- Bahia Notícias
- 29 Jul 2025
- 10:44h
Foto: Lula Marques / Agência Brasil
O tenente-coronel Mauro Cid, delator das investigações que apuram uma suposta trama golpista no país, apresenta nesta terça-feira (29) suas alegações finais ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ex-ajudante de ordens do então presidente Jair Bolsonaro (PL), Cid é um dos principais colaboradores do processo que se aproxima da fase decisiva.
Em 14 de julho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, protocolou no STF o parecer final da ação penal que investiga a tentativa de subversão institucional. No documento, o chefe do Ministério Público Federal solicitou a condenação dos réus envolvidos, entre eles o ex-presidente Bolsonaro.
Com a manifestação da Procuradoria-Geral da República, foi aberto o prazo de 15 dias para a apresentação das alegações finais por parte de Mauro Cid, etapa que se encerra nesta terça. Após essa fase, será iniciado o prazo para as alegações finais conjuntas dos demais investigados que integram o chamado núcleo 1 do inquérito, que inclui Jair Bolsonaro.
- Bahia Notícias
- 29 Jul 2025
- 09:09h
Foto: Instagram
A influenciadora digital Deolane Bezerra, a mãe da ex-A Fazenda e a casa de apostas Esportes da Sorte, terão que responder em instância federal sobre a Operação Integration.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decidiu enviar à Justiça Federal o processo envolvendo a operação que teve além de Deolane, outros influenciadores investigados por suspeitas de lavagem de dinheiro.
A decisão da juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª vara criminal da capital, se tornou pública na segunda-feira (28), sob alegação de incompetência da Justiça Estadual para seguir com o caso.
Para a magistrada, as investigações trouxeram indícios de evasão de divisas, movimentações financeiras no exterior e crimes contra o sistema financeiro nacional.
Dias antes, a subprocuradora-geral de Justiça em Assuntos Jurídicos de Pernambuco, Norma Mendonça Galvão de Carvalho, fez um pedido de arquivamento do caso.
O Ministério Público de Pernambuco alega que as apostas esportivas foram legalizadas e pede o arquivamento do caso por não haver "indícios de crime".
- Por Folhapress via BahiaNotícias
- 29 Jul 2025
- 08:13h
Foto: Lula Marques / Agência Brasil
O ministro dos Transportes, Renan Filho, comemorou a aprovação da Nova Lei do Licenciamento Ambiental pelo Congresso, devido à necessidade de acelerar a liberação de obras de infraestrutura, mas também admitiu que vê espaço para eventuais vetos pelo presidente Lula.
Um dos possíveis vetos, segundo ele, poderia ser a autodeclaração de licenciamento, que passou a ser prevista pelo texto da lei. "A proposta pode ser organizada, para que a autodeclaração seja liberada apenas para situações de baixíssimo impacto", disse Renan Filho em entrevista ao C-Level, videocast semanal da Folha de S.Paulo.
O ministro afirmou ainda que as ameaças tarifárias impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não terão impacto sobre os investimentos e concessões na área de infraestrutura no Brasil. O chefe da pasta de Transportes disse que, até o fim do ano, será feito o primeiro leilão de uma nova ferrovia pelo governo Lula.
Os investimentos atuais em infraestrutura, segundo o ministro, chegaram a volume recorde neste ano. O efeito político desses resultados, porém, já não tem a força que tinham no passado. "Você pensa, 'se o investimento hoje é maior, deveríamos estar com uma aprovação maior hoje', mas o mundo mudou muito, não é mais como antes. É um mundo muito mais dividido e polarizado".
O presidente Lula teve queda de popularidade no começo do ano. Há sinais de recuperação, mas a leitura da população parece não refletir esses investimentos que o senhor está citando.
O mundo mudou, não é mais aquele. Veja que a gente está em máxima histórica de investimento em infraestrutura. Você pensa, "se o investimento hoje é maior, nós deveríamos estar com uma aprovação maior hoje", mas o mundo está muito mais dividido e polarizado. O presidente Lula tem tentado ampliar o diálogo e alinhou um argumento forte no que concerne à defesa da justiça tributária. Acho que isso é relevante.
- Por Folhapress
- 28 Jul 2025
- 18:30h
Foto: Dawoud Abu Alkas / Reuters
Caminhões que faziam a distribuição de ajuda humanitária no norte da Faixa de Gaza foram saqueados pela população faminta após cruzar a fronteira do enclave neste domingo (27).
Cerca de dez veículos cruzaram a fronteira com insumos para a Cidade de Gaza, mas nem todos chegaram ao destino. "Muitos cercaram os caminhões. A população, que estava desesperada por um saco de farinha, saqueou os veículos", afirmou o jornalista Hani Mahmoud, da Al Jazeera, que está no local.
População foi vista em cima dos caminhões, retirando os sacos e carregando os insumos nas costas. Imagens divulgadas por agências de notícias mostram que algumas pessoas ficaram feridas na confusão para tentar pegar os alimentos.
O saque da carga preocupa, já que os alimentos iriam para a cidade mais populosa do enclave. O medo da população, segundo o jornalista, é de que a comida que deveria ser distribuída seja vendida no mercado paralelo por preços abusivos.
Cenas de desespero foram vistas no primeiro dia da "pausa tática" de Israel para permitir a entrada de ajuda humanitária. Após pressão internacional, o país de Benjamin Netanyahu anunciou que pausará todos os dias por 10 horas os ataques para que corredores humanitários levem alimentos até três pontos de Gaza. A pausa de hoje vai durar até as 20h (14h no horário de Brasília).
Três áreas diferentes do enclave têm ataques paralisados para receber os alimentos, segundo o Exército. Além da Cidade de Gaza, onde os saques aconteceram, caminhões vão passar por Deir al-Balah, no centro, e al-Mawasi, no sul, segundo dados divulgados pelo próprio exército de Israel.
Ajuda aérea também foi enviada, mesmo com alertas sobre risco à população. As Forças de Defesa de Israel publicaram vídeos de mantimentos sendo jogados de paraquedas. Segundo o Exército, açúcar, enlatados e farinha foram entregues. Em 2024, um equipamento defeituoso fez com que os insumos caíssem no mar e 12 palestinos morressem afogados.
Um terço da população de Gaza não come há dias, segundo as Nações Unidas. O Programa Mundial de alimentos divulgou hoje um comunicado falando que a notícia sobre a pausa humanitária é boa, mas explicando que um cessar-fogo é a única forma de fazer com que os alimentos cheguem a todos.
"O Programa Mundial de Alimentos tem comida suficiente para alimentar toda a população de 2,1 milhões de pessoas em Gaza por quase três meses", disse a ONU, em nota.
Só 30% da comida necessária foi distribuída em Gaza desde a abertura parcial das fronteiras, em maio. Segundo o Programa Mundial de Alimentos, 22.000 toneladas foram entregues, mas 62.000 são necessárias para alimentar toda a população do país.
De ontem para hoje, seis pessoas morreram de fome. O número elevou para 133 o total de vítimas da desnutrição do país desde o início da guerra. O número de mortos subiu vertiginosamente nas últimas semanas, o que seria um reflexo dos dois meses e meio de bloqueio total de suprimentos à palestina por parte de Israel. No fim de maio, o bloqueio foi parcialmente aberto, mas a ajuda enviada não era suficiente, segundo as organizações.
Israel, que bloqueou qualquer entrada de ajuda em Gaza entre março e maio, segue culpando Organização das Nações Unidas pela fome no local. "Esperamos que a ONU colete e distribua os alimentos, sem atrasos ou desculpas", disse o Ministério das Relações Exteriores do país em nota.
Embarcação com insumos foi interceptada por Israel. Na noite de ontem, um barco do movimento ativista "Flotilha da Liberdade", que levava fórmula infantil, remédios e brinquedos, foi interceptado a 75 quilômetros da costa de Gaza. Vinte e uma pessoas de 10 países foram redirecionadas para a costa israelense, segundo o exército.
- Por Folhapress
- 28 Jul 2025
- 16:04h
Foto: US Embassy
O Brasil é o mais atingido, com tarifa de 50% sobre todas as exportações nacionais, mas mais de 20 países e a União Europeia também foram incluídos na rodada de sobretaxas anunciadas pelo presidente americano, Donald Trump, que deve vigorar a partir da próxima sexta-feira (1º).
Até agora, após negociações com os americanos, há seis casos de acordos comerciais com Washington: União Europeia, Reino Unido, Vietnã, Indonésia, Filipinas e Japão. Nesses casos, a tarifa foi reduzida, mas não eliminada.
A União Europeia fechou acordo neste domingo (27), com tarifas de 30% sendo reduzidas para 15%. A UE concordou, segundo Trump, com compras de US$ 750 bilhões do setor de energia, investimentos de US$ 600 bilhões nos Estados Unidos e compras de equipamentos militares.
O Reino Unido, por exemplo, fechou acordo em 8 de maio, com o compromisso de reduzir cobranças não tarifárias sobre produtos importados. Ficou acertado ainda que os EUA ampliem em US$ 700 milhões as exportações de etanol e em US$ 250 milhões a venda de outros produtos agrícolas, como carne bovina, em troca de uma tarifa de 10%, em vez de 25%.
O Vietnã anunciou acordo em 2 de julho. Ao concordar com restrições sobre a quantidade de conteúdo chinês em produtos exportados, o país conseguiu a redução de tarifas de 40% para 20%.
Outro caso é do Japão, que em 22 de julho teve a tarifa inicial estipulada pelos EUA, de 24%, reduzida para 15% em troca de investimentos de US$ 500 bilhões nos EUA.
*
Veja abaixo exemplos de tarifas que o governo americano deve cobrar a partir de 1º de agosto
País - Tarifa
Reino Unido* - 10%
Japão* - 15%
Indonésia* - 19%
Filipinas* - 19%
Vietnã* - 20%
União Europeia* - 15%
Moldávia - 25%
Coreia - 25%
Cazaquistão - 25%
Malásia - 25%
Tunísia - 25%
Brunei - 25%
África do Sul - 30%
Bósnia e Herzegovina - 30%
Iraque - 30%
Líbia - 30%
Argélia - 30%
Sri Lanka - 30%
Bangladesh - 35%
Sérvia - 35%
Camboja - 36%
Tailândia - 36%
Laos - 40%
Mianmar - 40%
Brasil - 50%
*Fechou acordo com os EUA
- Bahia Notícias
- 28 Jul 2025
- 14:20h
Foto: Câmara dos Deputados
O deputado federal Níkolas Ferreira (PL-MG) se tornou réu após o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) aceitar a denúncia do Ministério Público que investiga uma "campanha sistemática de desinformação" durante o segundo turno das eleições municipais de 2024. Segundo o processo acolhido pela Justiça eleitoral, a campanha teria o objetivo de prejudicar a imagem de Fuad Noman, ex-prefeito de Belo Horizonte e falecido em março deste ano.
O parlamentar federal e o deputado estadual Bruno Engler (PL) podem ser declarados inelegíveis caso sejam condenados por suposta disseminação de informações falsas contra Noman. O Ministério Público compreendeu que as ações dos réus visavam favorecer Engler, que foi o candidato do PL na corrida eleitoral.
A decisão foi assinada pelo juiz Marcos Antônio da Silva, da 29ª, nesta sexta-feira (25). No texto, ele afirmou que a denúncia do Ministério Público traz detalhes que reforçam que os réus violaram a legislação. Segundo o g1, também são alvos da ação a deputada estadual Delegada Sheila (PL) e Coronel Cláudia (PL), que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Engler.
De acordo com o MP, os denunciados participaram de uma campanha organizada de desinformação nos últimos dias da eleição, com o objetivo de influenciar o resultado do segundo turno em Belo Horizonte. As publicações foram feitas em redes sociais, rádio, TV e internet.
O g1 entrou em contato com Nikolas e Sheila, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Engler e Coronel Cláudia disseram que só vão se manifestar nos autos.
A denúncia aponta que os envolvidos distorceram trechos do livro “Cobiça”, escrito por Fuad Noman. A obra traz um relato fictício de abuso, mas os denunciados sugeriram que o texto incentivava o crime. Também acusaram o ex-prefeito de permitir que menores tivessem acesso a conteúdo sexual no Festival Internacional de Quadrinhos de BH. Ambos os episódios foram alvo de decisões da Justiça Eleitoral que classificaram o conteúdo como ilegal.
A participação de Nikolas Ferreira foi considerada central, já que o deputado utilizou seu alcance nas redes sociais para disseminar conteúdo falso e ofensivo, e ainda descumpriu uma ordem judicial que exigia a retirada das postagens com desinformação. As informações são do g1.
- Por Juliana Arreguy | Folhapress
- 28 Jul 2025
- 12:25h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Após um dias de trégua, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a criticar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar encontrar uma solução para o tarifaço de Donald Trump sem envolver a pauta da anistia a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"É hora dos homens tirarem os adultos da sala", escreveu Eduardo nas redes sociais neste domingo (27), a cinco dias do início da aplicação de tarifas de 50% dos Estados Unidos a produtos brasileiros.
A frase, embora não cite Tarcísio nominalmente, é uma referência à fala do governador durante o evento Expert XP 2025, no sábado (26), no qual Tarcísio disse que sua gestão tem articulado, junto a parlamentares e empresários nos EUA, "de forma profissional, silenciosa, para ver se conseguimos atenuar esses efeitos".
"Quando a gente fala em soberania, a pior agressão à soberania é a divisão interna. A divisão interna é o que enfraquece o país. Então, se a gente não botar a bola no chão, não agir como adulto e não resolver o problema, quem vai perder é o Brasil", disse o governador na ocasião.
A fala de Tarcísio surgiu num contexto de críticas indiretas ao governo Lula (PT). O governador disse que, hoje, há uma tendência de "tirar proveito político de tudo" e que "nunca vamos fortalecer o assalariado prejudicando o empregador" –uma resposta ao "nós contra eles" usado pela gestão petista.
Eduardo observou que a carta de Trump anunciando as tarifas citava suposta perseguição política contra Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Para o filho do ex-presidente, não há como negociar o tarifaço sem tratar do aspecto político envolvendo seu pai e outros réus investigados pela trama golpista.
"Desconfie de quem se mostra preocupado com a Tarifa-Moraes e não fala dos presos políticos ou crise institucional, ignorando a carta do Trump que é expressa na solução do problema", escreveu ele neste domingo. "Estão te enganando, jogando para a plateia e prolongando o sofrimento de quem dizem defender", acrescentou.
"Na União Europeia ninguém fingiu nos termos ditos por Trump. No Brasil, até hoje, certas autoridades propositalmente dizem não entender as premissas originais das sanções", disse em outra postagem sobre o acordo firmado entre os EUA e o bloco europeu, neste domingo, para reduzir as tarifas de 30% para 15%.
Também neste domingo, ele atacou de forma direta o governador do Paraná, Ratinho Junior, por ter dito que Trump "não pegou o Brasil para discutir esse assunto por causa de Bolsonaro."
"O Bolsonaro não é mais importante que a relação entre Brasil e Estados Unidos", disse o governador paranaense também neste sábado, no mesmo debate que Tarcísio na Expert XP.
"Trump postou diversas vezes citando Bolsonaro, fez uma carta onde falou de Bolsonaro, fez declarações para a imprensa defendendo nominalmente o fim da perseguição a Bolsonaro e seus apoiadores. Desculpe-me governador Ratinho Jr., mas ignorar estes fatos não vai solucionar o problema, vai apenas prolongá-lo ao custo do sofrimento de vários brasileiros", disse Eduardo.
"Imagino os americanos olhando para este tipo de reação e pensando: o que mais podemos fazer para estas pessoas entenderem que é sobre 'Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores' como expresso na carta, posts e entrevistas de Trump?", continuou o deputado licenciado.
Tarcísio e Ratinho Junior são apontados como possíveis presidenciáveis para 2026, em especial diante de um vácuo aberto no campo da direita com a inelegibilidade de Bolsonaro. Segundo aliados, isso tem levado Eduardo, que também mira o Palácio do Planalto nas eleições do ano que vem, a desferir ataques aos governadores, vistos como adversários e possíveis entraves dentro de seu próprio campo político.
Por intermédio do pai e de aliados, como o ex-apresentador Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo, Eduardo havia levantado a bandeira branca e decretado as pazes com o governador.
O deputado passou a criticar Tarcísio após uma série de restrições impostas a ele e a Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica pelo pai, a proibição de contato entre os dois e o bloqueio de contas do parlamentar, que está em autoexílio nos EUA desde março em busca de sanções contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
- Bahia Notícias
- 28 Jul 2025
- 10:10h
Foto: Arquivo / Agência Brasil
O número de governos autoritários, as chamadas autocracias, superou o de democracisas ao redor do mundo. É o que aponta o Relatório da Democracia 2025, do Instituto V-Dem, ligado à Universidade de Gotemburgo, na Suécia, divulgado na última semana. Os dados do estudo evidenciam que o mundo tinha, ao final de 2024, 88 democracias e 91 autocracias, uma inversão em relação ao ano anterior.
Anualmente, o instituto publica dados sobre a situação da democracia no mundo. De acordo com o relatório, cerca de três em cada quatro pessoas no mundo, ou 72% (5,8 bilhões de pessoas), vivem atualmente em autocracias. O percentual é o mais elevado desde 1978, considerando os 179 países pesquisados em 2024. As informações são da Agência Brasil.
O levantamento considera autocracia o regime político em que o poder está concentrado em uma pessoa ou grupo político, com pouco ou nenhum controle democrático, e liberdades civis e políticas restringidas. No caso da democracia, há eleições multipartidárias, livres e justas; graus satisfatórios de sufrágio, liberdade de expressão e liberdade de associação e restrições judiciais e legislativas ao Poder Executivo são cumpridas, juntamente com a proteção das liberdades civis e a igualdade perante a lei.
Segundo o texto, os regimes autocráticos estão concentrados no Oriente Médio, norte de África, Ásia do Sul e Central, e na África Subsariana. Já os países democráticos são mais comuns na Europa Ocidental e na América do Norte, assim como em algumas partes do Leste Asiático e do Pacífico, na Europa do Leste e na América do Sul.
O levantamento coloca a desinformação e a polarização política entre as principais ameaças às democracias. Conforme o estudo, a desinformação é utilizada pelos governos autocráticos para inflacionar propositadamente sentimentos negativos na população e criar um sentimento de desconfiança.
Já a polarização reduz a confiança nas instituições governamentais, cenário que aumentou significativamente em nove países, considerando eleições ocorridas em 2024.
“Estudos sugerem que a polarização se torna frequentemente uma ajuda para os governos espalharem a desinformação, enfraquecendo a democracia. Se a polarização for elevada, os cidadãos estão mais dispostos a trocar os princípios democráticos por outros interesses ou a ajudar o seu lado a ganhar. A votação do Brexit e as eleições presidenciais de 2016 nos EUA são dois exemplos proeminentes em que este padrão se verificou”, aponta o estudo.
- Bahia Notícias
- 28 Jul 2025
- 08:48h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) atuaram neste domingo (27) no combate a um incêndio florestal às margens do Rio Grande, no município de Angical, no Oeste baiano.
Além do combate direto ao fogo, os militares também realizam ações preventivas junto à população local, com orientações de segurança e monitoramento de focos de calor por meio de plataformas oficiais, como o “Painel do Fogo”.
Na semana anterior, o CBMBA já havia atuado no combate e acompanhamento de um incêndio florestal em São Desidério. De acordo com a corporação, não houve registro de feridos nas ocorrências.
Para reforçar as ações, estão sendo utilizadas viaturas tipo caminhonete com tração 4x4, além de equipamentos específicos como sopradores, motosserras, ministrikers (bombas para lançamento de água em áreas de difícil acesso), enxadas e facões. As bases operacionais estão distribuídas estrategicamente em todo o estado, com o objetivo de agilizar as respostas às ocorrências.
O CBMBA reforça que, em casos de identificação de incêndios florestais, a população deve entrar em contato com a corporação pelo telefone 193, ou com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), pelos números (71) 3510-0607 e 0800 071 1400. Também é possível informar às secretarias de meio ambiente dos municípios.
- Por Guilherme Botacini | Folhapress
- 28 Jul 2025
- 08:23h
Foto: Gabriela Hipólito/Divulgação
As Nações Unidas realizam nesta segunda-feira (28), em Nova York, uma conferência para debater o estabelecimento da solução de dois Estados no Oriente Médio, uma tentativa de fazer avançar as discussões sobre o tema em meio ao recrudescimento da situação humanitária na Faixa de Gaza que, no entanto, deve resultar em poucas medidas concretas.
A conferência é presidida pela França e pela Arábia Saudita, e tem o Brasil na liderança de um dos oito grupos de trabalho estabelecidos, ao lado de Senegal.
Participam também Qatar, Canadá, México, Turquia, Irlanda, Jordânia, Espanha, Indonésia, Itália, Noruega, Japão, Egito, Reino Unido, União Europeia e a Liga Árabe.
O evento estava marcado inicialmente para junho, mas foi suspenso após os ataques de Israel ao Irã, em conflito que durou 12 dias e fechou o espaço aéreo de países da região. Remarcada, a conferência foi rebaixada a nível ministerial.
A conferência se propõe a ser uma plataforma para se chegar a consensos "motivados pelo imperativo de traduzir compromissos em ações concretas e coordenadas". A linguagem diplomática, porém, esconde os obstáculos políticos do evento, que são um reflexo da própria paralisia da ONU para lidar com conflitos ativos no mundo.
Israel, parte afetada pelas discussões, é contrário à realização da conferência sob o argumento de que implementar um Estado palestino após os ataques do Hamas do 7 de Outubro significa premiar a ofensiva terrorista e criar uma plataforma para destruir Israel, nas palavras do premiê Binyamin Netanyahu.
Israel e as Nações Unidas estão em rota de colisão desde o ataque do Hamas e o início da reação de Tel Aviv em Gaza.
As mais recentes rusgas se devem ao fato de que Israel tem contornado o sistema operado pela ONU de ajuda humanitária no território palestino e acusado a organização internacional de se aliar ao Hamas; a ONU rejeita essa acusação e afirma que Israel propositalmente deixa de criar condições para o trabalho humanitário em Gaza, onde a fome e a insegurança alimentar atingem hoje níveis catastróficos.
Os Estados Unidos, membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e principal fiador da guerra de Tel Aviv em Gaza, também se opõem à realização da conferência e vão boicotá-la.
"Os EUA se opõem a qualquer passo que reconheceria unilateralmente um suposto Estado palestino, o que adiciona obstáculos legais e políticos significativos à resolução do conflito e poderia coagir Israel durante a guerra, consequentemente dando apoio a seus inimigos", diz Washington em telegrama diplomático visto pela agência Reuters ainda em junho.
A admissão de um novo Estado-membro nas Nações Unidas passa pela aprovação de sua recomendação pelo Conselho de Segurança, no qual os EUA têm poder de veto, antes de ser aprovado pela Assembleia-Geral.
Apesar das limitações práticas da conferência, o evento indica os objetivos dos países participantes, em particular dos que a presidem, França e Arábia Saudita.
Nesta quinta-feira (24), o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que seu país vai reconhecer o Estado palestino, um movimento há meses antecipado e que só será formalmente anunciado em setembro, durante a próxima Assembleia-Geral da ONU.
Neste mês, o chanceler francês, Jean-Noël Barrot, deixou claro que a conferência se conecta a esse objetivo. "A meta [da conferência] é rascunhar como será a Gaza no pós-guerra e preparar o reconhecimento de um Estado palestino pela França e outros países que vão buscam essa abordagem", disse Barrot.
A articulação de Paris almeja um duplo movimento: países árabes condenarão o Hamas e pedirão seu desarmamento pela primeira vez na conferência, uma medida desenhada para atrair mais países europeus a reconhecerem o Estado palestino, de acordo com o chanceler francês.
"Pela primeira vez, países árabes condenarão o Hamas e pedirão seu desarmamento, o que selará seu isolamento definitivo. Os países europeus, por sua vez, confirmarão sua intenção de reconhecer o Estado da Palestina. Metade dos países europeus já o fizeram, todos os outros estão considerando", disse Barrot em entrevista ao semanário Le Journal du Dimanche.
Mais de 140 países já reconhecem um Estado palestino atualmente, incluindo o Brasil e vários países europeus, como Espanha, Noruega e Irlanda.
A França, no entanto, importante aliado de Israel principalmente nas primeiras décadas do estabelecimento do Estado judeu —e que abriga as maiores comunidades judaicas e árabes da Europa— é o primeiro país do G7 a tomar esse passo.
A realização da conferência foi aprovada pela Assembleia-Geral da ONU em dezembro de 2024.
Na ocasião, a resolução foi aprovada com 157 votos favoráveis, incluindo do Brasil, e 8 contrários (Argentina, Hungria, Israel, Micronésia, Nauru, Palau, Papua-Nova Guiné e Estados Unidos), além de 7 abstenções (Camarões, República Tcheca, Equador, Geórgia, Paraguai, Ucrânia e Uruguai).
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- Por Ranier Bragon, Raphael Di Cunto, Victoria Azevedo | Folhapress
- 27 Jul 2025
- 12:07h
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Os cinco partidos de centro e de direita que integram a coalizão de Lula (PT) pretendem aguardar os reflexos políticos da crise em torno da sobretaxa anunciada por Donald Trump e do recente cerco de Alexandre de Moraes a Jair Bolsonaro (PL) para avaliar se recalibram a rota prevista para as eleições de 2026.
Apesar de a maioria ressaltar que ainda é cedo para movimentações mais contundentes, há avaliação entre alguns deles de que Bolsonaro, parentes e aliados mais ferrenhos estão por ora em situação de isolamento. Essa leitura, no entanto, não significa que o grupo tenha se inclinado a seguir no barco lulista.
A percepção de congressistas desse campo é que não há garantias de que Lula conseguirá uma recuperação robusta de popularidade. Por isso, alguns desses partidos mantêm no radar um plano de desembarque, embora haja discordâncias internas sobre a melhor data para deixar o governo.
Na avaliação desse grupo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sofreu arranhões no episódio das tarifas —a imagem com o boné Maga (Make America Great Again), símbolo do trumpismo, é citada como deletéria para seus intentos eleitorais—, mas ainda é a opção número 1 do centrão para enfrentar Lula em 2026.
Lideranças ouvidas pela reportagem reconhecem que não devem fazer nenhum movimento neste momento, justamente para evitar respingos pelas críticas que o bolsonarismo recebeu com o caso da sobretaxa.
Um cardeal do centrão diz que, por outro lado, com o bolsonarismo fragilizado, o grupo terá mais poder de influenciar quem será o candidato da direita em 2026. Bolsonaro está usando tornozeleira eletrônica por ordem de Moraes e não pode se manifestar nas redes sociais.
Tudo o que o grupo mais quer é uma candidatura que seja apoiada pelos Bolsonaros, mas que não tenha o sobrenome da família na cabeça de chapa.
Enquanto o quadro não se define na direita, os partidos se posicionam para entrar no ano eleitoral. União Brasil e PP devem oficializar a formação da federação União Progressista em evento previsto para o dia 19 de agosto. Integrantes das duas siglas dizem que esse é o primeiro passo para discutir se os partidos permanecerão ou não na Esplanada dos Ministérios de Lula.
"Logo depois, eu vou propor que os partidos e suas bancadas se reúnam e proíbam qualquer membro do partido de participar desse governo", disse o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), em entrevista à Jovem Pan na segunda-feira (21).
Apesar de lideranças defenderem o desembarque ainda neste ano, há nomes influentes nos dois partidos que avaliam não ser o momento adequado. Essas siglas possuem juntas quatro ministérios, além do comando da Caixa Econômica Federal e de estatais.
Na Esplanada, o PP tem o Ministério dos Esportes, chefiado pelo deputado licenciado André Fufuca (MA), e o comando da Caixa —apesar de deputados e senadores afirmarem que a chefia do banco é uma indicação do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (AL) e não do partido.
O União Brasil comanda os ministérios do Turismo, com o deputado licenciado Celso Sabino (PA), do Desenvolvimento Regional, com Waldez Goés, e das Comunicações, com Frederico de Siqueira Filho. Esses dois últimos foram indicações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Há uma avaliação de que o rompimento com o governo poderia gerar desconforto nas próprias bancadas, já que deputados e senadores têm indicações em cargos federais nos estados.
Integrantes dos dois partidos contrários ao desembarque imediato atribuem a pressão a Ciro Nogueira e ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda. Eles defendem adiar essa decisão para abril, para que o cenário eleitoral fique mais claro. Esse é o prazo também para que os ministros que serão candidatos deixem os cargos.
Ciro Nogueira tem o objetivo de ser vice em eventual chapa presidencial de Tarcísio. Na quinta-feira (24), ele publicou em suas redes sociais que espera o dia em que o Brasil terá um presidente "da estatura de Bolsonaro ou Tarcísio".
Do lado do governo, a avaliação é que há muita espuma nos discursos do centrão, mas que a leve recuperação da popularidade de Lula, caso se consolide e progrida, pode melhorar o cenário para o Palácio do Planalto.
Integrantes do centrão avaliam que Lula ganhou fôlego, primeiro, com a campanha de defesa de menos impostos para os pobres e mais para os mais ricos. Depois, com a repercussão da ameaça de sobretaxa de Trump, o que deixou bolsonaristas na defensiva e chamuscou Tarcísio, que teve que modular seu discurso no decorrer da crise, sendo alvo de fogo amigo dentro do bolsonarismo.
Dois líderes do PSD dizem que a interferência de Trump pode ser um elemento adicional para fazer Tarcísio recuar e disputar a reeleição em São Paulo, deixando a chapa presidencial encabeçada por um nome da família Bolsonaro.
Já um deputado do Republicanos que, há duas semanas, dava o governo como acabado agora afirma que Lula se recuperou, e que os partidos cogitam adiar o desembarque para esperar o cenário ficar mais claro.
Um auxiliar de Lula ressalta que ameaças desses partidos de entregar os cargos se arrastam há meses e que não há qualquer informe nesse sentido, por enquanto.
O Palácio do Planalto reconhece que o apoio formal dessas siglas na eleição é muito improvável e trabalhará para que as legendas que hoje ocupam cargos na Esplanada fiquem neutras nas eleições do próximo ano, sem apoiar formalmente a candidatura do campo bolsonarista.
A ideia é também investir no apoio regional de lideranças desses partidos, como já ocorreu na eleição de 2022. O possível rompimento do União Brasil, por exemplo, não significará o afastamento de Davi Alcolumbre, visto no governo como o principal aliado na legenda.
Nesse contexto, parte dos lulistas defende que a vice-presidência, hoje ocupada por Geraldo Alckmin (PSB), possa entrar nas negociações. O cargo serviria para tentar atrair o apoio do MDB, já que há fortes lideranças do partido vinculadas ao governo, em especial o governador do Pará, Helder Barbalho.
Mas, entre os emedebistas, o discurso é de que um apoio formal do partido no primeiro turno só ocorrerá com uma grande recuperação da popularidade de Lula, que torne o presidente favorito e diminua a forças das alas oposicionistas.
Além disso, o tarifaço de Trump ampliou a exposição de Alckmin e voltou a fortalecer alas que defendem sua permanência como vice de Lula também em 2026.
- Bahia Notícias
- 27 Jul 2025
- 10:04h
Foto: Divulgação via Bahia Notícias
A Justiça Federal no Acre decidiu suspender, de forma provisória, uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabelecia restrições ao atendimento médico de pessoas trans. A medida foi tomada após um pedido do Ministério Público Federal (MPF).
Publicada em abril, a norma proibia o uso de bloqueadores hormonais em crianças e adolescentes trans, vetava o início da terapia hormonal antes dos 18 anos e elevava para 21 anos a idade mínima para cirurgias com efeito esterilizante. Além disso, a regra previa a criação de um cadastro nacional com dados de pacientes trans.
O juiz federal Jair Araújo Facundes, responsável pela decisão, destacou que o CFM não consultou profissionais de outras áreas da saúde, como psicologia e serviço social, nem ouviu a sociedade civil antes de publicar a norma. Para ele, mudanças desse tipo exigem debates mais amplos.
O magistrado também afirmou que a regra viola direitos constitucionais, como o acesso à saúde, a privacidade e a liberdade de escolha. Segundo ele, qualquer restrição à autonomia das pessoas deve ser fundamentada em justificativas claras e bem embasadas.
A decisão tem caráter provisório e mantém a suspensão da norma até que haja uma análise mais aprofundada do caso.
- Bahia Notícias
- 27 Jul 2025
- 08:01h
Foto: CIPRv Itabuna
Na manhã de sexta-feira (25), policiais militares da Companhia Independente de Polícia Rodoviária de Itabuna, que atuam em Porto Seguro, protagonizaram uma ação que salvou a vida de um recém-nascido de apenas quatro dias.
Desesperada, a mãe chegou até a guarnição com o bebê engasgado com leite materno. Imediatamente, os policiais realizaram a manobra de desobstrução das vias aéreas do bebê. Graças à ação rápida e precisa da equipe, a criança voltou a respirar ainda no local.
Após o atendimento, a mãe recebeu orientações sobre cuidados contínuos e a importância do acompanhamento pediátrico. A pronta resposta dos policiais demonstra, mais uma vez, o preparo e o compromisso da PM-BA com a preservação da vida.
- Bahia Notícias
- 26 Jul 2025
- 12:44h
Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil
Representantes de movimentos sociais, partidos políticos, juristas, universidades, centrais sindicais e organizações da sociedade civil realizaram nesta sexta-feira (25) ato em defesa da soberania nacional. O evento foi realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco, no centro da capital paulista.
Segundo a Agência Brasil, um manifesto foi lido durante o ato com as críticas às tentativas de intervenção na democracia brasileira. O ato ocorre diante das tarifas impostas aos produtos brasileiros pelo presidente do Estados Unidos, Donald Trump, sob a justificativa de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF), estaria sofrendo perseguição no país.
O manifesto, assinado pelas organizações participantes do ato, repudia qualquer "forma de intervenção, intimidação ou admoestação" com objetivo de intimidar ou ameaçar o país.
"Intromissões estranhas à ordem jurídica nacional são inadmissíveis. Neste grave momento, em que a soberania nacional é atacada de maneira vil e indecorosa, a sociedade civil se mobiliza, mais uma vez, na defesa da cidadania, da integridade das instituições e dos interesses sociais e econômicos de todos os brasileiros", diz a carta.
O documento destaca ainda que legislação brasileira permite a todos os acusados o direito à ampla defesa e que os processos são julgados com base em provas, "e as decisões são necessariamente motivadas e públicas".
"Exigimos o mesmo respeito que dispensamos às demais nações. Repudiamos toda e qualquer forma de intervenção, intimidação ou admoestação, que busque subordinar nossa liberdade como nação democrática. A nação brasileira jamais abrirá mão de sua soberania, tão arduamente conquistada".
Mais de 100 entidades assinaram o manifesto.
- Por Adrielly Souza | Folhapress
- 26 Jul 2025
- 10:30h
Foto: Reprodução via Bahia Notícias
O público da 15ª edição da Expert XP 2025, realizada em São Paulo, teve uma noite incomum nesta sexta-feira (25): foi Arnold Schwarzenegger quem subiu ao palco como uma das atrações principais do evento.
Aos 77 anos, o astro de Hollywood, ex-fisiculturista e ex-governador da Califórnia compartilhou reflexões sobre liderança, saúde e superação pessoal, além de momentos bem-humorados sobre a própria trajetória.
Durante sua palestra, Schwarzenegger abordou a importância da disciplina como ferramenta para transformar sonhos em metas concretas. "Disciplina é o alicerce de qualquer sucesso", afirmou ele, que também destacou o valor de se manter motivado mesmo diante de obstáculos. O discurso incluiu ainda trechos sobre liderança inspiradora e o impacto de decisões consistentes ao longo da vida.
Apesar do foco motivacional, Schwarzenegger também se permitiu brincar com a vida pessoal. Ele relembrou uma situação recente envolvendo seu filho Patrick Schwarzenegger, ator da série "The White Lotus", da HBO. Em entrevista ao canal Actors on Actors, da Variety, Arnold contou ter se surpreendido ao ver o filho em uma cena de nudez.
"Eu estava assistindo e, de repente, vejo a bunda dele. Pensei: 'O que está acontecendo aqui? Isso é loucura'", relatou, entre risos. Ainda assim, ele reconheceu que já esteve na mesma posição no passado. "Depois pensei: 'Arnold, olá! Você fez o mesmo em Conan e O Exterminador do Futuro. Então não reclame'."