- Redação
- 01 Fev 2021
- 07:39h
(Foto: G1 | BA)
Moradores de Vitória da Conquista, município no sudoeste da Bahia, colheram uma batata doce gigante, com 3,464 kg e medindo 33 centímetros de altura. As informações são do portal G1. Jobs dos Santos Nascimento conta que arrumou a muda e plantou no quintal da casa da mãe dele, Dona Isabel, onde a família tem uma criação de galinhas e um pé de banana. "Essa muda, ela veio da zona rural da região de Vitória da Conquista. A minha esposa trouxe da casa dos familiares dela. Ela comeu a batata e ficou uns pedaços de uns quatro centímetros na fruteira. Eu cheguei do trabalho um dia, estava olhando e vi que estava como se fosse uma muda e plantei", contou Jobs. "É inesperado. Creio que poucas pessoas tenham visto uma batata tão grande como essa. Não é normal, é especial por não ter nenhum produto químico, 100% orgânico", disse Jobs dos Santos. Segundo ele, foram seis meses até chegar nesse ponto. Ele nunca tinha colhido uma batata tão grande como essa. Quem retirou a batata doce do pé foi a sobrinha de Jobs, Jamile Nascimento. A reação dela foi de surpresa. "Eu estava indo colocar água para as galinhas e quando cheguei vi uma batata bem grande. Eu fiquei surpresa, porque nunca tinha visto", disse a adolescente. O engenheiro agrônomo Fábio Martins gravou um vídeo explicando que as chuvas no local e possibilidade da terra ter muito potássio, que favorece o plantio de batata, podem ter contribuído para que o alimento tivesse esse tamanho. "Isso é um indicativo de que a batata foi plantada em uma época que tinha uma boa quantidade de chuvas fracionadas aliado a uma característica natural desse solo, que possivelmente tem uma boa fertilidade”, afirmou. "Entre os nutrientes que a batata necessita para o desenvolvimento, temos um que chama potássio, que seria um indicativo de que esse solo tem uma quantidade significativa desse elemento, proporcionando um pleno desenvolvimento dessa batata e um alongamento maior", concluiu. Para ninguém duvidar da história da batata doce gigante, ela foi fotografada pelos moradores. Depois, ela foi dividida entre a família.
- Informações do G1/BA
- 01 Fev 2021
- 06:20h
Vítima foi identificada como Wellen Karine Soares Silva — Foto: Reprodução / Redes Sociais
Uma jovem de 22 anos foi morta a tiros na tarde de sábado (30), na cidade de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Ninguém foi preso. Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi identificada como Wellen Karine Soares Silva. Equipes da 77ª Companhia Independente da Polícia Militar (77ª CIPM) encontraram a jovem sem vida no bairro São Vicente e chamaram os agentes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para perícia e remoção do corpo Sociais De acordo com a polícia, foram solicitadas imagens das câmeras de segurança de uma igreja, próxima ao local onde ocorreu o crime. O órgão também agendou depoimentos de testemunhas. A polícia informou que não há informações sobre autoria e motivação.
- Redação
- 01 Fev 2021
- 06:12h
(Fotos: Reprodução)
Divulgado em primeira mão pelo Blog do Rodrigo Ferraz, na tarde da última sexta-feira (29), um fato raríssimo, o nascimento de bebês quadrigêmeos no Hospital Municipal Esaú Matos, a atualização que apuramos é que passam bem todos os quatro nenéns. São três menininhas e um menininho: Ysabelly, Victoria, Emanuelly e Adryan. Todos foram encaminhados para a UTI Neonatal do próprio Esaú Matos, logo após o nascimento. O estado de saúde inspira muitos cuidados, afinal são quadrigêmeos que nasceram com pouco menos de oito meses de gestação. Conforme foi divulgado, a família, que é da zona rural de Encruzilhada, do distrito de Vila do Café, aceita doações, afinal além de muito trabalho, as despesas para dar conta de quatro crianças de uma única vez são altíssimas, e para uma família que é de origem humilde as coisas complicam ainda mais. Quem tiver interesse e condições pode ir até o Esaú Matos e doar na própria recepção.
- Bahia Notícias
- 31 Jan 2021
- 19:35h
Foto: Reprodução / CNN Brasil
Segundo cientistas do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, a infecção por dois tipos diferentes de coronavírus pode gerar um terceiro tipo da doença no corpo. Isso porque a junção de ambos os vírus que atuam no organismo pode dar origem a um tipo mais forte. As informações são da CNN Brasil.
Na pesquisa, que analisou amostras de 92 infectados no Rio Grande do Sul, os cientistas identificaram os dois primeiros casos de infecções simultâneas. Apesar disso, os pesquisadores ainda não encontraram mutações resistentes aos anticorpos conhecidos; ou seja, o efeito das vacinas continuam eficazes nessas situações.
“Se nós tomarmos as medidas adequadas de contenção, conseguiremos evitar também coinfecções”, afirmou o virologista Fernando Spilki.
Até o momento, as pesquisas não descobriram nenhuma variação do coronavírus que seja resistente às vacinas produzidas.
- Redação
- 31 Jan 2021
- 11:46h
(Foto: Reprodução)
Mais uma emissora irá exibir os jogos do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2022. No último sábado (30), o apresentador José Datena, da TV Bandeirantes, anunciou uma parceria com a TV Walter Abrahão (TV WA) para que a Band também transmita as partidas da seleção brasileira em busca de uma vaga na próxima Copa. Na última semana, a TV WA, adquirida pelo ex-locutor esportivo Walter Abrahão, comprou 56 jogos das Eliminatórias-Sul Americanas da Copa, entre eles, alguns duelos do Brasil fora de casa. “A parceria com a TV Walter Abrahão está fazendo a Band ser ainda mais o canal do esporte”, declarou Datena. Segundo o repórter Gabriel de Oliveira, da TV Pop, o apresentador da Bandeirantes é amigo pessoal de Walter Abrahão, o que facilitou a negociação dos direitos de transmissão entre as empresas. Para os jogos do Brasil como mandante, a Rede Globo segue tendo direito exclusivo para exibição das partidas. A estreia da TV WA exibindo os jogos das Eliminatórias de 2022 está prevista para o dia 25 de março, quando o Brasil irá enfrentar a Colômbia fora de casa.
- Notícias Agrícolas
- 31 Jan 2021
- 11:18h
(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)
A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que representa empresas como a Minerva, solicitou a inclusão dos trabalhadores do setor na lista de grupos prioritários para vacinação imediata contra a Covid-19, disse a entidade em comunicado nesta sexta-feira.
A Abrafrigo disse ter feito a solicitação em cartas enviadas aos ministérios da Saúde e Agricultura. Nenhuma das pastas pôde responder de imediato a pedidos de comentários sobre o assunto.
"A maior vulnerabilidade da indústria de carnes, em face do trabalho intensivo, ambientes fechados e climatizados, exige a intercessão dos ministérios junto às secretariais estaduais de saúde para que procedam à imediata vacinação desta classe industrial", defendeu a associação.
A medida poderia beneficiar cerca de 2 milhões de pessoas diretamente empregadas por processadoras de carnes bovina, suína e de aves no Brasil, segundo estimativas da Abrafrigo.
As exportações de carne do Brasil geraram 17 bilhões de dólares em vendas no ano passado. De acordo com dados do governo, a carne é a segunda commodity agrícola de exportação mais importante do país --atrás somente da soja, com 28,5 bilhões de dólares em vendas em 2020.
A Abrafrigo disse ao governo que os trabalhadores de frigoríficos estão entre os "mais vulneráveis" ao novo coronavírus.
No ano passado, a crise sanitária afetou fortemente as unidades de processamento de carnes do Brasil, levando algumas delas a interromper produção enquanto os funcionários eram testados, o que gerou proibições para vendas à China, principal importadora da commodity.
Apesar das interrupções, a indústria de carnes continuou comercializando grandes volumes nos mercados doméstico e global, ajudando o país a seguir entre os maiores fornecedores de carnes do mundo.
(Foto: Reprodução)
A Frente Parlamentar de Agropecuária promoveu uma festa em apoio à candidatura de Arthur Lira (PP) para a presidência da Câmara dos Deputados. Lira é candidato do Palácio do Planalto e líder do centrão na casa e disputa a cadeira com Baleia Rossi (MDB), que conta com apoio essencial de Rodrigo Maia. A festa ocorreu na sexta-feira (29), de acordo com publicação da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Alheios à pandemia, os parlamentares promoveram aglomeração e desrespeitaram a orientação de uso da máscara. Segundo a publicação, imagens dos festejos mostram os deputados baianos Cajado (PP) e Zé Rocha (PL-BA), que aparecem conversando próximos ao candidato, também sem máscaras. A eleição da Câmara está marcada para segunda-feira (1).
- Renata Galf|Folhapress
- 31 Jan 2021
- 09:25h
Foto Ilustrativa
Em sua primeira sessão de 2021 nesta próxima quarta-feira (3), o STF (Supremo Tribunal Federal) tratará do chamado direito ao esquecimento. O julgamento é visto com atenção por parte da sociedade porque pode ter impactos negativos para a liberdade de expressão.
E justamente a primeira questão que caberá ao tribunal responder é se o direito ao esquecimento existiria no Brasil.
Em linhas gerais, entre os que defendem esse ponto, ele seria o direito de que uma pessoa não tenha exposto ao público indefinidamente um fato ocorrido em determinado momento de sua vida, como nos buscadores da internet, por exemplo.
Há, no entanto, muita divergência entre especialistas, não só se o direito ao esquecimento deveria existir, mas também em relação ao o que estaria abarcado pelo conceito do direito ao esquecimento.
Uma das avaliações é a de que o termo tem servido como um guarda-chuva que inclui situações muito distintas. Apesar de o conceito não constar na legislação brasileira, ele já foi reconhecido em diferentes ações judiciais no país, inclusive em algumas decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Do mesmo modo que há quem entenda que é possível reconhecer o direito ao esquecimento a partir da legislação que já existe hoje -pois ele seria uma ponderação de valores do direito à informação em contraposição à intimidade e à privacidade-, há quem entenda que isso só seria possível a partir de uma lei específica. "‹
"‹Paulo Rená da Silva Santarém, professor do UniCeuB e integrante da Coalizão Direitos na Rede, entende que reconhecer o direito ao esquecimento por meio de uma decisão judicial poderia ter um efeito negativo.
"Nós não temos no Brasil uma norma, uma lei vigente que assegure qualquer tipo de direito ao esquecimento. Nessa medida, essa construção por meio de uma decisão judicial seria muito ruim, porque ela deixaria tudo muito em aberto. E aí teríamos uma situação que podemos chamar de insegura, porque as pessoas não saberiam extrapolar essa decisão para uma outra situação."
Uma das complexidades do tema é justamente que, com a amplitude do termo, as ações que chegam ao Judiciário invocando tal direito são extremamente variadas, indo desde a correção, remoção ou alteração de uma informação, até censura à menção de determinada pessoa ou então solicitando a desindexação em ferramentas de busca na internet -o que faz com que certos resultados deixem de ser mostrados.
Com isso, decidir que esse direito existiria sem definir um conceito com critérios claros para analisar situações concretas poderia acabar gerando insegurança nas instâncias inferiores.
Não bastaria, por exemplo, o STF estabelecer que existe o direito ao esquecimento e que ele é justificado com base na proteção da dignidade da pessoa humana ou da intimidade. Seria preciso delimitar o alcance de uma decisão como essa.
Caso contrário, o resultado mais provável seria um grande aumento de pedidos na Justiça relacionados ao direito ao esquecimento e que, sem balizas nítidas, acabaria tendo decisões muito díspares.
A doutoranda e pesquisadora do Núcleo Legalite da PUC-Rio Isabella Zalcberg Frajhof elenca algumas das perguntas que precisariam ser respondidas quanto aos critérios para aplicação.
"Qual conteúdo está ou não protegido? Como delimitar o que é ou não interesse público? Existem exceções, se sim, quais são? Ele se aplica a pessoas públicas?"
Ela afirma que o Brasil inclusive é signatário de tratados internacionais que tratam da liberdade de expressão e que estabelecem, como um dos parâmetros, que restrições a este direito estejam expressamente previstas em lei.
Com isso, Isabella diz ser possível sustentar que justificar a restrição da circulação de informação no direito ao esquecimento poderia ser considerado desproporcional, ainda que se argumente que ele estaria fundamentado em direitos como o da intimidade e da privacidade.
"Isto ocorre por conta da indefinição do que seja o direito ao esquecimento", diz ela.
O caso concreto que o STF julgará envolve a exibição de um episódio do programa televisivo Linha Direta, que reconstitui um crime mais de 50 anos depois de sua ocorrência.
Os familiares de Aída Curi -jovem que foi violentada e assassinada na década de 50 e cujo caso foi amplamente divulgado pela imprensa à época- pedem uma indenização à TV Globo.
Os familiares de Aída recorreram de uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que, apesar de ter reconhecido a existência de um direito ao esquecimento, negou o pedido para o caso específico.
Segundo a decisão, "o direito ao esquecimento (...) não alcança o caso dos autos, em que se reviveu, décadas depois do crime, acontecimento que entrou para o domínio público, de modo que se tornaria impraticável a atividade da imprensa para o desiderato de retratar o caso Aida Curi, sem Aida Curi". Apesar das divergências, boa parte dos que defendem o direito ao esquecimento veem a passagem do tempo como um dos elementos centrais para a discussão.
Assim, uma determinada informação que já circulou licitamente no passado e que, portanto, já é pública, poderia ter sua republicação considerada como ilícita no presente.
Juliana Abrusio, que é diretora do Instituto LGPD e professora da Universidade Mackenzie, ressalta que muitas vezes pedidos de remoção de conteúdo são entendidos genericamente como um alegado direito ao esquecimento.
Segundo ela, entretanto, dados e informações que se tornaram públicos de maneira ilícita, como nudes divulgadas sem autorização, não têm nenhuma relação com direito ao esquecimento.
"Ele é um conteúdo que, num outro tempo, não só poderia como deveria ter sido postado. Era importante saber que houve tal processo criminal, era importante saber que tal pessoa estava sendo investigada."
"[O direito ao esquecimento] é uma virada de página de algo do passado remoto que era necessário circular mas que, passado um tempo, para limpar os estigmas e para que a pessoa tenha dignidade para continuar a viver em sociedade, ela precisa que aquilo a deixe", disse Abrusio.
Em seu livro "Direito ao Esquecimento", o autor Luiz Fernando Moncau critica o que ele considera ser uma confusão conceitual referente ao direito ao esquecimento, tanto no debate acadêmico quanto nas próprias decisões judiciais.
"Aglutinar diversos interesses distintos em torno de uma expressão guarda-chuva como 'direito ao esquecimento' pode ter consequências nefastas para a realização da Justiça."
Segundo ele, isso abre espaço para decisões contraditórias e divergentes, que "não são capazes de ofertar um mínimo de previsibilidade aos cidadãos e empresas e que acabam por permitir interpretações elásticas ao ponto que oferecer riscos inaceitáveis para a liberdade de expressão".
Ele diz que um dos problemas está na discussão sobre os elementos que seriam necessários para que pudesse se falar em direito ao esquecimento.
"Alguns autores ignoram o elemento tempo, outros ignoram a necessidade de que a informação tenha sido divulgada de maneira lícita e seja verdadeira", exemplifica Moncau.
Para além de definir se o direito ao esquecimento existe, quais seus elementos constituintes e como eles devem ser avaliados, há uma terceira discussão que envolve as obrigações advindas deste direito.
Professor da UERJ e representante do Instituto Brasileiro de Direito Civil como amigos da corte no processo, Anderson Schreiber entende que, apesar de o caso em discussão envolver um programa televisivo, provavelmente o Supremo abordará também a desindexação.
"Não acho possível emitir uma decisão sobre direito ao esquecimento sem refletir sobre a questão dos motores de busca."
Isso porque, para ele, o direito ao esquecimento hoje está muito ligado aos buscadores.
"O motor de busca, pelo próprio formato, tende a transmitir uma imagem da pessoa que pode estar deturpada, porque você pega um fato antigo e transforma aquele fato no principal fato. Os dez primeiros resultados são sobre ele. Parece que aquele fato define aquela pessoa."
Já Paulo Rená acredita que não seria adequado que o Supremo entrasse na questão da desindexação neste julgamento, pois o caso concreto não oferece elementos suficientes para tal discussão.
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(Foto: Reprodução)
Neste sábado (30), a Associação de Valorização da Educação do Sudoeste Baiano (AVESB) fez parte do movimento em prol da Educação em Vitória da Conquista em uma carreata que reuniu as escolas particulares da cidade, além de pais/responsáveis, professores, profissionais da educação, médicos e comunidade em geral. O intuito da manifestação foi um pedido de valorização ao sistema educacional do município, bem como o retorno das aulas semipresenciais em modalidade híbrida, com ensino presencial e à distância escalonado em sistema de rodízio. As aulas estão suspensas desde 18 de março de 2020 e, com isso, o movimento defende que a educação seja considerada serviço essencial pelas autoridades, levando em conta a gravidade dos impactos psicológicos e emocionais das crianças e adolescentes nessa pandemia. “O apelo é um pedido de socorro não só às escolas, mas para que se priorize a educação de jovens e crianças”, finaliza a nota enviada a nossa reportagem.
Foto: Sputnik V / Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (30) que o Brasil comprará a vacina da Rússia, a Sputnik V, caso o imunizante seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A Bahia tem acordo com os russos para distribuir e comercializar 50 milhões de doses da vacina no Brasil, por meio da estatal Bahiafarma. Do total, o estado tem disponíveis 10 milhões de doses prontas para receber, mas necessita de aprovação da Anvisa para usá-la emergencialmente, o que não aconteceu.
Com isso, o governo baiano ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir autorização para aplicar o imunizante no país. O estado questiona o artigo 16 de uma medida provisória que permite a compra de vacinas não validadas pela Anvisa, mas apenas se elas tiverem recebido permissão das agências dos Estados Unidos, da União Europeia, do Japão, da China ou do Reino Unido.
O presidente disse aguardar que a Anvisa dê aval sobre a eficácia e segurança da Sputnik V. “[Tem] um cheque de R$ 20 bilhões assinado para comprar os imunizantes só precisamos da aprovação. Se a Anvisa aprovar, compraremos a Sputnik”, disse Bolsonaro.
O governador da Bahia, Rui Costa, tem criticado as exigências da agência reguladora para liberar a vacina. Em entrevista na quarta-feira (27) ao “Isso é Bahia”, programa da rádio A TARDE FM em parceria com o Isso é Bahia, o petista afirmou que a Anvisa não tem priorizado vidas e atende a interesses corporativos.
ANDAMENTO NO STF
A Anvisa entregou na segunda-feira (25) as informações solicitadas pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o pedido de uso emergencial da Sputnik V.
Lewandowski também concedeu prazo de 5 dias para que a União Química, laboratório responsável por produzir a vacina no Brasil, apresente quais medidas tomou e quais estão pendentes dentro da exigências feitas pela Anvisa para liberar a vacina.
- Informações do NA
- 30 Jan 2021
- 15:48h
Confederação Nacional do Transporte (CNT) disse que não irá apoiar a greve - Foto: Reuters
O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) confirmou na quinta-feira (29) que iniciará uma greve de caminhoneiros, por período indeterminado, a partir do dia 1º de fevereiro. Apesar disso, parte do setor diz que não participará da paralisação.
A decisão foi formalizada através de um oficio da categoria que foi enviado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A CNTRC afirma que representa cerca de 40 mil caminhoneiros em 22 estados do Brasil.
Apesar da paralisação prevista para a virada do mês, há o compromisso do setor em manter a movimentação de caminhões e cargas dos serviços essenciais em 30% em decorrência da pandemia do coronavírus, além de cargas vivas, alimentos perecíveis e afins.
A movimentação dos caminhoneiros ocorre por conta de pedidos de aposentadoria especial, piso mínimo de frete e maior fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Neste mês, a ANTT atualizou sua tabela de preços mínimos e o governo zerou o imposto para importação de pneus para caminhões. Além disso, o presidente Jair Bolsonaro fez apelo para o setor, mas a greve ainda parece mantida para a CNTRC e outros sindicatos.
O Ministério da Infraestrutura soltou uma nota sobre a possibilidade de greve na próxima semana em que diz:
"O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) não é entidade de classe representativa para falar em nome do setor do transporte rodoviário de cargas autônomo e que qualquer declaração feita em relação à categoria corresponde apenas à posição isolada de seus dirigentes".
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) disse ontem que não irá apoiar a greve dos caminhoneiros. "Se houver algum movimento dessa natureza, as transportadoras garantem o abastecimento do país, desde que seja garantida a segurança nas rodovias", disse em nota.
- Mônica Bergamo | Folhapress
- 30 Jan 2021
- 14:23h
(Foto: Revista Época)
Um grupo de entidades e mandatos políticos enviou nesta sexta-feira (29) um apelo urgente ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos denunciando violações sofridas por parlamentares negras e transexuais eleitas em 2020. O documento é assinado pelas entidades Coalizão Negra Por Direitos, Instituto Marielle Franco, Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), Justiça Global e Terra de Direitos e pelos mandatos da vereadora Erika Hilton (PSOL), do coletivo Bancada Feminista e do coletivo Quilombo Periférico, todos com cadeira na Câmara Municipal da capital paulista.
O apelo cita denúncias feitas nesta semana pela vereadora Erika Hilton e pela covereadora Carolina Iara (PSOL), ambas eleitas no ano passado. Carolina afirmou que sua casa, na região de Itaquera, na zona leste da capital paulista, foi alvo de ao menos dois tiros na madrugada de quarta-feira (27). A covereadora é a primeira pessoa intersexo eleita no país e integra o mandato coletivo Bancada Feminista, composto por seis pessoas. Segundo imagens de câmera de segurança, um veículo branco chega em frente à casa de Carolina, às 2h07. Cerca de três minutos depois, é possível ver pés caminhando com pressa até o veículo, que é manobrado e sai do local. A vereadora Erika Hilton, por sua vez, abriu um boletim de ocorrência na última quarta-feira depois de ser surpreendida, em seu gabinete, por um homem que se identificou como "garçom reaça".
Esta foi a segunda vez em duas semanas que a parlamentar diz ter sua segurança ameaçada dentro da Câmara. No início de janeiro, a vereadora já havia protocolado uma ação contra 50 pessoas que teriam feito ameaças transfóbicas, racistas e machistas contra ela na internet. "Infelizmente, tais episódios representam um conjunto de atos sistêmicos de violência política que são cotidianamente praticados contra mandatos eleitos de mulheres negras, em especial mulheres negras transexuais, no Brasil", diz a carta enviada à ONU. O apelo ainda cita os casos da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ), que foi notificada de pelo menos seis planos que tinham como objetivo sua execução, e o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, também do PSOL, cujos mandantes do crime seguem desconhecidos. "No Brasil, persiste um cenário de permissividade para que assassinatos como o de Marielle Franco continuem ocorrendo, não tendo o poder público agido desde a morte de Marielle para evitar a repetição de crimes políticos tão bárbaros quanto esse às mulheres negras e transexuais que têm sido eleitas para exercer mandatos políticos", segue o texto.
O apelo ao Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU solicita, entre outras demandas, que autoridades do estado de São Paulo providenciem esclarecimentos sobre os casos aos relatores especiais da ONU e que elas se comprometam com a adoção de políticas públicas que garantam a proteção e o exercício de direitos políticos. A ação pede ainda que sejam criados "mecanismos e políticas públicas com objetivo de extinguir a reprodução de todas as formas de violência política que dificultem o engajamento de mulheres negras e transexuais e travestis na política institucional brasileira."
- Redação
- 30 Jan 2021
- 10:48h
(Foto: Reprodução Redes Sociais)
A vítima do homicídio ocorrido na tarde desta sexta-feira (29), na Avenida Filipinas, no bairro Felícia, já foi identificada. O nome do frentista é Maurício. Ele foi morto com 3 tiros enquanto trabalhava. Ele seria novato no trabalho. A morte dele chocou amigos e familiares.
Em nota, a polícia divulgou novas informações sobre o assassinato. Confira:
“Após Alerta Geral do Cicom de que indivíduos teriam efetuado disparos de arma de fogo contra um frentista do Auto Posto na Avenida Filipinas, a guarnição se deslocou ao local e ao chegar constatou a veracidade dos fatos, sendo que a vítima já se encontrava em óbito. Funcionários do posto relataram que a vitima estava realizando um abastecimento quando dois indivíduos em uma moto prata chegaram no local e um deles desceu da moto, se aproximou da vítima pelas costas, efetuando cerca de 3 disparos junto a cabeça e logo após fugiram sentido Morada dos Pássaros. O DPT foi acionado e esteve no local realizando a remoção do corpo. Foi descartado a possibilidade de latrocínio com base nas filmagens do local”.
- Informações do G1/BA
- 30 Jan 2021
- 09:34h
Pesticidas roubados em cidades do oeste da Bahia foram apreendidos em Luís Eduardo Magalhães — Foto: Divulgação/SSP-BA
Uma carga de pesticidas agrícolas avaliada em R$ 2 milhões foi apreendida durante operação policial em Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, na quinta-feira (29). De acordo com a polícia, a origem do material é de furtos e roubos feitos na zona rural de Luís Eduardo e em São Desidério, também no oeste. Parte dos pesticidas foi encontrada nas casas dos alvos da operação.
Em uma dessas residências, havia um documento de um outro imóvel, que servia como para armazenar os pesticidas. De acordo com o coordenador da 11ª Coorpin/Barreiras, Rivaldo Almeida Luz, como o agronegócio movimenta toda a região oeste, os crimes que estão relacionados ao agronegócio e que causam prejuízos bilionários, como sonegação fiscal e contrabando, precisam ser combatidos. Ele informou ainda que os venenos têm data para serem usados, então isso atrapalha a receita dos produtores e, assim, abala economicamente a região. Destacou a ação contra quem rouba, contrabandeia e sonega, mas disse que quem recepta todos esses produtos roubados poderá sofrer penalidades. Durante a operação, foram descobertas também provas da participação de outros integrantes da associação criminosa voltada a crimes contra o patrimônio em propriedades rurais.
- Redação
- 30 Jan 2021
- 08:25h
Magistrados deram ênfase para os casos de “fura-fila” | Foto: Reprodução
Promotores de Justiça com atuação na área da saúde, criminal e da improbidade administrativa debateram nesta sexta-feira (29) com a equipe da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) sobre o processo de imunização contra a Covid-19 em andamento na Bahia.
Na reunião, os magistrados deram ênfase para a observância dos grupos considerados prioritários e para os casos de “fura-fila” da vacinação. Conforme dados do Grupo de Enfrentamento do Coronavírus (GT Coronavírus) do MP, foram recebidas até esta sexta 129 denúncias de “fura-fila” em 76 municípios.
Na ocasião, os promotores fizeram questionamentos e tiraram dúvidas sobre procedimentos, critérios de classificação de riscos e os próximos passos traçados do plano estadual de vacinação, que foram apresentados em conjunto com os dados sobre disponibilidade de doses, distribuição e cobertura vacinal desde o início da imunização no dia último dia 19 de janeiro.
O evento foi promovido pelos Centros de Apoio Operacional da Saúde (Cesau), da Moralidade Administrativa (Caopam) e Criminal (Caocrim), com participação dos seus respectivos coordenadores, promotores de Justiça Patrícia Medrado, que fez a condução do debate, Frank Ferrari e André Lavigne.
A apresentação foi realizada pela superintendente da Suvisa Rívia Mary de Barros, pela coordenadora do Programa Estadual de Imunizações, Vânia Rebouças e por Eleuzina Falcão, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep).
Elas esclareceram que os grupos prioritários, incluídos na primeira fase da vacinação, são os trabalhadores de saúde, idosos com mais de 75 anos (que não foram retirados do Plano Nacional de Imunização), idosos institucionalizados, pessoas com deficiência institucionalizadas, indígenas aldeados e povos e comunidades tradicionais (ribeirinhas e quilombolas).
Segundo os dados apresentados, a Bahia já recebeu mais de 500 mil doses de vacinas contra a Covid-19, distribuiu 284 mil e aplicou 145 mil. Vânia Rebouças informou que já está disponível uma quantidade de doses suficiente para vacinar todos os idosos institucionalizados, os maiores de 18 anos com deficiência institucionalizados, 100% da população indígena aldeada e 60% dos trabalhadores de saúde de alto risco.
Conforme os números apresentados, mais de 100 mil profissionais de saúde foram vacinados do total superior a 374 mil previstos. A superintendente Rívia de Barros afirmou que a maioria dos municípios já vacinou os trabalhadores da saúde de alto risco e, por isso, o próximo passo será começar a vacinar os idosos acima de 90 anos, em razão da alta mortalidade, intercalando com os trabalhadores de médio risco, que não tem contato direto e frequente com pacientes de Covid-19.
“O grande problema é matemático, estamos recebendo poucas vacinas para muita gente no estado. Essa é nossa grande dificuldade. Antes, precisávamos fazer campanha para as pessoas irem vacinar, agora precisamos estratificar. Mas chegamos a uma estratificação dos trabalhadores da área de saúde que vai contemplar o entendimento de todos outros grupos”, afirmou. Foi informado também que o Estado da Bahia já fez a entrega de 100% de seringas e agulhas para vacinar, com as duas doses, os grupos da primeira fase.