- Bahia Notícias
- 02 Jan 2024
- 09:10h
Foto: Reprodução / X Insider Paper
Autoridades do Japão apontam que pelo menos 48 pessoas morreram devido ao terremoto de magnitude 7,6 graus que atingiu o país na segunda-feira (1º). As equipes de salvamento enfrentam tremores secundários.
Apesar de o alerta contínuo de tsunami ter sido suspenso, governo pede cuidado. Eles procuram desaparecidos após deslizamentos de terra e o desabamento de vários edifícios. Além dos tremores secundários, as equipes enfrentam estradas fortemente danificadas. Cerca de 1 mil militares chegaram para a área mais atingida na relativamente remota península de Noto.
O primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, afirmou que o país enfrenta uma “batalha contra o tempo” para resgatar as pessoas afetadas. “Devemos resgatá-los o mais rápido possível, especialmente aqueles que estão presos sob estruturas desabadas”, disse.
Na cidade de Wajima, que fica no norte da península, o Corpo de Bombeiros disse que ao menos 30 prédios desabaram. Há relatos de pessoas presas sob escombros. Ainda na região, em Suzu, o prefeito da cidade afirmou que até 1 mil casas foram destruídas. “A situação é catastrófica”, disse Masuhiro Izumiya.
A emissora de TV NHK mostrou, na manhã desta terça-feira (2), imagens de um prédio de sete andares tombado, com muita fumaça, na área central de Wajima, província de Ishikawa. Por lá, as redes sociais aparecem com carros engolidos pela terra, casas e pontes destruídas.
Apesar da maior parte dos incêndios ter sido contida, as chamas queimaram mais de 200 estruturas em Wajima.
“Estamos numa situação terrível, com muitas casas de madeira desabadas devido ao terremoto, danos causados ??pelo que parece ser um tsunami e vários barcos e carros virados no porto de Iida”, escreveu Hiroshi Hase no X, governador de Ishikawa.
“Estamos numa corrida contra o tempo e continuaremos a fazer o nosso melhor para salvar vidas”, continuou.
- Bahia Notícias
- 02 Jan 2024
- 07:30h
Foto: Agência Brasil
O ano virou e o preço do gás de cozinha também. A Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, anunciou um novo reajuste do produto na venda para as distribuidoras da Bahia.
A partir desta terça-feira (2), o valor foi alterado em 5,18%. A previsão é de que o botijão fique de R$ 5 a R$ 8 mais caro.
Segundo estimativa do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (SINREVGÁS), o preço médio do botijão no estado é de R$ 140.
De acordo com a Acelen, os preços dos produtos da Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais; a cotação do dólar e o frete, podendo variar para cima ou para baixo.
A empresa ressalta que possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.
- Bahia Notícias
- 01 Jan 2024
- 17:17h
Foto: Reprodução X
Um usuário do X (antigo Twitter) está dando o que falar. O homem postou na rede social o bilhete “quase premiado” do pai, que concorreu ao prêmio da Mega-Sena da Virada de 2023. Conforme ele publicou, a aposta chegou perto de acertar as seis dezenas — na prática, ele teria acertado apenas o número 21.
“Meu pai jogou na Mega e simplesmente ele errou TODOS os números um pra mais ou um pra menos (com exceção do 21)”, escreveu no X, conforme publicou o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. Agora, só o resta rezar para acertar todas as seis dezenas na próxima vez.
- Bahia Notícias
- 01 Jan 2024
- 12:17h
Foto: Reprodução / Corpo de Bombeiros
Uma explosão a partir de um botijão de gás seguida de desabamento causou a morte de três pessoas em Aracaju (SE) neste domingo (31). O fato ocorreu em um residencial localizado na Avenida João Ribeiro, no Bairro Santo Antônio.
Segundo o G1, dois homens e uma mulher morreram e pelo menos 14 pessoas ficaram feridas. Bombeiros seguem nesta segunda-feira (1°) nas buscas por possíveis vítimas. A suspeita é de que a explosão teria sido provocada pelo vazamento de gás de um botijão. O prédio não era regularizado pelo Corpo de Bombeiros.
Para evitar novos desabamentos, os agentes fizeram uma ancoragem com estacas. Ainda segundo informações, a proprietária do imóvel estava no local e prestou auxílio aos feridos.
- Por Folhapress
- 01 Jan 2024
- 10:05h
Foto: Kyodo News / AP
A Agência Meteorológica do Japão emitiu, nesta segunda-feira (1º), alerta para a possibilidade de um grande tsunami após a costa oeste do país ser atingida por terremotos.
O tremor mais forte que atingiu a região foi de magnitude 7,6, segundo o serviço de meteorologia do Japão. Um tsunami com cerca de um metro de altura foi registrado em parte da costa oeste japonesa, mas as autoridades não descartam a possibilidade de ondas bem maiores, com até cinco metros. Regiões mais afastadas ao epicentro dos tremores podem atingir até três metros de altura.
Moradores das cidades costeiras de Ishikawa, Nigata e Toyama foram orientados a deixarem suas casas. O governo japonês ainda contabiliza os danos provocados pelos tremores e não descartou a possibilidade de novos abalos sísmicos, segundo a TV pública NHK.
Pelo menos 36 mil casas ficaram sem eletricidades em Ishikawa e Toyama. iOs números são da concessionária responsável pelo serviço.
O epicentro do terremoto de magnitude 7,6 foi na península de Noto, às 16h10 no horário local (4h10 em Brasília). É o o maior registrado para essa península desde 1885.
Até o momento, há relatos de estragos nas ruas e de danos a edifícios nas cidades atingidas. Ainda segundo o governo japonês, não foram detectadas irregularidades nas usinas nucleares do país.
O Japão não emitia alerta para risco de tsunami no país desde março de 2011. Naquele ano, cerca de 20 mil vítimas foram afetadas e a usina nuclear de Fukushima foi atingida.
- Por Jéssica Maes | Folhapress
- 01 Jan 2024
- 08:25h
Foto: Carl de Souza / AFP
Ao final do primeiro ano de seu terceiro mandato, o presidente Lula (PT) está entregando diversos resultados positivos na área ambiental, como uma grande redução no desmatamento da amazônia e o avanço de políticas climáticas.
Simultaneamente, no entanto, o governo federal fala em ampliar a produção de petróleo, o desmate atinge níveis recordes no cerrado e o Congresso aprova diferentes pautas-bomba para o setor.
Após sucessivos retrocessos em temas ambientais na gestão Jair Bolsonaro (PL), o petista, então candidato à Presidência, colocou a pauta como um dos focos de sua campanha eleitoral.
Já na primeira semana de governo, Lula assinou decretos restabelecendo dois pontos centrais: o PPCDAm (Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal) e os conselhos participativos. Ambos tinham sido suspensos por Bolsonaro.
Criado em 2004, na primeira gestão de Marina Silva à frente do MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), o PPCDAm é o alicerce das medidas para combater o desmate na floresta amazônica. A sua nova versão foi publicada em junho e estabeleceu diferentes eixos de ação e a meta de alcançar o desmatamento zero no bioma até 2030.
Analisando os dados do sistema Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nota-se um avanço considerável. De janeiro a novembro, o desmate na amazônia caiu pela metade --foi de 10.048 km² em 2022 para 4.976 km² neste ano. O índice ainda é alto, mas é o melhor para o período desde 2018.
Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima, explica que esses resultados são fruto do reforço nas ações de fiscalização.
"Foram realizadas mais operações de campo, o volume de multas aplicado aumentou bastante e também houve elevação da quantidade de bens apreendidos de instrumentos e produtos do crime, inclusive a apreensão de gado, que tem um impacto grande", diz, acrescentando que é preciso que essas medidas continuem sendo reforçadas.
"Mas também é muito importante começar a aplicar de forma mais sistêmica os instrumentos voltados ao fomento a atividades produtivas sustentáveis na região amazônica", afirma.
No cerrado, contudo, o desmate cresceu 41% nos últimos 11 meses, indo de 5.242,4 km² no ano passado para 7.373,6 km² em 2023. O bioma vem tendo sucessivos recordes de área devastada, mas só ao final de novembro foi lançado o PPCerrado, que norteará o combate ao desmatamento na região.
Já a reativação dos conselhos participativos destravou dois colegiados que regem o Fundo Amazônia. Com isso, o mecanismo pôde voltar a receber doações e a ampliar a cartela de projetos apoiados.
Também foi reestruturado o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), formado por integrantes do poder público e da sociedade civil e principal ente consultivo sobre as políticas públicas a serem implementadas pelo MMA.
O órgão tinha sido desidratado no governo anterior, que cortou o número de participantes com direito a voto de 96 para 23 e reduziu a participação da sociedade civil. Hoje, o Conama funciona com 114 membros de diferentes setores e uma câmara técnica dedicada às mudanças climáticas.
MAIS INVESTIMENTOS EM PETRÓLEO E GÁS
Apesar do destaque dado pelo governo ao meio ambiente e à crise climática, uma contradição se apresenta desde os primeiros meses da nova gestão: a ampliação dos investimentos em combustíveis fósseis, principais fontes de gases de efeito estufa no mundo.
A Agência Internacional de Energia, aponta que para atingir a meta global de zerar emissões líquidas até 2050 --essencial para cumprir o Acordo de Paris e frear os piores efeitos do aquecimento global-- nenhum novo projeto de extração de combustível fóssil deve ser autorizado.
Os planos do governo Lula, contudo, vão na direção contrária. O Brasil é atualmente o oitavo no mundo na produção de petróleo, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, quer escalar a produção para levar o país ao quarto lugar. Silveira também vem anunciando incentivos à ampliação do mercado de gás.
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, chegou a dizer que a estatal "vai ganhar participação de mercado" e que "podemos ser os últimos a produzir petróleo no mundo".
Além disso, logo no primeiro dia da COP28, a conferência do clima da ONU (Organização das Nações Unidas), foi anunciado que o Brasil passará a fazer parte da Opep+, grupo de observadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. A medida revoltou ambientalistas.
Para Natalie Unterstell, presidente do think tank Instituto Talanoa, houve avanços na pauta ambiental neste ano, em especial no combate ao desmatamento, mas não na velocidade necessária nem em todos os setores.
"Ainda há muita dificuldade para se discutir o abandono dos combustíveis fósseis", avalia. "[Não há] nenhum cronograma sobre a mesa."
Pauta indígena e retrocessos no Congresso
Outra frente abordada ainda no início do novo governo foi a desintrusão da Terra Indígena Yanomami, em Roraima e Amazonas, após uma gravíssima crise sanitária, ambiental e social.
Ao longo do ano, também foram realizadas operações de desintrusão das terras indígenas Alto Rio Guamá, Trincheira Bacajá e Apyterewa, todas no Pará.
As medidas voltadas aos povos indígenas também incluíram a homologação de oito terras indígenas, em seis estados: Arara do Rio Amônia e Rio Gregório, no Acre; Kariri-Xocó, em Alagoas; Uneiuxi e Acapuri de Cima, no Amazonas; Tremembé da Barra do Mundaú, no Ceará; Avá-Canoeiro, em Goiás; e Rio dos Índios, no Rio Grande do Sul.
Em 2023, no entanto, o Congresso derrubou vetos do presidente Lula e aprovou a lei que institui a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A posição dos parlamentares contrasta com a do Supremo Tribunal Federal, que a considerou inconstitucional. O caso será levado à Justiça.
"Já era esperado que subisse no Congresso a pressão por retrocessos. A valorização das pautas ambientais parece ter elevado o preço delas como moeda de troca nas negociações", afirma Unterstell. "Por isso, em vez de estarem ficando para trás, estão sendo colocadas por hábeis agentes políticos nas rodas de troca. Sem uma coordenação que as defenda, no toma-lá-dá-cá, tem se perdido bastante."
A decisão sobre o marco temporal é a mais proeminente de uma série de outras medidas consideradas retrocessos ambientais adotadas pelo Congresso. Também passou o projeto apelidado por ambientalistas de "PL do Veneno", que flexibiliza o uso de agrotóxicos no país, em outra vitória da bancada ruralista.
O texto validado pelos deputados e senadores centralizava no Ministério da Agricultura o registro de novos produtos, esvaziando as atribuições da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), trecho que foi vetado por Lula.
O presidente sancionou, porém, artigos que impõem prazos mais curtos para análise de registros de agrotóxicos. Na volta do recesso, o Congresso avaliará se mantém ou derruba os vetos.
A Câmara aprovou, ainda, o projeto de lei que regulamenta o mercado de carbono, que estipulará limites de emissões de gases de efeito estufa para empresas e define multas para aquelas que não os respeitarem. O texto irá para o Senado.
Essa era uma das prioridades do governo federal na área ambiental. Mas, em mais uma vitória dos ruralistas, o agronegócio, um grande motor de emissões de gases de efeito estufa, ficou de fora do mercado regulado de carbono.
Segundo o Seeg (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa), somando as emissões por desmatamento às do setor agropecuário, conclui-se que a atividade agropecuária responde por 75% de toda a poluição climática brasileira.
Suely Araújo diz que falta uma atuação mais firme do Executivo para proteger direitos socioambientais no Congresso. "Esses projetos não podem simplesmente serem liberados para voto quando se sabe que, em plenário, a derrota é certa. O governo tem tentado minorar os efeitos negativos dessas aprovações com vetos, mas isso é insuficiente."
META CLIMÁTICA E TRANSIÇÃO ECONÔMICA
Entre as medidas que dependem exclusivamente do governo federal, uma mudança significativa foi realizada.
Neste ano, foi corrigida a "pedalada" da meta climática brasileira instituída no governo Bolsonaro, que mudava a base de cálculo e permitia um aumento nas emissões do país. Agora, o Brasil voltou aos parâmetros da sua primeira meta junto à ONU, de 2015.
Segundo cálculos do Seeg, caso o país consiga manter o ritmo acelerado de queda no desmatamento da amazônia e outras emissões não subam, será possível atingir o objetivo de limitar as emissões líquidas brasileiras a 1,3 bilhões de toneladas brutas de gases de efeito estufa (GtCO2e) em 2025 --atualmente, elas estão em 2,3 GtCO2e.
Em 2023, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lançou, em parceria com o MMA, o Plano de Transformação Ecológica, que buscará promover o desenvolvimento sustentável e reduzir desigualdades.
A ideia é lançar forças-tarefa para mobilizar governos, filantropia, setor privado e atores multilaterais na implementação do plano --que ainda é um rascunho de ideias.
"Falta um plano sistematizado", analisa Liuca Yonaha, vice-presidente do Instituto Talanoa. "Existem medidas dentro deste contexto que estão avançando, mas não vimos ainda o plano estruturado com todas ações, metas e a relação dele com política climática e, por exemplo, a NDC [sigla em inglês para contribuição nacionalmente determinada, a meta climática de cada país]", explica.
Para ela, o plano tem sido colocado pelo governo como o ponto que costura diferentes setores, "mas a gente não está vendo essa costura".
"Qual o reflexo do Plano de Transformação Ecológica em medidas de mitigação e adaptação climática? Onde a gente quer chegar com essa medida?", questiona.
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- Bahia Notícias
- 31 Dez 2023
- 12:25h
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta sexta-feira (29), a medida provisória que altera as regras de tributação de incentivos fiscais para investimentos concedidos por estados no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A decisão foi publicada na edição extra do Diário Oficial da União. O texto já havia sido aprovado pela Câmara e pelo Senado neste mês de dezembro.
A MP era vista como prioritária e fazia parte do pacote do Ministério da Fazenda, liderado por Fernando Haddad (PT), para melhorar o caixa da União em 2024. A expectativa é que ela ajude a atingir a meta de deficit fiscal zero nas contas públicas. O texto, que foi sancionado sem vetos, estabelece critérios para o abatimento de valores dos benefícios no ICMS da base de cálculo de tributos federais.
"Esta legislação exclui benefícios que não estão vinculados diretamente à instalação ou expansão de empreendimentos, como subvenções lineares ou verbas de custeio, focando em incentivos que efetivamente promovam investimentos produtivos. A nova abordagem, portanto, busca equilibrar a necessidade de estímulo econômico com a responsabilidade e a sustentabilidade fiscal", diz um trecho da nota do Ministério da Fazenda.
A proposta determina que poderá ser abatido do cálculo dos tributos federais o valor dos incentivos fiscais que forem usados para investimentos e não patra despesas de custeio, como salários. A concessão de benefícios de ICMS é prática comum dos governos estaduais e do Distrito Federal, que reduz o imposto cobrado em determinado bem ou serviço na tentativa de atrair empresas daquele setor, o que eleva a arrecadação nos anos seguintes. As empresas utilizam o incentivo para as despesas de custeio. Para o Ministério da Fazenda, a MP vai "corrigir distorções no sistema tributário brasileiro, especialmente no que diz respeito à redução do pagamento de tributos federais".
- Por Constança Rezende | Folhapress
- 31 Dez 2023
- 10:14h
Foto: Reprodução/ Agência Brasil
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, avalia que os embates com o Poder Legislativo também são reflexo da onda bolsonarista que tomou o Congresso nas últimas eleições, com apoio de um ex-presidente que elegeu a corte "como o seu principal inimigo".
Em entrevista à Folha de S.Paulo, Barroso afirma que, durante quatro anos, "houve um presidente da República que elegeu o Supremo como seu adversário" e que essa linhagem política tem muitos representantes no Parlamento.
O PL, partido de Jair Bolsonaro, chegou a 99 deputados nas eleições de 2022, formando a maior bancada eleita na Câmara nos últimos 24 anos e conseguiu ocupar 14 cadeiras no Senado Federal.
"É natural que estes parlamentares queiram corresponder às expectativas dos seus eleitores que acham que o Supremo é parte do problema", disse.
"O ex-presidente atacava o tribunal e ofendia seus integrantes com um nível de incivilidade muito grande. Em qualquer parte do mundo, isso seria e apavorante", acrescenta, afirmando também que tal comportamento "foi relativamente tolerado por um grande contingente de eleitores que se identificaram com aquela linguagem e atitude".
Apesar disso, o ministro afirma discordar do termo "pautas anti-STF", usado para definir as propostas analisadas pelo Congresso que podem reduzir as atribuições de seus integrantes.
Em novembro, o Senado aprovou uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que limita as decisões individuais de ministros do tribunal, após uma ofensiva encampada pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador também já defendeu a criação de mandato para ministros da corte.
Barroso diz ter uma relação muito boa com Pacheco, a quem chama de "uma liderança importante e extremamente civilizado e educado", e com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Porém afirma que o Senado tem um conjunto de parlamentares que têm uma visão crítica severa do Supremo que, para ele, é injusta.
"Ele [Pacheco], presidente de uma Casa, procura, em alguma medida, expressar o sentimento dominante naquela Casa. O que eu verbalizei mais uma vez é que mexer no Supremo, no ano em que foi invadido por golpistas antidemocráticos, é uma simbologia ruim", afirma.
O presidente do STF diz que entende as circunstâncias da política e tem procurado convencer eleitores, e indiretamente aos seus representados, de que o Supremo não é parte do problema, mas da solução.
"O Supremo tem feito muito bem ao país. Na defesa da democracia, nós prestamos um serviço importante. Não acho que o STF acerta sempre, como uma instituição humana, ele tem falhas. Num colegiado, pessoas têm ideias próprias, às vezes um de nós diverge de alguma linha que prevaleça, ninguém é dono da verdade", disse.
Para o magistrado, a principal alteração da PEC já foi acolhida espontaneamente pelo Supremo, a submissão ao plenário das medidas cautelares em ações diretas que envolvem atos dos outros Poderes.
Por isso, segundo ele, o problema não é o seu conteúdo, mas a sua "simbologia e oportunidade de passar para a sociedade a ideia equivocada de que o Supremo tem algum problema".
REPROVAÇÃO AO STF
Ao ser questionado sobre a pesquisa divulgada neste mês pelo Datafolha, que apontou o crescimento da reprovação do STF pela população de 31% para 38%, Barroso disse que não se impressionou com o resultado.
Ele afirma que não se pode medir se o tribunal está prestando adequadamente o serviço que lhe cabe em pesquisa de opinião pública, mas se as instituições sobreviveram a tentativas de golpe contra a democracia o que, segundo o ministro, foi em grande parte graças ao Supremo.
"Nós conseguimos deter o populismo autoritário, prestamos um serviço imprescindível ao país, que é a preservação da Constituição e da democracia", afirma. "O Supremo cumpriu o seu papel. Opinião pública é um conceito um pouco volátil, ela varia e muda a opinião pública de lugar com frequência. Eu sou um sujeito que eu vivo para a história e não para o dia seguinte."
Além disso, o magistrado diz que o Supremo decide as questões mais divisivas da sociedade brasileira e que "em alguma medida está sempre desagradando alguém".
"Interpretar a Constituição, com independência e coragem moral, significa desagradar setores da sociedade, política ou economia. O juiz tem que ser bem analisado, senão vai sofrer muito com diferentes níveis de rejeição de grupos da sociedade", afirma.
Apesar disso, Barroso diz que o STF tem procurado se comunicar com a sociedade e explicar melhor suas decisões. Também afirma que, em nenhum momento, o Supremo impediu qualquer presidente de governar.
"Era uma narrativa falsa que, no entanto, criava animosidade porque o populismo autoritário precisa de inimigos. A democracia tem lugar para liberais, progressistas e conservadores, menos para quem não admite a democracia. Tenho procurado convencer as pessoas que o Supremo é indispensável na democracia."
A raiva ao STF, segundo ele, vem de um processo histórico de desrespeito institucional e, também, de uma animosidade criada artificialmente nas redes sociais, produto de atuação de robôs.
"Há uma motivação política de mobilização de bases radicais no discurso contra o Supremo", afirma.
ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS
Sobre as críticas que o STF tem recebido sobre possíveis punições severas aos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro, Barroso disse que o Brasil tem "uma certa dificuldade de punir".
"No momento que os fatos acontecem, as pessoas têm uma reação muito indignada e querem uma punição exacerbada, mas na medida em que o tempo vai passando, essa reação vai diminuindo e as pessoas começam a ficar com pena", afirma.
Ele também defende uma reação do Poder Judiciário pelo direito penal com a teoria da "prevenção geral", que é a punição de dissuadir outras pessoas de terem comportamentos semelhantes. Para o ministro, se o STF tivesse sido tolerante com o que aconteceu, na próxima eleição o lado que perdeu poderia se achar no direito de fazer o mesmo.
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- Brumado Urgente
- 31 Dez 2023
- 08:01h
Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente
A manhã deste domingo (31) começou com chuva em Brumado. O quê serviu para amenizar a forte onda de calor que assolava a cidade já há um bom tempo.
Conforme as previsões de diversos institutos climatológicos há uma previsão de chuva muito boa para toda região, começando hoje, e se estendendo por toda a semana.
Alguns sites especializados em climatologia preveem chuvas acima normal para essa época, o que deixa a população em estado de alerta para possíveis estragos provocados pelos altos índices pluviométricos, e ninguém seja pego de surpresa.
- Brumado Urgente
- 30 Dez 2023
- 16:25h
Foto: Arquivo pessoal
A paulistana recém chegada da sua terra natal no ano de 2009, que em seguida entrou na Instituição como aluna matriculando-se naquela época em um MBA, foi convidada para ser tutora presencial dos alunos de graduação EaD do polo de Brumado-BA, 6 meses depois foi contratada e promovida pela própria UNINTER para a função de coordenadora, período em que realizou o treinamento para a função na sede do Centro Universitário em Curitiba-PR (2010).
Nesse ínterim Izidy conheceu o empresário Adonato Moreira e o convidou na época para assumir a representação do polo UNINTER Brumado, e foi ele quem o levou para ocupar o prédio do antigo cinema, na av. Otávio Mangabeira. “Sr. Adonato e sua família abraçaram de forma tão linda o projeto que me emociono até hoje, ele defendeu a educação e acreditou em mim, confiou na marca UNINTER, serei eternamente grata”, relembra Izidy.
Em 2012 Izidy foi promovida à gestora comercial e aí foi um marco em sua trajetória na UNINTER, pois foi o tempo em que foram formadas 2 turmas presenciais para MBAs que aconteciam na sala onde era o cinema, que tornou-se auditório e sala de aula do polo.
“Professores de vários lugares do Brasil e alguns de outros países vieram ao polo para as aulas presenciais, foi uma evolução tremenda na época, em todos os sentidos, para a história da educação de nível superior em Brumado”, ressalta Izidy.
Em 2016, convidada pelo empresário e advogado, Milonaldo Cardoso, de Vitória da Conquista- BA, Izidy tornou-se sócia representante dos polos UNINTER Brumado, Caculé e Condeúba (Bahia).
Em Brumado, nesse novo momento, agosto de 2016, o polo UNINTER passou um período funcionando dentro das imediações de uma escola particular da cidade, e em seguida firmou seu endereço na Rua Artur Revenster, onde funciona até os dias atuais.
Desde março deste ano, 2023, Izidy e o sócio Milonaldo fizeram a transição de parceria e Não estão mais à frente da UNINTER nas cidades as quais representavam, incluindo Brumado.
Foram maravilhosos 14 anos junto à esta Instituição, faço questão de externar a minha sincera gratidão, mas decidi entregar a minha inteira atenção à empresa que carrega o meu nome, IRC Digital, que já caminha para 12 anos de mercado e é a minha paixão profissional!”, esclarece Izidy.
“Eu poderia citar mais vários outros nomes que estarão para sempre em meu coração no que refere à minha história na UNINTER, mas para não ser injusta esquecendo alguém neste momento, publico aqui a minha eterna gratidão a cada pessoa que me ajudou nessa trajetória tão especial (colegas de trabalho, alunos, parceiros, fornecedores, todos), recebam o meu abraço fraterno, eu não teria conseguido sem vocês!” Relembra Izidy, emocionada.
“Mas há duas pessoas mais do que importantes que eu preciso declarar o quanto sou agradecida a Deus pelas suas vidas!
Alice, minha querida amiga, que esteve comigo durante todos esses 14 anos, e Cleiton, meu amado esposo!
Alice, maravilhosa, como eu sempre te disse: - você tem a minha admiração, sem palavras para expressar tudo o que você significa em minha vida! Muito obrigada!
Cleiton, meu amor, de verdade, obrigada, por embarcar nessa viagem chamada UNINTER comigo, obrigada por tudo, obrigada por tanto, te amo! E a minha mãezinha e meu irmão Pedro, que sempre me apoiaram em todas as fases da minha vida!”Finaliza Izidy.
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- Por Raquel Lopes e João Pedro Pitombo | Folhapress
- 30 Dez 2023
- 14:30h
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em um ano marcado por episódios de violência e casos de letalidade policial, a gestão do governo Lula (PT) na segurança pública teve enfrentamento a crises, ações desarticuladas e promessas não cumpridas.
A cúpula do governo exalta os investimentos em equipamentos, as apreensões de drogas e de bens de narcotraficantes e projeta uma queda de 6% nas mortes violentas intencionais em 2023. Especialistas, contudo, veem uma gestão mal resolvida e com soluções paliativas.
Na última quarta-feira (27), o Ministério da Justiça lançou os dados nacionais de segurança pública, plataforma que reúne índices de criminalidade repassados pelos estados e que a pasta promete atualizar a cada 30 dias.
O número de mortes violentas no Brasil nos dez primeiros meses de 2023 teve uma queda de 2,2%, segundo o levantamento. Entre janeiro e outubro deste ano, 71.078 pessoas morreram por causas como feminicídio, homicídio doloso, morte por intervenção policial, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, mortes no trânsito e suicídios.
Comandada pelo ministro Flávio Dino, a pasta da Justiça e Segurança Pública é apontada como complexa e com potencial para gerar crises. A partir de janeiro, terá novo titular com a saída de Dino, que vai tomar posse como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
Ao longo deste ano, o governo se equilibrou em uma corda bamba na segurança que incluiu a defesa dos direitos humanos, acenos aos policiais militares e declarações sobre o enfrentamento ao crime organizado apontadas como desastradas e de viés bolsonarista.
A atuação na área foi alvo de conservadores, que reclamaram de leniência do governo, e também de progressistas, que viram prioridade na lógica de guerra às drogas
Pesquisa Datafolha publicada em 7 de dezembro apontou a segurança como o segundo tema de maior preocupação dos brasileiros. No mesmo levantamento, 50% dos eleitores avaliaram a gestão Lula nesse campo como ruim e péssima, ante 29% de regular e 20% de ótima ou boa.
A preocupação coincidiu com crises na segurança pública na Bahia e no Rio de Janeiro, onde houve acirramento das disputas entre grupos criminosos, e com os episódios de letalidade policial em São Paulo.
No Brasil, a segurança pública é atribuição compartilhada entre os entes federados, principalmente entre a União --que tem sob o seu guarda-chuva as Forças Armadas e a Polícia Federal-- e os estados e o Distrito Federal, que têm o controle sobre as respectivas Polícias Militares e Polícias Civis.
A Bahia, governada há 17 anos pelo PT, é apontada por adversários e até aliados como uma espécie de "teto de vidro" na área. Em seu primeiro ano de gestão, o governador petista Jerônimo Rodrigues teve que lidar com disputas entre facções criminosas, conflitos fundiários, chacinas e mortes em série que resultaram de ações policiais.
O cenário adverso vem de anos anteriores. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que a Bahia é, desde 2019, o estado brasileiro com maior número absoluto de mortes violentas intencionais. Também teve maior taxa de letalidade policial do país em 2022, quando era governada pelo hoje ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Ao longo do ano, o governo federal lançou inúmeros programas de enfrentamento à violência, mas especialistas apontam para uma dispersão de ações e a falta de uma visão sistemática sobre o papel do governo federal.
O carro-chefe do governo na área é o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), cuja retomada foi um pedido de Lula. Mas diversos outros programas foram sendo lançados ao longo do ano, sobretudo diante do aparecimento de crises.
Dentre eles estão o Pas (Plano de Ação na Segurança), que contempla o Pronasci, Amas (Programa Amazônia: Segurança e Soberania) e o Enfoc (Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas), iniciativa que tem como um dos objetivos promover integração institucional e de redes de informação.
Este último foi lançado no auge da crise na Bahia e no Rio de Janeiro, com estimativa R$ 900 milhões de investimento até 2026. O plano de ação, prometido para 60 dias após o lançamento, ainda não foi apresentado.
"Alguns diziam que era folha de papel, sopa de letrinhas, que era um improviso. Os dados mostram que tudo isso era falso, o programa existe e está em plena implementação. É o programa que determina a prioridade em portos, aeroportos, fronteiras, logísticas e lavagem de dinheiro", disse Dino, em entrevista à imprensa em 21 de dezembro.
Em setembro, especialistas já avaliavam que as medidas adotadas pela pasta tendem a ser mais paliativas do que estratégias efetivas para diminuir os índices de criminalidade. Tais iniciativas abrangem ações emergenciais para situações críticas, como os eventos do 8 de janeiro, ataques a instituições de ensino e atividades de garimpo ilegal na Amazônia, além de operações colaborativas com estados e municípios.
Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que o governo Lula continua sem conseguir dar uma resposta e tem apresentado soluções pontuais para amortecer os problemas. Na sua visão, resolver de forma definitiva exige uma agenda complexa em termos políticos.
"Quando se tem muitas ações, na prática, por melhores que sejam as intenções, não tem nenhuma. A política de segurança do governo Lula se confunde com Flávio Dino, era uma ação focada na pessoa do ministro, na sua capacidade de articulação e indução. O ministro Flávio Dino é a política de segurança e por isso vai ser difícil substituí-lo", diz.
Ele ainda questiona a eficácia e legado de ações como o decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) em portos e aeroportos, lançado como resposta à crise de segurança no Rio: "Uma coisa é fazer operação, a outra é como se estrutura uma política de segurança pública".
Membros do Ministério da Justiça destacam a implantação da Susp (Sistema Único de Segurança Pública), cuja legislação foi aprovada em 2018. O governo se empenha em evidenciar que o programa está em pleno funcionamento, destacando os esforços contínuos de colaboração com estados e municípios.
Especialista em segurança pública, Luís Flávio Sapori afirma que o Susp ainda não foi colocado em prática da forma que a lei estabelece --uma nova estrutura de gestão, na qual o plano de ação deve ser elaborado em colaboração com os estados e municípios.
Outro projeto do Ministério da Justiça, o Celular Seguro, aplicativo que desabilita telefones furtados, recebeu elogios inclusive da oposição.
O governo Lula também deixará pendentes algumas promessas, como o programa de Recompra, que visa incentivar a população a devolver armas em troca de compensações financeiras. Dino disse em entrevista que o governo não conseguiu reestruturar a iniciativa, mas que ela está previsto.
Como a Folha mostrou, o governo ainda adiou o lançamento do Banco Nacional de Desaparecidos, previsto na Lei da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas.
Dino também encerra sua gestão na pasta sem que o caso da vereadora Marielle Franco tenha sido resolvido. Entretanto, em suas considerações finais à frente do Ministério da Justiça, ele enfatizou que o compromisso persiste, embora não tenha estabelecido um prazo para a conclusão das investigações.
Procurado, o Ministério da Justiça disse que vem atuando "de forma consistente a médio e longo prazo, como, por exemplo, a partir da estruturação de programas para combater as grandes organizações criminosas e proteger a Amazônia". Segundo a pasta, foram investidos em 2023 mais de R$ 18 bilhões em segurança pública.
"Cabe ressaltar que a atual gestão do MJSP [Ministério da Justiça] iniciou sua atuação após uma forte política armamentista irresponsável desenvolvida nos quatro anos anteriores. Essa realidade, que levou armas às mãos de criminosos, começou a ser modificada", disse a pasta.
O ministério também afirmou que todas as ações lançadas foram planejadas, com medidas de curto, médio e longo prazo.
A pasta comandada por Dino também alegou que o Susp "recebeu atenção adequada somente este ano".
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- Bahia Notícias
- 30 Dez 2023
- 12:32h
Foto: Reprodução/Instagram/@mancity
Mesmo no fim do ano, o futebol ao redor do mundo não para e aqui no Bahia Notícias você fica por dentro dos horários e onde assistir as principais partidas de hoje.
Neste sábado (30) os destaques vão para Luton Town x Chelsea, Manchester City x Sheffield United e Nottingham Forest x Manchester United pela 20ª rodada do Campeonato Inglês, e Juventus x Roma pela 18ª rodada do Campeonato Italiano e muito mais.
Confira os horários e onde assistir os principais jogos deste sábado, penúltimo dia do ano:
Luton Town x Chelsea
Data e horário: Sábado (30), às 9h30
Local: Kenilworth Road, em Luton
Onde assistir: ESPN e Star Plus
Manchester City x Sheffield United
Data e horário: Sábado (30), às 12h
Local: Kenilworth Road, em Luton
Onde assistir: Star Plus
Milan x Sassuolo
Data e horário: Sábado (30), às 14h
Local: San Siro, Milão
Onde assistir: Star Plus
Nottingham Forest x Manchester United
Data e horário: Sábado (30), às 16h45
Local: City Ground, em Nottingham
Onde assistir: ESPN e Star Plus
Juventus x Roma
Data e horário: Sábado (30), às 16h45
Local: Juventus Stadium, em Turim
Onde assistir: ESPN e Star Plus
Portimonense x Sporting
Data e horário: Sábado (30), às 17h30
Local: Estádio Municipal de Portimão, em Portimão
Onde assistir: Star Plus
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- Brumado Urgente
- 30 Dez 2023
- 11:31h
Foto: WhatsApp Brumado Urgente
A manhã deste sábado (30), penúltimo dia de 2024, foi marcada por mais um homicídio em Brumado. As primeiras informações dão conta que uma mulher de cerca de vinte e poucos anos foi morta na manhã deste sábado na entrada da Urbis I, na rua que fica na lateral do Centro Espírita.
A Polícia Militar foi acionada, e fez a preservação da cena do crime até a chegada do DPT – Departamento de Polícia Técnica, que fez o levantamento cadavérico. Ainda não há por fontes oficiais informações sob a autoria nem motivações do crime.
Esse ano de 2024 foi marcado por diversos homicídios no município, sobretudo, de jovens com menos de 30 anos, e tantos outros, que denotam a violência que todos nós estamos expostos. E que demandam uma ação enérgica de todas as autoridades competentes.
- Bahia Notícias
- 30 Dez 2023
- 10:20h
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Somando até novembro deste ano, ao todo, a Bahia gerou 90.007 vagas de emprego - aumento de 4,73% em relação ao total de vínculos celetistas do começo do ano -, ficando à frente das demais do Nordeste, que contou com Pernambuco (+59.902 postos) e Ceará (+58.413 vínculos) na segunda e terceira posições, respectivamente. Em termos proporcionais, no ano, a Bahia (+4,73%) ficou na quinta posição dentro da região nordestina, atrás do Piauí (+7,54%), Alagoas (5,80%), do Rio Grande do Norte (+5,53%) e Sergipe (4,76%).
As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que é de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego. Os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).
No Nordeste, em novembro, oito dos nove estados experimentaram alta do emprego formal. Das mais de 90 mil novas vagas na Bahia, a capital Salvador registrou 22.208 novos postos no período (variação positiva de 3,67%).
De acordo com o Caged, dos estados nordestinos, Pernambuco foi o estado com maior saldo em novembro, com 7.664 novos postos. Em seguida, vieram Bahia (+7.374 vínculos), Ceará (+4.674 vagas), Paraíba (+3.657 postos), Rio Grande do Norte (+3.342 postos), Alagoas (+2.834 postos), Sergipe (+1.739 vínculos), Maranhão (+1.429 vagas) e Piauí (-124 empregos celetistas).
Em termos absolutos, a Bahia (+7.374 postos) ocupou a segunda colocação na geração de vagas entre as unidades nordestinas no mês. Trata-se do 11º mês seguido com saldo positivo. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano (+0,37%) situou-se na sexta posição na região nordestina.
Do ponto de vista da variação relativa mensal do estoque, o estado da Paraíba (+0,78%) foi o destaque da região nordestina, tendo sido acompanhado por Rio Grande do Norte (+0,70%), Alagoas (+0,69%), Sergipe (+0,56%), Pernambuco (+0,54%), Bahia (+0,37%), Ceará (+0,36%), Maranhão (+0,24%) e Piauí (-0,04%).
Na Bahia, o saldo de novembro se revelou superior ao de outubro (+5.832 postos) e ao do mesmo mês do ano passado (+3.929 postos). No entanto, dos onze meses deste ano, o resultado de novembro somente se mostrou melhor do que os dos meses de janeiro (+3.892 postos), de julho (+5.219 vagas) e o de outubro (+5.832 postos) – ou seja, trata-se do quarto menor saldo mensal do ano até agora.
Com o saldo de novembro, a Bahia passou a contar com 1.991.556 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,37% sobre o quantitativo do mês imediatamente anterior. O município de Salvador, por sua vez, contabilizou 627.342 vínculos, indicando assim um aumento de 0,67% sobre o montante de empregos existente em outubro.
SETORES
Na Bahia, em novembro, três dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldo positivo de postos de trabalho celetista. O segmento de Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+4.470 vagas) foi o que mais gerou postos dentre os setores. Em seguida, Serviços (+4.312 vínculos) e Construção (+1.411 empregos) também foram responsáveis pela geração. Os grupamentos de Indústria geral (-1.451 postos) e de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1.368 vagas), portanto, foram aqueles com perda líquida de postos no mencionado mês.
BRASIL
No mês, o Brasil computou um saldo de 130.097 vagas, enquanto o Nordeste registrou 32.589 novos postos – representando variações relativas de 0,29% e 0,45% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,37%), portanto, de outubro a novembro, exibiu um aumento relativo do estoque de vínculos maior do que o do país e menor do que o da região nordestina.
Das 27 unidades federativas do território nacional, 23 delas apontaram crescimento do emprego celetista em novembro deste ano. Os estados de Goiás (-7.073 vagas), Mato Grosso (-4.178 postos), Piauí (-124 vínculos) e Pará (-51 postos), no caso, foram aqueles com saldo negativo no país no mês. A Bahia, com 7.374 novos postos, exibiu o sexto maior saldo do país. Em termos relativos, com variação percentual de 0,37%, situou-se na 12ª posição.
- Bahia Notícias
- 30 Dez 2023
- 08:30h
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Em 2024, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terá apenas uma edição, somente no mês de janeiro. Usualmente, o processo ocorre no meio do ano. Por meio dessa etapa única, os candidatos poderão usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2023 para concorrer, em universidades públicas, a cursos cujas aulas começarão tanto no primeiro quanto no segundo semestre.
Segundo o edital publicado nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial da União, as inscrições ficarão abertas entre os dias 22 e 25 de janeiro.
CRONOGRAMA
Inscrições: de 22 a 25 de janeiro de 2024
Resultados da 1ª chamada: 30 de janeiro de 2024
Matrículas: 1º a 7 de fevereiro de 2024
Participação na lista de espera: manifestar interesse entre 30 de janeiro e 7 de fevereiro de 2024
Resultado das listas de espera: datas serão definidas por cada universidade
Atenção: mesmo os candidatos que forem aprovados para o 2º semestre deverão seguir o calendário acima, ou seja, fazer a matrícula em fevereiro.