- O Globo
- 05 Mai 2016
- 10:02h
(Foto: Reprodução)
Com o afastamento de Eduardo Cunha (PMDBRJ) da Presidência da Câmara por conta da denúncia por corrupção e lavagem, quem assume o comando da Casa é seu vice, um deputado pouco conhecido, do baixo clero, cuja situação não é muito melhor. Tratase de Waldir Maranhão (PPMA), um dos 32 integrantes do PP investigados na operação LavaJato. deste ano, com o apoio de Cunha. Se herdar o principal posto na Casa, tornandose também o segundo homem na linha sucessória da Presidência da República. Maranhão foi apontado pelo doleiro Alberto Youssef, condenado por lavagem de dinheiro e investigado por outros crimes na LavaJato, como um dos deputados que recebeu dinheiro por meio da empresa GFD, usada pelo doleiro para distribuir propina a políticos. Além de investigado na mesma operação que Eduardo Cunha, Waldir Maranhão também é alvo de outros dois inquéritos que correm no Supremo Tribunal Federal (STF) em que é acusado de crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos ou valores.
- Brumado Urgente
- 05 Mai 2016
- 09:15h
(Foto: Whatsapp Brumado Urgente)
A Polícia Federal continua com várias ações nos municípios da região, demonstrando uma atuação implacável no combate a possíveis criminalidades cometidas por gestores públicos. Após Malhada de Pedras e Rio do Antôni, a PF, juntamente com a Controladoria-Geral da União e Ministério Público Federal (MPF), realizou na manhã desta quinta-feira (5) um braço da Operação "Imperador", a qual cumpriu 11 mandados de prisão, inclusive do prefeito Tito Eugênio Cardoso de Castro, do município de Riacho de Santana. A Operação tem por objetivo desarticular uma organização criminosa formada por agentes municipais. De acordo com as investigações, empresários praticavam fraudes em licitação, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos da educação, especialmente do transporte escolar. Estão sendo cumpridos também, cinco mandados de medidas cautelares nas cidades de Riacho de Santana, Guanambi e Tanque Novo, na região do Sudoeste baiano.
- por Vítor Cotrim
- 05 Mai 2016
- 09:15h
(Foto: Laércio de Morais | Brumado Urgente)
A fibromialgia é uma doença de causa desconhecida que se manifesta no sistema musculoesquelético, também podendo apresentar sintomas em outros sistemas, afeta principalmente músculos, tendões e ligamentos. Alguns dos sintomas característicos da fibromialgia são fadiga, dor crônica, depressão e alterações no humor, as dores geralmente se acentuam na região da coluna vertebral, nas escapulas e na região pélvica, atingindo principalmente as mulheres.
Seu diagnostico é difícil pois em exames laboratoriais não é detectado e depende diretamente da queixa dos pacientes e da percepção médica.
O seu tratamento exige cuidados multidisciplinares como, o uso de farmacológicos e a pratica exercícios físicos. A musculação é uma boa opção pois é uma atividade que se pode controlar todas as valências físicas, entretanto é necessário evitar exercícios muito intensos, evitar um grande numero de exercícios e repetições, priorizar os grandes grupos musculares e exercícios multiarticulares, controlar a velocidade de execução do exercício e usar intervalos de descanso entre 40 e 120 segundos. É normal que nas primeiras semanas de treino o indivíduo sinta um certo desconforto, mas de acordo com a evolução no treino esse desconforto desaparece.
É fundamental sempre procurar a orientação de um profissional de Educação Física.
- Sudoeste Bahia
- 05 Mai 2016
- 09:09h
(Foto: Sudoeste Bahia)
A Polícia Federal esteve em Palmas de Monte Alto na manhã de terça-feira (03) para dar continuidade às investigações sobre irregularidades na gestão do ex-prefeito Manoel Rubens Vicente da Cruz (PSD). A denúncia feita pela Controladoria Geral da União (CGU) aponta possíveis fraudes nas licitações de algumas empresas que prestaram serviços a Prefeitura, na gestão anterior. Segundo a CGU, essas empresas seriam de familiares e pessoas próximas a ex-secretários e não seguiu o protocolo legal para a obtenção da verba destinada a função. As licitações realizadas em 2010 anunciam mais de 50 empresas de diversas categorias. Mas as irregularidades vão além dessas empresas, sendo investigada emissão de cheques e saque em conta corrente sem a devida comprovação de despesas, ausência de comprovação de gastos com reformas, superfaturamento na locação de veículos para transporte escolar, superfaturamento nos serviços de provedor de internet e aquisição de medicamentos. Os policiais se dirigiram até os estabelecimentos comerciais para ouvir os envolvidos no local. Além dos responsáveis pelos estabelecimentos outros envolvidos foram intimados para prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Vitória da Conquista. Confira o relatório da CGU.
(Foto: Reprodução)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato determinou o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do mandato de deputado federal e, consequentemente, da presidência da Casa. A decisão de Teori é liminar (provisória). Um oficial de Justiça foi à residência oficial do presidente da Câmara logo no início da manhã para entregar a notificação para Cunha. O ministro Teori concedeu a liminar em ação pedida pelo procurador-geral da República,Rodrigo Janot, que argumentou que Cunha estava atrapalhando as investigações da Lava Jato, na qual o deputado é réu em uma ação e investigado em vários procedimentos. Segundo o ministro, a medida visa neutralizar os riscos apontados por Janot no pedido de afastamento de Cunha. Procurado pelo G1, Eduardo Cunha ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. A assessoria de imprensa da Presidência da Câmara informou que não tinha tido conhecimento da liminar. Ao pedir o afastamento de Cunha, em dezembro, o procurador-geral apontou '' motivos para afirmar que o deputado usou o cargo para "destruir provas, pressionar testemunhas, intimidar vítimas ou obstruir as investigações de qualquer modo".
Veja quais foram os pontos listados por Janot para afastamento de Cunha:
1- Eduardo Cunha fez uso de requerimentos para pressionar pagamento de propina do empresário Júlio Camargo e o grupo Mitsui. Já havia casos de requerimento para pressionar dirigentes de empresas de petróleo
2 - Eduardo Cunha estava por trás de requerimentos e convocações feitas a fim de pressionar donos do grupo Schahin com apoio do doleiro Lúcio Funaro. Depoimentos de Salim Schahin confirmam isso. Lúcio Funaro pagou parte de carros em nome da empresa C3 Produções Artísticas, que pertence à família de Cunha
3 - Eduardo Cunha atuou para convocar a advogada Beatriz Catta Preta na CPI da Petrobras para “intimidar quem ousou contrariar seus interesses”
4 - Eduardo Cunha atuou para contratação da empresa de espionagem Kroll pela CPI da Petrobras, “empresa de investigação financeira com atuação controvertida no Brasil"
5 - Eduardo Cunha usou a CPI para convocação de parentes de Alberto Youssef, como forma de pressão
6 - Eduardo Cunha abusou do poder com a finalidade de mudar a lei impedir que um delator corrija o depoimento
7 - Eduardo CUnha mostrou que retalia quem o contraria com a demissão do diretor de informática da Câmara, Luiz Eira
8 - Eduardo Cunha usou cargo de deputado para receber vantagens indevidas para aprovar parte de medida provisória de interesse do banco BTG
9 - Eduardo Cunha fez "manobras espúrias" para evitar investigação na Câmara com obstrução da pauta com intuito de se beneficiar
10 - Eduardo Cunha fez ameaças ao deputado Fausto Pinato (PRB-SP), ex-relator do processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara
11 - Eduardo Cunha teria voltado a reiterar ameaças a Fausto Pinato
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(Foto: Reprodução)
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta quinta-feira (4) pedido da Rede Sustentabilidade para afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara. O julgamento foi marcado nesta quarta-feira pelo presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski. A ação da Rede, protocolada nesta terça (3) no Supremo, está sendo relatada pelo ministro Marco Aurélio Mello. O partido argumenta que, em razão de ser réu em uma ação penal da Lava Jato, o peemedebista não pode estar na linha sucessória à Presidência da República. No julgamento, os advogados da Rede vão argumentar que, mesmo na hipótese de o Supremo impedir Cunha de assumir a Presidência da República, o tribunal não pode permitir que ele permaneça como presidente da Câmara.
"Isso significaria violar a linha sucessória estabelecida pela Constituição porque a prerrogativa de substituir o presidente da República é da Câmara dos Deputados. Ferir a ordem constitucional da sucessão do presidente seria prejudicar uma prerrogativa da Câmara dos Deputados. Não pode a Casa ser punida porque o seu presidente tornou-se réu", afirmou o líder da bancada da Rede, deputado Alessandro Molon (Rede-RJ). No último dia 26, o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) fez uma consulta ao TSE sobre a possibilidade de alguém que é réu em processo no Supremo assumir a Presidência – o tribunal ainda não deu resposta (leia mais abaixo). Na noite desta quarta-feira, após presidir sessão no plenário da Câmara, Cunha disse que,para manter a “coerência”, o Supremo deve rejeitar o pedido de afastamento dele da presidência da Casa. Ele também disse estar "tranquilo" com o julgamento. O julgamento da ação da Rede pelo STF não estava previsto inicialmente na pauta desta quinta-feira do STF. No entanto, foi incluído a pedido do relator Marco Aurélio Mello. Ao anunciar o agendamento do julgamento, Lewandowski citou regras do regimento que permitem a análise de decisões liminares (provisórias) para “proteção de direito suscetível de grave dano”. “É uma medida extraordinária. A urgência está caracterizada pelo seguinte fato: na próxima quarta-feira [11], será apreciada pelo Senado Federal a acusação contra a senhora presidente da República, que poderá, em tese, ser afastada do cargo, caso recebida a denúncia. Portanto, está caracterizada a urgência na medida em que amanhã será a última sessão antes daquela próxima quarta-feira”, ressaltou Lewandowski no plenário. Se a presidente Dilma Rousseff for afastada do Executivo no processo de impeachment, que terá a admissibilidade votada nesta sexta-feira em comissão especial e, no plenário do Senado, na próxima quarta (11), o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência. Com isso, Eduardo Cunha pode passar a ser o primeiro na linha de sucessão, e Renan Calheiros, o segundo. A Rede quer que o Supremo determine que é inconstitucional pessoas que sejam rés em ações penais admitidas pela própria Corte estarem na linha de sucessão do presidente da República. No processo, a Rede argumenta ainda que, se o presidente da República deve ser afastado por 180 dias para ser julgado pelo Senado no processo de impeachment, quando vira réu por crime comum cometido no exercício do mandato, um presidente da Câmara não poderia permanecer no cargo. A medida não atingiria o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que, apesar de investigado na Lava Jato e denunciado em outro caso, ainda não é considerado réu em um processo penal. "A Constituição não transige com o exercício da função de presidente da República por quem responda a processo criminal. Sendo essa uma exigência inerente ao regime desse cargo singularíssimo, parece evidente que ela deve também se estender a todos aqueles que, por força da própria Lei Maior, possam ser chamados a ocupá-lo", diz trecho da peça judicial.
Consulta ao TSE
No último dia 26, o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) apresentou uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para indagar se, em caso de ausência do presidente da República, pode assumir o posto, ainda que temporariamente, alguém que seja réu de processo criminal no Supremo Tribunal Federal (STF). Na consulta, o deputado menciona o artigo 86 da Constituição Federal, segundo o qual o presidente da República deve ser suspenso das funções se tiver denúncia por crime comum recebida pelo Supremo ou se tiver contra si processo de impeachment aberto pelo Senado. Miro ainda indaga ao TSE se substitutos ou sucessores podem alegar que têm o direito de assumir a Presidência usando como argumento o parágrafo 4 º do artigo 86 da Constituição, que diz que presidente da República não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício da função. No caso de Cunha, a denúncia da qual ele é alvo no STF diz respeito a fatos ocorridos antes de ele assumir a Presidência da Câmara. “Genericamente, a Presidência da República pode ser exercida, mesmo que temporariamente, por quem tem denúncia por crime comum recebida pelo Supremo Tribunal Federal?”, pergunta Miro Teixeira na consulta ao TSE. A consulta foi distribuída ao ministro Henrique Neves, do TSE, e ainda não houve decisão.
Repercussão na Câmara
Líder da Rede na Câmara, o deputado Alessandro Molon (RJ) comentou, na tribuna da Casa, a decisão de Lewandowski de agendar para esta quinta-feira o julgamento do pedido de afastamento de Cunha. “Nosso pedido se sustenta na tese de que quem está na linha sucessória de presidente da República não pode ser réu criminal no Supremo Tribunal Federal. Se a Constituição não permite que o presidente o seja, qualquer um que esteja na linha sucessória também não pode ser”, discursou Molon, diante de Eduardo Cunha, que presidia a sessão. O líder da Rede destacou que há “unidade” no país para que o peemedebista deixe a presidência da Câmara. “Em relação ao afastamento do deputado Eduardo Cunha, há uma grande unidade no país. Tanto aqueles que defendem o impeachment quanto os que são contra entendem que o deputado Eduardo Cunha deve ser afastado da presidência”, enfatizou. Cunha, entretanto, não comentou as declarações de Molon no plenário e prosseguiu com a sessão da Câmara.
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- Tribuna da Bahia
- 05 Mai 2016
- 07:01h
(Foto: Reprodução)
Atualmente mas de 4.6 milhões de brasileiros, com mais de 70 anos de idade, tem direito a sacar um valor médio de R$ 1.135,00. Uma quantia razoável, que para alguns significa um salário a mais para enfrentar os tempos difíceis. O problema é que muitos desconhecem esse direito, o PIS/Pasep. O PIS - Programa de Integração Social, está relacionado aos trabalhadores da iniciativa privada, os celetistas, e financia pagamentos da seguridade relacionados à assistência, como o seguro-desemprego e o abono salarial. O benefício é pago pela Caixa Econômica Federal. Já o Pasep, Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, está relacionado aos servidores públicos e militares.
O programa foi criado pela Lei Complementar nº 8, de 1970, e é pago pelo Banco do Brasil. Os dois foram unificados como PIS/Pasep a partir da Lei Complementar 26/75. Em ambos os casos, o saldo é destinado a programas sociais e ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Todos os anos, no início do exercício contábil do Pasep, em 1º de julho, o valor existente é atualizado por índice definido pelo Ministério da Fazenda e as contas individuais dos participantes que têm saldo apresentam um percentual que pode ser sacado. Caso não haja o saque, os rendimentos são incorporados ao saldo total no dia 1º de julho do ano seguinte. Para o PIS, os requisitos para receber o abono salarial são: (1) mínimo de cinco anos de cadastro no PIS; (2) mínimo de 30 dias com carteira assinada no ano anterior; (3) média de dois salários mínimos. Para os beneficiários do Pasep é apresentado dois momentos diferenciados quanto aos efeitos. Até a Constituição de 1988, os cadastrados há mais de cinco anos no programa podem sacar o saldo em determinadas condições, além de terem direito anualmente aos rendimentos do valor depositado, fora o abono anual para quem recebe até dois salários mínimos. Para os que tiveram a inscrição no Pasep a partir de 04 de outubro de 1988, existe direito apenas ao abono. De acordo com os dados do Ministério da Fazenda, são ao menos R$ 7,4 bilhões em 4,62 milhões de contas de idosos. Portanto, se você ainda não resgatou seu saldo, e contribuiu até 4 de outubro de 1988, você deve buscar o Banco do Brasil, no caso de ser servidor público, ou a Caixa Econômica Federal, se for celetista. O próprio Banco do Brasil destacou que auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) nos fundos PIS/Pasep mostrou que aproximadamente 15,5 milhões de pessoas contribuíram para o programa até 1988 e não têm conhecimento dos créditos que possuem. Os critérios para o saque são ser aposentado, ter idade igual ou superior a 70 anos, invalidez do participante ou dependente, transferência para reserva remunerada ou reforma no caso militar, idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada, participante ou dependente acometido por neoplasia maligna, vírus HIV ou doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001, ou morte, situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular. Para sacar, os trabalhadores inscritos no Pasep devem procurar o Banco do Brasil pelo site www.bb.com.br/Pasep, na aba "Quando e Como Sacar o Saldo". Os cotistas no PIS devem procurar as agências da Caixa Econômica Federal, apresentando os documentos relacionados no site www.caixa.gov.br/pis, e ver o item "Quotas do PIS". A Caixa também presta informações pelo telefone 0800 726 0207. Para aqueles que não sabem seu número de inscrição no PIS/Pasep, basta se dirigir aos respectivos bancos com o CPF.
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- Dr. Leonardo Rabelo. Delegado Coordenador Regional da 20ª COORPIN- BRUMADO.
- 05 Mai 2016
- 06:53h
(Foto: Whatsapp Brumado Urgente)
Após o latrocínio que vitimou ontem, dia 03/05/2916, ceifando a vida de Romilson Mesquita, de 36 anos, na zona rural do município de Livramento de Nossa Senhora (estrada do Povoado de Várzea de Dentro), investigadores da Polícia Civil passaram a apurar o fato. Na tarde desta quarta-feira (04) os Policiais Civis descobriram onde um dos autores estava homiziado e se dirigiram ao local, no Bairro Benito Gama, onde houve confronto com o referido indivíduo, o nacional ALAN SANTOS DE JESUS, de idade ainda ignorada. Vale ressaltar que apesar da troca de tiros ter ocorrido entre Investigadores da Polícia Civil e o meliante, houve apoio de Policiais Militares da 46ª CIPM na citada diligência. Uma motocicleta roubada ontem foi recuperada em poder do indivíduo, além de um revólver calibre 32 com cartuchos deflagrados. O meliante já havia sido apreendido anteriormente, quando menor, pela prática de um homicídio, além de dois processos criminais por tráfico de drogas.
- Correio 24h
- 04 Mai 2016
- 20:01h
(Foto: Reprodução)
Com pouco mais de 3.000 habitantes, a cidade de Malu Mare, na Romênia, se comoveu com a história de um cachorro. Há cinco anos, o dono do animal morreu e, desde então, ele permanece em vigília em frente à casa onde vivia seu falecido dono. De acordo com a TV local, o animal raramente late e, quando isso acontece, é porque foi provocado por alguém. O tempo pode estar calor ou frio, mas o cachorro não deixa a porta da casa de seu falecido dono.
Alguns moradores afirmam que tentam cuidar do animal da maneira que é possível. "Tento cuidar dele, falei com amigos em comum e até mesmo com alguns veterinários para ver o que podemos fazer. Ele não é agressivo, mas não deixa o local, sempre guardando a propriedade, provavelmente esperando o dono. É triste", afirma o morador Alexandru Dicu. O filho do falecido dono do animal também se posicionou sobre o assunto por meio de seu Facebook. "O cão de Malu Mare tem quem cuide dele. Ele ficou nesta situação porque as pessoas têm outras ocupações. É verdade que o seu dono morreu há cinco anos, era meu pai, mas ele tinha mulher e filhos. É verdade que o cachorro fica de prontidão na porta da casa do falecido, mas é alimentado diariamente lá. Fiquei chocado ao ver quantas pessoas se reuniram em frente à porta para levá-lo embora", escreveu. A história foi veiculada pelo canal Digi24 e o cachorro se tornou famoso em toda a cidade, e até mesmo no país. Várias pessoas foram ao local tentar ajudar o animal, mas ele continua montando vigília ao dono.
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- Bahia Notícias
- 04 Mai 2016
- 19:02h
(Foto: Reprodução)
Pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha (UPC), e do Hospital Sant Joan de Déu, desenvolveram um tecido de nanofibras que permitirá a realização de tratamentos locais para combater o câncer. De acordo com informações da agência de notícias espanhola EFE, o tecido foi desenvolvido para que os cirurgiões possam cobrir a zona operada durante a intervenção para retirada do tumor, eliminando restos tumorais que possam ter ficado. A UPC explicou, através de nota, que este sistema de administração local é menos tóxico e mais efetivo que o habitual procedimento de consolidação pós-cirúrgico, a radioterapia. Os pesquisadores provaram a eficácia do novo tratamento em animais e iniciaram os trâmites necessários para obter a autorização da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), e assim poder iniciar as fases pré-clínica e clínica de seu primeiro fármaco orientado ao tratamento dos Sarcomas de Tecidos Brandos (STS).
- Bahia Notícias
- 04 Mai 2016
- 18:01h
(Foto: Reprodução)
O Ministério Público do Estado da Bahia, por meio da promotora de Justiça Márcia Teixeira, encaminhou à Assembleia Legislativa uma nota técnica com posicionamento contrário à Emenda nº 01/2015, que pretende alterar o texto original do Plano Estadual de Educação da Bahia (Projeto de Lei nº 21.625/2015) para excluir as discussões sobre gênero e sexualidade. Segundo a promotora, que é coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa das Mulheres e População LGBT, a emenda possui vício de inconstitucionalidade material. A nota técnica também foi entregue pela promotora à procuradorageral de Justiça Ediene Lousado e à secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Olívia Santana, em reunião realizada na manhã de terçafeira (03) na sede do MPBA.
- Bahia Notícias
- 04 Mai 2016
- 16:34h
(Foto: Reprodução)
O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (3) que, até 23 de abril, foram registrados 1.880 casos de influenza de todos os tipos no Brasil este ano. Deste total, 1.571 foram ocasionados pelo subtipo H1N1, que provocou 290 mortes. A mais de duas semanas do fim da campanha de vacinação contra gripe, o boletim aponta que quase 43% do público-alvo foi imunizado. A meta do governo é vacinar, até o dia 20 de maio, pelo menos 80% das 49,8 milhões de pessoas com maior risco por complicações decorrentes da influenza. No total, 21,3 milhões de pessoas receberam a vacina até agora. Segundo a Agência Brasil o grupo prioritário que mais procurou os postos foi o de profissionais de saúde, seguido pelo de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos. Gestantes, idosos a partir de 60 anos, indígenas, pessoas com doenças crônicas e as privadas de liberdade também fazem parte do público-alvo do Ministério da Saúde. Oficialmente, a campanha nacional começou no último sábado (30), porém o Ministério da Saúde adiantou o envio das doses a 22 estados que optaram por antecipar a vacinação devido ao aumento do número de caso de gripe pelo vírus influenza A H1N1, incluindo a Bahia. A pasta informou que, até a próxima sexta (6), mais de 49 milhões de doses da vacina já terão sido enviadas às secretarias estaduais de saúde, o que corresponde a 93% do total de doses adquiridas para a campanha (54 milhões).
CPI de Crimes Cibernéticos quer prisão de quem invadir redes sociais. (Foto: Thinkstock)
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Crimes Cibernéticos aprovou por 17 votos a 6 nesta quarta-feira (4) o relatório final que propõe projetos de leis como o de bloquear o acesso de brasileiros a serviços na internet que veiculem conteúdo ilegal ou o de remover materiais idênticos aos que já tiveram a exclusão já decidida pela Justiça. Devido à repercussão negativa, os deputados alteraram o texto final para excluir a possibilidade da suspensão de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, que teve acesso barrado por mais de 24 horas entre segunda (2) e terça-feira (3). Os deputados ainda votam alterações no texto. Esses são dois dos seis projetos de lei sugeridos pelo relatório da CPI (Veja todos abaixo). Para virarem lei, as propostas têm ainda de ser protocoladas e passar pelo trâmite dentro da Câmara. "É uma deslealdade veicular que estamos aprovando uma lei que vai bloquear o WhatsApp", afirmou Sandro Alex (PSD-PR), um dos sub-relatores da CPI. “Não estamos falando do WhatsApp, ao contrário, estamos garantindo que esse tipo de aplicativo seja de uso e não possa ser bloqueado novamente.”
Contrário às proposições, Alessandro Molon (Rede-RJ) afirmou que as medidas tentam “censurar” a internet. "A gente tem que usar a internet a nosso favor e não imaginar que podemos controlá-la.” "A remoção de conteúdo, embora equivocada, no meu entendimento, é menos grave. Menos grave porque ao remover o conteúdo significa de alguma maneira tirar daquele lugar alguma coisa. O bloqueio é pior porque significa você analisar a navegação de todo mundo e dizer que a navegação para aquele lugar não pode chegar. Do ponto de vista técnico, é mais perigosa ainda."
Veja abaixo as sugestões dos deputados:
Fora do ar
Um dos projetos de lei estabelece a possibilidade de bloquear por meio de ordens judiciais aplicativos e sites que veiculem material ilegal. Isso permitia que provedores de internet fossem obrigados pela Justiça a barrar o acesso a aplicações da internet consideradas ilegais. A crítica é que a lei tornaria comum a prática judicial que, tida como exceção, foi usada, por exemplo, para determinar o bloqueio do. Devido à repercussão negativa, os deputados recuaram e amenizaram o texto da proposta. Após a divulgação da primeira versão do relatório, incluíram um trecho que limitava os bloqueios a serviços conectados que sejam hospedados no exterior ou não tenham representação oficial no Brasil. Nesta última versão, excluíram a possibilidade de os aplicativos de mensagem serem barrados.Os deputados assumem que a medida será uma violação ao princípio da neutralidade de rede, estabelecido pelo Marco Civil da Internet. Ele prega a transmissão de qualquer conteúdo enviado pela internet com igual velocidade e condições técnicas. A ideia é tirar do radar dos brasileiros na internet serviços que, por exemplo, ofereçam conteúdos que violem os direitos autorais ou pornografia infantil.
Tira isso daí já
Outra ideia é modificar o Marco Civil da Internet para obrigar qualquer serviços de internet a retirar em até 48 horas, sem uma nova decisão judicial, imagens, vídeos e quaisquer conteúdos iguais ou semelhantes àqueles que já tiveram a exclusão determinada pela Justiça. “A amplificação do dano advém da característica das redes sociais que permitem a replicação e a continuidade das postagens de forma impessoal e com pouco ou nenhum esforço”, justificam os deputados. “Deve-se considerar a impossibilidade prática do direito ao esquecimento. Bastam alguns cliques para que postagens sejam revividas e o pesadelo das vítimas seja reiniciado”, concluem.
Invasão de perfis em redes sociais
A proposta altera a legislação de crimes eletrônicos, que ficou conhecida como “LeiCarolina Dieckmann” (Lei nº 12.737, de 2012), que pune a invasão de computadores com a intenção de obter dados particulares. A proposta é ampliar e transformar em crime o acesso não permitido a qualquer sistema informatizado ou aparelho eletrônico que cause prejuízo econômico, alteração de dados, instalação de vulnerabilidades, obtenção de conteúdo ou o controle remoto da plataforma ou aparelho em questão. Seriam incluídas invasões a smartphones e redes sociais. Essa conduta poderia dar até dois anos de cadeia. A pena aumentaria para até quatro anos se cometida contra presidentes da República, do STF, da Câmara, do Senado, das Assembleias Legislativas estaduais e distrital, Câmaras municipais e administradores públicos. Caso o acesso ocorra graças à violação de um mecanismo de segurança do sistema, o período de reclusão aumenta de dois a três terços da pena. O argumento dos deputados é que, quando aprovada, a lei Carolina Dieckman não especificou atitudes que poderiam incorrer em crime.
Verba turbinada
Para subsidiar as atividades da polícia judiciária, os deputados sugerem a criação de uma lei para destinar os recursos de um fundo bilionário voltado atualmente à fiscalização das telecomunicações. A ideia é usar até 10% do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). O dinheiro do fundo advém das taxas de fiscalização cobradas pela Anatel, de parte dos valores pagos por empresas que querem operar no Brasil e de multas aplicadas pela agência. Não é pouca coisa: entre 2001 e 2015, o Fistel arrecadou R$ 63,5 bilhões. Os deputados argumentam que os recursos ajudariam as polícias judiciais a se estruturarem para combater o crime cibernético.
Alvo da PF
Outro dos projetos de lei é a inclusão dos crimes praticados por meio de um computador ou contra um desses aparelhos sobre a esfera de atuação da Polícia Federal. Combinada à alteração proposta pelos deputados à Lei Carolina Dieckman, isso faria com que um adolescente com acesso não permitido à conta de Facebook de um colega pudesse ser alvo da PF. Para deputados, a alteração deve ser feita por não haver norma que defina de qual polícia é a competência para investigar suspeitas de crimes cibernéticos.
Cadê meu celular?
A penalização não só com prisão mas multa de pessoas enquadradas em crimes cibernéticas é outra sugestão de lei. O Estado poderia confiscar valores e bens de criminosos para promover a “asfixia econômica de certos crimes”. “Além de ser uma pena eficaz contra a prática de delitos, impede que o mesmo instrumento seja novamente utilizado para práticas ilícitas”, dizem os deputados.
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