada pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que, mesmo tendo feito um ajuste amplo que incluiu privatizações, continua tendo dificuldades.
Para ele, a dívida dos estados superendividados é impagável e compromete investimentos, a competitividade das empresas e o PIB (Produto Interno Bruto) do país.
O movimento para uma nova renegociação ganhou fôlego no final do ano passado, quando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), entrou em campo para buscar um acordo para a dívida do seu estado.
Nas vésperas de votações de projetos importantes para o ministro Fernando Haddad (Fazenda) ampliar a arrecadação federal, Pacheco apresentou a Lula uma proposta de renegociação que incluía a federalização de empresas estaduais e um "Refis dos estados".
No dia seguinte, a CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado destravou a pauta e aprovou projeto para taxar os fundos dos super-ricos e os mantidos no exterior por meio de offshores.
Com pretensão política de ser governador de Minas e de olho no apoio do governo Lula, Pacheco facilitou a votação dos projetos de interesse do governo.
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- São mandados de prisão pendentes de cumprimento que solicitam a captura de pessoas denunciadas por estupro. Caso mais antigo tem 21 anos
- Jade Abreu/Metrópoles
- 25 Mar 2024
- 10:17h
Foto: Reprodução / Metrópoles
O caso Robinho voltou a ganhar repercussão internacional com a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que o ex-jogador poderia cumprir pena no Brasil pelo crime de estupro. Condenado a 9 anos de prisão, em 2022, pela Justiça italiana, o ex-atleta passou a ser considerado foragido pelo país europeu ao voltar a morar no Brasil.
Assim como Robinho, outros estupradores fogem da Justiça. No Distrito Federal, 35 criminosos dessa natureza são procurados há mais de 10 anos, com mandados de prisão expedidos. O Metrópoles consultou todos os 329 mandados de prisão abertos no DF há mais de uma década e os dividiu pela tipificação criminal.
Os dados são do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Assim como Robinho, outros estupradores fogem da Justiça. No Distrito Federal, 35 criminosos dessa natureza são procurados há mais de 10 anos, com mandados de prisão expedidos. O Metrópoles consultou todos os 329 mandados de prisão abertos no DF há mais de uma década e os dividiu pela tipificação criminal.
Os dados são do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O segundo mandado de prisão por estupro em aberto há mais tempo é contra o lavrador Francisco das Chagas Borges da Silva. Ele é procurado desde 2007, também por ter abusado de uma pessoa em situação de vulnerabilidade. No mesmo ano e por igual crime, o baiano Manoel Messias de Sousa passou a ser procurado.
A pena máxima desse tipo de crime era de 10 anos. Ou seja, eles são procurados há mais tempo do que a própria punição.
O ano com mais criminosos foragidos há mais de uma década por estupro é 2013 – dos 35 casos, 23 são referentes a esse período, cerca de um por mês.
Em 2014, os números também são altos. Até 23 de março, quatro mandados foram expedidos contra estupradores.
O crime, infelizmente, não ficou restrito aos anos anteriores. Nesta semana, um menino de 10 anos foi abusado sexualmente por um estuprador em um banheiro químico situado na QR 110 do Recanto das Emas.
A criança precisará de acompanhamento psicológico e de atendimento por equipes do Conselho Tutelar. Até a última atualização desta reportagem, o criminoso não havia sido sequer identificado e seguia foragido.
Mais de uma acusação de estupro
Em 2003, quando a Justiça procurava por Ortêncio, o primeiro foragido do DF pelo banco de dados do CNJ, Robinho estampava os cadernos de esportes em todos os jornais. Naquele ano, o ex-jogador era apontado como a grande promessa do futebol brasileiro.
No ano anterior, com apenas 18 anos, os dribles dele chamaram a atenção na final do Campeonato Brasileiro, após o então atleta anotar dois gols e participar do terceiro no 3 x 2 do Santos contra o Corinthians.
Robinho foi contratado por clubes europeus e jogou pelo Real Madrid e Manchester City. No time inglês, enfrentou a primeira acusação de estupro, mas foi inocentado por falta de provas. A imagem do ex-jogador passou ilesa à época.
Foi somente nos últimos 10 anos que Robinho viu a vida mudar. O atleta passou a responder a um crime cometido em 2013, na boate Sio Caffé, em Milão, na Itália.
Por cerca de um ano, a Justiça italiana grampeava Robinho em conversas com amigos. Áudios de 2014 apontaram o envolvimento do então jogador em um estupro coletivo de uma mulher de origem albanesa. Outros quatro brasileiros também foram acusados na ocasião.
Nas conversas, Robinho debocha da vítima, lembrando que ela estava completamente bêbada. Em determinado momento, ele assume que tentou fazer sexo oral com a mulher, mas afirma que isso “não significa transar”.
Em 2022, o ex-craque foi condenado a 9 anos de prisão, em última instância, pelo crime de estupro coletivo. Ele já estava no Brasil, e a Itália pedia a extradição de Robinho.
A solicitação foi negada, e a Justiça italiana recomendou, então, que o ex-atleta cumprisse pena no Brasil. O caso tramitava no STJ desde então. Na quarta-feira (20/3), o órgão validou a sentença. No dia seguinte, o ex-camisa 7 da Seleção Brasileira foi detido e encaminhado para prisão em Tremembé.
- Por Renato Machado | Folhapress
- 25 Mar 2024
- 08:12h
Foto: Guilherme Cunha / Alerj
Governistas e oposicionistas buscam se descolar de eventuais elos políticos com os irmãos Brazão, presos neste domingo (24) sob suspeita de serem mandantes do assassinato de Marielle Franco (PSOL), e relativizam os impactos do caso para Lula (PT) e para Jair Bolsonaro (PL).
O Palácio do Planalto avalia que a prisão dos supostos mandantes do crime não trará uma profunda alteração no cenário político, em particular nas eleições municipais de outubro deste ano.
Integrantes do governo Lula defendem que a ligação dos irmãos Brazão com alguns de seus aliados, como a família da ex-ministra Daniela Carneiro, configuram "coisas de política" e que não prejudicará os candidatos que devem ser apoiados pelo petista, em especial o prefeito Eduardo Paes (PSD), que busca a reeleição no Rio.
Por outro lado, a oposição —e mesmo alguns governistas— também diz que a prisão não deve trazer danos para o lado bolsonarista nem para o pré-candidato na capital fluminense Alexandre Ramagem (PL), ligado a Bolsonaro.
O ex-presidente foi apoiado por Chiquinho e Domingos Brazão nas eleições de 2018 e de 2022 —e os irmãos mantiveram influência no governo Cláudio Castro (PL).
A Polícia Federal prendeu três suspeitos de mandar assassinar Marielle e o motorista Anderson Gomes, além da tentativa de matar a assessora Fernanda Chaves, em março de 2018.
Além do deputado federal Chiquinho Brazão e do irmão dele, Domingos Brazão, conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) do Rio, foi preso o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil no Rio —escolhido para comandar a corporação na época da intervenção federal no estado, comandada pelo general Walter Braga Netto, que depois virou ministro de Bolsonaro.
Chiquinho Brazão era até fevereiro integrante do primeiro escalão da gestão Eduardo Paes no Rio, como titular da Secretaria de Ação Comunitária. Paes é o nome defendido pelo Palácio do Planalto para as eleições municipais deste ano.
O governo Lula minimiza a relação, apesar de reconhecer que há algum constrangimento. Um interlocutor do Planalto afirma que a relação com os Brazão era uma "coisa de política", com Paes apenas atendendo a indicação partidária para uma determinada vaga. Não implica, portanto, uma ligação de proximidade.
Integrantes da equipe de Lula ainda acrescentam que partiu de Paes a iniciativa de exonerar Chiquinho Brazão, quando neste ano surgiu a notícia de que os irmãos poderiam ser os mandantes do crime.
Além disso, afirmam que os irmãos Brazão têm uma ligação mais forte com o bolsonarismo. Além do apoio eleitoral a Bolsonaro, eles representam a "oposição e resistência ao legado de Marielle Franco", como define um auxiliar palaciano.
Ainda é citado que Domingos Brazão estaria articulando, com os Bolsonaro, a candidatura de seu filho para uma vaga na Câmara Municipal.
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A própria investigação do caso pela PF no governo Lula, após quase seis anos de perguntas sobre os mandantes do crime, é um trunfo político da gestão petista para se distanciar de desgastes pela ligação dos Brazão com aliados.
Procurado pela reportagem, Paes divulgou uma nota afirmando que o Republicanos, ao estabelecer aliança com a administração municipal, escolheu Chiquinho Brazão como representante do partido para ocupar a secretaria.
Apesar de filiado à União Brasil, ele havia solicitado autorização ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para se desfiliar —e estava em negociação para migrar para o Republicanos.
"Quando surgiram especulações sobre o caso, foi solicitada ao partido a indicação de um nome para substituí-lo e ele foi exonerado no início de 2024. A Prefeitura do Rio reforça seu apoio às investigações sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e espera que o caso seja elucidado pela Justiça", informou a Prefeitura do Rio, em nota.
Procurada, a defesa de Chiquinho não se manifestou. A defesa de Domingos afirma que ele não conhecia Marielle e que é inocente.
Outro aliado do Palácio do Planalto que era ligado aos Brazão é o prefeito de Belford Roxo, Waguinho, cuja mulher, Daniela Carneiro, foi ministra do Turismo de Lula. Ela deixou o cargo após pressão da União Brasil, partido ao qual o grupo político busca desfiliação.
Um dos raros prefeitos a apoiar Lula na eleição de 2022 na Baixada Fluminense, Waguinho chegou a realizar uma postagem em janeiro deste ano defendendo Domingos Brazão.
"Convivo com Domingos Brazão há muitos anos. Já estivemos em disputa política lado a lado e, às vezes, em lados opostos. Em todas as ocasiões ele sempre se portou com dignidade e demonstrou respeito com as divergências políticas e ideológicas", escreveu em rede social.
"Não acredito que ele tenha qualquer envolvimento com a morte de Marielle Franco e Anderson Gomes e espero que os verdadeiros culpados sejam punidos com rigor", completou, acrescentando que as delações não seriam suficientes para provar ou punir qualquer cidadão.
Aliados de Bolsonaro minimizam os apoios eleitorais dos Brazão ao ex-presidente e afirmam que o fato de Chiquinho ter integrado a gestão Paes vai, no mínimo, inibir que a atuação de milicianos seja usada na campanha contra Ramagem, em tentativas de relacionar esses grupos com os bolsonaristas.
Mesmo um integrante do governo Lula afirma que o fato de as prisões não chegarem na família Bolsonaro (como chegou a ser aventado em alguns momentos, após insinuação do ex-governador Wilson Witzel) pode resultar na ausência do tema nas eleições.
Na mesma linha, o filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou o que chamou de "farsa" para tentar associar o crime à sua família.
"A polícia parece ter dado passos importantes para solucionar a morte de Marielle Franco. Para a frustração de algumas pessoas, o que era óbvio está ainda mais claro: Bolsonaro não tem qualquer relação com o caso", escreveu o senador em rede social.
"Apesar desse fato inequívoco, a esquerda quer criar uma associação que não existe. Esse tipo de farsa narrativa é perigosa e criminosa. Incentiva linchamentos virtuais e físicos e coloca em risco a vida de pessoas inocentes. Que a Justiça possa continuar com seu trabalho e que dê uma solução definitiva para o caso", completou
CONTINUE LENDO
- Bahia Notícias
- 24 Mar 2024
- 14:49h
Foto: Divulgação / Agência Câmara
Vice-presidente nacional do União Brasil, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, disse à coluna de Tales Faria, do UOL, que o deputado Chiquinho Brazão (União-RJ) será expulso do partido.
Segundo ele, está marcada para a próxima terça-feira, 2 de abril, uma reunião da Executiva Nacional do partido. No comando da legenda, já há consenso sobre a expulsão do deputado.
Chiquinho Brazão foi preso neste domingo (24), pela Polícia Federal, assim como seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
Os dois irmãos são apontados como "autores intelectuais" dos homicídios de Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, assim como pela tentativa de homicídio da assessora de Marielle, Fernanda Chaves, que também estava no carro no dia do crime. Já Rivaldo foi detido por obstrução de Justiça.
Perguntado pela coluna se o deputado seria expulso, ACM Neto disse que já tem opinião formada e respondeu: "É claro!" Ele revelou que o presidente da legenda, Antonio Rueda, iria soltar uma nota sobre a reunião para discutir o afastamento de Brazão.
Antonio Rueda acabou divulgando a seguinte nota:
“O Presidente do União Brasil Nacional, Antonio de Rueda, pedirá à Comissão Executiva Nacional a abertura de processo disciplinar contra o Deputado Federal Chiquinho Brazão com vistas à sua expulsão do Partido, com cancelamento de filiação partidária.
Embora filiado ao União Brasil, o Deputado Federal Chiquinho Brazão já não mantinha relacionamento com o partido e havia pedido ao Tribunal Superior Eleitoral autorização para se desfiliar.
O União Brasil reunirá a sua Comissão Executiva Nacional na próxima terça-feira, dia 26 de março”.
- Por Bianca Andrade, de Belo Horizonte/Ana Clara Pires/Bahia Notícias
- 24 Mar 2024
- 12:22h
Foto: Roberto Filho e Manuela Scarpa / Brazil News
Durante a coletiva de imprensa da gravação do seu projeto Léo & Elas, Léo Santana comentou sobre a prisão de Robinho e a condenação de Daniel Alves. Para ele, não importa que os dois jogadores são considerados ídolos, eles precisam assumir seus erros.
“Eu não sei a fundo o que de fato as provas dizem sobre o caso do Dani Alves. Mas, já houve a condenação, e se houve um erro é fato que a pena tem que ser cumprida”, apontou o GG.
Em seguida, o cantor assumiu ser uma pessoa “suspeita” para falar sobre o respeito as mulheres. “Porque eu sou filho caçula o único homem de três mulheres, a minha mãe duas irmãs. Então automaticamente além da educação direta de todas essas mulheres, eu já aprendi a respeitar as mulheres independente da educação do meu pai e minha mãe”.
“E quando acontece esses casos eu acho que é muita infelicidade certas atitudes que podem ser cruciais para incriminar. Mas, eu acho que se aconteceu o erro tem que ser pago. Acho que todo mundo pensa da mesma forma. Mas quem vai dizer isso são as atas do processo”, finalizou.
- Por Folhapress
- 24 Mar 2024
- 10:18h
Foto: Reprodução / Redes sociais
Gisele Bundchen, 43, negou os boatos de que teria traído o ex-marido Tom Brady, 46.
Após vir à tona o namoro com Joaquim Valente, a modelo brasileira foi acusada de ter traído Brady quando ainda estavam casados. Em entrevista ao New York Times, ela comentou brevemente a fofoca.
I"sso é mentira. Eu realmente não quero fazer da minha vida um tabloide. Não quero me expor para tudo isso", disse.
A modelo brasileira aproveitou para abrir o coração sobre as críticas de ser a responsável pelo fim do casamento. "Isso é algo que acontece com muitas mulheres que são culpadas quando têm coragem de abandonar um relacionamento que não está saudável e são rotuladas como infiéis", avaliou.
"É claro que para mim isso é um pouco amplificado. Mas ninguém sabe realmente o que acontece entre duas pessoas, apenas elas que estão no relacionamento."
Sobre o atual namoro com o treinador de jiu-jitsu Joaquim Valente, a modelo explicou a sensação de se relacionar com alguém que tinha amizade antes. "Esta é a primeira vez que saio com alguém que era meu amigo. É muito diferente. É muito honesto e muito transparente", contou.
Gisele Bundchen e Tom Brady deram entrada no divórcio em outubro de 2022. Os dois se conheceram em 2006, graças a um encontro às cegas marcado por amigos em comum. Eles são pais de Benjamim, 13, e Vivian, 10.
- Desautorizado pela defesa de Bolsonaro no STF, advogado costuma receber políticos e policiais em seu clube de tiro no Paraná
- Paulo Cappelli Petrônio Viana/Metrópoles
- 24 Mar 2024
- 08:12h
Foto:Reprodução/Metrópoles
O advogado Filipe Palmas pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Alexandre de Moraes seja considerado suspeito e se afaste de inquéritos que têm Bolsonaro na mira. Em pedido de habeas corpus preventivo protocolado por Palmas no Supremo, ele argumentou que Moraes não poderia relatar o caso, por ter sido alvo de críticas do ex-presidente.
Contudo, o advogado acabou levando uma invertida tanto do ministro Luiz Fux, que julgou a ação, quanto da defesa do ex-presidente. Isso porque Palmas não estava autorizado por Bolsonaro a representá-lo. O habeas corpus foi impetrado antes dos áudios nos quais Mauro Cid relatou suposta pressão da Polícia Federal para incriminar Bolsonaro.
“Foi protocolizado pedido assinado pelos advogados constituídos do paciente, no qual desautorizam a impetração inicial”, justificou Fux, ao negar o pedido de Filipe Palmas.
Clube de tiro
Filipe Palmas é dono de um clube de tiro em Almirante Tamandaré (PR). No estabelecimento, chamado Savana, o advogado recebe empresários, delegados de polícia e políticos paranaenses, como o deputado estadual Tito Barichello, do União Brasil. Palmas trabalha como assessor parlamentar de Barichello na Assembleia Legislativa do Paraná.
Nas redes sociais, o advogado costuma postar fotos com armas, carros de luxo e viagens. Políticos bolsonaristas como o deputado federal Paulo Bilynskyj, do PL, também posam para fotos com Palmas.
O advogado já foi policial civil e participa de um podcast intitulado “Fala, Atirador”, da Associação CAC Paraná, no qual discute medidas governamentais de restrição ao uso de armas e apresenta dicas para Caçadores, Atiradores, Colecionadores (CACs) de armas.
- Bahia Notícias
- 23 Mar 2024
- 15:15h
Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
Um total de 87.368 chaves Pix de clientes da Sumup Sociedade de Crédito Direto S.A. (Sumup SCD) tiveram dados vazados, informou nesta sexta-feira (22) o Banco Central (BC). Este foi o sétimo vazamento de dados desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020.
De acordo com a autoridade monetária, o vazamento ocorreu entre 28 de setembro de 2023 e 16 de março de 2024 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, Cadastro de Pessoa Física (CPF) com máscara, instituição de relacionamento, agência e número da conta.
O vazamento ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento, informou o BC, destacando que a exposição ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos
Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.
Todas as pessoas que tiveram informações expostas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que estes serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu que os clientes desconsiderem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.
A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.
- Bahia Notícias
- 23 Mar 2024
- 13:00h
Foto: Divulgação/Polícia Militar
Um jovem de 21 anos foi preso suspeito de matar o filho, uma criança de 4 anos, na noite de quinta-feira (21), na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, a suspeita é de que a vítima foi morta a marteladas.
A Polícia Militar informou que a mãe da criança chegou na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade com o menino sem vida. Em depoimento, ela contou que trabalhava quando recebeu a ligação do marido, pai da vítima, que informava que a criança estava passando mal.
Segundo o g1 Bahia, a mulher foi ao imóvel e encontrou o menino com ferimentos no abdômen e cabeça, inclusive com afundamento de crânio. O homem já não estava no local.
Mesmo tendo desconfiado que o menino estava morto, a mulher resolveu levá-lo à UPA. Com a informação, os policiais militares procuraram o suspeito e o encontraram na Avenida Filipinas, próximo de onde o casal morava, no bairro Vila Elisa.
O suspeito foi preso em flagrante por tortura qualificada, homicídio e tráfico de drogas. Na casa dele foram apreendidos um martelo, que estava no meio dos brinquedos da vítima, que possivelmente foi usada no crime.
Além do martelo, foram encontradas uma substância análoga a maconha e uma balança de precisão. O material e o suspeito foram levados à delegacia de Vitória da Conquista, onde ele está à disposição da Justiça.