Mulher acolhe mais de 40 crianças em casa: ‘Perdi a conta de quantas cuidei'

  • G1
  • 08 Mai 2016
  • 12:02h

Casal com três das filhas e Alana que encontrou na família o lar que precisava (Foto: Renata Marconi/G1)

Uma moradora de Macatuba (SP) doou boa parte de sua vida para acolher crianças que precisavam de carinho e cuidado. Casados há 40 anos, Maria de Lourdes Pereira de Freitas, de 56 anos, e seu marido Osmar Pereira de Freitas, de 71 anos, oficialmente são pais de seis filhos, três deles adotivos. Mas além dos filhos, o casal já recebeu muitas outras pessoas, a maioria crianças, que precisavam de ajuda em sua casa. “Já perdi as contas de quantas pessoas passaram aqui e eu cuidei”, conta Maria de Lourdes. Tudo começou no início do casamento, quando os dois costumavam visitar uma colônia de trabalhadores em uma fazenda na cidade. Lá eles encontraram um menino muito doente que estava com o pai preso e a mãe, por ter mais filhos, não podia cuidar dele. Então ela se ofereceu para cuidar do menino de aproximadamente sete meses.

 

“Nos levamos o Felipinho para o hospital, ele melhorou, mas o médico só o liberou se ele ficasse com a gente. Então nós cuidamos dele por mais uns sete meses, até ele voltar para a família. Ele estava muito debilitado , desnutrido”, conta. Atualmente o casal não tem contato com este menino, mas ainda guarda com muita saudade as lembranças da primeira criança que cuidaram. “Dois anos depois que o devolvemos para a família, a mãe o trouxe para eu ver. Quando eu vi, ele forte, foi o melhor presente da minha vida. Hoje ele deve estar com uns 30 anos”, conta Maria emocionada. Outras crianças passaram pela casa depois dele e o casal, que já tinha dois filhos, teve o terceiro e não pensava em ter mais, só queria ajudar quem precisasse e devolver para as famílias. “Falavam que a gente era louco, que se a criança morresse na nossa mão sem nenhum documento seria um problema, mas não tinha Conselho Tutelar na época, tinha um monte de criança doente precisando e a gente não pensava nisso”, afirma Lourdes.

Casal de apoio
Há 22 anos, o casal foi chamado, pelo Fórum da cidade, para participar do projeto de família acolhedora, que abriga crianças que precisam de um lar temporário. Foi assim que eles receberam as três crianças que foram adotadas. A primeira foi a Gizeli Cristina de Lima Bueno que chegou à casa quando tinha 8 e sentiu que tinha encontrado um lar. “Quando a gente é retirada dos pais, a gente quer uma família. Passei por outras casas, mas quando cheguei aqui era o que eu sempre quis, tinha pai, mãe, irmãos. Família para mim foi essa”, lembra Gizeli, de 28 anos, que hoje não mora mais com os pais adotivos porque se casou. Lourdes conta que agradece sempre a família abençoada que tem. “Meus filhos nunca reclamaram de dividir as coisas, a cama, nunca brigaram, já ficamos em 10 em casa com um banheiro. Nunca passamos dificuldade. Foi a fase mais feliz da minha vida”, afirma. Uma das filhas do casal, Géssica Pereira de Freitas dos Santos, de 27 anos, conta que realmente nunca se incomodou com as “visitas” constantes em sua casa. “Eu nasci com isso. Não via diferença e nunca deixaram faltar nada, não sentia nem falta de atenção. Minha mãe até falava em montar um orfanato e eu gostava da ideia.” Gabrielli Pereira de Freitas é a caçula da família e chegou na casa quando era um bebê. A jovem de 21 anos é a única dos seis irmãos que ainda mora na casa com os pais. “A infância foi festa, sempre tinha alguém para brincar. Quando eu cheguei era muito doente e o médico nem deu expectativa de vida, mas meus pais insistiram em me tratar e eu fui curada. Sempre cresci com muito amor, atenção e sempre soube que era adotada.” Mesmo atualmente, quem ainda precisa de ajuda recorre ao casal, que não se cansa de receber as pessoas em casa. A estudante Alana Guerra é um exemplo de quem precisou de um lar e encontrou na casa da família. "É normal ter pessoas que precisam aqui. Quem Deus traz a gente ajuda, sempre tem alguma pessoa", afirma Maria de Lourdes.

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Windows 10 deixará de ser oferecido de graça em julho

  • Tribuna da Bahia
  • 08 Mai 2016
  • 11:01h

(Foto: Reprodução)

Por quase um ano, a Microsoft ofereceu o Windows 10 como uma atualização gratuita para usuários do Windows 7 e Windows 8.1, mas esta promoção está chegando ao fim em 29 de julho. Depois desta data, o sistema operacional será comercializado por valores a partir de R$ 469. A estratégia de oferecer o Windows 10 gratuitamente por um tempo foi um jogada ousada para a Microsoft. Depois que o Windows 8 não conseguiu atrair desenvolvedores e consumidores, a empresa precisava fazer algo drástico. E o risco valeu a pena – a companhia de Bill Gates afirma que o novo sistema já está presente em 300 milhões de aparelhos em todo o mundo. A meta da companhia é que este número salte para um bilhão até 2018. "Estamos satisfeitos em o Windows 10 se tornar um dos maiores serviços online em menos de um ano", disse o vice-presidente corporativo do Windows, Yusuf Mehdi. Entre outras estatísticas notáveis, a Microsoft diz que a assistente pessoal Cortana já respondeu mais de seis bilhões de perguntas, e os usuários gastaram mais de 63 bilhões de minutos no navegador Microsoft Edge – lançado com o Windows - apenas no mês de março.

Dia das Mães: conheça a história de Cristine, que teve dois abortos, perdeu dois filhos e voltou a ser mãe

  • Zero Hora
  • 08 Mai 2016
  • 10:01h

Cristine Soares e a filha Luísa em sua casa, em Canoas Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS

No Dia das Mães, contamos a história de Cristine Soares. Uma história de perdas e de esperança: a empresária de Canoas viu dois filhos morrerem e sofreu dois abortos espontâneos. Hoje, aos 35 anos, é mãe novamente: vai comemorar a data deste domingo com Luísa, 10 meses.— Minha missão nesta vida é ser mãe — diz Cristine. cabem em uma caixa de papelão branca, decorada com a impressão a tinta de mãos e pés infantis, todos os pertences da breve história estudantil: a agenda com as anotações da rotina diária, escova e creme dental, uma bandeirola do Brasil, uma coroa em miniatura, o desenho de um coelho rabiscado de azul, uma máscara com lantejoulas, o gargalo de uma garrafa pet simulando o tatu-bola Fuleco, mascote da Copa de 2014. “Na rodinha, sua música preferida era Borboletinha”, lê-se no registro da professora. Um cartão de identificação exibe uma foto tamanho 3x4 e o nome da aluna: Nathália. Com a súbita interrupção do ano letivo de 2014, a escola Cavalinho de Pau entregou todo o material à família – os alunos do Maternal 2 confeccionaram coraçõezinhos de papel em homenagem à colega que não compareceria mais às aulas.

Nathália Soares Nahon Marinho era filha de Cristine Soares, 35 anos, que abre a caixa de recordações sobre o tapete felpudo da sala de casa, em uma manhã do final de abril, durante uma sessão de fotos para esta reportagem. O que melhor qualifica a empresária de Canoas é sua condição mais transitória e também mais permanente: Cristine é mãe. De um total de cinco gestações, restou-lhe uma filha. A primeira perda foi Nathan, que sobreviveu por menos de 24 horas após o parto. Dois bebês morreram ainda no ventre, em estágios iniciais da gravidez. Nathália, três anos, não resistiu aos ferimentos sofridos em um acidente de carro, ocorrido quando a mãe já gestava, sem saber, Luísa, a filha que completa 11 meses no dia 15. Em dois encontros, num depoimento vívido que se estendeu por mais de seis horas, Cristine falou do passado com tranquilidade, sem interromper a narrativa nas diversas vezes em que chorou: – Eu gosto de falar dos meus filhos. Minha missão nessa vida é ser mãe. Cristine engravidou pela primeira vez aos 24 anos. Nathan foi festejado, mesmo chegando sem planejamento – até então, a jovem julgava ser estéril devido a uma doença no aparelho reprodutor. A gestação parecia correr sem sobressaltos, até que um exame alterado forçou uma internação para averiguações. Suspeitava-se de algum problema, mas não se obteve um diagnóstico. Prematuro, o menino nasceu com 34 semanas, às 20h14min de 28 de dezembro de 2004. A mãe nem viu o filho – os médicos constataram de imediato que algo não ia bem e o encaminharam para a UTI neonatal. Sem informações, Cristine antecipava o pior. Do lado de fora, familiares também ansiavam por notícias. Sequer sabiam que Nathan já havia nascido – a equipe esquecera de chamar o pai da criança, máquina fotográfica em punho, para acompanhar. – Cadê o meu filho? – questionava a mãe aos funcionários. – Pelo amor de Deus, alguém vai atrás para saber o que que houve! Inconformada com as evasivas, ameaçou se levantar. Eram 4h quando uma pediatra surgiu com pouco a dizer. Cristine, levada de cadeira de rodas até a incubadora, conheceu o primogênito. Com quase três quilos, apesar da fragilidade comprovada por fios e aparelhos, ele aparentava ser perfeito. Sofria de uma cardiopatia que passara despercebida no pré-natal. – Posso pegar? – pediu Cristine. Uma enfermeira a desencorajou. A mãe acariciou a orelha do menino e disse: – Tem um monte de coisa para ti em casa. Fica bem logo. A paciente se preparava para sair da UTI quando uma médica interveio, autorizando-a a segurar o filho. Indecisa entre os dois pareceres opostos, hesitou. “Vai que eu desligo alguma coisa e prejudico ele...”, pensou. Julgou que seria melhor não removê-lo dali. “Ainda tenho a vida inteira para pegá-lo no colo.” Resolveu deixar o local. Olhou para trás, voltou. Enrolado em uma coberta, o recém-nascido foi aconchegado nos braços de Cristine, que sentia um misto de felicidade e apreensão. A suspeita de que a situação era grave se fortaleceu quando um padre adentrou a unidade e se dirigiu diretamente a Nathan. Terminada a prece, o religioso saiu, sem se deter diante de qualquer um dos outros bebês. – Ele vem aqui toda hora dar uma bênção – despistou alguém. Cristine foi conduzida de volta ao quarto. No leito ao lado, uma adolescente ignorava os apelos da enfermeira e rejeitava qualquer contato com os gêmeos que acabara de dar à luz. Depois de duas horas, Cristine foi levada à UTI neonatal outra vez. Cogitava uma possível melhora do quadro quando avistou um pano cobrindo o corpo do filho. Não permitiu que a funcionária que caminhava em sua direção falasse. – Eu não quero escutar! – protestou, tentando manobrar a cadeira de rodas para fugir. Nathan morreu às 14h30min de 29 de dezembro. A mãe recebeu um medicamento para cessar a produção de leite, que ainda brotaria espontaneamente por dias, no banho, no contato da água morna com os seios. Após a alta, ela seguiu direto para a capela onde se realizaria o velório. Transtornava-a a mudança brusca do roteiro: não haveria um bebê nos braços, a recepção calorosa da família, as fotos. No caixão azul diminuto, Nathan vestia a roupinha que a mãe escolhera para o momento em que ambos iriam para casa. Por medo de esquecer o rosto do filho, Cristine insistiu em fixar o olhar na cena. Sobrou aos pais apenas uma fotografia de Nathan. Mais tarde, o celular que continha a imagem captada durante a internação acabou sendo roubado.

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Mensagem dia das mães CDL

  • 08 Mai 2016
  • 09:58h

Aracatu: Motocicleta com restrição de roubo é apreendida na zona rural

  • Brumado Urgente
  • 08 Mai 2016
  • 08:47h

A motocicleta foi apreendida pela Polícia (Fotos: Divulgação Polícia Militar)

O índice de motocicletas que circulam com restrição de roubo na zona rural dos municípios que compreendem a circunscrição da 34ª CIPM e, diante disso, o comando da companhia vem intensificando ações de combate a esse tipo de delito. Diante disso inúmeras apreensões, inclusive, com prisões vêm sendo efetuadas e, nesta última sexta-feira (06) mais uma motocicleta em condições irregulares foi apreendida por policiais militares na zona rural do município de Aracatu, mais especificamente na Fazenda Lagoinha, a qual estava sendo conduzida por Ruy de Oliveira Maia. A motocicleta foi apreendida e o condutor terá que prestar esclarecimentos à Justiça.

Jovem fala sobre 1º Dia das Mães ao lado de filha com microcefalia

  • G1
  • 08 Mai 2016
  • 08:01h

Steffany de Oliveira com a filha Bianca no colo (Foto: Lívia Torres / G1)

Era 23 de dezembro de 2015, às vésperas do Natal. Steffany de Oliveira estava na sua 40ª semana de gravidez e havia completado 20 anos um dia antes. As contrações começaram por volta das 4h e, às 6h20, nasceu a primogênita Bianca, de parto normal, em um hospital de Itaguaí, Região Metropolitana do Rio. Tudo havia ocorrido dentro da normalidade, mas uma pergunta no hospital despertou a inquietação da nova mãe: “Você teve zika durante a gestação?”, questionaram. A afirmativa de Steffany confirmou a desconfiança dos médicos ao ver o bebê com o perímetro encefálico muito pequeno: era mais um caso suspeito de microcefalia no RJ. “Aos três meses eu descobri que estava com zika, mas até então eu não estava sabendo da microcefalia aliada à doença. Eu nem conhecia isso. Me deixaram seis dias no hospital [após o nascimento] e disseram que o crânio dela era menor que o normal. Quando recebi alta, vendo televisão, que fui descobrir o que era a microcefalia. Eu não pesquisei nada pela internet, porque eu tenho medo do que eu vou ver e ficar muito mal. Procuro pensar que cada dia há uma melhora, uma vitória”, conta a dona de casa.


 

Ansiosa para passar seu primeiro Dia das Mães com Bianca no colo neste domingo (8), Steffany sonha com o futuro da filha. “Não é fácil, mas não é nada que não dê para superar. Quando a gente acorda e vê um sorriso, vê nosso filho se desenvolvendo, é maravilhoso. Tem muito preconceito, mas a cada dia que passa a gente supera. Quando a gente quer ser mãe, não adianta. A gente não vê obstáculos e vida que segue. Eu vejo a Bianca como um presente, um milagre. Acho que ela vai andar, falar, sorrir, brincar, fazer pirraça e vejo ela bem lá na frente. Ela vai crescer como uma criança normal.”

Ao todo, 1.271 casos no país
O número de casos confirmados de microcefalia no Brasil chegou a 1.271, segundo balanço do Ministério divulgado na quarta-feira (4). Ao todo, foram 7.343 notificações desde o início das investigações, em 22 de outubro, até 30 de abril. Segundo a pasta, 2.492 casos foram descartados e outros 3.580 casos ainda estão sendo investigados. Dos casos confirmados de microcefalia, 203 tiveram teste positivo para o vírus da zika. A microcefalia é diagnosticada quando o perímetro da cabeça é igual ou menor do que 32 cm. Portanto, o esperado é que bebês tenham pelo menos 34 cm. Isso vale apenas para crianças nascidas com 9 meses de gravidez. No caso de prematuros, esses valores mudam e dependem da idade gestacional em que ocorre o parto.

Tristeza com diagnóstico
Com os olhos marejados, Steffany conta que ficou deprimida quando Bianca foi diagnosticada com microcefalia. Ela diz que o apoio da família, do marido, o carreteiro Magno Lucas, 28, e o tempo foram fundamentais para a aceitação e o entendimento de como seria a vida da família dali para a frente. “Eu fiquei muito triste quando descobri, mas minha filha sempre reagiu a tudo. Ela observa, escuta e eles [os médicos] estavam esperando receber um bebê parado, debilitado. Quando eu recebo elogio das pessoas, eu vejo que não é o fim do mundo. Claro que eu vou passar dificuldades, como eu já passo hoje. Tem gente que espera ver um bebê pra baixo e não é assim. Têm pessoas que acham incrível porque ela é muito bem desenvolvida. Não quero que gostem dela por pena, porque eu não tenho pena da minha filha.”

Preconceito
A dona de casa enumera as histórias de preconceito sofridas pela família após o nascimento da menina Bianca, hoje com 4 meses. “Eu vejo ela como um bebê normal, não vejo diferença. Mas as pessoas são ignorantes. Já aconteceu de eu ir a um posto de saúde e as pessoas olharem minha filha diferente, de forma atravessada. Dizem que a cabeça dela não vai crescer, já disseram que ela é inválida, que não vai poder trabalhar. Mesmo que ela tenha sequelas, é uma criança normal. Eu choro muito, mas a cada sorriso que ela dá, eu fico feliz de novo,” comemora.

'Microcefalia sempre existiu', diz médica
A médica Fernanda Fialho, coordenadora do projeto para acolhimento de casos de microcefalia ligados ao zika vírus do Instituto Estadual do Cérebro (IEC), esclarece que a microcefalia sempre existiu, que o número de casos aumentou recentemente e que, por isso, o tema ficou mais em evidência. “Primeiro é uma frustração [para as mães]. Depois uma necessidade de proteger. A melhor coisa para nós, médicos, é ver que existe uma família que vai cuidar. É um problema para vida toda. A gente quer fazer com que as mães saibam o que vão precisar, contar como será a vida daqui pra frente. Ninguém é mais importante que a mãe e o nosso papel aqui é capacitar essa mãe.” Fernanda explica também quais sequelas a microcefalia pode ocasionar: “Existe um comprometimento auditivo e visual, o desenvolvimento motor fica prejudicado. Eles as vezes não conseguem sentar e andar", explica. Apesar das adversidades, a mãe de Bianca demonstra otimismo ao falar da filha. "Claro que vamos ter que estimular ela, mas vejo tudo tranquilo. Até esse caso da cabeça dela que não vai crescer, eu não acredito. Eu meço de 15 em 15 dias e vejo que está crescendo. Eu vejo que ela vai ser como eu, como você, normal."

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Passageiro de ônibus morre atropelado porque queria economizar no 'cafezinho”'

  • Acorda Cidade
  • 08 Mai 2016
  • 07:27h

Homem de 47 anos achou “caros” os preços do ponto de apoio da empresa e resolveu atravessar a BR-324, em Feira de Santana. Ele foi então atingido por um caminhão baú e bateu a cabeça. (Foto:Acorda Cid

O passageiro de um ônibus interestadual morreu atropelado por um caminhão baú na manhã deste sábado (7), na Avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno), no km 512, da BR- 324, bairro Cidade Nova, em Feira de Santana.Segundo informações de passageiros, ao descer do ônibus no ponto de apoio, localizado em frente ao supermercado G.Barbosa, em Feira, Edmilson Costa Aves, 47 anos, resolveu atravessar a rodovia para tomar café em uma barraca por achar que os preços no ponto de apoio estavam caros. Por volta das 8h ele atravessou a primeira pista e, durante a travessia na segunda, não percebeu a vinda do veículo, que ainda tentou desviar para não atropelá-lo mas o atingiu. A vítima levou uma forte pancada na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e a equipe constatou o óbito. O motorista do caminhão permaneceu no local e contou à polícia como o acidente aconteceu.

Jovem é atropelada por carro, vai parar embaixo de ônibus e morre

  • 08 Mai 2016
  • 07:21h

Acidente ocorreu neste sábado, na cidade de Teixeira de Freitas. Mulher chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Ela deixa três filhos.| Fotos: Teixeira News.

Uma jovem de 23 anos morreu após ser atropelada por um carro na manhã deste sábado (7), no centro de Teixeira de Freitas, no sul da Bahia.De acordo com a polícia, o acidente ocorreu quando a jovem atravessava a Avenida Presidente Getúlio Vargas. Pâmela Maysa Cardoso deixou três filhos. Ainda segundo a polícia, o impacto foi tão forte que a jovem foi lançada para debaixo de um ônibus que estava parado. Pâmela Cardoso ainda chegou a ser levada para um hospital municipal, mas não resistiu aos ferimentos. Não há mais detalhes sobre o motorista do veículo. A polícia não soube informar sobre o enterro da jovem.

iPhone SE chega ao Brasil com preço 'mais barato'; saiba quanto vai custar

  • iBahia
  • 07 Mai 2016
  • 20:01h

(Foto: Reprodução)

Os preços do iPhone SE no Brasil foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela Apple. De acordo com informações do 'G1', a versão mais barata do aparelho, de 16 GB, custa R$ 2.699. Já o iPhone SE chegará ao mercado pelo preço de R$ 2.999.  Os preços, porém, são mais baratos, se considerados os valores dos produtos da Apple. A data de lançamento, porém, não foi revelada pela empresa. Nos Estados Unidos, o iPhone SE chegou às lojas no dia 31 de março.No lançamento do aparelho no mercado norte-americano, o CEO da Apple, Tim Cook, disse que esta versão é a "mais acessível" aos consumidores. No país, o aparelho tem preço sugerido de US$ 399, o equivalente a R$ 1.410 aqui no Brasil.O aparelho possui o mesmo processador A9 do smartphone top de linha da Apple, possui uma tela de 4 polegadas e possui chassi de metal semelhante ao do iPhone 5s, porém com potência de processador como iPhone 6s.

Governo quer tributar heranças e doações para corrigir tabela do Imposto de Renda em 2017

  • 07 Mai 2016
  • 18:00h

(Foto: Reprodução)

O governo federal quer tributar heranças acima de R$ 5 milhões e doações acima de R$ 1 milhão no Imposto de Renda. Segundo proposta divulgada nesta sexta-feira (6) pelo Ministério da Fazenda, a arrecadação corrigirá em 5% a tabela do IR a partir de 2017, levando o limite de isenção para R$ 1.999,18. O governo estima arrecadar R$ 1,06 bilhão com heranças e R$ 490 milhões com doações. Segundo a Folha, será aplicada alíquota de 15% de Imposto de Renda de Pessoa Física sobre heranças entre R$ 5 mi e R$ 10 mi; e doações entre R$ 1 mi e R$ 2 mi. Heranças entre R$ 10 mi e R$ 20 mi, e doações de R$ 2 mi a R$ 3 mi sofrerá 20% de aplicação do IR. A alíquota para além desses valores será 25%. A pproposta inclui ainda a tributação do excedente do lucro pelas empresas tributadas pelo lucro presumido e pelo Simples Nacional, uma receita extra de R$ 2,16 bilhões. Os direitos de imagem e voz também são alcançados pela nova proposta, podendo gerar mais R$ 840 milhões. Outra medida é a redução de benefícios fiscais do setor químico, com impacto positivo na arrecadação de R$ 800 milhões. Ao todo, as medidas podem gerar sobra de R$ 150 milhões na arrecadação. Para valer, o conjunto precisa ser aprovado pelo Congresso, por meio de um projeto de lei. 

Número de reclamações contra concessionárias de energia bate recorde em 2015

  • 07 Mai 2016
  • 17:02h

(Foto: Reprodução)

O número de reclamações contra concessionárias de energia elétrica bateu recorde no Brasil em 2015. Segundo a Folha de S. Paulo, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) recebeu 164 mil queixas, a maior marca desde o início da série histórica, em 2005. Em 2014, o número ficou em 118,9 mil, o que indica que houve aumento de 37,7% entre os dois anos. Desde 2010, em todos os anos houve crescimento nas queixas. "Vimos também queda na qualidade do serviço prestado pelas concessionárias. O consumidor estava com a razão em cerca de 50% das reclamações recebidas", analisa Marcos Bragatto, superintendente da Aneel, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Vice-prefeito de Jequié é empossado após afastamento de prefeita

  • Bahia Notícias
  • 07 Mai 2016
  • 16:01h

Foto: Reprodução / Blog do Marcos Frahm

O vice-prefeito de Jequié, Luiz Sérgio Suzart Almeida (PSB), foi empossado nesta sexta-feira (6) no cargo de chefe do Executivo do município, após afastamento da prefeita Tânia Britto (PP) pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) (veja aqui). Conhecido como "Sérgio da Gameleira", o gestor negou qualquer articulação que culminasse no afastamento de Tânia e disse ter ficado surpreso. Ainda assim, revelou ter imaginado que a prefeita afastada seria punida judicialmente pelos processos que enfrenta. "A gente imaginava que algo parecido iria acontecer, afinal de contas, são cinquenta ações movidas no Ministério Público, um desgoverno total estabelecido no nosso município e é uma decisão judicial. Não tem envolvimento político e a justiça achou que a melhor forma de a gente recolocar Jequié em outro caminho era o afastamento da prefeito e é para isso que existe vice-prefeito. Eu fui eleito na chapa", afirmou em entrevista ao Blog Marcos Frahm. Questionado sobre suas ações prioritárias à frente do Executivo a partir da próxima segunda-feira (9), Gameleira se mostrou preocupado com a situação dos trabalhadores terceirizados, que estão com salários em atraso, e assegurou que buscará moralizar o Instituto de Previdência do Servidor Municipal (IPREJ). "Com toda sinceridade, eu não estou, de forma nenhuma, preocupado nesse momento com essa questão de eleição em outubro. O meu foco está voltado para efetivar o pagamento dos terceirizados, que já estão há cinco ou seis meses sem receber seus salários".

Facebook testa Reaction de flor para Dia das Mães e lança novos emojis

  • Tech Tudo
  • 07 Mai 2016
  • 15:04h

Flor roxa será ícone para enviar GIF especial de Dia das Mães (Foto: Reprodução/Twitter)

Facebook está cada vez mais atento nas “datas importantes”. Além das mensagens na página inicial do usuário em dias marcantes, agora a rede social está investindo nas interações diferenciadas para celebração de momentos especiais. No próximo domingo (8), Dia das Mães, os usuários poderão “entregar flores” nas mensagens trocadas com suas mães pelo Facebook. No começo da semana, um programador chamado Sreedev Sharma descobriu ainda um código novo de “reação” com ícone de flor roxa escondido no código-fonte do Facebook.  Depois da descoberta do novo Reaction, Sharma foi especular que este poderia ser um teste de um novo recurso: Reactions Temáticos. Resta saber para quem (ou em quais países) o emoji vai aparecer.Completando o Dia das Mães, o Facebook lançou novos emojis no Facebook Messenger, por tempo limitado, para celebrar o Dia das Mães. Os emoticons podem ser encontrados na Loja de Figurinhas com o nome Amor de Mãe, criados pela artista Abigail Munoz - o download é gratuito. "Para celebrar o Dia das Mães, estamos testando a função que deixa as pessoas em alguns mercados selecionados usar uma flor como reação", disse o Facebook em um comunicado à imprensa americana. Ainda não é certo que o Brasil está nesses mercados. Em inglês, o botão ganhou o nome de "Thankful" (agradecido, em português). 

Aplicativo para surdos transforma conteúdos da internet em Libras

  • Tribuna da Bahia
  • 07 Mai 2016
  • 14:01h

(Foto: Reprodução)

Uma nova versão da Suíte Vlibras foi lançada hoje (5/5), em Brasília. Trata-se de um conjunto de ferramentas digitais que amplia a acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva a conteúdos online. O conjunto de aplicativos está disponível para download gratuito no Portal do Software Público Brasileiro (SPB). O coordenador do projeto Vlibras, Tiago Maritan, explica que o conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais, através de um boneco (avatar) 3D. As pessoas com deficiência auditiva podem selecionar textos e áudios e, com um clique, traduzir estes conteúdos para Libras. “Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria das pessoas surdas não são alfabetizadas em português. Além de ter, muitas vezes, dificuldade de acesso a educação, elas têm também a barreira do português, que não é a sua língua mãe. A primeira língua é a linguagem de sinais”, explica Maritan, que é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

 

Software

O sotware Vlibras possui uma série de ferramentas. Uma delas serve para a tradução de conteúdos de sites, áudios e textos para Libras e pode ser instalada em computadores, navegadores e celulares. Outra ferramenta é a chamada WikiLibras, um sistema para correção e inclusão de novos sinais. Maritan afirma que ainda hoje há um abismo entre a quantidade de palavras em língua portuguesa e a quantidade de sinais. “O português tem 300 mil palavras e libras tem de 10 a 15 mil sinais definidos. Então, quando alguém sentir falta de algum sinal na ferramenta, ele pode entrar lá e contribuir gerando novos sinais. Essa ferramenta é para a comunidade de surdos fazer a inclusão de novos sinais e corrigir os sinais que ela considera que precisam melhorar”, afirma Tiago. Os deficientes auditivos podem, através desta ferramenta, gravar um vídeo com um sinal, que será enviado para um programador reproduzir no avatar. Depois de reproduzido, o sinal passa pelo crivo de especialistas antes de ser validado e incluído no programa.

Início

O projeto, que vem sendo desenvolvido há seis anos, surgiu quando uma jovem com deficiência auditiva passou no vestibular de Ciências da Computação na UFPB. A partir do desafio de comunicação com ela, a ideia do pacote de programas foi sendo desenvolvida. Atualmente, o projeto é desenvolvido em parceria entre o Ministério do Planejamento, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Câmara dos Deputados. De acordo com Maritan, a estimativa da equipe é de que haja mais de 10 mil downloads do aplicativo para celulares e uma média de mil acessos diários à página do Vlibras na internet. No evento de lançamento da nova versão, no Ministério do Planejamento, em Brasília, Maritan explicou a complexidade que é transformar os sinais realizados por humanos em animação 3D. Isso porque há inúmeras expressões faciais, corporais e gestuais que precisam ser reproduzidas em animação, o que exige um longo e exaustivo trabalho de programação. “É um desafio realmente grande. A população surda vai ter que ter paciência porque a ideia é melhorar a inclusão, mas até que isso fique muito próximo dos intérpretes humanos, ainda há um caminho razoável para percorrer”, afirma Maritan. De acordo com as estatísticas do censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 10 milhões de brasileiros têm alguma deficiência auditiva, o que representa 5% da população do país. Destes, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva severa, 1,7 milhões têm grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos.

Intérprete

O intérprete de Libras Alexis Pier Aguayo foi ao lançamento do Vlibras e contou que sua trajetória com a linguagem de sinais começou muito cedo. Quando ele nasceu, seu irmão Falk, que é surdo, tinha nove anos. “Acabei virando o intérprete dele, das conversas com seus amigos, com suas namoradas. Cresci nesse contexto e, para mim, sempre foi muito natural, era apenas uma forma de comunicação com meu irmão”, conta. Aos 17 anos, Alexis começou a se profissionalizar com tradutor/intérprete de libras e, desde então, nunca mais parou. Atualmente, além de ser servidor da Universidade de Brasília, trabalha como intérprete na Câmara dos Deputados. No evento, Alexis emocionou a plateia ao interpretar o poema O Balé das Mãos, de sua autoria. Ele escreveu o texto ainda durante a adolescência e seu irmão Falk o manteve guardado por muitos anos. Segue o poema:

O Balé das Mãos

Em meio a mil palavras
Um único gesto molda toda a expressão do sentimento
O corpo se expressa com desenvoltura
E as mãos seguem graciosamente cada movimento
Ouvidos trocados pelos olhos em uma escuta atenciosa
E o balé das mãos segue incansável e incessante.
O Silêncio quebrado às vezes pelo baque das mãos
Só o silêncio, e as mãos seguem de forma majestosa.
Cada par de mãos, iguais, e ao mesmo tempo diferentes
Dando mais uma graça a esse belíssimo espetáculo
Onde cada movimento completo o próximo e é completado pelo anterior.
Cada forma, expressando todo o sentimento em si, presente.
E mesmo no fim quando elas dão o sinal de adeus no fim do espetáculo,
A levamos em nossa memória, em nossa alma e coração.
A recordação daquela dança de movimentos, expressões e sentimentalismo,
A magia fantástica do glorioso Balé das mãos.

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Estudantes podem realizar simulado do Enem neste final de semana

  • 07 Mai 2016
  • 13:04h

(Foto: Reprodução)

Os estudantes têm mais uma chance para realizar o simulado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela internet. Para realizar o teste, é necessário se inscrever no portal Hora do Enem (clique aqui). Com 80 itens e mesma metodologia de elaboração de questões do Enem, o teste é composto por assuntos trabalhados nas escolas até abril. O simulado foi aplicado no no último final de semana, mas problemas no acesso levaram o Ministério da Educação (MEC) a prorrogar o exame para esse final de semana, segundo a Agência Brasil. As provas podem ser acessadas até 20h deste domingo (8). Mais de 500 mil estudantes já fizeram o simulado. Medicina, direito e administração estão entre os cursos mais procurados entre aqueles que resolveram a prova. Este é o primeiro simulado online. Pelo menos mais três serão feitos até a data do Enem. Haverá provas nos dias 25 de junho, 13 de agosto e 8 e 9 de outubro. Os últimos exames serão no mesmo formato do Enem e terão dois dias de duração. Não haverá simulado da redação. O Enem de 2016 será nos dias 5 e 6 de novembro. As inscrições estarão abertas de 9 a 20 de maio.