A partir de 30 de junho, lâmpadas incandescentes deixarão de ser vendidas

  • 13 Jun 2016
  • 12:12h

(Foto: Reprodução)

A partir do dia 30 de junho, será proibida a venda de lâmpadas incandescentes no Brasil a partir do dia 30 de junho. A restrição foi estabelecida em uma portaria interministerial de 2010, que tem como objetivo minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada incandescente gasta 75% a mais de energia em comparação a uma lâmpada fluorescente compacta. Se comparada com uma lâmpada de LED, a diferença pode chegar a 85%. A venda de lâmpadas incandescentes começou a ser proibida no Brasil em junho 2012, com a exclusão do mercado de lâmpadas com potência acima de 150 watts (W). Depois, foi a vez das lâmpadas entre 60W e 100W, em 2013. Em dezembro de 2014, foram substituídas as lâmpadas de 40W a 60W. O processo de substituição terminará em 30 junho deste ano, com a participação de unidades com potência inferior a 40W. No prazo determinado, os estabelecimentos, importadores e fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender à legislação poderá ser multado.

ADAB abre concurso com mais de 100 vagas segunda-feira (13)

  • 13 Jun 2016
  • 11:24h

(Foto: Reprodução)

A  Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) abre na segunda-feira (13) as inscrições para o processo seletivo com 118 vagas para profissionais no cargo de Assistente de Atividades Administrativas (7) e Auxiliar de Fiscalização (111), cuja remuneração será de R$ 797,02, acrescida de gratificação no valor de R$ 624,47, considerando a jornada semanal de 40 horas.Como benefício ainda há auxílios refeição e transporte. As inscrições podem ser feitas no site.Para avaliar os inscritos será aplicada Análise Curricular, cuja classificação final será válida por um ano e pode ser prorrogada por mais um  ano.

Riacho de Santana: Cigano mata esposa com um disparo de calibre 12 e foge

  • Sudoeste Bahia
  • 13 Jun 2016
  • 10:42h

Foto: Marcos Oliveira/ Sudoeste Bahia

No município de Riacho de Santana, o cigano José Africano Dourado, de 53 anos, matou a esposa ­ Verônice Teixeira da Silva ­ com um tiro de espingarda calibre .12. De acordo com informações obtidas pelo site Sudoeste Bahia, o crime ocorreu por volta das 18h deste domingo (12), em uma residência localizada na Rua Planejada, no Bairro Alto da Boa Sorte, e o atirador fugiu adentrando um matagal. Embora a Polícia Militar, tenha realizado buscas nas imediações, ele não foi localizado. Segundo a polícia, os filhos da vitima – que chegou a ser encaminhada ao hospital ­ ameaçaram os médicos e funcionários da unidade de saúde e após saírem muito exaltados do local atearam fogo no veiculo do pai (o autor do homicídio) em forma de retaliação. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras onde será necropsiado. A polícia investiga o caso.

Estudantes selecionados no Sisu têm até esta terça para fazer a matrícula

  • 13 Jun 2016
  • 10:01h

(Foto: Reprodução)

Os estudantes que foram selecionados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm até esta terça-feira (14) para fazer a matrícula nas instituições de ensino. As orientações de horário, local e procedimentos para a matrícula podem ser encontradas no site da instituição onde o aluno foi aprovado. Já o prazo de lista de espera para aqueles que não foram selecionados segue aberto até o dia 17 de junho, com convocação prevista para 23 de junho. Para participar da lista, o candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. Ao finalizar a confirmação, o sistema emitirá uma mensagem registrando o pedido.

Nassau realiza workshop 'Café com Educação'

  • Ascom I Faculdade Maurício de Nassau I Mara Ferraz
  • 13 Jun 2016
  • 09:23h

(Foto: Divulgação)

“Café com Educação” é o tema do Workshop que será realizado no próximo dia 15 de junho, na Faculdade Maurício de Nassau. O objetivo é discutir os papéis desempanhados pelos docentes do ensino superior, principalmente na questão da utilização das novas tecnologias. Para isso, foi convidado o prof. Ms. Giovane Brito para esplanar sobre o tema, no qual abordará também o perfil do docente do Ensino Superior; Andragogia; Novas Tecnologias no Ensino Superior e Mudanças dos Paradigmas Educacionais. De acordo com Brito, ampliar essas discussões para a comunidade são de grande valia para compreender melhor esses papéis. “Temos a missão de produzir e socializar o conhecimento, educando e formando seres humanos íntegros e competentes”. As inscrições estão sendo realizadas pelo e-mail: patrí[email protected]. Maiores informações pelo telefone: 3429 -6462. 

Seleção Brasileira perde para o Peru e está eliminada da Copa América

  • 13 Jun 2016
  • 08:42h

(Foto: Reprodução)

O Brasil perdeu por 1 a 0 para o Peru na noite deste domingo (12) e está eliminado da Copa América. No grupo da seleção, se classificaram Equador e Peru. Com apenas um triunfo diante do Haiti, a seleção brasileira teve uma campanha fraca, sem conseguir sequer marcar um gol nas outras partidas. O único gol hoje, do Peru, foi validado após muita discussão depois de reclamação dos brasileiros de um toque de mão, que realmente houve. A arbitragem demorou debatendo o tema mas acabou confirmando o gol peruano. O lance vital do jogo foi aos 29 do segundo tempo. Em jogada de Polo pela direita, ele chegou à linha de fundo e cruzou. A bola passou por Alisson e Ruidíaz completou para o gol, tocando com a mão. Após a pressão brasileira, o juiz discutiu o lance com assistentes por vários minutos, com a indefinição no ar, mas acabou confirmando o tento. Foi a segunda vez na história que o Brasil foi eliminado na primeira fase de uma Copa América - a primeira foi em 1987. 

Atirador sorria enquanto matava as pessoas na boate gay, diz jornalista brasileiro

  • Agência Brasil
  • 13 Jun 2016
  • 08:04h

Em Orlando, na Flórida (EUA), autoridades locais falam à imprensa sobre o atentado em uma boate que deixou 50 mortos e 53 feridos, e foi praticado por norte-americano de origem afegã que acabou morto

O jornalista brasileiro Rodrigo Lins, correspondente do site Só notícia boa nos Estados Unidos, está fazendo a cobertura do massacre na boate Pulse, em Orlando, na Flórida, desde que soube do incidente, na madrugada de hoje (12). Cinquenta pessoas foram mortas e 53 feridas e  “rádios locais estão divulgando a informação de que o atirador estava sorrindo enquanto atirava nas pessoas”, segundo Lins. O jornalista disse que as autoridades norte-americanas especulam que o ataque tenha sido um atentado homofóbico, pois a boate era voltada para o público gay. O assassino, identificado como o norte-americano Omar Mateen, de 29 anos, entrou na boate com um rifle AR-15 e uma arma de pequeno porte e abriu fogo contra cerca de 300 pessoas que estavam no local. Após o ataque, Mateen foi morto a tiros pela polícia, segundo as autoridades norte-americanas.

 

Em conversa com a Agência Brasil, por telefone, o jornalista disse que assim que soube do tiroteio passou a apurar as informações com uma amiga que vive no prédio ao lado da boate Pulse, porque o acesso ao local estava interditado: “Ontem, fiz uma apuração remota, porque bloquearam os quarteirões próximos e declararam logo estado de emergência, o que é levado muito a sério aqui nos EUA.” Ontem (12) pela manhã, Rodrigo Lins conseguiu entrar na área, como jornalista correspondente, e acompanhou o trabalho policial e as coletivas de imprensa durante o dia. Sobre a entrada de um homem armado na boate ontem, que pode ser entendida como uma falha na segurança do local, Lins afirma que em Orlando não é comum revistar pessoas nas entradas de shows e casas noturnas. “Aqui em Orlando, por ser uma cidade provinciana e turística, não há o hábito de fazer revistas na entrada de boates. Eles só checam se as pessoas são maiores de idade, por isso o atirador conseguiu entrar armado”, relatou o correspondente brasileiro. O jornalista disse estar surpreso por ver como a população de Orlando, rapidamente, se mobilizou para lidar com o problema: “É interessante como eles têm a capacidade de se ajudar neste momento. Estou impressionado com a mobilização que tomou conta das ruas”. Segundo Rodrigo Lins, as pessoas estão atendendo aos apelos da prefeitura para doação de sangue e há centros de doação que têm mais 600 pessoas na fila: “Eles criaram rapidamente uma rede de voluntários. Estou percebendo a união das pessoas, esse potencial de superação. Além dos doadores, outros voluntários estão indo a esses centros levar alimentos e bebidas para as pessoas que estão na fila”. Pela manhã, a prefeitura de Orlando divulgou nota pedindo à população que doasse sangue para ajudar as vítimas do tiroteio, informando que havia uma “necessidade urgente” por sangue dos tipos O negativo, O positivo e AB. Os nomes das 50 vítimas do tiroteio na boate Pulse, na noite deste sábado, em Orlando, nos Estados Unidos, estão sendo divulgados no site da prefeitura da cidade.

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4 de 10 pedidos de seguro-desemprego ficam na 'malha fina'

  • 12 Jun 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

Praticamente dobrou o número de pessoas que enfrentam dificuldades na liberação do seguro-desemprego em São Paulo. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (Sert), órgão que recebe pedidos pelo benefício federal no Estado, aponta que cerca de quatro em cada 10 solicitações (38% dos casos) ficaram presas na "malha fina" do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre janeiro e maio de 2016. O número é o dobro do que se contabilizou em igual período do ano passado, quando 21% das requisições seguiram para análise em Brasília. A situação tem se intensificado desde o dia 20 de abril, com a inauguração de uma nova versão do sistema antifraudes para a liberação do benefício, batizado de Mais Empregos. A nova tecnologia passou a cruzar as informações dos segurados e das empresas com os bancos de dados da Receita Federal e da Caixa Econômica Federal (CEF).

 

 

Na prática, o efeito imediato é que, para algumas pessoas, o tempo para a obtenção do seguro, que normalmente leva 30 dias depois de protocolado o pedido, saltou para 120 dias. Acrescidos os trâmites iniciais, a ida e vinda de recursos e os prazos de agendamento nos departamentos públicos, esse prazo pode se estender por até oito meses desde a baixa na carteira de trabalho, segundo conta o supervisor-geral do seguro-desemprego da Sert, Miguel Sanches. "Essa é uma realidade nova que o segurado enfrenta", conta Sanches. "É muito tempo para quem está desempregado."

Alternativas

A analista de recursos humanos Regina Nonato foi demitida no dia 25 de abril, entrou com o pedido para o seguro na sexta-feira passada, e descobriu que precisaria reagendar um novo atendimento no MTE. Segundo ela, o atendente da Sert avisou que o prazo para agendamento em São Paulo era dezembro. Mas que, em São Carlos, poderia conseguir em 30 dias. Ela pensa em seguir o conselho. "Acho que vou para o interior. Moro perto da Raposo Tavares. Vale qualquer coisa. Se eu não arrumar outro emprego, como eu vou viver até dezembro?" Outra que tem plano de pegar a estrada e procurar postos do MTE fora da capital é Renata Sousa. Sem emprego desde o dia 27 de abril, ela conta que tentou protocolar uma solicitação por três dias, até que descobriu que seu processo foi bloqueado. "Eu recebi uma carta escrita assim: 'vínculo não encontrado ou divergente'. Ninguém me explicou o motivo", afirma ela, que buscava informações na agência do MTE no centro de São Paulo. "Eles não deixam entrar. Dizem que tem de agendar pela internet. É muito descaso com a gente." Na porta da agência, Renata é acompanhada a distância por quatro seguranças, que olham tudo e ficam posicionados em frente à porta de entrada. Quem tenta entrar sem atendimento agendado para o dia, é barrado. "Minha ordem é não deixar ninguém passar da porta de entrada", diz um segurança. Questionado se não era possível acessar o balcão de informações localizado a cerca de cinco metros da porta, já do lado de dentro da agência, ele dizia que não porque já teve muita "confusão". "O cidadão vinha e ficava nervoso. Nesta semana, a gente precisou recorre à viatura (da PM) um monte de vezes." Na agência do Poupatempo da Sé, no centro de São Paulo, que recebe em média 400 solicitações de seguro-desemprego por dia, o atendente Marvon Santos Junior diz que pelo menos a metade dos pedidos fica travada no sistema. "A gente encaminha para o ministério (do Trabalho) umas 200 pessoas por dia", conta ele, que trabalha há três anos no mesmo local e conta que a situação é nova. "Além disso, o sistema cai o tempo inteiro. Às vezes, fica horas fora do ar", diz Santos. Geraldina Moraes, operadora de caixa de supermercados, conta que foi difícil encontrar um posto com sistema em operação. "Eu fui no da zona norte, no Tucuruvi, e estava tudo parado. Daí eu fui até a Rua Voluntários da Pátria e também estavam sem sistema", diz ela, sem emprego há um mês. Procurado pela reportagem, o Ministério do Trabalho afirma que vai reprocessar todos os requerimentos de seguro-desemprego protocolados desde 20 de abril, quando passou a trabalhar com a nova versão do sistema Mais Empregos. Em nota, diz que "o objetivo é reduzir o número de requerimentos bloqueados, que exigiriam análise posterior. Em alguns casos, os trabalhadores serão dispensados de solicitar abertura de processos administrativos, agilizando a reanálise e o pagamento do benefício". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Mau uso do português afeta jovens em entrevistas

  • 12 Jun 2016
  • 18:03h

(Foto: Reprodução)

Muitos estudantes perdem boas oportunidades de inserção no mercado por conta do emprego inadequado da língua portuguesa. Ferramentas como testes ortográficos e redações funcionam como filtros para eliminar candidatos e muitos acabam não passando sequer na primeira etapa. Para avaliar esse cenário, oNube – Núcleo Brasileiro de Estágios, realizou entre os dias 9 e 20 de maio, uma pesquisa para descobrir “Por que o Português ainda é o maior reprovador em processos seletivos?”. Jovens de 15 a 26 anos, faixa etária mais afetada nas reprovações, deram sua opinião sobre o tema. Foram 11.616 participantes expondo suas vivências sobre trabalho e entrevistas. Como resultado, 32,75% reconheceram: “As pessoas têm preguiça de ler”, totalizando 3.804 votantes.

 

“Com o fácil acesso à tecnologia e condições de correções automáticas de texto, pesquisar informações resumidas sem a necessidade de fazer uma busca integral sobre determinado assunto, dificultam o enriquecimento do vocabulário e a organização linguística”, esclarece Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Nube. Porém, outra parcela considerável dos votantes, 28,88%, alegou “terem se acostumado com o português abreviado nas redes sociais", opção escolhida por 3.355 pessoas. Ou seja, nem todos conseguem se adequar às mudanças exigidas quando o ambiente sai do universo dos perfis virtuais. “Alguns se condicionam muito com esse tipo de 'escrita encurtada' e acabam por cometer erros, tanto na elaboração de algum texto, quanto no envio de um simples e-mail profissional”, explica o especialista. Já para 22,28%, o problema está no fato de “não haver incentivo para a leitura no Brasil” (2.588). Sperduti, porém, não concorda com essa visão: “A Era Digital também possui seus benefícios e permite o fácil acesso às obras e clássicos da literatura, inclusive por meio de smartphones. O grande problema está na mentalidade do brasileiro em não praticar o hábito da leitura”. E complementa: “incentivos temos tanto do governo como do próprio mercado. Durante a seleção, sempre orientamos a explorarem diferentes títulos”, comenta o recrutador. Por fim, “a baixa formação dos candidatos” (1.562) e “As empresas exigem muito” (307), receberam 13,45% e 2,64% dos cliques, respectivamente. Para quem se posiciona assim, Sperduti dá a dica: ”como atualmente o inglês é muito requisitado nas organizações, o português torna-se obrigatório, por ser a língua nativa. Não há exageros”, finaliza. Portanto, pelos altos índices de reprovação, quem fala e escreve bem já tem uma vantagem perante a concorrência.

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Depressão em idosos não deve ser percebida como fato natural da velhice

  • 12 Jun 2016
  • 17:04h

(Foto: Reprodução)

O Brasil conta com 23 milhões de pessoas acima de 60 anos (12,5% da população), tendendo a chegar aos 64 milhões nessa faixa etária até 2050. O aumento do número de idosos no país segue acompanhado pelo diagnóstico de novos casos de depressão, doença que ainda figura como problema psiquiátrico mais comum na terceira idade. A médica psiquiatra do Espaço Nelson Pires, Elis Rebouças, explica que prevalece a errônea crença de familiares, profissionais de saúde e, por vezes, do próprio paciente, de que a depressão é uma consequência natural do envelhecimento. “Muitos pacientes deixam de receber tratamento adequado por conta desse pensamento equivocado. 

O diagnóstico correto levará em conta o estado de saúde física, estado cognitivo, condições socioeconômicas e situação familiar”, complementa a psiquiatra. De acordo com a psiquiatra, é comum idosos com quadro depressivo apresentarem características clínicas diferentes, em relação aos indivíduos mais jovens, como queixas somáticas (sintomas sem doença correlata diagnosticada), dores crônicas, distúrbios de sono e apetite. “Alguns destes sintomas muitas vezes estão relacionados a alterações inerentes ao processo de envelhecimento ou, ainda, a outras patologias orgânicas preexistentes, como doença de Parkinson e Acidente Vascular Cerebral”, detalha a especialista.  A depressão é uma das causas mais frequentes de suicídio na terceira idade, com estimativa de ser duas vezes maior o risco de suicídio nos pacientes idosos deprimidos em relação aos que não apresentam a doença.  O tratamento da depressão contempla abordagens biológicas (uso de medicamentos, terapias de neuroestimulação) e psicossociais, além de atividade física regular e planejada, tudo com objetivo de reduzir os sintomas da depressão e o risco de recaída e recorrência, bem como garantir a melhora da qualidade de vida do idoso.

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#TamoJuntas: Advogadas prestam assessoria jurídica gratuita para mulheres na Bahia

  • 12 Jun 2016
  • 14:02h

Foi através do movimento #MaisAmorEntreNós, lançado nas redes sociais pela jornalista baiana Sueide Kintê, que um grupo formado por quatro advogadas baianas decidiram prestar um serviço essencial para as mulheres: assistência jurídica gratuita para casos de violência, através da página no Facebook #TamoJuntas. A advogada Laina Crisóstomo, quando se colocou à disposição para atender mulheres, uma vez por mês, não imagina que havia uma demanda represada e um pedido silencioso de ajuda. “Quando eu fiz o post, surgiram demandas do Brasil todo, e até de mulheres fora do país, que estão em uma situação de violência, pedindo ajuda. Começamos a perceber que, muitas mulheres, já são assessoradas por advogados, pela Defensoria, mas que não tinha coragem de falar toda sua situação de dor. Muitas, que são atendidas pela Defensoria, por exemplo, passam muito tempo para conseguir o atendimento, e em seguida, só tem 15 minutos para falar tudo que precisam e voltam um mês depois para levar documentos. E isso não cria vínculos, não se cria relação de confiança. Toda a petição precisa ser escrita a partir da dor da pessoa. Quando fazemos atendimento, calculamos em média de 1h a 1h30m por mulher, porque entendemos que não conseguiremos ouvir a dor dela em cinco minutos”, afirma Laina. 

A página, que já ultrapassou as 65 mil curtidas, recebe pedido de informações, esclarecimentos sobre como procederem em casos de violência física e psicológica, ou até mesmo, o endereço da Delegacia da Mulher mais próximo de sua casa. O quarteto, composto por Laina, Natasha Barreto, Aline Nascimento e Carolina Rola, recebe relatos de mulheres que já fizeram mais de cinco boletins de ocorrência contra o agressor e nenhuma medida protetiva foi deferida, casos de cárcere privado, de estupro e tortura. Inicialmente, a previsão era que cada uma atendesse uma mulher por mês, e, apenas na primeira semana, foram 7 atendimentos, que posteriormente, passou para 15. O grupo criou uma planilha tanto para cadastrar mulheres que precisam de ajuda quanto de advogadas voluntárias.A atuação das advogadas não se restringe a área da violência, e também se estende para a área de Família, por ser um desdobramento de ações de violência. “É a mesma coisa, são fruto de uma dissolução de uma união que não deu certo”, diz Laina.  “No geral, achamos que só fossemos receber casos de violência física. Não achamos que fossemos receber denúncias de violência psicológica, porque é difícil de provar, mas temos recebidos histórias absurdas de violência, de violência pesada, como cárcere privada, tortura, estupro. Recebemos situações que não acreditamos. E nos questionamos se ainda realmente existe esse tipo de coisa”, diz Laina. Ela diz ainda que os casos assustam ainda mais por saberem que a rede de enfrentamento da violência contra mulher não tem funcionado. "O Ministério Público, através do Gedem [Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher], tem atuação limitada e só pode requere prisão se houver descumprimento da medida protetiva e nada mais, não pode acompanhar em audiência, em processo, por exemplo”, explica Laina. O grupo oferece assistência para que as mulheres possam fazer a denúncia em delegacias da mulher acompanhadas e não se intimidem. “É muito diferente o tratamento de uma mulher na delegacia quando ela vai sozinha e quando vai com uma advogada”, afirma Carolina Rola. No caso de mulheres que moram em outros estados, o grupo tem orientado sobre quais órgãos procurar e tem levantando um cadastro de advogadas voluntárias para que as acompanhem.O quarteto ressalva que a atuação é totalmente gratuita e não se configura como exercício ilegal da profissão, e nem tampouco como capitação ilícita de clientes. “A nossa perspectiva é ajuda as mulheres. Eu sempre atuei na advocacia social, para terreiros de candomblé, comunidades quilombolas, mas sempre trabalhei para uma organização que me pagava para isso. Até um tempo atrás, a OAB não permitia a advocacia pro bono, isso era considerado exercício ilegal da profissão. Era como se fosse um crime atuar gratuitamente. Mas hoje, já tem no Estatuto da Advocacia a possibilidade da atuação pro bono”, esclarece Laina. O grupo, inclusive, já foi denunciado na Comissão de Ética de São Paulo por prática ilegal da profissão, mas conseguiram comprovar que não há irregularidade na atuação delas. “É muito doloroso perceber que tem pessoas que não conseguem entender a proporção de fazer o bem. Printaram o meu post, mandaram para a Comissão de Ética da OAB. Mas eu não estava tentando captar clientes, eu estava disponibilizando meus serviços de forma gratuita para mulheres que não podem pagar. Fizemos questão de colocar na página que nosso serviço é pro bono, como prevê o Estatuto da Ordem”, ressalva. Até questionamentos de advogadas da Bahia, elas receberam questionamentos de que “que tipo de gratuidade” o grupo presta. “A gente não recebe nada, a gente gasta com transporte, alimentação. Mas nós temos nossas causas particulares que nos garante o sustento. Mas temos atuado de forma totalmente gratuita. Infelizmente, nessa perspectiva de atender mulheres, outras mulheres têm nos agredido e isso é muito triste”, lamenta a idealizadora do #TamoJuntas.Como denunciar A advogada Aline Nascimento afirma que o primeiro passo é a mulher perceber que ela está passando por uma situação de violência. “Algumas não percebem ou não querem acreditar que estão passando por uma situação de violência. O primeiro passo é esse: ela perceber que é agredida não apenas de forma física, mas psicologicamente também. Depois é procurar uma delegacia especializada, uma assessoria jurídica. Quando nos procuram, damos entrada na queixa-crime, em pedido de guarda, separação”, esclarece. Laina Crisóstomo afirma que muitas mulheres não denunciam por ter certeza da impunidade do agressor e por conta da solidão. “A primeira coisa que o agressor faz é afastar a vítima de todas as pessoas. Ela não tem amigos, muitas saem do ambiente de trabalho, cortam vínculos familiares. Existe uma grande dificuldade dessas mulheres falarem, porque não tem uma rede de confiança, não tem pessoas perto para falar”, assevera. Depois que a queixa é feita na Delegacia da Mulher, é marcado um dia para confirmação da agressão. Segundo Carolina Rola, é ai que está o grande entrave, da morosidade até que uma mulher consiga a medida protetiva. “Muitas precisam da medida protetiva e a gente encontra essa barreira. Temos um caso de uma mulher que o agressor ainda está na casa dela, eles estão separados, mas ele não quer deixar a casa. Ela precisa dessa medida protetiva. O homem faz ameaça a ela e aos filhos. Ela dorme trancada com os filhos dentro de casa. Só que não conseguimos a medida, porque existe o rito do processo”, sinaliza. Natasha Barreto completa que, às vezes, o próprio juiz não decreta a medida protetiva”. Pelo rito, após a queixa na Deam, se for necessário, é feito o corpo delito, e posteriormente, marcam a confirmação para três meses depois. “É nesse espaço de tempo que muitas mulheres são assassinadas por terem prestado queixa contra o agressor. O ideal seria que tudo isso acontecesse em 30 dias, e que o Gedem recebesse isso e, imediatamente, denunciasse o agressor. Quando é feito a denúncia formal, vai para a Vara da Violência Doméstica, que geralmente anda rápido. O entendimento da vara é do atendimento totalmente voltado para mulher. Essa vara é um espaço onde a mulher tem a palavra e se o homem disser que é mentira, ele que prove. Tudo que ela fala é real. Mas tem um empecilho muito grande. Depois disso, tem a medida protetiva. Mas o julgamento da parte familiar é feito em qualquer vara. Tivemos caso de um juiz que não respeitou a medida protetiva e não cedeu espaço para mulher ficar distante 500 metros do réu. Expliquei para o juiz que, para ela, olhar para o agressor, era uma situação de medo. E ela teve que ficar no mesmo lugar que ele, por não haver esse espaço reservado, e o juiz considerou que era ‘excesso da Justiça’. Ainda há juiz que pergunta se tem conciliação”, conta Laina. Nesse caso, ela diz que o ideal seria a criação de varas de família destinada para casos de violência, com espaços reservados para mulher com medida protetiva. Para a representante do #TamoJuntas, o mais doloroso é ver “mulher advogada defendendo agressor”.Articulação O grupo quer aumentar o número de advogadas voluntárias e também pedem que psicólogas e assistentes sociais se juntem ao grupo, pois a necessidade de uma mulher em situação de violência é múltipla. O #TamoJuntas também tem estreitado relacionamento com Gedem, pois os promotores podem requerer da Delegacia o andamento do processo para requerer medidas protetivas para a mulher em caso de demora. Já com a Defensoria Pública da Bahia, que tem atuação na área, o #TamoJuntas diz que a aproximação é feita através da Ouvidoria, na pessoa de Vilma Reis. As advogadas dizem que se deparam com alguns defensores e defensoras machistas, que, muitas vezes, ficam ao lado do agressor, e não requerem a prisão do acusado quando descumprem as medidas protetivas. O grupo foi criado há pouco mais de um mês, e se tornou conhecido após o estupro coletivo de uma adolescente no Rio de Janeiro. Para elas, o caso reacendeu o debate sobre a cultura de estupro no país e que ainda há uma forte tendência em culpar a vítima. Também são apresentados argumentos de que as denúncias são motivadas por vingança, revanchismo, e os acusados dizem que as vítimas são "loucas".  “Muitas de nós sofremos assédio, muitas de nós estivemos em relacionamentos abusivos, e muitas de nós nunca tivemos coragem de denunciar. E tem muitas mulheres na página querendo pedir desculpa a Beatriz por não ter denunciado suas agressões antes”, alenta Laina, que ainda complementa que, a dor da adolescente, fortaleceu a luta contra a violência contra a mulher. “A dor dela nos fortaleceu para entender que a luta é diária, que não dá para descansar, se conformar porque tem a Secretaria de Política para Mulheres (SPM), que tem políticas públicas, Lei Maria da Penha, medidas protetivas. Não dá para sentar e se conformar. Mas esse caso também reacendeu o ódio, com as justificativas de estupro”, salienta. “O assédio a mulher é diário, de nos fazer pensar sempre na roupa vamos vestir”, diz Carolina. Já Aline critica o aumento da pena para estupradores. “Não adianta aumentar a pena, porque o juiz continuará sendo machista, o promotor continuará sendo machista e o delegado também”. O grupo defende que toda a rede de enfrentamento seja fortalecida, e que as pessoas envolvidas sejam treinadas, tais como os policiais, delegados, juízes e promotores.

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TSE pede à PF e Procuradoria investigação sobre falha em 40 mil votos de 2014

  • 12 Jun 2016
  • 12:01h

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para investigar falhas nos registros de cerca de 40 mil eleitores durante as eleições de 2014. Os indícios são de que pode ter havido fraude no momento da votação. Mais cedo, o Tribunal havia divulgado que o ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte Eleitoral, iria determinar trocar todos os mesários do País para o pleito de 2016 por causa das irregularidades. A assessoria corrigiu a informação e disse que as substituições ocorrerão apenas nas sessões leitorais em que o problema foi identificado. As irregularidades foram constatadas após um cruzamento preparatório para as eleições deste ano. Os casos envolvem, por exemplo, frequência em uma mesma urna de registro de voto associado a eleitor que justificou ausência nas eleições passadas. O maior número de falhas foi constado em municípios do interior do Maranhão e da Bahia. Gilmar também determinou que as cidades em que os problemas foram mais frequentes deverão adotar em regime de urgência o sistema biométrico de votação para prevenir possíveis fraudes nas próximas eleições. Há um caso, que chamou a atenção da Corte, em que o mesmo erro foi identificado 18 vezes numa mesma sessão e 15 numa sessão vizinha. As investigações deverão identificar agora se houve erro humano ou fraude. O crime, se comprovado, pode levar à punição do responsável por falsidade ideológica eleitoral, cuja pena prevista é de 2 a 6 anos de prisão. De acordo com a assessoria de imprensa da Corte Eleitoral, apesar das dúvidas, o número de problemas identificado não tem o efeito de influenciar as eleições, já que os casos identificados com o cruzamento estão pulverizados em todo o País.

Manter boa forma aos 45 anos reduz risco de AVC após 65, segundo pesquisa

  • 12 Jun 2016
  • 10:01h

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O risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) após os 65 anos é menor para pessoas que estão em forma aos 45, afirmou um estudo da Associação Americana do Coração. Foram analisadas 19.815 pessoas brancas com idades entre 45 e 50 anos, das quais 79% eram homens. Os participantes foram submetidos, segundo a revista Istoé, a diferentes exames para medir suas capacidades cardiorrespiratórias. A partir dos resultados, eles foram divididos em três grupos, de acordo com o estado físico. "Os resultados deste estudo comprovam o papel único e específico do exercício físico na prevenção de um AVC", afirmou Jarett Berry, professor-adjunto de medicina interna no Centro Médico da Universidade de Texas e principal autor do estudo. De acordo com dados da Associação Americana do Coração, são necessários 150 minutos de atividades físicas em ritmo moderado ou 75 minutos em ritmo intenso por semana para manter uma boa forma.

Como surgiu a comemoração do Dia dos Namorados

  • Agência Brasil
  • 12 Jun 2016
  • 09:04h

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Nos Estados Unidos e na Europa, comemora-se todo dia 14 de fevereiro o dia de São Valentim. Ele era um bispo da Igreja Católica que foi executado depois de ter se apaixonado pela filha do carcereiro, no século II. Ele escrevia para ela muitas cartas de amor e assinava sempre: do seu namorado, do seu Valentim. Por isso, o costume de enviar cartas para amigas, amigos e namoradas e namorados neste dia. No Brasil, a data foi criada com o intuito de fazer com que as pessoas comprassem mais presentes. O dia escolhido foi o 12 de junho, véspera do dia dedicado ao Santo Antônio, o santo casamenteiro, segundo a crença popular.

Farmácia São Camilo

  • 12 Jun 2016
  • 09:00h