- Bahia Notícias
- 14 Jan 2022
- 09:28h
Palácio de Buckingham | Foto: Pixabay
O príncipe Andrew, filho da rainha Elizabeth II, do Reino Unido, renunciou aos seus títulos militares e abriu mão de seus cargos honorários nesta quinta-feira (13), de acordo com um comunicado da família real britânica.
“Com a aprovação e a concordância da Coroa, as afiliações militares e patrocínios reais do duque de York [príncipe Andrew] foram devolvidos à rainha”, diz o comunicado, publicado nas redes sociais do Palácio de Buckingham.
A renúncia aos títulos ocorre no momento em que Andrew está enfrentando uma acusação de agressão sexual nos Estados Unidos. Virginia Giuffre afirma que foi abusada sexualmente pelo duque de York em 2001, quando tinha apenas 17 anos de idade. O príncipe britânico nega.
“O duque de York continuará sem assumir quaisquer funções públicas e se defenderá neste caso como um cidadão comum”, finalizou o comunicado da família real britânica.
- por Fábio Zanini | Folhapress
- 14 Jan 2022
- 07:25h
Foto: Ricardo Stuckert
Prevendo um cenário de guerra para 2022 devido à polarização política no país, o MST (Movimento Nacional dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e outros movimentos têm articulado ações pró-Lula até as eleições.
O calendário inclui, até agora, manifestações em março (luta das mulheres), abril (lutas camponesas) e maio (oposição a Bolsonaro).
As lideranças do MST têm dito que a mobilização de rua em 2022 terá papel central nas eleições deste ano, diferentemente das anteriores, e por isso acreditam ser crucial marcar posição em favor do candidato do PT contra Jair Bolsonaro (PL).
MST, CUT, Central de Movimentos Populares, Marcha das Mulheres e Conen (Coordenação Nacional de Entidades Negras) realizarão em fevereiro o primeiro encontro dos chamados "comitês populares", que também farão campanha nos bairros, locais de trabalho e de estudo e nas redes sociais ao longo do ano.
Entre as pautas defendidas pelo MST nas mobilizações estarão o fim do teto de gastos, a revogação da reforma trabalhista, a taxação de ricos a partir de uma reforma tributária progressiva e a criação de um programa emergencial para tratar da questão dos acampados no campo e na cidade, além da retomada das políticas públicas para negros, mulheres e a população LGBTQIA+.
- por Suzana Petropouleas | Folhapress
- 13 Jan 2022
- 18:25h
Foto: Marcelo Casall Jr./Agência Brasil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) suspendeu a realização das perícias para revisão do auxílio-doença, em razão do aumento de casos de Covid-19 no país. A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta terça-feira (11) e passou a valer a partir de 12 de janeiro.
O INSS e a SPMF (Subsecretaria da Perícia Médica Federal) determinaram a suspensão das perícias "tendo em vista o enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia do coronavírus (Covid-19)", segundo o comunicado publicado no Diário Oficial.
Em agosto de 2021, a operação de pente-fino do INSS convocou 170 mil beneficiários do auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) para a perícia.
Em setembro, o INSS convocou novamente mais de 95 mil segurados, que não haviam sido localizados pelo órgão ou respondido à convocação até então, para agendamento da perícia até 11 de novembro. Mais de 10 mil segurados no estado de São Paulo estavam nessa situação.
A convocação determinava suspensão do pagamento do benefício caso o segurado não agendasse a perícia no prazo ou não comparecesse na data prevista. O pagamento poderia ser cortado definitivamente após 60 dias da suspensão.
A suspensão das periciais revisionais, publicada nesta semana, não vale para os mutirões de perícia médica que já estavam previamente programados e com viagens definidas pela SPMF, segundo o comunicado.
- por Leonardo Vieceli | Folhapress
- 13 Jan 2022
- 16:11h
Foto: Divulgação / Salvador Norte Shopping
O volume do setor de serviços cresceu 2,4% no Brasil em novembro de 2021, na comparação com outubro, informou nesta quinta-feira (13) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A alta veio após dois meses consecutivos de queda. Com isso, o segmento recuperou a perda acumulada de 2,2% no período.
O resultado ficou acima das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam avanço de 0,2%.
Com o desempenho de novembro, o segmento ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020. Porém, está 7,3% abaixo do recorde, alcançado em novembro de 2014.
O setor de serviços envolve uma grande variedade de negócios, desde bares e restaurantes até instituições financeiras, de tecnologia e de ensino. Também é o principal empregador no país.
"Esta recuperação do mês de novembro coloca o setor no maior patamar dos últimos seis anos, igualando-se ao nível de dezembro de 2015. Das últimas 18 informações divulgadas, na comparação mês contra mês anterior, 15 foram positivas e 3 foram negativas: março, devido à segunda onda de Covid-19, e setembro e outubro, por conta de aumentos de preços em telecomunicações e passagens aéreas", afirma Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa do IBGE.
Em relação a novembro de 2020, o segmento cresceu 10%, apontou o IBGE. Analistas consultados pela Bloomberg estimavam alta de 6,9% nesse recorte.
No ano de 2021, o setor acumula avanço de 10,9%. Em período maior, de 12 meses, o crescimento foi de 9,5%.
QUATRO ATIVIDADES SOBEM NO MÊS
Quatro das cinco atividades pesquisadas pelo IBGE avançaram em novembro, frente a outubro.
Segundo o instituto, o destaque veio de serviços de informação e comunicação (5,4%), que recuperaram a perda de 2,9% verificada nos dois meses anteriores. A atividade está em patamar 13,7% acima do verificado em fevereiro de 2020.
O segundo impacto positivo em novembro veio da atividade de transportes, que cresceu 1,8% e praticamente recuperou a perda de 1,9% entre setembro e outubro. A atividade opera 7,2% acima de fevereiro de 2020.
Já os serviços prestados às famílias subiram 2,8%. Esse ramo reúne empresas bastante impactadas pelas restrições na pandemia, como bares, restaurantes e hotéis. Os serviços prestados às famílias, contudo, ainda estão 11,8% abaixo de fevereiro de 2020.
A atividade de outros serviços, por sua vez, cresceu 2,9% em novembro, recuperando apenas uma parte da queda de 12,6% entre setembro e outubro.
Já os serviços profissionais, administrativos e complementares amargaram a quarta taxa negativa seguida, de 0,3%.
Ao longo da pandemia, a prestação de serviços diversos sofreu um choque no país. O baque ocorreu porque o segmento reúne atividades dependentes da circulação de clientes, que despencou após a adoção de restrições para conter a Covid-19.
Hotéis, bares, restaurantes e eventos fazem parte da lista de negócios impactados.
O que amenizou o tombo nas primeiras ondas da pandemia foi o avanço de serviços ligados à tecnologia. Essas atividades tiveram demanda aquecida no período de isolamento social.
No segundo semestre de 2021, as atividades de caráter presencial passaram a apostar em uma melhora dos negócios devido ao impulso da vacinação contra a Covid-19 e da reabertura da economia.
Porém, a recuperação tem sido ameaçada pelo cenário de escalada da inflação, juros mais altos e renda fragilizada. Em conjunto, esses fatores diminuem o poder de compra dos consumidores.
Outra ameaça é a variante ômicron, apontada como responsável pelo novo avanço da Covid-19 no Brasil.
Restaurantes e bares, por exemplo, tiveram de afastar funcionários em razão dos casos de coronavírus e gripe nas últimas semanas.
A contaminação de trabalhadores também fez com que companhias aéreas cancelassem uma série de voos na largada de 2022.
Antes de divulgar o desempenho de serviços, o IBGE apresentou outro indicador setorial referente a novembro de 2021: a produção industrial, que recuou 0,2%. Foi a sexta baixa consecutiva das fábricas.
Nesta sexta-feira (14), será a vez de o instituto divulgar o balanço das vendas do comércio varejista em novembro.
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Foto: Freepik
A alta demanda de exames laboratoriais para o diagnóstico da Covid-19 pode levar à falta de insumos necessários para a realização desses testes. O alerta foi feito pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed).
Diante da alta considerável de casos de infecção pelo novo coronavírus, principalmente vinculada à variante Ômicron, houve um significativo aumento da capacidade produtiva global de testes, tanto PCR como de antígeno. Caso os estoques não sejam recompostos rapidamente, poderá ocorrer a falta da oferta de exames.
"Quando avaliamos as notícias que vêm de outros países, de que eles já estão sem insumos, é certo que o problema chegará ao Brasil", explica o presidente do Conselho de Administração da Abramed, Wilson Shcolnik. "Não é possível mensurar nesse momento até quando poderemos atender, pois os estoques são variados dependendo do laboratório e da região, mas há um risco real de desabastecimento", afirma o executivo.
A entidade recomenda a priorização de pacientes para efetuarem os testes. "O ideal seria seguirmos testando todo mundo que se expôs de alguma forma, porém, com o cenário que vislumbramos a curto prazo, recomendamos fortemente que sejam submetidos a testes apenas os pacientes que tenham maior gravidade de sintomas, pacientes hospitalizados e cirúrgicos, pessoas no grupo de risco, gestantes, trabalhadores assistenciais da área da saúde, e colaboradores de serviços essenciais, cessando a testagem de contactantes, assintomáticos e pessoas com sintomas leves, que devem permanecer em isolamento até que o cenário seja normalizado, deixando a possibilidade de teste para os pacientes mais críticos", reitera Shcolnik.
- Bahia Notícias
- 13 Jan 2022
- 12:14h
Foto: Manu Dias/GOVBA
Já chega a 856.917 o número de pessoas atingidas pelas enchentes que ocorreram em diversas regiões do estado. O dado foi divulgado pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec) nesta quarta-feira (12), com informações colhidas pelas prefeituras das cidades afetadas.
São 27.210 desabrigados, 59.637 desalojados, 2 desaparecidos, 26 mortos e 523 feridos. Os números correspondem às ocorrências registradas em 191 municípios afetados. É importante destacar que, desse total, 175 estão com decreto de situação de emergência. Os sete últimos municípios que decretaram foram: Barra, Botuporã, Esplanada, Governador Mangabeira, Igaporã, João Dourado e São Gabriel.
As localidades com vítimas fatais são: Amargosa (2), Itaberaba (2), Itamaraju (4), Jucuruçu (3), Macarani (1), Prado (2), Ruy Barbosa (1), Itapetinga (1), Ilhéus (3), Aurelino Leal (1), Itabuna (2), São Félix do Coribe (2), Ubaitaba (1) e Belo Campo (1).
- por Idiana Tomazelli / Marianna Holanda | Folhapress
- 13 Jan 2022
- 10:11h
A equipe econômica apresentou ao Palácio do Planalto um pedido de veto de quase R$ 9 bilhões em despesas aprovadas pelo Congresso Nacional para recompor gastos que ficaram subestimados no Orçamento de 2022, segundo fontes do governo ouvidas pela reportagem.
Desse valor, ao menos R$ 3 bilhões devem ir para despesas com pessoal, que são obrigatórias, e quase R$ 800 milhões vão irrigar o fundo eleitoral —que chegará aos R$ 5,7 bilhões aprovados pelos parlamentares para a campanha deste ano.
Outros R$ 5 bilhões foram solicitados para ampliar despesas de custeio da máquina pública que ficaram abaixo do necessário. O mais afetado é o próprio Ministério da Economia, que teve um corte de 50% em suas dotações orçamentárias.
Os pedidos foram discutidos em reunião na terça-feira (11) entre os ministros Paulo Guedes (Economia) e Ciro Nogueira (Casa Civil) e suas respectivas equipes.
De acordo com auxiliares que acompanham a discussão, o mais provável, porém, é que o veto acabe ficando abaixo dos R$ 9 bilhões solicitados pela Economia.
Uma nova reunião deve ocorrer nesta quinta-feira (13) para definir o que será feito. O prazo para a sanção do Orçamento de 2022 termina em 21 de janeiro.
Para atender à demanda, o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa vetar outras despesas no Orçamento, pois não é possível simplesmente ampliar os gastos, que são limitados pelo teto.
A reportagem apurou que a área econômica chegou a sugerir que os vetos fossem aplicados sobre emendas de relator, que somam R$ 16,5 bilhões e são usadas pelo Congresso para direcionar recursos a redutos eleitorais de aliados.
No entanto, a orientação da ala política é não mexer com esses recursos, que têm sido usados por Bolsonaro para fidelizar sua base no Legislativo. A indicação foi dada no momento em que o presidente mantém conversas sobre alianças para disputar a reeleição.
A falta de pagamentos de emendas acordadas com o Planalto já deflagrou uma crise na primeira semana do ano com um dos partidos da base, Republicanos. Parlamentares esperavam receber R$ 600 milhões, mas a verba não foi liberada pela Economia.
A área econômica apresentou então uma espécie de plano B do que pode ser vetado para recompor as despesas. A nova alternativa inclui corte em outras despesas discricionárias, como custeio de ministérios e investimentos.
Como o jornal Folha de S.Paulo mostrou, auxiliares palacianos e parlamentares já esperavam que o embate com a equipe econômica fosse reeditado com os pedidos de veto à peça orçamentária.
As questões mais urgentes são a recomposição do gasto com pessoal, que é uma despesa obrigatória (ou seja, o governo não pode deixar de honrar), e a integralização dos recursos do fundo eleitoral.
O Orçamento reservou R$ 4,9 bilhões para bancar as campanhas eleitorais dos partidos em 2022. Mas em dezembro do ano passado, o Congresso derrubou um veto de Bolsonaro sobre o tema.
Na prática, a decisão dos parlamentares permite que o fundo chegue a R$ 5,7 bilhões —como previsto originalmente na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). O veto foi derrubado com apoio do PL, partido ao qual Bolsonaro se filiou no ano passado, e de outras legendas aliadas.
No caso dos gastos com pessoal, a redução foi feita pelo relator-geral, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), que usou o espaço para contemplar outras despesas almejadas pelos parlamentares. Para a Economia, porém, a dotação para salários e aposentadorias do funcionalismo federal ficou abaixo do necessário para cobrir o ano todo.
Nos bastidores da área econômica, técnicos sabem que a margem para vetos é pequena, sobretudo com a decisão política do Planalto de blindar as emendas de relator.
Por isso, os esforços estão centrados na recomposição das despesas obrigatórias, para evitar que faltem recursos nessa frente. Já a ampliação das discricionárias é considerada "a batalha do ano".
Como mostrou a Folha de S.Paulo, o Ministério da Economia foi o mais atingido pelos cortes e pode sofrer um apagão em suas atividades já no primeiro semestre deste ano.
Apesar da necessidade de recompor as despesas discricionárias, há a avaliação de que o arranjo precisará ser feito ao longo do ano. O cálculo dos técnicos é que dificilmente haverá disposição política do presidente para assumir o desgaste com o Congresso para vetar R$ 9 bilhões, sobretudo em ano eleitoral.
No ano passado, os parlamentares maquiaram despesas obrigatórias para turbinar as emendas de relator, e a Economia cobrou do presidente uma decisão que permitisse a recomposição dos gastos. O veto de R$ 19,8 bilhões deixou cicatrizes na relação da equipe econômica com o Legislativo.
Para Juliana Damasceno, economista-sênior da Tendências Consultoria e pesquisadora associada do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), chama a atenção que, mesmo com um espaço adicional de ao menos R$ 116 bilhões no Orçamento, o governo ainda precise remanejar recursos para cobrir falta de dinheiro em ministérios.
A folga fiscal veio com a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios, que adiou o pagamento de dívidas judiciais da União contra as quais já não cabe mais recurso e também mudou a regra de cálculo do teto de gastos.
"Não deixamos de ter R$ 16,5 bilhões em emendas de relator, não deixamos de ter o maior fundo eleitoral da história. [O governo] Poderia ter sentado e questionado ‘faz sentido isso?’, mas não quis abrir mão", criticou.
Segundo Damasceno, a sinalização de que falta dinheiro mesmo com a expansão do teto pode abrir um precedente para novas mudanças na regra fiscal, sobretudo no momento em que sua manutenção ou derrubada ganha espaço no debate eleitoral.
"Foi feito um malabarismo para arranjar esse espaço. E a agenda eleitoral foi a grande prioridade", afirmou a economista. Ela critica o fato de o teto ter sido expandido sem que houvesse nenhum esforço por parte do governo para conter gastos, com revisão de políticas tidas como ineficientes.
"O teto deixou de cumprir com sua função. Tivemos oportunidade de rever despesas, mas no lugar aprovaram duas PECs para alterar regra e tornar o caminho mais fácil", disse.
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- Bahia Notícias
- 13 Jan 2022
- 09:09h
Foto: Divulgação / Pfizer
Chegaram ao Brasil, na madrugada desta quinta-feira (13), as primeiras doses da vacina da Pfizer contra Covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. A remessa com 1,2 milhão de doses será distribuída a estados e municípios para iniciar a aplicação.
De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, 4,3 milhões de doses pediátricas serão entregues neste mês. Esta remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.
Na lista divulgada pela pasta, a Bahia receberá 7,07% dessas doses, o que equivale a 304,010 mil imunizantes (veja aqui). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde a expectativa é de que a vacina chegue à capital baiana entre hoje (13) e amanhã (14).
Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil cerca de 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.
- Bahia Notícias
- 12 Jan 2022
- 18:36h
Foto: Reprodução / YouTube
Fausto Silva abriu o jogo sobre a sua saída da Globo em entrevista ao podcast 'Rap 77', do youtuber Júnior Coimbra.
Na conversa, a primeira desde a sua saída repentina da emissora em junho de 2021, o apresentador afirmou que não viu problema com a decisão da antiga casa.
"A partir do momento que eu me antecipei em dizer que ia voltar para a Band, é claro que eles não iam me deixar na vitrine. Não tem problema nenhum. Página virada e olhar para a frente".
O comunicador, que já está de casa nova e estreia na Band no dia 17 de janeiro, mesma data do início do Big Brother Brasil, se mostrou grato aos 33 anos de Globo.
"Fiquei num lugar por 33 anos. Fui muito feliz lá. Consegui trabalhar com gente como o Boni, foi o melhor presente que a vida me deu. Daniel Filho, Carlos Manga, Paulo Ubiratan… Trabalhei com gente que fez a televisão brasileira durante 33 anos".
Animado para o novo desafio na antiga casa, Fausto garantiu que o projeto vem como uma grande novidade em sua carreira. "Vamos tentar fazer um programa diferente por dia. E é o que a gente vai tentar fazer. E, principalmente, levar alegria e otimismo".
- por Fábio Zanini
- 12 Jan 2022
- 16:35h
Foto: Divulgação / Ccom
Coordenador do Fórum de Governadores, Wellington Dias (PT-PI) diz que o novo aumento dos combustíveis deixou claro que a responsabilidade pela alta de preços é da da Petrobras.
A Petrobras informou que aumentará os preços do diesel nas refinarias em 8% a partir de quarta-feira (12), enquanto a gasolina vendida às distribuidoras terá aumento médio de 4,85%, de acordo com nota publicada pela companhia nesta terça-feira (11).
O diesel passará de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, enquanto a gasolina subirá de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro.
"Cada vez mais claro, quem faz subir o preço dos combustíveis no Brasil são os aumentos da Petrobras. Sempre sustentamos que o valor do combustível tem a ver com a dolarização do petróleo e a vinculação feita no Brasil. Congelamos por 90 dias o ICMS e mesmo assim os aumentos continuam", afirma o governador do Piauí.
"A ausência de uma proposta sustentável por parte da Petrobras e Ministério da Economia leva a esta instabilidade nos preços", completa Dias, que também é presidente do Consórcio Nordeste.
Os governadores são rotineiramente responsabilizados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) de serem os culpados pelos reajustes, em razão da incidência de ICMS.
- Bahia Notícias
- 12 Jan 2022
- 14:31h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Responsável por matar a esposa, a jornalista Juliana de Freitas Alves, no dia 31 de dezembro, em Porto Seguro, o engenheiro Reges Amauri Krucinski, de 43 anos, teve sua prisão preventiva mantida pela Justiça.
Em audiência que ocorreu nesta terça-feira (11), no Fórum de Porto Seguro, o homem disse ter se arrependido do crime. De acordo com o Radar64, ele permanece preso no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) da cidade baiana.
O advogado de Reges, Iuri Thomy, não informou a data de quando o engenheiro será transferido para o Conjunto Penal de Eunápolis devido a motivos pessoais. A defesa aguardará o conteúdo da denúncia do Ministério Público para se pronunciar sobre o caso.
ENTENDA O CASO
Reges Amauri Krucinski confessou ter matado Juliana, de 41 anos, durante a noite de réveillon. Ele foi autuado em flagrande por feminicídio. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a vítima já foi encontrada morta (veja aqui).
O crime teria sido presenciado pela filha de Juliana, de 10 anos, e por uma babá da família. Também estavam na casa onde o crime ocorreu uma irmã de Juliana, uma filha de Reges de 13 anos, um bebê de 11 meses, filho do casal, e outra empregada.
Reges ainda precisou de atendimento médico após bater a cabeça contra paredes e grades da carceragem da Delegacia Territorial de Porto Seguro na madrugada do dia 1º de janeiro (lembre aqui).
- Bahia Notícias
- 12 Jan 2022
- 12:08h
Foto: Reprodução / Instagram
O baiano Rogério Minotouro está de volta aos ringues de boxe. O ídolo do MMA, medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de 2007, anunciou que vai compor o card do evento Fight Music Show, responsável por colocar frente a frente Whindersson Nunes e Popó.
Em entrevista ao Ag. Fight, o organizador do evento, Mamá Brito, anunciou que Minotouro enfrentará Leonardo Guimarães, o Leleco, ex-UFC, na luta co-principal. Além disso, o ex-BBB Yuri Fernandes vai encarar o medalhista olímpico Esquiva Falcão.
"Vai ter a luta Popó e Whindersson, que foi difícil fechar, e o Rogério Minotouro, vai ser uma honra fazer uma luta de boxe, sendo que ele foi bronze no Pan-Americano, contra Leleco, que já lutou UFC. E 100kg, tá?", contou o organizador.
Brito confirmou ainda que o humorista Tirulipa será o apresentador dos combates e o cantor Wesley Safadão fará um dos shows. A arena terá capacidade para de 2,5 mil a 3 mil espectadores.
- por Folhapress
- 12 Jan 2022
- 09:55h
Foto: Reprodução / Igor do Vale / G1
Dos 340.659 inscritos, apenas 33,2% (112.931) compareceram, no domingo (9), ao primeiro dia de provas da reaplicação da edição 2021 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Os ausentes somaram 227.728, o que representa 68,8% do total de inscritos.
O número de faltosos foi divulgado nesta terça-feira (11) pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). A abstenção foi maior (72,7%) entre aqueles que obtiveram o direito à isenção de taxa de inscrição após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) tomada em setembro. As informações são da Agência Brasil.
A maior taxa de comparecimento foi registrada entre pessoas privadas de liberdade ou submetidas a medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade (Enem PPL). Nesse caso 34.190 participantes realizaram, 63% dos 54.227 inscritos.
Se considerados somente os inscritos com isenção de taxa e aqueles que tiveram direito a fazer a prova devido a alguma dificuldade na primeira aplicação, o maior nível de abstenção foi registrado em Minas Gerais, de 76,4%. O estado foi atingido por fortes chuvas no fim de semana, quando foram registradas diversas interdições provocadas por enchentes e desabamentos nas rodovias.
As demais unidades da federação, porém, não ficaram muito atrás, e também registraram número alto de faltosos, como Mato Grosso do Sul (75,8%), Goiás (75,1%) e Tocantins (74,7%). Em números absolutos, a abstenção foi maior em São Paulo, onde 29.191, ou o equivalente a 74,6% dos 39.152 inscritos, faltaram.
Tiveram direito a participar da reaplicação do Enem 2021 as pessoas com direito à isenção de taxa por decisão judicial e os participantes que tiveram pedido aceito devido a alguma dificuldade na primeira aplicação, além das pessoas privadas de liberdade que se inscreveram no Enem PPL.
Assim como no Enem regular, os participantes farão em dois domingos quatro provas objetivas de 180 questões, sendo 45 questões em cada área do conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática, além da prova de redação.
No domingo (9), foram aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias e Redação. No próximo domingo (16) serão aplicados os exames de matemática e ciências da natureza.
Ao todo, são 4.618 locais de prova, sendo 1.435 para o Enem PPL, 2.249 para os participantes isentos que se inscreveram após nova oportunidade e 934 para a reaplicação de quem teve o pedido aceito.
Com relação à equipe de aplicação, há 54.053 pessoas envolvidas, sendo 10.470 para o Enem PPL, 40.315 para os isentos ausentes do Enem 2020 e 3.268 da reaplicação.
- Bahia Notícias
- 12 Jan 2022
- 06:53h
Foto: Pixabay
Um asteroide de aproximadamente um quilômetro de largura passará pela Terra no dia 18 de janeiro, próxima terça-feira, de acordo com o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra da Nasa, que rastreia cometas e asteroides potencialmente perigosos que têm potencial de colisão. As informações são da CNN Brasil.
O corpo que se aproxima é conhecido como 7482 (1994 PC1) e foi descoberto em 1994, segundo a Nasa. Ele está a cerca de 1.931 milhão de quilômetros de distância do nosso planeta, movendo-se a uma velocidade de 76.192 km/h.
Ninguém espera que o 7482 (1994 PC1) atinja a Terra, mas é o mais perto que um asteroide chegará nos próximos dois séculos, de acordo com as projeções da agência espacial. Espera-se que o sobrevoo ocorra na terça-feira, 18 de janeiro, às 18h51 no horário de Brasília.
O maior asteroide a passar pela Terra é o 3122 Florence (1981 ET3), que voou e não colidiu com nosso planeta em 1 de setembro de 2017. Estima-se que ele tenha entre quatro e 8,4 quilômetros de largura e faça outra passagem próxima à Terra em 2 de setembro de 2057.
Embora seja improvável que 7482 (1994 PC1) seja visível a olho nu, astrônomos amadores com um pequeno telescópio devem ser capazes de localizá-lo, de acordo com o site EarthSky.
- Bahia Notícias
- 11 Jan 2022
- 13:55h
Foto: Divulgação
Com o aumento da contaminação de Covid-19 no estado, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) vai suspender, a partir desta segunda-feira (10), o atendimento presencial. Segundo o órgão, a suspensão é válida até o próximo dia 31 de janeiro e segue a Portaria Nº 05/2022, assinada pelo presidente da Corte baiana, desembargador Roberto Frank.
Os serviços oferecidos pela Justiça Eleitoral aos cidadãos funcionarão normalmente, mas de forma on-line, pelo Núcleo de Atendimento Virtual ao Eleitor (NAVE), por meio do site do Eleitoral baiano www.tre-ba.jus.br; através do Telegram (@maiatrebot) e também pelo telefone (71) 3373-7000.
O TRE baiano lembra que as solicitações de regularização, alistamento eleitoral (1º título) e atualizações no cadastro (transferência de seção ou domicílio eleitoral, alteração de endereço, nome etc.) podem ser feitas virtualmente, com auxílio do NAVE ou pelo Título Net.
Também de forma virtual, por meio do site do TRE-BA, os cidadãos poderão ter acesso às certidões fornecidas pela Justiça Eleitoral, a exemplo das certidões de: composição partidária, crimes eleitorais, filiação partidária, negativa de alistamento e quitação eleitoral.
A Portaria Nº 5/2022 está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) desta segunda-feira com data de publicação de terça-feira (11/1), com edição já disponível no site do Regional. Conforme o documento, serão mantidas as realizações das sessões e audiências, de forma virtual ou semipresencial, nos termos da Resolução TRE-BA Nº 22, de 23 de julho de 2021. As atividades remotas serão exercidas pelos servidores no horário de expediente normal do Tribunal, estabelecido nos termos da Portaria Nº 159/2019.