Mensagem CDL - Brumado
- 31 Dez 2015
- 18:39h


(Foto: Reprodução)
Desde janeiro até 17 de dezembro, as ações de combate ao trabalho escravo no Brasil resgataram 936 pessoas que estavam submetidas a condições análogas à escravidão. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego, sistematizados a partir do trabalho dos fiscais do Grupo Especial de Fiscalização Móvel e das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego. No período foram feitas 125 operações, fiscalizando 229 estabelecimentos das áreas rural e urbana, alcançando 6.826 trabalhadores. De acordo com a Agência Brasil, além do resgate de trabalho escravo, a ação resultou na formalização de 748 contratos de trabalho, com pagamento de R$ 2.624 milhões em indenização para os trabalhadores. A Bahia é o estado com a maioria das vítimas, em 2015, com 140 resgatados (20,41% do total), seguida do Maranhão, com 131 vítimas, ou 19,10%, e de Minas Gerais, 77 resgates, respondendo por 11,22% do total de resgates. Os jovens do sexo masculino com baixa escolaridade constituem o principal perfil das vítimas. Segundo levantamento da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho e Previdência Social, feito com dados coletados até o início de dezembro, 74% das vítimas não vivem no município em que nasceram e que 40% trabalham fora do estado de origem.

(Foto: Reprodução)
A partir de janeiro, 948 rádios de todo o Brasil já poderão sair da faixa AM (modulação em amplitude) e começar a transmitir a programação no sistema FM (frequência modulada). Atualmente, 1.781 emissoras estão como AM e, entre elas, 1.385 pediram para mudar de faixa. Segundo o Ministério das Comunicações, 948 rádios poderão fazer a migração em 2016. As demais emissoras terão que aguardar a liberação do espaço que vai ocorrer com a digitalização da TV no país. Os valores que cada emissora terá que pagar para fazer a mudança variam de R$ 8,4 mil a R$ 4,4 milhões. A tabela - elaborada pelo Ministério das Comunicações - foi feita com base em critérios como índices econômicos e sociais e população do município em que a rádio está localizada, além do alcance. Para fazer a alteração, os radiodifusores terão de arcar com os custos referentes à diferença entre as outorgas de AM e de FM. Além disso, será necessário adquirir equipamentos para a transmissão do novo sinal. A migração de faixa não é obrigatória, mas é uma antiga reivindicação dos radiodifusores brasileiros. As rádios AM têm enfrentado queda de audiência e de faturamento em razão de interferências na transmissão da programação. Além disso, não podem ser sintonizadas por dispositivos móveis, como celulares e tablets.

(Foto: Reprodução)
Muita gente passa batido por este importante detalhe: ser um bom vizinho, principalmente quando o assunto é festa. Mas com jeitinho, respeito, bom senso e criatividade é possível realizar uma comemoração bem bacana sem incomodar ninguém. "Sempre que vou fazer uma festa em casa, me sinto na obrigação de avisar meus vizinhos, principalmente nas comemorações de final de ano, pois são as que duram até a madrugada", afirma Kristiane Dória. A assistente social está certa. Se a ideia é ser feliz, nada mais apropriado que evitar o sofrimento alheio. Sem esse cuidado a festa perde o sentido, que é celebrar a felicidade. "Hoje moro em um condomínio de casas, com uma distância maior dos outros imóveis, se comparada ao apartamento onde vivia antes. Porém, continuo tendo o mesmo cuidado com relação ao barulho. Quando a festa não é familiar, aproveito para convidar os meus vizinhos também", conta.
Mas se nem tudo der certo e o vizinho for reclamar na sua porta, a melhor saída é ser paciente, ouvir as queixas até o final e tentar encontrar uma solução amigável para o problema. Ser gentil facilita a conversa e desarma a irritação de ambas as partes. "Optar por conflito ou pirraças é uma péssima escolha. Ainda mais em situações como essas, nas quais quase sempre as queixas têm fundamento", argumenta a assistente social. Aquele velho ditado "não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você" deve ser lembrado sempre. Combinado?
Festa com responsabilidade
É importante prestar atenção e conhecer a atual lei do silêncio (5.354/1998), que estabelece regras em Salvador. No período diurno, que vai das 7h às 19h, o som é permitido até 70 decibéis. No vespertino, 19h às 22h, só até 60 dB. À noite, das 22h às 7h, até 50 dB. Às sextas-feiras, sábados e em vésperas de feriados a lei pega mais leve e admite, até as 23h, o nível correspondente ao período vespertino, ou seja, 70 dB. Vamos respeitar!
confira dicas para que sua comemoração não acabe mal:
Controle do espaço - Um dos primeiros cuidados ao se realizar uma festa em casa é controlar a quantidade de convidados. Reflita se o tamanho do lugar que você mora comporta a quantidade de pessoas que você pretende chamar. Planejamento é tudo e evita problemas.
Regule o entusiasmo - Cuide para que os convidados não se excedam nas sacadas e varandas, em conversas em voz alta, risadas ou barulho de copos ou cascos de garrafas. Se isso acontecer, seja educado e diga aos amigos para abaixarem o volume em certos locais da casa.
Atenção à limpeza - Para apartamentos, verifique se não foram poluídos pelos festejos lugares externos, como as portas dos seus vizinhos, corredores ou elevadores. Em casas, se há lixos ou garrafas espalhados pela rua.

Construída como um dos símbolos que envolvem o cristianismo, quase que de forma profética, a Arca Adonae chama a atenção de quem passa pela BR-030 sentido Brumado Caetité. A arquitetura primorosa e o acabamento de seus adornos convidam muitos viajantes e turistas a pararam para tirar uma fotografia ao lado da arca, o que vem se tornando mais frequente e habitual a cada dia. Recentemente foram instaladas no topo frontal do monumento, as bandeiras de Brumado, da Bahia e do Brasil, o que simboliza o respeito às instituições brasileiras. Em conversa recente com o empresário Adonato Moreira, ele relatou a equipe do Brumado Urgente que o ano de 2015 foi um ano desafiador para todos, sobretudo, no campo econômico, mas, que, mesmo assim buscou forças em nosso Senhor Jesus Cristo e que decidiu dá prosseguimento a obra que se encontra já na sua fase final, motivo pelo o qual o empresário ficou muito feliz, onde na oportunidade aproveitou para desejar um 2016 cheio de paz a todos.

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A economia brasileira deve continuar encolhendo em 2016, com mais desemprego e mais empresas quebradas, em novo capítulo de uma recessão iniciada em 2014 e já classificada como depressão por alguns analistas. Esse é o prognóstico do mercado financeiro, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Além disso, a inflação, embora menor que a deste ano, continuará bem acima do limite de tolerância fixado pelo governo, 6,5%. A meta, 4,5%, poderá ser alcançada no fim de 2017, segundo estimativa tanto de instituições privadas quanto do Banco Central (BC). Terrorismo da imprensa? Nem de longe. Os jornais têm acompanhado o desempenho da economia, muito fraco há vários anos, e até indicado as tendências de piora, mas as projeções citadas são normalmente produzidas pelas equipes especializadas de instituições do mercado, de entidades multilaterais e -é importante notar – do próprio governo. As autoridades, com exceção dos dirigentes do BC, têm mantido por algum tempo previsões mais otimistas que aquelas produzidas fora de Brasília, mas acabam, com certa demora, revendo suas contas.
As bolas de cristal citadas com maior frequência pela imprensa são também aquelas consultadas semanalmente pelo BC em sua pesquisa Focus, conduzida nas sextas-feiras e divulgada na manhã das segundas. O relatório divulgado traz a mediana das projeções de economistas de cerca de cem instituições financeiras e consultorias. As estimativas do próprio BC são em geral publicadas em seu Relatório de Inflação, um amplo retrato da economia divulgado a cada três meses. De acordo com a pesquisa Focus de 4 de dezembro, o produto interno bruto (PIB) deste ano deve ser 3,50% menor que o de 2014. O de 2016 será provavelmente 2,31% inferior ao de 2015. O setor industrial deve continuar com o pior desempenho, recuando 7,60% neste ano e 2,40% no próximo. A inflação de 2015 deve bater em 10,44% e a do ano seguinte em 6,70%. Atribuir pessimismo aos autores dessas projeções seria até cômico. Na pesquisa de 2 de janeiro, as bolas de cristal indicavam para 2015 um crescimento do PIB de 0,50%, depois de uma expansão quase nula em 2014. A inflação ficaria em 6,569%, pouco acima do limite de tolerância. Na semana seguinte, quando saiu a primeira projeção do PIB para 2016, com crescimento estimado de 1,80%, a expansão esperada para 2015 já havia recuado para 0,40% e a inflação esperada já estava em 6,60%. Mera mudança de humor? Nem tanto. Cada nova informação indicava um resultado pior no ano recém terminado e perspectivas piores para os meses seguintes. O balanço de 2014 acabou apontando um crescimento de apenas 0,1%, número insuficiente para disfarçar a recessão já iniciada. Nos meses seguintes a perspectiva de um resultado pior neste ano seria confirmada e a estimativas para 2016 ficariam piores. As projeções de inflação também ficariam gradualmente mais assustadoras. As taxas mensais deveriam cair em meados do ano e em seguida voltariam a subir. No começo de novembro uma estimativa de 9,99% para o ano foi registrada no boletim Focus. Em 4 de dezembro a mediana já havia subido para 10,445. O relatório oficial de inflação divulgado poucos dias depois mostrou uma alta de preços de 9,62% acumulada de janeiro a novembro. Em 12 meses a variação já havia chegado a 10,48%, a maior taxa para esse período desde novembro de 2002 (11,02%). Poucos números ficaram, durante o ano, melhores que as projeções iniciais. Exportações e importações continuaram caindo, como em 2014, mas o tombo do valor importado foi maior que o previsto, por causa da recessão e da alta do dólar. Os dois fatores também frearam os gastos com viagens internacionais e assim afetaram a balança de serviços. Como resultado geral, o déficit em conta corrente, o registro mais amplo das transações com o exterior, diminuiu mais do que se esperava. Também esse movimento foi acompanhado pelos especialistas do mercado e registrado na imprensa. Em 2014 o déficit em conta corrente chegou a US$ 103,60 bilhões. As primeiras projeções para o ano indicavam um buraco de US$ 77 bilhões. Havia, portanto, a expectativa de uma redução considerável. No início de dezembro já era de um déficit de US$ 64,40 bilhões, muito parecido com a nova estimativa do BC, US$ 65 bilhões.
A incógnita da taxa de juros
Entre 2011 e 2014, durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, os dados finais da economia, em cada ano, foram sempre piores que as estimativas iniciais dos economistas das instituições financeiras, das consultorias e dos centros acadêmicos de pesquisa. Na imprensa, mesmo os críticos mais severos da política econômica raramente formularam estimativas mais pessimistas que as das fontes habituais, até porque essas fontes são muito mais equipadas, tecnicamente, para produzir projeções. Muitas dessas instituições operam com modelos econométricos iguais aos do BC, respeitados por sua qualidade. A imprensa, é claro, nunca se limitou a usar os números fornecidos pelas fontes –oficiais ou extraoficiais – tecnicamente mais qualificadas. Boa parte do material divulgado pelos jornais e pelos meios eletrônicos foi obtido em empresas, associações empresariais e organizações dos trabalhadores, como o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Jornalistas frequentemente levantaram as avaliações de agentes de mercado e produziram, com base nesses dados, informações próprias. Além do mais, ninguém precisa valer um Nobel de Economia para prever uma retração do consumo quando o desemprego aumenta, o crédito se torna escasso e a inflação come rapidamente o poder de compra das famílias. Mas a atividade envolve muito mais que a produção de informações, comentários e análises. Parte importante do trabalho é a atualização do leitor sobre discussões e teses de especialistas. Essa tarefa é bem exemplificada pelas muitas matérias publicadas, neste ano, sobre a hipótese da dominância fiscal, formulada inicialmente por economistas estrangeiros e incorporada no debate nacional. Se a a dominância fiscal de fato estiver ocorrendo no Brasil, a política monetária será incapaz de conter a inflação alimentada pelo desajuste das contas públicas e, além disso, produzirá efeitos amplamente negativos. Em vez de frear a alta de preços, o aumento dos juros afetará o mercado cambial e a elevação do dólar acabará gerando mais pressões inflacionárias. Além disso, juros mais altos farão crescer a dívida pública e tornarão mais difícil a execução da política fiscal. Essa tese é provavelmente rejeitada pelos membros do Copom, o Comitê de Política Monetária, formado por diretores do BC. Afinal, eles já indicaram a disposição de aumentar os juros, mais uma vez, no começo do ano, se o exame dos números atualizados apontar o risco de uma inflação ainda mais intensa que a prevista há poucos meses. A taxa de 10,48% acumulada nos 12 meses até novembro parece favorecer a posição dos defensores de juros mais altos. Não dá para acusar da imprensa de ter sido muito ranzinza ou muito pessimista em seu tratamento do noticiário econômico e das projeções para 2016. Ao contrário: jornalistas têm sido até bonzinhos, quando negligenciam, nas coberturas, certos detalhes. Por exemplo: nem sempre o noticiário sobre a balança comercial apresenta com destaque a redução das importações de bens de capital, isto é, de máquinas e equipamentos. No entanto, esse detalhe é especialmente importante, quando se trata de avaliar o potencial de crescimento do País. Esse potencial, segundo todas as estimativas conhecidas, diminuiu sensivelmente nos últimos quatro ou cinco anos. A economia poderá até pegar no arranque, antes do fim do próximo ano, mas qual será o crescimento possível nos dois anos seguintes? Pormenores desse tipo são especialmente importantes quando se pensa nas condições de retomada. A discussão sobre os entraves ao crescimento poderia ir muito mais longe e ocupar muito mais espaço e mais tempo nos meios de comunicação e no mundo empresarial. De início, só haveria um dado promissor nesse debate: o reconhecimento de sua importância.
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Rolf Kuntz é colaborador do jornal O Estado de São Paulo e professor de filosofia política na USP

(Foto: Divulgação)
Após a Bahia ter em julho o pior mês na taxa de ocupação hoteleira desde 2001 por causa da crise econômica que assola o país e de entidades da área culparem o governo estadual também pelos baixos números, o período do Réveillon trouxe alívio para o setor. Segundo o governo do Estado, localidades como Praia do Forte e Trancoso estão com 100% das vagas em hotéis esgotadas. Já em Morro de São Paulo, a ocupação hoteleira chega a 93%, enquanto em Ilhéus atinge 90%. Em Porto Seguro e Salvador, a taxa é de 95%. Ainda de acordo com o governo, pelo terceiro ano seguido nesta época do ano, há um aumento de 10% no número de passageiros que passam pelo Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, onde 900 mil passageiros devem desembarcar até o fim do verão. O estado deve receber cerca de cinco milhões de visitantes durante a estação. O número para o verão 2015-2016 é 5% maior que o registrado na temporada anterior. A alta na ocupação hoteleira também deve ter impacto positivo na economia local. “A expectativa é excelente. Temos dois fatores que contribuem para a vinda dos turistas para a Bahia: a desvalorização do real e o investimento que foi feito na divulgação do estado. Isso ajudou a Bahia a voltar a ser um produto desejado e disputado”, afirmou o presidente da Associação da Indústria de Hotéis da Bahia, Glicério Lemos.


O vereador Zé Ribeiro garantiu estar pronto para os desafios de 2016 (Foto: Brumado Urgente Conteúdo)
Conhecido pela sua combatividade e por estar sempre em sintonia com as transformações administrativas, o vereador Zé Ribeiro (PT) vem prestar conta de suas ações parlamentares em 2015. Seguindo a mesma tendência dos anos anteriores, Zé Ribeiro fez uma ampla pesquisa para suas indicações e requerimentos, os quais foram elaborados visando o atendimento às principais urgências do município de Brumado. Destacam-se no bojo de seus requerimentos as solicitações muito pertinentes feitas ao governador Rui Costa, que vem mantendo um diálogo produtivo com o vereador, buscando o atendimento das principais demandas como a recuperação por meio de pavimentação asfáltica da BR-030 do trecho entre Brumado e Sussuarana, que já está com as obras em fase final. A ampliação do abastecimento na zona rural também vem sendo atendida pelo governo, sendo que a principal reivindicação é a construção da segunda etapa da Barragem de Cristalândia, que deverá ser, inclusive, anunciada pelo próprio governador em sua próxima visita a Brumado, muito provavelmente em janeiro de 2016. A implantação de um CAPS-AD também é uma das principais bandeiras do vereador Zé Ribeiro, que, de forma tenaz, vem lutando para que uma unidade seja implantada em Brumado. Já no campo das indicações, o parlamentar também vem propondo uma melhoria dos setores de infraestrutura, mais ações no campo social, medidas de impacto para preservação do meio ambiente e a melhoria e ampliação dos serviços de saúde, valendo lembrar que ele foi um dos que mais lutou para a vinda de uma unidade da UPA 24 horas, que será inaugurada agora em janeiro. Em suma o vereador garante que está com o sentimento do dever cumprido, mas garante que dinamizará ainda mais as suas ações parlamentares em 2016. Ele aproveitou o ensejo e deseja a todos os brumadenses um Feliz Ano Novo de muita paz, alegria, saúde e esperanças renovadas. Confira as indicações e requerimentos feitos por Zé Ribeiro clicando em (+).
indicações feitas pelo Vereador José Ribeiro 2015
Indicação 015 – Pavimentação e arborização da rua Itamar Santos - Bairro São Lourenço - Sta. Tereza
Indicação 037 – Instalação de dispositivos de câmaras de segurança nas ruas, avenidas, centros comerciais, espaços de eventos e pontos estratégicos do município de Brumado-BA
Indicação 038 – Instalação de extintores contra incêndios nas repartições públicas de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Brumado-BA.
Indicação 039 – Instalação de faixas elevadas p/ travessia de pedestre (Lombofaixas) no município de Brumado-BA
Indicação 059 – PAVIMENTAÇÃO e toda INFRA-ESTRUTURA do Loteamento Marcelino José Gama, localizado no Bairro Esconso, neste município de Brumado - BA.
Indicação 062 – Reforma da praça Marcilio Dias em frente a Igreja São Cristóvão, localizada no Bairro Novo Brumado, nesta cidade.
Indicação 075 – Conclusão das obras do posto de saúde - Loteamento Malhada Branca, localizadas no Loteamento Malhada Branca, nesta cidade.
Indicação 076 – Conclusão das obras das obras da creche - Loteamento Malhada Branca, nesta cidade.
Indicação 077 – Capina e limpeza das praças e ruas do Loteamento Malhada Branca, nesta cidade.
Indicação 078 – REFORMA DA PRAÇA E DA QUADRA POLIESPORTIVA, localizadas no Loteamento Malhada Branca, nesta cidade.
Indicação 091 – O BALIZAMENTO NOTURNO DE PISTA E ADEQUAÇÃO DO AEROPORTO SÓCRATES MARIANI BITTENCOURT PARA VOOS REGULARES, no município de Brumado.
Indicação 105 – A CONSTRUÇÃO DE ACADEMIAS DA SAÚDE NOS BAIRROS: SÃO FÉLIX, OLHOS D´ÁGUA BARAUNAS, MALHADA BRANCA, URBIS II, ALÉM DA VILA PRESIDENTE VARGAS, DISTRITO DE: ITAQUARAI, UBIRAÇABA, CRISTALÂNDIA E NOS POVOADOS DE LAGOA FUNDA, UMBURANAS E ARRECIFE, no município de Brumado-BA.
Indicação 104 – A PLANTAÇÃO DE MUDAS DE ÁRVORES no município de Brumado.
Relação dos Requerimentos - 2015
Nº Data Assunto
02 19.02.15 Construção de uma barragem de medio porte em Piabanha
03 19.02.15 Pavimentação asfaltica da estrada - Ubiraçaba a BR 030 e Cristalandia a Umburanas
04 19.02.15 Construção da sede própria da UNEB em Brumado
05 19.02.15 Criação e instalação da Delegacia de Mulheres
06 19.02.15 Implantação do CAPS -AD
07 26.02.15 Pavimentação asfaltica em ruas e avenidas em Brumado
08 26.02.15 Construção do esgotamento pluvial
09 26.02.15 Implantação de Projeto de ccriação de peixes em cativeiros
10 26.02.15 Construção de uma barragem no rio do Antonio entre Campo Seco e Espinheiros
11 26.02.15 Construção de uma barragem no rio São João - Itaquarai
13 26.02.15 Projeto de aterro sanitário e Usina de reciclagem de lixo
14 05.03.15 Construção de uma barragem no riacho do Sitio São José

(Foto: Reprodução)
Decretado por assinatura da presidente Dilma Rousseff na última terça-feira (29), o salário mínimo com o valor de R$ 880 começa a valer nesta sexta-feira (1º). O reajuste de R$ 92 (11,6%) em relação ao ano passado terá impacto direto para cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados que recebem o valor. O reajuste foi feito com base na inflação apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado nos 12 meses anteriores. O cálculo também conta com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) do país nos dois anos anteriores.

"Na história recente da nossa pátria, houve um momento em que a maioria de nós, brasileiros, acreditou no mote segundo o qual uma esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a Ação Penal 470 e descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo."
(Cármen Lúcia, ministrra do STF )

(Foto: Reprodução)
Na tarde da última quarta-feira (30), o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) informou que o Executivo repassou a quantia de R$ 95 milhões, para pagamento da remuneração e subsídios dos servidores e magistrados do Poder Judiciário. Segundo comunicado do TJ-BA, com os valores disponibilizados, foi feito o pagamento da parcela líquida dos vencimentos e subsídios. Ainda de acordo com o órgão, é aguardado a suplementação da parcela referente ao pagamento dos encargos e demais obrigações relativos à folha de pessoal do mês de dezembro de 2015.

(Foto: Reprodução)
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.239, que determina a oferta e realização, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), de cirurgia plástica reparadora de sequelas de lesões causadas por atos de violência contra a mulher. Esses procedimentos passam a ser obrigatórios, no âmbito do SUS. Segundo a lei, os hospitais e centros de saúde pública, ao receberem vítimas de violência, deverão informá-las da possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica para a reparação das lesões. A mulher vítima de violência que necessitar da cirurgia deverá procurar unidade que a realize com o registro oficial de ocorrência da agressão.


(Imagem Ilustrativa)
Sabe-se que as tecnologias acabam condicionando as nossas práticas sociais. Mas entenda aqui condicionar no sentido de criar novas possibilidades, de ser um ponto de partida e não um limitador. O filósofo francês Pierre Lévy desenvolve bastante esse conceito no livro Cibercultura(lançado aqui no Brasil em 1999 pela Editora 34). Um dos pontos da cibercultura, segundo Lévy, é a inteligência coletiva que “é uma inteligência distribuída por toda parte, na qual todo o saber está na humanidade, já que, ninguém sabe tudo, porém todos sabem alguma coisa”. Com o crescimento da internet e a consequente popularização do seu acesso, os indivíduos na sociedade contemporânea cada vez mais desfrutam do ciberespaço e das novas práticas sociais possibilitadas pela sua utilização. Dessa forma, um cidadão, hoje, em posse de um smartphone devidamente conectado à internet, é capaz de acessar, produzir, modificar e compartilhar uma gigantesca quantidade de informação. Faça as contas: segundo o site Internet Live Stats, em apenas um segundo 31,693 gigabytes de dados são gerados na internet.

Mas infelizmente informação não é conhecimento e nem todas essas possibilidades são utilizadas de maneira construtiva. Até onde essa liberdade é positiva? Quais são os impactos causados por esse ciberespaço, esse ambiente virtual no ser humano real? O trato e o convívio social Onde Sancho vê moinhos, Dom Quixote vê gigantes. Mas nesse caso podemos ler essa frase ao contrário: “Onde Dom Quixote vê gigantes, Sancho vê moinhos”. Na segunda-feira, dia 14 de dezembro, as redes sociais (principalmente o Whatsapp) se transformaram num verdadeiro balcão de bar e as pessoas passaram a discutir um flagrante de adultério ocorrido em Minas Gerais. A trama lembra um verdadeiro roteiro de novela mexicana: o marido traído flagrou a esposa saindo do motel com o melhor amigo e concunhado (ele é casado com a irmã da esposa infiel). Tudo isso devidamente registrado por um outro “amigo” dos envolvidos. Não quero aqui citar nomes nem apelidos para não perpetuar a propagação desse evento. Meu intuito é discutir a repercussão desse episódio. Faça uma reflexão, de tudo o que você leu, pesquisou, compartilhou ou recebeu desse acontecimento, aponte rapidamente quem é o vilão, ou a vilã, dessa história toda. O primeiro ponto a ser refletido é que esta é uma história real, não se trata de um filme ou de uma série acompanhada avidamente no Netflix. As pessoas daquele vídeo não são personagens criados para o seu entretenimento; elas são tão reais quanto eu e você. Dessa forma, por serem pessoas reais, não podemos rotulá-las como personagens de mais uma trama midiática que estamos tão acostumados a acompanhar. Enquanto o nosso cotidiano volta ao normal e damos oplay no próximo vídeo que recebemos, o estrago causado pela exposição desse episódio vai acompanhar essas pessoas, seus familiares e seus filhos, infelizmente, durante muito tempo (espero que não pelo resto de suas vidas). A repercussão e os transtornos causados, sejam eles psicológicos ou relacionados à imagem dos envolvidos, estão sendo muito maiores do que o ato em si. Avançamos tanto no desenvolvimento tecnológico e parece que, ao mesmo tempo, retrocedemos no trato e no convívio social. É como se quebrássemos a perna de uma pessoa que tentou furar a fila na nossa frente. Interpretar e questionar os conteúdos Fala-se muito em liberdade de expressão e das possibilidades criadas a partir das novas tecnologias de comunicação, mas fica uma indagação: qual o limite dessa liberdade? Segundo meu xará Felipe Pena, no livro Teorias do Jornalismo, a “liberdade é um princípio não absoluto, submetido a um outro, muito maior, que é a dignidade humana, e os seus limites são os da alteridade, ou seja, o respeito pelo outro”. Segundo Eduardo Damasceno, em artigo publicado no portal Fórum, é necessário que se perceba que a protagonista dessa história é, na verdade, mais uma vítima. Não é aceitável que se exponha dessa forma algo tão particular, tão íntimo, que deveria ser explicitado apenas nas barras dos tribunais, resguardado pelo sigilo judicial que as causas de família recebem. E nesse caso, o grande vilão é você que passa essa história para a frente. A inteligência coletiva se transforma numa histeria coletiva, foram criadas piadas sobre a situação, memes, músicas dos mais variados estilos (Funk, Sertanejo e até um Forró Saint Tropez) e o mais trágico disso tudo foi perceber que os perfis do Facebook dos envolvidos foram compartilhados. Mais triste do que acompanhar o caso pelas redes sociais foi observar que os principais portais de notícias do país passaram a noticiar a repercussão desse caso. O boteco de bar abriu uma filial nas redes sociais e fez um puxadinho em alguns setores do jornalismo. O homem tem medo do caos, que tem no desconhecido um dos seus fundamentos. Segundo Felipe Pena, a natureza do jornalismo está no medo, o medo do desconhecido, que leva o homem a querer exatamente o contrário, ou seja, conhecer. Tentamos ter o dom da ubiquidade através da alteridade, pois a ilusão da onipresença é construída pelas informações produzidas pelo outro. Este evento torna-se um reflexo de como a sociedade está utilizando as ferramentas comunicacionais no seu dia a dia. O povo discute e cria conteúdo sobre um caso de adultério. Em consequência, os veículos de comunicação, que deveriam informar e produzir conhecimento para a população, ao invés de refletir sobre as consequências do evento, seus envolvidos e o que podemos aprender com isso, aprender enquanto seres humanos, preferem tratar o caso como mais uma notícia a ser clicada na área de entretenimento do portal. Na era das redes sociais e da facilidade que temos em compartilhar o nosso cotidiano e as informações que produzimos/recebemos, devemos, primeiramente, aprender a interpretar e a questionar a qualidade ou a relevância dos conteúdos que chegam até nós. Precisamos aprender a compartilhar a nossa condição humana antes de apertar o “enviar”.