- Redação
- 04 Jul 2020
- 09:18h
Apostas podem ser feitas até as 19h, segundo horário de Brasília, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
O sorteio da Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 27 milhões neste sábado (4). O concurso 2.276 ocorre às 20h, no Espaço Loterias Caixas, no terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h, segundo horário de Brasília, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para tanto, é preciso fazer um cadastro, ter 18 anos ou mais e cadastrar um número de cartão de crédito. A aposta mínima custa R$ 4,50, com seis dezenas. A aposta máxima é 15 dezenas, e custa cerca de R$ 22,5 mil. Quem escolhe a aposta simples tem probabilidade de 1 em 50.063.860 para ganhar o prêmio. Já quanto à aposta máxima, a probabilidade é de 1 em 10.003.
- Redação
- 04 Jul 2020
- 08:54h
Decisão é consequência da aprovação de emenda que estabelece novas datas para as eleições, que acontecerão em 15 e 22 de novembro | Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou em 42 dias os prazos eleitorais previstos para julho. A decisão é consequência da aprovação da emenda constitucional que estabelece novas datas para as eleições municipais de 2020 – 15 e 22 de novembro. O comunicado sobre a alteração nos prazos foi publicado nesta sexta-feira (3) pelo presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso. Com o adiamento aprovado pelo Congresso, e defendido pelo TSE, o ministro indicou que as demais datas do calendário sejam ajustadas proporcionalmente. As novas datas precisarão ser aprovadas pelo TSE em agosto, após recesso do Judiciário. Durante o mês de julho, a Presidência do tribunal deverá dar encaminhamento às resoluções sobre as novas datas. O calendário eleitoral prevê 297 eventos durante o ano, sendo 36 com marco temporal em julho.
- Brumado Urgente
- 03 Jul 2020
- 19:53h
(Foto: Divulgação SESAU| PMB)
Nesta sexta-feira, 03 de julho de 2020, o município de Brumado, segundo boletim emitido pela SESAU, chegou a 197 casos confirmados da Covid-19, o novo coronavírus. Entre os diagnósticos não há ninguém internado no momento, o número de óbitos estacionado e 48 pacientes em tratamento e 146 curados. No momento, 80 pessoas ainda aguardam resultado laboratorial e 637 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido. Estes últimos estão sendo usados de forma criteriosa, em casos excepcionais, como estratégia para ampliar e tornar mais eficaz o enfrentamento à pandemia no município.
(Foto: Reprodução)
O município de Ipiáu, no Médio Rio de Contas, sudoeste baiano, tem a terceira maior incidência de Covid-19 na Bahia [taxa de 1.569,55 por 1 milhão de habitantes]. Mas durante a pandemia ocupou a primeira posição. Em live do Bahia Notícias nesta sexta-feira (3), a secretária de saúde do município, Laryssa Dias, disse que tanto a redução com os índices altos se devem à testagem dos moradores. Dias considera que só a partir do procedimento é possível controlar a disseminação do coronavírus como estabelecer medidas de isolamento em moradores com vulnerabilidade social. “Se tem uma coisa que a gente acreditou desde o início da pandemia, é a testagem. Não é fácil investir porque é custo, é dinheiro, mas se tem uma coisa que poderia dizer é testar, testar e testar”, disse ao BN Laryssa Dias declarou que são testados preferencialmente pessoas com suspeita. Com o diagnóstico positivo, elas são isoladas e as pessoas com quem elas tiveram contato são monitoradas. Na cidade também há um espaço onde pacientes com vulnerabilidade social ficam em quarentena. Recebem assistência e alimentação.
NEM PICO NEM PLATÔ
Mesmo com o número expressivo de casos, a secretária disse que ainda é cedo para dizer que o município chegou ao pico da pandemia ou mesmo a um platô – quando a transmissão do vírus pouco se altera. “A gente não considera que chegamos no platô porque estamos conhecendo o vírus, e a gente se atenta para que não haja nova contaminação. Por isso é precoce dizer isso”, avaliou.
- Redação
- 03 Jul 2020
- 16:06h
Texto estabelece também que TSE, em consonância com Anvisa, edite regulamento com medidas sanitárias para mesários e eleitores | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
Foi apresentado na Câmara dos Deputados um projeto de lei que estabelece parâmetros de atuação das ações eleitorais. Uma delas é a proibição de comícios e eventos de campanha que provoquem aglomeração de pessoas. O texto estabelece também que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em consonância com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deverá editar regulamento com medidas sanitárias para mesários e eleitores durante a votação. De acordo com informações da Câmara, o regulamento deverá ser divulgado pelo menos 30 dias antes do primeiro turno das eleições. “Mesmo que nos próximos meses o surto mais grave seja controlado, apenas a manutenção das medidas sanitárias corretas garantirá a preservação de nossa saúde. Possuímos ferramentas digitais que podem nos auxiliar e sanar a lacuna deixada pela proibição de comícios”, explicou o autor do projeto, deputado Túlio Gadêlha (PDT-PE). A votação das eleições municipais foi adiada para os dias 15 e 29 de novembro, após aprovação da Emenda Constitucional nº 107/2020.
- Redação
- 03 Jul 2020
- 15:53h
(Foto: Reprodução)
A secretaria estadual de saúde confirmou o cancelamento do contrato com o Hospital IBR, em Conquista, para atender pacientes com leitos exclusivos de tratamento do coronavírus. Segundo a Sesab, algumas irregularidades foram apontadas, dentre elas “não atender as recomendações da Vigilância Sanitária do Núcleo Regional de Saúde Sudoeste de apresentar o Plano de Contingência Hospitalar dentro das prerrogativas para as Unidades Hospitalares da Rede Covid Estadual”. Em nota, o Hospital IBR se manifestou sobre o assunto:
- João Valadares e João Pedro Pitombo | Folhapress
- 03 Jul 2020
- 14:41h
(Foto: Reprodução)
O comitê científico do Consórcio Nordeste, que assessora as decisões dos governadores da região durante a pandemia, teme uma avalanche de casos de pacientes com Covid-19 vindos do interior dos estados. O receio é que o aumento no número de infectados superlote as unidades de saúde dos grandes centros urbanos. O alerta consta no nono boletim do comitê, que ainda não foi publicado e está sujeito a alterações. O documento indica uma possível nova sobrecarga no sistema hospitalar da região. "Esse efeito bumerangue já começou. Você conhece o efeito do tsunami? A água sai da praia, todos pensam que estão salvos, e, de repente, vem uma baita onda. É o mesmo efeito", explica o neurocientista Miguel Nicolelis, um dos coordenadores do comitê científico do Consórcio Nordeste. O agravamento deve acontecer na medida em que os casos começam a se alastrar com maior rapidez nas pequenas cidades da região.
O movimento vem sendo registrado nos últimos dois meses. Em 15 de abril, havia 112 microrregiões nordestinas com menos de 50 casos confirmados. No dia 20 de junho, este número caiu para apenas seis microrregiões.
A interiorização crescente dos casos de Covid-19 se manifesta também nos valores de um dado chamado de fator de reprodução. Ele indica o número correspondente a quantas novas pessoas alguém com o vírus é capaz de infectar. O fator 1, por exemplo, significa que cada doente contamina, em média, mais uma pessoa. Cidades do interior registram um valor muito mais alto do que as capitais.
Os dados das secretarias estaduais de saúde apontam na mesma direção. Capitais como Recife e Salvador, por exemplo, tiveram nas últimas semanas uma maior demanda na ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por doentes de outras cidades.
No Recife, que experimenta queda dos casos do novo coronavírus há 45 dias, 65% dos leitos de terapia intensiva da rede municipal são ocupadas por pessoas de municípios do interior.
Dos 169 pacientes que estavam internados nesta quarta-feira (2) em vagas de UTI da rede municipal do Recife, apenas 60 eram moradores da cidade. Só de Caruaru, no agreste pernambucano, havia 22 pacientes.
Fortaleza também vive um movimento de descompressão do sistema público de saúde e tem recebido, em média, 400 pacientes de cidades do interior toda semana. O número de transferências já foi maior, de acordo com o secretário de Saúde do Ceará, Dr. Cabeto. A média chegou a 500 por semana e foi reduzida com a expansão do número de leitos no interior, inclusive em cidades que sequer tinham UTI, caso de Itapipoca, Crateús, Icó e Limoeiro.
Salvador passa pelo momento mais crítico até agora durante a pandemia, com uma ocupação de 84% dos leitos para pacientes graves e também é pressionada pelo interior. Nesta quarta-feira (1º), quatro em cada dez pacientes de Covid-19 nas redes estadual e municipal da capital baiana vieram de outras cidades do estado.
Para reduzir o fluxo para a capital, o governo do estado tem ampliado a cobertura no interior para pacientes com o novo coronavírus. Foram abertos novos leitos de UTI em Feira de Santana, Juazeiro, Eunápolis e Valença.
Diante do cenário de avanço da Covid-19, o comitê do Consórcio Nordeste orienta decretar bloqueio total ou reverter de planos de afrouxamento do isolamento social em capitais e cidades do interior que estejam apresentando curvas crescentes de casos e óbitos e taxa de ocupação de UTI maior que 80%.
O documento recomenda o chamado lockdown nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Teixeira de Freitas, na Bahia, além de Maceió (AL) e Aracaju (SE). Também é citado o município de Caruaru, que já colocou em prática uma quarentena mais rígida em razão do aumento de casos. Na versão final do documento, novos municípios vão ser incluídos.
"O problema de Salvador é que o número de leitos flutua rapidamente. Houve uma tentativa de fazer lockdown de bairros, mas não conseguiu bloquear", diz Miguel Nicolelis.
O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), que nesta terça-feira (30) ampliou as medidas restritivas de fechamento do comércio por mais sete dias, criticou a pressão de empresários pela abertura das lojas.
"É impor que todo mundo continue em casa. Tomar medidas muito mais sérias e duras, essa é a realidade", afirmou.
O comitê também recomenda instituição de barreiras sanitárias, bloqueios temporários de todo tráfego não essencial, além da criação de brigadas emergenciais de saúde em todos os estados nordestinos.
Análise dos dados referentes às capitais revelou que cidades que executaram o bloqueio total por períodos de duas a quatro semanas, a exemplo de São Luís, Fortaleza e Recife, experimentaram uma desaceleração importante, tanto nas curvas de casos como de óbitos.
De acordo com dados fornecidos pela Prefeitura do Recife, em abril, a capital registrou 3.723 casos -54% das ocorrências em Pernambuco.
No mês de maio, quando o Recife e outros quatro municípios da região metropolitana tiveram 15 dias de quarentena rígida, a cidade chegou a registrar 11.694 casos -42% do total de novos casos do estado. Nesse mês de junho, quando a capital teve 5.182 casos, o percentual caiu para 21%.
Na rede municipal, há 289 leitos de UTI ativos. A taxa de ocupação é de 58,4%. Com a diminuição dos casos, a prefeitura desativou nesta semana 210 leitos de enfermaria que tinham sido montados em quatro hospitais de campanha. Novos 24 leitos de UTI foram abertos.
"No mês de abril mais da metade dos casos de coronavírus eram de recifenses. Hoje, nós somos um a cada cinco casos no estado", declarou o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB).
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- Claudia Cardozo
- 03 Jul 2020
- 13:39h
Foto: Reprodução / TV Globo
Advogado delator da Operação Faroeste, Júlio César Cavalcanti será preso na Superintendência Regional da Polícia Federal do Distrito Federal diante de ameaças de morte. A partir da colaboração premiada do advogado (veja aqui), a Polícia Federal realizou uma operação controlada na 5ª fase da Faroeste, que culminou com a prisão da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), e do filho dela, Vasco Rusciolelli. Eles foram denunciados por venda de sentenças na disputa de terras no oeste baiano. A ameaça, segundo o Ministério Público Federal (MPF), foi feita pelo juiz Sérgio Humberto Sampaio, também investigado na operação. No pedido de manutenção da prisão preventiva de seis investigados, a subprocuradora da República, Lindôra Araújo, diz que é necessário manter a prisão do juiz, pois Júlio César, na delação premiada homologada, “foi enfático ao afirmar que estaria com sua cabeça a prêmio no Tribunal de Justiça da Bahia e que Sérgio Humberto estaria propagando que iria lhe matar quando fosse libertado”. “Assim sendo, conclui-se, por essencial, que, solto, Sérgio Humberto ficará desimpedido para retornar ao local dos fatos diretamente ou indiretamente, impondo temor a comunidade local”, diz a subprocuradora, lembrando que dois homicídios já foram confirmados no curso da Operação Faroeste. Júlio César foi condenado a 16 anos de prisão. Por ter firmado a delação premiada, ele terá direito de progressão da pena, cumprindo apenas seis meses em regime fechado (saiba mais). Informações de bastidores obtidas pelo Bahia Notícias reforçam que o cumprimento da pena na sede da PF em Brasília é necessário pois, se preso em outra unidade prisional, ele poderia ser morto. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o colaborador Júlio César apresentou significativa quantidade de provas que podem ajudar a elucidar os crimes. No acordo, ele pagou R$ 2,2 milhões, além de entregar os veículos Cerato, Corolla, Harley Davidson e BMW 535i, em troca de redução da pena. Os valores serão destinados ao combate da Covid-19. O delator teria negociado 30 decisões judiciais em 1º e 2º graus, bem como feito o retardo de decisões em benefício de terceiros e designação de magistrados para atender seus anseios, em processos envolvendo litígios rurais na região do oeste da Bahia e outras localidades. Ele disse que chegou a receber uma oferta de Adailton Maturino de R$ 10 milhões para o juiz Sérgio Humberto cumprir o acertado entre os desembargadores para garantir a posse das terras. Segundo a delação do advogado, apesar da Bom Jesus Agropecuária já ter tido seu direito as terras reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), decidiu se associar ao advogado, agora delator, para se opor ao grupo de Adailton Maturino, que pretendia transformar o borracheiro José Valter Dias “em um dos maiores latifundiários do Brasil”.
- Com informações da Folha de SP
- 03 Jul 2020
- 12:05h
Lei federal, porém, não impede autonomia dos estados para estabelecer regras sobre a utilização da proteção facial | Imagem: Reprodução/TV Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou no projeto de lei sobre uso de máscaras durante a pandemia a obrigatório o uso da proteção facial em igrejas, comércios e escolas. A proposição foi aprovada pelo Congresso em 9 de junho, enquanto que os vetos e os trechos sancionados por Bolsonaro foram publicados nesta sexta-feira (3), no Diário Oficial da União. Agora, caberá a deputados e senadores decidir em votações se aceitam ou se derrubam a decisão de Bolsonaro. A nova lei torna obrigatório, durante a emergência sanitária no novo coronavírus, manter “boca e nariz cobertos por máscara de proteção individual, conforme a legislação sanitária e na forma de regulamentação estabelecida pelo Poder Executivo federal, para circulação em espaços públicos e privados acessíveis ao público, em vias públicas e em transportes públicos coletivos”. O uso de máscara, seja a clínica ou artesanal, também passa a ser compulsório em “ônibus, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados”. Os dispositivos vetados pelo presidente, no entanto, especificavam uma série de outros locais e situações em que a proteção seriam exigidas —estabelecimentos comerciais e industriais, templos religiosos, estabelecimentos de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Para justificar os vetos aos dispositivos, o Palácio do Planalto argumentou que a expressão “demais locais fechados em que haja reunião de pessoas” é abrangente demais e abre brecha para uma possível violação de domicílio, o que é contra a Constituição. Como não havia a possibilidade de veto apenas à expressão considerada problemática, segue Bolsonaro na justificativa, o governo barrou todo o dispositivo. Embora seja uma lei federal, os estados continuam com autonomia para estabelecer regras sobre o uso de máscaras em seus territórios.
- Ascom | PMB
- 03 Jul 2020
- 10:57h
(Foto: Ascom | PMB)
As ações de apoio à Administração Municipal de Brumado visando o fortalecimento das ações do combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus continuam sendo exercidas pelas empresas e instituições. Desta feita foi a renomada empresa Pax Nacional que doou 02 totens de higienização para serem colocados em locais de grande circulação de pessoas. A entrega foi feita pela proprietária da empresa, a empresária Perinalva Dias em encontro com o secretário municipal de Saúde, Claudio Feres que informou que um será colocado na entrada do prédio de prefeitura e o outro na Central de Marcação. “Agradecemos à Pax Nacional por essa importante doação que vem confirmar a consciência cidadã desta empresa tão conceituada”, ressaltou o secretário.
- Ascom | PMB
- 03 Jul 2020
- 10:44h
(Foto: Ascom | PMB)
A canalização dos riachos sempre foi um dos grandes desafios da área de infraestrutura em Brumado, só que, agora, isso está sendo resolvido por meio de uma ação muito arrojada que culminou no projeto de macrodrenagem urbana, o qual vem sendo operacionalizado com muita intensidade pela Administração “Educar para Libertar”. Um dos pontos mais afetados historicamente fica situado na divisa entre os bairros Santa Tereza e Olhos d’Água, que nessa semana, voltou a ter as obras de canalização intensificadas, as quais já estão entrando em sua fase final. Os moradores não escondem a satisfação pela solução deste antigo problema que também promoverá um visual estético bem mais moderno a região, já que importantes corredores de tráfego estão sendo construídos no conjunto das obras.
- Redação
- 03 Jul 2020
- 10:29h
(Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
A sessão da próxima segunda-feira (06) será muito movimentada na Câmara de Vereadores de Brumado, já que irá acontecer a votação acerca da admissibilidade/prosseguimento da denúncia para cassação do mandato do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (PSB). A denúncia foi protocolada na secretaria do Legislativo pela AUCIB - Auditoria Pública Cidadã Baiana, que apresentou uma farta documentação contendo cerca de 5.000 páginas, nas quais estão fundamentadas as seguintes denúncias: destinação indevida dos recursos do precatório do FUNDEF e fraudes em processos licitatórios. Além dessas denúncias, outra petição será protocolada contra o prefeito e diz respeito a fraude na Merenda Escolar.
- por Vinicius Torres Freire | Folhapress
- 03 Jul 2020
- 10:01h
Foto: Reprodução / Twitter / PutnamCountySO
Apenas 9% dos infectados pelo coronavírus dizem não ter sentido algum sintoma de que poderiam ter sido contaminados. Foi o que relataram entrevistados do estudo nacional Epicovid-BR, que procura estimar o espalhamento do vírus e da doença pelo país e as características da população afetada.
O estudo testou e entrevistou 89.397 pessoas em três etapas de coleta de dados, a primeira delas em maio, a mais recente entre os dias 21 e 24 de junho, em 133 cidades de todos os estados do país.
Entre as pessoas examinadas, 2.064 tinham anticorpos, o que indica que foram infectadas pelo coronavírus. Dentre os infectados, os sintomas relatados com mais frequência foram as alterações em olfato e paladar (62,9%) e a dor de cabeça (62,2%).
Como têm indicado outros estudos, os mais pobres são mais atingidos pela epidemia. No quinto mais pobre da população (os 20% com menor renda), a taxa de infecção era de 4,1% na terceira etapa da pesquisa; entre o quinto mais rico, de 1,8%. A diferença da taxa de contaminação entre mais pobres e mais ricos aumentou entre maio e junho: da primeira para a terceira fase do estudo, passou de 1,1 ponto percentual para 2,3 pontos.
Segundo os dados da Epicovid, a prevalência do vírus é maior entre os que se declararam indígenas: 5,4%, o quíntuplo da taxa de infecção de brancos (1,1%) e mais que o dobro dos que se dizem pretos (2,5%).
“O percentual da população com anticorpos não diferiu entre homens e mulheres em nenhuma das fases da pesquisa. Da mesma forma, não foi observada uma tendência nítida por idade, confirmando que o risco de infecção não depende da idade”, escrevem os pesquisadores. Ressaltam, no entanto, que a doença tende a ser mais severa, assim como a taxa de letalidade, entre os mais velhos.
No estado de São Paulo, segundo dados oficiais, cerca de 74% dos mortos de Covid-19 têm mais de 60 anos; os homens são 58% das vítimas de todas as idades.
Nas casas em que havia uma pessoa com anticorpos para o coronavírus, os demais moradores também foram testados. Dentre essas pessoas, 39% também tiveram testes positivos, indicou a pesquisa.
A prevalência da doença nas cidades estudadas ainda seria relativamente baixa, segundo o estudo Epicovid, de 3,8% em 83 cidades nas quais foi possível entrevistar mais de 200 pessoas nas três fases da pesquisa.
Ainda assim, trata-se de um número seis vezes maior que o de casos oficialmente notificados nesses municípios. Com base nos dados da população de todas as 133 cidades pesquisadas, a taxa de letalidade (número de mortes dividido pelo número de infectados) seria de pouco mais de 1%.
A taxa de infecção para a cidade de São Paulo estimada pela Epicovid é muito diferente daquela obtida por outra pesquisa amostral, realizada pela prefeitura paulistana em meados de junho. Na terceira etapa da Epicovid, a prevalência seria de apenas 1,4%, na terceira etapa (ante mais de 3,3% na primeira). Pelo estudo paulistano, de 9,5%.
Segundo os dados da Epicovid, o número de contaminados na cidade seria então próximo daquele divulgado pelas estatísticas oficiais da doença, os quais costumam registrar apenas os casos de pessoas com sintomas mais evidentes ou doentes que precisam de internação.
Em geral, estudos por amostragem indicam que o número oficial de casos representa um sexto do total de infecções, por vezes bem menos (um nono, na estimativa da prefeitura).
O epidemiologista Pedro Hallal, coordenador da pesquisa, diz que pode ter havido um problema com a amostra paulistana. “Existem diferenças metodológicas importantes. O estudo de São Paulo não incluiu crianças e adolescentes, por exemplo. O tamanho de amostra do estudo de São Paulo é bem maior do que o nosso”, diz Hallal, que, no entanto, reconhece que tais diferenças não explicam a disparidade dos números e que o dado da prefeitura está mais próximo da realidade. No estudo da prefeitura, foram examinadas 5.664 pessoas. No estudo Epicovid, 250.
O estudo Epicovid é um teste de uma amostra da população. Na terceira fase, o pesquisadores colheram exames gratuitos de 33.207.
O trabalho é coordenado por Hallal, reitor da Universidade Federal de Pelotas, em colaboração com pesquisadores de Universidade de São Paulo, a Universidade Federal de São Paulo, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
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- Redação
- 03 Jul 2020
- 08:09h
(Foto: Reprodução)
As vacinas em desenvolvimento no mundo contra o novo coronavírus, oficialmente denominado SARS-CoV-2, poderão controlar a doença causada por ele, a Covid-19. Nenhuma delas, porém, será capaz de acabar com a circulação do coronavírus no planeta. A declaração é do médico Ricardo Palacios, diretor de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, um dos centros de pesquisa do mundo que participa do desenvolvimento de vacinas contra o vírus. “Nós queremos gerar uma expectativa correta para a população. Nós não vamos acabar com o coronavírus com uma vacina. Qualquer uma que seja a vacina. O coronavírus veio e veio para ficar. Ele vai nos acompanhar. Durante todo o tempo de nossas vidas, nós teremos coronavírus circulando”, disse na quinta-feira (2) em um debate virtual promovido pela Agência Fapesp e o Canal Butantan. As informações são da Agência Brasil. De acordo com o diretor, as vacinas que estão em desenvolvimento no mundo buscam controlar a doença causada pelo novo coronavírus. O pesquisador faz uma analogia entre a Covid-19 (causada pelo coronavírus) e a gripe, causada pelo vírus influenza. Pessoas vacinadas contra o vírus influenza podem chegar a desenvolver a gripe, mas, na maioria das vezes, a doença não se desenvolve de forma grave, que poderia levar à morte. Segundo ele, o mesmo deverá ocorrer com as vacinas contra o novo coronavírus. Elas serão pouco eficientes em impedir a infecção das pessoas com o novo coronavírus, mas deverão proteger as pessoas de desenvolver a Covid-19 em sua forma grave. “O vírus influenza não desapareceu e segue conosco. Seguirá, talvez, durante toda a nossa vida. Mas a gente tem uma doença [a gripe] controlável. A maior parte das pessoas vacinadas consegue controlar a doença. Se chegar a se infectar, não terá uma doença grave, não morrerá dessa doença”, explicou. Segundo Palacios, o objetivo de todas as vacinas é proteger contra a doença, e não contra a infecção. “Proteger contra a infecção é uma coisa a mais que, eventualmente, pode acontecer, e até pode acontecer por um tempo limitado”, disse. O Instituto Butantan, na capital paulista, é um dos centros do mundo que participa das pesquisas de construção de uma vacina contra o novo coronavírus. O instituto firmou uma parceria, no dia 10, com o laboratório chinês Sinovac Biotech, que possuiu uma vacina em fase avançada de desenvolvimento, a Coronavac — que utiliza o coronavírus inativado para estimular uma resposta imunológica do organismo.
- Redação
- 02 Jul 2020
- 17:29h
Presidente do tribunal, ministro participou do ato de promulgação da emenda que adiou turnos de votação | Foto: Brumado Urgente Conteúdo
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Barroso, ressaltou nesta quinta-feira (2) que a corte eleitoral terá “a missão árdua de realizar uma eleição com segurança em meio a uma pandemia”. O ministro participou do ato de promulgação da Emenda Constitucional 107/2020, que adiou os dois turnos de votação da sucessão municipal para 15 e 29 de novembro. Barroso destacou que mais de 140 milhões de eleitores estão aptos a votar e estima-se mais de 700 mil candidatos para os cargos de prefeito e vereador. “Portanto, não é uma operação fácil de ser realizada, mas com o apoio do Congresso Nacional e da sociedade brasileira, esperamos realizar as eleições mais seguras e limpas”. Na sessão, o preisdente também agradeceu a deputados e senadores pelo aval dado na mudança do calendário eleitoral. “Celebro o Congresso Nacional e a oportunidade desse momento. Democracia não é o regime de consenso, é o regime em que o dissenso é absorvido institucionalmente e é a capacidade de, mesmo nas divergências, construirmos harmoniosamente as soluções que melhor atendam ao interesse público”, disse. Presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmou que a mudança do calendário só foi possível a partir da decisão institucional do TSE de ouvir os especialistas. “Essa aproximação respeitosa, institucional e republicana foi o grande passo para que estivéssemos aqui hoje”, disse Alcolumbre se referindo ao presidente do TSE.