- As vendas em Brumado estão em alta em basicamente todos os comércios
- Por redação I Brumado Urgente
- 11 Jun 2022
- 13:12h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
Quem esteve no comércio local neste feriado de 11 de junho, aniversário de Brumado, pôde conferir de perto o quanto às lojas ficaram cheias. Era até difícil achar uma vaga no estacionamento da zona azul.
De acordo com um comerciante ouvido pela redação do Brumado Urgente, ele nos informou que até a data de hoje (11), já vendeu mais do que havia vendido no mês inteiro do São João do ano passado, e que há uma expectativa de vender ainda mais neste mês de junho do que foi vendido no natal do ano passado. Questionado sobre quais foram os motivos que alavancaram as vendas, o comerciante ressaltou que a amenização dos casos de COVID-19 e os festejos que estão ocorrendo e os que ainda irão acontecer em Brumado e região, são fatores determinantes para esse crescimento exponencial nas vendas.
- Bahia Notícias
- 11 Jun 2022
- 11:49h
Foto: Reprodução/Blog do Anderson
Uma mulher de 28 anos levou três tiros durante um assalto em Vitória da Conquista. De acordo com a 77ª Companhia Independente de Polícia Militar, o crime aconteceu na manhã desta sexta-feira (10), no Loteamento Alto das Araras, bairro Candeias, que fica às margens da Avenida Presidente Getúlio Vargas, conhecida como Estrada da Barra.
“No local, os policiais encontraram uma mulher de 28 anos, ferida. A vítima relatou aos policiais que se encontrava a caminho do trabalho, quando foi abordada por um indivíduo a pé, o qual lhe anunciou um assalto e, após a subtração de um aparelho celular, mesmo sem que ela oferecesse qualquer reação, efetuou três disparos contra a jovem, que foi atingida na região do pé, e fugiu. Ela foi socorrida pelo SAMU 192, encaminhada para atendimento médico e não corre risco de morte”, diz trecho da nota ao Blog do Anderson.
O autor teria recebido apoio de um comparsa. Um deles foi capturado e levado ao Distrito Integrado de Segurança Pública. A Companhia apresentou uma motocicleta, capacete e dois smartfones. As investigações estão a cargo da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.
- Bahia Notícias
- 11 Jun 2022
- 09:45h
Foto: Reprodução/Radar 64
A 2ª Vara Criminal de Porto Seguro condenou a 83 anos e 11 meses de reclusão, além de 262 dias-multa, o professor de uma escolinha de futebol do distrito de Trancoso, no litoral sul do município, por estupro de vulnerável contra seis alunos.
Wanderson de Souza Vieira, 32 anos, foi preso em dezembro de 2020, acusado de estuprar os alunos e gravar os abusos em vídeo. As vítimas tinham entre nove e 14 anos quando os crimes foram praticados.
Segundo noticiou o Radar64, a juíza Michelle Menezes Quatro Patrício também determinou que Wanderson pague R$ 6 mil a cada uma das cinco vítimas e R$ 12 mil à sexta vítima, como reparação pelos prejuízos emocionais sofridos.
Pela legislação brasileira, o condenado pode cumprir, no máximo, a 40 anos de reclusão.
Wanderson está preso desde o dia 18 de dezembro de 2020. As investigações policiais tiveram início depois que o instrutor perdeu o celular. Uma pessoa que encontrou o aparelho viu diversos vídeos e áudios mostrando os abusos e denunciou o treinador à polícia.
Ao ser preso, o acusado negou os crimes. No entanto, durante o processo judicial, os seis adolescentes narraram em detalhes, em depoimento à juíza, os atos praticados pelo réu quando ainda eram menores de 14 anos.
Segundo a magistrada, ficou comprovada a prática do crime de estupro de vulnerável pelo treinador contra as seis vítimas.
- por Folhapress
- 10 Jun 2022
- 18:53h
Foto: Shealah Craighead / White House
O comitê da Câmara que investiga a invasão do Capitólio, em janeiro de 2021, acusou nesta quinta-feira (9) o ex-presidente americano Donald Trump de ter participado de uma "conspiração contra a democracia" e de ter liderado esforços para "anular os resultados das eleições" no ano anterior.
Apoiadores do republicano invadiram e vandalizaram o Congresso minutos depois de Trump, durante manifestação na capital do país, Washington, insuflar ativistas a se dirigirem até a sede do Legislativo. A ação obrigou a Câmara e o Senado a trancarem suas portas e a paralisarem a sessão que deveria confirmar a vitória de Joe Biden.
O deputado democrata Bennie Thompson, presidente do comitê formado para apurar responsabilidades sobre os acontecimentos, afirmou durante audiência pública que o ataque foi "o culminar de uma tentativa de golpe". Ele ainda disse que a democracia americana continua em perigo.
"A conspiração para frustrar a vontade do povo não acabou", disse Thompson. "Há pessoas neste país que têm sede de poder, mas não têm amor ou respeito pelo que torna os EUA grande: devoção à Constituição e fidelidade ao estado de direito".
A audiência desta quinta é a primeira de seis em que o comitê apresenta os resultados de quase um ano de investigação. As sessões serão transmitidas nas principais emissoras de televisão dos EUA.
Durante a audiência foram exibidos vídeos que mostram a participação de integrantes do grupo radical de extrema direita Proud Boys no episódio de violência. Também foram resgatadas declarações de Trump, de familiares do ex-presidente e de assessores.
O comitê ouviu de testemunhas do republicano, que assistiu ao ataque pela TV e expressou apoio aos invasores. Mike Pence, então vice de Trump, que garantiu naquele dia a certificação da vitória de Biden, esteve a 60 segundos do grupo que rompeu a segurança e chegou ao ponto de onde ele foi retirado pelo Serviço Secreto americano.
Depois da exibição do material, a deputada republicana Liz Cheney, vice-presidente da comissão que investiga o ataque ao Capitólio, disse que as evidências provam que Trump convocou e reunião a multidão, o que "acendeu a chama" para o ataque.
"Donald Trump se foi, mas sua desonra permanecerá", disse Cheney, segundo o jornal Americano The New York Times.
Ao final do processo, o comitê que investiga o episódio pode recomendar a abertura de investigações criminais. Ao todo, mais de mil testemunhas foram ouvidas. Desde o ataque, mais de 800 pessoas foram presas e acusadas em tribunal —a maioria por entrada sem permissão em um prédio federal.
Trump chamou a investigação de "caça às bruxas" e, pela plataforma Truth Social, voltou a defender a insurreição, classificando o movimento como "o maior na história do país" para fazer com que os Estados Unidos "voltem a ser grande". "Tratava-se de uma eleição fraudada e roubada, e um país que estava prestes a ir para o inferno", escreveu.
O líder republicano na Câmara dos Deputados, Kevin McCarthy, afirmou nesta quinta que a comissão para investigar o ataque ao Capitólio é "a mais política e a menos legítima da história dos Estados Unidos". O Partido Republicano já prometeu enterrar o trabalho do grupo se assumir o controle do Congresso nas chamadas "midterms", eleições que em novembro vão renovar parte da Casa.
Na terça-feira (7) o Departamento de Segurança Nacional dos EUA publicou um alerta sobre terrorismo doméstico, explicando que o "ambiente de alta ameaça" se deve a movimentos de extremistas motivados por ideologia, religião, raça e "eventos atuais". A nota se refere especificamente à esperada decisão da Suprema Corte sobre o aborto e às eleições de meio de mandato, a serem realizadas em novembro.
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- Bahia Notícias
- 10 Jun 2022
- 16:17h
Foto: Reprodução/TV Globo/Instagram
Sérgio Hondjakoff já deu início ao tratamento para vencer a luta contra o vício das drogas. O ator que interpretou ‘Cabeção’, da série Malhação, voltou aos holofotes nos últimos dias após publicar uma live onde ameaça o próprio pai (lembre aqui).
O ator contou com o apoio dos colegas Bruno Gagliasso e Kayky Brito, de acordo com o colunista Leo Dias, do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Sérgio agora está sob os cuidados de Sandro Barros, terapeuta que desenvolveu um método de recuperação de pessoas que passam pela mesma situação. Sandro conversou durante quase uma hora com Serginho por telefone após o vídeo viralizar na web. O ator foi convencido por Gagliasso, Kayky e também por Rafael Ilha, a atendê-lo. “Falei com ele e como terapeuta, eu entendi suas questões”, relatou Sandro à coluna.
- Por redação I Brumado Urgente
- 10 Jun 2022
- 14:08h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
A obra de requalificação asfáltica do trecho da BA-148 entre o Acesso Norte e Brumado a qual foi assinada a ordem de serviço pelo governador Rui Costa (PT), na última visita de Costa ao município no dia 25 de maio já foi iniciada.
O trecho ficou um bom tempo com muitos buracos, onde em alguns trechos alguns motoristas utilizam o passeio de uma distribuidora de bebidas para passar, pois os buracos na pista dificultava a trafegabilidade.
De acordo com verificações feitas pela equipe do Brumado Urgente in loco, a camada de asfalto em alguns pontos é bastante espessa, certamente, com mais de 10 cm de altura, o que pode aumentar de maneira considerável a vida útil daquele asfalto naquele local. O trecho já asfaltado é de quase um 1 km, e vai dá uma nova cara aquela região, que inclusive pode atrair novos comércios para aquela parte da cidade, já que conta com algumas empresas no local, mas que tem tudo para alavancar ainda mais aquela região.
- por Rafael Balago | Folhapress
- 10 Jun 2022
- 12:08h
Foto: Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou o encontro que teve com o americano Joe Biden, na noite desta quinta (9), em Los Angeles de excepcional.
Foi a primeira vez em que os dois se encontraram desde que o americano chegou ao poder, há quase um ano e meio. "Foi muito melhor do que eu esperava", afirmou, ao voltar para o hotel em que está hospedado.
O presidente disse que houve uma parte confidencial do encontro, cujo conteúdo ele chamou de "segredo de Estado". "O que eu falei, e eu falei bem mais que ele, ele concordou. Se conseguirmos ampliar este eixo norte-sul, será bom para todo mundo", completou.
Até o fim da tarde desta quinta pelo horário local (Brasília está quatro horas à frente no fuso em relação a Los Angeles), o governo americano não tinha comentado oficialmente sobre a reunião.
De acordo com um integrante da comitiva brasileira, que falou de modo reservado, os principais temas debatidos pelos líderes foram clima, democracia e meio ambiente. Ao final, Bolsonaro ainda teria puxado a cadeira mais para perto de Biden e tido uma fala privada com ele, sem os auxiliares.
O encontro todo durou cerca de 50 minutos. Parte da imprensa, incluindo a reportagem, teve acesso à sala onde ocorreu o encontro nos minutos iniciais. Os dois presidentes deram declarações rápidas, sem responder a perguntas. Sentados a cerca de dois metros de distância, eles se olharam pouco.
Bolsonaro repetiu o discurso de defesa da soberania da Amazônia, criticou a política do "fique em casa" para o combate à pandemia e disse que pretende terminar seu governo de modo democrático.
Ele pediu por eleições limpas, confiáveis e auditáveis. "Para que não sobre nenhuma dúvida depois sobre o pleito. Tenho certeza que ele será realizado nesse espírito democrático. Cheguei [ao poder] pela democracia e tenho certeza de que quando deixar o governo também será de forma democrática", afirmou.
Em suas palavras iniciais, Biden fez elogios ao Brasil ao falar em "interesses comuns". Disse que o país tem uma democracia vibrante, com instituições eleitorais robustas, e que tem feito um bom trabalho para proteger a Amazônia. "Vocês têm feito grandes sacrifícios reais na forma como tentam proteger a Amazônia, o grande sumidouro de carbono do mundo. Acho que o resto do mundo deveria participar ajudando vocês a financiar isso, para que sejam capazes de preservar o máximo que puderem. Todos nós nos beneficiamos disso", disse.
Bolsonaro já criticou líderes que fizeram falas semelhantes, trazendo à tona o conceito de soberania sobre o território. Ao americano, repisou o termo. "A nossa Amazônia tem riquezas incalculáveis. Por vezes, nos sentimos ameaçados em nossa soberania naquela área, mas o Brasil preserva muito bem seu território."
O brasileiro chamou Biden de "prezado companheiro" ao concluir sua fala. "Em alguns momentos nos afastamos por questões ideológicas, mas, com nossa chegada ao governo, nunca tivemos afinidades tão grandes", ressaltou, repetindo posição que foi frequente durante o mandato de Donald Trump.
Desde que Biden chegou ao poder, há quase um ano e meio, a relação foi distante. Houve trocas de farpas e críticas diretas por parte do brasileiro, mas nem sequer um telefonema.
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- por Bruno Leite
- 10 Jun 2022
- 09:59h
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Exatos R$ 5,09 milhões foram revertidos para a cultura baiana pela iniciativa privada através do Programa Estadual de Incentivo ao Patrocínio Cultural (FazCultura) em 2021. A quantia, apesar de milionária, representa apenas um terço do teto anual de R$ 15 milhões garantido pela legislação.
O campo não consegue chegar perto da cifra máxima desde 2014, quando iniciativas conseguiram captar cerca de R$ 14,9 milhões. Desde então, a série de execuções foi ficando cada vez menor, com outro único pico em 2016, ano em que a marca de R$ 13,4 foi alcançada.
Em 2020, auge da pandemia que abalou diretamente o setor, apenas R$ 1,78 milhões foi injetado pelas empresas através da política de fomento, que oferece renúncia fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) a apoiadores.
O mecanismo, bem parecido com as leis incentivo cultural do governo federal (antiga Rouanet) e municipal (Viva Cultura), beneficia as empresas que patrocinam os projetos realizados no estado com até 80% do valor total.
A conta parece simples: o setor privado apoia e o governo deixa de arrecadar grande parte do que foi investido. Mas a conta tem outros fatores, como o crivo de comissões, contrapartidas sociais e a boa vontade de empresas em promover ações que direcionem recursos para essa finalidade.
"A aprovação de um projeto na lei de incentivo é na verdade o passo mais simples porque se um projeto é artisticamente e tecnicamente viável, ele é facilmente aprovado pelas comissões de avaliação", ressalta o produtor cultural Romário Almeida, membro do Conselho Municipal de Política de Cultural de Salvador (CMPC).
Segundo ele, o gargalo começa com a relação desequilibrada entre atividades que têm o aval e as que conseguem efetivar o patrocínio: "Uma vez que o projeto é aprovado na lei de incentivo, é responsabilidade do proponente buscar um patrocinador na iniciativa privada que tenha interesse".
E a tarefa de convencimento recai sobre os realizadores, que buscam setores de comunicação e marketing de devedoras de tributos a fim de definirem que o saldo será pago de outra maneira ao Estado.
"Elas não patrocinam apenas pelo fato de que é importante estimular a cultura. Há uma apropriação dessa ferramenta, sobretudo, por um retorno de imagem", relata Romário, ao dizer que há uma dificuldade em acessar estes espaços empresariais.
De acordo com ele, o governo estadual, intervenções do governo para promover encontros entre as duas pontas da indústria "não é bem visto com bons olhos", uma vez que o ente não tem esta função de captador e a movimentação poderia prejudicar a autonomia dos agentes.
Ao todo, 25 atividades puderam receber o patrocínio da iniciativa privada no último ano. Todas elas, antes de receber o carimbo da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult) e depois da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), órgãos que fazem a gestão compartilhada do Fazcultura.
No raio de beneficiários estão desde filmes e livros até peças de teatro, festivais de música e dança, gravações de discos, premiações e outras manifestações.
Responsável pela coordenação do programa, Neusa Martins explica que, na perspectiva da articulação, o poder público vem cumprindo uma posição de não intervir diretamente na relação entre partes. "O que a gente vem tentado fazer é agendar encontros para que essas pessoas possam dialogar", disse.
Martins conta que a Secult deve, a partir do segundo semestre, colocar em curso uma ação para que proponentes e patrocinadores apresentem suas ideias. A mobilização conta com o apoio da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), que aglutina gestores das principais fábricas baianas.
O intuito seria o de ganhar mais apoio. Em 2021, apenas dez razões sociais apoiaram os 25 projetos com pareceres concedidos (veja lista completa aqui). No ano de 2014, mais de 30 empresas apoiavam atividades culturais no estado (confira aqui).
"De 2015 até o momento que estamos vivendo, nós sabemos, há uma crise política e econômica no país qe vem impactando muitos campos, principalmente na cultura. De 2020 para cá o impacto foi ainda maior", destaca a coordenadora ao tratar sobre a situação.
Ela explica que, quando aprovado pela comissão, o projeto tem o aval para captar durante dois anos. No período citado, o Fazcultura se propôs a cumprir o desafio de atender pelo menos 50% da execução orçamentária.
Não há impeditivos para que as empresas que contribuam com o ICMS apliquem os recursos em atividades de outras cidades, por exemplo, mas o fator é mais uma barreira na conta, pelo que observa a categoria.
Gilmar Dantas, produtor do Festival Suíça Bahiana, em Vitória da Conquista, reclama da concentração dos patrocínios: "Para quem é do interior, há toda dificuldade. Vitória da Conquista não capta pelo Fazcultura desde 2012. Tem dez anos que o Fazcultura não chega aqui, e estou falando da terceira maior cidade da Bahia, imagina os outros 400 municípios fora da Região Metropolitana de Salvador".
Editais descentralizados têm sido uma saída para a classe. Através deles, as empresas abrem chamadas para que proponentes se inscrevam. "A única forma de chegar é através de editais específicos", descreveu, explicando que a última captação do município aconteceu junto a uma operadora de celular.
O formato também é apoiado pela coordenação do programa, representada por Neusa Martins, defendendo que até 2015, quando o regulamento foi atualizado, "a captação descentralizada não tinha tanta evidência".
Um ponto de concordância entre os entrevistados é de que a política, apesar de ter redutores no caminho, abarca expressões diversas dentro do terreno das artes e da cultura, principalmente depois da pandemia, e oferece uma garantia de que não haverá um superfaturamento de cachês, da maneira que foi revelado pela chamada "CPI do Sertanejo" (saiba mais aqui)
"A partir do momento que o direcionamento passa para as redes sociais e outras tecnologias, há uma mudança de estratégia. Não é uma coisa que conflite com a outra. As lingagens mais tradiconais da cultura também têm se aproximado muito desse ambiente, tentado disputar esse espaço para garantir que as empresas continuem patrocinando e tenha esse escoamento também no digital", considera Romário, que vê um avanço da comunicação.
Gilmar Dantas, diz que, assim como outras políticas, o Fazcultura se adequou ao movimento de transposição ou coexistência virtual-presencial. "Não vi nenhum produtor se queixando que as leis não aceitaram mudanças. No princípio sim, mas todos acabaram se adaptando para isso".
Já Neusa diz que o programa estadual tem como diferencial o fato do estado ter "suas particularidades, seus critérios de regulação de marketing cultural, tanto para o proponente quanto para o patrocinador".
Quanto ao valor pago a artistas, por exemplo, um dos critérios julgados pela comissão que dá o crivo para as proposta é de que o cachê não supere 20% do montante total de cada projeto.
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- por Ana Paula Branco | Folhapress
- 10 Jun 2022
- 07:54h
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) afirmou na tarde desta quinta-feira (9) que propôs ao governo Bolsonaro a isenção de impostos dos produtos da cesta básica e a desoneração da folha de pagamentos.
No Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, promovido pela Abras nesta quinta, o presidente da associação, João Galassi, solicitou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, a inclusão do ICMS sobre a cesta básica no texto que trata da redução do tributo sobre combustíveis.
A representante de mais de 50 varejistas do país diz que irá a repassar ao consumidor qualquer redução que houver na cadeia produtiva.
A manifestação veio em resposta ao pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de Guedes para supermercados reduzirem o lucro sobre a cesta básica como forme de conter a alta dos preços.
O ministro afirmou que o governo vem promovendo cortes de impostos para tentar conter os preços e que "os governadores têm de colocar a mão no bolso e ajudar o Brasil". Ele também reforçou o apelo de Bolsonaro e pediu aos empresários uma trégua na alta de preços.
O pedido é absurdo e incompatível para um chefe de estado, afirma o coordenador de IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), André Braz.
"Todo supermercado vive pelas leis de mercado, da oferta e da procura. Ele é um revendedor, praticamente não fabrica nada. Se compra uma mercadoria mais cara, por culpa de outros fatores que não têm a ver com o lucro dele, ele também não pode vender mais barato do que ele compra", diz Braz.
"O supermercado também é responsável pela geração de empregos e renda. E um negócios desses não funciona comprando caro e vendendo barato", afirma o economista.
O economista Leandro Rosadas, dono de dez mercados em cinco estados, diz que a solução é ter algum tipo de incentivo às indústrias e ao agronegócio, para que na cadeia produtiva o produto chegue mais barato ao supermercado.
"Os supermercados hoje não estão repassando todos os aumentos que estão vindo da indústria. Só para ter uma noção, em alguns lugares do país o leite já está chegando a R$ 5,30. Como que o supermercado vai conseguir vender a quatro e pouco? É impossível. O supermercado vai vender a R$ 5,99 e, mesmo assim, com uma margem infinitamente baixa", afirma Rosadas.
"Inclusive os consumidores que conseguirem achar leite mais barato, estoquem, porque o item vai ficar mais caro", diz o empresário.
Essa não é a primeira vez que o presidente, pressionado pela inflação, repassa a cobrança ao setor.
Em setembro de 2020, um dia após os supermercados alertarem sobre uma alta de 20% no preço dos alimentos que compõem a cesta básica e demandarem uma solução do governo, Bolsonaro pediu "patriotismo" aos varejistas para evitar o repasse ao consumidor.
O primeiro apelo não surtiu efeito. A inflação dos alimentos continuou a subir e, mesmo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apresentando ligeira desaceleração em maio deste ano, os preços do grupo alimentos e bebidas seguem em alta.
Conforme divulgado pelo IBGE nesta quinta, entre os 377 produtos e serviços que compõem o índice, a maior alta mensal foi a da cebola (21,36%).
Já a cenoura e o tomate tiveram queda intensa nos preços, após a disparada nos primeiros meses de 2022, o que elevou a base de comparação.
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- Brumado Urgente
- 09 Jun 2022
- 16:01h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
De acordo com informações colhidas in loco pela redação do Brumado Urgente na manhã desta quinta-feira (09), os preços dos combustíveis em Brumado é um dos mais baratos da região.
Nossa equipe pode observar que os preços variam em média em até 20%, entre o posto mais barato e o mais caro, sendo, que há dois postos com preços em torno de R$ 7,09 o litro. Entretanto, há outros com preço superior a casa dos R$ 8,00, que por sinal, estes estão com um movimento bem aquém do esperado, já os que estão com preços reduzidos, formam-se filas para abastecimento, nada mais justo, pois, com uma inflação em alta, todo dinheiro economizado faz a diferença.
Em Aracatu, cidade vizinha a Brumado, onde os preços de combustíveis sempre foram mais em conta, a gasolina está sendo vendida a um preço médio de R$ 8,24, já em Anagé, Guanambi e Vitória da Conquista, os preços médios também estão bem acima dos R$ 8,00.
Mas nem tudo são flores em Brumado; de acordo informações colhidas pelo Brumado Urgente, essa “baixa de preços”, deu-se por conta de uma disputa entre duas redes de postos na cidade, o que naturalmente obrigou os demais postos a acompanharem os preços. Ainda de acordo com informações obtidas pela redação do site, uma mesma rede de postos que vende gasolina em Brumado a R$ 7,09, vende em outra cidade próxima a mesma gasolina com uma diferença de quase R$ 2,00 a mais. O que nos faz acreditar que dentro de pouco tempo a gasolina em Brumado voltará aos preços nas alturas de outrora. É pagar para ver, e vê caro!
- Bahia Notícias
- 09 Jun 2022
- 14:20h
Foto: Reprodução / TV Bahia
A Bahia bateu recorde no abate de frangos no primeiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e leva em consideração a série histórica, iniciada em 1997. Conforme a pesquisa, de janeiro a março foram abatidos 35.870.125 aves no estado, número 1,9% acima do antigo recorde, registrado no quarto trimestre do ano passado, que foi de 35.211.430.
Já frente ao 1º trimestre de 2021 (33.209.050), o número foi 8 % maior. A Bahia é o nono maior produtor de frangos do Brasil, sendo responsável por 2,3% do total de abatidos. Em relação ao país, foram abatidos 1,546 bilhão de frangos no primeiro trimestre de 2022.
No caso de abate de suínos, a Bahia registrou abate de 71.937 animais, queda de 0,5% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao recorde registrado no 4º trimestre de 2021, que foi de 72.273. Mesmo assim, o número foi 66,2% maior do que o registrado no 1º trimestre do ano passado, 43.286.
Na produção de ovos, o estado registrou 19,2 milhões de dúzias no primeiro trimestre de 2022, o que ficou 1,7% abaixo do recorde registrado no trimestre imediatamente anterior, com 19,5 milhões de dúzias.
Também houve queda no abate de bovinos no estado. Foi registrada uma queda de 3,7% frente ao 4º trimestre de 2021, quando 242.521 cabeças foram abatidas.
- Bahia Notícias
- 09 Jun 2022
- 11:50h
Foto: Reinaldo Takarabe/Divulgação
O tucano Tasso Jereissati deverá ser o pré-candidato a vice na chapa de Simone Tebet (MDB) na disputa ao Palácio do Planalto. O anúncio deve acontecer nesta quinta-feira (9).
Conforme noticiou o Diário do Nordeste, um encontro entre lideranças tucanas em Brasília, nesta quarta-feira (8), formalizou o acordo entre MDB, PSDB e Cidadania. Nas redes sociais, o partido se manifestou sobre a aliança.
"Nesse importante momento da história do País será encaminhado, nessa quinta-feira, na Executiva Nacional do PSDB a proposta de coligação com o MDB para eleição de Presidente de República com o nome da Senadora Simone Tebet", diz a nota.
Além de Jereissati, estiveram na reunião o presidente nacional do PSDB, Bruni Araújo; do MDB, Baleia Rossi; e do Cidadania, Roberto Freire.
Procurada, a asessoria do parlamentar cearense afirmou que não está comentando o assunto.
Segundo o jonral O Globo, a busca por Tasso, faria parte de uma tentativa de Tebet em costurar alianças com partidos do centro para se fortalecer como uma alternativa às pré-candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL) na tentativa de liderar a chamada "terceira via".
- por Rafael Balago | Folhapress
- 09 Jun 2022
- 09:43h
Foto: Reprodução / Youtube
O presidente Joe Biden deu destaque ao riscos enfrentados pela democracia no início do discurso de abertura da Cúpula das Américas, nesta quarta (8) em Los Angeles.
"Em um momento em que a democracia está sob ataque no mundo todo, vamos nos unir de novo e renovar nossa convicção de que a democracia não é só o fator definidor da história americana, é um ingrediente essencial da história americana", discursou.
A defesa da democracia é um dos principais temas da cúpula, que reúne chefes de Estado do continente até sexta (10) em Los Angeles. Nos próximos dias, haverá várias rodadas de conversa. A expectativa é que sejam firmados compromissos em várias áreas, incluindo, além da democracia, energia limpa, imigração, inclusão digital e parcerias em saúde pública.
Na fala de abertura, Biden citou o Brasil apenas uma vez, como um dos maiores exportadores de comida do continente, ao lado de países como Argentina, Canadá e México.
O americano fará sua primeira reunião bilateral com o presidente Jair Bolsonaro nesta quinta (9). O líder brasileiro fez diversos ataques ao sistema eleitoral do país, e também questiona o resultado das eleições americanas de 2020, quando Biden foi eleito. Nesta quarta, Jake Sullivan, conselheiro de Segurança Nacional, disse que as eleições serão um tópico importante da conversa, assim como a preservação da Amazônia.
Antes da cerimônia, Biden cumprimentou e posou para fotos com chefes de 30 delegações estrangeiras que já chegaram a Los Angeles. Bolsonaro não participou do evento, pois desembarca na cidade na manhã de quinta (9). O líder brasileiro deve fazer um discurso na sexta (10).
Na abertura, Biden anunciou uma Parceria Americana para a Prosperidade Econômica, uma estratégia dividida em cinco pontos: revigorar as instituições econômicas regionais, especialmente o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), aumentar a resiliência das cadeias de suprimentos, melhorar serviços públicos, criar empregos com a transição para energias verdes e aumentar o comércio exterior regional.
O líder americano também falou sobre a criação de um Corpo de Saúde das Américas, que capacitará 500 mil profissionais do continente, ao custo de US$ 100 milhões. Parte do valor será custeado pelos EUA, que também oferecerá treinamentos em instituições do país.
Sobre imigração, um dos temas do encontro, disse que a vinda de estrangeiros é benéfica, mas que a "imigração ilegal é inaceitável". O governo americano quer assinar, na sexta, uma declaração conjunta com os países vizinhos com medidas para conter o tráfico de pessoas e a imigração irregular.
O evento de abertura teve vários discursos breves. A vice-presidente Kamala Harris disse que a cúpula tem grandes ambições, como a de melhorar a vida das pessoas no continente, e que as condições do continente afetam diretamente a segurança e a prosperidade dos EUA. "Os desafios encarados pelo nosso hemisfério nos meses e anos à frente são significativos. A crise do clima, insegurança alimentar, desigualdade econômica, corrupção e violência de gênero. Eles demandam novas e inovadoras coalizões", disse a vice-presidente.
O presidente do Peru, Pedro Castillo, falando em espanhol, destacou compromissos feitos em eventos anteriores para combater a corrupção no continente e criar novas parcerias econômicas. "A América para os americanos", defendeu, ao final do discurso.
A abertura foi realizada em um teatro, com distribuição de pipoca e refrigerante grátis para os convidados. Entre as falas, houve números musicais e apresentações de vídeos. Um deles mostrou crianças dos países da América falando de suas nações. Nicarágua e Venezuela foram citadas. O Brasil foi descrito como um grande produtor de café.
Biden sentou-se na plateia ao lado do presidente colombiano Iván Duque. No começo de seu discurso, ao menos duas pessoas gritaram palavras de protesto contra o democrata. Uma mulher foi retirada do local por policiais.
Os EUA buscam usar o evento para se reaproximar da América Latina. O governo Biden tem anunciado uma série de novas iniciativas para beneficiar países do continente em áreas como recuperação econômica, melhora do sistema de saúde e adoção de energias limpas.
Na terça, Kamala havia anunciado investimentos que devem ser feitos pelo setor privado em novos negócios na América Central, no total de US$ 1,9 bilhão. A lista de novos empreendimentos inclui redes de banda larga fixa e de telefonia móvel, expansão de pagamentos digitais, fábricas de roupas e autopeças e plantações de banana e abacate.
Após a pandemia e a Guerra na Ucrânia, os Estados Unidos passaram a falar em near-shoring, um movimento de trazer para mais perto indústrias e cadeias de produção espalhadas pelo planeta, em um movimento que pode beneficiar a América Latina. O governo americano espera que isso, além de melhorar a economia da região, também ajude a desestimular a migração de latino-americanos rumo aos EUA.
Apesar dos gestos, o começo do evento é marcado pela ausência de 11 chefes de Estado. Oito deles, incluindo México e Honduras, fizeram um boicote como forma de crítica pelo fato de os EUA não terem convidado Cuba, Nicarágua e Venezuela, consideradas ditaduras pelo governo americano.
Nesta quarta, Biden conversou por telefone com Juan Guaidó, que os EUA reconhecem como presidente interino da Venezuela, apesar de ele não possuir o comando do país. O líder americano defendeu que as negociações entre a oposição venezuelana são a melhor saída para restaurar a democracia na Venezuela.
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- Bahia Notícias
- 09 Jun 2022
- 07:13h
Foto: Secom / SMS
A maioria dos baianos não retornou aos postos de saúde para reforçar a imunização contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria Saúde do Estado (Sesab), do total de 11,6 milhões de vacinados no estado com as 1ª e 2ª doses de vacina contra a Covid-19, cerca de 6,1 milhões de pessoas não tomaram as 3ª e 4ª doses. Ou seja, 60% das pessoas estão negligenciando a proteção adicional.
“A imunidade cai após 5 meses da vacinação. Por isso é tão importante, neste momento pré-festejos juninos em que grande parte da população se aglomera para dançar, beber e comer, que a população reforce sua proteção a fim de evitar um novo boom de casos após o São João”, esclarece a secretária da Saúde do Estado da Bahia, Adélia Pinheiro.
A despeito do aumento do número de casos verificado nas duas últimas semanas, a titular da Sesab esclarece que, no momento, os indicadores avaliados não justificam uma suspensão de eventos ou adoção de alguma medida restritiva.
“Ainda que o número de casos ativos tenha crescido, os números de internações e de óbitos não sofreram alterações, o que permite que os eventos sejam mantidos ressaltando a importância da vacinação”, pontua Adélia.
Segundo a diretora da Vigilância Epidemiológica Estadual Márcia São Pedro, a adoção da dose de reforço das vacinas contra covid-19 é um importante avanço no enfrentamento do vírus.
“Ela garante proteção ao indivíduo e bloqueia a transmissão coletiva do vírus. Depois disso, a orientação para quem vai celebrar os festejos juninos é dar preferência a espaços abertos”, reforça a sanitarista.
- por Folhapress
- 08 Jun 2022
- 18:16h
Foto: José Cruz / Agência Brasil
A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu a atuação da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em operações fora das estradas federais até que seja julgada ação civil pública apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) contra a União sobre o assunto.
Na ação, o MPF pede que não sejam editados atos administrativos que autorizem a PRF a atuar em operações conjuntas com outros órgãos do Sistema Único de Segurança.
De acordo com a decisão judicial, em caráter liminar, a PRF está proibida de participar de operações realizadas em comunidades e regiões urbanas.
"O pedido refere-se a operações que envolvam órgãos em quaisquer das esferas, seja federal, estadual, distrital ou municipal, fora do âmbito territorial (geográfico) das rodovias e estradas federais, nos termos das normas que estabelecem as competências atribuídas à PRF pela Constituição Federal", diz o Ministério Público Federal.
A PRF atuou na operação coordenada pela Polícia Militar que culminou com a morte de 23 pessoas na Vila Cruzeiro, comunidade localizada na zona norte do Rio, em maio deste ano.
Foi a terceira operação na qual a PRF atuou junto com o Bope, a tropa de elite da PM fluminense, este ano. Em fevereiro, as duas corporações atuaram na mesma Vila Cruzeiro, em ação que provocou oito mortes. Em abril, foram seis mortes no Chapadão, também na zona norte.
No mérito da ação, o MPF pede a nulidade parcial de decreto do Ministério da Justiça e Segurança Pública que estabeleceu diretrizes para a participação da PRF em operações conjuntas. Segundo o MPF, o artigo 2º da norma extrapola as competências atribuídas à PRF pela Constituição Federal.
Foi com base nessa portaria que a Superintendência da PRF no Rio autorizou a operação na Vila Cruzeiro para cumprir mandados de prisão e desarticulação de organização criminosa.
"A legislação que rege a matéria não conferiu ao Ministro da Justiça e Segurança Pública o poder normativo de elastecer as atribuições da Polícia Rodoviária Federal, alterando-lhe o âmbito da competência territorial ou em razão da matéria", afirma o procurador da República Eduardo Benones, autor da ação.
Além dessa medida, o MPF investiga as condutas, participações e responsabilidades de policiais federais na operação na Vila Cruzeiro.
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