- Bahia Notícias
- 02 Fev 2022
- 07:38h
Foto: Reprodução / Globo
O Big Brother Brasil perdeu seu segundo participante do time Pipoca na madrugada desta quarta-feira (1). Com 48,45% dos votos, Rodrigo Mussi foi escolhido pelo público para deixar o programa na segunda semana de jogo. A disputa contou com mais de 115 milhões de votos.
O paulista foi indicado ao paredão pelo líder Tiago Abravanel, e sem direito a bate-volta enfrentou Jessilane Alves e Natália Deodato, duas integrantes do time Pipoca, na disputa pela permanência.
Diferente de Luciano, que deixou o jogo na primeira semana de forma morna, Rodrigo fez questão de acender a chama do "fogo no parquinho" em seus últimos dias de casa. O gerente comercial iniciou uma confusão com Arthur Aguiar e Douglas Silva no último jogo da discórdia (leia aqui), ensaiou um affair com Laís, que não foi para frente, e virou meme por sua constante preocupação com o jogo e suas diversas articulações.
O brother, que chegou a receber o apelido de Cebolinha por seus planos infalíveis que não decolaram, também gerou polêmica. Rodrigo foi acusado de transfobia por se referir a Linn da Quebrada com pronomes masculinos e por usar a palavra "traveco" em uma conversa. Rodrigo também fez uso de um termo em inglês utilizado para rebaixar negros e foi duramente criticado na web pela situação.
Com a saída de Rodrigo, o time Pipoca fica desfalcado e por dois participantes pelo segundo ano consecutivo, desde o início do novo formato do BBB, perde um pipoca na segunda semana.
- Bahia Notícias
- 01 Fev 2022
- 17:37h
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Um estudo publicado na plataforma de preprints MedRxiv mostrou que a ButanVac, candidata a vacina de vírus inativado contra a Covid-19 do Instituto Butantan, induz proporcionalmente mais anticorpos capazes de neutralizar o vírus SARS-CoV-2 do que as vacinas de RNA mensageiro (mRNA), como Moderna e Pfizer. As informações são do Butantan.
Publicado na última sexta (28), o estudo foi coordenado pela Icahn School of Medicine de Mount Sinai, de Nova York, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores analisaram soros de um ensaio clínico de fase 1 feito na Tailândia com 175 indivíduos que foram vacinados com a ButanVac e 35 que receberam placebo.
Os dados foram comparados com amostras de outro estudo conduzido em Nova York com 20 participantes que receberam a vacina da Pfizer e 18 indivíduos convalescentes. As faixas etárias e a distribuição por sexo entre as amostras foram similares.
Os resultados mostraram que a quantidade de anticorpos neutralizantes é semelhante entre os dois imunizantes, porém a proporção desses anticorpos (em relação aos anticorpos de ligação) da candidata a vacina do Butantan é consideravelmente maior do que a do imunizante de RNA mensageiro a Pfizer e comparável à proporção observada em pacientes recuperados da Covid-19.
Isso significa que uma grande parcela dos anticorpos produzidos pela ButanVac possui atividade neutralizante, o que pode impedir a infecção, enquanto a vacina da Pfizer o outro imunizante produz mais anticorpos de ligação – capazes de detectar o vírus, mas não neutralizá-lo.
Para validar as descobertas, os pesquisadores selecionaram algumas amostras aleatoriamente e enviaram para um laboratório independente, da Emory University. O laboratório mediu as atividades de ligação e de neutralização, mas as amostras fornecidas foram ocultadas e o motivo da execução dos testes não foi divulgado.
A ButanVac utiliza a mesma tecnologia da vacina da gripe, conhecida e produzida globalmente e uma especialidade do Instituto Butantan. Ela consiste na inoculação de um vírus modificado que contém a proteína S do SARS-CoV-2 em ovos embrionados de galinhas. Por isso, o imunizante pode ser fabricado a baixo custo, além de poder ser armazenado e distribuído sem a necessidade de congeladores.
- por Cláudia Cardozo
- 01 Fev 2022
- 14:07h
Foto: STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, abriu o ano do Judiciário mandando recados ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Em seu discurso, realizado na manhã desta terça-feira (1º), Fux destacou que a democracia brasileira não comporta mais a disputa do “nós contra eles” e declarou que, em um ano eleitoral, é natural que hajam debates acalorados, mas pregou a tolerância, pois “não há mais espaços para ações contra o regime democrático e para violência contra as instituições públicas”.
O ministro salientou que, em quase dois anos de pandemia, com mais de 5 milhões de mortes no mundo por Covid-19, sendo mais de 600 mil no Brasil, o Supremo tentou dar sua contribuição para a melhoria do bem-estar social. Dentro das ações, enumerou decisões colegiadas da Corte, de “alta complexidade científica e constitucional”, com impactos políticos, econômicos e sociais, “todos positivos para o Brasil, como esforços para salvar vidas e empregos”.
Sobre as eleições que se avizinham, o presidente do STF afirmou que a política deve ser “visualizada pelo cidadão como a ciência do bom governo” e que as eleições são uma oportunidade coletiva para “escolhas virtuosas e proferir votos conscientes, voltados à prosperidade nacional”. Também declarou que o país precisa de líderes que estejam atentos às transformações sociais, que sejam capazes de “engajar ações coletivas e congregar pensamentos opostos”.
Apesar de todas as dificuldades enfrentadas no país, Fux declarou que era preciso lembrar que “vivemos um Brasil democrático, um Estado de Direito, no qual podemos expressar nossas divergências livremente, sem medo de censuras ou retaliações."
"Em sendo assim, este Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, concita os brasileiros para que o ano eleitoral seja marcado pela estabilidade e pela tolerância, porquanto não há mais espaços para ações contra o regime democrático e para violência contra as instituições públicas”.
O presidente Jair Bolsonaro foi convidado para participar da cerimônia, que ocorreu por videoconferência, mas não participou. No início da sessão, Fux afirmou que o motivo é que Bolsonaro iria sobrevoar as áreas atingidas pelas chuvas em São Paulo e mandou cumprimentos. O vice-presidente Hamilton Mourão o representou na sessão. Também participaram da solenidade o procurador-geral da República, Augusto Aras, o presidente da OAB, Beto Simonetti, e os presidentes da Câmara e Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
- por Suzana Petropouleas | Folhapress
- 01 Fev 2022
- 11:24h
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa a pagar nesta terça-feira (1º) os novos valores de aposentadoria para quem recebe mais de um salário mínimo (R$ 1.212). O benefício aumentará em 10,16%, de acordo com o reajuste anual pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Nesta terça, começam a receber os segurados que têm o número do benefício com final 1 ou 6. Os pagamentos serão feitos até 7 de fevereiro. Em março, os depósitos recomeçam no dia 3 para benefícios acima do piso.
O INSS também segue com os pagamentos de quem recebe o salário mínimo, iniciados no dia 25 de janeiro. Os dias exatos do primeiro depósito com reajuste anual, referente à competência de janeiro, variam conforme o final do benefício, sem o dígito que aparece depois do traço.
O pagamento é feito via cartão, para quem recebe por esse meio, ou por depósito em conta-corrente, segundo o INSS.
COMO CONSULTAR SEU EXTRATO
O aposentado deve acessar o site ou aplicativo para celular Meu INSS e consultar seu extrato de pagamento. A consulta também permite verificar quanto será pago de Imposto de Renda, para aqueles que recebem valores acima de R$ 1.903,98 e por isso não são isentos. Aposentados e pensionistas a partir de 65 anos pagam menos imposto, pois há uma cota extra de isenção.
O extrato exibe também parcelas de empréstimo consignado ativo, pagamentos a associações e outros descontos aplicados sobre o valor da aposentadoria, se houver.
O reajuste de 10,16% é aplicado para benefícios acima do piso, e repõe a inflação de 2021. Com o aumento, o teto da aposentadoria do INSS passou a ser de R$ 7.087,22 em 2022. O desconto do Imposto de Renda poderá ser maior, especialmente para aposentados e pensionistas com até 64 anos, pois a tabela usada para calcular os descontos do IR não é atualizada desde 2015.
Veja como fica o valor final da sua aposentadoria em 2022 Os cálculos foram feitos pelo IOB e pela reportagem, com base na tabela atual do IR.
- Bahia Notícias
- 01 Fev 2022
- 09:57h
Foto: Divulgação / PF
A Polícia Federal concluiu, nesta segunda-feira (31), que o presidente Jair Bolsonaro (PL) não praticou o crime de prevaricação no caso da negociação para compra da vacina Covaxin. As investigações do órgão federal tiveram como base os depoimentos dados à CPI da Covid pelo funcionário do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda e pelo irmão dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF).
Durante os depoimentos na CPI, os irmãos disseram que se encontraram com o presidente no Alvorada e relataram as suspeitas envolvendo as negociações para aquisição da vacina produzida na Índia.
Em um primeiro momento, o presidente Bolsonaro chegou a confirmou o encontro com os irmãos, mas disse não ter sido avisado sobre as suspeitas. Conforme divulgou o Portal G1, depois de Bolsonaro confirmar o encontro, o governo federal passou a dizer que Bolsonaro foi avisado e que repassou a denúncia ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.
O crime do qual Bolsonaro era acusado consistia no fato do funcionário público, neste caso o próprio presidente, tomando conhecimento de supostas irregularidades, deixar de comunicar a suspeita às autoridades – à Polícia Federal e ao Ministério Público, por exemplo.
De acordo com a Polícia Federal "ainda que não tenha agido, ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro não pode ser imputado o crime de prevaricação. Juridicamente, não é dever funcional (leia-se: legal), decorrente de regra de competência do cargo, a prática de ato de ofício de comunicação de irregularidades pelo Presidente da República", disse o delegado William Tito Schuman Marinho.
Ainda segundo ele, Bolsonaro pode ser enquadrado no crime de prevaricação apenas quando envolver uma conduta inerente ao cargo e que esteja prevista na Constituição. “Por isso, neste caso, ausente o dever funcional do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro de comunicar eventuais irregularidades de que tenha tido conhecimento - e das quais não faça parte como coautor ou partícipe - aos órgãos de investigação, como a POLICIA FEDERAL, ou de fiscalização, não está presente o ato de ofício, elemento constitutivo objetivo imprescindível para caracterizar o tipo penal incriminador do art. 319, do CP”, afirmou.
- Bahia Notícias
- 01 Fev 2022
- 07:59h
Foto: Sargento Bianca Viol/FAB/Divulgação
O comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Carlos de Almeida Baptista Junior, afirmou que os militares brasileiros vão prestar continência a qualquer presidente eleito em 2022, seja ele Lula ou qualquer outro candidato. A declaração foi feita em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada nesta segunda-feira (31).
A afirmação foi uma resposta a um questionamento sobre a postura de apoio da Força ao atual presidente, Jair Bolsonaro. "Lógico. Nós somos poder do Estado brasileiro. A continência é um símbolo. Quando a gente entra nas Forças Armadas, a gente aprende que ela visa a autoridade. Nós prestaremos continência a qualquer comandante supremo das Forças Armadas, sempre", disse o comandante.
Baptista Junior é apontado como o "mais bolsonarista" no comando das Forças. No entanto, o tenente-brigadeiro-do-ar nega o título e diz não saber a motivação para a classificação. No ano passado, ele reforçou ameaças feitas por Walter Braga Netto, ministro da Defesa, aos senadores da CPI da Covid.
"Aquela nota foi apenas para que a gente firmasse a posição de que um, nós não somos lenientes com erro. Se houver algum militar errando, existe o Poder Judiciário, mecanismos de controle. Mas isso não pode transbordar para o todo", afirmou o militar.
- por Cláudia Cardozo
- 01 Fev 2022
- 07:41h
Foto: Divulgação
O advogado Beto Simonetti foi eleito presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na noite desta segunda-feira (31), com 77 votos dos 80 válidos. Foram dois votos brancos e um nulo. Um dos conselheiros não pode votar por estar com Covid-19. A votação foi secreta. A posse será realizada na manhã desta terça-feira (1º), na sede da OAB, em Brasília, a partir das 9h.
Beto Simonetti integra a OAB há quatro mandatos como conselheiro federal pelo Amazonas. Antes de ser eleito presidente, foi diretor-geral da Escola Nacional da Advocacia, corregedor-geral adjunto, ouvidor-geral do sistema OAB e secretário-geral do Conselho Federal. Ele também atuou, dentro da OAB Nacional, pela aprovação do projeto que se tornaria a Lei de Abuso de Autoridade.
Simonetti foi candidato único ao cargo de presidente da OAB Nacional, após Luiz Viana, então vice-presidente da entidade, desistir de disputar o cargo, por não conseguir apoio de pelo menos seis seccionais. Até a eleição da OAB nas seccionais, realizada em novembro do ano passado, havia a possibilidade do ex-presidente da OAB da Bahia se lançar candidato a presidente da Ordem.
Em dezembro de 2021, após o encerramento das eleições nos estados, se percebeu que a candidatura de Luiz Viana seria inviabilizada pela falta de apoios. O desgaste com as outras seccionais surgiu após o rompimento de Viana com o então presidente da entidade, Felipe Santa Cruz, por discordar do envolvimento político-partidário do então chefe da Ordem. Na época, Luiz Viana chegou a lançar o movimento “OAB Sem Partido” e a “OAB é da Advocacia”.
Em 2018, o nome de Luiz Viana era um dos mais fortes para que pudesse assumir a presidência da OAB Nacional, mas um acordo firmado na época fez com que o representante da advocacia da Bahia se candidatasse a vice-presidente, com a promessa que nas eleições deste ano seria apoiado por Santa Cruz. Simonetti foi eleito com o apoio do chamado “partido” da OAB, liderado pelo ex-presidente da entidade, Marcus Vinicius Furtado Côelho.
Não há informações de como a bancada baiana votou nas eleições ocorridas nesta segunda-feira por ter sido voto secreto. Além de Luiz Viana, a bancada baiana é formada pelos conselheiros federais Fabrício Castro (ex-presidente da OAB da Bahia) e Luiz Coutinho.
- por Hanrrikson de Andrade | Folhapress
- 31 Jan 2022
- 21:54h
Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (31) nunca ter feito uso pessoal de um de seus três cartões corporativos, que, segundo ele, teria limite de até R$ 25 mil por mês e poderia ser utilizado, por exemplo, para "tomar tubaína com coca-cola".
"O meu cartão, que eu posso sacar até R$ 25 mil por mês e tomar em tubaína com coca-cola, nunca tirei um centavo", afirmou o governante durante agenda oficial em Itaboraí (RJ), onde discursou para gestores da Petrobras.
As declarações de Bolsonaro ocorrem depois que uma matéria do jornal O Globo, publicada neste domingo (30), revelou que os gastos com o uso de cartões corporativos durante o governo Bolsonaro já superam os quatro anos da gestão anterior, que abrange os mandatos de Dilma Rousseff (PT), alvo de processo de impeachment em 2016, e de Michel Temer (MDB). Bolsonaro ainda tem menos de um ano de mandato pela frente.
A publicação afirma que Bolsonaro gastou R$ 29,6 milhões com cartões corporativos até dezembro do ano passado. O valor é 18,8% maior do que os R$ 24,9 milhões consumidos nos quatro anos da gestão anterior, que acabou sendo dividida por Dilma Rousseff (2015-2016) e Michel Temer (2016-2018), diz O Globo.
Bolsonaro também disse que os filhos, o senador Flávio (PL-RJ) e o deputado federal Eduardo (PSL-SP), não possuem cartão corporativo da Presidência. Ele explicou ainda que, além do cartão de uso pessoal (com limite até R$ 25 mil), existem ainda outros dois (que seriam utilizados para custeio de despesas diversas).
"Nenhum filho meu tem cartão corporativo. Tenho três, dois são para viagens, abastecimento de aeronaves, comprar comida para 50 emas", declarou. "As acusações são as mais absurdas possíveis porque estamos incomodando."
MAIOR VALOR DOS ÚLTIMOS 7 ANOS
Reportagem de O Globo afirma que, somente em 2021, as despesas com cartões corporativos da Presidência da República chegaram a R$ 11,8 milhões, o que representa o maior valor dos últimos sete anos. O montante só não é maior do que o registrado em 2014, R$ 13,3 milhões, quando Dilma era presidente.
O Globo também afirma que, em dezembro do ano passado, as compras com os cartões exclusivos da família presidencial chegaram a R$ 1,5 milhão. O valor é o mais alto, para um único mês, dos três anos da atual gestão.
No fim de dezembro, o presidente Bolsonaro e família passaram alguns dias de folga em Santa Catarina. De acordo com o jornal, os montantes, que foram corrigidos pela inflação, correspondem às faturas de 29 cartões vinculados à Secretaria de Administração da Presidência da República. Os cartões estão sob a responsabilidade do mandatário, de seus familiares e auxiliares mais próximos.
Segundo o próprio Palácio do Planalto, diz o jornal, dois dos cartões ficam permanentemente sob poder de Bolsonaro. Os cartões podem ser utilizados para despesas do dia a dia, como refeições durante viagens. As razões dos gastos, porém, são mantidas em sigilo. A alegação é de que a divulgação delas colocaria o presidente em risco.
O Globo informou que levou em consideração os gastos presidenciais desde 2013. Foi a partir daquele ano que o governo federal passou a divulgar de forma separada os gastos relativos ao presidente da República e de sua família dos outros gastos da Presidência, como os serviços do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).
Enquanto deputado federal, Jair Bolsonaro era crítico do uso dos cartões corporativos. Em agosto de 2019, já como presidente, ele disse que iria divulgar os gastos pessoais feitos com o cartão corporativo. Chegou a dizer que levaria grupo de jornalistas ao banco para que vissem o extrato. No entanto, isso nunca aconteceu.
Neste mês, Bolsonaro criticou quem, segundo ele, questiona os valores gastos pelo governo federal com cartões corporativos. Ele defendeu que os cartões são usados para pagar "até a alimentação das emas" que vivem no Palácio da Alvorada, por exemplo.
- Bahia Notícias
- 31 Jan 2022
- 15:40h
Foto: Brian Asare / Unsplash
O Ministério do Trabalho e Previdência informou que trabalhadores com sintomas ou diagnóstico confirmado para Covid-19 não precisam apresentar atestado médico às empresas e devem ser afastados do trabalho presencial. À Agência Brasil, a pasta informou que a apresentação de atestado só é necessária se o afastamento durar mais de 10 dias.
Deve ser considerado o primeiro dia de isolamento o dia seguinte ao início dos sintomas ou a data da coleta de teste RT-PCR ou de teste de antígeno.
Além disso, a portaria interministerial prevê que trabalhadores que tiverem contato com pessoas com diagnóstico confirmado de Covid-19 também devem ser afastados do trabalho presencial sem a necessidade de atestado médico.
Ainda de acordo com a portaria, a empresa pode reduzir o período de afastamento presencial para sete dias desde que o trabalhador esteja sem febre há 24 horas, sem uso de medicamentos antitérmicos e com remissão de sinais e sintomas respiratórios.
O texto também informa que a empresa deve orientar os empregados afastados a permanecerem em suas casas, além de assegurar a remuneração durante o período de afastamento.
- Bahia Notícias
- 31 Jan 2022
- 13:38h
Foto: Sesab
Com o avanço da variante Ômicron, a Bahia segue batendo recordes de casos ativos desde o início de janeiro deste ano. Neste sábado (29), o Conselho Estadual de Saúde se reuniu para avaliar as medidas restritivas impostas pela gestão do estado em meio a alta nos casos.
Para o conselho, é necessário que haja "posturas mais robustas para o controle da pandemia". O conselho informou ainda que solicitará uma audiência com o governador Rui Costa para discutir esse assunto.
Eles avaliam que, nos últimos picos semelhantes aos atuais, houve nas cidades ações como fechamento de praias, barreiras sanitárias, público zero em festas e estímulo ao isolamento social. Atualmente, a redução de público em eventos e a exigência do comprovante de vacinação estão entre as principais medidas para barrar a transmissão do vírus.
"Não devemos desconsiderar o que serviu de aprendizado desde o início da pandemia. Acreditamos que os indicadores de ocupação de leito e taxa de contágio devem ditar as regras para aumentar ou diminuir as flexibilizações. O momento é trágico e precisamos salvar vidas", diz Marcos Sampaio, presidente do CES-BA.
- Bahia Notícias
- 31 Jan 2022
- 11:30h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
O Banco do Brasil estaria segurando a concessão de crédito para estados comandados por adversários políticos do presidente Jair Bolsonaro (PL). A reportagem é do jornal Folha de São Paulo.
O estado de Alagoas, governado por Renan Filho (PMDB), recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para obter os recursos após o banco ter abandonado as negociações sem maiores justificativas.
O pai do governador é o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que foi relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) responsável por investigar erros e omissões do governo federal na pandemia de Covid-19.
De acordo com a publicação, o estado baiano, governado por Rui Costa (PT), também enfrenta problemas para contratar uma operação com o banco. Nos bastidores, há cobrança por "tratamento isonômico" entre os estados. A Folha informou que o governo estadual, por meio da Secretaria de Fazenda, preferiu não se manifestar.
Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil —uma empresa de economia mista com ações na Bolsa— negou ingerência política na concessão de empréstimos e afirmou que segue "critérios técnicos".
"Toda contratação de operações para o setor público segue estritamente as exigências legais dos órgãos reguladores, a avaliação de crédito e os interesses negociais do BB", disse.
- por Débora Melo | Folhapress
- 31 Jan 2022
- 09:17h
Foto: Sigmund / Unsplash
A velocidade com que os avanços da tecnologia têm impactado e transformado o mercado de trabalho impõe um desafio extra aos profissionais que buscam um curso de pós-graduação alinhado com as tendências do futuro.
Especialistas afirmam, por exemplo, que demandas ligadas à segurança cibernética vão crescer cada vez mais, bem como as oportunidades de trabalho no setor. De acordo com Caio Arnaes, diretor associado da Robert Half, consultoria especializada em recrutamento e seleção, falta mão de obra em cibersegurança no mercado nacional.
"Existem cada vez mais tentativas de invasões e de roubos de dados e segredos industriais, que pedem um sistema o mais blindado possível. Então se você está começando agora ou, ainda, se já tem uma carreira, mas quer dar uma guinada, pode ser uma área interessante para investir."
Profissionais de segurança cibernética serão requisitados inclusive nas plataformas de metaverso, espécie de universo alternativo tridimensional que une a realidade virtual à aumentada e já movimenta bilhões de dólares em investimentos das grandes empresas de tecnologia. É o que aponta Guilherme Pereira, diretor acadêmico de MBAs da Fiap.
"Há muita oportunidade na área de tecnologia para quem acredita no futuro do metaverso. Não são profissões necessariamente novas, mas que podem ganhar força gigantesca com o desenvolvimento dessas novas plataformas", diz Pereira, citando também as áreas de engenharia de software e design 3D como promissoras.
O avanço da IA (inteligência artificial) também aponta para oportunidades de trabalho no futuro. Se a IA é uma realidade hoje, presente no dia a dia em tecnologias como assistentes virtuais e serviços de streaming, o desenvolvimento de ferramentas que sejam capazes de reproduzir qualquer habilidade humana ainda é um sonho distante.
"Hoje o ser humano tem um papel importante porque a máquina não consegue atuar de forma criativa tão bem quanto a gente. Então este talvez seja um caminho, preparar profissionais de 'machine learning' que vão se especializar em formatos de aprendizado mais criativos", avalia Pereira, da Fiap.
Ciência de dados, gestão estratégica de pessoas e marketing digital também são apontadas por especialistas como áreas em ascensão.
De acordo com a futurista Rosa Alegria, diretora no Brasil do projeto Millennium -rede de pesquisas sobre o futuro em diversos segmentos-, uma das áreas mais promissoras e ambiciosas é a da engenharia genética, que trabalha com a manipulação de DNA e, embora traga novos dilemas éticos, promete revolucionar a medicina a partir da identificação e tratamento de doenças, por exemplo.
"A revolução biológica é um caminho de novas profissões e, no futuro, pode ser até mais importante que a revolução da informação. Porque a revolução da informação está acontecendo, e a revolução biológica ainda leva tempo, é coisa para daqui 10, 20 anos", diz.
Além disso, afirma ela, o profissional do amanhã não pode tapar os olhos para "grandes dramas" da humanidade como mudança climática e crise sanitária. "Quem não se conectar com as necessidades do mundo ficará à margem do mercado."
ONDE ESTUDAR
Curso: MBA em cybersecurity
Instituição: Fiap
Duração: 12 meses
Preço: R$ 33.250 (ou 36x de R$ 1.148 até 5/2), presencial; e R$ 27.260 (ou 36x de R$ 941 ate 5/2), online
Modalidade: presencial e online
Início: março de 2022
Curso: segurança da informação e resiliência digital
Instituição: Mackenzie - Higienópolis
Duração: 18 meses
Preço: 24x de R$ 1.276 (valor das 12 parcelas finais sujeito a reajuste)
Modalidade: presencial
Início: fevereiro de 2022
Curso: cybersecurity
Instituição: PUC-PR
Duração: 24 meses
Preço: 25x de R$ 489
Modalidade: presencial
Início: maio de 2022
Curso: engenharia de software
Instituição: PUC-SP
Duração: 18 meses
Preço: R$ 21.240
Modalidade: online
Início: março de 2022
Curso: MBA em engenharia de software
Instituição: Fiap
Duração: 12 meses
Preço: R$ 33.250 (ou 36x de R$ 1.148 até 5/2), presencial e live; e R$ 27.260 (ou 36x de R$ 941 ate 5/2), online
Modalidade: presencial, live e online
Início: março de 2022
Curso: MBA em artificial intelligence & machine learning
Instituição: Fiap
Duração: 12 meses
Preço: R$ 33.250 (ou 36x de R$ 1.148 até 5/2)
Modalidade: presencial e live
Início: março de 2021
Curso: inteligência artificial aplicada
Instituição: PUC-PR
Duração: 25 meses
Preço: 24x de R$ 605
Modalidade: presencial
Início: maio de 2022
Curso: MBA em gestão estratégica de pessoas: desenvolvimento humano de gestores
Instituição: FGV
Duração: 14 a 16 meses
Preço: R$ 43.592,03, presencial; e R$ 36.400, live
Modalidade: presencial e live
Início: abril de 2022
Curso: marketing e design digital
Instituição: ESPM - Rio de Janeiro
Duração: 3 semestres
Preço: 35x de R$ 784,91 + R$ 824,23 (matrícula: R$ 1.182)
Modalidade: presencial
Início: abril de 2022
Curso: MBA em health tech
Instituição: Fiap
Duração: 12 meses
Preço: R$ 33.250 (ou 36x de R$ 1.148 até 5/2)
Modalidade: live
Início: março de 2022
CONTINUE LENDO
- Bahia Notícias
- 31 Jan 2022
- 07:11h
Foto: Divulgação
Uma mulher de 26 anos foi presa no aeroporto internacional de Salvador, na noite deste sábado (29), com nove quilos de cocaína. a droga estava escondida em quadros decorativos.
Segundo informções do g1, a suspeita é natural de Guarulhos, em São Paulo, e seguiria para a cidade de Maputo, em Moçambique, com conexões no aeroporto da cidade paulista e Adis Abeba, na Etiópia.
A droga estava dentro da bagagem e foi identificada quando o material passava pelo scanner antes do embarque. A mulher foi autuada em flagrante e levada para o posto da Polícia Federal.
- Bahia Notícias
- 30 Jan 2022
- 16:48h
Foto: Divulgação / Pfizer
O Ministério da Saúde recebe na segunda-feira (31) um novo lote de vacinas pediátricas contra Covid-19 da Pfizer. A entrega, que estava prevista para o dia 3 de fevereiro, foi antecipada.
De acordo com o ministério, o novo lote chega com 1,8 milhão de doses da vacina.
Até o momento, o Ministério da Saúde já recebeu 4,2 milhões de doses da vacina para o público de 5 a 11 anos de idade. Assim como para adultos, a imunização completa prevê duas doses, com intervalo de oito semanas entre elas.
- Bahia Notícias
- 30 Jan 2022
- 15:15h
Foto: Reprodução/TV Globo
A jornalista Maju Coutinho, apresentadora do Fantástico, na Globo, não estará no comando do programa na edição deste domingo (30). Maria Júlia teve que ser substituída por Mariana Gross após testar positivo para a Covid-19.
De acordo com o colunista Ancelmo Gois, a apresentadora tem sentido sintomas leves da doença. a expectativa é que ela retorne à atração na próxima semana.
A dupla de Maju, a jornalista Poliana Abritta não vai poder comandar a atração porque está de férias.