Os candidatos ao governo do Estado terão compromissos de campanha nesta segunda (04). Marcos Mendes, do PSOL, concede entrevista à rádio CBN pela manhã. À tarde o candidato é entrevistado por um jornal impresso da capital. Rogério Tadeu Da Luz, do PRTB, concede entrevista à uma emissora de rádio pela manhã. À tarde, recebe candidatos à deputados federal e estadual. Paulo Souto, da coligação "Unidos pela Bahia", se reúne com a equipe de campanha nesta segunda-feira. A Senadora Lídice da Mata, da coligação "Um Novo Caminho para a Bahia", participa de reunião com a Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab). Os candidatos Rui Costa, da coligação "Pra Bahia Mudar Mais", e Renata Mallet, do PSTU, não informaram as suas agendas.
“Para muitos jovens brasileiros, o primeiro documento continua sendo a ficha policial”. Defensora da maioridade penal, a ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça e candidata ao Senado pelo PSB, Eliana Calmon, reafirmou sua posição durante encontro com jovens do Instituto Stive Biko e de Ongs ligadas à educação, juntamente com a candidata ao Governo, Lídice da Mata, realizado no Museu Eugênio Texeira Leal, no Pelourinho, na tarde deste sábado (02). Eliana apresentou razões técnicas para a manutenção da maioridade de 18 anos no Brasil. Membro do Conselho Permanente de Segurança da ONU, que mapeia as causas da violência na América Latina, ela explicou que os jovens que se envolvem com a criminalidade têm um perfil que se repete: negros e pardos, moram em lares desestruturados e com pouca instrução
. “O Brasil ainda detém a marca por ser um dos países da América Latina campeões em falta de registro civil. O problema não está na idade e sim na falta de políticas públicas que garantam escola de qualidade e cidadania a esses jovens, que, por falta de opções de educação, emprego e atividades culturais e esportivas acabam deslocados para o caminho mais ‘fácil’, o das drogas e do tráfico”, denuncia a ministra. Eliana Calmon criticou também o sistema de ressocialização dos jovens que cometem crimes, que segundo ela, funciona apenas como reclusão e não recupera os meninos e meninas que na maioria das vezes voltam a praticar crimes. “Faltam políticas públicas e vontade. O Brasil não precisa de leis e sim de que essas leis sejam colocadas em prática. Temos exemplos interessantes, como acontece no Piauí, onde um projeto aproxima as famílias das escolas públicas. Precisamos também de ações de lazer, cultura, esporte e educação de qualidade. Uma criança na escola custa oito vezes menos que um presidiário para os cofres públicos”.
O cantor, guitarrista e compositor baiano Bruno Nunes, 51 anos, faleceu na manhã deste domingo (03), vítima de uma parada cardíaca. Segundo informações de familiares, Bruno Nunes morreu por volta das cinco da manhã, sem responder às tentativas de ressuscitação. O enterro do artista será às 17h, no Cemitério Jardim da Saudade. Ele deixa uma filha de 13 anos. Nunes compôs trilhas sonoras para filmes como "Uma Avenida Chamada Brasil", de Octávio Bezerra e "Halting The Fires", da BBC, "The Life Liability" além das aberturas da minissérie Sex Appeal (Rede Globo) e do programa Pesca e Companhia (SBT). O guitarrista participou de diversas edições do Festival de Montreux, na Suíça, e também ficou conhecido por inventar a "escuna elétrica".
O juiz Gerivaldo Neiva, das varas cível e criminal de Conceição do Coité, no Nordeste baiano, virou tema de discussão nacional, nos últimos dias, ao publicar um texto em blog pessoal no qual defende a legalização da maconha. Intitulado “Ontem foi domingo e me droguei muito” – publicado originalmente na página www.gerivaldoneiva.com, no último dia 21 –, o texto narra discussões que ele teve com um grupo de amigos, numa festa, sobre a questão do consumo e combate às drogas. No texto, o juiz condena a hipocrisia em torno do assunto e a falta de aprofundamento, especialmente do Judiciário, no trato a temas relacionados às drogas. Porta-voz no Brasil do Law Enforcement Against Prohibition (Leap Brasil), que defende a falência das atuais políticas de drogas, Gerivaldo afirma que sua principal intenção era trazer o debate para seu blog. Não esperava que a repercussão fosse tão grande – só no primeiro dia, foram 6.123 leitores.Depois 30 mil, 50 mil, até viralisar e ser repercutido em vários sites, entre eles, o Estadão.
Casado, pai de dois adolescentes, o magistrado tem mais de 30 anos de carreira. Ele recebeu oCORREIO, na quinta, no Fórum de Coité, onde falou sobre a polêmica em torno do texto e voltou a defender as ideias nele expostas.
Como surgiu a ideia para o texto “Ontem foi domingo e me droguei muito”?
A legalização (da maconha) é um tema atual, está nos jornais, revistas. Num domingo, me reuni com amigos que trabalham com dependentes químicos para um churrasco, algo comum. Num tom de brincadeira, um deles disse “Vamos tomar uma cerveja? Mas lembrem: cerveja também, pela catalogação oficial, é droga. Então, álcool, tabaco, maconha, cocaína, são drogas. A diferença é que umas são lícitas, outras não”. Aí, veio o questionamento: estamos nos drogando e isso não tem problema nenhum, para a sociedade e para a lei. Mas se lá fora tiver um menino fumando um baseado, causa um constrangimento nos vizinhos, vão ligar pra polícia e vão prender o menino, por ele estar usando também uma droga. Fiz o texto para provocar essa discussão e consegui esse objetivo.
Num primeiro momento, a leitura dá ideia de que o senhor estaria defendendo o consumo de drogas ilícitas. Por que um texto e título tão provocativos?
Muitos blogs reproduziram o texto e alguns tiveram o cuidado de fazer um título descente, mas outros escancararam: “juiz confessa que usa drogas”. Claro, tomo vinho, cerveja, mas o objetivo é provocar. O que aconteceu foi que muitas pessoas leram o título e pararam no primeiro parágrafo e criticaram: “que juiz louco, drogado... quebrou o decoro...”, mas quem leu até o fim, concordou ou discordou. O que queria é isso mesmo: causar uma inquietação.
O senhor usa drogas? Quais?
Usei tabaco muitos anos. Me fez mal. Fumei muito cigarro. Hoje, uso apenas a droga lícita, que é o álcool e a cerveja. São as drogas que gosto.
Já usou outras drogas?
Nas experiências universitárias, há 20 anos, usei. Estudei Sociologia na Ufba, no final da década de 70, antes de estudar Direito. Naquela época, 100% dos estudantes faziam experiências com maconha. Aí ingressei na magistratura e me moldei ao papel do magistrado na sociedade.
A que o senhor atribui tamanha repercussão do seu texto?
Primeiro, a linguagem que utilizei. Segundo, por ser um juiz de Direito. Não há novidade alguma no texto. Já vem sendo discutido há anos no Brasil, nas universidades, entre neurocientistas, são vários coletivos. Ex-presidentes do mundo inteiro, inclusive Fernando Henrique Cardoso, fazem parte de comissões globais que abordam o assunto.
Quais comentários, na internet, mais lhe chamaram a atenção?
A palavra droga é um grande tabu. Me lembrei de uma campanha publicitária que dizia: “Drogas, nem pensar”. Hoje, vejo um grande equívoco num tipo de campanha desses. Alimenta esse tabu, que drogas é bicho-papão. É preciso pensar, debater muito.
O senhor escreve que policiais, delegados e representantes do MP que também fazem uso de drogas “irão prender jovens pobres e negros, com pequenas porções de maconha ou crack”, justificando a “garantia da ordem pública” e sugere que o destino destes jovens será escrito como acusado por tráfico de drogas “quando as mãos trêmulas e boca sedenta de algum juiz lhe decretar a prisão e lhe esquecer na prisão”...
(Escrevi) para quebrar o tabu. O policial, num dia de folga, toma a cerveja dele. Sou juiz de Direito e posso tomar minha cerveja no domingo. Pesquisa do Ministério da Justiça mostra que 50% das pessoas fazem uso de álcool. Uns causam problemas à sociedade, outros não. É uma ilusão imaginar o mundo sem drogas. O que quis foi normalizar essa situação. O soldado e o juiz podem até se embriagar de álcool, é normal. Mas o grande debate é: por que uma pessoa usa dessa forma, uma droga, e outra que usa uma droga que causa muito menos problemas de saúde ao usuário, como a maconha, não pode usar? As drogas lícitas causam seríssimos problemas aos usuários e, mesmo assim, a sociedade absorve. Do outro lado, a maconha causa infinitamente menos problemas, desde que usada moderadamente, como o álcool.
O senhor não acha que há uma linha tênue entre o usuário e um dependente?
Há um autor americano, neurocientista, chamado Carl Hart, um negro rastafári, que faz palestras no mundo inteiro; ele diz o seguinte: “O problema do crack está na alma”. Então, é a lama de cada um, o seu mais íntimo psiquismo que vai lhe levar a sua condição de dependente. Cada usuário vai ter sua relação própria com a droga. De fato, é uma linha tênue, que depende desse psiquismo de cada um. A vontade de usar drogas é algo, absolutamente, que diz respeito à individualidade.
O que o senhor quis dizer com: “A diferença é que uns, por conta da droga usada, cor da pele e condição social, serão presos e condenados e outros, enquanto cidadãos respeitáveis, tomarão um Engov ou Epocler e assinarão mandados de prisão”?
Que a magistratura brasileira tem uma baixa compreensão das drogas. Isso é fato notório. Não estou depreciando. A magistratura acabou seguindo uma utopia de que a lei e o aparato repressivo são suficientes para a grande crise que o mundo vive hoje com o uso das drogas. A história já mostrou que não basta. O que se vê hoje, e as estatísticas comprovam isso, é que o poder Judiciário está condenando pequenos usuários como traficantes. O Judiciário precisa ter essa compreensão: de que prende o pobre, o negro periférico, porque usa uma droga ilícita, e ao mesmo tempo, o que ele faz? Usa uma droga lícita e está tudo bem, tudo normal.
Entendi...
Se considerarmos uma pizza, a metade da população carcerária no Brasil é de crimes contra o patrimônio. O outro um quarto da pizza é de pessoas presas com o tráfico. Ou seja, três quartos dessa pizza da população roubaram ou furtaram. Essa população é de negros, periféricos, sem formação, que furtaram ou roubaram. Esses dependentes praticaram pequenos furtos e roubos para alimentar seus vícios. É isso que a magistratura brasileira precisa entender. A partir do momento que dermos um tratamento diferenciado a essa questão desses pequenos furtos, roubos e traficantes, estamos tratando diferencialmente 75% da população carcerária brasileira.
E que tratamentos diferenciados seriam esses?
Aplicar as medidas cautelares ao invés da condenação, usar o princípio da insignificância dos pequenos delitos, reduzir as penas, converter para regimes semiabertos ou prestação de serviços à comunidade. Usar de possibilidades doutrinárias e legais no direito, diferentemente da prisão, como se a prisão fosse uma varinha de condão que resolvesse o problema da violência nas cidades.
Que tipo de consequência trouxe esse texto para o cotidiano de sua vida? Ficou famoso?
As pessoas me conhecem. Escrevo muito sobre isso, visito as comunidades. Claro que essa repercussão no Brasil inteiro trouxe uma certa preocupação, sei que estou exposto, uma atitude corajosa minha e tenho que assumir essas consequências da evidência no momento. (Ficar famoso) pela causa é importante. Sou um juiz há mais de 20 anos e já condenei muito jovens, no início de carreira, que tenho a plena consciência que causei mais mal a ele do que bem. Hoje, tenho essa consciência. Porque sei que eles voltaram para uma sociedade que não os acolheu de volta. Hoje, me faz bem promover esse debate, que assim colegas juízes e membros do Ministério Público podem refletir.
O senhor é membro da coordenação estadual da Associação Juízes para a Democracia (AJD), da Comissão de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Como foi a reação de outros magistrados? Houve algum posicionamento?
Para os grupos da AJD e AMB, a maioria comunga da mesma ideia, da legalização. Com relação à magistratura nacional, nós temos fóruns de debates e li em alguns que colegas discordaram veementemente, não tanto das minhas ideias, mas da minha postura, da exposição do juiz, que o juiz não deveria se expor. Isso foi mais forte.
O senhor usa uma camisa com um desenho da folha da maconha no blog...
A folha é o símbolo da Adidas e a “cannabis” está com a mesma fonte da Adidas. O que quis com aquela camisa, que ganhei de presente de um amigo que foi à Holanda, foi desmistificar, mostrar o magistrado vestindo uma camisa que tem este significado. Na Holanda, a cannabis é um negócio que gera lucro e imposto para o Estado.
Como avaliar suas sentenças quando o caso se trata de um usuário pego com pouca quantidade de droga?
Se no processo, o MP não conseguir provar de que ele vendia continuamente essa substância (ilícita), eu considero para uso pessoal dele e apenas indico ou aconselho, se ele quiser ser submetido a um tratamento. Outro posicionamento meu diz respeito à liberdade provisória. Defiro o pedido desde que seja primário, bons antecedentes, endereço certo e tenha uma profissão. Aqui em Coité, por sorte, não é região de grande tráfico. A droga que chega aqui, é para o uso. Não tenho problemas com grandes traficantes.
A sociedade brasileira está preparada para a legalização?
Nesse momento, não. Mas acredito que o debate público vai chegar a essa preparação. Em nenhum país foi assim. Não se legaliza do dia para a noite. É preciso discutir. Juízes, Ministério Público, policiais, a sociedade; é preciso que se debata nas faculdades, pela imprensa. Se outros países fizeram isso, por que o Brasil não pode? Está mais que na hora de debater o assunto e deixar de lado campanhas do tipo: “Drogas, nem pensar”.
Ao contrário do que ocorreu na década de 1990, quando disputou a eleição ao governo, Lídice da Mata afirmou que desta vez há chances reais de vitória. A declaração foi dada há pouco ao chegar no comitê de campanha, na Pituba. Em pesquisas feitas desde o começo, a socialista aparece em segundo lugar, atrás de Paulo Souto e à frente de Rui Costa. Lídice reafirmou que seu programa de governo vai priorizar Educação, Saúde e Segurança. "Vamos fortalecer as policias, criar uma rede de proteçao ao cidadão", disse. Com três partidos na coligação - PSB, PSL e PPL-, Lídice da Mata informou que não foi possível se aliançar com outros partidos. A senadora, que terá pouco mais de um minuto e meio de exposição no rádio e na tv, não poupou crÍticas as demais siglas e o poder econômico. "Alguns se renderam à maquina forte do estado".
Os dois principais candidatos de oposição à presidente Dilma Rousseff aproveitaram a denúncia da revista Veja em sua edição deste final de semana na qual fala de um vídeo que mostra assessores da Petrobras relatando haver um jogo de cena na CPI do Senado que investiga irregularidades na estatal para retomar as críticas sobre a gestão da empresa durante o governo da petista. Os ataques haviam perdido força após decisão do Tribunal de Contas União (TCU) isentar Dilma de responsabilidade na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. Em visita a Porto Alegre, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse que se trata de uma grave denúncia. “São denúncias de extrema gravidade, que envolvem senadores, servidores da Petrobras e da presidência.
Se isso ocorreu é um enorme desrespeito”, afirmou. O coordenador jurídico da campanha tucana, deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), declarou em nota que o partido irá nesta segunda-feira, 04, apresentar no Ministério Público, no Conselho de Ética do Senado Federal e nos departamentos disciplinares do Ministério das Relações Institucionais, da Petrobras e do Senado Federal, as representações necessárias para a responsabilização daqueles que estão envolvidos nessa farsa denunciada e comprovada pela imprensa nacional. “Assistimos atônitos ao governo da Presidente Dilma fazendo uso de um dos mais importantes mecanismos de combate à corrupção no Brasil, as Comissões Parlamentares de Inquérito – CPIs, para tentar encobrir e esconder da Nação brasileira as irregularidades no governo e os prejuízos e atrasos causados ao país e aos brasileiros nos últimos onze anos e meio”, diz o texto. O partido vai também pedir mudança da Mesa Diretora da CPI. No vídeo, o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, ligado a Graça Foster; o advogado da empresa Bruno Ferreira; e um terceiro personagem, ainda desconhecido, dizem que um assessor especial do Palácio do Planalto e assessores das lideranças do governo e do PT na Casa elaboraram perguntas para serem encaminhadas a parlamentares da base aliada na comissão. As questões teriam sido dirigidas à atual presidente da Petrobras, Graça Foster e ex-diretores da estatal. Em campanha em Brotas (SP), Eduardo Campos (PSB) também tratou do assunto. “Pode fazer o media training que for, mas os resultados da Petrobras estão lá. A Petrobras perdeu metade do valor que tinha, está quatro vezes mais endividada, as encomendas sempre ficando para depois”, disse.
A Samsung lança, nesta sexta-feira (1), a primeira televisão flexível do mundo, com qualidade de resolução 4K. O aparelho, chamado UN78S9B, tem 78 polegadas, e seu display pode ficar reto ou assumir forma côncava. A novidade chega, por enquanto, apenas à Coreia do Sul, país de origem da fabricante. O modelo custa aproximadamente US$ 34 mil (R$ 77 mil em conversão direta). O UN78S9B tem curvatura 4200R, o que significa que a tela atinge a curva de uma circunferência com 4,2 metros de raio. O produto dispõe também de painel de cristal negro e utiliza recurso
Novas exigências para garantir a qualidade dos recipientes transportáveis de gás liquefeito de petróleo (GLP) - os botijões - comercializados no País foram publicadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A regra proíbe o distribuidor de GLP de realizar o envasamento e a comercialização de botijões de até 250 quilos que apresentem "requisitos para requalificação", ou seja, que estejam em más condições, precisando de recondicionamento ou recuperação. A ANP cita como exemplo de peça que deve ir para a requalificação o botijão com a plaqueta com ano inferior ao do ano atual e botijão que apresente corrosão. A recomendação da agência ao consumidor é verificar a data de validade dos botijões e só utilizar os que se encontram em boas condições. A resolução nº 40 da ANP, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (1), cita como justificativa para a adoção das novas exigências questões com inflamabilidade do GLP e, diante disso, a necessidade de que toda a cadeia de comercialização do produto cumpra normas técnicas e administrativas que garantam a devida segurança para esses recipientes.
Autora da tese de Direito Penal “Pais homicidas e inimputabilidade: um estudo transdisciplinar” (publicada em 2009), a dra. Fabíola Dornelles aponta, em sua pesquisa, que as mulheres que praticam o filicídio geralmente são jovens, acometidas de algum transtorno mental, e optam por matar filhos mais velhos. A justificativa de doença do filho ou o temor de que algo pior acontecesse a ele também se mostram recorrentes. Gravidezes frequentes e alguns sintomas autopunitivos também são comuns.
Autora da tese de Direito Penal “Pais homicidas e inimputabilidade: um estudo transdisciplinar” (publicada em 2009), a dra. Fabíola Dornelles aponta, em sua pesquisa, que as mulheres que praticam o filicídio geralmente são jovens, acometidas de algum transtorno mental, e optam por matar filhos mais velhos. A justificativa de doença do filho ou o temor de que algo pior acontecesse a ele também se mostram recorrentes. Gravidezes frequentes e alguns sintomas autopunitivos também são comuns.
Não se percebe, geralmente, indício de arrependimento pelo ato. A reiteração de golpes e o uso de instrumentos contundentes, como faca, também chamam a atenção ao fato de que a violência extrema pode ser dita como recorrente.
Determinados fatores não podem ser desprezados: o histórico de violência familiar na infância ou na vida conjugal, bem como o abandono e o baixo grau de instrução desses pais filicidas. Nos casos que ganharam as manchetes esta semana — o assassinato das crianças Keven Gomes Sobral, de 2 anos, encontrado morto dentro de um sofá e Maria Clara Zortea Ramalho, de 7 anos, espancada, colocada ainda com vida no porta-malas de um carro, enterrada em um matagal — não se encontram traços do chamado “Complexo de Medeia”, mães que matam para se vingar dos companheiros.
Mas é uma característica normalmente encontrada nos casos de filicídio. O mito grego de Medeia é talvez um dos mais terríveis e assustadores. A trágica história da mãe infanticida que apunhala os próprios filhos para vingar um amor malsucedido costuma se repetir na vida real.Narra a lenda que Medeia, depois de se apaixonar por Jasão, resolve entregar-lhe o precioso velocino dourado – um carneiro encantado que produzia infinitamente uma magnífica lã de ouro.
Para esta empreitada, Medeia revela ao amado as artimanhas e mágicas para conseguir tal feito, sendo que uma delas era matar o dragão que zelava pelo carneiro. De posse deste precioso animal, depois de alguns anos, Jasão esquece Medeia e se apaixona por Creusa, a filha do rei Creonte. Traída e inconformada, Medeia jura vingança e cumpre: mata Creusa e depois os próprios filhos que tivera com Jasão.
Em seu artigo “O Mito de Medeia: quando os pais matam seus filhos”, Vanessa Fabiane Machado Gomes Marsden, mestre em Psiquiatria e Saúde Mental pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em Portugal, esclarece que homens e mulheres tendem a matar seus filhos por razões bastante diferentes: homens são geralmente associados a retaliação, disciplina ou rejeição por parte da vítima. As mulheres, por outro lado, matam pois o filho não era desejado (tipicamente neonaticídio, cuja mãe escondeu a gravidez); porque o assassinato foi percebido como melhor escolha para criança (filicídio altruísta); ou porque a mãe estava em estado psicótico no momento do crime.
Segundo o mestre dos mestres Leonardo da Vinci “A arte diz o indizível, exprime o inexprimível e traduz o intraduzível”, então dentro desta expressão podemos dizer que a grandeza de uma obra de arte está fundamentalmente no seu caráter ambíguo, que deixa ao espectador decidir sobre o seu significado. Em plena era da modernidade, ainda existem artistas que conseguem mostrar o valor genuíno de uma criação, utilizando os mais diversos materiais, que se mesclam à genialidade e criatividade dos que fazem essa vida ser mais interessante. Em Brumado temos um artista plástico diferenciado, que já há um bom tempo vem divulgado a sua arte concretista e vanguardista, mas que somente agora vem ganhando notoriedade começando a ganhar espaço e ser reconhecido pela sua imensa criatividade.
Alex Lobo consegue retratar a vida do sertanejo de uma forma inovadora e muito representativa (Foto: Divulgação)
Alex Lobo, um brumadense que resolveu mostrar uma face nova da arte, trabalhando na modalidade Iron Arte (Arte de Ferro) ele utiliza como matérias primas em seus trabalhos o ferro velho, correntes, sucatas e chaparias das mais diversas. Suas peças são robustas e viscerais, numa catarse que revela o cotidiano da vida no sertão, com seus personagens místicos e os seus estereótipos mais diversos. O ateliê do artista plástico Alex Lobo está localizado no Bairro Olhos d’Água, tendo a paisagem da Serra das Éguas como inspiração ele vem produzindo a sua arte de ferro que merece mesmo ser conhecida, já que, além de autêntica, possui uma criatividade única, que mostra as diversas facetas da vida sertaneja, que enfrenta a modernidade, mas não deixa os seus valores e a sua essência. O promoter Marcos “Kezinha” Cardoso, vem sendo um dos grandes divulgadores da arte sustentável de Alex Lobo e recomenda a todos para adquirirem as suas obras.
O artista plástico Alex Lobo em seu momento criativo (Foto: Divulgação)
A capital do minério irá receber nos dias 15 e 16 de novembro, no Espaço Extreme, um dos maiores eventos de off-road do Brasil, o Desafio Trial Extreme Cross Country” que é pioneiro no país, já que consegue reunir numa mesma competição 5 modalidades diferentes, garantindo a adrenalina no seu estado mais genuíno. A organização do evento já está se acelerando na construção da pista com um circuito in-door, a qual será repleta de grandes desafios e dificuldades para os pilotos, que irão ter que mostrar todas as suas habilidades na busca da vitória. Serão cinco modalidades: MOUNTAIN BIKE; ATV (QUADRICICLO); KART CROSS (UTV E GAIOLAS); MOTO ENDURO CROSS COUNTRY e CARROS 4X4. Estarão presentes diversos clubes e participantes de varias regiões do pais. Segundo a coordenação do evento um dos objetivos é fazer com que Brumado venha a se tornar um pólo de esportes radicais, proporcionando assim a vinda de inúmeros turistas. As inscrições podem ser feitas pelo site: www.extremeoffroad.com.br. Confira o vídeo promocional do evento:
A rede social Facebook sofreu uma pane nesta sexta-feira (1°) que prejudicou o acesso ao site em todo o mundo. O problema também afetou o Instagram, que é comandado pela mesma equipe, segundo o site TechCrunch. Com a falha, alguns usuários não conseguiram acessar a página e, nos smartphones, o conteúdo do site não era atualizado. Os internautas usaram o Twitter para reclamar e fazer piada com o acontecimento.
Em pronunciamento, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, declarou nesta sexta-feira (1º) que os brasileiros não precisam temer o vírus da Ebola no território nacional. Fiscais de vigilância sanitária nos pontos, aeroportos e fronteiras do país estão treinados para identificar qualquer suspeita de contágio pela doença. Além disso, ainda não houve restrição internacional de voos e viagens para os países afetados. “Queremos insistir: não há recomendação e não há risco de transmissão global, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os casos, em sua maioria, se localizam em pequenas localidades rurais”, explicou o ministro ao se basear nos informes com recomendações da OMS que os profissionais da área de saúde recebem diariamente, sobre todas as doenças transmissíveis coletivamente. Ele ainda explicou que a epidemia na Libéria, Serra Leoa e Guiné tem relação com as situações de conflito nos países e as equipes encontram dificuldades para chegar aos pacientes, seja por tradições culturais, rituais fúnebres e outras crenças. Os brasileiros que viajarem para países afetados devem seguir as recomendações das autoridades locais.
Lídice da Matta (coligação “Um Novo Caminho para a Bahia”) Na manhã deste sábado, a candidata participa de inauguração do Comitê na Pituba. À tarde, participa de bate papo sobre Políticas Públicas com amjuventude no Museu Eugênio Teixeira Leal. Marcos Mendes (PSOL) Neste sábado, o candidato viaja para São Paulo para gravar programa eleitoral. Paulo Souto (coligação “Unidos pela Bahia”) Neste sábado, o candidato a governador visita as cidades de Tanquinho, Riachão do Jacuípe, Nova Fátima, Gavião, São Domingos e Valente. À noite, participa de comício em Santa Luz. Renata Mallet (PSTU) Na manhã deste sábado (02), a candidata Renata Mallet participa do seminário de programa Um programa Socialista para a Bahia" organizado pelo PSTU para debater com movimentos sociais, ativistas, militantes e pesquisadores o programa que a candidatura a governo do estado da Bahia apresentará nas eleições. Rogério Tadeu Da Luz (coligação "Por uma Bahia Livre e Justa") O candidato se encontra com lideranças políticas em Feira de Santana no bairro do Tomba. Rui Costa (coligação “Pra Bahia Mudar Mais”) Neste sábado (02), o candidato participa da Caravana 13 e de carreata e concentração popular Presidente Tancredo Neves, Teolândia, Venceslau Guimarães e Gandu.
A solidariedade é uma atitude nobre que faz a diferença, ainda mais nos dias de hoje, onde a insensibilidade muitas vezes é a tônica das ações dos seres humanos. Visando fazer a diferença o empresário Gilson Porto da Só Legal Produções e o promoter Beto Bonelly fizeram um acordo de que todos os eventos produzidos pela parceria entre os dois fosse retirados um percentual da renda para ser doado para instituições filantrópicas que atuam em Brumado e região. Então, diante disso, os dois estiveram na tarde desta sexta-feira (01) na sede da APAE, na Avenida Auta Leite, no Bairro Santa Tereza para fazer a doação de R$ 2,4 mil, que foi o percentual arrecadado da venda dos ingressos do Forró do Sítio Novo 2014, os quais serão utilizados pela instituição para a construção do muro que circundará as instalações da entidade. O presidente do Rotary Clube de Brumado, Idenor Amorim, e o ex-presidente Tadeu Lima Silva que foram os idealizadores do projeto de construção dos 700 metros quadrados do muro, também estiveram presentes e enalteceram a ação dos empresários. A presidente Dorinalva Aragão recepcionou os empresários juntamente com os alunos e agradeceu a importante contribuição. “Para que tenhamos uma sociedade melhor, temos que cooperar, então, a Só Legal está fazendo a sua parte e agora em todos os nossos eventos será retirado um percentual da renda para ajudar essas instituições e seus assistidos”, declarou o empresário Gilson Porto. O promoter Beto Bonelly também fez questão se citar que “escolhemos a APAE para receber a nossa primeira doação, pois conhecemos de perto o excelente trabalho que é realizado junto aos seus alunos. Sabemos que a construção do muro melhorará muito a infraestrutura da entidade, então ficamos muito satisfeitos em poder contribuir para essa importante obra”.