Cientistas do mundo inteiro buscam a cura do coronavírus. Estudos estão a todo vapor. Porém o pastor Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, garante que tem a solução para acabar com a pandemia. Ele comercializa sementes por R$ 1 mil, que deixará a pessoa livre da Covid-19. No vídeo, Valdemiro diz que a semente, batizada de “sê tu uma bênção”. Além disso, ele mostra um suposto exame de uma pessoa que foi curada pelo tal grão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não existe nenhuma vacina ou cura para o coronavírus. Recentemente, o médico baiano Aldo Grisi teve o seu registro interditado por vender nas redes sociais um soro de imunidade para prevenir a infecção por coronavírus (saiba mais aqui). Em outro caso, no mês passado, a Polícia Civil do Paraná deteve um youtuber que divulgava receitas caseiras como cura para Covid-19.
As Rondas Especiais (Rondesp) Atlântico localizaram, na manhã desta quinta-feira (7), o criminoso mais procurado pela Secretaria da Segurança Pública, na capital baiana. Integrante do Baralho do Crime, ele liderava uma facção responsável por tráfico de drogas, homicídios, roubos a bancos e carros-forte, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. Os PMs receberam informações de outras forças estaduais de segurança e da Polícia Federal sobre o possível esconderijo do foragido da Justiça. Na Rua Irmã Dulce, bairro de Brotas, o traficante foi encontrado dentro de um imóvel. Ele foi cercado, mas tentou fugir atirando contra os militares. Houve confronto e o foragido acabou atingido. Mesmo socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), o criminoso não resistiu aos ferimentos. Com ele foram apreendidos uma pistola calibre 380, carregador, munições e dois tabletes de maconha. “Agimos com rapidez para evitar que o líder de facção escapasse. Na ação, nenhum policial nem inocente ficaram feridos”, relatou o comandante da Rondesp Atlântico, major Edmundo Assemany.
Historicamente realizado no fim do mês de agosto, o principal evento de Vitória da Conquista e um dos maiores do Nordeste, o Festival de Inverno Bahia de 2020 poderá acontecer em outra data pela primeira vez.A pandemia do coronavírus que impacta todo o mundo é o motivo. O Blog do Rodrigo Ferraz procurou as informações oficiais, mas os organizadores ainda não se manifestaram de forma oficial sobre o assunto. Vale lembrar que a edição 2019 do FIB bateu todos os recordes de público e foi um verdadeiro sucesso. O tema tem sido discutido em vários grupos de Whatsapp, inclusive centenas de leitores do nosso Blog nos procuraram para saber sobre o assunto. Fato é que o tema está em discussão e nos próximos dias poderemos ter novidades oficiais. Até porque a questão do coronavírus muda a todo momento, especialistas alegam que o mês de pico será realmente o mês de maio, tudo é muito novo, tudo é muito momentâneo. Vamos aguardar!
Horas depois de promover uma live no Facebook, o cantor sertanejo Anildo Ribeiro, mais conhecido como Serraninho, sofreu um infarto fulminante. Morador de Ponte Serrada, na serra catarinense, ele era conhecido como Serraninho e integrava a dupla ‘Fred e Flávio’, ao lado do filho. A transmissão ao vivo durou cerca de uma hora e alcançou mais de 17 mil visualizações na noite de segunda (4). Ao final da live, Serraninho, que era o Fred da dupla, chegou a anunciar uma nova apresentação para semana que vem, no dia 11. Na madrugada de segunda para terça, veio o comunicado na página da dupla sertaneja no Facebook anunciou a morte do artista.
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quarta-feira (6) tornar réus quatro desembargadores e três juízes do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e mais oito pessoas supostamente envolvidas em um esquema de compra e venda de decisões judiciais pela chamada Operação Faroeste, deflagrada em 2019. Segundo os relatórios da operação, as sentenças eram relacionadas a disputadas de terras na região oeste da Bahia. A decisão, por unanimidade, foi tomada na primeira sessão de julgamento por videoconferência da Corte. De acordo com o G1, os ministros se reuniram virtualmente em razão da pandemia da covid-19. O ministro Og Fernandes, relator do caso, afirmou no voto que há “justa causa” para o recebimento da denúncia. Entre os crimes apurados, estão organização criminosa e lavagem de dinheiro. Com a decisão, quatrodesembargadorespassam a responder a processos criminais: Gesilvaldo Britto, Maria do Socorro Barreto Santiago (ambos, ex-presidentes do TJ-BA), José Olegário Monção e Maria da Graça Osório. Ainda segundo o G1, também foram tornados réus três juízes de direito: Marivalda Moutinho, Marcio Reinaldo Miranda Braga e Sérgio Humberto Sampaio. Foram incluídos em ações criminais, ainda: Antônio Roque do Nascimento Neves, Júlio César Cavalcanti Ferreira, Karla Janayna Leal Vieira, Adailton Maturino dos Santos, Márcio Duarte Miranda, Geciane Souza Maturino dos Santos, José Valter Dias e Joílson Gonçalves Dias.
Esquema
O Ministério Público afirma que o esquema envolvendo magistrados, servidores e advogados pretendia legitimar cerca de 800 hectares de terras no oeste baiano com decisões judiciais vendidas. a articulação transformou um borracheiro em um dos maiores latifundiários do estado.
Segundo o relator, análise de movimentações bancárias indica que a desembargadora Maria da Graça Osório recebeu mais de R$ 6,7 milhões no período investigado, "volume de ganhos incompatível integralmente com vencimentos recebidos como servidora pública". “O que se encontrou mostra luxo", diz.
O G1 informou ainda que o relator confirmou que 102 obras de arte foram encontradas com outra desembargadora investigada, Maria do Socorro Barreto Santiago. Elas teriam sido adquiridas em leilões e estocadas no chão de uma casa, descoberta durante as diligências. As obras tinham "recibo emitido em nome da empregada doméstica”, segundo o relatório.
Denúncia
Mais de 200 policiais federais participaram da Operação Faroeste. Os agentes cumpriram 40 mandados de busca e apreensão em Salvador, Barreiras, Formosa do Rio Preto e Santa Rita de Cássia, na Bahia, e em Brasília.
Segundo a investigação, de 2013 a 2019, sucessivas decisões judiciais favoreceram o borracheiro José Valter Dias, que se tornou o dono de uma fazenda de 360 mil hectares, cinco vezes a área de Salvador.
A suposta grilagem foi alvo de apuração no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O processo de disputa de terras corre desde 1985. Atualmente, na área, vivem cerca de 300 famílias de pequenos, médios e grandes agricultores, que produzem um milhão de toneladas de grãos por ano, além de três multinacionais. A Justiça concedeu e ampliou a área das terras, além de determinar multas milionárias contra produtores que ficassem nas propriedades.
Ainda segundo o G1, o caso teria a participação da empresa JJF Holding, com capital de R$ 581 milhões, na qual José Valter Dias tem 5% do capital.
Segundo as investigações, o principal suspeito de montar o esquema é Adailton Maturino dos Santos, que se apresenta como juiz aposentado e até como cônsul da Guiné-Bissau. De 2013 a 2019, Maturino teria movimentado R$ 33 milhões, dos quais não comprova a origem de R$ 14 milhões.
As investigações indicaram que Adailton e a mulher dele, Geciane, comandavam o esquema de corrupção. Geciane é uma das sócias de José Dias e do filho dele, Joílson Gonçalves Dias, na JJF Holding, empresa criada para administrar as terras.
A desembargadora Maria da Graça Osório teria dado liminar para favorecer a empresa por R$ 1,8 milhão. Um homem que revelou a operação, diz o processo, foi executado à luz do dia em 2014. Quatro anos depois, o homem acusado da morte, o guarda municipal Otieres Batista Alves, também foi morto, segundo procuradores, como queima de arquivo.
Na análise do movimento, crise vai promover quebradeira no campo, em especial no setor sucroalcoleeiro | Foto: Reprodução/Voz do Movimento
Passada a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19), o MST (Movimento Sem Terra) deverá realizar uma jornada de ocupações em terras de empresas falidas em função da crise. Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, os integrantes do movimento estão projetando uma quebradeira no campo, sobretudo no setor sucroalcooleiro. Eles têm percebido ainda um aumento da pobreza do campo, se aproximando de como era nos anos da gestão Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002), com crise econômica, desemprego na cidade e dificuldades nas zonas rurais.
Abrigo de idosos em Ipiaú passou por desinfecção — Foto: Giro Ipiaú
Mais 22 novos casos de coronavírus foram confirmados no município de Ipiaú, no sul da Bahia, nesta quarta-feira (6). Deste total, mais 17 idosos residentes do abrigo Fundação Casa Lar Dona Deraldina. A informação foi divulgada pela prefeitura da cidade. Um caso foi detectado em um jovem e encaminhado pelo Hospital e Clínica São Roque, além de 4 detectados por teste rápido positivo com vinculação epidemiológica por contato, com caso já confirmado anteriormente. Todos estão estáveis, já em isolamento domiciliar. Ainda falta resultado de mais 17 pessoas. Na terça-feira (5), o município de Ipiaú confirmou de 46 casos de coronavírus. A prefeitura do município relatou que, dos 46 novos casos registrados, 34 eram idosos, seis trabalhadores do abrigo e outros seis são adultos. Com isso, foram registrados 57 casos de coronavírus na Fundação Casa Lar Dona Deraldina. O município baiano também registrou duas mortes pela doença, entre elas uma criança de dois meses. Segundo a prefeitura, até o fim da noite desta quarta, Ipiaú registrou 370 casos como suspeitos para Covid-19, sendo 121 casos confirmados, 15 pessoas que testaram positivos para COVID já estão curadas, 133 casos foram descartados, 50 casos estão em fase de investigação, 510 pessoas em quarentena e 2 óbitos. Os números são diferentes do divulgado no último boletim feito pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nesta quarta. Segundo a Sesab, Ipiaú contabiliza 91 casos confirmados por coronavírus.
A prisão aconteceu num sítio em Minas Gerais (Foto: Divulgação Polícia Civil)
Uma operação das Polícias Civil de Minas Gerais e da Bahia terminou com a prisão de um empresário investigado por matar a ex-esposa a tiros em 23 de setembro de 2019. O homem foi encontrado nesta quarta-feira (6) em Verdelândia (MG), mas o crime ocorreu em Brumado (BA). Eles têm uma filha de 10 anos..Segundo a Polícia Civil, antes de fugir, o empresário do ramo de transportes ligou para a mãe da vítima confessando o assassinato. O homem, de 44 anos, estava escondido em um sítio e apresentou um nome falso ao ser abordado. Vários documentos com a foto dele e dados falsificados, como CPF e Certidão de Nascimento, foram encontrados na propriedade. Não se conseguiu localizar a defesa do investigado. Após rastreamentos, os policiais conseguiram identificar que o empresário estava no sítio no Norte de MG, que fica a cerca de 400 quilômetros do local onde o feminicídio ocorreu. Uma operação foi montada e com o uso de um drone a equipe conseguiu visualizar o carro dele estacionado em frente ao esconderijo. Logo em seguida, foi feita a abordagem. Além dos documentos falsos, os policiais apreenderam celulares, dinheiro e o carro, que tem origem suspeita.
O Governador do Estado da Bahia, Rui Costa, concede entrevista na manhã de hoje (quinta-feira) a jornalistas de rádios de Vitória da Conquista, dando ênfase as ações de combate ao coronavírus na região Sudoeste. O mandatário falou de um caso que virou repercussão em todo o país: o grande número de ônibus clandestinos chegando de São Paulo a Conquista. Segundo o governador, a fiscalização cabe ao Governo Federal e lamentou a postura do executivo nacional com a situação. “Isso acelera a contaminação, o Estado até tentou ajudar nessa fiscalização, mas não é permitido”.
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Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, Globo — Brasília
06 Mai 2020
18:29h
(Foto: Reprodução)
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, fez um discurso na abertura da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira (6) em que repudiou as agressões a profissionais de imprensa ocorridas no domingo (3), em um ato pró-governo. Toffoli ainda classificou as agressões de "lamentáveis e intoleráveis". Segundo ele, "não há solução para as crises fora da legalidade constitucional e da democracia". A manifestação, realizada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, teve pautas antidemocráticas e inconstitucionais, como o fechamento do Congresso e do STF. Durante o ato, a equipe do jornal "'O Estado de São Paulo" foi atingida por chutes, socos, empurrões e rasteiras. Toffoli lembrou que domingo era o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. "Trata-se, portanto, de data de elevada importância em um Estado Democrático de Direito, o que torna as agressões ainda mais lamentáveis e intoleráveis", afirmou o ministro, que defendeu a apuração da conduta dos manifestantes que atacaram jornalistas.
O presidente do STF também mencionou que o país vive um momento difícil em razão da pandemia do coronavírus. Ele afirmou que a Corte vem atuando para "garantir segurança jurídica ao país", tendo como prioridade a garantia da saúde e do emprego da população. Para Toffoli, todas as soluções devem ser buscadas dentro da democracia e da legalidade constitucional. Toffoli disse ainda que eventuais discordâncias sobre decisões do Supremo devem ser apresentadas por meio de recursos à Corte, nunca por meio de agressões. Ele não mencionou nenhum caso específico. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que não havia "engolido" decisão do ministro Alexandre de Moraes, também do STF, que barrou a nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal. Moraes entendeu que a nomeação tinha desvio de finalidade, pelos indícios de tentativa de interferência do presidente na PF. Bolsonaro disse que a decisão de Moraes foi "política". No discurso, Toffoli lembrou que o Supremo é "o guardião máximo da Constituição Federal e das leis". "Recordo que as irresignações contra decisões deste Supremo Tribunal Federal se dão por meio dos recursos cabíveis – jamais por meio de agressões ou de ameaças a esta instituição centenária ou a qualquer de seus ministros", concluiu o ministro.
.Um grupo de homens armados explodiu uma agência bancária na cidade de Utinga, na região da Chapada Diamantina, na madrugada desta terça-feira (5). Ninguém ficou ferido.De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos usaram explosivos na agência, mas não conseguiram levar o dinheiro. A PM disse ainda que durante a ação, o grupo atirou contra uma estrutura da PM e uma das viaturas foi danificada. Os suspeitos fugiram da cidade e queimaram um dos carros utilizado pela quadrilha para cometer o crime. A PM detalhou que, nessa fuga, o grupo deixou “miguelitos”, um artefato usado para furar pneus, na entrada. Ainda segundo a PM, equipes seguem em busca pelos criminosos. Em nota, a Polícia Civil, responsável por investigar o caso, disse que equipes do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e da 12ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior estão apurando os responsáveis pelo crime.
A perícia da agência bancária já foi solicitada e a polícia busca imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos. Em nota, o Banco do Brasil informou que a agência da cidade de Utinga, no interior da Bahia, não abriu nesta terça-feira por causa do ataque dos bandidos. A unidade teve parte da estrutura física e de cabos ópticos destruídos.
Equipes de engenharia e manutenção do Banco do Brasil serão deslocadas até o município para avaliar os danos causados pela ação criminosa e início aos procedimentos de limpeza. Ainda em nota, o Banco do Brasil informou que trabalha para a normalização do atendimento no menor espaço de tempo, mas ainda não é possível fixar prazo para normalização.
Os clientes do banco em Utinga podem buscar atendimento alternativo nas agências das cidades de Rui Barbosa e Morro do Chapéu. Outra opção são os correspondentes bancários localizados na Constrular e na empresa AM Empréstimos, ambos em Utinga.
O Banco do Brasil não divulgou a quantia roubada durante ataques à agência e disse ainda que colabora com as autoridades policiais na apuração da ocorrência, a quem cabe dar mais detalhes sobre o assunto.
Até que as estratégias adotadas por Rui Costa na Bahia, e por ACM Neto em Salvador renderam bons frutos. Num rápido olhar, o pico da pandemia por aqui inicialmente estava previsto para meados de abril, depois para o fim, passou para o início de maio, também empurrou-se para o fim, e, agora, se diz que a hora pior está chegando. O que é o pior? Uma cena já familiar na TV: hospitais e cemitérios abarrotados. Oxalá cá não precise ser assim. O que Rui e Neto querem, e o desafio deles é esse, é evitar essas cenas que dão a sensação de fundo do poço. É uma prova de fogo. Mas os dois dizem que até lockdown, o trancamento total, é possível.
Mau exemplo
Já é batido e reprisado que o corona veio da alta classe média, de avião, da Ásia ou da Europa para cá, sabe-se lá. E o grande medo aqui é que invada as áreas populares, densamente povoadas por pessoas que usam sempre o mesmo transporte. Se chegar lá, lockdown. E Rui Costa tem uma responsabilidade maior, até porque tem alguns prefeitos, como Rubem Bruno, de Umburanas (50 mil habitantes), que causou espanto nas redes da Chapada Diamantina por aparecer numa foto de segunda-feira ao lado de 25 outras pessoas sem máscara politicando. Detalhe: domingo foi confirmado o primeiro caso de Covid lá.
Pela Bahia afora, não só em Ilhéus, mas também lá, o isolamento é fraquinho, fraquinho.
As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 121.600 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 8.022 mortes. Cidades com maior mortalidade e incidência de casos se concentram no Norte e Nordeste | Foto: Reprodução
Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (6), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 8.022 mortes provocadas pela Covid-19 e 121.600 casos confirmados da doença em todo o país. Das 20 cidades com maior mortalidade e incidência de casos, 18 se concentram no Norte e Nordeste.
Taxa de ocupação de leitos de UTI
Acre – 23,3% em todo o estado em 28/4
Alagoas – 43% em todo o estado da rede pública e contratualizados em 3/5
Amazonas – 89% em todo o estado em 3/5
Bahia – 52% em todo o estado em 5/5
Ceará – 90% em todo o estado em 2/5
Espírito Santo - 83% em todo o estado em 29/4
Maranhão – 96,89% na capital em 4/5
Mato Grosso – 4,8% dos leitos de UTI da rede pública em todo o estado em 23/4
Mato Grosso do Sul – 2,6% em todo o estado em 27/4
Minas Gerais – 59% em todo o estado em 5/5
Pará – 84% em todo o estado em 15/4
Paraíba – 41% em todo o estado em 5/5
Paraná – 30,98% em todo o estado em 5/5
Piauí - 36,60% em todo o estado em 4/5
Pernambuco – 98% em todo estado em 29/4; além disso, 99% dos leitos de UTI da rede pública dedicados aos pacientes infectados pelo novo coronavírus também estão ocupados
Rio de Janeiro – 98% em todo o estado em 4/5
Rio Grande do Norte – 33% em todo o estado em 22/4
Rio Grande do Sul – 66.5% em todo o estado em 4/5
Rondônia – 29,6% em todo o estado em 29/4
Santa Catarina – 16,67% do sistema público em todo o estado em 5/5
O grupo petista poderia não ter o senador Otto Alencar (PSD-BA) em seus quadros, da forma que foi em 2010, quando saiu candidato a vice do então governador Jaques Wagner. Em entrevista ao jornalista Matheus Morais, nesta quarta-feira (6), na live promovida pelo bahia.ba no Instagram, o parlamentar explicou que, àquela altura, devia lealdade a Antonio Carlos Magalhães. “Se em 2010, quando Wagner me convidou para ser convidado a vice com ele, e Antônio Carlos estivesse vivo, eu não aceitaria, porque eu só devia satisfações a Antonio Carlos”, declarou. Como ACM já não estava mais vivo, Otto aceitou a disputa. O senador fez uma cronologia de sua trajetória na política pra justificar a declaração. Depois de 20 anos ao lado do cacique do antigo PFL na Bahia, Otto fechou seu ciclo no carlismo para atuar no Tribunal de Contas dos Municípios, em 2004. Três anos depois, em 2007, ACM faleceu. Naquela época, o parlamentar lembrou que todos os seguidores do político seguiram um caminho, e não seria diferente com ele. “Se em 2010 ele estivesse vivo, eu não aceitaria ser vice. As pessoas não conhecem minha história e acham que essa história não foi construída com muito trabalho e muita ética. Ninguém podia me impedir no meu desejo de voltar pra política”, reforçou Otto. Já na sua “segunda fase” como político, assumiu a Secretaria de Infraestrutura, onde, conforme contou, construiu 4 mil quilômetros de estradas e levou energia a quase 200 mil domicílios na zona rural. Segundo ele, a política é assim. “Não sou excludente. Não nasci pra excluir as pessoas. Até aqueles que me criticam muito, eu relevo isso, porque não tenho esse sentimento de guardar dentro de mim o ódio. Não guardo porque sou livre. Não posso me escravizar a alguém que está me criticando. Não posso ser acumulador de ódios, de mágoas, de ressentimento. Tenho liberdade de tomar meu caminho”, acrescentou.