- Por Bianca Andrade/Bahia Notícias
- 18 Nov 2025
- 14:30h
Foto: Instagram/Bahia Notícias
Salvador parece ter se tornado casa para Shawn Mendes. O artista, que veio ao Brasil para uma curta participação no Earthshot Prize, premiação idealizada pelo príncipe William, embarcou novamente em uma viagem pela capital baiana após a passagem por São Paulo.
Nas redes sociais, fã-clubes dedicados ao artista canadense revelaram o novo/velho destino do cantor, que desta vez está acompanhado dos amigos Connor e Anthony, com câmeras profissionais, o que dá a entender que o artista planeja algum registro oficial. O cantor foi visto no Aeroporto de São Paulo.
Do "outro lado" do país, o amigo de Shawn foi visto desembarcar em Salvador e chegou a posar para fotos com fãs que aguardavam o artista desembarcar.
Shawn passou cerca de uma semana na capital, hospedado no mesmo prédio que Ivete Sangalo vive em Salvador, no bairro da Vitória. Em entrevista ao Domingão com Huck, Ivete detalhou a estadia do astro internacional.
"Lavou prato, cuidou das crianças, varreu a casa, mas ele é sangue bom. É da mesma pegada que eu assim, dessa coisa da vida. É um rolê muito aleatório. Você sabe que ele tem um interesse enorme pelas coisas do Brasil? Óbvio, é amado em todo canto do mundo."
Durante a passagem pela capital baiana, Shawn conheceu pontos turísticos, como o Porto da Barra, a Igreja do Bonfim, o Pelourinho, a Ilha dos Frades, além de ter acompanhado um ensaio de Carlinhos Brown no Guetho Square, no Candyall.
- Por Ana Clara Pires/Bahia Notícias
- 18 Nov 2025
- 12:28h
Foto: Divulgação / Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) autorizou o repasse de R$ 5.778.658,14 para o município de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A Portaria, publicada nesta terça-feira (18), no Diário Oficial da União (DOU), formaliza a transferência de verbas federais destinadas a ações de Recuperação de danos causados por desastres naturais, como chuvas ou inundações.
A decisão foi tomada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que representa a União no ato, amparada pelas leis que regem a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil. A transferência é classificada como Obrigatória, garantindo que o recurso já está empenhado no Orçamento Geral da União (Nota de Empenho n.º 2025NE000220) para o MIDR.
Segundo a Portaria, a utilização dos quase R$ 5,8 milhões está vinculada, exclusivamente, à execução das ações descritas no Plano de Trabalho já aprovado, impedindo que a prefeitura utilize a verba para qualquer outro fim.
O documento estabelece um prazo de execução de 365 dias (um ano), a contar da publicação da Portaria, para que o município realize todas as obras e serviços de recuperação necessários.
O recurso será liberado em três parcelas, e a continuidade dos pagamentos está condicionada ao cumprimento das regras de transparência e prestação de contas pelo ente federado.
Ao final do prazo de vigência, o município terá 30 dias para apresentar a prestação de contas final ao Ministério da Integração, detalhando o uso total da verba. O repasse visa acelerar a reconstrução e o restabelecimento da infraestrutura local após a ocorrência de eventos adversos.
- Bahia Notícias
- 18 Nov 2025
- 10:18h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O presidente do Banco Estadual de Brasília (BRB) foi afastado do cargo pelo prazo de 60 dias, nesta terça-feira (18). A decisão faz parte da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de emissão e negociação de títulos de crédito falsos envolvendo o Banco Master, onde o dono Daniel Vorcaro foi preso.
Paulo Henrique foi um dos alvos da ação da PF. No mês de março deste ano, o BRB anunciou a compra do Master, em uma operação que foi vetada meses após o BC. O ex-presidente foi alvo de busca e apreensão, assim como a sede da instituição financeira, localizada no Setor de Autarquias Norte (DF).
Informações preliminares apontaram que Paulo Henrique está nos Estados Unidos, onde faz curso em Harvard.
- Bahia Notícias
- 18 Nov 2025
- 08:16h
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Os advogados da atriz e cantora Larissa Manoela ingressaram com um recurso de apelação na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca. O pedido solicita que seja reconhecido o direito da artista a receber indenização por danos morais da Deck Produções Artísticas Ltda., empresa criada por seus pais, Silvana Taques e Gilberto Elias dos Santos.
Em abril deste ano, a Justiça já havia concedido à artista a extinção do contrato de exclusividade de caráter vitalício, firmado pela empresa em 2012, quando ela tinha 11 anos. O novo recurso tem como objetivo específico o reconhecimento de que a relação contratual também causou danos morais.
Na petição, a defesa argumenta que o contrato continha cláusulas “ilegítimas, abusivas e sem possibilidade de resilição unilateral”, submetendo Larissa Manoela a uma situação de “vulnerabilidade e dependência”. O documento sustenta que o acordo conferia aos pais “poder irrestrito sobre a continuidade do vínculo”, enquanto a artista não detinha o mesmo direito para encerrar a relação.
A defesa afirma ainda que a artista permaneceu por anos vinculada a um modelo considerado abusivo, o que a impediu de acessar plataformas como YouTube e Spotify, aceitar convites de gravadoras e firmar novas parcerias comerciais. Em paralelo, de acordo com a petição, seus pais teriam continuado a se beneficiar de sua imagem e atuação profissional.
O recurso de apelação agora aguarda análise pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
As informações são do O Globo.
- Bahia Notícias
- 17 Nov 2025
- 12:33h
Foto: Divulgação/Polícia Federal
Um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), Ygor Daniel Zago, conhecido como "Hulk", foi detido pela Polícia Judiciária de Portugal, em Cascais, neste domingo (16), por crimes de associação criminosa e corrupção no Brasil.
Segundo o site português Diário de Notícias, o homem vivia em um condomínio privado, onde geria operações criminosas e lavagem de dinheiro vindos de drogas e da fraude com metanol.
O homem foi condenado a 29 anos de prisão pelo envolvimento no esquema que conectava o PCC à máfia dos Balcãs, em 2014, e aguardava decisão de recurso em liberdade.
Em 2023, Zago foi identificado como responsável pela lavagem de dinheiro da facção no esquema de fraude do metanol, que consistiu na adulteração de combustíveis através da adição de metanol à gasolina. A companheira de Zago, Fernanda, também foi detida.
Os dois suspeitos foram encaminhados ao Tribunal da Relação de Lisboa, onde aguardam extradição para o Brasil.
- Bahia Notícias
- 17 Nov 2025
- 10:32h
Foto: Bruno Peres / Agência Brasil
O Pix completa cinco anos neste domingo (16) como o principal método de pagamento do país. Lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, o meio de pagamentos digital movimentou R$ 26,4 trilhões no ano passado. Isso equivale a quase duas vezes o produto interno bruto (PIB) do Brasil em 2024.
Segundo a Agência Brasil, neste ano, de acordo com o Banco Central, foram R$ 28 trilhões em transações via Pix até outubro.
O diretor de organização do sistema financeiro e resolução do Banco Central, Renato Gomes, avaliou em uma transmissão online que a plataforma incluiu mais pessoas no sistema bancário.
"Por um lado, teve essa redução de custo de distribuição de dinheiro. Por outro lado teve, vamos dizer assim, esse aumento da fatia de clientes e do consumo dos clientes e, obviamente, como o Pix trouxe muita concorrência com o sistema de pagamentos, acabou havendo uma redução de tarifas assim", disse.
O Pix foi criado primeiramente para facilitar transações entre pessoas com transferências instantâneas. Com o tempo novas funcionalidades foram adicionadas. Como o Pix, cobrança, que faz o papel do boleto, e o Pix automático, que equivale ao débito automático.
Dados recentes mostram que 170 milhões de adultos e mais de 20 milhões de empresas usam o Pix.
Tecnologia nacional
As discussões para a criação do meio de pagamento que conquistou o país começaram oficialmente em 2016, com os requisitos fundamentais da ferramenta sendo lançados em 2018 pelo Banco Central. Em agosto de 2019, o BC comunicou que desenvolveu a base de dados e assumiu a administração do sistema de pagamentos instantâneos, que ganhou o nome Pix em fevereiro de 2020.
O Pix foi lançado, em caráter de teste, em 3 de novembro de 2020, para uma fatia entre 1% e 5% dos clientes de bancos e em horários especiais. O lançamento oficial, com funcionamento 24 horas e para todos os clientes que criarem chaves Pix, só ocorreu duas semanas mais tarde, em 16 de novembro de 2020.
Alvo de Trump
No contexto das medidas tomadas pelo governo dos Estados Unidos como pressão contra o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, o meio de pagamento desenvolvido por servidores públicos brasileiros se tornou alvo de uma investigação comercial.
O governo Trump iniciou a investigação apontando que o Pix poderia prejudicar empresas financeiras americanas. Em uma resposta oficial enviada ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), o Brasil afirmou que o Pix visa à segurança do sistema financeiro, sem discriminar empresas estrangeiras.
- Por André Borges | Folhapress
- 17 Nov 2025
- 08:30h
Imagem ilustrativa | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
As multas aplicadas contra o agronegócio por descumprimento do piso mínimo do frete dos caminhoneiros registraram uma escalada sem precedentes neste ano, levando produtores a recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) em uma tentativa de derrubar a regra.
Até o fim de outubro, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) já tinha emitido 41.991 multas contra empresas do agro neste ano, um aumento dez vezes superior ao volume de autuações de todo o ano de 2024, quando foram aplicados 4.287 autos de infração pela agência.
O valor total das multas também deu um salto, saindo de R$ 18,9 milhões em 2024 para mais de R$ 127 milhões até o dia 23 de outubro deste ano.
Por trás do aumento abrupto está a maior fiscalização da ANTT sobre a obrigatoriedade de as empresas seguirem a tabela de valores mínimos para o transporte rodoviário de cargas.
Sempre que o frete é contratado por um valor inferior ao piso definido pela agência, um cálculo que leva em conta apenas os custos operacionais do transporte (sem considerar o lucro), a multa recai sobre quem contratou o serviço, ainda que o caminhoneiro tenha aceitado o preço e que o valor praticado seja incompatível com as condições do mercado.
Inconformada com as autuações, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) acionou o STF na semana passada para pedir a suspensão da lei do frete. O caso está em análise pela corte.
"O estabelecimento do piso, da forma como posta hoje, apenas impede o adequado funcionamento da economia. Piora-se a situação quando se observa a elevação do montante de multas aplicadas pela situação hoje vivenciada", diz a CNA, na ação que apresentou ao STF.
Segundo a confederação, a lei do frete "acaba por instituir instrumento de intervenção na economia" que eleva o lucro de determinada categoria em detrimento de outras.
"As multas chegam a montantes elevados, trazendo verdadeiros problemas para os embarcadores [produtores]", diz a CNA. A instituição alega que a situação atual ocasiona "iminente inviabilidade da contratação de transportadores autônomos de cargas".
A tabela de frete foi criada em 2018, quando houve uma crise generalizada no abastecimento rodoviário nacional devido à paralisação de caminhoneiros. As greves e protestos levaram o governo a construir uma resposta rápida para oferecer renda mínima aos transportadores autônomos, aqueles que atuam com o próprio caminhão.
A solução encontrada à época foi estabelecer um piso de frete obrigatório, com o objetivo de proteger os autônomos da pressão de negociação das grandes empresas e evitar novas paralisações no país.
Sete anos depois, porém, o serviço de transporte segue sob pressão, e o agronegócio afirma que a política deixou de cumprir sua promessa original. Segundo dados da CNA, os transportadores autônomos perderam espaço no mercado desde a publicação da lei, reduzindo sua participação de 53,7% para 33,4% da frota registrada.
No mesmo período, empresas transportadoras e cooperativas ampliaram a atuação, com frota mais nova e menor custo operacional, o que teria aumentado a desigualdade competitiva no setor. A CNA afirma que, em vez de fortalecer o caminhoneiro independente, a política teria contribuído para sua fragilização.
Mais objetivamente, a crítica do agro se concentra no chamado "frete de retorno", o trajeto de volta do caminhoneiro, que é feito após a entrega da carga em seu destino. No mercado, esse trecho costuma ter preço menor, pois o caminhão precisa retornar de qualquer forma. Entretanto, como a tabela não diferencia ida e volta, o contratante é obrigado a pagar o piso mínimo também no retorno.
Questionada pela Folha de S.Paulo sobre o assunto, a CNA não se manifestou.
A ANTT defendeu a regra e disse que a lei tem "o objetivo de assegurar que os valores contratados para o frete remunerado de cargas cubram, no mínimo, os custos operacionais da atividade de transporte".
"Essa política busca garantir condições sustentáveis de remuneração para todas as categorias de transportadores remunerados", declarou.
A agência disse que tem feito revisões regulares no texto, por meio de contribuições recebidas em consultas e audiências públicas, para aperfeiçoar as regras.
Em 2018, o ministro do STF Luiz Fux chegou a conceder uma liminar que suspendia a aplicação de multas pela ANTT por descumprimento da tabela de frete mínimo. Logo depois, essa decisão caiu, e as autuações voltaram a valer.
O presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão, defende a lei e cobra aprimoramentos.
"Temos lutado para ter a garantia do mínimo. O agro é que não cumpre a tabela do custo mínimo, que sequer embute lucro. Queremos ter a garantia de trabalho, não a escravidão do segmento do transporte", diz Landim.
Questionado sobre a queda no número de trabalhadores autônomos, ele diz que se trata de uma consequência de diversos fatores sem relação com o frete. "Há dificuldades de renovação da categoria, por falta de estrutura mínima de segurança, o alto custo de renovação da frota, e ainda querem acabar com o frete mínimo."
Na última década, o número de pessoas autorizadas a dirigir um caminhão caiu 62,89% no país, segundo o Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito). Entre os motoristas com CNH (Carteira Nacional de Habilitação) da "categoria C", eram 3.582.685 condutores habilitados em 2014, ante 1.329.455 no ano passado.
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- Bahia Notícias
- 15 Nov 2025
- 12:46h
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu, nesta sexta-feira (14), a Ordem do Mérito Educativo a 262 personalidades que se destacaram por serviços prestados à educação no Brasil. Entre os homenageados no grau de Grã-Cruz, o mais alto da honraria, está a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, que recebe o reconhecimento pela quarta vez durante o atual mandato do petista.
Além de Janja, foram agraciados 15 ministros do governo, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de escritores e influenciadores.
Esta é a quarta distinção recebida por Janja desde 2023. A primeira-dama já foi condecorada com a Ordem do Rio Branco, a medalha Oswaldo Cruz e a Ordem do Mérito Cultural.
Entre os ministros contemplados com o grau de Grã-Cruz estão: Alexandre Padilha (Saúde); Anielle Franco (Igualdade Racial); Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública); Esther Dweck (Gestão); Fernando Haddad (Fazenda); Jorge Messias (AGU); José Múcio (Defesa); Luciana Santos (Ciência); Macaé Evaristo (Direitos Humanos); Margareth Menezes (Cultura); Marina Silva (Meio Ambiente); Mauro Vieira (Relações Exteriores); Rui Costa (Casa Civil); Simone Tebet (Planejamento); e Vinicius Carvalho (CGU).
Também receberam a honraria o presidente do STF, Edson Fachin, e os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, além do ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU).
- Bahia Notícias
- 15 Nov 2025
- 10:25h
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já aprovou R$ 7,6 bilhões em créditos do Plano Brasil Soberano para empresas brasileiras impactadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Segundo o presidente do banco, Aloizio Mercadante, o volume corresponde a 535 operações, distribuídas entre 134 grandes empresas e 401 micro, pequenas e médias empresas.
Os estados que mais receberam recursos até agora são:
- São Paulo – R$ 2,2 bilhões
- Rio Grande do Sul – R$ 1,2 bilhão
- Santa Catarina – R$ 1,1 bilhão
- Paraná – R$ 900 milhões
Além disso, há mais R$ 2,1 bilhões em análise, o que pode elevar o total para R$ 9,7 bilhões.
Durante coletiva sobre os resultados financeiros do banco, Mercadante afirmou que a expectativa é acelerar a liberação de crédito, especialmente após as mudanças anunciadas pelo governo federal nesta quarta-feira (13).
“A grande demanda é capital de giro. Antes, só tínhamos capital de giro vinculado à busca de novos mercados, mas muitas dessas empresas estão produzindo para o Brasil. Agora teremos capital de giro geral”, disse o presidente do BNDES.
- Bahia Notícias
- 15 Nov 2025
- 08:41h
Foto: Divulgação/Bahia Notícias
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou as visitas dos governadores Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP) ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Os encontros estão marcados para os dias 26 de novembro e 1 de dezembro.
As conversas ocorrerão na prisão, seja no Complexo da Papuda ou na Superintendência da Polícia Federal, conforme decisão a ser definida pelo STF.
Segundo criminalistas que acompanham o julgamento da tentativa de golpe, a prisão em regime fechado de Bolsonaro já terá sido decretada nessas datas, conforme entendimento unânime entre os especialistas consultados. As informações são do Globo.
- Por Idiana Tomazelli | Folhapress
- 14 Nov 2025
- 14:20h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Os Correios querem desligar pelo menos 10 mil empregados por meio do novo PDV (programa de demissão voluntária), que será lançado como parte do plano de reestruturação da estatal.
O ajuste nas contas da empresa é um ponto central para sustentar a decisão dos bancos de conceder o empréstimo de R$ 20 bilhões pleiteado pela companhia.
Como revelou a Folha, os Correios abriram uma nova rodada de negociação para tentar atrair mais instituições financeiras e reduzir o custo da operação, que terá garantia do Tesouro Nacional. O aval soberano diminui o risco, já que a União honra os pagamentos em caso de inadimplência.
A estatal enfrenta grave crise financeira, com prejuízos crescentes desde 2022 e deve fechar 2025 com um rombo de R$ 10 bilhões. Sem recursos novos, projeções indicam que a situação pode se agravar dramaticamente: o prejuízo pode atingir R$ 20 bilhões em 2026 devido a multas contratuais por atrasos nos pagamentos a fornecedores e, em um cenário extremo, chegar a R$ 70 bilhões em cinco anos.
Segundo pessoas envolvidas na discussão, a meta exata do novo PDV ainda está sendo fechada, mas o patamar de 10 mil funcionários é uma baliza mínima. A estatal tem hoje cerca de 85 mil empregados, e o gasto com pessoal representa cerca de 72% dos custos da empresa.
O programa deve ser lançado em duas etapas. Na primeira, as regras adotadas serão as habituais, que fixam critérios mínimos de idade e tempo de serviço. Na segunda fase, a ideia é estipular metas de desligamento específicas para as áreas ou unidades, de acordo com um estudo encomendado pela companhia sobre a produtividade de cada agência e setor.
Hoje, os Correios têm cerca de 10 mil unidades de atendimento, das quais 7.000 são agências próprias ou franqueadas. Segundo relatório da administração de 2024, apenas 15% eram superavitárias, ou seja, geravam receitas maiores do que o custo para mantê-las.
A ideia é mapear agências muito próximas uma da outra sem necessidade (o que é chamado tecnicamente de "sombreamento"). Num caso como esse, uma possibilidade seria unificar a operação e estipular uma meta de quantos funcionários dali precisariam aderir ao PDV. Outros poderiam ser remanejados.
O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, já havia sinalizado em entrevista coletiva concedida em outubro, menos de um mês após sua posse, que o novo PDV teria regras específicas, para priorizar desligamentos em áreas onde há ociosidade e, assim, não desfalcar a operação da companhia.
Além das metas customizadas, há uma preocupação do comando da estatal de desenhar o PDV com incentivos financeiros que sejam efetivamente capazes de atrair os empregados, mas sem criar um fardo oneroso para uma companhia que já enfrenta dificuldades financeiras. O último programa, lançado em 2024, teve adesão de apenas 3.705 funcionários.
Para isso, a ideia é conversar com os sindicatos que representam os servidores. Alguns pontos sensíveis para os empregados já foram identificados, como o temor de ficar sem o salário da ativa e passar a depender do benefício de aposentadoria do Postalis, fundo de pensão da estatal.
O Postalis precisou instituir cobranças extras, descontadas de seus participantes e dos próprios Correios, para tentar equacionar um rombo bilionário nos planos de aposentadoria. Na prática, isso significa que os aposentados sofrem reduções no valor de seus benefícios.
Outro ponto sensível é o plano de saúde, que, embora precarizado pela falta de pagamentos da empresa, ainda é considerado um ativo valioso pelos empregados.
Dado o cenário, o plano de reestruturação também vai apontar os riscos de frustração da meta de PDV, caso haja adesão menor dos empregados. Mesmo que isso ocorra, no entanto, os técnicos acreditam na possibilidade de adotar ações de compensação ao longo dos meses para evitar um desequilíbrio futuro.
Parte do dinheiro obtido com o empréstimo de R$ 20 bilhões ajudará a bancar os incentivos financeiros que forem elencados no PDV. Embora haja um gasto maior na largada, a expectativa é que, no médio e longo prazo, a economia de recursos com o corte de pessoal seja mais significativa e ajude no reequilíbrio da empresa.
As metas e o desenho do programa precisam ser críveis, para convencer os bancos de que tanto os Correios quanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão comprometidos em sanear a companhia e torná-la viável economicamente.
Esse compromisso será colocado à prova quando as medidas de ajuste começarem a sair do papel, gerando descontentamento entre servidores e também políticos beneficiados pelo loteamento da estatal e que eventualmente tiverem aliados afetados pelo enxugamento da estrutura.
Dentro da empresa, a avaliação é que a indicação do plano de reestruturação como pilar da operação de crédito vai ajudar a blindar a empresa contra eventuais pressões para afrouxar o ajuste. Como o dinheiro envolvido é significativo, haverá cobrança dos bancos e de órgãos de controle, como TCU (Tribunal de Contas da União) e CGU (Controladoria-Geral da União) -que já estão acompanhando as discussões.
Como mostrou a Folha de S.Paulo, o plano também vai incluir medidas como venda de imóveis, reformulação do plano de saúde, reestruturação de cargos e salários e flexibilização da jornada de trabalho, para intensificar entregas nos finais de semana.
O comando da estatal também vai cobrar dos superintendentes metas e resultados, com possibilidade futura de algum tipo de remuneração variável -embora ainda não haja solução para implementar essa iniciativa neste momento, dado o quadro de prejuízo.
Os detalhes do plano de reestruturação devem ser fechados nas próximas duas semanas, mesmo período em que os bancos poderão apresentar suas novas propostas após a decisão dos Correios de fatiar a contratação do empréstimo. A expectativa é fechar as operações ainda este ano.
Em uma primeira rodada de negociações, um sindicato de quatro bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o crédito no valor pleiteado pela companhia, mas estipulou uma taxa de juros considerada elevada para um contrato com garantia soberana.
Segundo duas pessoas a par do assunto ouvidas pela Folha de S.Paulo, a proposta dos bancos tinha um custo de 136% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
No entanto, a tabela de custo máximo aprovada pelo comitê de garantias do Tesouro Nacional prevê um teto de 120% do CDI em operações desse tipo com prazo de dez anos.
Como o valor contratado é significativo, a diferença da taxa de juros ao longo dos anos representaria um custo adicional de centenas de milhões para os Correios, e a aprovação de um financiamento nessas condições poderia deixar margem para questionamentos futuros, inclusive de órgãos de controle. A avaliação é que é mais prudente fazer uma nova rodada de negociações, ainda que isso resulte em algum atraso na contratação.
- Bahia Notícias
- 14 Nov 2025
- 12:25h
Foto: Lula Marques / Agência Brasil
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP-SP), retomou temporariamente seu mandato de deputado federal para relatar o Projeto de Lei Antifacção. No entanto, segundo aliados, o retorno não se restringiu a essa atribuição.
De acordo com essas informações, Derrite já havia planejado voltar à Câmara nesta semana para apresentar suas emendas ao projeto de Lei Orçamentária da União para 2026, ano em que ocorrerão eleições gerais.
O prazo para apresentação das emendas por deputados federais e senadores ao Orçamento do próximo ano teve início em 24 de outubro e se encerrou na quinta-feira (13).
- Bahia Notícias
- 14 Nov 2025
- 10:40h
Foto: Divulgação/INSS
O Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido da Polícia Federal (PF) e parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) para decretar a prisão preventiva do ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto e de outras nove pessoas. A decisão, um desdobramento da Operação "Sem Desconto", investiga um suposto esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários de aposentados e pensionistas. A decisão foi assinada pelo ministro André Mendonça.
Entre os alvos das prisões estão o advogado Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador financeiro e um dos líderes do grupo, e o presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes, indicado como líder e mentor intelectual do esquema criminoso. O relator determinou ainda o uso de tornozeleira eletrônica para outros sete investigados, incluindo José Carlos de Oliveira, ex-presidente do INSS e ex-ministro do Trabalho e Previdência. No entanto, o ministro rejeitou o pedido de monitoramento eletrônico do deputado federal Euclydes Petterson (Republicanos-MG).
A investigação apura um suposto esquema que, a partir de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre o INSS e a Conafer em 2017, promovia descontos em folha de aposentados e pensionistas sem autorização. Segundo as apurações, a entidade enviava listas com milhares de nomes de segurados que não haviam autorizado filiação ou contribuição. A PF estima que a Conafer recebeu mais de R$ 708 milhões do INSS, dos quais R$ 640,9 milhões teriam sido desviados para empresas de fachada e contas de operadores financeiros ligados ao grupo.
Em sua decisão, Mendonça ressaltou que a representação da PF "apresenta fortes indícios de movimentação superior a centenas de milhões de reais ao longo de cinco anos", com registro de transferências e retiradas em espécie em valores fracionados – método típico de lavagem de capitais. O ministro afirmou que ficou demonstrada a necessidade das prisões devido "à ampla rede de conexões dos investigados, da contínua utilização de mecanismos para ocultar os rastros dos crimes e da elevada possibilidade de eliminação e manipulação de documentos e provas".
Mendonça também considerou necessário que a sociedade tenha uma resposta rápida do sistema de Justiça em relação a um delito de "elevadíssima repercussão social, com dimensões milionárias, risco de reiteração delitiva e um alcance subjetivo que impactou a vida de milhões de brasileiros". Foram considerados, ainda, os indícios de continuidade dos crimes e da ocultação do patrimônio obtido ilicitamente.
Sobre o deputado Euclydes Petterson, o ministro seguiu parecer da PGR, entendendo que a medida, "no momento, não é necessária". A decisão acrescenta que "a existência de um controle social mais intenso da atuação parlamentar mitiga o risco de atos contrários ao bom andamento deste procedimento investigativo".
- Por Jorge Abreu | Folhapress
- 14 Nov 2025
- 08:49h
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
O movimento global Fridays for Future (sextas-feiras pelo futuro), também conhecido como Juventude pelo Clima, chega nesta sexta-feira (14) em Belém, que recebe a COP30, a conferência do clima da ONU.
Jovens ativistas saem às ruas da Estação das Docas rumo à Praça da República, na região central da capital paraense. A manifestação exige ações efetivas dos líderes políticos contra o avanço das mudanças climáticas e o fim da indústria de combustíveis fósseis.
O movimento foi criado e popularizado pela ativista sueca Greta Thunberg. Ela ganhou projeção internacional com protestos solitários que promovia a cada sexta-feira em Estocolmo, movimento que depois uniu milhões de pessoas por ações contra as mudanças climáticas.
A última COP da qual Greta participou foi a edição 26, em Glasgow, na Escócia. Na ocasião, ela chamou o evento de "um festival de greenwashing do Norte Global" -o termo é utilizado para se referir à prática de prática de vender uma imagem ambientalmente responsável sem mudanças reais.
Sobre a COP27, no Egito, a ativista repetiu a acusação de greenwashing e criticou a falta de espaço para a sociedade civil nas negociações. No ano seguinte, a conferência ocorreu nos Emirados Árabes Unidos, e Greta afirmou que seus resultados foram "uma facada nas costas para os mais vulneráveis".
A ativista criticou também, no ano passado, o Azerbaijão, que sediou a COP29. Ela chamou o país de "petroestado autoritário" e disse à imprensa que a escolha do país como sede do evento era "mais do que absurda", por ter sua economia baseada no mercado do petróleo e gás.
Com o tema Just Transition Now (Transição Justa Agora), a mobilização desta sexta-feira em Belém integra protestos simultâneos em diversos países, incluindo Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, México, Filipinas, Japão, República do Congo e Suécia.
Daniel Holand, 22, é um dos organizadores do ato em Belém. Ele celebra o retorno do protesto em um país que sedia a COP, já que o ato deixou de ser realizado nas três últimas edições devido aos regimes autoritários dos países-sede.
"Tradicionalmente, as greves globais acontecem durante a COP, na sexta-feira da primeira semana. Nos três últimos anos, a gente não teve esse direito de protestar na rua, infelizmente", disse à Folha de S.Paulo.
Em Belém, o ato terá como principais bandeiras o fim dos combustíveis fósseis, a proteção da amazônia, a transição justa, o financiamento às comunidades mais afetadas, a justiça climática e protagonismo da juventude nessas discussões.
"Nós precisamos urgentemente de uma transição energética", disse Holand. "Tivemos um pequeno avanço no combate à crise climática, mas não está na hora de a gente recuar. Está na hora de a gente agir de forma mais rápida ainda, porque estamos ultrapassando o limite de 1,5°C", comentou, citando o limite estabelecido no Acordo de Paris para o aumento da temperatura média global, acima do qual os impactos climáticos se tornam drasticamente mais graves.
- Por Idiana Tomazelli | Folhapress
- 13 Nov 2025
- 16:16h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Os Correios decidiram fatiar a contratação do empréstimo de R$ 20 bilhões para socorrer a empresa em mais de uma operação, em uma tentativa de atrair mais instituições financeiras e reduzir os custos de financiamento.
Em uma primeira rodada de negociações, um sindicato de quatro bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o crédito no valor pleiteado pela companhia, mas estipulou uma taxa de juros considerada elevada para um contrato com garantia soberana, que reduz consideravelmente o risco de perdas para as instituições financeiras, pois a União paga as prestações em caso de inadimplência.
Procurados, os bancos não se manifestaram. Em ocasiões anteriores, as instituições disseram não comentar casos específicos.
A conclusão das tratativas do empréstimo é essencial para dar fôlego de caixa à empresa, que passa por dificuldades financeiras. A companhia acumula prejuízos crescentes desde 2022. Até o fim de 2025, o rombo só neste ano deve alcançar R$ 10 bilhões -no primeiro semestre, o saldo já ficou negativo em R$ 4,4 bilhões.
Projeções feitas pela companhia e apresentadas ao governo indicam que, sem recursos novos, a situação da estatal pode se agravar. O prejuízo pode chegar a R$ 20 bilhões em 2026, uma vez que os contratos com fornecedores preveem pagamento de multas em caso de atraso --ou seja, um ônus extra para uma empresa já em dificuldades.
O rombo poderia alcançar valores ainda maiores, na casa de R$ 70 bilhões, daqui a cinco anos. Nesse cenário extremo, a empresa estaria em condição de falência e precisaria inclusive demitir empregados, arcando com os custos trabalhistas desses desligamentos (por isso um valor até maior do que hoje é a despesa anual da estatal).
Segundo duas pessoas a par do assunto ouvidas pela Folha, a proposta dos bancos tinha um custo de 136% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).
No entanto, a tabela de custo máximo aprovada pelo comitê de garantias do Tesouro Nacional prevê um teto de 120% do CDI em operações desse tipo com prazo de dez anos.
Como o valor contratado é significativo, a diferença da taxa de juros ao longo dos anos representaria um custo adicional de centenas de milhões para os Correios, e a aprovação de um financiamento nessas condições poderia deixar margem para questionamentos futuros, inclusive de órgãos de controle.
Além disso, as instituições financeiras pleitearam uma taxa de comissão de 5% pela estruturação da operação, o equivalente a R$ 1 bilhão. Nos empréstimos concedidos a estados e municípios com garantia da União, esse percentual costuma ser de 1%.
Segundo os interlocutores ouvidos pela reportagem, desde o anúncio da estratégia de socorrer os Correios via empréstimo com garantia da União, outros bancos (nacionais e estrangeiros) demonstraram interesse em conceder financiamento à empresa. Por isso, o comando da companhia decidiu fazer uma nova rodada de negociação, agora mais ampla.
Os bancos já foram comunicados das novas condições. O valor de R$ 20 bilhões foi mantido, mas, em vez de solicitar as condições da proposta (como a taxa de juros), a companhia vai perguntar às instituições financeiras quanto elas aceitam emprestar ao custo de até 120% do CDI.
Sob esse desenho, o socorro pode acabar sendo pulverizado em várias operações de crédito com diferentes bancos. Se o valor ofertado não chegar aos R$ 20 bilhões, é possível que a empresa faça uma primeira leva de financiamentos com menor volume e volte ao mercado mais adiante para obter novos recursos.
O Executivo já entrou na mira de órgãos de controle e de parlamentares da oposição pela decisão de colocar a União como fiadora do empréstimo, em vez de fazer um aporte direto de recursos (o que exigiria espaço no Orçamento e também nas regras fiscais). Se a operação ainda assim tiver um custo elevado, isso poderia virar munição no embate político e jurídico.
A avaliação é de que é mais prudente fazer uma nova rodada de negociações, ainda que isso resulte em algum atraso na contratação do financiamento e deixe a companhia com o caixa sangrando por mais algumas semanas. Enquanto isso, o pagamento a fornecedores deve seguir represado, mas não há, segundo técnicos, risco de atraso no pagamento de salários de funcionários. A expectativa é que, mesmo com a demora, seja possível fechar a contratação até o fim de 2025.
Inicialmente, a Caixa Econômica Federal também participava das conversas para integrar o sindicato de bancos para financiar os Correios. Segundo duas pessoas, no entanto, a instituição não enviou proposta.
Nos bastidores, a Caixa era o banco que mais manifestava resistências à operação. No início, isso era atribuído à tentativa frustrada do comando da instituição de influenciar a escolha do sucessor de Fabiano Silva dos Santos, ex-presidente dos Correios que deixou o cargo em setembro. O nome escolhido pelo governo, com o apoio do ministro Rui Costa (Casa Civil), foi o de um funcionário de carreira do Banco do Brasil, Emmanoel Rondon.
Mesmo após a troca na gestão da empresa, a Caixa continuou apontando dificuldades técnicas em participar da operação.
O plano de reestruturação da empresa é tido como o "ponto central" para sustentar a decisão dos bancos sobre a capacidade de recuperação da empresa e, consequentemente, a viabilidade do pagamento das prestações. Embora a crise seja financeira, ela é vista como fruto de um problema estrutural de gestão, semeado pelos aumentos sequenciais de custos e pela estratégia deficiente de negócio.